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Instituição

Questões: Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação — com gabarito

464 questões de Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação, de 2013 a 2019. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 464 questões
  • 6 provas

Resultados: 464 questões

Página 12 de 24

  • Leia a charge para responder a questão:


    Imagem da questão de Atualidades, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Atualidades do ano de 2015

    (Charge de Nef. Disponível em: jornaldebrasilia.com.br/charges. Acesso em: 06 abr. 2015, às 16h30.)



    Tomando por base o conteúdo da charge e a atual situação da Petrobras, assinale a alternativa na qual aparecem o nome da operação promovida pela Polícia Federal e possíveis causas para a desvalorização das ações da empresa.

    Escolha uma alternativa para a questão 774a6b1d-de
  • Leia o trecho abaixo:


        O que quer dizer civilização do espetáculo? É a civilização de um mundo onde o primeiro lugar na tabela de valores vigentes é ocupado pelo entretenimento, onde divertir-se, escapar do tédio, é a paixão universal. Esse é ideal de vida é perfeitamente legítimo, sem dúvida. Só um puritano fanático poderia reprovar os membros de uma sociedade que quisessem dar descontração, relaxamento, humor e diversão a vidas geralmente enquadra- das em rotinas deprimentes e às vezes imbecilizantes. Mas transformar em valor supremo essa propensão natural a divertir-se tem consequencias inesperadas: banalização da cultura, generalização da frivolidade e, no campo da informação, a proliferação do jornalismo irresponsável da bisbilhotice e do escândalo.

    (LLOSA, Mário Vargas. A civilização do espetáculo. Trad. Ivone Benedetti. Rio de Janeiro: Objetiva, 2013. pp. 29-30)


    Levando em conta a atualidade brasileira, a definição de “civilização do espetáculo”, apresentada por Vargas Llosa, uma das “consequências inesperadas” dessa tendência poderia ser representada:
    Escolha uma alternativa para a questão 7743f7d8-de
  • Leia as informações para responder a questão:


    Imagem da questão de Conhecimentos Gerais, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Guerras, Conflitos e Terrorismo

    (Todas as bombas inteligentes são, realmente, inteligentes? (T)ERROR(ism). Charge de TOMAS. Disponível em: http://www.cartoonmovement.com/cartoon/19745. Acesso em: 04 mar. 2015, às 17h00.)


    Nesta quinta-feira [07 de agosto de 2014], o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou que havia autorizado ataques aéreos direciona- dos contra posições do chamado Estado Islâmico, o grupo radical sunita que ocupa regiões do Iraque e da Síria. O conceito desses chamados "ataques cirúrgicos" é bem atraente para estrategistas militares. Utilizando es- se método, governos conseguem atingir objetivos sem pisar no território inimigo, obtendo um mínimo de baixas em seus efetivos, além de, segundo eles, causar poucos "danos colaterais", eufemismo que inclui a morte de civis.

    (Ataques aéreos cirúrgicos são mesmo precisos?Disponível em: http://www.defesanet.com.br/aviacao/noticia/16325/-Ataques-aereos-cirurgicos--sao-mesmo-precisos-/. Acesso em: 04 mar. 2015, às 18h00.)


    A luta contra o terror, desencadeada pelos Estados Unidos após os atentados de 11 de setembro de 2001, apresentou várias facetas nestes quase 14 anos. Invasão ao Iraque, bombardeios à Líbia, à Síria, tensões com a Coreia do Norte e, mais recentemente, o combate ao Estado Islâmico, fazem parte da lista de intervenções estadunidenses.



    Após a leitura das informações, julgue as afirmativas abaixo:


    I. Apesar de, supostamente, agir em nome da liberdade dos povos dos países atacados, os Estados Unidos têm provocado uma série de “efeitos colaterais”, que inclui a morte de um grande número de civis.

    II. Apesar dos “efeitos colaterais”, como a morte de alguns civis, as ações dos EUA têm sido eficientes em alcançar seus objetivos, uma vez que em todas as suas intervenções o terrorismo foi erradicado do país invadido.

