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Instituição

Questões: Centro universitário FAG — com gabarito

604 questões de Centro universitário FAG, de 2013 a 2019. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 604 questões
  • 7 provas

Resultados: 604 questões

Página 30 de 31

  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Um casal normal para a hemofilia - doença recessiva ligada ao cromossoma X - gerou quatro crianças: duas normais e duas hemofílicas. Considerando-se essas informações e outros conhecimentos sobre o assunto, é INCORRETO afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão db3886b0-e0
  • Colombianos rejeitam acordo de paz com as FARC


    “Para que a consulta popular fosse válida, era necessário um mínimo de 4.536.992 votos "sim", fasquia que foi ultrapassada.
    Os eleitores colombianos rejeitaram, em referendo, o acordo de paz do Governo com a guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC).
    De acordo com os resultados oficiais, quando estavam escrutinadas 99,08% das mesas, 50,24% dos votantes (6.400.516) disseram "não" ao acordo e 49,75% (6.338.473) disseram "sim".”
    http://www.dn.pt/mundo/


    Sobre as FARC, assinale a alternativa incorreta.
    Escolha uma alternativa para a questão db483928-e0
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Os salmões são peixes migratórios, que vivem em água salgada, mas migram para as águas doces de rios na época da reprodução. Para assegurar o equilíbrio osmótico de seu corpo, esses peixes que migram temporariamente da água salgada para água doce e vice-versa, apresentam o seguinte mecanismo:


    Escolha uma alternativa para a questão db51797a-e0
  • Ciências Humanas

    História

    Leia o trecho abaixo


    “O procurador geral da República, Rodrigo Janot, defendeu acordos de delação premiada no combate ao crime organizado nesta segunda-feira (17/10), durante evento realizado pela Organização das Nações Unidas (ONU), em Viena. Atualmente, a Procuradoria vive impasse com a Polícia Federal sobre a qual das instituições cabe a responsabilidade de conduzir o instituto”.


    http://epocanegocios.globo.com/



    As investigações da operação Lava Jato colocaram a figura do delator no centro das atenções, ao fazer uso da delação premiada, isso porque:

    Escolha uma alternativa para a questão db55e493-e0
  • A economia brasileira diminuiu o ritmo de crescimento dos últimos tempos devido a crise econômica, um dos fatores que influencia é a alta do dólar. O dólar é a moeda do comércio internacional. O preço do dólar é influenciado pela lei mais básica do mercado: a da oferta e da procura. Se há muito dólar circulando, o preço cai. Se há pouco, o preço sobe. A seguir estão as razões da atual elevação do preço da moeda americana no Brasil e os efeitos na economia. Relacione corretamente cada aspecto com sua característica:


    1-BAIXA OFERTA

    2- ESTADOS UNIDOS

    3- AJUSTE FISCAL

    4- PREÇO DOS IMPORTADOS

    5-EXPORTAÇÕES

    6-INFLAÇÃO



    (.....) Quanto mais alto o dólar, melhor, os produtos ficam mais baratos lá fora e vendem mais. Porém, no caso do Brasil, os números da balança comercial mostram que não tem sido fácil vender produtos do Brasil no exterior, mesmo com o câmbio favorável. Os entraves estão na baixa produtividade dos trabalhadores brasileiros e na alta carga tributária, que encarece os produtos.

    (.....) A alta no preço dos produtos entra no cálculo, que aumenta e, por sua vez, impacta no reajuste da maior parte dos preços no país. "O consumidor perde feio. [...] Para o cidadão comum, a percepção é que se está ficando mais pobre", diz Fabio Kanczuk, da FEA-USP.

    (.....) Quando estrangeiros fazem investimentos ou compram ações e títulos no Brasil, eles trazem dólares ao país, que aqui é trocado por reais. Com um cenário de insegurança sobre o futuro da economia – como no caso do Brasil, que tem adotado medidas para tentar equilibrar as contas públicas – os investidores deixam de trazer seus dólares para o país.

