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Prova

Prova de 2025: Universidade Estadual de Goiás (UEG) — questões com gabarito

96 questões da prova de 2025 de Universidade Estadual de Goiás (UEG), em Português, Matemática, Biologia, História e mais matérias. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 96 questões
  • 12 matérias

Resultados: 96 questões

Página 3 de 5

  • Ciências Humanas

    Geografia

    Os fatores exógenos de formação dos relevos são aqueles que agem externamente modificando a paisagem. Dentre esses fatores, destacam-se 
    Escolha uma alternativa para a questão 43e0e1f0-68
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Observe a figura a seguir.

    A regionalização representada na figura

    Imagem da questão de Geografia, UEG 2025, Regionalização Brasileira
    Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Quatro_Brasis#/media/Ficheiro:Os_Quatro_B rasis_-_Preto_e_Branco.png. Acesso em: 25 abr. 2025. 
    Escolha uma alternativa para a questão 43e3796a-68
  • Ciências Humanas

    Filosofia

    Leia o texto a seguir.


    No que diz respeito a todas as coisas que compreendemos, não consultamos a voz de quem ensina, a qual soa por fora, mas a verdade que dentro de nós preside à própria mente, incitados talvez pelas palavras a consultá-la. Quem é consultado ensina verdadeiramente, e este é Cristo, que habita, como foi dito, no homem interior, isto é: a virtude incomensurável de Deus e a sempiterna Sabedoria, que toda alma racional consulta, mas que se revela a cada um quanto é permitido pela sua própria boa ou má vontade.

    AGOSTINHO, Santo. De magistro (Do mestre). 2. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1980. p. 319. (Adaptado).


    Desde o início do século IV, o cristianismo foi se tornando cada vez mais influente em todos os setores da sociedade, inclusive na reflexão filosófica, como ilustra a vasta produção literária de Agostinho de Hipona (Santo Agostinho). 

    Nesse sentido, o trecho apresentado ilustra uma ideia filosófica que ficou conhecida como
    Escolha uma alternativa para a questão 43e60b1f-68
  • Ciências Humanas

    Sociologia

    Leia a matéria a seguir para responder à questão.


    Proletários de plataforma
    Como a indústria de inteligência artificial lucra criando uma nova classe trabalhadora sem direitos no Brasil


    A baiana Lílian largou um emprego CLT no ano passado. Por causa da filha pequena, trabalhar fora de casa era um pesadelo. Foi em um vídeo no TikTok que ficou sabendo da possibilidade de trabalhar online treinando inteligência artificial.
    [...]

    Hoje, trabalha em horários flexíveis, seis dias por semana, para “melhorar a inteligência artificial com dados”, como propagandeia a Appen. No fim do mês, se tudo der certo, tira R$ 1.400, sem nenhum outro benefício. Lílian faz parte de uma classe de trabalhadores muitas vezes definidos como fantasmas, escondidos ou microtrabalhadores. Por meio de plataformas multinacionais como Tellus, OneForma e a própria Appen, grandes empresas de tecnologia contratam mão de obra barata, em larga escala e em diversos países, para executar pequenas tarefas.

    Na outra ponta da cadeia, gigantes como Meta, Google e TikTok lucram com a facilidade de comprar bases de dados já preparadas por trabalhadores que custam infinitamente menos do que os profissionais do mercado de tecnologia. As big tech também se beneficiam de uma cadeia que opera à margem da lei, opaca e blindada por contratos de confidencialidade, em que as pessoas sequer sabem para quem ou para quê estão trabalhando. Além dos salários baixos, esses trabalhadores terceirizados não recebem treinamento e trabalham com prazos apertados. Há inúmeros relatos de calotes, contratos rompidos unilateralmente sem explicação e desassistência das plataformas.
    [...]

