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Questões: Ensino Einstein — com gabarito

517 questões de Ensino Einstein, todas de 2025. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

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517 questões encontradas. Mostrando a página 3 de 26.

  • 39E01761-69

    Português

    Adjetivos
    Ensino Einstein · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, leia um trecho da obra Ideias para adiar o fim do mundo, uma adaptação de duas palestras e uma entrevista realizadas com o autor Ailton Krenak.

            O fim do mundo talvez seja uma breve interrupção de um estado de prazer extasiante que a gente não quer perder. Parece que todos os artifícios que foram buscados pelos nossos ancestrais e por nós têm a ver com essa sensação. Quando se transfere isso para a mercadoria, para os objetos, para as coisas exteriores, se materializa no que a técnica desenvolveu, no aparato todo que se foi sobrepondo ao corpo da mãe Terra. Todas as histórias antigas chamam a Terra de Mãe, Pacha Mama, Gaia. Uma deusa perfeita e infindável, fluxo de graça, beleza e fartura. Veja-se a imagem grega da deusa da prosperidade, que tem uma cornucópia1 que fica o tempo todo jorrando riqueza sobre o mundo… Noutras tradições, na China e na Índia, nas Américas, em todas as culturas mais antigas, a referência é de uma provedora maternal. Não tem nada a ver com a imagem masculina ou do pai. Todas as vezes que a imagem do pai rompe nessa paisagem é sempre para depredar, detonar e dominar.

            O desconforto que a ciência moderna, as tecnologias, as movimentações que resultaram naquilo que chamamos de “revoluções de massa”, tudo isso não ficou localizado numa região, mas cindiu o planeta a ponto de, no século XX, termos situações como a Guerra Fria, em que você tinha, de um lado do muro, uma parte da humanidade, e a outra, do lado de lá, na maior tensão, pronta para puxar o gatilho para cima dos outros. Não tem fim do mundo mais iminente do que quando você tem um mundo do lado de lá do muro e um do lado de cá, ambos tentando adivinhar o que o outro está fazendo. Isso é um abismo, isso é uma queda. Então a pergunta a fazer seria: “Por que tanto medo assim de uma queda se a gente não fez nada nas outras eras senão cair?”.

            Já caímos em diferentes escalas e em diferentes lugares do mundo. Mas temos muito medo do que vai acontecer quando a gente cair. Sentimos insegurança, uma paranoia da queda porque as outras possibilidades que se abrem exigem implodir essa casa que herdamos, que confortavelmente carregamos em grande estilo, mas passamos o tempo inteiro morrendo de medo. Então, talvez o que a gente tenha de fazer é descobrir um paraquedas. Não eliminar a queda, mas inventar e fabricar milhares de paraquedas coloridos, divertidos, inclusive prazerosos. Já que aquilo de que realmente gostamos é gozar, viver no prazer aqui na Terra. Então, que a gente pare de despistar essa nossa vocação e, em vez de ficar inventando outras parábolas, que a gente se renda a essa principal e não se deixe iludir com o aparato da técnica.

    (Ideias para adiar o fim do mundo, 2020.) 1   cornucópia: vaso em forma de chifre, com frutas e flores que dele extravasam profusamente, antigo símbolo da fertilidade, riqueza, abundância.
    Tem valor adjetivo a expressão sublinhada no seguinte trecho:
    Escolha uma alternativa para a questão 39e01761-69
  • 39DD95F1-69

    Português

    Análise sintática
    Ensino Einstein · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, leia um trecho da obra Ideias para adiar o fim do mundo, uma adaptação de duas palestras e uma entrevista realizadas com o autor Ailton Krenak.

            O fim do mundo talvez seja uma breve interrupção de um estado de prazer extasiante que a gente não quer perder. Parece que todos os artifícios que foram buscados pelos nossos ancestrais e por nós têm a ver com essa sensação. Quando se transfere isso para a mercadoria, para os objetos, para as coisas exteriores, se materializa no que a técnica desenvolveu, no aparato todo que se foi sobrepondo ao corpo da mãe Terra. Todas as histórias antigas chamam a Terra de Mãe, Pacha Mama, Gaia. Uma deusa perfeita e infindável, fluxo de graça, beleza e fartura. Veja-se a imagem grega da deusa da prosperidade, que tem uma cornucópia1 que fica o tempo todo jorrando riqueza sobre o mundo… Noutras tradições, na China e na Índia, nas Américas, em todas as culturas mais antigas, a referência é de uma provedora maternal. Não tem nada a ver com a imagem masculina ou do pai. Todas as vezes que a imagem do pai rompe nessa paisagem é sempre para depredar, detonar e dominar.

