Pular para o conteúdo

Prova

Prova de 2024: Universidade Federal de Juiz de Fora - MG — questões com gabarito

130 questões da prova de 2024 de Universidade Federal de Juiz de Fora - MG, em Português, Biologia, Matemática, Física e mais matérias. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 130 questões
  • 9 matérias

Resultados: 130 questões

Página 4 de 7

  • Linguagens

    Português

    TEXTO I


    (...)


    ‘Stamos em pleno mar... Abrindo as velas
    Ao quente arfar das virações marinhas,
    Veleiro brigue corre à flor dos mares,
    Como roçam na vaga as andorinhas...


    Donde vem? Onde vai? Das naus errantes
    Quem sabe o rumo se é tão grande o espaço?
    Neste saara os corcéis o pó levantam,
    Galopam, voam, mas não deixam traço.


    Bem feliz quem ali pode nest’hora
    Sentir deste painel a majestade!...
    Embaixo – o mar... em cima – o firmamento...
    E no mar e no céu – a imensidade!


    Oh! que doce harmonia traz-me a brisa!
    Que mésica suave ao longe soa!
    Meu Deus! Como é sublime um canto ardente
    Pelas vagas sem fim boiando à toa!


    (...)


    Era um sonho dantesco... O tombadilho
    Que das luzernas avermelha o brilho,
    Em sangue a se banhar.
    Tinir de ferros... estalar de açoite...
    Legiões de homens negros como a noite,
    Horrendos a dançar...


    Negras mulheres, suspendendo às tetas
    Magras crianças, cujas bocas pretas
    Rega o sangue das mães:
    Outras moças, mas nuas e espantadas,
    No turbilhão de espectros arrastadas,
    Em ânsia e mágoa vãs! (...)


    Ouvem-se gritos... o chicote estala.
    E voam mais e mais...
    Presa nos elos de uma só cadeia,
    A multidão faminta cambaleia,
    E chora e dança ali!
    Um de raiva delira, outro enlouquece,
    Outro, que martírios embrutece,
    Cantando, geme e ri! (...)


    Fonte: ALVES, Castro. “O navio negreiro”. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download /texto/bv000068.pdf. Acesso em: 17 jun. 2024.


    GLOSSÁRIO:
    Tombadilho: Parte do navio.
    Luzerna: Conjunto de luzes. 
    O fragmento ao lado (Texto I) apresenta dois importantes momentos em relação ao estado de espírito do sujeito poético. Sobre isso, considerando o que ele observa e o que demonstra sentir, leia atentamente as sentenças abaixo e marque a alternativa que melhor indique esse estado psicológico:
    Escolha uma alternativa para a questão 9e8820e6-3f
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I


    (...)


    ‘Stamos em pleno mar... Abrindo as velas
    Ao quente arfar das virações marinhas,
    Veleiro brigue corre à flor dos mares,
    Como roçam na vaga as andorinhas...


    Donde vem? Onde vai? Das naus errantes
    Quem sabe o rumo se é tão grande o espaço?
    Neste saara os corcéis o pó levantam,
    Galopam, voam, mas não deixam traço.


    Bem feliz quem ali pode nest’hora
    Sentir deste painel a majestade!...
    Embaixo – o mar... em cima – o firmamento...
    E no mar e no céu – a imensidade!


    Oh! que doce harmonia traz-me a brisa!
    Que mésica suave ao longe soa!
    Meu Deus! Como é sublime um canto ardente
    Pelas vagas sem fim boiando à toa!


    (...)


    Era um sonho dantesco... O tombadilho
    Que das luzernas avermelha o brilho,
    Em sangue a se banhar.
    Tinir de ferros... estalar de açoite...
    Legiões de homens negros como a noite,
    Horrendos a dançar...


    Negras mulheres, suspendendo às tetas
    Magras crianças, cujas bocas pretas
    Rega o sangue das mães:
    Outras moças, mas nuas e espantadas,
    No turbilhão de espectros arrastadas,
    Em ânsia e mágoa vãs! (...)


