Pular para o conteúdo

Prova

Prova de 2015: Fundação Getulio Vargas (FGV) — questões com gabarito

222 questões da prova de 2015 de Fundação Getulio Vargas (FGV), em Inglês, Português, Matemática. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 222 questões

Resultados: 222 questões

Página 3 de 12

  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension


    Adapted from Foreign Affairs, July/August 2014.

    The “publicity nightmare” mentioned at the end of paragraph 3 most likely refers to the fact that
    Escolha uma alternativa para a questão 4ea16ade-fd
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension


    Adapted from Foreign Affairs, July/August 2014.

    According to the information in the article, Salvador Allende’s economic policies led to all of the following except
    Escolha uma alternativa para a questão 4e956306-fd
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension


    Adapted from The New Yorker, July 29, 2013. 

    With respect to the future of printed books, which of the following is most supported by the information in the article?
    Escolha uma alternativa para a questão 4e897cba-fd
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension


    Adapted from The New Yorker, July 29, 2013. 

    In paragraph 3, the phrase “The differences are small…” most likely refers to which of the following?
    Escolha uma alternativa para a questão 4e804331-fd
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension


    Adapted from The New Yorker, July 29, 2013. 

    Which of the following is most supported by the information in the article?
    Escolha uma alternativa para a questão 4e7c0557-fd
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension


    Adapted from The New Yorker, July 29, 2013. 

    In paragraph 3, “This” in the sentence “This may be just a prejudice that will vanish as e-books become more common” most likely refers to which of the following?
    Escolha uma alternativa para a questão 4e7753f0-fd
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension


    Adapted from The New Yorker, July 29, 2013. 

    With respect to independent bookstores, which of the following is most supported by the information in the article?
    Escolha uma alternativa para a questão 4e6bbe6f-fd
  • Linguagens

    Português

        “Vais encontrar o mundo, disse-me meu pai, à porta do Ateneu. Coragem para a luta.” Bastante experimentei depois a verdade deste aviso, que me despia, num gesto, das ilusões de criança educada exoticamente na estufa de carinho que é o regime do amor doméstico; diferente do que se encontra fora, tão diferente, que parece o poema dos cuidados maternos um artifício sentimental, com a vantagem única de fazer mais sensível a criatura à impressão rude do primeiro ensinamento, têmpera brusca da vitalidade na influência de um novo clima rigoroso. Lembramo-nos, entretanto, com saudade hipócrita, dos felizes tempos; como se a mesma incerteza de hoje, sob outro aspecto, não nos houvesse perseguido outrora, e não viesse de longe a enfiada das decepções que nos ultrajam. 
        Eufemismo, os felizes tempos, eufemismo apenas, igual aos outros que nos alimentam, a saudade dos dias que correram como melhores. Bem considerando, a atualidade é a mesma em todas as datas.

    Raul Pompeia, O Ateneu.  
    Uma nota pessoal do autor de O Ateneu, Raul Pompeia, registra que, na sua concepção, “a prosa tem de ser eloquente, para ser artística, tal como os versos”. Essa concepção 


    I manifesta-se na composição do trecho de O Ateneu, aqui reproduzido;
    II orienta igualmente a prosa machadiana de Quincas Borba;
    III contraria o ideal estilístico do autor de São Bernardo, Graciliano Ramos. 


    Está correto o que se indica em 
    Escolha uma alternativa para a questão 4e62866d-fd
  • Linguagens

    Português

        “Vais encontrar o mundo, disse-me meu pai, à porta do Ateneu. Coragem para a luta.” Bastante experimentei depois a verdade deste aviso, que me despia, num gesto, das ilusões de criança educada exoticamente na estufa de carinho que é o regime do amor doméstico; diferente do que se encontra fora, tão diferente, que parece o poema dos cuidados maternos um artifício sentimental, com a vantagem única de fazer mais sensível a criatura à impressão rude do primeiro ensinamento, têmpera brusca da vitalidade na influência de um novo clima rigoroso. Lembramo-nos, entretanto, com saudade hipócrita, dos felizes tempos; como se a mesma incerteza de hoje, sob outro aspecto, não nos houvesse perseguido outrora, e não viesse de longe a enfiada das decepções que nos ultrajam. 
        Eufemismo, os felizes tempos, eufemismo apenas, igual aos outros que nos alimentam, a saudade dos dias que correram como melhores. Bem considerando, a atualidade é a mesma em todas as datas.