    (.....) O efeito mais imediato da alta do dólar para o consumidor é o aumento do preço de produtos importados ou fabricados com insumos de outros países.

    (.....) A economia americana é considerada de risco zero: ou seja, quem investe lá não corre risco de perder – embora os ganhos sejam poucos por conta dos juros quase em zero. Porém, caso haja aumento de juros, os investidores passarão a ter possibilidade de ganho investindo na economia mais segura do mundo.

    (.....) Sem ele, a capacidade do país de atrair capital estrangeiro fica ainda mais difícil, já que aumenta o risco de "calote" para os investidores



    Assinale a opção que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.

    Escolha uma alternativa para a questão db597c55-e0
  • Ciências Humanas

    História

    Leia o trecho abaixo:


    “A primeira mobilização nas ruas contra a PEC 241, embora realizada por grupos parecidos com os que lideraram as marchas pelo fora Temer, não ocorreu com a mesma pujança que os atos contra o impeachment. Realizada nesta segunda-feira em São Paulo, a marcha não levou mais que 10.000 pessoas às ruas da cidade, segundo números dos manifestantes. A expectativa era que ao menos 20.000 pessoas se juntassem ao coro dos que são contra a proposta do Governo.

    O ato, convocado em mais nove cidades para ocorrer simultaneamente, saiu da frente do MASP às 19h30. Por volta das 21h30, chegou ao ponto final: a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), na avenida Brigadeiro Faria Lima, zona oeste da cidade. Segundo Márcio Moretto Ribeiro, membro do coletivo Democracia na Real, que convocou o ato, a escolha do destino final se deu pela relação com a proposta do movimento em alternativa à PEC 241. O coletivo não entrou em contato com outros movimentos para este ato porque, segundo Ribeiro, o movimento é autônomo, sem a participação de partidos políticos. "Este é um ato da sociedade civil contra a PEC 241", diz. "Não queríamos que entrasse na dicotomia contra o impeachment". Apesar disso, os gritos de "fora Temer" tiveram força em vários momentos da marcha, que ocorreu sem repressão policial.”


    http://brasil.elpais.com/brasil/2016/10/17/politica (Adaptado)



    A respeito da PEC 241 analise as afirmações:



    I- A PEC 241 é uma proposta de emenda constitucional que cria um teto para os gastos públicos.

    II- A proposta é congelar as despesas do Governo Federal, com cifras corrigidas pela inflação, por até 20 anos.

    III- Um dos objetivos é frear a trajetória de crescimento dos gastos públicos e tenta equilibrar as contas públicas.

    IV- A PEC já foi aprovada e entrará em vigor a partir de 2017, por isso os diversos protestos.




    Assinale a alternativa correta


    Escolha uma alternativa para a questão db688274-e0
  • Linguagens

    Português

    Texto 1: A CRISE E SUAS INTERPRETAÇÕES


    Quanto mal uma mídia partidarizada pode causar a um País? Que prejuízos a irresponsabilidade dos veículos de comunicação traz à sociedade?