    III. A ligação do chamado Estado Islâmico com a rede terrorista muçulmana, que inclui todos os países citados no texto, foi a motivação dos EUA para os bombardeios atuais.



    Está (ão) correta (s):

    Escolha uma alternativa para a questão 773d2a2d-de
  • Matemática

    Matemática

    A figura a seguir apresenta um quadrilátero MNOP que foi dividido em 9 quadrados menores. As áreas de dois desses quadrados (64 cm² e 81 cm²) estão indicadas na figura. Nessas condições, a área do quadrilátero MNOP é igual a:

    Imagem da questão de Matemática, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Geometria Plana
    Escolha uma alternativa para a questão 772d3872-de
  • Matemática

    Matemática

    Na figura a seguir, MNOP é um retângulo, o triângulo MPA tem área 11 cm² e o triângulo NCO tem área 18 cm². Qual é a área do quadrilátero ABCD?

    Imagem da questão de Matemática, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Geometria Plana
    Escolha uma alternativa para a questão 772a65b0-de
  • Matemática

    Matemática

    Na figura a seguir, o quadrilátero MNOP é um trapézio, os segmentos Figura 1 de 4 da questão de Matemática, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Geometria Plana são congruentes e os segmentos Figura 2 de 4 da questão de Matemática, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Geometria Plana são paralelos. A diferença entre as medidas dos segmentos Figura 3 de 4 da questão de Matemática, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Geometria Plana é igual a:


    Figura 4 de 4 da questão de Matemática, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Geometria Plana

    Escolha uma alternativa para a questão 77276b00-de
  • Matemática

    Matemática

    Considere o retângulo OPQR da figura a seguir:


    Imagem da questão de Matemática, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Geometria Plana


    A área S do retângulo em função da abscissa x do ponto R é:

    Escolha uma alternativa para a questão 7714f94f-de
  • Matemática

    Matemática

    Um rolo de tela de 28 m de comprimento será totalmente aproveitado para cercar um jardim com formato de setor circular como mostra a figura a seguir. Se a área do setor é 40 m² e r é maior que c, então o raio do setor é igual a:

    Imagem da questão de Matemática, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Geometria Plana
    Escolha uma alternativa para a questão 771200f7-de
  • Linguagens

    Português

    Marginalzinho: a socialização de uma elite vazia e covarde

    Parada em um sinal de trânsito, uma cena capturou minha atenção e me fez pensar como, ao longo da vida, a segregação da sociedade brasileira nos bestializa.

    por Rosana Pinheiro-Machado — publicado 27/01/2015 15:08, última modificação 27/01/2015 15:44