    Os sistemas de aprendizado de máquina são um tipo de inteligência artificial, um conjunto de algoritmos que, a partir de determinado input – dados ou informações disponíveis – gera um output, ou seja, o resultado desejado. Isso pode ser feito com uma árvore de decisão, por exemplo. Mas, no caso da IA generativa, o próprio sistema aprende a decidir sozinho, no chamado ‘deep learning’, ou aprendizado profundo. O programador não cria a regra – só mostra o resultado desejado.

    Os dados produzidos por essa legião de trabalhadores são a matéria prima e o refinamento dessa automatização. É a partir deles que os sistemas de computação ditos inteligentes aprendem os padrões que vão imitar depois.

    Sem uma montanha de conteúdo produzido por veículos de comunicação e pessoas reais, o ChatGPT seria incapaz de oferecer respostas qualificadas. Sem pessoas reais interpretando erros de digitação em resultados de busca, o Google não adivinharia o que você realmente quis dizer com aquela palavra que escreveu errado. Sem trabalhadores interpretando fotos para treinar algoritmos de visão computacional, câmeras inteligentes não conseguiriam identificar objetos em uma imagem.

    Para executar o enorme número de tarefas humanas necessárias para o desenvolvimento de sistemas de IA, é preciso contratar também milhões de trabalhadores. O jeito mais barato que a indústria encontrou para fazer isso foi por meio de multinacionais intermediárias.
    [...]

    DIAS, Tatiana; SCHURIG, Sofia. Proletários de plataforma: como a indústria de inteligência artificial lucra criando uma nova classe trabalhadora sem direitos no Brasil. 2024. Disponível em: https://www.intercept.com.br/2024/07/22/inteligencia-artificial-classe-trabalhadora-sem-direitos-no-brasil/. Acesso em: 24 mar. 2025.
    Levando em consideração o fenômeno da reestruturação produtiva e o conceito sociológico de trabalho alienado, o trabalho descrito na matéria expressa
    Escolha uma alternativa para a questão 43e88c48-68
  • Ciências Humanas

    Sociologia

    Leia a matéria a seguir para responder à questão.


    Proletários de plataforma
    Como a indústria de inteligência artificial lucra criando uma nova classe trabalhadora sem direitos no Brasil


    A baiana Lílian largou um emprego CLT no ano passado. Por causa da filha pequena, trabalhar fora de casa era um pesadelo. Foi em um vídeo no TikTok que ficou sabendo da possibilidade de trabalhar online treinando inteligência artificial.
    [...]

    Hoje, trabalha em horários flexíveis, seis dias por semana, para “melhorar a inteligência artificial com dados”, como propagandeia a Appen. No fim do mês, se tudo der certo, tira R$ 1.400, sem nenhum outro benefício. Lílian faz parte de uma classe de trabalhadores muitas vezes definidos como fantasmas, escondidos ou microtrabalhadores. Por meio de plataformas multinacionais como Tellus, OneForma e a própria Appen, grandes empresas de tecnologia contratam mão de obra barata, em larga escala e em diversos países, para executar pequenas tarefas.

    Na outra ponta da cadeia, gigantes como Meta, Google e TikTok lucram com a facilidade de comprar bases de dados já preparadas por trabalhadores que custam infinitamente menos do que os profissionais do mercado de tecnologia. As big tech também se beneficiam de uma cadeia que opera à margem da lei, opaca e blindada por contratos de confidencialidade, em que as pessoas sequer sabem para quem ou para quê estão trabalhando. Além dos salários baixos, esses trabalhadores terceirizados não recebem treinamento e trabalham com prazos apertados. Há inúmeros relatos de calotes, contratos rompidos unilateralmente sem explicação e desassistência das plataformas.
    [...]

    Os sistemas de aprendizado de máquina são um tipo de inteligência artificial, um conjunto de algoritmos que, a partir de determinado input – dados ou informações disponíveis – gera um output, ou seja, o resultado desejado. Isso pode ser feito com uma árvore de decisão, por exemplo. Mas, no caso da IA generativa, o próprio sistema aprende a decidir sozinho, no chamado ‘deep learning’, ou aprendizado profundo. O programador não cria a regra – só mostra o resultado desejado.