    No Brasil, essas não são perguntas acadêmicas. Ao contrário. Em nossa história, sobram exemplos de períodos em que a “grande imprensa”, movida por suas opções políticas, jogou contra os interesses da maioria da população. Apoiou ditaduras, avalizou políticas antipopulares, fingiu não ver os desmandos de aliados. O instituto Vox Populi acaba de realizar uma pesquisa nacional sobre sentimentos e expectativas a respeito da economia. O levantamento deixa claro o preço que pagamos por ter a mídia que temos.
    A pesquisa tratou principalmente de inflação e desemprego e mostra que a opinião pública vive um pesadelo. Olha com desconfiança o futuro, teme a perda de renda e emprego, prefere não consumir e não tem disposição de investir. Está com medo da “crise”.
    Todos sabem quão importante é o papel das expectativas na vida econômica. Quando a maioria das pessoas se convence de que as coisas não vão bem, seu comportamento tende a produzir aquilo que teme: a desaceleração da economia e a diminuição do investimento público. A “crise” é, em grande parte, provocada pelas expectativas. Estampada em manchetes e com tratamento de luxo nos noticiários de tevê, a “crise econômica” estava na pauta dos meios de comunicação muito antes de se tornar uma preocupação real da sociedade. Há ao menos dois anos, é o principal assunto.
    A nova pesquisa mostra que a quase totalidade dos brasileiros, depois de ser bombardeada durante tanto tempo com a noção de “crise”, perdeu a capacidade de enxergar com realismo a situação da economia. A respeito da quantia imaginada para comprar, daqui a um mês, o que compram atualmente com 100 reais, apenas 2% dos entrevistados estimaram um valor próximo àquele. Os demais 98% desconfiam de que vão precisar de mais ou de muito mais. Desse total, 73% temem uma alta dos preços superior a 10%. Quase a metade, 47%, estima uma inflação acima de 20%. E não menos de 35% receiam que os preços subirão mais de 30% em um mês.
    Os números são semelhantes nas análises do desemprego. Apenas 7% dos entrevistados sabem que hoje menos de dez indivíduos em cada cem estão desempregados. Cerca de um quarto acredita que o desemprego varie de 10% a 30% da força de trabalho e 38% imaginam que a proporção de brasileiros sem emprego ultrapassa os 40%. Por esse raciocínio, o cenário até o fim do ano seria dantesco: quase 40% acreditam que o desemprego em dezembro punirá mais da metade da população ativa. Para tanta desinformação e medo do futuro, muitos fatores contribuem. Nossa cultura explica parte desses temores. Os erros do governo, especialmente de comunicação, são responsáveis por outra. Mas a maior responsável é a mídia hegemônica.
    Ninguém defende que a população seja mantida na ignorância em relação aos problemas reais enfrentados pela economia. Mas vemos outra coisa. A mídia deseduca ao deformar a realidade e por nada fazer para seus leitores e espectadores desenvolverem uma visão realista e informada do País. Fabrica assustados para produzir insatisfeitos.
    Com isso, torna-se agente do agravamento de uma crise que estimulou e continua a estimular, apesar de seu custo para as famílias e para o Brasil. (COIMBRA, Marcos. Revista Carta Capital. Disponível em:
    http://www.cartacapital.com.br/revista/852/acrise-e-suas-interpretacoes-4986.html. 
    O Texto 1 discorre, entre outras questões, sobre a atual crise econômica pela qual está passando o nosso país. Contudo, pode-se dizer que sua principal finalidade é discutir:
    Escolha uma alternativa para a questão ef1851be-eb
  • Linguagens

    Português

    Texto 1: A CRISE E SUAS INTERPRETAÇÕES


    Quanto mal uma mídia partidarizada pode causar a um País? Que prejuízos a irresponsabilidade dos veículos de comunicação traz à sociedade?


