Português
- Figuras de Linguagem
- Prova de 2012
- UERJ
- Dificuldade: Fácil
- Com imagem
- Código da questão: 9C9A596B-BA
Sobre a origem da poesia

Prova
47 questões da prova de 2012 de Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), em Português, Inglês. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.
Sobre a origem da poesia

Sobre a origem da poesia

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Sobre a origem da poesia

Sobre a origem da poesia




Writers use different strategies in order to try to form more effective alliances with readers.
The resource used in the last paragraph to establish this alliance is in the use of:

The ideas expressed in a text might be perceived as true because of the choice and repetition of a specific tense.
The verb tense that makes the ideas in the text seem true is:

We have learned, though, that this social engineering is a phantasm, (l. 17)
Nevertheless, despite this, and maybe even because of it, we cannot give up trying the impossible: (l. 21-22)
The connectives underlined express the same notion.
They could be replaced by:

and non‑conformist doubts produce suspicion. (l. 11-12)
Two words whose prefixes are semantically similar to the prefix in non-conformist are present in:

The author criticizes the first vision of negotiation of difference in society.
This criticism is related to ideologies having the following characteristic:

O título do poema anuncia a noção de desigualdade.
Pela leitura do conjunto do texto, é possível concluir que a desigualdade entre os homens diz respeito principalmente a:

Todos os amores, iguais iguais iguais. (v.19)
A intensificação da repetição do termo iguais no mesmo verso, relacionado a amores, enfatiza determinada crítica que o poeta pretende fazer.
A crítica de Drummond se dirige às relações amorosas, no que diz respeito ao seguinte aspecto:

e todos,
todos os poemas em verso livre são enfadonhamente iguais. (v. 15-16)
Os versos livres são aqueles que não se submetem a um padrão.
Considerando essa definição, identifica-se nos versos acima a figura de linguagem denominada:

O poema de Carlos Drummond de Andrade se caracteriza por uma repetição considerada estilística, porque é claramente feita para produzir um sentido.
Pode-se dizer que a repetição da expressão são iguais é empregada para reforçar o sentido de:

Ficamos na mesquinhez dos nossos interesses imediatos negando fazer a revolução educacional que poderia completar a quase-abolição de 1888. (l. 39-40)
A criação da palavra composta, quase-abolição, cumpre principalmente a função de:

Somos escravocratas ao deixarmos que a escola seja tão diferenciada, (l. 13)
A forma sublinhada introduz uma relação de tempo. A ela, entretanto, se associa outra relação de sentido. Essa outra relação de sentido presente na frase acima é de:

No desenvolvimento da argumentação, o autor enumera razões específicas, facilmente constatadas no cotidiano, para sustentar sua opinião, anunciada no título, de que todos nós seríamos ainda escravocratas.
Esse método argumentativo, que apresenta elementos específicos da experiência social cotidiana, para deles extrair uma conclusão geral, é conhecido como:

A expressão somos escravocratas é repetida quatro vezes no texto que, embora assinado pelo autor Cristovam Buarque, é todo enunciado na primeira pessoa do plural.
O uso dessa primeira pessoa do plural, relacionado à escravidão, reforça principalmente o objetivo de: