Pular para o conteúdo

Prova

Prova de 2014: Universidade Federal de Goiás (UFG) — questões com gabarito

52 questões da prova de 2014 de Universidade Federal de Goiás (UFG), em Química, Português, Física, Geografia e mais matérias. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 52 questões
  • 7 matérias

Resultados: 52 questões

Página 2 de 3

  • Ciências da Natureza

    Química

    A calorimetria pode ser utilizada para determinar a quantidade de calor necessária para promover a mudança de estado físico de substâncias puras. O etanol puro apresenta densidade de, aproximadamente, 0,80 g.mL-1 e entra em ebulição à 78 °C. A capacidade calorífica específica do etanol líquido é 2,40 J.g-1 .K-1 , e sua entalpia de vaporização é 856 J.g -1 . De acordo com os dados apresentados, a quantidade de energia térmica, em kJ, necessária para que 0,625 L de etanol líquido a 20 °C passe totalmente para o estado gasoso a 78 °C é, aproximadamente, igual a
    Escolha uma alternativa para a questão 95dd2efb-ab
  • Ciências da Natureza

    Química

    A síntese da amônia é determinada pelo processo de Haber-Bosch e a sua equação química não balanceada está mostrada a seguir.

                            N2(g) + H2(g) Imagem da questão de Química, UFG 2014, Equilíbrio QuímicoNH3(g)

    Em uma mistura dos três gases, a 480 °C, a constante de equilíbrio é, aproximadamente, igual a 1,5 x 10-5 . Supondo-se que as pressões parciais de N2 e de H2 sejam iguais a 0,6 e 1,0 atm, respectivamente, a pressão parcial de NH3 nessa mistura em equilíbrio, em atm, é igual a
    Escolha uma alternativa para a questão 96d0d30d-ab
  • Ciências da Natureza

    Química

    A fórmula mínima ou fórmula empírica de um composto indica a menor proporção de números inteiros de átomos constituintes de uma substância. A aspirina, um composto formado por C, H e O contém 60,0% de C em massa. Se 18,00 g do composto contém 4,82 x 1023 átomos de H, a fórmula empírica do composto será
    Escolha uma alternativa para a questão 97c26df7-ab
  • Ciências da Natureza

    Química

    O sulfato de bário, por ser insolúvel em água e não ser absorvido pelos tecidos, é muito utilizado como um meio de contraste em exames radiológicos. Ele funciona como um marcador tecidual que permite verificar a integridade da mucosa de todo o trato gastrointestinal, delineando cada segmento. Sua síntese pode ser realizada a partir da equação a seguir

    BaCl2(s) + Na2SO4(aq) → BaSO4(s) + 2NaCl(aq)

    Se 5,2 g de BaCl2 são misturados com 5,0 g de Na2SO4, a massa aproximada de BaSO4 obtida, em gramas, será de

    Massas Molares (g.mol-1 )
    BaCl2 = 208
    Na2 SO4 = 142
    BaSO4 = 233
    NaCl = 58,5
    Escolha uma alternativa para a questão 98b35765-ab
  • Ciências da Natureza

    Química

    Para adquirir estabilidade, os elementos químicos perdem ou ganham elétrons se transformando em íons positivos ou negativos que apresentam configurações eletrônicas de gases nobres. Um exemplo desse processo está representado a seguir.

    Cl + e- → Cl-
    Na - e- → Na+

    Como resultado dessas transferências de elétrons, os raios iônicos das espécies Cl - e Na+ , quando comparado com seus respectivos raios atômicos, irão, respectivamente
    Escolha uma alternativa para a questão 99a50218-ab
  • Ciências da Natureza

    Química

    A vanilina é um composto orgânico aromático que confere o sabor de baunilha aos alimentos e apresenta a estrutura química mostrada a seguir.

                                  Imagem da questão de Química, UFG 2014, Principais Funções Orgânicas: Hidrocarbonetos: Alcano, Alceno, Alcino, Alcadieno, Ciclos Alcano e Alceno, Aromáticos. Haletos.

    Nessa molécula, encontra-se presente o grupo funcional característico de um(a)
    Escolha uma alternativa para a questão 9a9703bd-ab
  • Ciências da Natureza

    Química

    A solubilidade da maioria dos solutos sólidos aumenta à medida que a temperatura da solução se eleva. Esse comportamento pode ser previsto através da representação gráfica da solubilidade das diversas espécies químicas em função da temperatura, como mostrado na figura a seguir.