    Os dados produzidos por essa legião de trabalhadores são a matéria prima e o refinamento dessa automatização. É a partir deles que os sistemas de computação ditos inteligentes aprendem os padrões que vão imitar depois.

    Sem uma montanha de conteúdo produzido por veículos de comunicação e pessoas reais, o ChatGPT seria incapaz de oferecer respostas qualificadas. Sem pessoas reais interpretando erros de digitação em resultados de busca, o Google não adivinharia o que você realmente quis dizer com aquela palavra que escreveu errado. Sem trabalhadores interpretando fotos para treinar algoritmos de visão computacional, câmeras inteligentes não conseguiriam identificar objetos em uma imagem.

    Para executar o enorme número de tarefas humanas necessárias para o desenvolvimento de sistemas de IA, é preciso contratar também milhões de trabalhadores. O jeito mais barato que a indústria encontrou para fazer isso foi por meio de multinacionais intermediárias.
    [...]

    DIAS, Tatiana; SCHURIG, Sofia. Proletários de plataforma: como a indústria de inteligência artificial lucra criando uma nova classe trabalhadora sem direitos no Brasil. 2024. Disponível em: https://www.intercept.com.br/2024/07/22/inteligencia-artificial-classe-trabalhadora-sem-direitos-no-brasil/. Acesso em: 24 mar. 2025.
    O desenvolvimento das inteligências artificiais (IA) tem suscitado muitos debates a respeito da ética na produção de materiais originais; da sustentabilidade, com a proliferação de enormes centros de dados; da substituição da força de trabalho por máquinas ou programas de computador; além disso, o uso de IA toca na questão do recrudescimento cognitivo. Levando em consideração os problemas sociais advindos das inteligências artificiais, verifica-se que seu desenvolvimento impacta 
    Escolha uma alternativa para a questão 43eb08ef-68
  • Ciências Humanas

    Filosofia

    Leia o texto a seguir.

    Suponhamos, pois, que a mente é, como dissemos, um papel branco, desprovida de todos os caracteres, sem quaisquer ideias; como ela será suprida? [...] De onde apreende todos os materiais da razão e do conhecimento? A isso respondo, numa palavra, da experiência. Todo o nosso conhecimento está nela fundado, e dela deriva fundamentalmente o próprio conhecimento. Empregada tanto nos objetos sensíveis externos como nas operações internas de nossas mentes, que são por nós percebidas e refletidas, nossa observação supre nossos entendimentos com todos os materiais do pensamento.

    LOCKE, Jonh. Ensaio acerca do entendimento humano. São Paulo: Abril Cultural, 1978. p. 159.


    O trecho apresentado fundamenta a seguinte corrente filosófica:
    Escolha uma alternativa para a questão 43eda170-68
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o cartoon a seguir para responder à questão


    Imagem da questão de Inglês, UEG 2025, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Disponível em: https://www.cartoonstock.com/directory/m/medical_student. Acesso em: 7 maio 2025. 


    The cartoon shows that

    Escolha uma alternativa para a questão 9fdb9998-67
  • Linguagens

    Inglês

    Leia os textos a seguir para responder à questão.


    'Th' sound to vanish from English language by 2066 because of multiculturalism, say linguists

    Visitors expecting to hear the Queen’s English spoken on the streets of London in 50 years may need to "fink" again.

    Imagem da questão de Inglês, UEG 2025, Interpretação de texto | Reading comprehension

    By 2066, linguists are predicting that the "th" sound will vanish completely in the capital because there are so many foreigners who struggle to pronounce interdental consonants - the term for a sound created by pushing the tongue against the upper teeth. Already Estuary English – a hybrid of Cockney and received pronunciation (RP) which is prevalent in the South East – is being replaced by Multicultural London English (MLE) which is heavily influenced by Caribbean, West African and Asian Communities. But within the next few decades immigration will have fundamentally altered the language, according to experts at the University of York.