    No Brasil, essas não são perguntas acadêmicas. Ao contrário. Em nossa história, sobram exemplos de períodos em que a “grande imprensa”, movida por suas opções políticas, jogou contra os interesses da maioria da população. Apoiou ditaduras, avalizou políticas antipopulares, fingiu não ver os desmandos de aliados. O instituto Vox Populi acaba de realizar uma pesquisa nacional sobre sentimentos e expectativas a respeito da economia. O levantamento deixa claro o preço que pagamos por ter a mídia que temos.
    A pesquisa tratou principalmente de inflação e desemprego e mostra que a opinião pública vive um pesadelo. Olha com desconfiança o futuro, teme a perda de renda e emprego, prefere não consumir e não tem disposição de investir. Está com medo da “crise”.
    Todos sabem quão importante é o papel das expectativas na vida econômica. Quando a maioria das pessoas se convence de que as coisas não vão bem, seu comportamento tende a produzir aquilo que teme: a desaceleração da economia e a diminuição do investimento público. A “crise” é, em grande parte, provocada pelas expectativas. Estampada em manchetes e com tratamento de luxo nos noticiários de tevê, a “crise econômica” estava na pauta dos meios de comunicação muito antes de se tornar uma preocupação real da sociedade. Há ao menos dois anos, é o principal assunto.
    A nova pesquisa mostra que a quase totalidade dos brasileiros, depois de ser bombardeada durante tanto tempo com a noção de “crise”, perdeu a capacidade de enxergar com realismo a situação da economia. A respeito da quantia imaginada para comprar, daqui a um mês, o que compram atualmente com 100 reais, apenas 2% dos entrevistados estimaram um valor próximo àquele. Os demais 98% desconfiam de que vão precisar de mais ou de muito mais. Desse total, 73% temem uma alta dos preços superior a 10%. Quase a metade, 47%, estima uma inflação acima de 20%. E não menos de 35% receiam que os preços subirão mais de 30% em um mês.
    Os números são semelhantes nas análises do desemprego. Apenas 7% dos entrevistados sabem que hoje menos de dez indivíduos em cada cem estão desempregados. Cerca de um quarto acredita que o desemprego varie de 10% a 30% da força de trabalho e 38% imaginam que a proporção de brasileiros sem emprego ultrapassa os 40%. Por esse raciocínio, o cenário até o fim do ano seria dantesco: quase 40% acreditam que o desemprego em dezembro punirá mais da metade da população ativa. Para tanta desinformação e medo do futuro, muitos fatores contribuem. Nossa cultura explica parte desses temores. Os erros do governo, especialmente de comunicação, são responsáveis por outra. Mas a maior responsável é a mídia hegemônica.
    Ninguém defende que a população seja mantida na ignorância em relação aos problemas reais enfrentados pela economia. Mas vemos outra coisa. A mídia deseduca ao deformar a realidade e por nada fazer para seus leitores e espectadores desenvolverem uma visão realista e informada do País. Fabrica assustados para produzir insatisfeitos.
    Com isso, torna-se agente do agravamento de uma crise que estimulou e continua a estimular, apesar de seu custo para as famílias e para o Brasil. (COIMBRA, Marcos. Revista Carta Capital. Disponível em:
    http://www.cartacapital.com.br/revista/852/acrise-e-suas-interpretacoes-4986.html. 
    De acordo com a Nova Ortografia da Língua Portuguesa, no trecho “Apoiou ditaduras, avalizou políticas antipopulares, fingiu não ver os desmandos de aliados (...)” o termo destacado:


    I. deveria ter sido grafado com hífen, como em anti-higiênico e anti-inflacionário.
    II. está adequadamente grafado, obedecendo à regra em que prefixo terminado em vogal se junta com a palavra iniciada por consoante.
    III. está adequadamente grafado, assim como em antiaéreo e antiprofissional.
    IV. tem como facultativo o emprego do hífen, visto que o Novo Acordo Ortográfico ainda é recente.
    V. obedece à mesma regra que palavras formadas por prefixos como super-, ultra- e sub-


    Estão CORRETAS as proposições
    Escolha uma alternativa para a questão ef1f89f4-eb
  • Linguagens

