Pular para o conteúdo

Prova

Prova de 2021: Universidade Estadual do Maranhão — questões com gabarito

24 questões da prova de 2021 de Universidade Estadual do Maranhão, em Português, Literatura, Inglês. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 24 questões

Resultados: 24 questões

Página 1 de 2

  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder à questão. 

    CARTA PRAS ICAMIABAS

    Ás mui queridas súbditas nossas, Senhoras Amazonas.
     Trinta de Maio de Mil Novecentos e Vinte e Seis,
     São Paulo.
     Senhoras:

    Não pouco vos surpreenderá, por certo, o endereço e a literatura desta missiva. Cumpre-nos, entretanto, iniciar estas linhas de saùdade e muito amor, com desagradável nova. É bem verdade que na boa cidade de São Paulo – a maior do universo, no dizer de seus prolixos habitantes – não sois conhecidas por “icamiabas”, voz espúria, sinão que pelo apelativo de Amazonas; e de vós, se afirma, cavalgardes ginetes belígeros e virdes da Hélade clássica; e assim sois chamadas [...]

    Nem cinco sóis eram passados que de vós nos partíramos, quando a mais temerosa desdita pesou sobre Nós. Por uma bela noite dos idos de maio do ano translato, perdíamos a muiraquitã; que outrém grafara muraquitã, e, alguns doutos, ciosos de etimologias esdrúxulas, ortografam muyrakitan e até mesmo muraqué-itã, não sorriais! Haveis de saber que esse vocábulo, tão familiar às vossas trompas de Eustáquio, é quasi desconhecido por aqui. [...] Mas não nos sobra já vagar para discretearmos “sub tegmine fagi” sobre a língua portuguesa, também chamada lusitana. [...]

    Andrade, M. Macunaíma. Porto Alegre: L&PM, 2018.
    O trecho de “Cartas pras Icamiabas” em que se identifica intertextualidade, com efeitos de paródia, relativa à passagem da produção poética do poeta português Luís Vaz de Camões, é
    Escolha uma alternativa para a questão 040dbc7b-b3
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder à questão. 

    CARTA PRAS ICAMIABAS

    Ás mui queridas súbditas nossas, Senhoras Amazonas.
     Trinta de Maio de Mil Novecentos e Vinte e Seis,
     São Paulo.
     Senhoras:

    Não pouco vos surpreenderá, por certo, o endereço e a literatura desta missiva. Cumpre-nos, entretanto, iniciar estas linhas de saùdade e muito amor, com desagradável nova. É bem verdade que na boa cidade de São Paulo – a maior do universo, no dizer de seus prolixos habitantes – não sois conhecidas por “icamiabas”, voz espúria, sinão que pelo apelativo de Amazonas; e de vós, se afirma, cavalgardes ginetes belígeros e virdes da Hélade clássica; e assim sois chamadas [...]

    Nem cinco sóis eram passados que de vós nos partíramos, quando a mais temerosa desdita pesou sobre Nós. Por uma bela noite dos idos de maio do ano translato, perdíamos a muiraquitã; que outrém grafara muraquitã, e, alguns doutos, ciosos de etimologias esdrúxulas, ortografam muyrakitan e até mesmo muraqué-itã, não sorriais! Haveis de saber que esse vocábulo, tão familiar às vossas trompas de Eustáquio, é quasi desconhecido por aqui. [...] Mas não nos sobra já vagar para discretearmos “sub tegmine fagi” sobre a língua portuguesa, também chamada lusitana. [...]

    Andrade, M. Macunaíma. Porto Alegre: L&PM, 2018.
    Há efeito de estranhamento para o leitor, porque a escrita difere da língua padrão atual, nas seguintes palavras:
    Escolha uma alternativa para a questão 0410d62e-b3
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho a seguir para responder à questão.

    [...]
    — Mãe, quem que leva nossa casa pra outra banda do rio no banhado, quem que leva? Pergunta assim!  
    A velha fez. Macunaíma pediu pra ela ficar com os olhos fechados e carregou todos os carregos, tudo, pro lugar em que estavam de já-hoje no mondongo imundado. Quando a velha abriu os olhos tudo estava no lugar de dantes, vizinhando com os tejupares de mano Maanape e de mano Jiguê com a linda Iriqui. E todos ficaram roncando de fome outra vez.  
    Então a velha teve uma raiva malvada. Carregou o herói na cintura e partiu. Atravessou o mato e chegou no capoeirão chamado Cafundó do Judas. Andou légua e meia nele, nem se enxergava mato mais, era um coberto plano apenas movimentado com o pulinho dos cajueiros. 
    Nem guaxe animava a solidão. A velha botou o curumim no campo onde ele podia crescer mais não e falou: 
    — Agora vossa mãe vai embora. Tu ficas perdido no coberto e podes crescer mais não. 

