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Instituição

Questões: Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação — com gabarito

464 questões de Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação, de 2013 a 2019. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 464 questões
  • 6 provas

Resultados: 464 questões

Página 13 de 24

  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Leia a notícia abaixo:


    Moradores de Tianjin se queixam de
    ardência na pele após primeiras chuvas


    Chineses temem que precipitações espalhem restos químicos; autoridades pediram que população se afaste da área


    PEQUIM - Alguns moradores de áreas próximas ao terminal de contêineres que armazenava produtos químicos, onde ocorreram duas explosões na semana passada, se queixaram nesta quarta-feira, 19, de ardência na pele após as primeiras chuvas registradas na região do porto de Tianjin, na China.
    [...] Até o momento, as autoridades ambientais de Tianjin garantiram que os níveis de contaminação no ar e na água se mantêm em patamares “seguros”.
    No entanto, o medo em relação à nocividade dos produtos químicos continua. O cianureto pode reagir ao contato com água e produzir cianureto de hidrogênio (acido cianídrico), extremamente prejudicial à saúde humana.
    (http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,moradores-de-tianjin-sequeixam-de-ardencia-na-pele-apos-primeiras-chuvas,1746899


    De acordo com as informações expostas e com seus conhecimentos prévios, o temor da população de áreas próximas ao Porto de Tianjin:
    Escolha uma alternativa para a questão 516e68af-df
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Leia o texto abaixo sobre a Dengue:


    ATENÇÃO:


    Devido às altas temperaturas dessa época do ano, o ciclo do mosquito – que em temperaturas amenas demora 30 dias – pode ser reduzido para 12 dias. Isso significa um aumento direto na população do vetor.

    A dengue é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti infectado. A picada do pernilongo acontece pelas fêmeas, que precisam de sangue para produzir ovos. O mosquito deposita os ovos em locais de água limpa parada, principalmente em zonas urbanas. Os sintomas mais comuns da doença são febre alta com dor de cabeça, dor atrás dos olhos, no corpo e nas juntas.

    Atualmente, um dos métodos de prevenção é o controle da proliferação do transmissor através de cuidados básicos para evitar potenciais criadouros do mosquito.

    (http://vestibular.uol.com.br/resumo-das-disciplinas/ atualidades/brasil-tem-novo-surto-de-dengue-sp-concentra-a-maioria-dos-casos- -brasil-tem-novo-surto-de-dengue-sp-concentra-a-maioria-dos-casos.htm)


    Além das altas temperaturas, podemos afirmar que, no Estado de São Paulo e principalmente na capital, o surto de dengue foi agravado devido:
    Escolha uma alternativa para a questão 5172442f-df
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    O fígado é um órgão ligado a inúmeras funções do organismo, entre as quais, destaca-se a síntese de albumina – substância de grande importância para a manutenção de água na circulação, a chamada “propriedade osmótica ou oncótica.


    Diante da diminuição da produção de albumina, a água “escapa” das veias e extravasa para os tecidos abaixo da pele, ocasionando inchaço, edemas nas pernas e “barriga d’água” (ascite).


    O processo supracitado ocorre, pois esta proteína:
    Escolha uma alternativa para a questão 5175ff22-df
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Leia o excerto abaixo:


    Estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Leeds, no Reino Unido, e publicado na revista Nature apontou que o desmatamento em grande escala na Amazônia pode levar à diminuição das chuvas no Brasil. O bioma seria o mais afetado pelo desmate da floresta tropical, correndo o risco de apresentar, até 2050, uma queda de 21% na quantidade de precipitações durante o período de seca e de 12% durante a estação úmida. Mas o regime de chuvas em outras regiões do país também pode apresentar mudanças por conta do desmatamento na Floresta Amazônica: nas áreas próximas à bacia do rio Prata, por exemplo, que está localizada no sul do Brasil, as chuvas tendem a diminuir, pelo menos, 4% nos próximos 30 anos por conta do desmate.

    (http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/ desmatamento-na-amazonia-afeta-regime-de-chuvas Acesso:18/08/2015)


    A diminuição das chuvas, em todo o Brasil, tem como uma de suas causas fundamentais o desmatamento da Floresta Amazônica, devido ao fato de:
    Escolha uma alternativa para a questão 51790d8a-df
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Os testes de gravidez comercializados em farmácias consistem em detectar, na urina da mulher, a presença ou não do hormônio secretado pela ocorrência de nidação – implantação do embrião no útero. Além da secreção deste, ocorrem alterações nas concentrações de dois outros hormônios ovarianos, durante a gravidez.


    Assinale, a seguir, a alternativa que contenha o nome do hormônio detectado no teste farmacêutico e o gráfico que melhor representa as concentrações de hormônios ovarianos durante uma gestação.


    Imagem da questão de Biologia, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Identidade dos seres vivos
    Escolha uma alternativa para a questão 517cbfeb-df
  • Ciências da Natureza

    Física

    Leia a notícia abaixo, para a questão:


        Quem dirige em São Paulo precisa agora diminuir a velocidade nas marginais Tietê e Pinheiros, as duas principais vias que cortam a cidade. Os limites foram reduzidos nesta segunda-feira, 20 de julho, e está dando o que falar.
         “À medida que você se deparar com alguma coisa inesperada, você pode ter tempo para poder reagir. E aí você pode se movimentar. E manter, dessa forma, a segurança e as pessoas evitarem acidentes e mortes”, diz Tadeu Leite Duarte, diretor planejamento de Trânsito/CET.
         Os motoristas, nesta segunda em que começaram a pisar no freio, aceleraram no debate sobre a mudança.
    (Adaptado de http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/07/reducao-de-velocidade-nas-marginais-de-sao-paulo-gera-polemica.html)


    A mudança de limites de velocidade nas Marginais paulistanas tem causado grande polêmica. Os novos limites estão colocados na tabela abaixo:


    Imagem da questão de Física, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Dinâmica
    Um dos argumentos utilizados pela Prefeitura de São Paulo para justificar essa redução é que trafegar a velocidades menores possibilita que os veículos fiquem a uma distância menor daquele que está a sua frente, ocasionando maior fluidez no tráfego. A distância de segurança, conhecida como “regra dos 2 segundos”, sugere que a distância entre dois veículos seja equivalente àquela que seria percorrida durante esse tempo. Calcule, em metros, a variação aproximada dessa distância para veículos leves que trafegam em velocidade máxima pela pista expressa com a mudança dos limites:
    Escolha uma alternativa para a questão 51804226-df
  • Ciências da Natureza

    Física

    Leia a notícia abaixo, para a questão:


        Quem dirige em São Paulo precisa agora diminuir a velocidade nas marginais Tietê e Pinheiros, as duas principais vias que cortam a cidade. Os limites foram reduzidos nesta segunda-feira, 20 de julho, e está dando o que falar.
         “À medida que você se deparar com alguma coisa inesperada, você pode ter tempo para poder reagir. E aí você pode se movimentar. E manter, dessa forma, a segurança e as pessoas evitarem acidentes e mortes”, diz Tadeu Leite Duarte, diretor planejamento de Trânsito/CET.
         Os motoristas, nesta segunda em que começaram a pisar no freio, aceleraram no debate sobre a mudança.
    (Adaptado de http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/07/reducao-de-velocidade-nas-marginais-de-sao-paulo-gera-polemica.html)


    A mudança de limites de velocidade nas Marginais paulistanas tem causado grande polêmica. Os novos limites estão colocados na tabela abaixo:


    Imagem da questão de Física, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Cinemática
    Reduzir os limites de velocidade significa também percorrer uma distância menor até a parada total do veículo. Obtenha, em metros, aproximadamente, a nova distância percorrida por um veículo pesado que trafega em velocidade máxima pela pista local até a parada completa, após uma frenagem. Dado: módulo da aceleração = 5 m/s2:
    Escolha uma alternativa para a questão 51836a6c-df
  • Ciências da Natureza

    Física

    Leia a notícia abaixo, para a questão:


        Quem dirige em São Paulo precisa agora diminuir a velocidade nas marginais Tietê e Pinheiros, as duas principais vias que cortam a cidade. Os limites foram reduzidos nesta segunda-feira, 20 de julho, e está dando o que falar.
         “À medida que você se deparar com alguma coisa inesperada, você pode ter tempo para poder reagir. E aí você pode se movimentar. E manter, dessa forma, a segurança e as pessoas evitarem acidentes e mortes”, diz Tadeu Leite Duarte, diretor planejamento de Trânsito/CET.
         Os motoristas, nesta segunda em que começaram a pisar no freio, aceleraram no debate sobre a mudança.
    (Adaptado de http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/07/reducao-de-velocidade-nas-marginais-de-sao-paulo-gera-polemica.html)


    A mudança de limites de velocidade nas Marginais paulistanas tem causado grande polêmica. Os novos limites estão colocados na tabela abaixo:


