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Questões: Ensino Einstein — com gabarito
517 questões de Ensino Einstein, de 2017 a 2025. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.
- 517 questões
- 7 provas
- LinguagensPara responder à questão, leia um trecho do prefácio “Um gênero tipicamente brasileiro”, do escritor Humberto Werneck, publicado na antologia Boa companhia: crônicas.Fernando Sabino e Rubem Braga, por longos anos obrigados a desovar crônicas diárias, não se limitavam, nas horas de aperto, a requentar seus requintados escritos — chegaram a permutar, na moita, velhos recortes, na suposição de que os textos, de tão antigos, já se houvessem apagado da memória do leitor de jornal, recuperando assim a virgindade tipográfica. O troca-troca, contado por Fernando Sabino na crônica “O estranho ofício de escrever”, merece ser aqui reproduzido:Éramos três condenados à crônica diária: Rubem no Diário de Notícias, Paulo no Diário Carioca e eu no O Jornal. Não raro um caso ou uma ideia, surgidos na mesa do bar, servia de tema para mais de um de nós. Às vezes para os três. Quando caiu um edifício no bairro Peixoto, por exemplo, três crônicas foram por coincidência publicadas no dia seguinte, intituladas respectivamente: “Mas não cai?”, “Vai cair” e “Caiu”.Até que um dia, numa hora de aperto, Rubem perdeu a cerimônia:— Será que você teria aí uma crônica pequenininha para me emprestar?Procurei nos meus guardados e encontrei uma que talvez servisse: sobre um menino que me pediu um cruzeiro para tomar uma sopa, foi seguido por mim até uma miserável casa de pasto da Lapa: a sopa existia mesmo, e por aquele preço. Chamava-se “O preço da sopa”. Rubem deu uma melhorada na história, trocou “casa de pasto” por “restaurante”, elevou o preço para cinco cruzeiros, pôs o título mais simples de “A sopa”.Tempos mais tarde chegou a minha vez — nada como se valer de um amigo nas horas difíceis:— Uma crônica usada, de que você não precisa mais, qualquer uma serve. — Vou ver o que posso fazer— prometeu ele. Acabou me dando de volta a da sopa.— Logo esta? — protestei.— As outras estão muito gastas.Sou pobre mas não sou soberbo. Ajeitei a crônica como pude, toquei-lhe uns remendos, atualizei o preço para dez cruzeiros e liquidei de vez com ela, sob o título: “Esta sopa vai acabar”.Eternamente deleitável ou imediatamente deletável — depende menos do tema do que das artes do autor —, a crônica pode não ser um “gênero de primeira necessidade, a não ser talvez para os escritores que a praticam”, como sustentava Luís Martins — um dos recordistas brasileiros nesse ramo de escreveção. Um subgênero, há quem desdenhe. “Literatura em mangas de camisa”, diz-se em Portugal. Mas, para o crítico Wilson Martins, trata-se de uma “espécie literária” que de jornalístico “só tem o fato todo circunstancial de aparecer em periódicos.”(Humberto Werneck (org.). Boa companhia: crônicas, 2005. Adaptado.)“a crônica pode não ser um ‘gênero de primeira necessidade, a não ser talvez para os escritores que a praticam’” (13º parágrafo)A expressão sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo para o sentido do texto, por:
- Linguagens
Português
Para responder à questão, leia um trecho do prefácio “Um gênero tipicamente brasileiro”, do escritor Humberto Werneck, publicado na antologia Boa companhia: crônicas.Fernando Sabino e Rubem Braga, por longos anos obrigados a desovar crônicas diárias, não se limitavam, nas horas de aperto, a requentar seus requintados escritos — chegaram a permutar, na moita, velhos recortes, na suposição de que os textos, de tão antigos, já se houvessem apagado da memória do leitor de jornal, recuperando assim a virgindade tipográfica. O troca-troca, contado por Fernando Sabino na crônica “O estranho ofício de escrever”, merece ser aqui reproduzido:Éramos três condenados à crônica diária: Rubem no Diário de Notícias, Paulo no Diário Carioca e eu no O Jornal. Não raro um caso ou uma ideia, surgidos na mesa do bar, servia de tema para mais de um de nós. Às vezes para os três. Quando caiu um edifício no bairro Peixoto, por exemplo, três crônicas foram por coincidência publicadas no dia seguinte, intituladas