    Andrade, M. Macunaíma. Porto Alegre: L&PM, 2018.

    Em Macunaíma, Mário de Andrade inova nos padrões linguísticos, nos níveis lexical, morfológico e sintático, ao empregar a linguagem coloquial popular falada como marca de identidade nacional. No trecho acima, essa brasilidade está presente no(a)
    Escolha uma alternativa para a questão 041370c3-b3
  • Linguagens

    Português

    A alcova estava mobiliada com as famosas redes brancas do Maranhão. Bem no centro havia uma mesa de jacarandá esculpido arranjada com louça branco-encarnada de Breves e cerâmica de Belém, dispostas sobre uma toalha de rendas tecidas com fibra de bananeiras. 

    Andrade, M. Macunaíma. Porto Alegre: L&PM, 2018.

    O fragmento exemplifica que, em Macunaíma, de Mário de Andrade, há
    Escolha uma alternativa para a questão 0415fd13-b3
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho a seguir para responder à questão.

    No mocambo si alguma cunhatã se aproximava dele pra fazer festinha, Macunaíma punha a mão nas graças dela, cunhatã se afastava. Nos machos guspia na cara. Porém respeitava os velhos e frequentava com aplicação a murua a poracê o torê o bacororô a cucuicogue, todas essas danças religiosas da tribo.

    Andrade, M. Macunaíma. Porto Alegre: L&PM, 2018.

    Após apresentar fatos sobre as traquinagens do herói, o narrador, no último período, apresenta argumentação que consolida a tese de uma entidade moral para a personagem, por meio de
    Escolha uma alternativa para a questão 0418765c-b3
  • Linguagens

    Português

    Mario Quintana, poeta gaúcho, foi um dos maiores expoentes da literatura brasileira. Com estilo eclético, estreou em 1940, desafiando os críticos literários por se ter tornado um poeta popular. Sua poesia é compreensível sem ser banal; sua originalidade é natural; suas metáforas são claras, mas, ao mesmo tempo, surpreendentes.   

    O poema Noturno citadino é a base para responder à questão.

    Um cartaz luminoso ri no ar.
    Ó noite, ó minha nêga
    toda acesa
    de letreiros!... Pena
    é que a gente saiba ler... Senão
    tu serias de uma beleza única
    inteiramente feita
    para o amor dos nossos olhos. 

    QUINTANA, M. Esconderijos do tempo. Rio de Janeiro: Objetiva, 2013.
    O sujeito lírico, para fazer entender seus sentimentos no poema, pretende criar um dialogismo imaginário íntimo no(s)
    Escolha uma alternativa para a questão 041aeaf4-b3
  • Linguagens

    Português

    Mario Quintana, poeta gaúcho, foi um dos maiores expoentes da literatura brasileira. Com estilo eclético, estreou em 1940, desafiando os críticos literários por se ter tornado um poeta popular. Sua poesia é compreensível sem ser banal; sua originalidade é natural; suas metáforas são claras, mas, ao mesmo tempo, surpreendentes.   

    O poema Noturno citadino é a base para responder à questão.

    Um cartaz luminoso ri no ar.
    Ó noite, ó minha nêga
    toda acesa
    de letreiros!... Pena
    é que a gente saiba ler... Senão
    tu serias de uma beleza única
    inteiramente feita
    para o amor dos nossos olhos. 

    QUINTANA, M. Esconderijos do tempo. Rio de Janeiro: Objetiva, 2013.
    O articulador argumentativo “Senão” imprime no poema um valor semântico de  
    Escolha uma alternativa para a questão 041d6930-b3
  • Linguagens

    Literatura

    O Surrealismo, movimento vanguardista, trazia como princípios a prevalência do automatismo psíquico em estado puro e a expressão do pensamento de maneira automática e espontânea, gerando, na escrita literária, imagens impulsionadas pelo inconsciente. 