    The "th" sound – also called the voiced dental nonsibliant fricative – is likely to change to be replaced an "f", "d", or "v" meaning "mother" will be pronounced "muvver" and "thick" will be voiced as "fick". However the ‘h’ that fell silent in Cockney dialect is set to return allowing ‘ere’ to become ‘here’ once more.

    Dr Dominic Watt, a sociolinguistics expert from the University of York, said: “Given the status of London as the linguistically most influential city in the English-speaking world, we can expect to see significant changes between now and the middle of the century. The major changes in the way we speak over the next 50 years will involve a simplification of the sound structure of words, they’ll become shorter probably. By looking at how English has changed over the last 50 years we can identify patterns that seem to repeat. British accents seem to be less based on class these days. Languages also change when they come into contact with one another. English has borrowed thousands of words from other languages: mainly French, Latin and Greek, but there are ‘loan words’ from dozens of other languages in the mix.”

    The Sounds of The Future report was produced from a study involving analysis of recordings from the last 50 years as well as social media language use.

    Other changes likely to become widespread by 2066 include a habit known as "yod dropping" in which the "u" sound is replaced with an "oo". It means that "duke" becomes "dook", "news" is pronounced "nooze" and "beauty" changes to "booty". Consonant "smushing" is also predicted where two sounds collapse together completely so that "wed" and "red" will soon be indistinguishable. Likewise the "l" at the end of words will be dropped so that the words "Paul", "paw" and "pool" all sound the same. Similiarly, "text" will lose the final "t" to become "tex". And, the glottal stop pronunciation of "t" – a brief catch in the throat when the tongue tip closed against the roof of the mouth – will be the default pronunciation.

    Brendan Gunn, a voice coach who is currently working with Pierce Brosnan on his new US series said: “The younger generation always wants to be different from the older generation and that process will continue throughout history.“Text speak which is a form of shortening will become ordinary speak, so you may end up saying ‘tagLOL’ or ‘toteschill’ which means hashtag laugh out loud or totally chilled. Even in the Royal family it is probable that Prince George will speak much differently to the Queen. In London I think we will see the ‘th’ becoming an ‘f’ all the time.”

    Technology will also change the way people speak, and the experts predict that as artificial intelligence emerges, the computers could begin to invent new words. Dr Watt added: “It is conceivable that some of the words that will come into English in the next 50 years will have been invented by computers because as computers become more intelligent it may be they start creating words of their own and feeding the, [sic] back to us.”

    Disponível em: https://www.telegraph.co.uk/science/2016/09/28/. Acesso em: 8 maio 2025. (Adaptado).
    According to the text, it can be stated that
    Escolha uma alternativa para a questão 9fdeedcf-67
  • Linguagens

    Inglês

    Leia os textos a seguir para responder à questão.


    'Th' sound to vanish from English language by 2066 because of multiculturalism, say linguists

    Visitors expecting to hear the Queen’s English spoken on the streets of London in 50 years may need to "fink" again.

    Imagem da questão de Inglês, UEG 2025, Interpretação de texto | Reading comprehension

    By 2066, linguists are predicting that the "th" sound will vanish completely in the capital because there are so many foreigners who struggle to pronounce interdental consonants - the term for a sound created by pushing the tongue against the upper teeth. Already Estuary English – a hybrid of Cockney and received pronunciation (RP) which is prevalent in the South East – is being replaced by Multicultural London English (MLE) which is heavily influenced by Caribbean, West African and Asian Communities. But within the next few decades immigration will have fundamentally altered the language, according to experts at the University of York.

    The "th" sound – also called the voiced dental nonsibliant fricative – is likely to change to be replaced an "f", "d", or "v" meaning "mother" will be pronounced "muvver" and "thick" will be voiced as "fick". However the ‘h’ that fell silent in Cockney dialect is set to return allowing ‘ere’ to become ‘here’ once more.

