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Instituição

Questões: Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação — com gabarito

464 questões de Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação, de 2013 a 2019. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 464 questões
  • 6 provas

Resultados: 464 questões

Página 15 de 24

  • Matemática

    Matemática

    João fez o seguinte experimento: introduziu uma esfera de raio 2 cm em um cubo cujas arestas mediam 4 cm e preencheu todo o espaço restante com água. Em seguida, fez um novo experimento: introduziu, no mesmo cubo, 8 esferas cujos raios mediam 1 cm e preencheu novamente todo o espaço restante com água. A razão entre o volume de água utilizado no primeiro experimento e o volume de água utilizado no segundo experimento é igual a:
    Escolha uma alternativa para a questão 4a812012-dc
  • Matemática

    Matemática

    Leonardo tem como meta acumular R$ 1.000.000,00. Para tanto, Leonardo vem poupando, anualmente, os valores de R$ 1,00, R$ 2,00, R$ 4,00, R$ 8,00, R$ 16,00 e assim sucessivamente. Desta forma, para atingir sua meta, Leonardo precisará de, pelo menos,


    (use, se necessário, log2 = 0,301).

    Escolha uma alternativa para a questão 4a6b11ce-dc
  • Linguagens

    Português

    Texto para a questão:


    Tecendo a Manhã

    Um galo sozinho não tece uma manhã:
    ele precisará sempre de outros galos.
    De um que apanhe esse grito que ele
    e o lance a outro; de um outro galo
    que apanhe o grito de um galo antes
    e o lance a outro; e de outros galos
    que com muitos outros galos se cruzem
    os fios de sol de seus gritos de galo,
    para que a manhã, desde uma teia tênue,
    se vá tecendo, entre todos os galos.
    (João Cabral de Melo Neto, A educação pela pedra)
    Uma das características da poesia é o uso de imagens metafóricas. No excerto do poema de João Cabral transcrito acima, as imagens elaboradas representam:
    Escolha uma alternativa para a questão 4a4ad406-dc
  • Linguagens

    Português

    Texto para a questão.


        No grande dia Primeiro de Maio, não eram bem seis horas e já o 35 pulara da cama, afobado. Estava bem disposto, até alegre, ele bem afirmara aos companheiros da Estação da Luz que queria celebrar e havia de celebrar.

        Os outros carregadores mais idosos meio que tinham caçoado do bobo, viesse trabalhar que era melhor, trabalho deles não tinha feriado. Mas o 35 retrucava com altivez que não carregava mala de ninguém, havia de celebrar o dia deles. E agora tinha o grande dia pela frente.

    [...]

        Abriu o jornal. Havia logo um artigo muito bonito, bem pequeno, falando na nobreza do trabalho, nos operários que eram também os “operários da nação”, é isso mesmo. O 35 se orgulhou todo comovido. Se pedissem pra ele matar, ele matava roubava, trabalhava grátis, tomado dum sublime desejo de fraternidade, todos os seres juntos, todos bons... Depois vinham as notícias. Se esperavam “grandes motins” em Paris, deu uma raiva tal no 35. E ele ficou todo fremente, quase sem respirar, desejando “motins” (devia ser turumbamba) na sua desmesurada força física, ah, as ruças de algum... polícia? polícia. Pelo menos os safados dos polícias.

        Pois estava escrito em cima do jornal: em São Paulo a Polícia proibira comícios na rua e passeatas, embora se falasse vagamente em motins de tarde no Largo da Sé. Mas a polícia já tomara todas as providências, até metralhadoras, estavam em cima do jornal, nos arranha-céus, escondidas, o 35 sentiu um frio. O sol brilhante queimava, banco na sombra? Mas não tinha, que a Prefeitura, pra evitar safadez dos namorados, punha os bancos só bem no sol. E ainda por cima era aquela imensidade de guardas e polícias vigiando que nem bem a gente punha a mão no pescocinho dela, trilo. Mas a Polícia permitiria a grande reunião proletária, com discurso do ilustre Secretário do Trabalho, no magnífico pátio interno do Palácio das Indústrias, lugar fechado! A sensação foi claramente péssima. Não era medo, mas por que que a gente havia de ficar encurralado assim! é! E pra eles depois poderem cair em cima da gente, (palavrão)! Não vou! não sou besta! Quer dizer: vou sim! desaforo! (palavrão), socos, uma visão tumultuaria, rolando no chão, se machucava mas não fazia mal, saíam todos enfurecidos do Palácio das Indústrias, pegavam fogo no Palácio das Indústrias, não! a indústria é a gente, “operários da nação” pegavam fogo na igreja de São Bento mais próxima que era tão linda por “drento”, mas pra que pegar fogo em nada!

    (Mário de Andrade. “Primeiro de Maio” in Contos novos)

    No conto, o personagem não recebe um nome próprio, é designado pelo número “35”. Levando em consideração a crítica social que o trecho parece revelar, assinale a alternativa que apresente relação verdadeira entre o tema do conto e a data que o nome do personagem parece fazer referência:
    Escolha uma alternativa para a questão 4a45cd17-dc
  • Linguagens

    Português

    Texto para a questão.


        No grande dia Primeiro de Maio, não eram bem seis horas e já o 35 pulara da cama, afobado. Estava bem disposto, até alegre, ele bem afirmara aos companheiros da Estação da Luz que queria celebrar e havia de celebrar.

        Os outros carregadores mais idosos meio que tinham caçoado do bobo, viesse trabalhar que era melhor, trabalho deles não tinha feriado. Mas o 35 retrucava com altivez que não carregava mala de ninguém, havia de celebrar o dia deles. E agora tinha o grande dia pela frente.

    [...]

        Abriu o jornal. Havia logo um artigo muito bonito, bem pequeno, falando na nobreza do trabalho, nos operários que eram também os “operários da nação”, é isso mesmo. O 35 se orgulhou todo comovido. Se pedissem pra ele matar, ele matava roubava, trabalhava grátis, tomado dum sublime desejo de fraternidade, todos os seres juntos, todos bons... Depois vinham as notícias. Se esperavam “grandes motins” em Paris, deu uma raiva tal no 35. E ele ficou todo fremente, quase sem respirar, desejando “motins” (devia ser turumbamba) na sua desmesurada força física, ah, as ruças de algum... polícia? polícia. Pelo menos os safados dos polícias.

        Pois estava escrito em cima do jornal: em São Paulo a Polícia proibira comícios na rua e passeatas, embora se falasse vagamente em motins de tarde no Largo da Sé. Mas a polícia já tomara todas as providências, até metralhadoras, estavam em cima do jornal, nos arranha-céus, escondidas, o 35 sentiu um frio. O sol brilhante queimava, banco na sombra? Mas não tinha, que a Prefeitura, pra evitar safadez dos namorados, punha os bancos só bem no sol. E ainda por cima era aquela imensidade de guardas e polícias vigiando que nem bem a gente punha a mão no pescocinho dela, trilo. Mas a Polícia permitiria a grande reunião proletária, com discurso do ilustre Secretário do Trabalho, no magnífico pátio interno do Palácio das Indústrias, lugar fechado! A sensação foi claramente péssima. Não era medo, mas por que que a gente havia de ficar encurralado assim! é! E pra eles depois poderem cair em cima da gente, (palavrão)! Não vou! não sou besta! Quer dizer: vou sim! desaforo! (palavrão), socos, uma visão tumultuaria, rolando no chão, se machucava mas não fazia mal, saíam todos enfurecidos do Palácio das Indústrias, pegavam fogo no Palácio das Indústrias, não! a indústria é a gente, “operários da nação” pegavam fogo na igreja de São Bento mais próxima que era tão linda por “drento”, mas pra que pegar fogo em nada!

    (Mário de Andrade. “Primeiro de Maio” in Contos novos)

    No conjunto da obra de Mário de Andrade, destaca-se uma quase militância pelo uso, na literatura, de uma língua próxima àquela que se fala nas ruas. Um exemplo de aproximação com a oralidade do cotidiano pode ser encontrado na alternativa:
    Escolha uma alternativa para a questão 4a3c50e5-dc
  • Linguagens