respectivamente: “Mas não cai?”, “Vai cair” e “Caiu”.Até que um dia, numa hora de aperto, Rubem perdeu a cerimônia:— Será que você teria aí uma crônica pequenininha para me emprestar?Procurei nos meus guardados e encontrei uma que talvez servisse: sobre um menino que me pediu um cruzeiro para tomar uma sopa, foi seguido por mim até uma miserável casa de pasto da Lapa: a sopa existia mesmo, e por aquele preço. Chamava-se “O preço da sopa”. Rubem deu uma melhorada na história, trocou “casa de pasto” por “restaurante”, elevou o preço para cinco cruzeiros, pôs o título mais simples de “A sopa”.Tempos mais tarde chegou a minha vez — nada como se valer de um amigo nas horas difíceis:— Uma crônica usada, de que você não precisa mais, qualquer uma serve. — Vou ver o que posso fazer— prometeu ele. Acabou me dando de volta a da sopa.— Logo esta? — protestei.— As outras estão muito gastas.Sou pobre mas não sou soberbo. Ajeitei a crônica como pude, toquei-lhe uns remendos, atualizei o preço para dez cruzeiros e liquidei de vez com ela, sob o título: “Esta sopa vai acabar”.Eternamente deleitável ou imediatamente deletável — depende menos do tema do que das artes do autor —, a crônica pode não ser um “gênero de primeira necessidade, a não ser talvez para os escritores que a praticam”, como sustentava Luís Martins — um dos recordistas brasileiros nesse ramo de escreveção. Um subgênero, há quem desdenhe. “Literatura em mangas de camisa”, diz-se em Portugal. Mas, para o crítico Wilson Martins, trata-se de uma “espécie literária” que de jornalístico “só tem o fato todo circunstancial de aparecer em periódicos.”(Humberto Werneck (org.). Boa companhia: crônicas, 2005. Adaptado.)Em “Até que um dia, numa hora de aperto, Rubem perdeu a cerimônia” (3º parágrafo), a expressão sublinhada tem o sentido de - Linguagens
Português
Para responder à questão, leia um trecho do prefácio “Um gênero tipicamente brasileiro”, do escritor Humberto Werneck, publicado na antologia Boa companhia: crônicas.Fernando Sabino e Rubem Braga, por longos anos obrigados a desovar crônicas diárias, não se limitavam, nas horas de aperto, a requentar seus requintados escritos — chegaram a permutar, na moita, velhos recortes, na suposição de que os textos, de tão antigos, já se houvessem apagado da memória do leitor de jornal, recuperando assim a virgindade tipográfica. O troca-troca, contado por Fernando Sabino na crônica “O estranho ofício de escrever”, merece ser aqui reproduzido:Éramos três condenados à crônica diária: Rubem no Diário de Notícias, Paulo no Diário Carioca e eu no O Jornal. Não raro um caso ou uma ideia, surgidos na mesa do bar, servia de tema para mais de um de nós. Às vezes para os três. Quando caiu um edifício no bairro Peixoto, por exemplo, três crônicas foram por coincidência publicadas no dia seguinte, intituladas respectivamente: “Mas não cai?”, “Vai cair” e “Caiu”.Até que um dia, numa hora de aperto, Rubem perdeu a cerimônia:— Será que você teria aí uma crônica pequenininha para me emprestar?Procurei nos meus guardados e encontrei uma que talvez servisse: sobre um menino que me pediu um cruzeiro para tomar uma sopa, foi seguido por mim até uma miserável casa de pasto da Lapa: a sopa existia mesmo, e por aquele preço. Chamava-se “O preço da sopa”. Rubem deu uma melhorada na história, trocou “casa de pasto” por “restaurante”, elevou o preço para cinco cruzeiros, pôs o título mais simples de “A sopa”.Tempos mais tarde chegou a minha vez — nada como se valer de um amigo nas horas difíceis:— Uma crônica usada, de que você não precisa mais, qualquer uma serve. — Vou ver o que posso fazer— prometeu ele. Acabou me dando de volta a da sopa.— Logo esta? — protestei.— As outras estão muito gastas.Sou pobre mas não sou soberbo. Ajeitei a crônica como pude, toquei-lhe uns remendos, atualizei o preço para dez cruzeiros e liquidei de vez com ela, sob o título: “Esta sopa vai acabar”.Eternamente deleitável ou imediatamente deletável — depende menos do tema do que das artes do autor —, a crônica pode não ser um “gênero de primeira necessidade, a não ser talvez para os escritores que a praticam”, como sustentava Luís Martins — um dos recordistas brasileiros nesse ramo de escreveção. Um subgênero, há quem desdenhe. “Literatura em mangas de camisa”, diz-se em Portugal. Mas, para o crítico Wilson Martins, trata-se de uma “espécie literária” que de jornalístico “só tem o fato todo circunstancial de aparecer em periódicos.”(Humberto Werneck (org.). Boa companhia: crônicas, 2005. Adaptado.)Para evitar sua repetição, omite-se um substantivo que pode ser facilmente identificado pelo contexto linguístico em: - Linguagens