    Dr Dominic Watt, a sociolinguistics expert from the University of York, said: “Given the status of London as the linguistically most influential city in the English-speaking world, we can expect to see significant changes between now and the middle of the century. The major changes in the way we speak over the next 50 years will involve a simplification of the sound structure of words, they’ll become shorter probably. By looking at how English has changed over the last 50 years we can identify patterns that seem to repeat. British accents seem to be less based on class these days. Languages also change when they come into contact with one another. English has borrowed thousands of words from other languages: mainly French, Latin and Greek, but there are ‘loan words’ from dozens of other languages in the mix.”

    The Sounds of The Future report was produced from a study involving analysis of recordings from the last 50 years as well as social media language use.

    Other changes likely to become widespread by 2066 include a habit known as "yod dropping" in which the "u" sound is replaced with an "oo". It means that "duke" becomes "dook", "news" is pronounced "nooze" and "beauty" changes to "booty". Consonant "smushing" is also predicted where two sounds collapse together completely so that "wed" and "red" will soon be indistinguishable. Likewise the "l" at the end of words will be dropped so that the words "Paul", "paw" and "pool" all sound the same. Similiarly, "text" will lose the final "t" to become "tex". And, the glottal stop pronunciation of "t" – a brief catch in the throat when the tongue tip closed against the roof of the mouth – will be the default pronunciation.

    Brendan Gunn, a voice coach who is currently working with Pierce Brosnan on his new US series said: “The younger generation always wants to be different from the older generation and that process will continue throughout history.“Text speak which is a form of shortening will become ordinary speak, so you may end up saying ‘tagLOL’ or ‘toteschill’ which means hashtag laugh out loud or totally chilled. Even in the Royal family it is probable that Prince George will speak much differently to the Queen. In London I think we will see the ‘th’ becoming an ‘f’ all the time.”

    Technology will also change the way people speak, and the experts predict that as artificial intelligence emerges, the computers could begin to invent new words. Dr Watt added: “It is conceivable that some of the words that will come into English in the next 50 years will have been invented by computers because as computers become more intelligent it may be they start creating words of their own and feeding the, [sic] back to us.”

    Disponível em: https://www.telegraph.co.uk/science/2016/09/28/. Acesso em: 8 maio 2025. (Adaptado).
    Considering the linguistic aspects in the text, it can be verified that
    Escolha uma alternativa para a questão 9fe15353-67
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto a seguir para responder à questão.

    We often hear older generations talk about how much more difficult they had it when they were young—and doctors are no exception. It’s not uncommon to hear older physicians and younger physicians argue about whose training was more difficult. But how does medical school today actually compare to medical school in the past? Let’s explore both sides of the argument to determine who had it tougher.

    Medical students today have much more information to learn compared to previous years. According to a 2011 article, the doubling time of medical knowledge in 1950 was approximately 50 years. In 1980, it was 7 years. In 2010, it was 3.5 years.

    And today, medical knowledge is believed to double every 2-3 months.

    Although there is a lag between the primary literature and the information that is added to medical school curricula, students are still learning much more information today than in previous years. Despite these vast increases in knowledge, medical school is still the same duration that it has been for decades. Students complete 2 years of preclinical coursework followed by 2 years of clinicals. This means that students have to cram much more learning into those 4 short years.

    That being said, the way that today’s medical students learn is very different than what it was for students in the past. We have a much better understanding of how to optimize learning today. People have developed countless methods to be more efficient with studying. From the Pomodoro method to the Feynman technique and spaced repetition, we have hacked our study strategies so that we can learn more in less time.

    In the past, medical students had to flip through their textbooks or notes to find the information they needed. Nowadays, you can take out your phone, put your question into Google, and have more information than you could want on whatever topic you’re trying to learn.