                            Imagem da questão de Química, UFG 2014, Soluções e Substâncias Inorgânicas

    De acordo com o gráfico, quando uma solução de KClO3 for preparada pela dissolução de 70 g do sal em 250 g de água a uma temperatura de 70 °C e, em seguida, o sistema for resfriado até a temperatura de 30 °C, a massa, em gramas, do sal que precipitará será de, aproximadamente,
    Escolha uma alternativa para a questão 9b86b7c4-ab
  • Ciências da Natureza

    Química

    Na maioria dos alcanos, o aumento da massa molecular eleva a temperatura de ebulição de suas moléculas. Entretanto, quando se trata de isômeros, a análise da estrutura química desses compostos permite comparar as suas temperaturas de ebulição. Alguns alcanos que são isômeros constitucionais estão mostrados a seguir.

                            Imagem da questão de Química, UFG 2014, Principais Funções Orgânicas: Hidrocarbonetos: Alcano, Alceno, Alcino, Alcadieno, Ciclos Alcano e Alceno, Aromáticos. Haletos.

    Dentre os compostos apresentados, o que apresenta a menor temperatura de ebulição é o
    Escolha uma alternativa para a questão 9c75ea84-ab
  • Ciências da Natureza

    Química

    Um composto orgânico desconhecido foi submetido a análise química na qual constatou-se tratar de um alcano que apresentava seis átomos de carbono.

    O número máximo de compostos que poderia corresponder ao composto orgânico em questão é igual a
    Escolha uma alternativa para a questão 9d65e334-ab
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UFG 2014, Interpretação de Textos

    Cosplay = Comportamento que consiste em caracterizar-se de personagens fictícios de desenhos animados, mangás, filmes e/ou séries televisivas.

    O Texto 2 apresenta ideias relacionadas
    Escolha uma alternativa para a questão bdc24df2-ab
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UFG 2014, Gêneros Textuais

    Cosplay = Comportamento que consiste em caracterizar-se de personagens fictícios de desenhos animados, mangás, filmes e/ou séries televisivas.

    O Texto 2 explora um recurso comum ao gênero discursivo a que ele pertence, a saber:
    Escolha uma alternativa para a questão bf0adf08-ab
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UFG 2014, Interpretação de Textos

    Cosplay = Comportamento que consiste em caracterizar-se de personagens fictícios de desenhos animados, mangás, filmes e/ou séries televisivas.

    No enunciado “Cosplay pode ser coisa de nerd, mas é um luxo”, o uso do termo “mas” instaura uma relação de
    Escolha uma alternativa para a questão c052dbf1-ab
  • Linguagens

    Português

    O culto às marcas

    A hipervalorização de bens ditos “de marca” é uma característica das sociedades contemporâneas. Delas advém a distinção como forma de poder que fascina tanto ricos quanto pobres no cenário da dessubjetivação partilhada por todos, da loja de luxo ao came- lódromo das falsificações.

    A questão da distinção guarda em seu fundo um aspecto mais tenebroso, concernente ao presente da condição subjetiva da vida dos usuários devorados pelas antipolíticas autodestrutivas do consumismo transformado em regra.

    Zerada a intersubjetividade que se definia na interação afetiva e comunicativa entre pessoas, o que resta são as coisas - e as pessoas como coisas - que podem ser compradas. Diga-se de passagem que as pessoas não compram coisas, mas sinais que informam sobre um capital simbólico. Coisificação da consciência é o nome velho para o fenômeno em que a concretude das coisas é substituída pela abstração da insígnia.

    A fascinação de tantas pessoas por roupas, carros e até eletrodomésticos ditos “de marca” em nossa época é a declaração auto-exposta da morte do sujeito. Espantalhos de uma ordem que previu o assassinato do desejo, do pensamento e da liberdade - conjunto do que aqui chamamos de subjetividade - são incapazes de compreender seu descarado simulacro.

    A morte por assassinato da subjetividade é percebida na redução do indivíduo a uma espécie de morto-vivo em três tempos. 1 - A destituição do direito ao próprio desejo: a publicidade colonizou a capacidade de sentir e projetar a autobiografia de cada um que é apagada na encenação da “vida fashion”. 2 - A desaparição da possibilidade de pensar: a publicidade oferece os jargões e slogans a serem repetidos sob a ilusão de ideias próprias. 3 - O direito à ideia-prática da liberdade é extirpado: resta o simulacro da escolha entre uma marca e outra. A ação torna-se acomodação ao mesmo de sempre.

    A escolha entre o nada e a coisa nenhuma é bem disfarçada no poder de ostentar que promete redimir do buraco subjetivo. Não tendo mais o que expressar, alguém simplesmente “ostenta” um relógio caro, um computador moderninho, um carrão oneroso. Ou um piercing, um músculo forte. Tudo e cada coisa é reduzida à marca, emblema do capital e seu poder na era do Espetáculo.