            O desconforto que a ciência moderna, as tecnologias, as movimentações que resultaram naquilo que chamamos de “revoluções de massa”, tudo isso não ficou localizado numa região, mas cindiu o planeta a ponto de, no século XX, termos situações como a Guerra Fria, em que você tinha, de um lado do muro, uma parte da humanidade, e a outra, do lado de lá, na maior tensão, pronta para puxar o gatilho para cima dos outros. Não tem fim do mundo mais iminente do que quando você tem um mundo do lado de lá do muro e um do lado de cá, ambos tentando adivinhar o que o outro está fazendo. Isso é um abismo, isso é uma queda. Então a pergunta a fazer seria: “Por que tanto medo assim de uma queda se a gente não fez nada nas outras eras senão cair?”.

            Já caímos em diferentes escalas e em diferentes lugares do mundo. Mas temos muito medo do que vai acontecer quando a gente cair. Sentimos insegurança, uma paranoia da queda porque as outras possibilidades que se abrem exigem implodir essa casa que herdamos, que confortavelmente carregamos em grande estilo, mas passamos o tempo inteiro morrendo de medo. Então, talvez o que a gente tenha de fazer é descobrir um paraquedas. Não eliminar a queda, mas inventar e fabricar milhares de paraquedas coloridos, divertidos, inclusive prazerosos. Já que aquilo de que realmente gostamos é gozar, viver no prazer aqui na Terra. Então, que a gente pare de despistar essa nossa vocação e, em vez de ficar inventando outras parábolas, que a gente se renda a essa principal e não se deixe iludir com o aparato da técnica.

    (Ideias para adiar o fim do mundo, 2020.) 1   cornucópia: vaso em forma de chifre, com frutas e flores que dele extravasam profusamente, antigo símbolo da fertilidade, riqueza, abundância.
    Anacoluto é a mudança de construção sintática no meio do enunciado. Um fenômeno muito comum, especialmente na linguagem falada, que ocorre quando aquele que fala abstrai-se do começo do enunciado e continua a exprimir-se como se iniciasse uma nova frase.

    (Celso Cunha e Luís F. Lindley Cintra. Nova Gramática do Português Contemporâneo, 2007. Adaptado.)

    Um trecho do texto em que é possível identificar a presença de anacoluto é:
    Escolha uma alternativa para a questão 39dd95f1-69
  • 39DB250A-69

    Português

    Interpretação de Textos
    Ensino Einstein · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, leia um trecho da obra Ideias para adiar o fim do mundo, uma adaptação de duas palestras e uma entrevista realizadas com o autor Ailton Krenak.

            O fim do mundo talvez seja uma breve interrupção de um estado de prazer extasiante que a gente não quer perder. Parece que todos os artifícios que foram buscados pelos nossos ancestrais e por nós têm a ver com essa sensação. Quando se transfere isso para a mercadoria, para os objetos, para as coisas exteriores, se materializa no que a técnica desenvolveu, no aparato todo que se foi sobrepondo ao corpo da mãe Terra. Todas as histórias antigas chamam a Terra de Mãe, Pacha Mama, Gaia. Uma deusa perfeita e infindável, fluxo de graça, beleza e fartura. Veja-se a imagem grega da deusa da prosperidade, que tem uma cornucópia1 que fica o tempo todo jorrando riqueza sobre o mundo… Noutras tradições, na China e na Índia, nas Américas, em todas as culturas mais antigas, a referência é de uma provedora maternal. Não tem nada a ver com a imagem masculina ou do pai. Todas as vezes que a imagem do pai rompe nessa paisagem é sempre para depredar, detonar e dominar.