    As poesias de Mario Quintana, não muito raro, trazem imagens que dialogam com a proposta surrealista, como se pode observar no seguinte conjunto de versos, extraído do livro de poemas Esconderijos do tempo:
    Escolha uma alternativa para a questão 041fdd3d-b3
  • Linguagens

    Inglês

    TEXT I

    What Is Organic Anyway?

    When you think of organic food, what words come to mind? Natural, local, ethical? In fact, the classification of organic food is a tricky business. 

       Until the 19th century, nobody would have considered farming as anything other than organic. Crops were fertilized using animal manure and compost. In the 18th and 19th centuries, however, chemists were discovering more about chemicals. The work of German chemist Justus von Liebig, in particular, led to the development of cheap nitrogen fertilizers. The agricultural revolution that followed, especially in Great Britain, brought about a huge increase in crop production. This helped feed the country’s rapidly growing urban population and reduce famine. However, not everybody was convinced of the benefits of the new technologies.
        Sir Albert Howard’s experiences in India convinced him that correct animal and crop management in a local area produced strong pest-resistant plants that were superior to those grown with chemical fertilizers. He saw chemical fertilizers as expensive, unnecessary, and unsustainable and studied ways to farm productively but naturally.
        Howard himself never used the word organic. It was British agriculturalist Lord Northbourne who first referred to a farm as a single “organic whole,” describing a more balanced, sustainable style of farming. Northbourne’s ideas, however, were not widely accepted. The following years saw an increase in the use of fertilizers and pesticides, which allowed farmers to plant large quantities of single crops. Most farms became industrialized single-crop producers that depended on pesticides and fertilizers. Then in the 1970s, some people began to express their concerns about the negative effects of these methods on soil quality and the environment. These green activists began to call for a return to more traditional styles of farming.
         At the same time, in other parts of the world modern methods were replacing traditional farming. In Mexico, Pakistan, and India, Nobel Prize-winning agriculturalist Norman Borlaug pioneered the use of new crops and technologies and greatly increased food production. Environmentalists criticized Borlaug’s work, which they claimed led to reliance on a single crop, inequality, malnutrition, and the loss of natural wildlife. While Borlaug recognized some of these claims, he argued that his principle aim was an end to hunger, something, he pointed out, that most of his critics had never experienced.
         Meanwhile in the USA and the UK, many smaller farms were trying to return to natural methods, growing many different crops and keeping animals to fertilize the soil. Throughout the 1970s, activists continued to promote a return to more traditional ways of living, and some people were encouraged to try to provide their own food, both out in the countryside and using smaller urban gardens.
         However, as the idea of organic food became more popular, big business began to move in. The 1980s and 1990s saw the growth of large organic farms and supermarkets, and the importation of organic produce from abroad. At the same time, new legislation in places such as the USA and Europe has made it extremely expensive and complicated for small producers to obtain organic certification. Ironically, many natural local farms are not classed as organic, while much of the organic food supermarkets sell often comes from foreign countries. This has led to criticism from environmentalists who feel that the term organic no longer represents the ideals of organic farming.
         As we move into the 21st century with a world population of seven billion people, the debate on how we should feed ourselves shows no sign of coming to an end.

    SHACKLETON, Caroline & TURNER, Nathan Paul. Money Tree: the business of organics. Cambridge University Press, 2014.
    Many animal and crop management procedures took place across the centuries. The option which highlights the one taken as an organic procedure is
    Escolha uma alternativa para a questão 04225912-b3
  • Linguagens

    Inglês

    TEXT I

    What Is Organic Anyway?

    When you think of organic food, what words come to mind? Natural, local, ethical? In fact, the classification of organic food is a tricky business. 