    Imagem da questão de Física, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Cinemática
    Uma pessoa, que utiliza essas vias todos os dias para ir trabalhar, deseja calcular quanto tempo ela precisa sair mais cedo de casa. No seu trajeto, ela acessa a Marginal Tietê e percorre 3 km na pista local, 2 km na central e 10 km na expressa. Chega na Marginal Pinheiros e anda mais 5km na expressa e 2 km na local. Quanto tempo mais cedo, em minutos, essa pessoa vai precisar sair de casa, aproximadamente:
    Escolha uma alternativa para a questão 5186e1da-df
  • Ciências da Natureza

    Física

    Leia a notícia abaixo, para a questão:


        Quem dirige em São Paulo precisa agora diminuir a velocidade nas marginais Tietê e Pinheiros, as duas principais vias que cortam a cidade. Os limites foram reduzidos nesta segunda-feira, 20 de julho, e está dando o que falar.
         “À medida que você se deparar com alguma coisa inesperada, você pode ter tempo para poder reagir. E aí você pode se movimentar. E manter, dessa forma, a segurança e as pessoas evitarem acidentes e mortes”, diz Tadeu Leite Duarte, diretor planejamento de Trânsito/CET.
         Os motoristas, nesta segunda em que começaram a pisar no freio, aceleraram no debate sobre a mudança.
    (Adaptado de http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/07/reducao-de-velocidade-nas-marginais-de-sao-paulo-gera-polemica.html)


    A mudança de limites de velocidade nas Marginais paulistanas tem causado grande polêmica. Os novos limites estão colocados na tabela abaixo:


    Imagem da questão de Física, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Dinâmica
    A redução da velocidade também diminui a intensidade do impacto entre os corpos, em caso de acidentes. Suponha que um veículo de 800kg trafegando com velocidade máxima pela pista central da Marginal Tietê colida contra um obstáculo fixo e pare completamente em 0,5 s. Determine, aproximadamente, a intensidade da força, em kN, aplicada pelo obstáculo sobre o carro:
    Escolha uma alternativa para a questão 5189d727-df
  • Ciências da Natureza

    Física

    Leia a notícia abaixo, para a questão:


        Quem dirige em São Paulo precisa agora diminuir a velocidade nas marginais Tietê e Pinheiros, as duas principais vias que cortam a cidade. Os limites foram reduzidos nesta segunda-feira, 20 de julho, e está dando o que falar.
         “À medida que você se deparar com alguma coisa inesperada, você pode ter tempo para poder reagir. E aí você pode se movimentar. E manter, dessa forma, a segurança e as pessoas evitarem acidentes e mortes”, diz Tadeu Leite Duarte, diretor planejamento de Trânsito/CET.
         Os motoristas, nesta segunda em que começaram a pisar no freio, aceleraram no debate sobre a mudança.
    (Adaptado de http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/07/reducao-de-velocidade-nas-marginais-de-sao-paulo-gera-polemica.html)


    A mudança de limites de velocidade nas Marginais paulistanas tem causado grande polêmica. Os novos limites estão colocados na tabela abaixo:


    Imagem da questão de Física, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Cinemática
    O valor da velocidade máxima para veículos pesados, como caminhões e ônibus, é menor do que para veículos leves na pista expressa. Esse fato também é observado em várias rodovias. Qual o motivo da velocidade máxima permitida para veículos pesados ser menor do que a de veículos leves:
    Escolha uma alternativa para a questão 518cea52-df
  • Linguagens

    Português

    Cientistas descobrem o que passa pela cabeça dos animais

    (Alexandre Versignassi e Eduardo Szklarz)


        [...] Para começar a entender como funciona a inteligência em mentes que não são de Homo sapiens, temos que compreender como elas percebem o mundo. Para os humanos, uma rosa é uma flor romântica. Para um besouro, ela é um território de caça. Um leopardo mal percebe que as rosas existem. Um cachorro não vai ligar pra ela, a menos que ela contenha xixi de outro cachorro ou tenha sido tocada pelo dono. Aí sim, ele vai dar à rosa um montão de significados.

        “Enquanto somos seres visuais, os cães sentem a realidade com o focinho”, diz a psicóloga americana Alexandra Horowitz, especialista em comportamento animal. Ao cheirar um cafezinho, por exemplo, algumas pessoas conseguem saber se ele foi adoçado com uma colherinha de açúcar. Já um beagle consegue farejar uma colher de açúcar diluída numa quantidade de café equivalente a duas piscinas olímpicas.

