Física
- Ondas e Propriedades Ondulatórias
- Prova de 2017
- Universidade de Pernambuco
- Dificuldade: Difícil
- Com imagem
- Código da questão: 78EECAF8-B4

Prova
90 questões da prova de 2017 de Universidade de Pernambuco, em Física, Química, Biologia. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.





Leia o texto a seguir:
No dia 5 de novembro de 2015, a cidade histórica de Mariana, que fez parte da Estrada Real, criada ainda no século XVII, foi o cenário principal do maior desastre ambiental da História do Brasil, de acordo com o Ibama. Por volta das 16h, a barragem de Fundão, da mineradora Samarco, se rompeu, provocando o vazamento de 62 milhões de metros cúbicos de lama de rejeitos de minério, matando 19 pessoas (entre moradores e funcionários da empresa), destruindo centenas de imóveis e deixando milhares de pessoas desabrigadas. O vazamento, considerado o maior de todos os tempos em volume de material despejado por barragens de rejeitos de mineração, provocou também a poluição do Rio Doce e danos ambientais que se estenderam aos estados do Espírito Santo e da Bahia.
Fonte: http://acervo.oglobo.globo.com/em-destaque/maior-desastre-ambiental-do-brasil-tragedia-de-mariana-deixou-19-mortos20208009#ixzz4n2UUJzg0
Leia o texto a seguir:

A Phyllomedusa híbrida, triploide (39 cromossomos): um ser improvável, de acordo com as regras clássicas da evolução.
Uma perereca verde, das matas do Sudeste e Sul do Brasil, ganhou o nome de Phyllomedusa tetraploidea por causa de uma característica rara entre vertebrados, a poliploidia. Cada célula somática dessa espécie abriga quatro cópias de cada cromossomo, ou seja, é tetraploide. Haddad e outros biólogos concluíram que a nova espécie deve ser o resultado do cruzamento entre machos e fêmeas de uma espécie diploide (2n=26). A P. tetraploidea pode cruzar com os parentais, a Phyllomedusa distincta ou um ancestral comum, e formar pererecas híbridas triploides (3n=39). Isso, em geral, ocasiona a formação de descendentes estéreis, mas, às vezes, o resultado pode ser um animal que Haddad chama de quase estéril, no qual os cromossomos se organizam de modo a permitir a produção de uns poucos gametas viáveis, “desrespeitando as definições clássicas de isolamento reprodutivo entre espécies diferentes”, diz ele.
Fonte: http://revistapesquisa.fapesp.br/2013/10/17/os-primeiros-passos-de-novas-especies/ (Adaptado)