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Prova

Prova de 2015: Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário — questões com gabarito

59 questões da prova de 2015 de Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário, em Inglês, Literatura, Português. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 59 questões

Resultados: 59 questões

Página 1 de 3

  • Linguagens

    Inglês

        Read the text below and answer following four questions according to it.


    Doctors without Borders / Médecins Sans Frontières (MSF) 

    Every year, Doctors Without Borders/Médecins Sans Frontières (MSF) provides emergency medical care to millions of people caught in crises in some 70 countries around the world. MSF provides assistance when catastrophic events—such as armed conflict, epidemics, malnutrition, or natural disasters—overwhelm local health systems. MSF also assists people who face discrimination or neglect from their local health systems or when populations are otherwise excluded from health care.

    MSF is a neutral and impartial humanitarian organization that aims first and foremost to provide high-quality medical care to the people who need it the most. It does not promote the agenda of any country, political party, or religious faith, and, as such, endeavors to communicate its history, background, and capabilities to all parties in a given situation so that it may gain the necessary access to populations in need.

    On any given day, more than 30,000 doctors, nurses, logisticians, water-and-sanitation experts, administrators, and other qualified professionals working with MSF can be found providing medical care around the world.

    At its core, the purpose of humanitarian action is to save the lives and ease the suffering of people caught in acute crises, thereby restoring their ability to rebuild their lives and communities.

    In the countries where MSF works, one or more of the following crises is usually occurring or has occurred: armed conflict, epidemics, malnutrition, natural disasters, or exclusion from health care.

    Adaptado de: http://www.doctorswithoutborders.org/our-work/howwe-work/types-of-projects Acessado em 1 de maio de 2015.
    The humanitarian action carried out by MSF
    Escolha uma alternativa para a questão 034cdb6f-de
  • Linguagens

    Inglês

        Read the text below and answer following four questions according to it.


    Doctors without Borders / Médecins Sans Frontières (MSF) 

    Every year, Doctors Without Borders/Médecins Sans Frontières (MSF) provides emergency medical care to millions of people caught in crises in some 70 countries around the world. MSF provides assistance when catastrophic events—such as armed conflict, epidemics, malnutrition, or natural disasters—overwhelm local health systems. MSF also assists people who face discrimination or neglect from their local health systems or when populations are otherwise excluded from health care.

    MSF is a neutral and impartial humanitarian organization that aims first and foremost to provide high-quality medical care to the people who need it the most. It does not promote the agenda of any country, political party, or religious faith, and, as such, endeavors to communicate its history, background, and capabilities to all parties in a given situation so that it may gain the necessary access to populations in need.

    On any given day, more than 30,000 doctors, nurses, logisticians, water-and-sanitation experts, administrators, and other qualified professionals working with MSF can be found providing medical care around the world.

    At its core, the purpose of humanitarian action is to save the lives and ease the suffering of people caught in acute crises, thereby restoring their ability to rebuild their lives and communities.

    In the countries where MSF works, one or more of the following crises is usually occurring or has occurred: armed conflict, epidemics, malnutrition, natural disasters, or exclusion from health care.

    Adaptado de: http://www.doctorswithoutborders.org/our-work/howwe-work/types-of-projects Acessado em 1 de maio de 2015.
    MSF has an impartial agenda,
    Escolha uma alternativa para a questão 034969de-de
  • Linguagens

    Literatura

    A obra de Graciliano Ramos encerra vários temas, espaços geográficos e gêneros textuais, a exemplo da memória, do diário, do conto, da crítica literária, do romance e das estórias infanto-juvenis. Dentre as estórias infanto-juvenis, qual foi escrita por Graciliano?
    Escolha uma alternativa para a questão 03352065-de
  • Linguagens