    Português

    Um olhar estrangeiro
    Vanessa Jurgenfeld


        Há anos, o americano James Green se dedica ao ensino de história do Brasil na Universidade Brown, nos Estados Unidos. Em junho, ele desembarcou no Rio de Janeiro para o que seria apenas mais um simpósio internacional, mas foi surpreendido pela magnitude das manifestações de rua que tornariam junho um mês histórico. Green não teve dúvidas: com as atividades da conferência suspensas um pouco mais cedo, decidiu ouvir de perto as vozes das ruas.
        Assim como Green, outros brasilianistas passaram pelo país nos últimos dias. O historiador Bryan McCann, da Universidade Georgetown, e o economista Werner Baer, da Universidade de Illinois. Aproveitando as férias de verão nos Estados Unidos e o recesso das aulas, visitaram o Brasil para tocar pesquisas sobre assuntos como favelas no Rio e infraestrutura. Depararam-se, porém, com as manifestações, e agora tentam interpretar suas causas e possíveis consequências.
        Green faz ressalvas a comparações internacionais. Para ele, os pesquisadores têm grande dificuldade para analisar os fatos de fora porque, muitas vezes, não entendem as complexidades internas dos países. “Achei inadequadas as análises que imediatamente fizeram analogias com o Oriente Médio. A única coisa em comum é que se usou o mesmo meio [o Facebook] para a mobilização.” Segundo ele, as ansiedades e as preocupações dos manifestantes são totalmente diferentes. “Não dá para comparar o regime autoritário que estava no Egito antes da “Primavera Árabe” com o Brasil, que antes das manifestações tinha um governo com 70% de aprovação.”
        Diferentemente de Green, McCann e Baer acreditam que a onda global recente de protestos indica que o Brasil pode não ser um caso único. Para McCann, comparações com os episódios na Turquia e mesmo com o movimento Occupy Wall Street, que ocorreu nos Estados Unidos em 2011, são pertinentes. “Certamente, as características brasileiras são um pouco diferentes. Mas as manifestações deixam claro que a mídia social e a comunicação instantânea ajudam a espalhar um modo de agir, ajudam a levantar pessoas.” Numa comparação com a Turquia, McCann diz que, embora o Brasil seja “muito mais democrático”, o perfil dos manifestantes é similar. “É uma faixa parecida da população - os jovens -, e o que se poderia chamar de nova classe média. São manifestações de consumidores e de cidadãos que estão exigindo um nível melhor de serviços do governo e de transparência.” Assim como no Occupy Wall Street, McCann identifica nas manifestações no Brasil uma insatisfação com a distribuição de renda e o entendimento de que o crescimento econômico em si não é bom para todo mundo. No Brasil, apesar de a desigualdade cair nos últimos 20 anos, o fato é que alguns enriquecem muito mais rapidamente e de forma mais expressiva do que a maioria, que continua com problemas cotidianos de saúde e transporte público, e não vai comprar mais a ideia de que tudo está ótimo porque tem as Olimpíadas e a Copa do Mundo.” Para o historiador Bryan McCann, as mobilizações acabaram com a utopia de que o Brasil tinha resolvido todos os seus problemas. Baer concorda que as manifestações no Brasil não devem ser vistas de maneira isolada. Mas diz que aqui parece existir insatisfação com questões específicas, como o reaparecimento da inflação e os atrasos em obras de infraestrutura. “É uma mistura de fatos que deixou a população insatisfeita. Não tenho uma teoria nova, são as mesmas especulações que todo mundo está fazendo. Combinando essas insatisfações em geral com o acesso à rede social, resulta esse tipo de acontecimento.” Mas o que o deixou um pouco surpreso é que, embora haja uma taxa de crescimento baixa da economia brasileira, o desemprego - que vem sendo objeto de manifestações em diversos países desenvolvidos - não aumentou. “Então, é muito difícil saber exatamente o que acontece. Acho que ninguém tem uma teoria certa. Nenhuma pessoa honesta pode dizer exatamente: “eu sei a causa de tudo isso””.
        Os brasilianistas observam diferenças nas atitudes dos governos dos diferentes países frente às manifestações. “De certa maneira, o governo brasileiro está reagindo”, diz Baer. “Parece que a presidente Dilma Rousseff sabe que alguma coisa precisa ser feita para atender às reivindicações. McCann concorda que o governo brasileiro procura responder aos protestos, diferentemente do que faz o primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, “que está tapando os ouvidos”. A presidenta Dilma, segundo ele, está acenando para o movimento popular. “Se vai dar em alguma coisa, não sei. A reforma política é necessária e isso está claro há uns dez anos. Green argumenta que, para se compreender o encadeamento de protestos no Brasil, é preciso pensar na relação com “as promessas de uma social-democracia justa e ampla que não estão sendo cumpridas por um governo que diz que tudo está melhorando”. A energia política liberada nas ruas, em diferentes manifestações de insatisfação, precisaria, num processo de desdobramento natural, ser combinada com um vigor correspondente na realização das mudanças reclamadas. Os protestos poderão incentivar uma disputa mais acirrada na próxima eleição presidencial. “Acho que a percepção é de que vai haver mais competição política e que a reeleição de Dilma não está garantida. Agora há realmente um debate, o que também é algo positivo”, diz McCann.
    (Adaptado de Valor Econômico, 19/07/2013, pp. 11-13.)
    Muitos compararam as manifestações brasileiras às da Primavera Árabe. Para Green, tal associação é:
    Escolha uma alternativa para a questão 4a0756ef-dc
  • Linguagens