    Raul Pompeia, O Ateneu.  
    Na frase “disse-me meu pai”, ocorre ordem indireta, uma vez que seu sujeito está posposto ao verbo. No texto, há outros exemplos desse tipo de inversão. Considere os seguintes trechos:

    I “que me despia, num gesto, das ilusões de criança educada exoticamente na estufa de carinho”;
    II “que parece o poema dos cuidados maternos um artifício sentimental”;
    III “e não viesse de longe a enfiada das decepções”.


    Configura também frase com sujeito posposto a que está citada em
    Escolha uma alternativa para a questão 4e5657f8-fd
  • Linguagens

    Português

        Era no tempo do rei.

        Uma das quatro esquinas que formam as ruas do Ouvidor e da Quitanda, cortando-se mutuamente, chamava-se nesse tempo - O canto dos meirinhos -; e bem lhe assentava o nome, porque era aí o lugar de encontro favorito de todos os indivíduos dessa classe (que gozava então de não pequena consideração). Os meirinhos de hoje não são mais do que a sombra caricata dos meirinhos do tempo do rei; esses eram gente temível e temida, respeitável e respeitada; formavam um dos extremos da formidável cadeia judiciária que envolvia todo o Rio de Janeiro no tempo em que a demanda era entre nós um elemento de vida: o extremo oposto eram os desembargadores. Ora, os extremos se tocam, e estes, tocando-se, fechavam o círculo dentro do qual se passavam os terríveis combates das citações, provarás, razões principais e finais, e todos esses trejeitos judiciais que se chamava o processo.

        Daí sua influência moral.


    Manuel Antônio de Almeida, Memórias de um sargento de milícias.  

    Dentre as expressões do texto relativas à atividade própria dos meirinhos, citadas abaixo, a única que assume conotação pejorativa é
    Escolha uma alternativa para a questão 4e4451a8-fd
  • Linguagens

    Português

         Jornais impressos são coisas palpáveis, concretas, estão materializados em papel. No papel está seu suporte físico. Do papel, assim como da tinta, podem-se examinar a idade e a autenticidade. Já em televisão, como em toda forma de mídia eletrônica, é cada vez mais difícil encontrar o suporte físico original da informação. A bem da verdade, na era digital, quando já não se tem mais sequer o negativo de uma fotografia, posto que as fotos passaram a ser produzidas em máquinas digitais, praticamente não há mais o suporte físico primeiro, original, do documento que depois será objeto de pesquisa histórica. São tamanhas as possibilidades de alteração da imagem digital que, anos depois, será difícil precisar se aquela imagem que se tem corresponde exatamente à cena que foi de fato fotografada. E não se terá um negativo original para que seja tirada a prova dos nove.

    Eugênio Bucci e Maria R. Kehl, Videologias: ensaios sobre televisão. São Paulo: Boitempo, 2004
    Os conectivos sublinhados nos trechos “posto que as fotos passaram a ser produzidas em máquinas digitais” e “que, anos depois, será difícil precisar”, tendo em vista as relações sintático-semânticas estabelecidas no texto, introduzem, respectivamente, orações que exprimem ideia de
    Escolha uma alternativa para a questão 4e3fc446-fd
  • Linguagens

    Português

         Jornais impressos são coisas palpáveis, concretas, estão materializados em papel. No papel está seu suporte físico. Do papel, assim como da tinta, podem-se examinar a idade e a autenticidade. Já em televisão, como em toda forma de mídia eletrônica, é cada vez mais difícil encontrar o suporte físico original da informação. A bem da verdade, na era digital, quando já não se tem mais sequer o negativo de uma fotografia, posto que as fotos passaram a ser produzidas em máquinas digitais, praticamente não há mais o suporte físico primeiro, original, do documento que depois será objeto de pesquisa histórica. São tamanhas as possibilidades de alteração da imagem digital que, anos depois, será difícil precisar se aquela imagem que se tem corresponde exatamente à cena que foi de fato fotografada. E não se terá um negativo original para que seja tirada a prova dos nove.

    Eugênio Bucci e Maria R. Kehl, Videologias: ensaios sobre televisão. São Paulo: Boitempo, 2004
    Examine os seguintes comentários sobre diferentes elementos linguísticos presentes no texto:

    I Na oração que inicia o texto, a palavra “concretas” é um adjetivo que amplia o significado de outro adjetivo.
    II No trecho “do documento que depois será objeto de pesquisa histórica”, a palavra “objeto” assume sentido abstrato.
    III A expressão “prova dos nove” deve ser entendida, no texto, em seu sentido literal.