Português
- Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
- Prova de 2022
- Ensino Einstein
- Código da questão: BFE94B86-68
Para responder à questão, leia um trecho do prefácio “Um gênero tipicamente brasileiro”, do escritor Humberto Werneck, publicado na antologia Boa companhia: crônicas.Fernando Sabino e Rubem Braga, por longos anos obrigados a desovar crônicas diárias, não se limitavam, nas horas de aperto, a requentar seus requintados escritos — chegaram a permutar, na moita, velhos recortes, na suposição de que os textos, de tão antigos, já se houvessem apagado da memória do leitor de jornal, recuperando assim a virgindade tipográfica. O troca-troca, contado por Fernando Sabino na crônica “O estranho ofício de escrever”, merece ser aqui reproduzido:Éramos três condenados à crônica diária: Rubem no Diário de Notícias, Paulo no Diário Carioca e eu no O Jornal. Não raro um caso ou uma ideia, surgidos na mesa do bar, servia de tema para mais de um de nós. Às vezes para os três. Quando caiu um edifício no bairro Peixoto, por exemplo, três crônicas foram por coincidência publicadas no dia seguinte, intituladas respectivamente: “Mas não cai?”, “Vai cair” e “Caiu”.Até que um dia, numa hora de aperto, Rubem perdeu a cerimônia:— Será que você teria aí uma crônica pequenininha para me emprestar?Procurei nos meus guardados e encontrei uma que talvez servisse: sobre um menino que me pediu um cruzeiro para tomar uma sopa, foi seguido por mim até uma miserável casa de pasto da Lapa: a sopa existia mesmo, e por aquele preço. Chamava-se “O preço da sopa”. Rubem deu uma melhorada na história, trocou “casa de pasto” por “restaurante”, elevou o preço para cinco cruzeiros, pôs o título mais simples de “A sopa”.Tempos mais tarde chegou a minha vez — nada como se valer de um amigo nas horas difíceis:— Uma crônica usada, de que você não precisa mais, qualquer uma serve. — Vou ver o que posso fazer— prometeu ele. Acabou me dando de volta a da sopa.— Logo esta? — protestei.— As outras estão muito gastas.Sou pobre mas não sou soberbo. Ajeitei a crônica como pude, toquei-lhe uns remendos, atualizei o preço para dez cruzeiros e liquidei de vez com ela, sob o título: “Esta sopa vai acabar”.Eternamente deleitável ou imediatamente deletável — depende menos do tema do que das artes do autor —, a crônica pode não ser um “gênero de primeira necessidade, a não ser talvez para os escritores que a praticam”, como sustentava Luís Martins — um dos recordistas brasileiros nesse ramo de escreveção. Um subgênero, há quem desdenhe. “Literatura em mangas de camisa”, diz-se em Portugal. Mas, para o crítico Wilson Martins, trata-se de uma “espécie literária” que de jornalístico “só tem o fato todo circunstancial de aparecer em periódicos.”(Humberto Werneck (org.). Boa companhia: crônicas, 2005. Adaptado.)“— Vou ver o que posso fazer — prometeu ele.” (8º parágrafo)Ao se transpor o trecho para o discurso indireto, a locução verbal sublinhada assume a seguinte forma: - Linguagens
Literatura
Essa vanguarda baseia-se na crença na realidade superior das formas específicas de associação, antes negligenciadas, na onipotência dos sonhos e no jogo desinteressado do pensamento. André Breton, seu principal teórico, afirmou que o propósito dessa vanguarda era “resolver a contradição até agora vigente entre sonho e realidade pela criação de uma realidade absoluta, uma supra-realidade.”(Ian Chilvers (org.). Dicionário Oxford de arte, 2007. Adaptado.)O texto trata de uma vanguarda que influenciou inúmeros escritores do Modernismo brasileiro, qual seja, - Linguagens
Português
Examine a tirinha de Fernando Gonsales, publicada na conta do Instagram “Depósito de Tirinhas”, em 23.04.2020.