    Literatura

    Jorge de Lima foi, ao lado do poeta mineiro Murilo Mendes, o mais importante poeta católico brasileiro da sua geração. Ao lado de obras como A Túnica inconsútil, Tempo e Eternidade e Quatro poemas negros, Jorge de Lima escreveu também um dos mais importantes poemas épicos da língua portuguesa. Como foi intitulado este poema épico?
    Escolha uma alternativa para a questão 033177a3-de
  • Linguagens

    Literatura

    O escritor paraibano José Lins do Rego narrou em sua obra romanesca a decadência dos engenhos de açúcar do Nordeste, em obras que ficaram conhecidas como o “Ciclo da cana-de-açúcar”. Este “Ciclo” foi concluído com Fogo Morto, romance de 1943, que encerra três narrativas interdependentes sobre personagens que estavam presentes nas demais obras do “Ciclo”. Quais eram esses personagens?
    Escolha uma alternativa para a questão 032e6ea3-de
  • Linguagens

    Literatura

    Carlos Drummond de Andrade tratou em sua obra de vários temas do homem contemporâneo, a exemplo da solidão, do amor perdido, da saudade das coisas vividas, dos conflitos bélicos. Dentre os versos abaixo, qual é da sua autoria?
    Escolha uma alternativa para a questão 032b3426-de
  • Linguagens

    Literatura

    Lima Barreto e a sua obra estão inseridos na chamada literatura pré-modernistas. Crítico da sociedade do seu tempo e dos descaminhos que o projeto republicano foi tomando no Brasil, Lima Barreto também abordou em sua obra outros temas como:

    1) o racismo e a herança da escravidão.
    2) a herança armorial na cultura brasileira.
    3) o nacionalismo xenofóbico.
    4) a defesa da nobreza agrária.
    5) a vida intelectual carioca.

    Estão corretas:
    Escolha uma alternativa para a questão 03281d7d-de
  • Linguagens

    Literatura

    Autor de nove romances, Machado de Assis é considerado não apenas o ponto mais alto da prosa literária dos oitocentos brasileiro, mas também o autor de personagens que estão entre os mais conhecidos e marcantes da nossa literatura. Dentre os nomes abaixo, quais personagens foram frutos da criação de Machado de Assis?
    Escolha uma alternativa para a questão 03252276-de
  • Linguagens

    Literatura

    Uma significativa produção do Romantismo brasileiro — seja na prosa, seja na poesia — se inscreve na chamada vertente indianista. De Gonçalves Dias, passando por José de Alencar, Visconde de Taunay e Machado de Assis, o indianismo esteve presente em várias obras dos oitocentos. Dentre outras fontes, o indianismo vai beber os seus fundamentos literários em qual princípio filosófico?
    Escolha uma alternativa para a questão 03211a54-de
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 2

    Imagem da questão de Português, Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário 2015, Interpretação de Textos
    A compreensão do Texto 2 exige que:
    Escolha uma alternativa para a questão 031cf1bf-de
  • Linguagens

    Português

    Considerando as normas do português contemporâneo, quanto à concordância e a regência verbal, a alternativa que se conforma à norma-padrão é:
    Escolha uma alternativa para a questão 0319598b-de
  • Linguagens

    Português

        TEXTO 1


    Português, a língua mais difícil do mundo? 

    Conta outra! . Alguns mitos resistentes rondam como mosquitos chatos a língua portuguesa falada no Brasil. Diante deles, argumentações fundadas em fatos e um mínimo de racionalidade são tão inúteis quanto tapas desferidos às cegas no escuro do quarto em pernilongos zumbidores. Os tapas acertam o vazio, os zumbidos continuam lá.

    A lenda de que se fala no estado do Maranhão o português mais “correto” do Brasil é uma dessas balelas aceitas por aí como verdades reveladas – e nem os tristíssimos índices educacionais maranhenses podem fazer nada contra isso. Tapas no vazio.

    Outra bobagem de grande prestígio é aquela que sustenta ser o português “a língua mais difícil do mundo”. Baseada, talvez, na dor de cabeça real que acomete estrangeiros confrontados com a arquitetura barroca de nossos verbos, a afirmação é categórica o bastante para dispensar a necessidade de uma prova.