    Disponível em: < http://revistacult.uol.com.br/home/2012/06/o-culto-as-marcas/>. Acesso em: 30 out. 2014.

    As ideias desenvolvidas ao longo do texto procuram
    Escolha uma alternativa para a questão c3ef39e4-ab
  • Linguagens

    Português

    O culto às marcas

    A hipervalorização de bens ditos “de marca” é uma característica das sociedades contemporâneas. Delas advém a distinção como forma de poder que fascina tanto ricos quanto pobres no cenário da dessubjetivação partilhada por todos, da loja de luxo ao came- lódromo das falsificações.

    A questão da distinção guarda em seu fundo um aspecto mais tenebroso, concernente ao presente da condição subjetiva da vida dos usuários devorados pelas antipolíticas autodestrutivas do consumismo transformado em regra.

    Zerada a intersubjetividade que se definia na interação afetiva e comunicativa entre pessoas, o que resta são as coisas - e as pessoas como coisas - que podem ser compradas. Diga-se de passagem que as pessoas não compram coisas, mas sinais que informam sobre um capital simbólico. Coisificação da consciência é o nome velho para o fenômeno em que a concretude das coisas é substituída pela abstração da insígnia.

    A fascinação de tantas pessoas por roupas, carros e até eletrodomésticos ditos “de marca” em nossa época é a declaração auto-exposta da morte do sujeito. Espantalhos de uma ordem que previu o assassinato do desejo, do pensamento e da liberdade - conjunto do que aqui chamamos de subjetividade - são incapazes de compreender seu descarado simulacro.

    A morte por assassinato da subjetividade é percebida na redução do indivíduo a uma espécie de morto-vivo em três tempos. 1 - A destituição do direito ao próprio desejo: a publicidade colonizou a capacidade de sentir e projetar a autobiografia de cada um que é apagada na encenação da “vida fashion”. 2 - A desaparição da possibilidade de pensar: a publicidade oferece os jargões e slogans a serem repetidos sob a ilusão de ideias próprias. 3 - O direito à ideia-prática da liberdade é extirpado: resta o simulacro da escolha entre uma marca e outra. A ação torna-se acomodação ao mesmo de sempre.

    A escolha entre o nada e a coisa nenhuma é bem disfarçada no poder de ostentar que promete redimir do buraco subjetivo. Não tendo mais o que expressar, alguém simplesmente “ostenta” um relógio caro, um computador moderninho, um carrão oneroso. Ou um piercing, um músculo forte. Tudo e cada coisa é reduzida à marca, emblema do capital e seu poder na era do Espetáculo.

    Disponível em: < http://revistacult.uol.com.br/home/2012/06/o-culto-as-marcas/>. Acesso em: 30 out. 2014.

    Relendo o terceiro parágrafo, como um todo, percebe- se que nele os argumentos apontam para a construção da imagem de um sujeito
    Escolha uma alternativa para a questão cc5ad796-ab
  • Linguagens

    Português

    O culto às marcas

    A hipervalorização de bens ditos “de marca” é uma característica das sociedades contemporâneas. Delas advém a distinção como forma de poder que fascina tanto ricos quanto pobres no cenário da dessubjetivação partilhada por todos, da loja de luxo ao came- lódromo das falsificações.

    A questão da distinção guarda em seu fundo um aspecto mais tenebroso, concernente ao presente da condição subjetiva da vida dos usuários devorados pelas antipolíticas autodestrutivas do consumismo transformado em regra.

    Zerada a intersubjetividade que se definia na interação afetiva e comunicativa entre pessoas, o que resta são as coisas - e as pessoas como coisas - que podem ser compradas. Diga-se de passagem que as pessoas não compram coisas, mas sinais que informam sobre um capital simbólico. Coisificação da consciência é o nome velho para o fenômeno em que a concretude das coisas é substituída pela abstração da insígnia.

    A fascinação de tantas pessoas por roupas, carros e até eletrodomésticos ditos “de marca” em nossa época é a declaração auto-exposta da morte do sujeito. Espantalhos de uma ordem que previu o assassinato do desejo, do pensamento e da liberdade - conjunto do que aqui chamamos de subjetividade - são incapazes de compreender seu descarado simulacro.