    Português

    Um olhar estrangeiro
    Vanessa Jurgenfeld


        Há anos, o americano James Green se dedica ao ensino de história do Brasil na Universidade Brown, nos Estados Unidos. Em junho, ele desembarcou no Rio de Janeiro para o que seria apenas mais um simpósio internacional, mas foi surpreendido pela magnitude das manifestações de rua que tornariam junho um mês histórico. Green não teve dúvidas: com as atividades da conferência suspensas um pouco mais cedo, decidiu ouvir de perto as vozes das ruas.
        Assim como Green, outros brasilianistas passaram pelo país nos últimos dias. O historiador Bryan McCann, da Universidade Georgetown, e o economista Werner Baer, da Universidade de Illinois. Aproveitando as férias de verão nos Estados Unidos e o recesso das aulas, visitaram o Brasil para tocar pesquisas sobre assuntos como favelas no Rio e infraestrutura. Depararam-se, porém, com as manifestações, e agora tentam interpretar suas causas e possíveis consequências.
        Green faz ressalvas a comparações internacionais. Para ele, os pesquisadores têm grande dificuldade para analisar os fatos de fora porque, muitas vezes, não entendem as complexidades internas dos países. “Achei inadequadas as análises que imediatamente fizeram analogias com o Oriente Médio. A única coisa em comum é que se usou o mesmo meio [o Facebook] para a mobilização.” Segundo ele, as ansiedades e as preocupações dos manifestantes são totalmente diferentes. “Não dá para comparar o regime autoritário que estava no Egito antes da “Primavera Árabe” com o Brasil, que antes das manifestações tinha um governo com 70% de aprovação.”
        Diferentemente de Green, McCann e Baer acreditam que a onda global recente de protestos indica que o Brasil pode não ser um caso único. Para McCann, comparações com os episódios na Turquia e mesmo com o movimento Occupy Wall Street, que ocorreu nos Estados Unidos em 2011, são pertinentes. “Certamente, as características brasileiras são um pouco diferentes. Mas as manifestações deixam claro que a mídia social e a comunicação instantânea ajudam a espalhar um modo de agir, ajudam a levantar pessoas.” Numa comparação com a Turquia, McCann diz que, embora o Brasil seja “muito mais democrático”, o perfil dos manifestantes é similar. “É uma faixa parecida da população - os jovens -, e o que se poderia chamar de nova classe média. São manifestações de consumidores e de cidadãos que estão exigindo um nível melhor de serviços do governo e de transparência.” Assim como no Occupy Wall Street, McCann identifica nas manifestações no Brasil uma insatisfação com a distribuição de renda e o entendimento de que o crescimento econômico em si não é bom para todo mundo. No Brasil, apesar de a desigualdade cair nos últimos 20 anos, o fato é que alguns enriquecem muito mais rapidamente e de forma mais expressiva do que a maioria, que continua com problemas cotidianos de saúde e transporte público, e não vai comprar mais a ideia de que tudo está ótimo porque tem as Olimpíadas e a Copa do Mundo.” Para o historiador Bryan McCann, as mobilizações acabaram com a utopia de que o Brasil tinha resolvido todos os seus problemas. Baer concorda que as manifestações no Brasil não devem ser vistas de maneira isolada. Mas diz que aqui parece existir insatisfação com questões específicas, como o reaparecimento da inflação e os atrasos em obras de infraestrutura. “É uma mistura de fatos que deixou a população insatisfeita. Não tenho uma teoria nova, são as mesmas especulações que todo mundo está fazendo. Combinando essas insatisfações em geral com o acesso à rede social, resulta esse tipo de acontecimento.” Mas o que o deixou um pouco surpreso é que, embora haja uma taxa de crescimento baixa da economia brasileira, o desemprego - que vem sendo objeto de manifestações em diversos países desenvolvidos - não aumentou. “Então, é muito difícil saber exatamente o que acontece. Acho que ninguém tem uma teoria certa. Nenhuma pessoa honesta pode dizer exatamente: “eu sei a causa de tudo isso””.
        Os brasilianistas observam diferenças nas atitudes dos governos dos diferentes países frente às manifestações. “De certa maneira, o governo brasileiro está reagindo”, diz Baer. “Parece que a presidente Dilma Rousseff sabe que alguma coisa precisa ser feita para atender às reivindicações. McCann concorda que o governo brasileiro procura responder aos protestos, diferentemente do que faz o primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, “que está tapando os ouvidos”. A presidenta Dilma, segundo ele, está acenando para o movimento popular. “Se vai dar em alguma coisa, não sei. A reforma política é necessária e isso está claro há uns dez anos. Green argumenta que, para se compreender o encadeamento de protestos no Brasil, é preciso pensar na relação com “as promessas de uma social-democracia justa e ampla que não estão sendo cumpridas por um governo que diz que tudo está melhorando”. A energia política liberada nas ruas, em diferentes manifestações de insatisfação, precisaria, num processo de desdobramento natural, ser combinada com um vigor correspondente na realização das mudanças reclamadas. Os protestos poderão incentivar uma disputa mais acirrada na próxima eleição presidencial. “Acho que a percepção é de que vai haver mais competição política e que a reeleição de Dilma não está garantida. Agora há realmente um debate, o que também é algo positivo”, diz McCann.
    (Adaptado de Valor Econômico, 19/07/2013, pp. 11-13.)
    De acordo com o texto, brasilianista seria quem:
    Escolha uma alternativa para a questão 4a036376-dc
  • Linguagens