Para obter seu efeito de humor, a tirinha explora o seguinte recurso expressivo:
- Linguagens
Inglês
- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Prova de 2022
- Ensino Einstein
- Com imagem
- Código da questão: BFF11C3C-68
Read the text to answer question
In the late 1960s, following the Apollo 11 Moon landings, the three astronauts were waiting to be picked up inside their capsule floating in the Pacific Ocean — and they were hot and uncomfortable. NASA officials decided to make things more pleasant for their three national heroes. The downside? There was a small possibility of unleashing deadly alien microbes on Earth.When humanity first made plans to send probes and people into space in the mid-20th Century, the issue of contamination came up. Firstly, there was the fear of “forward” contamination — the possibility that Earth-based life might accidentally hitch a ride into the cosmos. Spacecraft needed to be sterilised and carefully packaged before launch. If microbes silently moved onboard, it would confuse any attempts to detect alien life. And if there were extra-terrestrial organisms out there, we might end up inadvertently killing them with Earth-based bacteria or viruses. These concerns matter just as much today as they did back in the Space Race era.A second concern was “back” contamination. This was the idea that astronauts, rockets or probes returning to Earth might bring back life that could prove catastrophic, either by consuming all our oxygen or outcompeting Earth organisms. What if the astronauts brought back something dangerous? At the time, the probability was not considered high, but still, the scenario had to be explored. “Maybe it’s sure to 99% that Apollo 11 will not bring back lunar organisms,” said one influential scientist at the time, “but even that 1% of uncertainty is too large to be complacent about.”NASA put several quarantine measures in place — in some cases, a little reluctantly. Concerned officials from the US Public Health Service argued for stricter measures than initially planned, pointing out that they had the power to refuse border entry to contaminated astronauts. NASA then agreed to install a costly quarantine facility on the ship that would pick up the men from their splashdown in the Pacific Ocean. It was also agreed that the lunar explorers would then spend three weeks in isolation before they could hug their families or shake the hand of the president.(Richard Fisher. www.bbc.com, 18.02.2021. Adapted.)The text discusses - Linguagens
Inglês
- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Prova de 2022
- Ensino Einstein
- Com imagem
- Código da questão: BFF3A85B-68
Read the text to answer question
In the late 1960s, following the Apollo 11 Moon landings, the three astronauts were waiting to be picked up inside their capsule floating in the Pacific Ocean — and they were hot and uncomfortable. NASA officials decided to make things more pleasant for their three national heroes. The downside? There was a small possibility of unleashing deadly alien microbes on Earth.When humanity first made plans to send probes and people into space in the mid-20th Century, the issue of contamination came up. Firstly, there was the fear of “forward” contamination — the possibility that Earth-based life might accidentally hitch a ride into the cosmos. Spacecraft needed to be sterilised and carefully packaged before launch. If microbes silently moved onboard, it would confuse any attempts to detect alien life. And if there were extra-terrestrial organisms out there, we might end up inadvertently killing them with Earth-based bacteria or viruses. These concerns matter just as much today as they did back in the Space Race era.A second concern was “back” contamination. This was the idea that astronauts, rockets or probes returning to Earth might bring back life that could prove catastrophic, either by consuming all our oxygen or outcompeting Earth organisms. What if the astronauts brought back something dangerous? At the time, the probability was not considered high, but still, the scenario had to be explored. “Maybe it’s sure to 99% that Apollo 11 will not bring back lunar organisms,” said one influential scientist at the time, “but even that 1% of uncertainty is too large to be complacent about.”NASA put several quarantine measures in place — in some cases, a little reluctantly. Concerned officials from the US Public Health Service argued for stricter measures than initially planned, pointing out that they had the power to refuse border entry to contaminated astronauts. NASA then agreed to install a costly quarantine facility on the ship that would pick up the men from their splashdown in the Pacific Ocean. It was also agreed that the lunar explorers would then spend three weeks in isolation before they could hug their families or shake the hand of the president.(Richard Fisher. www.bbc.com, 18.02.2021. Adapted.)The first paragraph mentions - Linguagens
Inglês
- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Prova de 2022
- Ensino Einstein
- Com imagem
- Código da questão: BFF62B3A-68
