Biologia
- Ecologia e ciências ambientais
- Prova de 2018
- CEDERJ
- Dificuldade: Muito fácil
- Código da questão: 81A15C7F-74
Prova
47 questões da prova de 2018 de Centro de Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (CEDERJ), em Biologia, Química, Física. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.
O dióxido de titânio, além de ser empregado como aditivo alimentar, é comumente usado para pigmentação branca em tintas, papel e plásticos. É também um ingrediente ativo, em protetores solares baseados em minerais, usado para a pigmentação com o objetivo de bloquear a luz ultravioleta. Além disso, o óxido também é usado em alguns chocolates para dar uma textura suave; em donuts, para fornecer cor; e em leites desnatados, para dar uma aparência mais brilhante, mais opaca, o que torna o produto mais saboroso.
Uma das reações utilizadas para a sua produção é a cloração de um mineral de titânio (ilmenita) cuja equação é a seguinte:
x FeTiO3 (s) + y Cl2 (g) + z C(s) → a FeCl2 (s) + bTiO2(s) + c CO2 (g)
Os números para os coeficientes x, y, z, a, b, c, que tornam
essa equação balanceada, são, respectivamente:
Dois corpos pontuais portando cargas respectivamente iguais a Q e Q’ estão em repouso conectados por uma mola. Quando a carga de um deles é dobrada, passando de Q para 2Q, a extensão da mola diminui na nova posição de equilíbrio. Quatro hipóteses foram elaboradas sobre os sinais das cargas:
I: Q > 0 e Q’ > 0
II: Q > 0 e Q’ < 0
III: Q < 0 e Q’ > 0
IV: Q < 0 e Q’ < 0
São compatíveis com o fenômeno descrito as hipóteses
Em 18 de maio de 2006, a Câmara Municipal do Rio de Janeiro publicou o decreto n° 26.516, que dispõe sobre a proibição da comercialização do xaxim e seus artefatos, produzidos a partir da planta Dicksonia sellowiana. Três características dessa planta, que corre o risco de ser extinta, são importantes para a sua classificação: seu sistema de transporte de seiva possibilita auto sustentação; as células diploides no esporângio (órgão que produz os esporos) são transformadas, através da meiose, em haploides; e não possuem sementes.
Segundo as informações apresentadas, a Dicksonia sellowiana é uma
Certo aluno estava lendo, em um livro de biologia, a descrição de estruturas encontradas em uma determinada célula. O texto iniciava-se ao final de uma página na qual se informava que a célula possuía DNA circular, flagelo sem axonema, ribossomos 70s, RNA mensageiro e membrana plasmática. Ao continuar a leitura na página seguinte, o aluno percebeu a descontinuidade do texto, pois a página de interesse havia sido destacada.
Com base nas características informadas, o aluno concluirá que a célula descrita é de um(a)
O mutualismo é uma interação entre organismos de diferentes espécies, que proporciona vantagens a todos os envolvidos. Essa interação torna-se definitiva, levando a uma dependência indispensável à sobrevivência de ambos os organismos e impossibilitando a desvinculação entre eles, em razão da colaboração que cada um exerce sobre o metabolismo de seu dependente.
As espécies citadas a seguir interagem através do mutualismo com exceção de
Um laboratório de controle ambiental recebeu para análise uma amostra de gás sem identificação. Após algumas medidas, foram obtidos os seguintes dados:

Com base nos valores obtidos, entre os gases indicados
nas opções, conclui-se que a amostra era de:
As pilhas são dispositivos que receberam esse nome porque a primeira pilha inventada por Alessandro Volta, no ano de 1800, e era formada por discos de zinco e cobre separados por um algodão embebido em salmoura. Tal conjunto era colocado de forma intercalada, um em cima do outro, empilhando os discos e formando uma grande coluna. Como era uma pilha de discos, começou a ser chamada por esse nome.
Afirma-se que, numa pilha eletroquímica, sempre ocorre
I oxidação no ânodo.
II movimentação de elétrons no interior da solução eletrolítica.
III passagem de elétrons, no circuito externo, do cátodo para o ânodo.
IV uma reação de oxirredução.
São verdadeiras apenas as afirmações estabelecidas em:
Dentre os diversos agentes tóxicos, o arsênio é historicamente famoso por se tratar de uma substância muito utilizada na Idade Média para assassinatos com interesses políticos. Podemos até dizer que a morte por arsênio foi a precursora da química forense. Na época, havia uma epidemia desses casos, cuja prevenção era muito difícil, uma vez que óxido de arsênio, As2O3, é um sólido branco, solúvel, sem cheiro e gosto, sendo dificilmente detectado por análises químicas convencionais, o que lhe deu o status de óxido do crime perfeito. Além disso, o óxido de arsênio (III) é um composto muito utilizado na fabricação de vidros e inseticidas. Ele é convertido em ácido arsenioso (H3AsO3 ) em contato com água. Um método para se determinar o teor de arsênio é por meio de oxidação com permanganato de potássio e ácido sulfúrico, conforme equação não balanceada a seguir:
H3AsO3 + KMnO4 + H2SO4 → H3AsO4 + K2SO4 + MnSO4 + H2O
Sabendo que para 2,000 g de amostra foram gastos
10,00 mL de uma solução de KMnO4 0,05 M, em que ocorre a reação acima completa, em meio de ácido sulfúrico, o
percentual de arsênio na amostra é:
A desomorfina, assim como a morfina e a heroína, é um derivado do ópio. Usada para fins medicinais na terapia da dor crônica e aguda de alta intensidade, a desomorfina produz fortes ações de insensibilidade à dor. A ingestão de doses elevadas da substância causa euforia, estados hipnóticos e dependência. A desomorfina é de 8 a 10 vezes mais potente que a morfina, tratando-se de um opiáceo sintético com estrutura quase idêntica à da heroína, mas muito mais barata.
Supondo que, a 25 °C, a desomorfina tenha um pKa de 9,69, a morfina tenha um pKa de 8,21 e a heroína tenha um pKa de 7,60, tem-se que a