Química
- Isomeria: Isomeria Espacial: Isomeria Geométrica (cis-trans) e Isomeria Óptica.
- Prova de 2021
- Universidade de Pernambuco
- Dificuldade: Fácil
- Com imagem
- Código da questão: E5244D00-6E

Prova
221 questões da prova de 2021 de Universidade de Pernambuco, em Português, Matemática, Física, Inglês e mais matérias. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.



Observe a tirinha a seguir:

Cinco amigos, ao virem a tirinha, começaram a discutir sobre o assunto e levantar hipóteses. Analise a fala deles, a seguir:
Anita - Os cientistas utilizaram enzimas de restrição para cortar pontos inespecíficos do DNA de várias espécies, uma delas com um gene para bioluminescência, formando o Glofish com o DNA complementar.
Bernardo - Uma mutação, não reparada pelo sistema de transcrição e tradução, no gene para bioluminescência, possibilitou o Glofish ficar brilhante, pois há muito plástico e substâncias químicas no oceano.
Débora - As técnicas de engenharia genética possibilitaram introduzir um gene para bioluminescência, fazendo o animal transgênico, Glofish, brilhar.
Joaquim - O Glofish surgiu por melhoramento genético, realizado ao longo dos anos na natureza, por meio de seleção e aprimoramento da característica de emissão de luz pelo gene da bioluminescência.
Pedro - O cruzamento artificial de duas espécies mais antigas formou o Glofish, um híbrido, produto da heterose entre elas e com a característica homozigótica para o gene da bioluminescência.
Com base nas falas, quem fez a afirmação CORRETA?





Observe a tirinha a seguir:

Segundo ela, a filosofia


Texto 7
XVII – DO TRAPÉZIO E OUTRAS COISAS
[...]
"... Marcela amou-me durante quinze meses e onze contos de réis; nada menos. Meu pai, logo que teve aragem dos onze contos, sobressaltou-se deveras; achou que o caso excedia as raias de um capricho juvenil. [...]"
ASSIS, Machado de. Memórias Póstumas de Brás Cubas. São Paulo: Ática, 1997. p. 44. Excertos.
Texto 8
XXVII – VIRGÍLIA?

Texto 1
13 DE MAIO
Foi quando eu era seminarista no interior de São Paulo. Era 13 de maio de 1966 e os meus colegas de seminário, quase todos descendentes de italianos ou alemães, resolveram homenagear o dia da abolição dos escravos com um almoço. Nós, os poucos negros ou pardos da turma, fomos "convidados" a sentar na mesa central do refeitório, decorada com as palavras 'Navio Negreiro'. Quando vi aquilo me recusei e me sentei numa mesa lateral, com todos os outros colegas. Pois os organizadores daquilo me pegaram à força, me arrastaram e me fizeram sentar na marra junto aos outros negros, no que considerei uma ofensa gravíssima. Arrumei as malas para ir embora, mas fui convencido a ficar pelo padre do local. Ele me recomendou que deixasse o ódio passar e que tomasse aquele episódio como bandeira de luta para um mundo melhor. E, de fato, aquele episódio alterou radicalmente a direção da minha vida. Foi a partir de então que tirei a foto do meu pai, que era negro, do fundo da minha mala, e coloquei-a ao lado da fotografia da minha mãe, branca, com os meus objetos pessoais.
Frei David Raimundo dos Santos, 63 anos, frade, fundador da ONG Educafro.
Disponível em: www.educafro.org.br Acesso em: 15 set. 2020. Adaptado.
Analise a letra da canção “O Quereres”, de Caetano Veloso.
Onde queres revólver, sou coqueiro
E onde queres dinheiro, sou paixão
Onde queres descanso, sou desejo
E onde sou só desejo, queres não
E onde não queres nada, nada falta
E onde voas bem alto, eu sou o chão
E onde pisas o chão, minha alma salta
E ganha liberdade na amplidão
Onde queres família, sou maluco
E onde queres romântico, burguês
Onde queres Leblon, sou Pernambuco
E onde queres eunuco, garanhão
Onde queres o sim e o não, talvez
E onde vês, eu não vislumbro razão
Onde o queres o lobo, eu sou o irmão
E onde queres cowboy, eu sou chinês