         Era a largada de duas escolas que estavam situadas uma do lado da outra, separadas por um muro altíssimo de uma delas. Da escola pública saíam crianças correndo, brincando e falando alto. A maioria estava desacompanhada e dirigia-se ao ponto de ônibus da grande avenida, que terminaria nas periferias. Era uma massa escura, especialmente quando contrastada com a massa mais clara que saía da escola particular do lado: crianças brancas, de mãos dadas com os pais, babás ou seguranças, caminhando duramente em direção à fila de caminhonetes. Lado a lado, os dois grupos não se misturavam. Cada um sabia exatamente seu lugar. Desde muito pequenas, aquelas crianças tinham literalmente incorporado a segregação à brasileira, que se caracteriza pela mistura única entre o sistema de apartheid racial e o de castas de classes. Os corpos domesticados revelavam o triste processo de socialização ao desprezo, que tende a só piorar na vida adulta.
         Mas eis que, de repente, um menino negro, magro e sorridente, ousou subverter as regras tácitas. Brincando de correr em ziguezague, ele “invadiu” a área branca e se esbarrou num menino que, imediatamente, se agarrou desesperadamente no braço da mulher que lhe buscara. Foi um reflexo automático do medo. O menino “invasor” fez um gesto de desculpas – algo como “foi mal” -, e voltou a correr entre os seus, enquanto que a outra criança seguia petrificada.
         No olhar do menino “invadido”, havia um misto de medo, de raiva, mas principalmente, de nojo – como que se a outra criança tivesse uma doença altamente contagiosa. Não é difícil imaginar o impacto de esse olhar no inconsciente do menino negro e pobre. Este aprendia, desde muito cedo, que era um intocável, que vivia em uma sociedade na qual seu corpo, na esfera pública, valia menos que o de um menino da mesma idade, que ainda não tinha nenhum mérito conquistado, apenas privilégios herdados. As consequências desse gesto minúsculo serão trágicas para o menino "invadido", pois é vítima da ignorância social. Mas será muito mais trágica para quem é negro e desprovido de capital econômico, social e cultural. Para que essa criança não se corrompa no futuro, ela precisa ser salva do olhar de nojo.
         É possível que, por meio de leitura e mistura, o menino amedrontado se engrandeça politicamente no futuro, se liberte do muro que lhe protege e dispense o braço da babá. Mas, infelizmente, há uma tendência grande de que ele, cercado por medo e preconceito, passe o resto de sua existência se protegendo do “marginalzinho”. Pivetes, favelados, fedorentos: isso é tudo que ele ouve sobre seus vizinhos. Trata-se de uma verdade histórica a priori, para além da qual não se consegue pensar. Essas categorias compõem o discurso forjado sobre a pobreza, que, em última instância, visa à intervenção e à manutenção do poder. Reproduzindo este discurso, então, o menino tornar-se-á um adulto. Ele blindará seu carro, colocará alarme em sua casa, pedirá a morte de traficantes. Dirá que rolezinho é arrastão, pedirá mais polícia e curtirá a vida em camarotes. Pode ser até que ele peça a volta da ditadura. Achando que é um cidadão de bem que age contra a marginalidade do mal, forma-se um perfeito idiota.
    (Adaptado de , 27/01/2015. Disponível em Carta Capital http://www.cartacapital.com.br/sociedade/marginalzinho-asocializacao-de-uma-elite-vazia-e-covarde-3514.html)
    Analisando uma cena do presente, o enunciador do texto levanta hipóteses sobre as futuras consequências do que vê. Sobre tais projeções, é falso o que se afirma em:
    Escolha uma alternativa para a questão 76e8326b-de
  • Linguagens

    Português

    Marginalzinho: a socialização de uma elite vazia e covarde

    Parada em um sinal de trânsito, uma cena capturou minha atenção e me fez pensar como, ao longo da vida, a segregação da sociedade brasileira nos bestializa.

    por Rosana Pinheiro-Machado — publicado 27/01/2015 15:08, última modificação 27/01/2015 15:44