    Está correto o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão 4e3cdb22-fd
  • Linguagens

    Português

    Para responder à questão, leia o seguinte texto, em que a autora, colunista de gastronomia, recorda cenas de sua infância: 


    Uma tia-avó 


        Fico abismada de ver de quanta coisa não me lembro. Aliás, não me lembro de nada.
        Por exemplo, as férias em que eu ia para uma cidade do interior de Minas, acho que nem cidade era, era uma rua, e passava por Belo Horizonte, onde tinha uma tia-avó. 
        Não poderia repetir o rosto dela, sei que muito magra, vestido até o chão, fantasma em cinzentos, levemente muda, deslizando por corredores de portas muito altas. 
        O clima da casa era de passado embrulhado em papel de seda amarfanhado, e posto no canto para que não se atrevesse a voltar à tona. Nem um riso, um barulho de copos tinindo. Quem estava ali sabia que quanto menos se mexesse menor o perigo de sofrer. Afinal o mundo era um vale de lágrimas. 
        A casa dava para a rua, não tinha jardim, a não ser que você se aventurasse a subir uma escada de cimento, lateral, que te levava aos jardins suspensos da Babilônia. 
        Nem precisava ser sensível para sentir a secura, a geometria esturricada dos canteiros sob o céu de anil de Minas. Nada, nem uma flor, só coisas que espetavam e buxinhos com formatos rígidos e duras palmas e os urubus rodando alto, em cima, esperando… O quê? Segredos enterrados, medo, sentia eu destrambelhando escada abaixo. 
        Na sala, uma cristaleira antiga com um cacho enorme de uvas enroladas em papel brilhante azul. 
        Para mim, pareciam uvas de chocolate, recheadas de bebida, mas não tinha coragem de pedir, estavam lá ano após ano, intocadas. A avó, baixinho, permitia, “Quer, pode pegar”, com voz neutra, mas eu declinava, doida de desejo. 
        Das comidas comuns da casa, não me lembro de uma couvinha que fosse, não me lembro de empregadas, cozinheiras, sala de jantar, nada. 
        Enfim, Belo Horizonte para mim era uma terra triste, de mulheres desesperadas e mudas enterradas no tempo, chocolates sedutores e proibidos. Só valia como passagem para a roça brilhante de sol que me esperava. 

    Nina Horta, Folha de S. Paulo, 17/07/2013. Adaptado.
    Tendo em vista o tom de crônica que a colunista imprime a seu artigo, ela se sente livre para utilizar elementos linguísticos que não se enquadram nas normas da língua escrita padrão.
    Dos elementos citados abaixo, o único que NÃO tem essa característica, isto é, o único que preserva a norma-padrão é o emprego
    Escolha uma alternativa para a questão 4e39c448-fd
  • Linguagens

    Português

    Para responder à questão, leia o seguinte texto, em que a autora, colunista de gastronomia, recorda cenas de sua infância: 


    Uma tia-avó 


        Fico abismada de ver de quanta coisa não me lembro. Aliás, não me lembro de nada.
        Por exemplo, as férias em que eu ia para uma cidade do interior de Minas, acho que nem cidade era, era uma rua, e passava por Belo Horizonte, onde tinha uma tia-avó. 
        Não poderia repetir o rosto dela, sei que muito magra, vestido até o chão, fantasma em cinzentos, levemente muda, deslizando por corredores de portas muito altas. 
        O clima da casa era de passado embrulhado em papel de seda amarfanhado, e posto no canto para que não se atrevesse a voltar à tona. Nem um riso, um barulho de copos tinindo. Quem estava ali sabia que quanto menos se mexesse menor o perigo de sofrer. Afinal o mundo era um vale de lágrimas. 
        A casa dava para a rua, não tinha jardim, a não ser que você se aventurasse a subir uma escada de cimento, lateral, que te levava aos jardins suspensos da Babilônia. 
        Nem precisava ser sensível para sentir a secura, a geometria esturricada dos canteiros sob o céu de anil de Minas. Nada, nem uma flor, só coisas que espetavam e buxinhos com formatos rígidos e duras palmas e os urubus rodando alto, em cima, esperando… O quê? Segredos enterrados, medo, sentia eu destrambelhando escada abaixo. 
        Na sala, uma cristaleira antiga com um cacho enorme de uvas enroladas em papel brilhante azul. 
        Para mim, pareciam uvas de chocolate, recheadas de bebida, mas não tinha coragem de pedir, estavam lá ano após ano, intocadas. A avó, baixinho, permitia, “Quer, pode pegar”, com voz neutra, mas eu declinava, doida de desejo. 
        Das comidas comuns da casa, não me lembro de uma couvinha que fosse, não me lembro de empregadas, cozinheiras, sala de jantar, nada. 
        Enfim, Belo Horizonte para mim era uma terra triste, de mulheres desesperadas e mudas enterradas no tempo, chocolates sedutores e proibidos. Só valia como passagem para a roça brilhante de sol que me esperava. 

