Geografia
- Amazônia
- Prova de 2015
- FGV
- Dificuldade: Muito fácil
- Código da questão: 4EBF16BA-FD
Prova
222 questões da prova de 2015 de Fundação Getulio Vargas (FGV), em Geografia, História, Inglês, Português e mais matérias. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.
Examine a seguinte figura:

http://www.progonos.com/furuti/MapProj/Dither/TOC/cartTOC.html
A figura acima contém diferentes representações da América do Sul extraídas de mapas-múndi.
Isso se deve
Alguma coisa está acontecendo aqui.
O que isto é, não está claro.
Ali tem um homem com uma arma.
Me dizendo que tenho de ficar alerta.
Eu acho que é hora de pararmos.
Crianças, que som é aquele?
Todos olham o que está acontecendo.
A linha de batalha está desenhada.
Ninguém está certo se todos estiverem errados.
Jovens falando em suas mentes.
Eu tenho muita resistência atrás.
Stephen Stills, For What It’s Worth, 1967.
Essa é uma das muitas canções compostas nos EUA com críticas à Guerra do Vietnã. As críticas a
essa guerra

Adapted from Foreign Affairs, July/August 2014.

Adapted from The New Yorker, July 29, 2013.

À margem de Memórias de um sargento de milícias
É difícil associar à impressão deixada por essa obra divertida e leve a ideia de um destino trágico. Foi, entretanto, o que coube a Manuel Antônio de Almeida, nascido em 1831 e morto em 1861. A simples justaposição dessas duas datas é bastante reveladora: mais alguns dados, os poucos de que dispomos, apenas servem para carregar nas cores, para tornar a atmosfera do quadro mais deprimente. Que é que cabe num prazo tão curto?
Uma vida toda em movimento, uma série tumultuosa de lutas, malogros e reerguimentos, as reações de uma vontade forte contra os golpes da fatalidade, os heroicos esforços de ascensão de um self-made man esmagado pelas circunstâncias. Ignoramos quase totalmente seus começos de menino pobre, mas talvez seja possível reconstruí-los em parte pelas cenas tão vivas em que apresenta o garoto Leonardo lançado de chofre nas ruas pitorescas da indolente cidadezinha que era o Rio daquela época. Basta enumerar todas as profissões que o escritor exerceu em seguida para adivinhar o ambiente. Estudante na Escola de Belas-Artes e na Faculdade de Medicina, jornalista e tradutor, membro fundador da Sociedade das Belas-Artes, administrador da Tipografia Nacional, diretor da Academia Imperial da Ópera Nacional, Manuel Antônio provavelmente não se teria candidatado ainda a uma cadeira da Assembleia Provincial se suas ocupações sucessivas lhe garantissem uma renda proporcional ao brilho de seus títulos. Achava-se justamente a caminho da “sua” circunscrição, quando, depois de tantos naufrágios no sentido figurado, pereceu num naufrágio concreto, deixando saudades a um reduzido círculo de amigos, um medíocre libreto de ópera e algumas traduções, do francês, de romances de cordel, aos pesquisadores de curiosidade, e as Memórias de um sargento de milícias ao seu país.
Paulo Rónai, Encontros com o Brasil. Rio de Janeiro:
Edições de Janeiro, 2014.
No primeiro parágrafo, o conectivo “entretanto” introduz uma oração que contém, em relação à associação feita no período anterior, ideia de