Read the text to answer question
In the late 1960s, following the Apollo 11 Moon landings, the three astronauts were waiting to be picked up inside their capsule floating in the Pacific Ocean — and they were hot and uncomfortable. NASA officials decided to make things more pleasant for their three national heroes. The downside? There was a small possibility of unleashing deadly alien microbes on Earth.When humanity first made plans to send probes and people into space in the mid-20th Century, the issue of contamination came up. Firstly, there was the fear of “forward” contamination — the possibility that Earth-based life might accidentally hitch a ride into the cosmos. Spacecraft needed to be sterilised and carefully packaged before launch. If microbes silently moved onboard, it would confuse any attempts to detect alien life. And if there were extra-terrestrial organisms out there, we might end up inadvertently killing them with Earth-based bacteria or viruses. These concerns matter just as much today as they did back in the Space Race era.A second concern was “back” contamination. This was the idea that astronauts, rockets or probes returning to Earth might bring back life that could prove catastrophic, either by consuming all our oxygen or outcompeting Earth organisms. What if the astronauts brought back something dangerous? At the time, the probability was not considered high, but still, the scenario had to be explored. “Maybe it’s sure to 99% that Apollo 11 will not bring back lunar organisms,” said one influential scientist at the time, “but even that 1% of uncertainty is too large to be complacent about.”NASA put several quarantine measures in place — in some cases, a little reluctantly. Concerned officials from the US Public Health Service argued for stricter measures than initially planned, pointing out that they had the power to refuse border entry to contaminated astronauts. NASA then agreed to install a costly quarantine facility on the ship that would pick up the men from their splashdown in the Pacific Ocean. It was also agreed that the lunar explorers would then spend three weeks in isolation before they could hug their families or shake the hand of the president.(Richard Fisher. www.bbc.com, 18.02.2021. Adapted.)In the second paragraph, “‘forward’ contamination” is explained as contamination which - Linguagens
Inglês
- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Prova de 2022
- Ensino Einstein
- Com imagem
- Código da questão: BFF8C262-68
Read the text to answer question
In the late 1960s, following the Apollo 11 Moon landings, the three astronauts were waiting to be picked up inside their capsule floating in the Pacific Ocean — and they were hot and uncomfortable. NASA officials decided to make things more pleasant for their three national heroes. The downside? There was a small possibility of unleashing deadly alien microbes on Earth.When humanity first made plans to send probes and people into space in the mid-20th Century, the issue of contamination came up. Firstly, there was the fear of “forward” contamination — the possibility that Earth-based life might accidentally hitch a ride into the cosmos. Spacecraft needed to be sterilised and carefully packaged before launch. If microbes silently moved onboard, it would confuse any attempts to detect alien life. And if there were extra-terrestrial organisms out there, we might end up inadvertently killing them with Earth-based bacteria or viruses. These concerns matter just as much today as they did back in the Space Race era.A second concern was “back” contamination. This was the idea that astronauts, rockets or probes returning to Earth might bring back life that could prove catastrophic, either by consuming all our oxygen or outcompeting Earth organisms. What if the astronauts brought back something dangerous? At the time, the probability was not considered high, but still, the scenario had to be explored. “Maybe it’s sure to 99% that Apollo 11 will not bring back lunar organisms,” said one influential scientist at the time, “but even that 1% of uncertainty is too large to be complacent about.”NASA put several quarantine measures in place — in some cases, a little reluctantly. Concerned officials from the US Public Health Service argued for stricter measures than initially planned, pointing out that they had the power to refuse border entry to contaminated astronauts. NASA then agreed to install a costly quarantine facility on the ship that would pick up the men from their splashdown in the Pacific Ocean. It was also agreed that the lunar explorers would then spend three weeks in isolation before they could hug their families or shake the hand of the president.(Richard Fisher. www.bbc.com, 18.02.2021. Adapted.)According to the third and fourth paragraphs, the disputes over the potential risks posed by the return of Apollo 11 from outer space were eventually settled as follows: - Linguagens
Inglês
- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Prova de 2022
- Ensino Einstein
- Com imagem
- Código da questão: BFFB7E12-68
Read the advertisement.