            O desconforto que a ciência moderna, as tecnologias, as movimentações que resultaram naquilo que chamamos de “revoluções de massa”, tudo isso não ficou localizado numa região, mas cindiu o planeta a ponto de, no século XX, termos situações como a Guerra Fria, em que você tinha, de um lado do muro, uma parte da humanidade, e a outra, do lado de lá, na maior tensão, pronta para puxar o gatilho para cima dos outros. Não tem fim do mundo mais iminente do que quando você tem um mundo do lado de lá do muro e um do lado de cá, ambos tentando adivinhar o que o outro está fazendo. Isso é um abismo, isso é uma queda. Então a pergunta a fazer seria: “Por que tanto medo assim de uma queda se a gente não fez nada nas outras eras senão cair?”.

            Já caímos em diferentes escalas e em diferentes lugares do mundo. Mas temos muito medo do que vai acontecer quando a gente cair. Sentimos insegurança, uma paranoia da queda porque as outras possibilidades que se abrem exigem implodir essa casa que herdamos, que confortavelmente carregamos em grande estilo, mas passamos o tempo inteiro morrendo de medo. Então, talvez o que a gente tenha de fazer é descobrir um paraquedas. Não eliminar a queda, mas inventar e fabricar milhares de paraquedas coloridos, divertidos, inclusive prazerosos. Já que aquilo de que realmente gostamos é gozar, viver no prazer aqui na Terra. Então, que a gente pare de despistar essa nossa vocação e, em vez de ficar inventando outras parábolas, que a gente se renda a essa principal e não se deixe iludir com o aparato da técnica.

    (Ideias para adiar o fim do mundo, 2020.) 1   cornucópia: vaso em forma de chifre, com frutas e flores que dele extravasam profusamente, antigo símbolo da fertilidade, riqueza, abundância.
    No último parágrafo, o autor faz uma analogia que utiliza as imagens da “queda” e do “paraquedas”. Ao propor que fabriquemos paraquedas, Krenak sugere 
    Escolha uma alternativa para a questão 39db250a-69
  • 39D8D80C-69

    Português

    Interpretação de Textos
    Ensino Einstein · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, leia um trecho da obra Ideias para adiar o fim do mundo, uma adaptação de duas palestras e uma entrevista realizadas com o autor Ailton Krenak.

            O fim do mundo talvez seja uma breve interrupção de um estado de prazer extasiante que a gente não quer perder. Parece que todos os artifícios que foram buscados pelos nossos ancestrais e por nós têm a ver com essa sensação. Quando se transfere isso para a mercadoria, para os objetos, para as coisas exteriores, se materializa no que a técnica desenvolveu, no aparato todo que se foi sobrepondo ao corpo da mãe Terra. Todas as histórias antigas chamam a Terra de Mãe, Pacha Mama, Gaia. Uma deusa perfeita e infindável, fluxo de graça, beleza e fartura. Veja-se a imagem grega da deusa da prosperidade, que tem uma cornucópia1 que fica o tempo todo jorrando riqueza sobre o mundo… Noutras tradições, na China e na Índia, nas Américas, em todas as culturas mais antigas, a referência é de uma provedora maternal. Não tem nada a ver com a imagem masculina ou do pai. Todas as vezes que a imagem do pai rompe nessa paisagem é sempre para depredar, detonar e dominar.

            O desconforto que a ciência moderna, as tecnologias, as movimentações que resultaram naquilo que chamamos de “revoluções de massa”, tudo isso não ficou localizado numa região, mas cindiu o planeta a ponto de, no século XX, termos situações como a Guerra Fria, em que você tinha, de um lado do muro, uma parte da humanidade, e a outra, do lado de lá, na maior tensão, pronta para puxar o gatilho para cima dos outros. Não tem fim do mundo mais iminente do que quando você tem um mundo do lado de lá do muro e um do lado de cá, ambos tentando adivinhar o que o outro está fazendo. Isso é um abismo, isso é uma queda. Então a pergunta a fazer seria: “Por que tanto medo assim de uma queda se a gente não fez nada nas outras eras senão cair?”.