         Era a largada de duas escolas que estavam situadas uma do lado da outra, separadas por um muro altíssimo de uma delas. Da escola pública saíam crianças correndo, brincando e falando alto. A maioria estava desacompanhada e dirigia-se ao ponto de ônibus da grande avenida, que terminaria nas periferias. Era uma massa escura, especialmente quando contrastada com a massa mais clara que saía da escola particular do lado: crianças brancas, de mãos dadas com os pais, babás ou seguranças, caminhando duramente em direção à fila de caminhonetes. Lado a lado, os dois grupos não se misturavam. Cada um sabia exatamente seu lugar. Desde muito pequenas, aquelas crianças tinham literalmente incorporado a segregação à brasileira, que se caracteriza pela mistura única entre o sistema de apartheid racial e o de castas de classes. Os corpos domesticados revelavam o triste processo de socialização ao desprezo, que tende a só piorar na vida adulta.
         Mas eis que, de repente, um menino negro, magro e sorridente, ousou subverter as regras tácitas. Brincando de correr em ziguezague, ele “invadiu” a área branca e se esbarrou num menino que, imediatamente, se agarrou desesperadamente no braço da mulher que lhe buscara. Foi um reflexo automático do medo. O menino “invasor” fez um gesto de desculpas – algo como “foi mal” -, e voltou a correr entre os seus, enquanto que a outra criança seguia petrificada.
         No olhar do menino “invadido”, havia um misto de medo, de raiva, mas principalmente, de nojo – como que se a outra criança tivesse uma doença altamente contagiosa. Não é difícil imaginar o impacto de esse olhar no inconsciente do menino negro e pobre. Este aprendia, desde muito cedo, que era um intocável, que vivia em uma sociedade na qual seu corpo, na esfera pública, valia menos que o de um menino da mesma idade, que ainda não tinha nenhum mérito conquistado, apenas privilégios herdados. As consequências desse gesto minúsculo serão trágicas para o menino "invadido", pois é vítima da ignorância social. Mas será muito mais trágica para quem é negro e desprovido de capital econômico, social e cultural. Para que essa criança não se corrompa no futuro, ela precisa ser salva do olhar de nojo.
         É possível que, por meio de leitura e mistura, o menino amedrontado se engrandeça politicamente no futuro, se liberte do muro que lhe protege e dispense o braço da babá. Mas, infelizmente, há uma tendência grande de que ele, cercado por medo e preconceito, passe o resto de sua existência se protegendo do “marginalzinho”. Pivetes, favelados, fedorentos: isso é tudo que ele ouve sobre seus vizinhos. Trata-se de uma verdade histórica a priori, para além da qual não se consegue pensar. Essas categorias compõem o discurso forjado sobre a pobreza, que, em última instância, visa à intervenção e à manutenção do poder. Reproduzindo este discurso, então, o menino tornar-se-á um adulto. Ele blindará seu carro, colocará alarme em sua casa, pedirá a morte de traficantes. Dirá que rolezinho é arrastão, pedirá mais polícia e curtirá a vida em camarotes. Pode ser até que ele peça a volta da ditadura. Achando que é um cidadão de bem que age contra a marginalidade do mal, forma-se um perfeito idiota.
    (Adaptado de , 27/01/2015. Disponível em Carta Capital http://www.cartacapital.com.br/sociedade/marginalzinho-asocializacao-de-uma-elite-vazia-e-covarde-3514.html)
    Ainda no segundo parágrafo, a expressão “foi mal”:
    Escolha uma alternativa para a questão 76e53ada-de
  • Linguagens

    Português

    Marginalzinho: a socialização de uma elite vazia e covarde

    Parada em um sinal de trânsito, uma cena capturou minha atenção e me fez pensar como, ao longo da vida, a segregação da sociedade brasileira nos bestializa.

    por Rosana Pinheiro-Machado — publicado 27/01/2015 15:08, última modificação 27/01/2015 15:44