        Assim, o universo dos cachorros é um extrato de cheiros diferentes. Talvez por isso eles não liguem para a própria imagem no espelho. Mesmo que não concluam que a imagem é a deles, não sentem nenhum cheiro diferente, então não interpretam como sendo outro cachorro. Esse supernariz também lhes confere a habilidade de um detetive. Graças aos odores que você exala e às células epiteliais que deixa pelo caminho, seu cão sabe quase tudo sobre você: por onde andou, que objetos tocou, o que comeu, se beijou alguém ou se correu um pouco. Exceto a comida, claro, ele não se interessa pelos outros dados. O olfato do cão é capaz até de rastrear doenças em humanos, como mostra um recente estudo da Universidade Kyushi, no Japão. O labrador Marine, de 8 anos, detectou câncer de intestino ao cheirar o hálito e as fezes de pacientes. Tumores de pele, pulmão e bexiga também já foram farejados por cães em estudos anteriores. Mas nem vem, cachorrada: nossa capacidade de ler placas lá longe na estrada deixaria vocês morrendo de inveja.

        [...] Golfinhos aprendem linguagens artificiais, como demonstrou o psicólogo Louis Herman, da Universidade do Havaí, EUA. Numa delas, palavras representadas por sons de computador formavam 2 mil frases. Quando os golfinhos ouviam “ESQUERDO BOLA BATER”, por exemplo, entendiam que era para bater na bola do lado esquerdo. E também compreendiam a ordem das palavras. Sabiam que o pedido “PRANCHA PESSOA ÁGUA” era para que levassem uma prancha a uma pessoa que estava na água. Já “PESSOA PRANCHA ÁGUA” era para levar a pessoa à prancha na água. Não existe diferença entre fazer isso e aprender um idioma. Ponto para os golfos.

        Mas talvez nem eles sejam páreo para Chaser, uma border collie. A cadela aprendeu o nome de mais de mil objetos - a maioria brinquedos, mas tudo bem. Seu dono, um psicólogo, já nem conta mais quantas palavras ela sabe. Agora ele prefere lhe ensinar rudimentos de gramática. Então estamos de acordo: certos animais, quando treinados, conseguem compreender parte da linguagem humana. [...] a ideia de que eles praticamente não se comunicam entre si morreu faz tempo. Até as abelhas fazem isso: elas dançam para informar a distância e a direção das fontes de alimentos.

        Golfinhos têm uma linguagem interna. Eles se comunicam por assobios e sinais corporais como saltos, tapas da cauda na água e fricção da mandíbula. Cada animal tem uma modulação única, o que lhe confere uma voz individual.

        Kathleen Dudzinski, diretora do Dolphin Communication Project, escuta esses animais há quase 20 anos com aparelhos que registram a frequência e as nuances de sua linguagem. Mas admite que ainda falta muito para decifrá-la, sobretudo porque golfinhos nadam rápido e é difícil captar uma conversa entre vários animais debaixo d’água. Além disso, cada sinal varia conforme o contexto. Com os humanos é igual: dependendo da situação, uma pessoa que levanta a mão aberta quer dizer “tchau”, “pare” ou “custa R$ 5”. [...]

        Golfinhos têm um lado sádico: se aproximam sorrateiramente de gaivotas que descansam na água, dão um caldo nelas e as liberam depois de mantê-las alguns segundos debaixo d’água, sofrendo.

        Mas o macaco rhesus, um primata asiático com jeito de babuíno, está aí para redimir seus colegas aquáticos. Num estudo da Universidade Northwestern, EUA, os macacos precisavam apertar um botão para ganhar comida. Mas sempre que eles faziam isso outros rhesus levavam um choque (de leve, mas um choque). Alguns macacos não se importaram. Mas com outros foi diferente. O psicólogo americano Frans De Wall conta melhor: “Um macaco parou de apertar o botão por 12 dias depois de ver outro levar choque. Ele estava morrendo de fome para não causar sofrimento aos outros”. Pois é. Não precisa ser gente para pensar, se emocionar ou aproveitar a vida. Nem para ser gente fina.

        [...]