    O sujeito erra o gênero da palavra alface e pronto, lá vem a desculpa universal: “Ah, também, como é difícil a porcaria dessa língua! Ah, se tivéssemos sido colonizados pelos holandeses!” Não, claro que isso não quer dizer que o queixoso saiba falar holandês. É justamente na imensa parcela monoglota da população que a crença na dificuldade insuperável da língua portuguesa encontra solo mais fértil.

    Não é uma conclusão a que se chegue depois de estudar judiciosamente latim, alemão, húngaro, russo e japonês. Ninguém precisa ter encarado um idioma em que se use declinação – vespeiro do qual a gramática portuguesa nos poupou – para sair deplorando em altos brados o desafio invencível da crase. Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas do português diz muito sobre a falência educacional brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto de desenvolvimento social que vá além da promoção de um maior acesso da população a shopping centers.

    Temo, porém, que suas raízes sejam mais profundas. Percebe-se aí uma mistura tóxica de autocomplacência, autodepreciação, ufanismo, fuga da realidade e desculpa esfarrapada que pode ser ainda mais difícil de derrotar do que nosso vicejante semianalfabetismo.

    http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/cronica/portugues-a-lingua-mais-dificil-do-mundo-conta-outra/ 
    Ainda em consideração ao sentido de algumas palavras do Texto 1, assinale a alternativa em que o sentido de palavras ou expressões grifadas está indicado corretamente.
    Escolha uma alternativa para a questão 0314dd85-de
  • Linguagens

    Português

        TEXTO 1


    Português, a língua mais difícil do mundo? 

    Conta outra! . Alguns mitos resistentes rondam como mosquitos chatos a língua portuguesa falada no Brasil. Diante deles, argumentações fundadas em fatos e um mínimo de racionalidade são tão inúteis quanto tapas desferidos às cegas no escuro do quarto em pernilongos zumbidores. Os tapas acertam o vazio, os zumbidos continuam lá.

    A lenda de que se fala no estado do Maranhão o português mais “correto” do Brasil é uma dessas balelas aceitas por aí como verdades reveladas – e nem os tristíssimos índices educacionais maranhenses podem fazer nada contra isso. Tapas no vazio.

    Outra bobagem de grande prestígio é aquela que sustenta ser o português “a língua mais difícil do mundo”. Baseada, talvez, na dor de cabeça real que acomete estrangeiros confrontados com a arquitetura barroca de nossos verbos, a afirmação é categórica o bastante para dispensar a necessidade de uma prova.

    O sujeito erra o gênero da palavra alface e pronto, lá vem a desculpa universal: “Ah, também, como é difícil a porcaria dessa língua! Ah, se tivéssemos sido colonizados pelos holandeses!” Não, claro que isso não quer dizer que o queixoso saiba falar holandês. É justamente na imensa parcela monoglota da população que a crença na dificuldade insuperável da língua portuguesa encontra solo mais fértil.

    Não é uma conclusão a que se chegue depois de estudar judiciosamente latim, alemão, húngaro, russo e japonês. Ninguém precisa ter encarado um idioma em que se use declinação – vespeiro do qual a gramática portuguesa nos poupou – para sair deplorando em altos brados o desafio invencível da crase. Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas do português diz muito sobre a falência educacional brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto de desenvolvimento social que vá além da promoção de um maior acesso da população a shopping centers.