    Ouvem-se gritos... o chicote estala.
    E voam mais e mais...
    Presa nos elos de uma só cadeia,
    A multidão faminta cambaleia,
    E chora e dança ali!
    Um de raiva delira, outro enlouquece,
    Outro, que martírios embrutece,
    Cantando, geme e ri! (...)


    Fonte: ALVES, Castro. “O navio negreiro”. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download /texto/bv000068.pdf. Acesso em: 17 jun. 2024.


    GLOSSÁRIO:
    Tombadilho: Parte do navio.
    Luzerna: Conjunto de luzes. 



    TEXTO II


    As Caravanas
    Chico Buarque de Hollanda


    E um dia de real grandeza, tudo azul
    Um mar turquesa à la Istambul enchendo os olhos
    Um sol de torrar os miolos
    Quando pinta em Copacabana
    A caravana do Arará, do Caxangá, da Chatuba
    A caravana do Irajá, o comboio da Penha
    Não há barreira que retenha esses estranhos
    Suburbanos tipo muçulmanos do Jacarezinho
    A caminho do Jardim de Alá
    É o bicho, é o buchicho, é a charanga


    (...)


    Com negros torsos nus deixam em polvorosa
    A gente ordeira e virtuosa que apela
    Pra polícia despachar de volta
    O populacho pra favela
    Ou pra Benguela, ou pra Guiné


    Sol, a culpa deve ser do sol
    Que bate na moleira, o sol
    Que estoura as veias, o suor
    Que embaça os olhos e a razão


    E essa zoeira dentro da prisão
    Crioulos empilhados no porão
    De caravelas no alto mar


    Tem que bater, tem que matar, engrossa a gritaria
    Filha do medo, a raiva é mãe da covardia
    Ou doido sou eu que escuto vozes
    Não há gente tão insana
    Nem caravana do Arará
    Não há, não há


    Fonte: HOLLANDA, Chico Buarque de. AS CARAVANAS. In: CARAVANAS. Rio de Janeiro: Biscoito Fino, 2017. CD, (2:47).
    Em relação ao Texto I, de Castro Alves, e a canção de Chico Buarque, texto II, marque a única alternativa que não se adequa a uma interpretação pertinente.
    Escolha uma alternativa para a questão 9e8bd647-3f
  • Linguagens

    Português

    TEXTO II


    As Caravanas
    Chico Buarque de Hollanda


    E um dia de real grandeza, tudo azul
    Um mar turquesa à la Istambul enchendo os olhos
    Um sol de torrar os miolos
    Quando pinta em Copacabana
    A caravana do Arará, do Caxangá, da Chatuba
    A caravana do Irajá, o comboio da Penha
    Não há barreira que retenha esses estranhos
    Suburbanos tipo muçulmanos do Jacarezinho
    A caminho do Jardim de Alá
    É o bicho, é o buchicho, é a charanga


    (...)


    Com negros torsos nus deixam em polvorosa
    A gente ordeira e virtuosa que apela
    Pra polícia despachar de volta
    O populacho pra favela
    Ou pra Benguela, ou pra Guiné


    Sol, a culpa deve ser do sol
    Que bate na moleira, o sol
    Que estoura as veias, o suor
    Que embaça os olhos e a razão


    E essa zoeira dentro da prisão
    Crioulos empilhados no porão
    De caravelas no alto mar


    Tem que bater, tem que matar, engrossa a gritaria
    Filha do medo, a raiva é mãe da covardia
    Ou doido sou eu que escuto vozes
    Não há gente tão insana
    Nem caravana do Arará
    Não há, não há


    Fonte: HOLLANDA, Chico Buarque de. AS CARAVANAS. In: CARAVANAS. Rio de Janeiro: Biscoito Fino, 2017. CD, (2:47).



    TEXTO III


    Luísa Mahin
    Jarid Arraes


    No século 19
    Luísa Mahin nasceu
    Com origem africana
    Sua história aconteceu
    E com incessante gana
    Seu nome prevaleceu.


    Vinda da Costa da Mina
    Afirmava ser princesa
    Mas vendida como escrava
    Teve na luta a certeza
    Depois de alforriada
    Demonstrou sua proeza.