            Já caímos em diferentes escalas e em diferentes lugares do mundo. Mas temos muito medo do que vai acontecer quando a gente cair. Sentimos insegurança, uma paranoia da queda porque as outras possibilidades que se abrem exigem implodir essa casa que herdamos, que confortavelmente carregamos em grande estilo, mas passamos o tempo inteiro morrendo de medo. Então, talvez o que a gente tenha de fazer é descobrir um paraquedas. Não eliminar a queda, mas inventar e fabricar milhares de paraquedas coloridos, divertidos, inclusive prazerosos. Já que aquilo de que realmente gostamos é gozar, viver no prazer aqui na Terra. Então, que a gente pare de despistar essa nossa vocação e, em vez de ficar inventando outras parábolas, que a gente se renda a essa principal e não se deixe iludir com o aparato da técnica.

    (Ideias para adiar o fim do mundo, 2020.) 1   cornucópia: vaso em forma de chifre, com frutas e flores que dele extravasam profusamente, antigo símbolo da fertilidade, riqueza, abundância.
    No primeiro parágrafo do texto, o autor estabelece uma contraposição simbólica entre o feminino e o masculino para
    Escolha uma alternativa para a questão 39d8d80c-69
  • 39D66C67-69

    Português

    Interpretação de Textos
    Ensino Einstein · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, leia um trecho da obra Ideias para adiar o fim do mundo, uma adaptação de duas palestras e uma entrevista realizadas com o autor Ailton Krenak.

            O fim do mundo talvez seja uma breve interrupção de um estado de prazer extasiante que a gente não quer perder. Parece que todos os artifícios que foram buscados pelos nossos ancestrais e por nós têm a ver com essa sensação. Quando se transfere isso para a mercadoria, para os objetos, para as coisas exteriores, se materializa no que a técnica desenvolveu, no aparato todo que se foi sobrepondo ao corpo da mãe Terra. Todas as histórias antigas chamam a Terra de Mãe, Pacha Mama, Gaia. Uma deusa perfeita e infindável, fluxo de graça, beleza e fartura. Veja-se a imagem grega da deusa da prosperidade, que tem uma cornucópia1 que fica o tempo todo jorrando riqueza sobre o mundo… Noutras tradições, na China e na Índia, nas Américas, em todas as culturas mais antigas, a referência é de uma provedora maternal. Não tem nada a ver com a imagem masculina ou do pai. Todas as vezes que a imagem do pai rompe nessa paisagem é sempre para depredar, detonar e dominar.

            O desconforto que a ciência moderna, as tecnologias, as movimentações que resultaram naquilo que chamamos de “revoluções de massa”, tudo isso não ficou localizado numa região, mas cindiu o planeta a ponto de, no século XX, termos situações como a Guerra Fria, em que você tinha, de um lado do muro, uma parte da humanidade, e a outra, do lado de lá, na maior tensão, pronta para puxar o gatilho para cima dos outros. Não tem fim do mundo mais iminente do que quando você tem um mundo do lado de lá do muro e um do lado de cá, ambos tentando adivinhar o que o outro está fazendo. Isso é um abismo, isso é uma queda. Então a pergunta a fazer seria: “Por que tanto medo assim de uma queda se a gente não fez nada nas outras eras senão cair?”.

            Já caímos em diferentes escalas e em diferentes lugares do mundo. Mas temos muito medo do que vai acontecer quando a gente cair. Sentimos insegurança, uma paranoia da queda porque as outras possibilidades que se abrem exigem implodir essa casa que herdamos, que confortavelmente carregamos em grande estilo, mas passamos o tempo inteiro morrendo de medo. Então, talvez o que a gente tenha de fazer é descobrir um paraquedas. Não eliminar a queda, mas inventar e fabricar milhares de paraquedas coloridos, divertidos, inclusive prazerosos. Já que aquilo de que realmente gostamos é gozar, viver no prazer aqui na Terra. Então, que a gente pare de despistar essa nossa vocação e, em vez de ficar inventando outras parábolas, que a gente se renda a essa principal e não se deixe iludir com o aparato da técnica.

    (Ideias para adiar o fim do mundo, 2020.) 1   cornucópia: vaso em forma de chifre, com frutas e flores que dele extravasam profusamente, antigo símbolo da fertilidade, riqueza, abundância.
    Segundo as ideias do autor, o “fim do mundo” é representado
    Escolha uma alternativa para a questão 39d66c67-69
  • 39D3A526-69

    Português

    Interpretação de Textos
    Ensino Einstein · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, leia a tirinha de Fernando Gonsales, publicada pelo perfil @niquel.nausea no Instagram, em 23.05.2025.