    Português

    Um olhar estrangeiro
    Vanessa Jurgenfeld


        Há anos, o americano James Green se dedica ao ensino de história do Brasil na Universidade Brown, nos Estados Unidos. Em junho, ele desembarcou no Rio de Janeiro para o que seria apenas mais um simpósio internacional, mas foi surpreendido pela magnitude das manifestações de rua que tornariam junho um mês histórico. Green não teve dúvidas: com as atividades da conferência suspensas um pouco mais cedo, decidiu ouvir de perto as vozes das ruas.
        Assim como Green, outros brasilianistas passaram pelo país nos últimos dias. O historiador Bryan McCann, da Universidade Georgetown, e o economista Werner Baer, da Universidade de Illinois. Aproveitando as férias de verão nos Estados Unidos e o recesso das aulas, visitaram o Brasil para tocar pesquisas sobre assuntos como favelas no Rio e infraestrutura. Depararam-se, porém, com as manifestações, e agora tentam interpretar suas causas e possíveis consequências.
        Green faz ressalvas a comparações internacionais. Para ele, os pesquisadores têm grande dificuldade para analisar os fatos de fora porque, muitas vezes, não entendem as complexidades internas dos países. “Achei inadequadas as análises que imediatamente fizeram analogias com o Oriente Médio. A única coisa em comum é que se usou o mesmo meio [o Facebook] para a mobilização.” Segundo ele, as ansiedades e as preocupações dos manifestantes são totalmente diferentes. “Não dá para comparar o regime autoritário que estava no Egito antes da “Primavera Árabe” com o Brasil, que antes das manifestações tinha um governo com 70% de aprovação.”
        Diferentemente de Green, McCann e Baer acreditam que a onda global recente de protestos indica que o Brasil pode não ser um caso único. Para McCann, comparações com os episódios na Turquia e mesmo com o movimento Occupy Wall Street, que ocorreu nos Estados Unidos em 2011, são pertinentes. “Certamente, as características brasileiras são um pouco diferentes. Mas as manifestações deixam claro que a mídia social e a comunicação instantânea ajudam a espalhar um modo de agir, ajudam a levantar pessoas.” Numa comparação com a Turquia, McCann diz que, embora o Brasil seja “muito mais democrático”, o perfil dos manifestantes é similar. “É uma faixa parecida da população - os jovens -, e o que se poderia chamar de nova classe média. São manifestações de consumidores e de cidadãos que estão exigindo um nível melhor de serviços do governo e de transparência.” Assim como no Occupy Wall Street, McCann identifica nas manifestações no Brasil uma insatisfação com a distribuição de renda e o entendimento de que o crescimento econômico em si não é bom para todo mundo. No Brasil, apesar de a desigualdade cair nos últimos 20 anos, o fato é que alguns enriquecem muito mais rapidamente e de forma mais expressiva do que a maioria, que continua com problemas cotidianos de saúde e transporte público, e não vai comprar mais a ideia de que tudo está ótimo porque tem as Olimpíadas e a Copa do Mundo.” Para o historiador Bryan McCann, as mobilizações acabaram com a utopia de que o Brasil tinha resolvido todos os seus problemas. Baer concorda que as manifestações no Brasil não devem ser vistas de maneira isolada. Mas diz que aqui parece existir insatisfação com questões específicas, como o reaparecimento da inflação e os atrasos em obras de infraestrutura. “É uma mistura de fatos que deixou a população insatisfeita. Não tenho uma teoria nova, são as mesmas especulações que todo mundo está fazendo. Combinando essas insatisfações em geral com o acesso à rede social, resulta esse tipo de acontecimento.” Mas o que o deixou um pouco surpreso é que, embora haja uma taxa de crescimento baixa da economia brasileira, o desemprego - que vem sendo objeto de manifestações em diversos países desenvolvidos - não aumentou. “Então, é muito difícil saber exatamente o que acontece. Acho que ninguém tem uma teoria certa. Nenhuma pessoa honesta pode dizer exatamente: “eu sei a causa de tudo isso””.
        Os brasilianistas observam diferenças nas atitudes dos governos dos diferentes países frente às manifestações. “De certa maneira, o governo brasileiro está reagindo”, diz Baer. “Parece que a presidente Dilma Rousseff sabe que alguma coisa precisa ser feita para atender às reivindicações. McCann concorda que o governo brasileiro procura responder aos protestos, diferentemente do que faz o primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, “que está tapando os ouvidos”. A presidenta Dilma, segundo ele, está acenando para o movimento popular. “Se vai dar em alguma coisa, não sei. A reforma política é necessária e isso está claro há uns dez anos. Green argumenta que, para se compreender o encadeamento de protestos no Brasil, é preciso pensar na relação com “as promessas de uma social-democracia justa e ampla que não estão sendo cumpridas por um governo que diz que tudo está melhorando”. A energia política liberada nas ruas, em diferentes manifestações de insatisfação, precisaria, num processo de desdobramento natural, ser combinada com um vigor correspondente na realização das mudanças reclamadas. Os protestos poderão incentivar uma disputa mais acirrada na próxima eleição presidencial. “Acho que a percepção é de que vai haver mais competição política e que a reeleição de Dilma não está garantida. Agora há realmente um debate, o que também é algo positivo”, diz McCann.
    (Adaptado de Valor Econômico, 19/07/2013, pp. 11-13.)
    O título do texto “Um olhar estrangeiro” se refere:
    Escolha uma alternativa para a questão 49ff1059-dc
  • Ciências Humanas

    História

    Leia o excerto do documento a seguir:

    E, portanto, os ditos lordes espirituais e temporais, e os comuns, respeitando suas respectivas cartas e eleições, estando agora reunidos como plenos e livres representantes desta nação [...] para reivindicar e garantir seus antigos direitos e liberdades:

    1) Que é ilegal o pretendido poder de suspender leis, ou a execução de leis, pela autoridade real, sem o consentimento do Parlamento.
    2) Que é ilegal o pretendido poder de revogar leis, ou a execução de leis, por autoridade real, como foi assumido e praticado em tempos passados.
    3) Que a comissão para criar o recente Tribunal de comissários para as causas eclesiásticas, e todas as outras comissões e tribunais de igual natureza, são ilegais e perniciosos.

    (Declaração Inglesa de Direitos - 1689. Disponível em: http://www.direitoshumanos.usp.br/ index.php/Documentos-anteriores-%C3%A0-cria%C3%A7%C3%A3o-da-Sociedade-dasNa%C3%A7%C3%B5es-at%C3%A9-1919/a-declaracao-inglesa-de-direitos-1689.html.
    Acesso em: 10 mar. 2019, às 14h10)

    Estabelecida em 1689, a Declaração de Direitos concretizou a chamada Revolução Gloriosa. De acordo com o texto e as características do movimento, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 003350ba-f0
  • Leia atentamente os excertos:

    Comparo o estado atual da América ao arruinado Império Romano – em que cada parte desmembrada formou um sistema político, conforme seus interesses e situação ou segundo a ambição particular de alguns chefes, famílias ou corporações [...] Por outro lado, não somos índios nem europeus, mas uma espécie intermediária entre os legítimos proprietários da terra e os usurpadores espanhóis, em suma, sendo americanos por nascimento e nossos direitos os da Europa, temos de disputá-los com os do país e nos mantermos nele contra a invasão dos invasores [...].