    Viveu como quituteira
    E morou em Salvador
    Usou com inteligência
    Seus talentos de sabor
    Pois usava o tabuleiro
    De mensagens portador.
    (...)
    Importante mencionar
    Que foi mãe de Luís Gama
    Poeta e abolicionista
    De imensurável chama
    E por ele foi citada
    Respeitando sua fama.
    (...)
    O pai branco de Luís
    O vendeu quando criança
    Separando de sua mãe
    Na racista podre herança
    De ser branco dominante
    Indigno de confiança.


    Mas Luísa era guerreira
    A rebelde sem igual
    Fez ainda de sua casa
    Como um quartel general
    Onde eram planejadas
    As revoltas sem igual.


    Apesar de tudo isso
    E de tudo que lutou
    Essa mulher imponente
    Muito se silenciou
    Pois ainda não se conta
    Tudo que realizou.


    Mas apenas sua memória
    E forte o suficiente
    Pra mexer na estrutura
    Dessa gente incoerente
    Que não fala a verdade
    Sobre o negro insurgente. (...)


    Fonte: ARRAES, Jarid. Heroínas negras brasileiras: em 15 cordéis. São Paulo: Pólen, 2017.



    O poema de Jarid Arraes conta um pouco da história de Luísa Mahin, uma princesa oriunda do Golfo da Guiné, na África Ocidental. Ela foi capturada no continente africano e, tendo sido escravizada, enviada ao Brasil. Posteriormente alforriada, integrou o grupo da Insurreiçãoo dos Malês, formado, principalmente, por africanos e afrodescendentes de religião islâmica. A luta dos Malês em prol da abolição da escravatura foi importante para as lutas que vieram depois, mas a insurreição não foi vitoriosa naquele momento da história (1835). O fim da escravatura no Brasil ocorreu, legalmente, apenas em 1888.


    A partir dessa informação, tendo como base o poema de Jarid Arraes e a canção de Chico Buarque (Texto II), marque a opção cujos versos, de ambos os textos, melhor indiquem a representação da expressão do racismo na sociedade brasileira:
    Escolha uma alternativa para a questão 9e8ea6be-3f
  • Linguagens

    Português

    TEXTO IV


    O Canto dos Escravizados
    Paulina Chiziane


    Acorrentado vim, cruzando o mar
    Atormentado fui no negrume do porão
    Aqui estou na América
    Chorando de dor, ó mãe África!


    Escravizado sou, como animal
    Comprado fui por quem só me fez mal
    Aqui estou na América
    Chorando de dor, ó mãe África!


    Estou lutando para me libertar
    E bem depressa regressar ao lar
    Aqui estou na América
    Chorando de dor, ó mãe Africa

    Fonte: CHIZIANE, Paulina. O canto dos escravizados. Belo Horizonte: Nandyala, 2018, p. 29.

    No poema da moçambicana Paulina Chiziane, é possível observar a seguinte figura de linguagem:
    Escolha uma alternativa para a questão 9e9182ee-3f
  • Linguagens

    Português

    TEXTO V


    Ponciá Vicêncio
    Conceição Evaristo


    Quando Ponciá Vicêncio resolveu sair do povoado onde nascera, a decisão chegou forte e repentina. Estava cansada de tudo ali. De trabalhar o barro com a mãe, de ir e vir às terras dos brancos e voltar de mãos vazias. De ver a terra dos negros coberta de plantações, cuidadas pelas mulheres e crianças, pois os homens gastavam a vida trabalhando nas terras dos senhores, e depois a maior parte das colheitas ser entregues aos coronéis. Cansada da luta insana, sem glória, a que todos se entregavam para amanhecer cada dia mais pobres, enquanto alguns conseguiam enriquecer-se a todo dia. Ela acreditava que poderia traçar outros caminhos, inventar uma vida nova. 

    Fonte: EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio. Belo Horizonte: Mazza, 2003, p. 33.