         Era a largada de duas escolas que estavam situadas uma do lado da outra, separadas por um muro altíssimo de uma delas. Da escola pública saíam crianças correndo, brincando e falando alto. A maioria estava desacompanhada e dirigia-se ao ponto de ônibus da grande avenida, que terminaria nas periferias. Era uma massa escura, especialmente quando contrastada com a massa mais clara que saía da escola particular do lado: crianças brancas, de mãos dadas com os pais, babás ou seguranças, caminhando duramente em direção à fila de caminhonetes. Lado a lado, os dois grupos não se misturavam. Cada um sabia exatamente seu lugar. Desde muito pequenas, aquelas crianças tinham literalmente incorporado a segregação à brasileira, que se caracteriza pela mistura única entre o sistema de apartheid racial e o de castas de classes. Os corpos domesticados revelavam o triste processo de socialização ao desprezo, que tende a só piorar na vida adulta.
         Mas eis que, de repente, um menino negro, magro e sorridente, ousou subverter as regras tácitas. Brincando de correr em ziguezague, ele “invadiu” a área branca e se esbarrou num menino que, imediatamente, se agarrou desesperadamente no braço da mulher que lhe buscara. Foi um reflexo automático do medo. O menino “invasor” fez um gesto de desculpas – algo como “foi mal” -, e voltou a correr entre os seus, enquanto que a outra criança seguia petrificada.
         No olhar do menino “invadido”, havia um misto de medo, de raiva, mas principalmente, de nojo – como que se a outra criança tivesse uma doença altamente contagiosa. Não é difícil imaginar o impacto de esse olhar no inconsciente do menino negro e pobre. Este aprendia, desde muito cedo, que era um intocável, que vivia em uma sociedade na qual seu corpo, na esfera pública, valia menos que o de um menino da mesma idade, que ainda não tinha nenhum mérito conquistado, apenas privilégios herdados. As consequências desse gesto minúsculo serão trágicas para o menino "invadido", pois é vítima da ignorância social. Mas será muito mais trágica para quem é negro e desprovido de capital econômico, social e cultural. Para que essa criança não se corrompa no futuro, ela precisa ser salva do olhar de nojo.
         É possível que, por meio de leitura e mistura, o menino amedrontado se engrandeça politicamente no futuro, se liberte do muro que lhe protege e dispense o braço da babá. Mas, infelizmente, há uma tendência grande de que ele, cercado por medo e preconceito, passe o resto de sua existência se protegendo do “marginalzinho”. Pivetes, favelados, fedorentos: isso é tudo que ele ouve sobre seus vizinhos. Trata-se de uma verdade histórica a priori, para além da qual não se consegue pensar. Essas categorias compõem o discurso forjado sobre a pobreza, que, em última instância, visa à intervenção e à manutenção do poder. Reproduzindo este discurso, então, o menino tornar-se-á um adulto. Ele blindará seu carro, colocará alarme em sua casa, pedirá a morte de traficantes. Dirá que rolezinho é arrastão, pedirá mais polícia e curtirá a vida em camarotes. Pode ser até que ele peça a volta da ditadura. Achando que é um cidadão de bem que age contra a marginalidade do mal, forma-se um perfeito idiota.
    (Adaptado de , 27/01/2015. Disponível em Carta Capital http://www.cartacapital.com.br/sociedade/marginalzinho-asocializacao-de-uma-elite-vazia-e-covarde-3514.html)
    Os sentidos atribuídos às expressões “invadiu” e “invadido”, no segundo e no terceiro parágrafos, estão relacionados, respectivamente, à dimensão:
    Escolha uma alternativa para a questão 76e207a7-de
  • Ciências da Natureza

    Física

    A Lua sempre exibe a mesma face para qualquer observador localizado na superfície da Terra, em qualquer época do ano. Isso acontece porque:
    Escolha uma alternativa para a questão 2a83f08a-de
  • Ciências da Natureza

    Física

    Um objeto extenso, isto é, de dimensões não desprezíveis, é solto de uma dada altura sobre um lago. O gráfico abaixo apresenta a velocidade desse objeto em função do tempo. No tempo t = 1,0s o objeto toca a superfície da água. Despreze somente a resistência no ar.

    Imagem da questão de Física, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2014, Cinemática

    Qual a profundidade do lago?
    Escolha uma alternativa para a questão 2a80a0c6-de
  • Ciências da Natureza

    Física

    Um bloco desliza, sem atrito, a partir do repouso, sobre um plano inclinado de 30º com a horizontal, percorrendo uma distância d em um tempo t. Se essa distância d fosse percorrida em queda livre, o tempo gasto seria:
    Escolha uma alternativa para a questão 2a7c7379-de
  • Ciências da Natureza

    Física

    O enunciado abaixo refere-se à questão.


    DADO π = 3


        Um ciclista passeia em linha reta em sua bicicleta, com velocidade constante de 6,00 m/s. O veículo movimenta-se quando o pedal gira a coroa, nele acoplada, e esta transmite o movimento, por intermédio de uma corrente, à catraca acoplada na roda traseira. Não há deslizamento entre a corrente, a catraca e a coroa. Sabendo que os diâmetros da roda traseira, da coroa e da catraca são, respectivamente, 80,0 cm, 25,0 cm e 5,00 cm, responda:


    Imagem da questão de Física, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2014, Cinemática

    Qual o tempo necessário, em segundos, para que o pedal execute uma volta completa?
    Escolha uma alternativa para a questão 2a788879-de
  • Ciências da Natureza

    Física

    O enunciado abaixo refere-se à questão.


