Biologia
- Estudo dos tecidos
- Prova de 2013
- Universidade do Estado da Bahia
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 4A30967E-BC
Prova
54 questões da prova de 2013 de Universidade do Estado da Bahia, em Biologia, Matemática, História, Inglês e mais matérias. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.


seja igual ao oposto aditivo da soma que o jovem Calvin tem que calcular, o valor de x deve ser igual a

, com a seguinte convenção: “a magnitude aumenta em 5 quando o brilho
é dividido por 100”.
I.
Antes que o país se abrisse, no fim dos anos 70 [século XX], o sistema de ciência e tecnologia da China empregava um modelo soviético: instituições especializadas conduziam a pesquisa e as universidades, com foco mais restrito, se encarregavam da educação e do treinamento. Esse modelo fracassou porque a pesquisa era separada do ensino, o trabalho interdisciplinar era impossível, os recursos eram escassos e os rígidos controles políticos e a ideologia dominavam. A revolução cultural de 1966 a 1976 fechou todo o ensino superior por uma década e destruiu muito do que havia sido construído anteriormente. Nos anos 90, a China expandiu e reestruturou o ensino superior de forma a atender suas ambições econômicas. (ALTBACH; WANG. 2012. p. 44-45).
II.
Quem acha que o Brasil de hoje é um país
pobre — e é mesmo — pode ter uma certeza com
teor de verdade 100%: o Brasil de quarenta anos
atrás era várias vezes pior. Por pior que fosse,
porém, era melhor que a China no quesito
pobreza. (SILÊNCIO..., 2013. p. 148).
A história do Brasil sempre esteve vinculada aos desdobramentos do desenvolvimento econômico e à conjuntura política mundial.
Dessa forma, pode-se afirmar que a influência dos ideais socialistas no país se fez sentir
Lembranças de Makoko, uma das mais famigeradas comunidades de posseiros em Lagos, na Nigéria — metrópole presa entre a modernidade e a miséria. Com centenas de modos de transferência assíncronos (ATM, na sigla em inglês), recordes de centros de internet e milhões de telefones celulares, essa cidade agitada e congestionada com 8 milhões a 17 milhões de habitantes (dependendo de onde se traça a linha de contorno ou de quem faz a contagem) está conectada à grade global. Centro internacional de negócios empresariais e capital comercial do país mais populoso da África, Lagos atrai perto de 600 mil novos visitantes todos os anos. Mas a maioria dos bairros, mesmo alguns dos melhores, não dispõe de água encanada, saneamento básico e eletricidade. Makoko — parte sobre terra firme, parte flutuando sobre lagoas — é uma das comunidades mais carentes da megalópole.
Bairros como esse existem no mundo todo. [...]
Quando os governos negam a essas comunidades o direito de existir, as pessoas demoram mais para melhorar suas casas. Quando as autoridades do Rio de Janeiro decretaram guerra às favelas nos anos 60, por exemplo, as pessoas temiam ser expulsas de suas casas, ou que estas fossem incendiadas e por isso não tinham pressa em melhorá-las. A maioria das favelas permaneceu primitiva — pouco diferentes das cabanas de barro e dos barracos de madeira de Mumbai e Nairóbi. Mas quando os políticos perceberam a reação e passaram a se comprometer com as comunidades, elas começaram a proliferar sem controle. (NEUWIRTH, 2013. p. 22-24-26).

JACKSON, Michael. Disponível em:<http://www.sing365.com/music/lyric.ns/We-Can-Change-The-World-lyrics-Michael-Jackson/>. Acesso
em: 12 out. 2013.
Fill in the parentheses with T (True) or F (False).
This is an excerpt of one of Michael Jackson’s famous hits.
It’s correct to say that the author of the lyrics of this song
( ) is against any kind of war.
( ) emphasizes the importance of solidarity.
( ) realizes it’s worthless pursuing harmony.
( ) encourages people to make a better world.
According to the song, the correct sequence, from top to bottom, is
Eu me vi vivendo o melhor que nossa realidade. Estela me sorria, corria de mim, eu não tinha pressa de apanhá-la, era talvez picula. O nosso quintal se alargava, o caminho de plantas, paus e pedras ia-se margeando em nuvens sem um fim que se avistasse. Eu tinha o saber de tudo, mas não me importava, o sorriso de Estela me preenchia e me fazia leve, que então voávamos. Eu queria alcançar minha irmã, mas não podia lhe pedir que parasse. Estela tinha um voo firme e certo, e eu, me parece que só voava no seu vácuo. Mas eu queria, buscava-a para um abraço que faltava em mim, um toque que me transmitisse os seus modos de sorrir.
FONSECA, Aleilton. O sorriso da estrela. O desterro dos mortos: Contos. 3. ed. Itabuna: Via Litterarum, 2012. p. 13.
Considerando-se o fragmento no todo do conto O sorriso da estrela, está em desacordo com a narrativa o que se afirma em
Perpetuum mobile
estive na antemanhã inacontecida
de jovens mãos deslumbradas
carregando sol
e passei
atravessei a plenoite decifrada
monótonas luas transcorridas
nos meus olhos
e segui
cheguei ao amor culminante
mundo que cessa
no intérmino minuto
e parti
alcancei a absoluz
onde o tempo intranspõe
e a alma DEUS solve
e vou
PARENTE, Helena Cunha . Perpetuum mobile. Além de estar: antologia poética. Rio de Janeiro: Imago, 2000. p. 32.
Assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F, as falsas.
No texto, o sujeito poético
( ) experimenta sensações antitéticas no fluir da existência.
( ) anseia por fincar raízes, a fim de restaurar o seu equilíbrio.
( ) representa o ser humano em sua eterna mutabilidade.
( ) transpõe os limites da realidade imediata.
( ) busca desvendar o mistério da morte.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para
baixo, é a