    A Escritora Conceição Evaristo compreende que, em seus poemas e em suas narrativas, as vozes e experiências da população negra brasileira e, principalmente, das mulheres negras, são evocadas, configurando um conceito de escrita que ela nomeara de “Escrevivências”, que diz respeito `a escrita das “vivências” e “experiências” de pessoas negras. A partir dessa informação, e considerando o trecho do romance ”Ponciá Vicêncio”(Texto V), focado na vida da personagem negra homônima ao título, assinale a alternativa correta:
    Escolha uma alternativa para a questão 9e96a90b-3f
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Os ribossomos são estruturas celulares responsáveis pela síntese de proteínas e, dentro das células, eles 
    Escolha uma alternativa para a questão 9e9958c7-3f
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    O nosso corpo e o de outros seres vivos são compostos por diversas substâncias químicas, formando o que chamamos de química da vida. Dentre essas moléculas, sabe-se que
    Escolha uma alternativa para a questão 9e9c0c41-3f
  • Linguagens

    Português

    Observe a figura abaixo.



    Imagem da questão de Português, Universidade Federal de Juiz de Fora - MG 2024, Interpretação de Textos


    Fonte: https://www.facebook.com/tirasarmandinho. Acesso em 28 jun. 2024.



    A ciência analisa fatos científicos, que terão sua veracidade ou falsidade comprovadas, sustentados pelas evidências científicas. Qual a sequência de passos CORRETA para a comprovação do processo de investigação científica? 




    Escolha uma alternativa para a questão 9e9eff93-3f
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Sabe-se que a exposição solar é importante para a saúde de um indivíduo. Porém, a exposição excessiva pode causar dano ao tecido, como o câncer. Embora o organismo humano possua um mecanismo natural de proteção, os protetores solares industrializados são recomendados no intuito de diminuir tais riscos. Qual substância está relacionada ao mecanismo de proteção natural do organismo humano?
    Escolha uma alternativa para a questão 9ea1f92e-3f
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Observe a tirinha abaixo: 



    Imagem da questão de Biologia, Universidade Federal de Juiz de Fora - MG 2024, Moléculas, células e tecidos


    Disponível em https://www. researchgate.net/figure/Figura-3- Tirinha-publicada-em-15-dez-2012 fig2 348310155. Acessado em 12 jun. 2024.



    Em relação à questão abordada na tirinha, sabe-se que a hidrólise de tal intolerância produz dois monossacarídeos, sendo um deles a galactose. Marque a alternativa que identifica o outro monossacarídeo resultante da hidrólise.

    Escolha uma alternativa para a questão 9ea501bb-3f
  • Ciências da Natureza

    Física

    Considere g = 10,0m/s2 


    Um automóvel percorre o primeiro trecho de uma rodovia de 200 km a 100 km/h e, logo em seguida, o segundo trecho de 70 km a 70 km/h. De acordo com esses dados, a velocidade média no percurso total é igual a
    Escolha uma alternativa para a questão 9ea82173-3f
  • Ciências da Natureza

    Física

    Dois ciclistas, A e B, estão treinando em uma ciclovia retilínea, e o gráfico abaixo apresenta dados sobre o movimento de ambos, no mesmo sentido da ciclovia.



    Imagem da questão de Física, Universidade Federal de Juiz de Fora - MG 2024, Cinemática



    Sabendo que, no instante de tempo t = 0 s, A e B se encontram um ao lado do outro (mesma posição na ciclovia). Assinale a afirmativa CORRETA.


    Escolha uma alternativa para a questão 9eab0607-3f
  • Ciências da Natureza

    Física

    Em relação à aceleração de um projétil movimentando-se próximo à superfície da Terra, é CORRETO afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 9eadaa58-3f
  • Ciências da Natureza

    Física

    Uma pedra de 3,0 kg, inicialmente em repouso, é solta de uma altura igual a 5,0 m. Após a queda, a pedra colide com o solo sem quicar e o tempo de colisão é exatamente 0,2 s. A força média que o chão exerce sobre a pedra na colisão é igual a
    Escolha uma alternativa para a questão 9eb042ab-3f
  • Ciências da Natureza

    Física

    Uma bola de borracha, sob a ação exclusiva da gravidade, cai verticalmente, quica no chão duro e sobe. De acordo com essa afirmativa, é CORRETO afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 9eb308cc-3f
  • Ciências Humanas

    História

    Leia atentamente o trecho abaixo: 



            (...) o século VII, talvez a centúria medieval que menos obras escritas nos legou, produziu mais livros do que toda a Antiguidade junta, com exceção do século IV depois de Cristo. Ou seja, as trevas da Alta Idade Média certamente não podem ser vistas como o recuo da cultura, do letramento (...)