       Until the 19th century, nobody would have considered farming as anything other than organic. Crops were fertilized using animal manure and compost. In the 18th and 19th centuries, however, chemists were discovering more about chemicals. The work of German chemist Justus von Liebig, in particular, led to the development of cheap nitrogen fertilizers. The agricultural revolution that followed, especially in Great Britain, brought about a huge increase in crop production. This helped feed the country’s rapidly growing urban population and reduce famine. However, not everybody was convinced of the benefits of the new technologies.
        Sir Albert Howard’s experiences in India convinced him that correct animal and crop management in a local area produced strong pest-resistant plants that were superior to those grown with chemical fertilizers. He saw chemical fertilizers as expensive, unnecessary, and unsustainable and studied ways to farm productively but naturally.
        Howard himself never used the word organic. It was British agriculturalist Lord Northbourne who first referred to a farm as a single “organic whole,” describing a more balanced, sustainable style of farming. Northbourne’s ideas, however, were not widely accepted. The following years saw an increase in the use of fertilizers and pesticides, which allowed farmers to plant large quantities of single crops. Most farms became industrialized single-crop producers that depended on pesticides and fertilizers. Then in the 1970s, some people began to express their concerns about the negative effects of these methods on soil quality and the environment. These green activists began to call for a return to more traditional styles of farming.
         At the same time, in other parts of the world modern methods were replacing traditional farming. In Mexico, Pakistan, and India, Nobel Prize-winning agriculturalist Norman Borlaug pioneered the use of new crops and technologies and greatly increased food production. Environmentalists criticized Borlaug’s work, which they claimed led to reliance on a single crop, inequality, malnutrition, and the loss of natural wildlife. While Borlaug recognized some of these claims, he argued that his principle aim was an end to hunger, something, he pointed out, that most of his critics had never experienced.
         Meanwhile in the USA and the UK, many smaller farms were trying to return to natural methods, growing many different crops and keeping animals to fertilize the soil. Throughout the 1970s, activists continued to promote a return to more traditional ways of living, and some people were encouraged to try to provide their own food, both out in the countryside and using smaller urban gardens.
         However, as the idea of organic food became more popular, big business began to move in. The 1980s and 1990s saw the growth of large organic farms and supermarkets, and the importation of organic produce from abroad. At the same time, new legislation in places such as the USA and Europe has made it extremely expensive and complicated for small producers to obtain organic certification. Ironically, many natural local farms are not classed as organic, while much of the organic food supermarkets sell often comes from foreign countries. This has led to criticism from environmentalists who feel that the term organic no longer represents the ideals of organic farming.
         As we move into the 21st century with a world population of seven billion people, the debate on how we should feed ourselves shows no sign of coming to an end.

    SHACKLETON, Caroline & TURNER, Nathan Paul. Money Tree: the business of organics. Cambridge University Press, 2014.
    The most important argument Mr. Borlaug had to fight his critics was the fact that they had never
    Escolha uma alternativa para a questão 0424cdb8-b3
  • Linguagens

    Inglês

    TEXT II

    Veggies You Can Regrow From Discarded Roots

    Patrick Phillips 

       When it comes to cooking with healthy, fresh ingredients, we always end up facing the same issue: what to do with all of the roots we chop off of our veggies? Instead of tossing them in the trash, there’s actually something quite useful you can do with them, and it’ll save you a good chunk of change.
        Regrowing green onions has become quite popular, and it’s easy to understand why: it’s very simple and fun to check on its growth progress on a daily basis. It’s also a great way to help avoid food waste. However, there are plenty of vegetables you can regrow for yourself at home using scraps.
       Green Onion
       Let’s start with the basics: green onions. These are the fastest plants to regrow and also the easiest. To do so, put the root and 1 inch of the white part in a bowl or jar, then fill it with enough water to cover up to halfway up the white part of the onion. Change out the water every 2 to 3 days. You’ll notice it growing within a day and after a week, you’ll have greens that you can use!
        Romaine Lettuce
       You can regrow romaine lettuce and also other lettuces by placing the roots of it in a jar filled with at least 1 inch of water. Leave for a few days until it begins to grow, then transfer the roots into soil to continue growing the thriving plant.
       Cabbage
      You can regrow cabbage in the same way that you regrow lettuce. Simply save a stump of the cabbage with its roots and place it in 1 inch of water. Then transfer the sprouting leaves into soil.
       Leeks
      Since leeks are actually directly related to green onions, they can be regrown using the same method. Place the root and about 2 inches of the white part in a jar with water that reaches about halfway up the white part. These will take a bit longer to regrow, but don’t give up! Make sure to keep changing out the water every 2 or 3 days.
       Carrot Tops
       Cut a carrot at the top (the root) and place the piece, cut side-down, in a bowl of water. The leaves of the carrots will grow as opposed to the carrot itself, however, these leaves can be used in salads, be used as a garnish, or can even be put into a pesto. Simply change the water every few days.
       Celery
      Celery can be regrown in the same way as the cabbage and romaine. Place the root end of the stalk in 1 inch of water. When the leaves will begin to sprout, wait about a week in order for the celery to become stronger. Make sure you change the water every few days. Once this process is done, you can replant the celery in soil. Celery leaves can also be used in salads.