    (Adaptado de http://super.abril.com.br/ciencia/cientistas-descobrem-o-que-passapela-cabeca-dos-animais?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=f acebook&utm_campaign=redesabril_super)

    O terceiro parágrafo do texto apresentado, ao comparar o universo de leitura de mundo dos cães ao dos seres humanos, estabelece também uma relação de equivalência entre:
    Escolha uma alternativa para a questão 963cd9d0-e6
  • Linguagens

    Português

    Cientistas descobrem o que passa pela cabeça dos animais

    (Alexandre Versignassi e Eduardo Szklarz)


        [...] Para começar a entender como funciona a inteligência em mentes que não são de Homo sapiens, temos que compreender como elas percebem o mundo. Para os humanos, uma rosa é uma flor romântica. Para um besouro, ela é um território de caça. Um leopardo mal percebe que as rosas existem. Um cachorro não vai ligar pra ela, a menos que ela contenha xixi de outro cachorro ou tenha sido tocada pelo dono. Aí sim, ele vai dar à rosa um montão de significados.

        “Enquanto somos seres visuais, os cães sentem a realidade com o focinho”, diz a psicóloga americana Alexandra Horowitz, especialista em comportamento animal. Ao cheirar um cafezinho, por exemplo, algumas pessoas conseguem saber se ele foi adoçado com uma colherinha de açúcar. Já um beagle consegue farejar uma colher de açúcar diluída numa quantidade de café equivalente a duas piscinas olímpicas.

        Assim, o universo dos cachorros é um extrato de cheiros diferentes. Talvez por isso eles não liguem para a própria imagem no espelho. Mesmo que não concluam que a imagem é a deles, não sentem nenhum cheiro diferente, então não interpretam como sendo outro cachorro. Esse supernariz também lhes confere a habilidade de um detetive. Graças aos odores que você exala e às células epiteliais que deixa pelo caminho, seu cão sabe quase tudo sobre você: por onde andou, que objetos tocou, o que comeu, se beijou alguém ou se correu um pouco. Exceto a comida, claro, ele não se interessa pelos outros dados. O olfato do cão é capaz até de rastrear doenças em humanos, como mostra um recente estudo da Universidade Kyushi, no Japão. O labrador Marine, de 8 anos, detectou câncer de intestino ao cheirar o hálito e as fezes de pacientes. Tumores de pele, pulmão e bexiga também já foram farejados por cães em estudos anteriores. Mas nem vem, cachorrada: nossa capacidade de ler placas lá longe na estrada deixaria vocês morrendo de inveja.

        [...] Golfinhos aprendem linguagens artificiais, como demonstrou o psicólogo Louis Herman, da Universidade do Havaí, EUA. Numa delas, palavras representadas por sons de computador formavam 2 mil frases. Quando os golfinhos ouviam “ESQUERDO BOLA BATER”, por exemplo, entendiam que era para bater na bola do lado esquerdo. E também compreendiam a ordem das palavras. Sabiam que o pedido “PRANCHA PESSOA ÁGUA” era para que levassem uma prancha a uma pessoa que estava na água. Já “PESSOA PRANCHA ÁGUA” era para levar a pessoa à prancha na água. Não existe diferença entre fazer isso e aprender um idioma. Ponto para os golfos.

        Mas talvez nem eles sejam páreo para Chaser, uma border collie. A cadela aprendeu o nome de mais de mil objetos - a maioria brinquedos, mas tudo bem. Seu dono, um psicólogo, já nem conta mais quantas palavras ela sabe. Agora ele prefere lhe ensinar rudimentos de gramática. Então estamos de acordo: certos animais, quando treinados, conseguem compreender parte da linguagem humana. [...] a ideia de que eles praticamente não se comunicam entre si morreu faz tempo. Até as abelhas fazem isso: elas dançam para informar a distância e a direção das fontes de alimentos.

        Golfinhos têm uma linguagem interna. Eles se comunicam por assobios e sinais corporais como saltos, tapas da cauda na água e fricção da mandíbula. Cada animal tem uma modulação única, o que lhe confere uma voz individual.

        Kathleen Dudzinski, diretora do Dolphin Communication Project, escuta esses animais há quase 20 anos com aparelhos que registram a frequência e as nuances de sua linguagem. Mas admite que ainda falta muito para decifrá-la, sobretudo porque golfinhos nadam rápido e é difícil captar uma conversa entre vários animais debaixo d’água. Além disso, cada sinal varia conforme o contexto. Com os humanos é igual: dependendo da situação, uma pessoa que levanta a mão aberta quer dizer “tchau”, “pare” ou “custa R$ 5”. [...]

        Golfinhos têm um lado sádico: se aproximam sorrateiramente de gaivotas que descansam na água, dão um caldo nelas e as liberam depois de mantê-las alguns segundos debaixo d’água, sofrendo.