    Nina Horta, Folha de S. Paulo, 17/07/2013. Adaptado.
    Embora tenha sido publicado em jornal, o texto contém recursos mais comuns na linguagem literária do que na jornalística. Exemplificam tais recursos a hipérbole e a metáfora, que ocorrem, respectivamente, nos seguintes trechos:
    Escolha uma alternativa para a questão 4e34b82e-fd
  • Linguagens

    Português

    Para responder à questão, leia o seguinte texto, em que a autora, colunista de gastronomia, recorda cenas de sua infância: 


    Uma tia-avó 


        Fico abismada de ver de quanta coisa não me lembro. Aliás, não me lembro de nada.
        Por exemplo, as férias em que eu ia para uma cidade do interior de Minas, acho que nem cidade era, era uma rua, e passava por Belo Horizonte, onde tinha uma tia-avó. 
        Não poderia repetir o rosto dela, sei que muito magra, vestido até o chão, fantasma em cinzentos, levemente muda, deslizando por corredores de portas muito altas. 
        O clima da casa era de passado embrulhado em papel de seda amarfanhado, e posto no canto para que não se atrevesse a voltar à tona. Nem um riso, um barulho de copos tinindo. Quem estava ali sabia que quanto menos se mexesse menor o perigo de sofrer. Afinal o mundo era um vale de lágrimas. 
        A casa dava para a rua, não tinha jardim, a não ser que você se aventurasse a subir uma escada de cimento, lateral, que te levava aos jardins suspensos da Babilônia. 
        Nem precisava ser sensível para sentir a secura, a geometria esturricada dos canteiros sob o céu de anil de Minas. Nada, nem uma flor, só coisas que espetavam e buxinhos com formatos rígidos e duras palmas e os urubus rodando alto, em cima, esperando… O quê? Segredos enterrados, medo, sentia eu destrambelhando escada abaixo. 
        Na sala, uma cristaleira antiga com um cacho enorme de uvas enroladas em papel brilhante azul. 
        Para mim, pareciam uvas de chocolate, recheadas de bebida, mas não tinha coragem de pedir, estavam lá ano após ano, intocadas. A avó, baixinho, permitia, “Quer, pode pegar”, com voz neutra, mas eu declinava, doida de desejo. 
        Das comidas comuns da casa, não me lembro de uma couvinha que fosse, não me lembro de empregadas, cozinheiras, sala de jantar, nada. 
        Enfim, Belo Horizonte para mim era uma terra triste, de mulheres desesperadas e mudas enterradas no tempo, chocolates sedutores e proibidos. Só valia como passagem para a roça brilhante de sol que me esperava. 

    Nina Horta, Folha de S. Paulo, 17/07/2013. Adaptado.
    Considerando-se os elementos descritivos presentes no texto, é correto apontar, nele, o emprego de
    Escolha uma alternativa para a questão 4e2f14aa-fd
  • Matemática

    Matemática

    Um estacionamento para automóveis aluga vagas para carros mediante o preço de x reais por dia de estacionamento. O número y de carros que comparecem por dia para estacionar relaciona-se com o preço x de acordo com a equação 0,5 x + y = 120.
    O custo por dia de funcionamento do estacionamento é R$1150,00 independentemente do número de carros que estacionam.
    Seja [a,b] o intervalo de maior amplitude de preços em reais, para os quais o proprietário não tem prejuízo. Pode-se afirmar que a diferença b - a é:
    Escolha uma alternativa para a questão 4e265143-fd
  • Matemática

    Matemática

    Uma empresa vende regularmente um produto com uma demanda mensal constante a um certo preço por unidade.
    Se o preço por unidade sofrer um aumento de 8%, qual será a redução porcentual da quantidade mensal vendida de modo que a receita mensal não se altere?
    Escolha uma alternativa para a questão 4e1fb978-fd
  • Matemática

    Matemática

    Estima-se que o PIB de uma ilha, daqui a x anos, seja , y1=60 000e0,05x unidades monetárias, em que x = 0 é o ano de 2014, x = 1 o ano de 2015 e assim por diante.
    Estima-se também que o número de habitantes da ilha, daqui a x anos, seja , y2=10 000e0,04x
    Daqui a quantos anos o PIB per capita (ou PIB por pessoa) será aproximadamente 50% superior ao de 2014? 


    Utilize a tabela:

      x                 0,5         1            2                3              4              5 
    ln(x)        -0,6931       0       0,6931       1,0986      1,3863     1,6094
    Escolha uma alternativa para a questão 4e031f79-fd