    Beyond the amount of information and resources, however, there is also the fact that many schools nowadays are transitioning to pass-fail curriculums. In fact, within the last year, USMLE Step 1, which has long been the most important test in determining your competitiveness for residency, has also become pass-fail.

    The goal of these changes has been to decrease stress and burnout among students as research has shown that student wellbeing is enhanced and academic performance is not negatively affected by pass-fail curriculums. That being said, due to the nature of these curricula, students may need to spend more time on extracurricular activities such as research and leadership to stand out for residency applications.

    In addition, just because medical school curriculums and Step 1 are pass-fail doesn’t make them easy. Students must still put in significant time and effort to pass while managing their other activities. As such it can be difficult to gauge how much time to put into medical school classes vs studying for boards vs extracurricular activities. Achieving the perfect balance between all of these responsibilities can often feel near impossible.

    Disponível em: https://medschoolinsiders.com/pre-med/medical-school-today-vs-in-the-past/. Acesso em: 7 maio 2025. (Adaptado).
    According to the text, medical students, nowadays,
    Escolha uma alternativa para a questão 9fe4147f-67
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto a seguir para responder à questão.

    We often hear older generations talk about how much more difficult they had it when they were young—and doctors are no exception. It’s not uncommon to hear older physicians and younger physicians argue about whose training was more difficult. But how does medical school today actually compare to medical school in the past? Let’s explore both sides of the argument to determine who had it tougher.

    Medical students today have much more information to learn compared to previous years. According to a 2011 article, the doubling time of medical knowledge in 1950 was approximately 50 years. In 1980, it was 7 years. In 2010, it was 3.5 years.

    And today, medical knowledge is believed to double every 2-3 months.

    Although there is a lag between the primary literature and the information that is added to medical school curricula, students are still learning much more information today than in previous years. Despite these vast increases in knowledge, medical school is still the same duration that it has been for decades. Students complete 2 years of preclinical coursework followed by 2 years of clinicals. This means that students have to cram much more learning into those 4 short years.

    That being said, the way that today’s medical students learn is very different than what it was for students in the past. We have a much better understanding of how to optimize learning today. People have developed countless methods to be more efficient with studying. From the Pomodoro method to the Feynman technique and spaced repetition, we have hacked our study strategies so that we can learn more in less time.

    In the past, medical students had to flip through their textbooks or notes to find the information they needed. Nowadays, you can take out your phone, put your question into Google, and have more information than you could want on whatever topic you’re trying to learn.

    Beyond the amount of information and resources, however, there is also the fact that many schools nowadays are transitioning to pass-fail curriculums. In fact, within the last year, USMLE Step 1, which has long been the most important test in determining your competitiveness for residency, has also become pass-fail.

    The goal of these changes has been to decrease stress and burnout among students as research has shown that student wellbeing is enhanced and academic performance is not negatively affected by pass-fail curriculums. That being said, due to the nature of these curricula, students may need to spend more time on extracurricular activities such as research and leadership to stand out for residency applications.

    In addition, just because medical school curriculums and Step 1 are pass-fail doesn’t make them easy. Students must still put in significant time and effort to pass while managing their other activities. As such it can be difficult to gauge how much time to put into medical school classes vs studying for boards vs extracurricular activities. Achieving the perfect balance between all of these responsibilities can often feel near impossible.

    Disponível em: https://medschoolinsiders.com/pre-med/medical-school-today-vs-in-the-past/. Acesso em: 7 maio 2025. (Adaptado).
    According to the text, medical students, in the past,
    Escolha uma alternativa para a questão 9fe69ecc-67
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder à questão


    Imagem da questão de Português, UEG 2025, Coesão e coerência

    No trecho “Aposta-se em tudo: na sobrevivência pessoal, no templo e agora nas bets,” (linha 28), o pronome “tudo” realiza uma coesão referencial 
    Escolha uma alternativa para a questão 9fe938d3-67
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder à questão