        Mas o macaco rhesus, um primata asiático com jeito de babuíno, está aí para redimir seus colegas aquáticos. Num estudo da Universidade Northwestern, EUA, os macacos precisavam apertar um botão para ganhar comida. Mas sempre que eles faziam isso outros rhesus levavam um choque (de leve, mas um choque). Alguns macacos não se importaram. Mas com outros foi diferente. O psicólogo americano Frans De Wall conta melhor: “Um macaco parou de apertar o botão por 12 dias depois de ver outro levar choque. Ele estava morrendo de fome para não causar sofrimento aos outros”. Pois é. Não precisa ser gente para pensar, se emocionar ou aproveitar a vida. Nem para ser gente fina.

        [...]


    (Adaptado de http://super.abril.com.br/ciencia/cientistas-descobrem-o-que-passapela-cabeca-dos-animais?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=f acebook&utm_campaign=redesabril_super)

    Leia os trechos:

        Além disso, cada sinal varia conforme o contexto. Com os humanos é igual: dependendo da situação, uma pessoa que levanta a mão aberta quer dizer “tchau”, “pare” ou “custa R$ 5”.

        “Segundo Saussure, o significante é a tradução fônica do conceito; o significado é a contrapartida mental do significante” (1953, Émile Benveniste apud Perrot)


    A partir da leitura conjunta dos dois trechos, é correto:
    Escolha uma alternativa para a questão 9644ac86-e6
  • Linguagens

    Português

    Cientistas descobrem o que passa pela cabeça dos animais

    (Alexandre Versignassi e Eduardo Szklarz)


        [...] Para começar a entender como funciona a inteligência em mentes que não são de Homo sapiens, temos que compreender como elas percebem o mundo. Para os humanos, uma rosa é uma flor romântica. Para um besouro, ela é um território de caça. Um leopardo mal percebe que as rosas existem. Um cachorro não vai ligar pra ela, a menos que ela contenha xixi de outro cachorro ou tenha sido tocada pelo dono. Aí sim, ele vai dar à rosa um montão de significados.

        “Enquanto somos seres visuais, os cães sentem a realidade com o focinho”, diz a psicóloga americana Alexandra Horowitz, especialista em comportamento animal. Ao cheirar um cafezinho, por exemplo, algumas pessoas conseguem saber se ele foi adoçado com uma colherinha de açúcar. Já um beagle consegue farejar uma colher de açúcar diluída numa quantidade de café equivalente a duas piscinas olímpicas.

        Assim, o universo dos cachorros é um extrato de cheiros diferentes. Talvez por isso eles não liguem para a própria imagem no espelho. Mesmo que não concluam que a imagem é a deles, não sentem nenhum cheiro diferente, então não interpretam como sendo outro cachorro. Esse supernariz também lhes confere a habilidade de um detetive. Graças aos odores que você exala e às células epiteliais que deixa pelo caminho, seu cão sabe quase tudo sobre você: por onde andou, que objetos tocou, o que comeu, se beijou alguém ou se correu um pouco. Exceto a comida, claro, ele não se interessa pelos outros dados. O olfato do cão é capaz até de rastrear doenças em humanos, como mostra um recente estudo da Universidade Kyushi, no Japão. O labrador Marine, de 8 anos, detectou câncer de intestino ao cheirar o hálito e as fezes de pacientes. Tumores de pele, pulmão e bexiga também já foram farejados por cães em estudos anteriores. Mas nem vem, cachorrada: nossa capacidade de ler placas lá longe na estrada deixaria vocês morrendo de inveja.

        [...] Golfinhos aprendem linguagens artificiais, como demonstrou o psicólogo Louis Herman, da Universidade do Havaí, EUA. Numa delas, palavras representadas por sons de computador formavam 2 mil frases. Quando os golfinhos ouviam “ESQUERDO BOLA BATER”, por exemplo, entendiam que era para bater na bola do lado esquerdo. E também compreendiam a ordem das palavras. Sabiam que o pedido “PRANCHA PESSOA ÁGUA” era para que levassem uma prancha a uma pessoa que estava na água. Já “PESSOA PRANCHA ÁGUA” era para levar a pessoa à prancha na água. Não existe diferença entre fazer isso e aprender um idioma. Ponto para os golfos.

        Mas talvez nem eles sejam páreo para Chaser, uma border collie. A cadela aprendeu o nome de mais de mil objetos - a maioria brinquedos, mas tudo bem. Seu dono, um psicólogo, já nem conta mais quantas palavras ela sabe. Agora ele prefere lhe ensinar rudimentos de gramática. Então estamos de acordo: certos animais, quando treinados, conseguem compreender parte da linguagem humana. [...] a ideia de que eles praticamente não se comunicam entre si morreu faz tempo. Até as abelhas fazem isso: elas dançam para informar a distância e a direção das fontes de alimentos.