    Fonte: WICKHAM,C. O Legado de Roma:iluminando a Idade das Trevas. Campinas: Editora da Unicamp, Imprensa Oficial do estado de São Paulo, SP, 2019.



    Com relação à associação entre Alta Idade Média (séculos V ao X) como Idade das Trevas assinale a alternativa CORRETA:


    Escolha uma alternativa para a questão 9eb66806-3f
  • Ciências Humanas

    História

    Observe a tabela abaixo para responder a questão.



    Imagem da questão de História, Universidade Federal de Juiz de Fora - MG 2024, História da América Latina


    Disponível em: https://www.scielo.br/j/topoi/a/q4JLZ8GD6tXTdJR5CY7gzhz/?format=pdf&lang=pt. Acesso em 17 jun. 2024 (Adaptado)



    Observe a tabela acima.



    Esses dados podem ser explicados pelo conceito de “diáspora africana” pelo qual se entende o tráfico forçado de indivíduos das áreas de relações comerciais e alvos da expansão colonial dos europeus em diferentes regiões geográficas do continente africano enviados para o Novo Mundo.



    Tomando como referência a tabela, assinale a alternativa CORRETA:

    Escolha uma alternativa para a questão 9eb925bb-3f
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I



    A primeira referência a quilombo que surge em documento oficial português data de 1559, mas somente em 1740 (...) as autoridades portuguesas definem, ao seu modo, o que significa quilombo: “toda habitação de negros fugidos que passem de cinco, em parte desprovida, ainda que não tenham ranchos levantados nem se achem pilões neles”.


    Disponível em: https://tinyurl.com/bsj4s9y9 Acesso em: 18/06/2024



    TEXTO II



    “Quilombismo não significa escravo fugido. Quilombo quer dizer reunião fraterna e livre, solidariedade, convivência, comunhão existencial”. “(...) “o quilombismo é um movimento político dos negros brasileiros”.


    Disponível em: https://kn.org.br/oq/2019/02/14/um-pouco-dehistoria-o-quilombismo/ Acesso em: 18/06/24.

    Após a leitura, é CORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 9ebcc2ee-3f
  • Ciências Humanas

    História

    Observe a Imagem abaixo.



    Imagem da questão de História, Universidade Federal de Juiz de Fora - MG 2024, História Geral


    Retrato de Luís XIV. Disponível em: https://collections.louvre. fr/en/ark:/53355/cl010066115. Acesso em: 08/06/24.



    Analise o Retrato de Luís XIV e assinale a alternativa CORRETA:


    Escolha uma alternativa para a questão 9ebf8374-3f
  • Ciências Humanas

    História

    Leia a poesia abaixo, de autoria da escritora indígena, Eliane Potiguara.



    Brasil



    Que fao com a minha cara de índia?

    E meus cabelos

    E minhas rugas

    E minha história

    E meus segredos?

    Que fao com a minha cara de índia?

    E meus espíritos

    E minha força

    E meu tupã

    E meus círculos?

    (...)Que faço com a minha cara de índia?

    E meu sangue

    E minha consciência

    E minha luta

    E nossos filhos

    Brasil, o que faço com a minha cara de índia?

    Não sou violência

    Ou estupro

    Eu sou história

    Eu sou cunhã

    Barriga brasileira

    (...) Ventre que gerou

    O povo brasileiro

    Hoje está só...

    A barriga da mãe fecunda

    E os cânticos que outrora cantavam

    Hoje são gritos de guerra

    Contra o massacre imundo.


    Fonte: POTIGUARA, Eliane. Metade Cara, Metade Máscara. 3ª ed. Rio de Janeiro, Grumin Edições, 2018.

    Sobre as indagações propostas pela poesia de Eliane Potiguara, marque a alternativa CORRETA:
    Escolha uma alternativa para a questão 9ec23254-3f