    (BOLÍVAR, Simón. Cartas da Jamaica. Discurso de 1815. In____Escritos políticos – Coleção Repertórios. Campinas: Unicamp, 1992, p. 60-61.)

    [O povo vietnamita] se ergueu como um só homem para resistir aos colonialistas franceses. [...] Há mais de dez anos, nossos irmãos do Sul combatem com heroísmo incomparável, aceitando incontáveis sacrifícios, para se libertarem do jugo atroz dos imperialistas americanos e seus lacaios. [...] Nossos compatriotas lutam obstinadamente para libertar o Sul, preservar o Norte, reunificar a pátria e contribuir para a salvaguarda da paz e da independência dos outros povos.

    (MINH, Ho-Chi. A resistência do Vietnam. Discurso de 1965. RJ: Laemmert, 1968, p. 238-239.)

    O discurso de Ho-Chi Minh foi proferido exatos 150 anos após o de Simón Bolívar, mas apresenta várias semelhanças com aquele. Assinale a alternativa na qual podem ser identificadas aproximações entre os dois discursos:
    Escolha uma alternativa para a questão 00307587-f0
  • Ciências Humanas

    História

    Atente para as informações:

    Imagem da questão de História, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2019, Guerra Fria e seus desdobramentos

    (Cartaz oficial da Spartakiada - Jogos Soviéticos dos Trabalhadores. Imagem disponível em: https://www.flickr.com/photos/44425842@N00/3749870799. Acesso em: 01 mar. 2019, às 09h00.)



    Em 1928 [...] o Comitê Olímpico Internacional (COI) celebrava a realização da nona edição das Olimpíadas modernas [na Holanda], com a participação de 46 países e 3.014 atletas. [...] O modelo de esporte burguês do Ocidente era condenado pelos sovietes, que pregavam que a prática esportiva deveria ser voltada à disciplina e à coletividade, e não a glórias individuais. E assim pensaram: se eles têm Olimpíada assim, vamos criar a nossa própria. [...] Como forma de valorizar a força do trabalhador, o nome do evento foi inspirado na história do gladiador trácio Espártaco, que feito escravo pelos romanos, lidera, em 71 a.C., o maior levante de escravos do Império Romano.

    (PADOVEZ, Élcio. A Revolta de Espártaco (1928-1936). 2018. Disponível em: http://infograficos.estadao.com.br/esportes/ copa/2018/russia/a-revolta-de-espartaco-1928-1936/. Acesso em: 01 mar. 2019, às 09h15.)


    Tomando por base as informações e levando em conta a situação política mundial em 1928, julgue os itens:

    I. A referência ao gladiador para nomear os jogos soviéticos, pode ser entendida como uma metáfora do trabalhador resistindo ao opressor, lutando pelo bem coletivo e não por glórias individuais, como nas olimpíadas ocidentais.

    II. A recusa da União Soviética em participar das Olimpíadas na Holanda faz parte do contexto de disputas ideológicas, que caracterizaram a Guerra Fria, que já naquele momento dominava o cenário político internacional.

    III. A história de Espártaco foi amplamente utilizada pelos soviéticos como forma de estimular os trabalhadores a não se sujeitarem às imposições dos capitalistas que ainda persistiam no país, levando a várias revoltas de caráter trabalhista.


    Está (ão) correto (s)

    Escolha uma alternativa para a questão 0029d3b8-f0
  • Em março de 2019, o Grêmio Recreativo e Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira sagrou-se campeão do carnaval carioca com o samba enredo “História para Ninar Gente Grande”. Leia o fragmento extraído da obra:


    Brasil, o teu nome é Dandara E a tua cara é de cariri Não veio do céu Nem das mãos de Isabel A liberdade é um dragão no mar de Aracati Salve os caboclos de julho Quem foi de aço nos anos de chumbo Brasil, chegou a vez De ouvir as Marias, Mahins, Marielles, malês.
    rasil, o teu nome é Dandara

    E a tua cara é de cariri

    Não veio do céu

    Nem das mãos de Isabel

    A liberdade é um dragão no mar de Aracati

    Salve os caboclos de julho

    Quem foi de aço nos anos de chumbo

    Brasil, chegou a vez

    De ouvir as Marias, Mahins, Marielles, malês.

    (Samba enredo da G.R.E.S. Estação Primeira de Mangueira/RJ. Disponível em: https://www.letras.mus.br/mangueira-rj/samba-enredo-2019- historias-para-ninar-gente-grande. Acesso em: 10 mar. 2019, às 10h15)

    O samba critica a noção de “história oficial”, contada pelos vencedores ao custo da vida de diversos heróis e heroínas quase anônimos, e tenta resgatar essas memórias, como é o caso da vereadora Marielle Franco, assassinada em 2018, enquanto liderava uma comissão que investigava milícias no Rio de Janeiro. Sobre a recuperação da memória desses heróis, é correto o que se afirma em: “

    Escolha uma alternativa para a questão 00231262-f0
  • Ciências Humanas

    História

    Atente para as informações:

    Figura 1 de 2 da questão de História, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2019, História do Brasil
    “O Dr. Passos com passo seguro foi à noite ao ex-paço e quando amanheceu o dia... foi um dia um barracão”.