    Português

    Texto 2: Repórter Policial


        [...] Assim como o locutor esportivo jamais chamou nada pelo nome comum, assim também o repórter policial é um entortado literário. Nessa classe, os que se prezam nunca chamariam um hospital de hospital. De jeito nenhum. É nosocômio. Nunca, em tempo algum, qualquer vítima de atropelamento, tentativa de morte, conflito, briga ou simples indisposição intestinal foi parar num hospital. Só vai para o nosocômio.E assim sucessivamente.
        Qualquer cidadão que vai à Polícia prestar declarações que possam ajudá-la numa diligência (apelido que eles puseram no ato de investigar), é logo apelidada de testemunha chave. Suspeito é Mister X, advogado é causídico, soldado é militar, marinheiro é naval, copeira é doméstica e, conforme esteja deitada, a vítima de um crime – de costas ou de barriga pra baixo – fica numa destas duas incômodas posições: decúbito dorsal ou decúbito ventral.
        Num crime descrito pela imprensa sangrenta, a vítima nunca se vestiu. A vítima trajava. Todo mundo se veste… mas, basta virar vítima de crime, que a rapaziada sadia ignora o verbo comum e mete lá: “A vítima traja terno azul e gravata do mesmo tom”. Eis, portanto, que é preciso estar acostumado ao “métier” para morar no noticiário policial. Como os locutores esportivos, a Delegacia do Imposto de Renda, os guardas de trânsito, as mulheres dos outros, os repórteres policiais nasceram para complicar a vida da gente. Se um porco morde a perna de um caixeiro de uma dessas casas da banha, por exemplo, é batata…a manchete no dia seguinte tá lá: “Suíno atacou comerciário”.
        Outro detalhezinho interessante: se a vítima de uma agressão morre, tá legal, mas se — ao contrário — em vez de morrer fica estendida no asfalto, está prostrada. Podia estar caída, derrubada ou mesmo derribada, mas um repórter de crime não vai trair a classe assim à toa. E castiga na página: "Naval prostrou desafeto com certeira facada." Desafeto — para os que são novos na turma — devemos explicar que é inimigo, adversário, etc. E mais: se morre na hora, tá certo; do contrário, morrerá invariavelmente ao dar entrada na sala de operações.
        De como vive a imprensa sangrenta, é fácil explicar. Vive da desgraça alheia, em fotos ampliadas. Um repórter de polícia, quando está sem notícia, fica na redação, telefonando pras delegacias distritais ou para os hospitais, perdão, para os nosocômios, onde sempre tem um cupincha de plantão. [...]
    Fonte: STANISLAW, Ponte Preta. São Paulo: Moderna, 1986.
    Assinale a alternativa correta quanto ao que esclarece o texto 2:
    Escolha uma alternativa para a questão ef2298c4-eb
  • Linguagens

    Português

    Texto 2: Repórter Policial


        [...] Assim como o locutor esportivo jamais chamou nada pelo nome comum, assim também o repórter policial é um entortado literário. Nessa classe, os que se prezam nunca chamariam um hospital de hospital. De jeito nenhum. É nosocômio. Nunca, em tempo algum, qualquer vítima de atropelamento, tentativa de morte, conflito, briga ou simples indisposição intestinal foi parar num hospital. Só vai para o nosocômio.E assim sucessivamente.
        Qualquer cidadão que vai à Polícia prestar declarações que possam ajudá-la numa diligência (apelido que eles puseram no ato de investigar), é logo apelidada de testemunha chave. Suspeito é Mister X, advogado é causídico, soldado é militar, marinheiro é naval, copeira é doméstica e, conforme esteja deitada, a vítima de um crime – de costas ou de barriga pra baixo – fica numa destas duas incômodas posições: decúbito dorsal ou decúbito ventral.
        Num crime descrito pela imprensa sangrenta, a vítima nunca se vestiu. A vítima trajava. Todo mundo se veste… mas, basta virar vítima de crime, que a rapaziada sadia ignora o verbo comum e mete lá: “A vítima traja terno azul e gravata do mesmo tom”. Eis, portanto, que é preciso estar acostumado ao “métier” para morar no noticiário policial. Como os locutores esportivos, a Delegacia do Imposto de Renda, os guardas de trânsito, as mulheres dos outros, os repórteres policiais nasceram para complicar a vida da gente. Se um porco morde a perna de um caixeiro de uma dessas casas da banha, por exemplo, é batata…a manchete no dia seguinte tá lá: “Suíno atacou comerciário”.
        Outro detalhezinho interessante: se a vítima de uma agressão morre, tá legal, mas se — ao contrário — em vez de morrer fica estendida no asfalto, está prostrada. Podia estar caída, derrubada ou mesmo derribada, mas um repórter de crime não vai trair a classe assim à toa. E castiga na página: "Naval prostrou desafeto com certeira facada." Desafeto — para os que são novos na turma — devemos explicar que é inimigo, adversário, etc. E mais: se morre na hora, tá certo; do contrário, morrerá invariavelmente ao dar entrada na sala de operações.
        De como vive a imprensa sangrenta, é fácil explicar. Vive da desgraça alheia, em fotos ampliadas. Um repórter de polícia, quando está sem notícia, fica na redação, telefonando pras delegacias distritais ou para os hospitais, perdão, para os nosocômios, onde sempre tem um cupincha de plantão. [...]
    Fonte: STANISLAW, Ponte Preta. São Paulo: Moderna, 1986.
    “Nunca, em tempo algum, qualquer vítima de atropelamento, tentativa de morte, conflito, briga ou simples indisposição intestinal foi parar num hospital”. Pela afirmativa do narrador, depreendesse que:
    Escolha uma alternativa para a questão ef26463d-eb
  • Linguagens