        Golfinhos têm uma linguagem interna. Eles se comunicam por assobios e sinais corporais como saltos, tapas da cauda na água e fricção da mandíbula. Cada animal tem uma modulação única, o que lhe confere uma voz individual.

        Kathleen Dudzinski, diretora do Dolphin Communication Project, escuta esses animais há quase 20 anos com aparelhos que registram a frequência e as nuances de sua linguagem. Mas admite que ainda falta muito para decifrá-la, sobretudo porque golfinhos nadam rápido e é difícil captar uma conversa entre vários animais debaixo d’água. Além disso, cada sinal varia conforme o contexto. Com os humanos é igual: dependendo da situação, uma pessoa que levanta a mão aberta quer dizer “tchau”, “pare” ou “custa R$ 5”. [...]

        Golfinhos têm um lado sádico: se aproximam sorrateiramente de gaivotas que descansam na água, dão um caldo nelas e as liberam depois de mantê-las alguns segundos debaixo d’água, sofrendo.

        Mas o macaco rhesus, um primata asiático com jeito de babuíno, está aí para redimir seus colegas aquáticos. Num estudo da Universidade Northwestern, EUA, os macacos precisavam apertar um botão para ganhar comida. Mas sempre que eles faziam isso outros rhesus levavam um choque (de leve, mas um choque). Alguns macacos não se importaram. Mas com outros foi diferente. O psicólogo americano Frans De Wall conta melhor: “Um macaco parou de apertar o botão por 12 dias depois de ver outro levar choque. Ele estava morrendo de fome para não causar sofrimento aos outros”. Pois é. Não precisa ser gente para pensar, se emocionar ou aproveitar a vida. Nem para ser gente fina.

        [...]


    (Adaptado de http://super.abril.com.br/ciencia/cientistas-descobrem-o-que-passapela-cabeca-dos-animais?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=f acebook&utm_campaign=redesabril_super)

    Releia o trecho abaixo:


    O psicólogo americano Frans De Wall conta melhor: “Um macaco parou de apertar o botão por 12 dias depois de ver outro levar choque. Ele estava morrendo de fome para não causar sofrimento aos outros”. Pois é. Não precisa ser gente para pensar, se emocionar ou aproveitar a vida. Nem para ser gente fina.


    Para tomar a decisão de passar fome, foi preciso que o macaco:

    Escolha uma alternativa para a questão 9652bcdf-e6
  • Linguagens

    Português

    Leia atentamente a charge abaixo, para a questão:


    Imagem da questão de Português, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2016, Interpretação de Textos


    O humor da charge ocorre porque ela:
    Escolha uma alternativa para a questão 96596bb2-e6
  • Linguagens

    Português

    Leia atentamente a charge abaixo, para a questão:


    Imagem da questão de Português, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2016, Interpretação de Textos


    “Enfim, aprovaram o fim das touradas!”


    No contexto da charge, o termo “enfim” expressa:

    Escolha uma alternativa para a questão 965f1a70-e6
  • Linguagens

    Português

    Leia o excerto:


        Sentiu o cheiro bom dos preás que desciam do morro, mas o cheiro vinha, fraco e havia nele partículas de outros viventes. Parecia que o morro se tinha distanciado muito. Arregaçou o focinho, aspirou o ar lentamente, com vontade de subir a ladeira e perseguir os preás, que  pulavam e corriam em liberdade. Começou a arquejar penosamente, fingindo ladrar. Passou a língua pelos beiços torrados e não experimentou nenhum prazer. O olfato cada vez mais se embotava: certamente os preás tinham fugido.
         […]
        Baleia queria dormir. Acordaria feliz, num mundo cheio de preás. E lamberia as mãos de Fabiano, um Fabiano enorme. As crianças se espojariam com ela, rolariam com ela num pátio enorme, num chiqueiro enorme. O mundo ficaria todo cheio de preás, gordos, enormes.