    (Charge de K. Lixto, 1903. In____LEMOS, Renato (org.).Uma História do Brasil através da caricatura. RJ: Bom Tempo/JP Editora, 2001, p. 40.)

    Figura 2 de 2 da questão de História, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2019, História do Brasil
    “O Sr. nada tem que fazer em casa dos Srs. Deputados... Só pode atacar as casas dos particulares, e não os poupe; é carregar p’ra frente no povo miúdo”.

    (Charge de J. Carlos, 1904. In____LEMOS, Renato (org.). Ob. Cit., p. 41.)

    As reformas modernizadoras empreendidas pelo prefeito Pereira Passos no Rio de Janeiro incluem uma campanha de saneamento, levada a efeito pelo médico Oswaldo Cruz, diretor da Saúde Pública [...] [despertando] resistência de várias origens, que chegam ao ápice com a decretação da vacinação obrigatória, por lei de outubro de 1904. [Segundo alguns] sua orientação aos “mata-mosquitos” era a de não perturbar os poderosos e concentrar a ação nas residências populares [que associada a outros fatores, levaram] setores da população à Revolta da Vacina, em novembro de 1904.

    (LEMOS, Renato (org.). Ob. Cit., p. 41.)

    Pintou a situação em que ficaria a família proletária com a nova lei [de obrigatoriedade da vacina contra a varíola]. Ao voltar do trabalho, disse [o líder operário Vicente de Souza, em discurso no Centro das Classes Operárias, em novembro de 1904], o chefe fica “sem poder afirmar que a honra de sua família esteja ilesa, por haver aí penetrado desconhecido amparado pela proclamação da lei da violação do lar e da brutalização aos corpos de suas filhas e de sua esposa”. (CARVALHO, José Murilo de. Os bestializados. SP: Companhia das Letras, 1997, p. 100.)

    Durante o mandato de Francisco Pereira Passos como prefeito do Rio de Janeiro (1902-1906), dois projetos se combinaram para desencadear a chamada Revolta da Vacina: o de saneamento e higienização e o de reforma e modernização da cidade. Tomando por base as informações e o contexto por elas retratado, assinale o que for correto:
    Escolha uma alternativa para a questão 0016b1a6-f0
  • Linguagens

    Inglês

    Considere o cartum a seguir para responder à questão.

    Imagem da questão de Inglês, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (https://www.gocomics.com/nickanderson/2019/01/11 - Acessado em: 10/03/2019.

    De acordo com o cartum, Trump

    Escolha uma alternativa para a questão 00104b4b-f0
  • Linguagens

    Inglês

    Considere a notícia a seguir para responder à questão.
    Poetry for a surveillance society
    Joseph McAllister combines technologies with media to produce unique art Thu, Jun 14, 2018, 06:35 - Marie Boran

        I think that I shall never see a poem as lovely as a …webcam? Joseph McAllister describes himself as “a computational artist and privacy advocate”. He combines technologies like machine learning and programming with media including sculpture and interactive theatre to produce unique art for the increasingly technocratic age we live in.

        His latest work is Webcam Poetry, which uses a machine learning method known as “dense captioning”, a method that detects objects in video footage and produces descriptions in natural language. Combined with his own programming (he calls it his poetry engine), it takes live streaming webcam footage and “writes” poems based on what it sees. 

    (Adaptado de: https://www.irishtimes.com/business/technology/ poetry-for-a-surveillance-society-1.3528084 - Acessado em 07/03/2019.) 

    Segundo o texto, o trabalho “Webcam Poetry”
    Escolha uma alternativa para a questão 00076295-f0
  • Leia o texto a seguir:

    [No dia 31 de janeiro de 2018] encerrando as atividades do #JaneiroVermelho – Sangue Indígena, Nenhuma Gota a Mais, os povos indígenas realizam uma série de ações em todo país com o objetivo de denunciar a crescente ameaça que os povos originários e seus territórios têm sofrido, bem como os retrocessos impostos pelo Estado brasileiro. Estão previstas ações em pelo menos 22 estados e no Distrito Federal, onde também será realizado a coletiva de imprensa, às 15h em frente ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). No exterior, também estão sendo organizados atos em pelo menos seis países, entre eles a Suíça, Inglaterra, Estados Unidos, Canadá, Portugal e Irlanda.

    (Indígenas realizam mobilização nacional nesta quinta-feira, 31. Disponível em: https://mobilizacaonacionalindigena.wordpress.com/2019/01/30/ indigenas-realizam-mobilizacao-nacional-nesta-quinta-feira-31/ acesso em 13 mar. 2019, às 17h11min.)