    Literatura

    Através da trajetória do narrador-personagem, Castelo, no conto “O homem que sabia javanês”, de Lima Barreto, revela-se uma crítica:
    Escolha uma alternativa para a questão ef28dca1-eb
  • Linguagens

    Literatura

    A respeito do conto “Pai contra mãe” de Machado de Assis, assinale a alternativa CORRETA:
    Escolha uma alternativa para a questão ef2b9d94-eb
  • Linguagens

    Inglês

    Text 1:


    “ Autism affects one in 45 children in the United States, almost twice the rate from a few years ago, said a survey Friday that uses a new approach to assess the frequency of the developmental disorder. The latest figures may reflect a more accurate picture of autism spectrum disorder, said the report by the Centers for Disease Control and Prevention's (CDC) National Center for Health Statistics, and so does not necessarily mean that there is a ballooning autism epidemic.
    In fact, the study found that while autism spectrum diagnoses are more frequent than in the past, the overall number of people affected by neurodevelopment problems has not risen, but has remained steady over time. Autism spectrum disorder is a developmental disability that may cause a person to have difficulty behaving, learning, communicating and interacting with people. It is believed to be influenced by genetic and environmental factors, though scientists do not fully understand all its causes.”
    According to the text 1, choose the best reason why the author wrote this article:
    Escolha uma alternativa para a questão ef318a94-eb
  • Linguagens

    Inglês

    Text 2 - How to Tell if Your Sunscreen Protects You From the Sun - Here’s what you need to know.


        Don’t go overboard with the SPF. The American Academy of Dermatology recommends using an SPF of at least 30, but most experts agree to not go over 50. It’s not that a higher SPF doesn’t provide any more protection, but once you get above 50, that increase is negligible. Case in point: SPF 50 blocks about 97% of UVB rays, while SPF 100 blocks about 99%.
        But most sunscreen users don’t think about that; rather, they see a number that’s twice as high and assume they’ll get twice as much protection or that the protection will last twice as long, which cultivates a false sense of security that could lead to a bad burn. “SPF values above 50 are really misleading,” Lunder says. “They offer a very small increase in sunburn [UVB] protection, and they don't offer better UVA protection.” She says that the FDA is considering a rule to cap SPF values at 50, but nothing has been finalized.
        And then there’s the fact that, although the increase in SPF doesn’t add much protection, it could increase your chances of negative side effects from the ingredients. “We do not recommend SPF of 50 or higher, as the minimal added protection does not outweigh the exponentially more active ingredients required to do so,” Chris Birchby, the founder of the sun-care line Coola, tells Teen Vogue. “More active ingredients increase the chances of skin irritation.”
    http://www.teenvogue.com/story/how-to-tell-if-sunscreen-protects-you-from-the-sun
    If you use a SPF above 50 the increase is:
    Escolha uma alternativa para a questão ef3456a7-eb
  • Linguagens

    Inglês

    Text 2 - How to Tell if Your Sunscreen Protects You From the Sun - Here’s what you need to know.