    https://www.sizzlfy.com/healthy/veggies-regrow. Slighted modified. Accessed on September the 30th
    The veggies which have the same way of regrowing are
    Escolha uma alternativa para a questão 04274861-b3
  • Linguagens

    Inglês

    TEXT II

    Veggies You Can Regrow From Discarded Roots

    Patrick Phillips 

       When it comes to cooking with healthy, fresh ingredients, we always end up facing the same issue: what to do with all of the roots we chop off of our veggies? Instead of tossing them in the trash, there’s actually something quite useful you can do with them, and it’ll save you a good chunk of change.
        Regrowing green onions has become quite popular, and it’s easy to understand why: it’s very simple and fun to check on its growth progress on a daily basis. It’s also a great way to help avoid food waste. However, there are plenty of vegetables you can regrow for yourself at home using scraps.
       Green Onion
       Let’s start with the basics: green onions. These are the fastest plants to regrow and also the easiest. To do so, put the root and 1 inch of the white part in a bowl or jar, then fill it with enough water to cover up to halfway up the white part of the onion. Change out the water every 2 to 3 days. You’ll notice it growing within a day and after a week, you’ll have greens that you can use!
        Romaine Lettuce
       You can regrow romaine lettuce and also other lettuces by placing the roots of it in a jar filled with at least 1 inch of water. Leave for a few days until it begins to grow, then transfer the roots into soil to continue growing the thriving plant.
       Cabbage
      You can regrow cabbage in the same way that you regrow lettuce. Simply save a stump of the cabbage with its roots and place it in 1 inch of water. Then transfer the sprouting leaves into soil.
       Leeks
      Since leeks are actually directly related to green onions, they can be regrown using the same method. Place the root and about 2 inches of the white part in a jar with water that reaches about halfway up the white part. These will take a bit longer to regrow, but don’t give up! Make sure to keep changing out the water every 2 or 3 days.
       Carrot Tops
       Cut a carrot at the top (the root) and place the piece, cut side-down, in a bowl of water. The leaves of the carrots will grow as opposed to the carrot itself, however, these leaves can be used in salads, be used as a garnish, or can even be put into a pesto. Simply change the water every few days.
       Celery
      Celery can be regrown in the same way as the cabbage and romaine. Place the root end of the stalk in 1 inch of water. When the leaves will begin to sprout, wait about a week in order for the celery to become stronger. Make sure you change the water every few days. Once this process is done, you can replant the celery in soil. Celery leaves can also be used in salads.

    https://www.sizzlfy.com/healthy/veggies-regrow. Slighted modified. Accessed on September the 30th
    Taking into consideration the specific parts (1 to 6) of text II: Green onion, Romaine lettuce, Cabbage, leeks, Carrot tops, and Celery, choose the correct option in which one can find a comparative of superiority.
    Escolha uma alternativa para a questão 0429c8fb-b3
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho do Cap. 1 para responder à questão. 

    Capítulo I

    [...]

    Nem bem teve seis anos deram água num chocalho pra ele e Macunaíma principiou falando como todos. E pediu pra mãe que largasse da mandioca ralando na cevadeira e levasse ele passear no mato. A mãe não quis porque não podia largar da mandioca não. Macunaíma choramingou dia inteiro. De-noite continuou chorando. No outro dia esperou com o olho esquerdo dormindo que a mãe principiasse o trabalho. Então pediu pra ela que largasse de tecer o paneiro de guarumá-membeca e levasse ele no mato passear. A mãe não quis porque não podia largar o paneiro não. E pediu pra nora, companheira de Jiguê, que levasse o menino. A companheira de Jiguê era bem moça e chamava Sofará. Foi se aproximando ressabiada porém desta vez Macunaíma ficou muito quieto sem botar a mão na graça de ninguém. A moça carregou o piá nas costas e foi até o pé de aninga na beira do rio. A água parara pra inventar um ponteio de gozo nas folhas do javari. O longe estava bonito com muitos biguás e biguatingas avoando na estrada do furo. A moça botou Macunaíma na praia porém ele principiou choramingando, que tinha muita formiga!... e pediu pra Sofará que o levasse até o derrame do morro lá dentro do mato. A moça fez. Mas assim que deitou o curumim nas tiriricas, tajás e trapoerabas da serrapilheira, ele botou corpo num átimo e ficou um príncipe lindo. Andaram por lá muito.