    Imagem da questão de Português, UEG 2025, Interpretação de Textos

    É ideia defendida no texto:
    Escolha uma alternativa para a questão 9febba95-67
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder à questão


    Imagem da questão de Português, UEG 2025, Interpretação de Textos

    No trecho “Nas subalternas, a carência é consolada pela retórica da prosperidade, que não aponta para trabalho produtivo, e sim para o imaginário da riqueza aleatória” (linhas 26 e 27), os elementos destacados (“e sim”) exprimem o sentido de
    Escolha uma alternativa para a questão 9fee105a-67
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder à questão


    Imagem da questão de Português, UEG 2025, Morfologia

    No enunciado “Na roleta financeira, os lances são altíssimos, claro, para quem pode ” (linha 10), a palavra “claro” assume o papel morfossintático e semântico de 
    Escolha uma alternativa para a questão 9ff088a3-67
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder à questão


    Imagem da questão de Português, UEG 2025, Interpretação de Textos

    Defende-se, no texto, a seguinte ideia:
    Escolha uma alternativa para a questão 9ff32a78-67
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder à questão


    Imagem da questão de Português, UEG 2025, Pontuação

    No trecho “Olho vivo, pais e educadores”, o uso da vírgula depois de “Olho vivo” serve para demarcar
    Escolha uma alternativa para a questão 9ff58b6a-67
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder à questão


    Imagem da questão de Português, UEG 2025, Interpretação de Textos

    O parágrafo do texto, que se estende da linha 08 a 12, é desenvolvido a partir da seguinte estratégia:
    Escolha uma alternativa para a questão 9ff82d8c-67
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder à questão


    Imagem da questão de Português, UEG 2025, Interpretação de Textos

    No texto “O vicioso círculo do espelho no celular”, a frase “O aparelho banaliza a imagem por sua instantaneidade, de maneira irresistível para a maioria, jovens em especial” – que, na linguagem jornalística, é convencionalmente chamada de subtítulo – cumpre a seguinte função na textualidade: 
    Escolha uma alternativa para a questão 9ffad2a4-67
  • Linguagens

    Literatura

    Texto I


    Entendo que poesia é negócio de grande responsabilidade, e não considero honesto rotular-se poeta quem apenas verseje por dor de cotovelo, falta de dinheiro ou momentânea tomada de contato com as forças líricas do mundo, sem se entregar aos trabalhos cotidianos e secretos da técnica, da leitura, da contemplação e mesmo da ação. Até os poetas se armam, e um poeta desarmado é, mesmo, um ser à mercê das inspirações fáceis, dócil às modas e compromissos.


    ANDRADE, Carlos Drummond de. Prosa seleta. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2003.



    Texto II

    POESIA


    Gastei uma hora pensando um verso

    que a pena não quer escrever.

    No entanto ele está cá dentro

    inquieto, vivo.

    Ele está cá dentro

    e não quer sair.

    Mas a poesia deste momento

    inunda minha vida inteira.


    ANDRADE, Carlos Drummond de. Nova reunião: 23 livros de poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p. 24.



    Texto III

     O LUTADOR

     

    Lutar com palavras

    é a luta mais vã.

    Entanto lutamos

    mal rompe a manhã.

    São muitas, eu pouco.

    [...]

     

    Mas lúcido e frio,

    apareço e tento

    apanhar algumas

    para meu sustento

    num dia de vida.

    Deixam-se enlaçar,

    tontas à carícia

    e súbito fogem

    [...].

     

    Insisto, solerte.

    Busco persuadi-las.

    [...]

     

    Sem me ouvir deslizam,

    perpassam levíssimas

    e viram-me o rosto.

     

    Lutar com palavras

    parece sem fruto.

    Não têm carne e sangue…

    Entretanto, luto.

    Palavra, palavra

    (digo exasperado),

    se me desafias,

    aceito o combate.

    [...]

     

    Luto corpo a corpo,

    luto todo o tempo,

    sem maior proveito

    que o da caça ao vento.