    Com base no trecho da notícia reproduzida acima, bem como em seus conhecimentos sobre a questão indígena brasileira, leia as afirmativas a seguir: I. Um retrocesso é a transferência para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) das atribuições de identificar, demarcar e registrar terras indígenas (TIs), medida que esvazia a Fundação Nacional do Índio (Funai). II. Várias comunidades têm sido invadidas e atacadas por agentes ligados aos interesses dos ruralistas, garimpeiros e madeireiros, em flagrante violação aos direitos de posse e usufruto exclusivo dos povos indígenas. III. A demarcação de Terras Indígenas é uma garantia de proteção à bio- diversidade e à reprodução física e cultural dos povos indígenas, conforme assegura o texto constitucional. Está (ão) correta (s):
    Escolha uma alternativa para a questão ffdd60be-f0
  • Leia o texto e observe os dados a seguir:

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vê uma emergência nacional na fronteira. Trump alerta para “uma invasão” de imigrantes irregulares que cruzam sem cessar, sobrecarregando a polícia de imigração. O presidente relaciona esses imigrantes diretamente com o crime violento nas cidades (que está nos patamares mínimos históricos), uma relação que as próprias polícias locais negam e sobre a qual ele não conseguiu fornecer dados. Também considera que a fronteira é a origem da heroína consumida nos EUA, vinculando-a com a crise da dependência de opioides – que não são drogas ilegais, e sim compradas com receita médica. O crime violento e o vício das drogas no país, segundo Trump, são problemas que se solucionam construindo um muro.

    (A única emergência na fronteira é Trump. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/02/15/internacional/1550256705_489260.html/. Acesso em: 07 mar. 2019, às 18h30)
    Imagem da questão de Atualidades, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2019, Migração, Refugiados e Demografia na Atualidade

    (Muro de Trump: 7 gráficos para entender polêmico projeto na fronteira EUA-México que paralisou governo americano. Imagem disponível em: https://www.bbc.com/ portuguese/internacional-46944513. Acesso em: 07 mar. 2019, às 18h35.)

    Principal promessa eleitoral de Donald Trump em 2016, a construção de um muro separando a fronteira entre México e Estados Unidos da América continua como promessa política. Sobre as polêmicas envolvendo tal obra, é correto o que se afirma em:

    Escolha uma alternativa para a questão ffce78fd-f0
  • Matemática

    Matemática

    A geometria do incêndio florestal

        A superfície afetada pela propagação do incêndio tem formas geométricas distintas em função dos fatores que interferem na propagação do fogo. Nos incêndios em áreas planas, com combustíveis uniformes e contínuos, a propagação tenderá a uma forma circular. Sob a ação do vento, pode transformar-se em elipsoidal.
    Imagem da questão de Matemática, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2019, Geometria Plana

    (“Investigação de Incêndios Florestais”, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. Ministério do Meio Ambiente. Página 32.)

    Um dos problemas da fiscalização nos combates a focos de incêndios florestais é o tempo necessário para se identificar um foco de incêndio: uma determinada tecnologia detecta o incêndio quando este atinge uma área mínima de 6000 km2 

    Suponha que um foco de incêndio possua área inicial de 3 km2 e se propague de forma circular, com a medida de seu raio aumentando constantemente à velocidade de 4 km/h. Assim, o tempo mínimo necessário para que essa tecnologia detecte o incêndio está entre:

    (Nesta questão, considere π ≈ 3)
    Escolha uma alternativa para a questão ffb9f21a-f0
  • Matemática

    Matemática

    Para fiscalizar a segurança de moradias em áreas de risco de desabamentos, um drone fotografa a região e, a partir da foto, localiza cada ponto desta região por meio de um sistema de coordenadas cartesianas.

    Figura 1 de 2 da questão de Matemática, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2019, Geometria Plana

    Uma determinada região foi representada no sistema cartesiano formando o pentágono OABCD, com as coordenadas de seus vértices descritas na figura a seguir:

    Figura 2 de 2 da questão de Matemática, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2019, Geometria Plana
    Com o intuito de otimizar a fiscalização desta região, esse drone dividiu-a em duas regiões menores, com áreas iguais, por meio de uma reta vertical, o que permitiu duas equipes de fiscalização trabalharem simultaneamente.

    A reta que delimita a região em que cada uma das equipes trabalhou possui equação
    Escolha uma alternativa para a questão ffb1379b-f0
  • Matemática

    Matemática

    Observe o trecho da reportagem a seguir para responder a próxima questão:

        O número de operações de fiscalização para a erradicação do trabalho escravo caiu 23,5% em 2017 em comparação com o ano anterior, segundo dados do Ministério do Trabalho. Foram realizadas 88 operações em 175 estabelecimentos em 2017, contra 115 em 2016. É a menor atuação das equipes de erradicação desde 2004, quando foram feitas 78 fiscalizações.
    Imagem da questão de Matemática, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2019, Estatística
    (Ministério do Trabalho)

        Considerando que a identificação de trabalho escravo é baseada em denúncias e fiscalizações, os números mais baixos não representam necessariamente uma menor incidência do crime no país.

    (https://g1.globo.com/economia/noticia/n-de-operacoes-contra-trabalho-escravo-cai235-em-1-ano-total-de-resgatados-e-o-menor-desde-1998.ghtml.)

    Referente às quantidades de trabalhadores resgatados no período de 2010 a 2013, sabe-se que:
    • a média dessas quantidades foi de 2685,5 trabalhadores;
    • a mediana dessas quantidades foi de 2717 trabalhadores.

    Assim, é possível concluir corretamente que a diferença entre as quantidades de trabalhadores resgatados em 2012 e 2011 foi:
    Escolha uma alternativa para a questão ffaaf10c-f0