    [...]

    Andrade, M. Macunaíma. São Paulo: Ótima, 2015.
    A obra Macunaíma apresenta uma exploração criativa da linguagem, em nível oral e popular, que se distancia da linguagem padrão. No trecho acima, essa subversão linguística é marcada pelo(a)
    Escolha uma alternativa para a questão 7a4a00f3-b2
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho do Cap. 1 para responder à questão. 

    Capítulo I

    [...]

    Nem bem teve seis anos deram água num chocalho pra ele e Macunaíma principiou falando como todos. E pediu pra mãe que largasse da mandioca ralando na cevadeira e levasse ele passear no mato. A mãe não quis porque não podia largar da mandioca não. Macunaíma choramingou dia inteiro. De-noite continuou chorando. No outro dia esperou com o olho esquerdo dormindo que a mãe principiasse o trabalho. Então pediu pra ela que largasse de tecer o paneiro de guarumá-membeca e levasse ele no mato passear. A mãe não quis porque não podia largar o paneiro não. E pediu pra nora, companheira de Jiguê, que levasse o menino. A companheira de Jiguê era bem moça e chamava Sofará. Foi se aproximando ressabiada porém desta vez Macunaíma ficou muito quieto sem botar a mão na graça de ninguém. A moça carregou o piá nas costas e foi até o pé de aninga na beira do rio. A água parara pra inventar um ponteio de gozo nas folhas do javari. O longe estava bonito com muitos biguás e biguatingas avoando na estrada do furo. A moça botou Macunaíma na praia porém ele principiou choramingando, que tinha muita formiga!... e pediu pra Sofará que o levasse até o derrame do morro lá dentro do mato. A moça fez. Mas assim que deitou o curumim nas tiriricas, tajás e trapoerabas da serrapilheira, ele botou corpo num átimo e ficou um príncipe lindo. Andaram por lá muito.

    [...]

    Andrade, M. Macunaíma. São Paulo: Ótima, 2015.
    As metamorfoses experimentadas pelo herói no percurso da obra concorrem para a solidez do epíteto “herói sem nenhum caráter”. Além dessas transformações, Macunaíma apresenta, ao longo da narrativa, indícios de sua falta de caráter, tal como se comprova no trecho:
    Escolha uma alternativa para a questão 7a4d5335-b2
  • Linguagens

    Português

    O tempo, na arte literária, opera diversificado conforme os gêneros. Analise os fragmentos extraídos dos capítulos 3 e 4, de Macunaíma.

    Cap. 3
    No outro dia quando Macunaíma foi visitar o túmulo do filho, viu que nascera do corpo uma plantinha. Trataram dela com muito cuidado e foi o guaraná.

    Cap. 4
    No outro dia bem cedo o herói padecendo saudades de Ci, a companheira pra sempre inesquecível, furou o beiço inferior e fez da muiraquitã um tembetá.

    A expressão “no outro dia”, exemplificada acima, é frequentemente usada pelo narrador ao longo da obra Macunaíma. A recorrência desse marcador temporal mostra a intencionalidade do narrador em
    Escolha uma alternativa para a questão 7a4fdbed-b2
  • Linguagens

    Português

    Macunaíma, o herói sem nenhum caráter, é um ser que alegoricamente traz em si ambiguidades, ironias e diversas marcas como um mosaico da cultura original do Brasil.

    Há correspondência entre o fragmento do texto e o sentimento expresso pela palavra dos parênteses em:
    Escolha uma alternativa para a questão 7a5265b3-b2
  • Linguagens

    Português

    Mario Quintana, poeta gaúcho, foi um dos maiores expoentes da literatura brasileira. Com estilo eclético, estreou em 1940, desafiando os críticos literários por se ter tornado um poeta popular. Sua poesia é compreensível sem ser banal; sua originalidade é natural; suas metáforas são claras, mas, ao mesmo tempo, surpreendentes.