        Don’t go overboard with the SPF. The American Academy of Dermatology recommends using an SPF of at least 30, but most experts agree to not go over 50. It’s not that a higher SPF doesn’t provide any more protection, but once you get above 50, that increase is negligible. Case in point: SPF 50 blocks about 97% of UVB rays, while SPF 100 blocks about 99%.
        But most sunscreen users don’t think about that; rather, they see a number that’s twice as high and assume they’ll get twice as much protection or that the protection will last twice as long, which cultivates a false sense of security that could lead to a bad burn. “SPF values above 50 are really misleading,” Lunder says. “They offer a very small increase in sunburn [UVB] protection, and they don't offer better UVA protection.” She says that the FDA is considering a rule to cap SPF values at 50, but nothing has been finalized.
        And then there’s the fact that, although the increase in SPF doesn’t add much protection, it could increase your chances of negative side effects from the ingredients. “We do not recommend SPF of 50 or higher, as the minimal added protection does not outweigh the exponentially more active ingredients required to do so,” Chris Birchby, the founder of the sun-care line Coola, tells Teen Vogue. “More active ingredients increase the chances of skin irritation.”
    http://www.teenvogue.com/story/how-to-tell-if-sunscreen-protects-you-from-the-sun
    Chris Birchby, founder of sun-care Coola argues that:
    Escolha uma alternativa para a questão ef3722fe-eb
  • Matemática

    Matemática

    Sejam A e B subconjuntos finitos de um mesmo conjunto X, tais que n(B - A), n(A - B) e n(A ∩ B) formam, nesta ordem, uma progressão aritmética de razão r > 0. Sabendo que n(B - A) = 4 e n(A U B) + r = 64, então, n(A - B) é igual a
    Escolha uma alternativa para a questão ef3a5fd6-eb
  • Ciências da Natureza

    Física

    Um espelho esférico, cujo raio de curvatura é igual a 0,30m, tem sua face côncava voltada na direção do Sol. Uma imagem do Sol é formada pelo espelho. A distância dessa imagem até o espelho é:
    Escolha uma alternativa para a questão ef43b9e7-eb
  • Ciências da Natureza

    Química

    Em uma aula de química orgânica, o professor escreveu no quadro a fórmula C4H8O e perguntou a quatro alunos que composto tal fórmula poderia representar. As respostas foram

    Imagem da questão de Química, Centro universitário FAG 2017, Isomeria: Isomeria Plana: Cadeia, Posição, Compensação, Função e Tautomeria.

    O professor considerou certas as respostas dadas pelos alunos
    Escolha uma alternativa para a questão ef4cf237-eb
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    O fósforo branco P„ é tão reativo que deve ser guardado em água para não se inflamar espontaneamente:

    P4 + 5 O2 → P4O10 + calor.


    O fósforo vermelho, muito mais seguro, encontra-se na lixa da caixinha de fósforos. Quando riscado, transforma-se em P4 que pega fogo.
    O calor gerado inicia a reação entre as substâncias presentes na cabeça do palito. A reação global é:

    Imagem da questão de Biologia, Centro universitário FAG 2017, A química da vida
    (Adaptado de Luis Fernando Pereira. "Folha de S. Paulo". 10/06/2004)

    O fósforo (P) é um importante nutriente para as plantas. Isso porque ele é componente de moléculas orgânicas como as de
    Escolha uma alternativa para a questão ef56ede5-eb
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    As Angiospermas são as plantas mais adaptadas aos ambientes terrestres. A maioria apresenta nutrição autótrofa fotossintetizante, mas algumas espécies não realizam fotossíntese, vivendo da seiva elaborada que retiram de outro vegetal, o hospedeiro.
    Essas plantas que não realizam fotossíntese podem ser caracterizadas como, EXCETO:
    Escolha uma alternativa para a questão ef59a522-eb