    Imagem da questão de Português, Ensino Einstein 2025, Interpretação de Textos
    A tirinha faz uma crítica, sobretudo,
    Escolha uma alternativa para a questão 39d3a526-69
  • 39CF21AA-69

    Português

    Figuras de Linguagem
    Ensino Einstein · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, leia a tirinha de Fernando Gonsales, publicada pelo perfil @niquel.nausea no Instagram, em 23.05.2025.

    Imagem da questão de Português, Ensino Einstein 2025, Figuras de Linguagem
    No comentário “Até as árvores ficam ansiosas com tanta propaganda”, foram empregadas duas figuras de linguagem, fundamentais para a construção do efeito de humor da tirinha. São elas:
    Escolha uma alternativa para a questão 39cf21aa-69
  • 14907B8C-69

    Matemática

    Aritmética e Problemas
    Ensino Einstein · 2025Entre para guardar nos favoritos

    Considere que, ao soltar uma bola de borracha verticalmente de uma altura de 40 m, ela sempre recupera 50% de sua altura após bater no solo.


    Imagem da questão de Matemática, Ensino Einstein 2025, Aritmética e Problemas


    Ao bater no solo pela 4a vez, essa bola terá percorrido, desde seu lançamento,

    Escolha uma alternativa para a questão 14907b8c-69
  • 148DD751-69

    Matemática

    Funções
    Ensino Einstein · 2025Entre para guardar nos favoritos

    Em um carrossel de cavalinhos de um parque de diversões, a altura de um determinado cavalinho que sobe e desce durante o funcionamento do brinquedo foi modelada pela função: 


    Imagem da questão de Matemática, Ensino Einstein 2025, Funções


    Nessa função, A(t) representa a altura dos cavalinhos, em centímetros, em relação ao solo, e t representa o tempo desde o início do funcionamento de uma sessão do carrossel, em segundos.


    Se o tempo de funcionamento de uma sessão do carrossel é de 1 minuto, o número de vezes em que a cavalinho atinge a altura máxima em relação ao solo durante uma sessão é

    Escolha uma alternativa para a questão 148dd751-69
  • 1485E2D5-69

    Matemática

    Geometria Plana
    Ensino Einstein · 2025Entre para guardar nos favoritos

    Sejam ABCD um quadrado e ABE um triângulo equilátero, como mostra a figura. Sabe-se que o perímetro do pentágono AEBCD mede 50 cm.


    Imagem da questão de Matemática, Ensino Einstein 2025, Geometria Plana


    Nessas condições, a área do pentágono AEBCD é igual a


    Escolha uma alternativa para a questão 1485e2d5-69
  • 14833B25-69

    Matemática

    Análise Combinatória em Matemática
    Ensino Einstein · 2025Entre para guardar nos favoritos

    João e Paulo fazem uso de um tabuleiro de xadrez, que consiste num quadrado formado por 64 quadrados menores, sendo 32 brancos e 32 pretos, para criar desafios matemáticos. João lança o seguinte desafio a Paulo: calcular o número de maneiras distintas de se organizar 32 peças distintas, nesse tabuleiro de xadrez, de forma que todas fiquem em quadrados de mesma cor.


    Imagem da questão de Matemática, Ensino Einstein 2025, Análise Combinatória em Matemática


    A expressão que calcula a resposta ao desafio de João é

    Escolha uma alternativa para a questão 14833b25-69
  • 14809C65-69

    Matemática

    Aritmética e Problemas
    Ensino Einstein · 2025Entre para guardar nos favoritos

    Um recipiente, na forma de um paralelepípedo retorretângulo de medidas 50 cm, 40 cm e 30 cm, tem 80% de sua capacidade ocupada com água, como mostra a figura. Nesse recipiente, deve-se diluir um produto cujo rótulo mostra a seguinte instrução: 20 g para cada 10 L de água.


    Imagem da questão de Matemática, Ensino Einstein 2025, Aritmética e Problemas


    Nessas condições, para seguir corretamente as instruções do rótulo, a quantidade do produto utilizada será de

    Escolha uma alternativa para a questão 14809c65-69
  • 147B912B-69

    Matemática

    Aritmética e Problemas
    Ensino Einstein · 2025Entre para guardar nos favoritos
    O diretor de um hospital fez um levantamento do perfil dos seus 120 colaboradores e obteve os seguintes dados:

    • 85% têm 30 anos ou mais;

    • 15 são homens com menos de 30 anos.