    A questão trata do poema deste poeta de nossa literatura.

    Leia o poema Solau à moda antiga para responder à questão. 

    Senhora, eu vos amo tanto
    Que até por vosso marido
    Me dá um certo quebranto...
    Pois que tem que a gente inclua
    No mesmo alastrante amor
    Pessoa animal ou cousa
    Ou seja lá o que for,
    Só porque os banha o esplendor
    Daquela a quem se ama tanto?
    E sendo desta maneira,
    Não me culpeis, por favor,
    Da chama que ardente abrasa
    O nome de vossa rua,
    Vossa gente e vossa casa
    E vossa linda macieira
    Que ainda ontem deu flor...

    QUINTANA, M. Esconderijos do tempo. Rio de Janeiro: Objetiva, 2013.

    Nesse poema, marcado pelo senso de humor, reconhece-se, fortemente, características da poesia medieval trovadoresca nos versos: 
    Escolha uma alternativa para a questão 7a54dd48-b2
  • Linguagens

    Português

    Leia o poema a seguir para responder à questão.


     Se um poeta falar num gato


    Se o poeta falar num gato, numa flor,

    num vento que anda por descampados e desvios

    e nunca chegou à cidade...

    se falar numa esquina mal e mal iluminada...

    numa antiga sacada... num jogo de dominó...

    se falar naqueles obedientes soldadinhos de chumbo que morriam de verdade...


    se falar na mão decepada no meio de uma escada

    de caracol...

    Se não falar em nada

    e disser simplesmente tralalá... Que importa?

    Todos os poemas são de amor!


    QUINTANA, M. Esconderijos do tempo. Rio de Janeiro: Objetiva, 2013.

    No poema, nota-se a presença reiterada da preposição "em", que se liga ao verbo falar, acrescentando-lhe um termo nominal dependente. Em alguns versos, seu emprego dá-se em contração com artigos definidos e indefinidos e com pronome demonstrativo.

    Considerando o sentido contextual que essa preposição apresenta no poema, a relação semântica que se estabelece entre os termos que ela liga é de

    Escolha uma alternativa para a questão 7a575155-b2
  • Linguagens

    Literatura

    Leia o poema para responder à questão.

         Selva selvaggia

    As palavras espiam como animais:
    umas, rajadas, sensuais, que nem panteras...
    outras, escuras, furtivas raposas...
    mas as mais belas palavras estão pousadas nas frondes mais altas, como pássaros...
    O poema está parado em meio da clareira.

    O poema
    caiu
    na armadilha! debate-se
    e ora subdivide-se e entrechoca-se como esferas de vidro colorido
    ora é uma fórmula algébrica
    ora, como um sexo, palpita... Que importa
    que importa qual seja enfim o seu verdadeiro universo?
    Ele em breve será inteiramente devorado pelas palavras!

    QUINTANA, M. Esconderijos do tempo. Rio de Janeiro: Objetiva, 2013.

    Selva selvaggia exemplifica uma das características da poética de Mário Quintana: 
    Escolha uma alternativa para a questão 7a5a0fcb-b2
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder à questão. 


    Racismo no Brasil: todo mundo sabe que existe, mas ninguém acha que é racista, diz Djamila Ribeiro 


    Em entrevista à BBC News Brasil, a autora do Pequeno Manual Antirracista diz o que deve ser feito por quem quer combater o racismo e sobre o papel dos pais na educação antirracista de seus filhos. Segundo a escritora: "Não basta só reconhecer o privilégio, precisa ter ação antirracista de fato. Ir a manifestações é uma delas, apoiar projetos importantes que visem à melhoria de vida das populações negras é importante, ler intelectuais negros, colocar na bibliografia. Quem a gente convida para entrevistar? Quem são as pessoas que a gente visibiliza?"

    Djamila Ribeiro é mestre em filosofia política pela Unifesp e uma das vozes mais influentes do movimento pelos direitos das mulheres negras no Brasil. Ela está na lista da BBC de 100 mulheres mais influentes e inspiradoras do mundo.

    Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/brasil (Adaptado)

    A fala da escritora Djamila Marques, citada no texto, é encerrada com duas interrogativas que corroboram seu argumento contra o racismo. As interrogativas retóricas, em relação ao argumento, produzem no texto, um sentido de
    Escolha uma alternativa para a questão 7a5ca66e-b2