    (RAMOS, Graciliano. Vidas Secas. Editora Record, São Paulo: p. 89; 91)


    No trecho acima, de Vidas Secas, de Graciliano Ramos, observa-se que a cachorra Baleia está prestes a morrer. Neste momento, ela sente o cheiro de preás e os relaciona a um mundo feliz. Tendo isto em vista, pode-se entender que os preás:
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  • Linguagens

    Português

    O trecho abaixo pertence ao conto “Conversa de bois”, do livro Sagarana, de Guimarães Rosa, cujo recurso narrativo é o diálogo entre boisde-carga, que conversam entre si enquanto trabalham:

        Todavia, ninguém boi tem culpa de tanta má-sorte, e lá vai ele tirando, afrontado pela soalheira, com o frontispício abaixado, meio guilhotinado pela canga-de-cabeçada, gangorrando no cós da brocha de couro retorcido, que lhe corta em duas a barbela; pesando de-quina contra as mossas e os dentes dos canzis hiselados; batendo os vazios; arfando ao ritmo do costelame, que se abre e fecha como um fole; e com o focinho, glabro, largo e engraxado, vazando baba e pingando gotas de suor. Rebufa e sopra:
        — Nós somos bois... Bois-de-carro.. Os outros, que vêm em manadas, para ficarem um tempo-das-águas pastando na invernada, sem trabalhar, só vivendo e pastando, e vão-se embora para deixar lugar aos novos que chegam magros, esses todos não são como nós...
         — Eles não sabem que são bois... — apoia enfim Brabagato, acenando a Capitão com um esticão da orelha esquerda.

    (ROSA, João Guimarães. “Conversa de bois”. Sagarana. Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, p. 214.)


    No trecho citado, há uma diferenciação entre os “bois-de-carro” e os “outros, que vêm em manadas”. De acordo com o boi Brabagato, estes “outros” “não sabem que são bois…”. Brabagato presumiu isso, pois:
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  • Linguagens

    Português

    Leia o diálogo a seguir:


         Dormir é com o Seu Soronho, escanchado beato, logo atrás do pigarro.

         De lá do coice, voz nasal, cavernosa, rosna Realejo. E todos falam.

         — Se o carro desse um abalo maior...

         — Se nós todos corrêssemos, ao mesmo tempo...

         — O homem-do-pau-comprido rolaria para o chão.

         — Ele está na beirada...— Está cai-não-cai, na beiradinha...

         — Se o bezerro, lá na frente, de repente gritasse, nós teríamos de correr, sem pensar, de supetão...

        — E o homem cairia...— Daqui a pouco... Daqui a pouco...— Cairia... Cairia... — Agora! Agora!— Môung! Mûng!— ...rolaria para o chão.

         — Namorado, vamos!!!...

        Tiãozinho deu um grito e um salto para o lado, e a vara assobiou no ar... 

        E os oito bois das quatro juntas se jogaram para diante, de uma vez... E o carro pulou forte, e craquejou, estrambelhado, com um guincho do cocão.

        — Virgem, minha Nossa Senhora!... Ôa, ôa, boi!... Ôa, meu Deus do céu!...

        Agenor Soronho tinha o sono sereno, a roda esquerda lhe colhera mesmo o pescoço, e a algazarra não deixou que se ouvisse xingo ou praga — assim não se pôde saber ao certo se o carreiro despertou ou não, antes de desencarnar.


    (ROSA, João Guimarães. “Conversa de bois”. Sagarana.

    Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, p. 234-235.)



    O trecho acima, do conto “Conversa de bois”, de Guimarães Rosa, além da consciência dos bois, que dialogam entre si, revela a seguinte ação contra um homem, que está dormindo e é carregado por estes bois:

    Escolha uma alternativa para a questão 9683e074-e6
  • Matemática

    Matemática

    A reta r possui coeficiente angular igual a √3 e intercepta o eixo das ordenadas do ponto (0, -√3). Sabendo-se que a reta t contém os pontos A(6,0) e B(0,6), pode-se afirmar que o ângulo agudo formado por r e t no plano cartesiano mede:
    Escolha uma alternativa para a questão 9688bf7a-e6
  • Matemática

    Matemática

    Um procedimento utilizado para o cálculo de áreas de polígonos não regulares é a soma das áreas de triângulos não-sobrepostos internos ao polígono cuja reunião seja equivalente ao próprio polígono. Nesses casos, é de grande valia a utilização da “fórmula de Herão”, dada por A = √ S.(s - a) . (s - b) . (s - c) em que s = a + b +c/2 que determina a área A do triângulo cujos lados medem a, b e c.

    Utilizando o procedimento descrito acima, pode-se afirmar que a área (em m²) da figura abaixo, construída fora de escala, pertence a qual dos intervalos?



    Imagem da questão de Matemática, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2016, Geometria Plana
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