    Nessas condições, a probabilidade de se selecionar aleatoriamente, desse grupo de 120 colaboradores, uma mulher com menos de 30 anos é igual a:
    Escolha uma alternativa para a questão 147b912b-69
  • 1478F851-69

    Matemática

    Aritmética e Problemas
    Ensino Einstein · 2025Entre para guardar nos favoritos
    Um estabelecimento vende produtos a granel, sendo R$ 5,00 o quilo do arroz e R$ 6,00 o quilo do feijão. Um cliente comprou 1,2 kg de arroz e gastou R$ 27,00 com a compra desses dois produtos. A quantidade de feijão que esse cliente comprou é igual a
    Escolha uma alternativa para a questão 1478f851-69
  • 14766AAE-69

    Física

    Eletricidade
    Ensino Einstein · 2025Entre para guardar nos favoritos
    Leia o excerto para responder à questão.

    O Blue Ghost Mission 1 (BGM1) foi o primeiro módulo espacial privado na história a conseguir pousar na superfície da Lua com êxito total, em 2 de março de 2025.

    (https://fireflyspace.com. Adaptado.)
    O BGM1 possui três painéis solares que geram, no total, 400 W de potência por 1500 h, durante sua vida útil. Desprezando todas as perdas ocasionadas pelo efeito Joule, a energia elétrica total gerada pelos painéis solares, se armazenada em capacitores, seria suficiente para manter uma lâmpada que dissipa 12 W acesa por
    Escolha uma alternativa para a questão 14766aae-69
  • 1473F913-69

    Física

    Ondas e Propriedades Ondulatórias
    Ensino Einstein · 2025Entre para guardar nos favoritos
    Leia o excerto para responder à questão.

    O Blue Ghost Mission 1 (BGM1) foi o primeiro módulo espacial privado na história a conseguir pousar na superfície da Lua com êxito total, em 2 de março de 2025.

    (https://fireflyspace.com. Adaptado.)

    O BGM1 possui 3 antenas de banda S, emissoras de sinais de rádio que demoram apenas 1,3 segundo para chegar à Terra, a partir de seu envio em solo lunar.


    Imagem da questão de Física, Ensino Einstein 2025, Ondas e Propriedades Ondulatórias


    (www.collectspace.com)


    Os sinais de rádio emitidos por essas antenas são ondas

    Escolha uma alternativa para a questão 1473f913-69
  • 14716EB3-69

    Física

    Física Térmica - Termologia
    Ensino Einstein · 2025Entre para guardar nos favoritos
    Leia o excerto para responder à questão.

    O Blue Ghost Mission 1 (BGM1) foi o primeiro módulo espacial privado na história a conseguir pousar na superfície da Lua com êxito total, em 2 de março de 2025.

    (https://fireflyspace.com. Adaptado.)

    O motor principal do BGM1, responsável pelo procedimento de pouso, opera a uma temperatura de 2462 ºF. As correspondências de temperaturas para as escalas Celsius e Fahrenheit são apresentadas na tabela:


    Imagem da questão de Física, Ensino Einstein 2025, Física Térmica - Termologia


    Considerando as correspondências entres as escalas Celsius e Fahrenheit, o motor do BGM1 opera, em graus Celsius, a uma temperatura de

    Escolha uma alternativa para a questão 14716eb3-69
  • 146ED255-69

    Física

    Dinâmica
    Ensino Einstein · 2025Entre para guardar nos favoritos
    Leia o excerto para responder à questão.

    O Blue Ghost Mission 1 (BGM1) foi o primeiro módulo espacial privado na história a conseguir pousar na superfície da Lua com êxito total, em 2 de março de 2025.

    (https://fireflyspace.com. Adaptado.)
    Considerando que a massa do BGM1 seja de 470 kg, a energia cinética desse módulo espacial ao se mover, durante certo momento do voo, com velocidade constante de 1 m/s é de
    Escolha uma alternativa para a questão 146ed255-69