    DADO π = 3


        Um ciclista passeia em linha reta em sua bicicleta, com velocidade constante de 6,00 m/s. O veículo movimenta-se quando o pedal gira a coroa, nele acoplada, e esta transmite o movimento, por intermédio de uma corrente, à catraca acoplada na roda traseira. Não há deslizamento entre a corrente, a catraca e a coroa. Sabendo que os diâmetros da roda traseira, da coroa e da catraca são, respectivamente, 80,0 cm, 25,0 cm e 5,00 cm, responda:


    Imagem da questão de Física, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2014, Cinemática

    Qual o número de voltas que a roda executa em um segundo?
    Escolha uma alternativa para a questão 2a741ff4-de
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    As Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) podem ter seus agentes etiológicos oriundos das mais diversas categorias de microrganismos.


    Observe o gráfico abaixo, referente a algumas das DSTs:

    Imagem da questão de Biologia, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2014, IST´s e Métodos contraceptivos

    Relacionando as possíveis formas de contágio e as de prevenção das DSTs descritas no gráfico, podemos afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 2a6455c3-de
  • Ciências da Natureza

    Química

    Às vezes não nos damos conta de como uma pequena alteração na estrutura molecular de um composto pode mudar completamente as suas propriedades. Uma dessas pequenas alterações é a responsável pela diferença entre a borracha natural obtida da seringueira, ou e a guta- Hevea brasiliensis percha, obtida de árvores da família . Embora ambas sejam Sapotaceae formadas por polímeros da molécula de isopreno (C H ), enquanto a bor- ₅ ₈ racha natural é famosa pelas suas propriedades elásticas, a guta-percha é dura e quebradiça, depois de moldada. Considere as estruturas dos polímeros de isopreno nesses materiais:

    Imagem da questão de Química, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2014, Isomeria: Isomeria Espacial: Isomeria Geométrica (cis-trans) e Isomeria Óptica.

    A perda da elasticidade do polímero de isopreno nos materiais apresentados se deve a uma alteração que o transforma em seu isômero:
    Escolha uma alternativa para a questão 2a5db714-de
  • Ciências da Natureza

    Química

    Óleos e gorduras: qual a diferença? Basicamente, a diferença entre eles está no estado físico em que eles se encontram quando estão à temperatura ambiente, isto é, a 25°C. Os óleos são líquidos, enquanto as gorduras são sólidas. Já do ponto de vista de composição química, eles são muito semelhantes, sendo constituídos por misturas de ácidos graxos livres ou combinados com o glicerol. Abaixo, são apresentados alguns ácidos graxos comumente encontrados na natureza.

    Imagem da questão de Química, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2014, Glicídios, Lipídios, Aminoácidos e Proteínas.

    Considerando as informações fornecidas, dentre os ácidos graxos apresentados, aqueles que devem ser encontrados em maior quantidade em óleos vegetais são:
    Escolha uma alternativa para a questão 2a598bae-de
  • Ciências da Natureza

    Química

    O palito de fósforo moderno permite a obtenção de fogo pelo seu simples atrito com a superfície de sua caixa. Na sua versão antiga, entretanto, ele poderia ser aceso pelo atrito com qualquer superfície abrasiva. Ele era constituído de uma lasca de madeira com a ponta coberta com fósforo branco, enxofre e clorato de potássio, todos eles recobertos por uma camada de cola, conforme mostrado na figura. A raspagem do palito retirava a cola da superfície permitindo que o oxigênio do ar entrasse em contato com o fósforo, que entrava em combustão instantaneamente. Essa primeira reação levava à queima dos demais componentes, que faziam, também, a madeira se queimar.

    O acendimento instantâneo do palito de fósforo antigo era possível por que a reação entre fósforo branco e oxigênio possui:

    Imagem da questão de Química, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2014, Cinética Química
    Escolha uma alternativa para a questão 2a547d26-de