    [...]

     

    Iludo-me às vezes,

    pressinto que a entrega

    se consumará.

    Já vejo palavras

    em coro submisso,

    esta me ofertando

    seu velho calor,

    aquela sua glória

    feita de mistério,

    outra seu desdém,

    outra seu ciúme,

    e um sapiente amor

    me ensina a fruir

    de cada palavra

    a essência captada,

    o sutil queixume.

    [...].

     

    O ciclo do dia

    ora se conclui

    e o inútil duelo

    jamais se resolve.

    O teu rosto belo,

    ó palavra, esplende

    na curva da noite

    que toda me envolve.

    Tamanha paixão

    e nenhum pecúlio.

    Cerradas as portas,

    a luta prossegue

    nas ruas do sono.

     

    Andrade, Carlos Drummond de. Nova reunião: 23 livros de poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p. 104-105.



    Texto IV

    PROCURA DA POESIA


    Não faças versos sobre acontecimentos.

    Não há criação nem morte perante a poesia.

    Diante dela, a vida é um sol estático,

    não aquece nem ilumina.

    As afinidades, os aniversários, os incidentes pessoais não

    contam.

    Não faças poesia com o corpo,

    esse excelente, completo e confortável corpo, tão infenso à

    efusão lírica.

    Tua gota de bile, tua careta de gozo ou dor no escuro

    são indiferentes.

    Não me reveles teus sentimentos,

    que se prevalecem de equívoco e tentam a longa viagem.

    O que pensas e sentes, isso ainda não é poesia.


    Não cantes tua cidade, deixa-a em paz.

    O canto não é o movimento das máquinas nem o segredo

    das casas.

    Não é música ouvida de passagem, rumor do mar nas ruas

    junto à linha de espuma.

    O canto não é a natureza

    nem os homens em sociedade.

    Para ele, chuva e noite, fadiga e esperança nada

    significam.

    A poesia (não tires poesia das coisas)

    elide sujeito e objeto.


    Não dramatizes, não invoques,

    não indagues. Não percas tempo em mentir.

    Não te aborreças.

    Teu iate de marfim, teu sapato de diamante,

    vossas mazurcas e abusões, vossos esqueletos de família

    desaparecem na curva do tempo, é algo imprestável.


    Não recomponhas

    tua sepultada e merencória infância.

    Não osciles entre o espelho e a

    memória em dissipação.

    Que se dissipou, não era poesia.

    Que se partiu, cristal não era.


    Penetra surdamente no reino das palavras.

    Lá estão os poemas que esperam ser escritos.

    Estão paralisados, mas não há desespero,

    há calma e frescura na superfície intata.

    Ei-los sós e mudos, em estado de dicionário.

    Convive com teus poemas, antes de escrevê-los.

    Tem paciência, se obscuros. Calma, se te provocam.

    Espera que cada um se realize e consume

    com seu poder de palavra

    e seu poder de silêncio.

    Não forces o poema a desprender-se do limbo.

    Não colhas no chão o poema que se perdeu.

    Não adules o poema. Aceita-o

    como ele aceitará sua forma definitiva e concentrada

    no espaço.


    Chega mais perto e contempla as palavras.

    Cada uma

    tem mil faces secretas sob a face neutra

    e te pergunta, sem interesse pela resposta,

    pobre ou terrível que lhe deres:

    Trouxeste a chave?


    Repara:

    ermas de melodia e conceito

    elas se refugiaram na noite, as palavras.

    Ainda úmidas e impregnadas de sono,

    rolam num rio difícil e se transformam em despreza.


    ANDRADE, Carlos Drummond de. Nova reunião: 23 livros de poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p. 104-105.

    Considerando-se o conteúdo temático, os poemas Poesia (Texto II), O lutador (Texto III) e Procura da poesia (Texto IV) podem sem classificados como textos
    Escolha uma alternativa para a questão 9ffd6114-67