The advertisement uses text and the image of two women astronauts in spacesuits to suggest that both the bath oil “Skin-So-Soft” and the suit
- Ciências Humanas
História
- Fundamentos da História : Tempo, Memória e Cultura
- Prova de 2022
- Ensino Einstein
- Dificuldade: Muito fácil
- Código da questão: BFFDF914-68
Como a maior parte das comunidades tradicionais africanas eram sociedades ágrafas, a palavra falada era uma das formas que homens e mulheres tinham de se conectar com o mundo divino e sobrenatural, era o elo entre o passado, o presente e o futuro.(Ynaê Lopes dos Santos. História da África e do Brasil afrodescendente, 2017.)Ao abordar aspectos das sociedades africanas antigas, o excerto destaca - Ciências Humanas
História
- Expansão Comercial a Marítima: a busca de novos mundos
- Prova de 2022
- Ensino Einstein
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: C000BC15-68
Numa primeira aproximação, o sistema colonial apresenta-se-nos como o conjunto das relações entre as metrópoles e suas respectivas colônias, num dado período da história da colonização.(Fernando A. Novais. Portugal e Brasil na crise do Antigo Sistema Colonial (1777-1808), 2019.)O “conjunto das relações” mencionado no excerto abrangia - Ciências Humanas
História
- História Geral
- Prova de 2022
- Ensino Einstein
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: C003538E-68
Nessa primeira metade do século [XIX], as atividades urbanas haviam perdido qualquer vínculo com o tempo da natureza; de há muito se encontram subordinadas ao tempo abstrato, ao dia implacavelmente dividido em 24 horas.(Maria Stella Martins Bresciani. Londres e Paris no século XIX: o espetáculo da pobreza, 1982.)A mudança assinalada no excerto associa-se - Ciências Humanas
História
- História do Brasil
- Prova de 2022
- Ensino Einstein
- Dificuldade: Muito fácil
- Código da questão: C005F3E5-68
Durante o governo Campos Salles (1898-1902) [...] foi adotada a “política dos governadores”. Sob essa orientação, os governos das províncias ganharam ampla autonomia.(Isabel Lustosa. A História do Brasil explicada aos meus filhos, 2012.)A política dos governadores implicou - Ciências Humanas
História
Leia o trecho da canção “Alegria Alegria”, de Caetano Veloso.[...] o sol se reparte em crimesespaçonaves guerrilhasem cardinales bonitaseu vouem caras de presidentesem grandes beijos de amorem dentes pernas bandeirasbomba e brigitte bardoto sol nas bancas de revistasme enche de alegria e preguiçaquem lê tanta notíciaeu vouela pensa em casamentoe eu nunca mais fui à escolasem lenço e sem documentoeu voueu tomo uma coca-colaela pensa em casamentouma canção me consolaeu voupor entre fotos e nomessem livros e sem fuzilsem fome sem telefoneno coração do brasil [...](Heloísa B. de Hollanda e Marcos A. Gonçalves. Cultura e participação nos anos 60, 1987.)Ao representar o período em que foi composta, essa canção de 1967 apresenta - Linguagens
Português
Analise o mapa e leia o excerto.
Hoje, eles formam uma comunidade unida por raça, cultura e linguagem, ainda que não tenham um dialeto padrão. Eles têm diversas religiões e credos, mas a maioria é muçulmana sunita.(www.bbc.com. Adaptado.)A área destacada no mapa e as características apresentadas no excerto correspondem - Ciências Humanas
Geografia
Podemos extrair da expressão “guerra fiscal” a disputa praticada pelos entes federativos, por meio de ações concorrenciais extremas e não cooperativas no que diz respeito à gestão de suas políticas públicas, de modo a favorecer empresas interessadas em investir ou transferir investimentos para suas bases territoriais. Na “guerra fiscal”, os entes federativos concedem benefícios fiscais, financeiros e de infraestrutura às empresas.(https://ipojur.com.br. Adaptado.)Considerando o excerto, a expressão “guerra fiscal” estimula - Ciências Humanas
Geografia
Analise o gráfico.

Divididos entre a parte sólida e os poros, os quatro elementos destacados no gráfico caracterizam
- Ciências Humanas
Sociologia
Examine a imagem.
Fast fashion: “moda rápida”

Considerando a imagem, sabe-se que o modelo capitalista e a água consumida pela “moda rápida” expressam, respectivamente,