    A morte por assassinato da subjetividade é percebida na redução do indivíduo a uma espécie de morto-vivo em três tempos. 1 - A destituição do direito ao próprio desejo: a publicidade colonizou a capacidade de sentir e projetar a autobiografia de cada um que é apagada na encenação da “vida fashion”. 2 - A desaparição da possibilidade de pensar: a publicidade oferece os jargões e slogans a serem repetidos sob a ilusão de ideias próprias. 3 - O direito à ideia-prática da liberdade é extirpado: resta o simulacro da escolha entre uma marca e outra. A ação torna-se acomodação ao mesmo de sempre.

    A escolha entre o nada e a coisa nenhuma é bem disfarçada no poder de ostentar que promete redimir do buraco subjetivo. Não tendo mais o que expressar, alguém simplesmente “ostenta” um relógio caro, um computador moderninho, um carrão oneroso. Ou um piercing, um músculo forte. Tudo e cada coisa é reduzida à marca, emblema do capital e seu poder na era do Espetáculo.

    Disponível em: < http://revistacult.uol.com.br/home/2012/06/o-culto-as-marcas/>. Acesso em: 30 out. 2014.

    A conclusão do texto é realizada com base na ideia de que
    Escolha uma alternativa para a questão d16bf95c-ab
  • Linguagens

    Português

    O culto às marcas

    A hipervalorização de bens ditos “de marca” é uma característica das sociedades contemporâneas. Delas advém a distinção como forma de poder que fascina tanto ricos quanto pobres no cenário da dessubjetivação partilhada por todos, da loja de luxo ao came- lódromo das falsificações.

    A questão da distinção guarda em seu fundo um aspecto mais tenebroso, concernente ao presente da condição subjetiva da vida dos usuários devorados pelas antipolíticas autodestrutivas do consumismo transformado em regra.

    Zerada a intersubjetividade que se definia na interação afetiva e comunicativa entre pessoas, o que resta são as coisas - e as pessoas como coisas - que podem ser compradas. Diga-se de passagem que as pessoas não compram coisas, mas sinais que informam sobre um capital simbólico. Coisificação da consciência é o nome velho para o fenômeno em que a concretude das coisas é substituída pela abstração da insígnia.

    A fascinação de tantas pessoas por roupas, carros e até eletrodomésticos ditos “de marca” em nossa época é a declaração auto-exposta da morte do sujeito. Espantalhos de uma ordem que previu o assassinato do desejo, do pensamento e da liberdade - conjunto do que aqui chamamos de subjetividade - são incapazes de compreender seu descarado simulacro.

    A morte por assassinato da subjetividade é percebida na redução do indivíduo a uma espécie de morto-vivo em três tempos. 1 - A destituição do direito ao próprio desejo: a publicidade colonizou a capacidade de sentir e projetar a autobiografia de cada um que é apagada na encenação da “vida fashion”. 2 - A desaparição da possibilidade de pensar: a publicidade oferece os jargões e slogans a serem repetidos sob a ilusão de ideias próprias. 3 - O direito à ideia-prática da liberdade é extirpado: resta o simulacro da escolha entre uma marca e outra. A ação torna-se acomodação ao mesmo de sempre.

    A escolha entre o nada e a coisa nenhuma é bem disfarçada no poder de ostentar que promete redimir do buraco subjetivo. Não tendo mais o que expressar, alguém simplesmente “ostenta” um relógio caro, um computador moderninho, um carrão oneroso. Ou um piercing, um músculo forte. Tudo e cada coisa é reduzida à marca, emblema do capital e seu poder na era do Espetáculo.

    Disponível em: < http://revistacult.uol.com.br/home/2012/06/o-culto-as-marcas/>. Acesso em: 30 out. 2014.

    No enunciado “Espantalhos de uma ordem que previu o assassinato do desejo, do pensamento e da liberdade”, faz-se uso do recurso:
    Escolha uma alternativa para a questão d2da5b50-ab
  • Matemática

    Matemática

    A figura a seguir apresenta a configuração de um terreno pentagonal ABCDE, cujo perímetro mede 28 metros.

    Imagem da questão de Matemática, UFG 2014, Geometria Plana A área do terreno e o lado do triângulo ABE medem, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão d41ff49e-ab
  • Matemática

    Matemática

    A tabela a seguir apresenta o número de lembrancinhas que um turista trouxe das cidades que visitou.

    Imagem da questão de Matemática, UFG 2014, Probabilidade A probabilidade de, ao acaso, o turista escolher uma dessas lembrancinhas, e ela ser de Fortaleza é, em % de:
    Escolha uma alternativa para a questão df7815e7-ab
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Imagem da questão de Geografia, UFG 2014, Geografia Física A partir da comparação e de análise dos dois mapas, verifica-se que as relações na Faixa Centro são de
    Escolha uma alternativa para a questão e468c671-ab