    Temo, porém, que suas raízes sejam mais profundas. Percebe-se aí uma mistura tóxica de autocomplacência, autodepreciação, ufanismo, fuga da realidade e desculpa esfarrapada que pode ser ainda mais difícil de derrotar do que nosso vicejante semianalfabetismo.

    http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/cronica/portugues-a-lingua-mais-dificil-do-mundo-conta-outra/ 
    Uma análise do vocabulário em uso no Texto 1 revela que foi frequente o recurso a analogias e comparações, como em: a “falência educacional brasileira” é como um “cupim que rói”; “o “semianalfabetismo” brasileiro é como uma planta “vicejante”; medidas improdutivas são como “tapas no vazio”; “autocomplacência, autodepreciação, ufanismo” é uma “mistura tóxica”; um “idioma que usa declinações” é um “vespeiro”. Na verdade, o recurso a essas analogias:

    1) torna as ideias mais próximas das realidades concretas e, assim, mais facilmente perceptíveis.
    2) aproxima o texto dos padrões próprios da oralidade menos formal.
    3) deixa o texto mais interativo, mais interessante e mais capaz de provocar a adesão do leitor.
    4) fere as especificidades de um comentário jornalístico, pois remete para a informalidade.
    5) é estranho, pois as metáforas devem se restringir à poesia e a outras produções literárias.

    Estão corretas:
    Escolha uma alternativa para a questão 03114d92-de
  • Linguagens

    Português

        TEXTO 1


    Português, a língua mais difícil do mundo? 

    Conta outra! . Alguns mitos resistentes rondam como mosquitos chatos a língua portuguesa falada no Brasil. Diante deles, argumentações fundadas em fatos e um mínimo de racionalidade são tão inúteis quanto tapas desferidos às cegas no escuro do quarto em pernilongos zumbidores. Os tapas acertam o vazio, os zumbidos continuam lá.

    A lenda de que se fala no estado do Maranhão o português mais “correto” do Brasil é uma dessas balelas aceitas por aí como verdades reveladas – e nem os tristíssimos índices educacionais maranhenses podem fazer nada contra isso. Tapas no vazio.

    Outra bobagem de grande prestígio é aquela que sustenta ser o português “a língua mais difícil do mundo”. Baseada, talvez, na dor de cabeça real que acomete estrangeiros confrontados com a arquitetura barroca de nossos verbos, a afirmação é categórica o bastante para dispensar a necessidade de uma prova.

    O sujeito erra o gênero da palavra alface e pronto, lá vem a desculpa universal: “Ah, também, como é difícil a porcaria dessa língua! Ah, se tivéssemos sido colonizados pelos holandeses!” Não, claro que isso não quer dizer que o queixoso saiba falar holandês. É justamente na imensa parcela monoglota da população que a crença na dificuldade insuperável da língua portuguesa encontra solo mais fértil.

    Não é uma conclusão a que se chegue depois de estudar judiciosamente latim, alemão, húngaro, russo e japonês. Ninguém precisa ter encarado um idioma em que se use declinação – vespeiro do qual a gramática portuguesa nos poupou – para sair deplorando em altos brados o desafio invencível da crase. Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas do português diz muito sobre a falência educacional brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto de desenvolvimento social que vá além da promoção de um maior acesso da população a shopping centers.

    Temo, porém, que suas raízes sejam mais profundas. Percebe-se aí uma mistura tóxica de autocomplacência, autodepreciação, ufanismo, fuga da realidade e desculpa esfarrapada que pode ser ainda mais difícil de derrotar do que nosso vicejante semianalfabetismo.

    http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/cronica/portugues-a-lingua-mais-dificil-do-mundo-conta-outra/ 
    Observe o seguinte trecho: “Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas do português diz muito sobre a falência educacional brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto de desenvolvimento social que vá além da promoção de um maior acesso da população a shopping centers”. Nesse trecho, o foco da observação principal cai sobre:
    Escolha uma alternativa para a questão 030dbf14-de
  • Linguagens

    Português

        TEXTO 1


    Português, a língua mais difícil do mundo? 

    Conta outra! . Alguns mitos resistentes rondam como mosquitos chatos a língua portuguesa falada no Brasil. Diante deles, argumentações fundadas em fatos e um mínimo de racionalidade são tão inúteis quanto tapas desferidos às cegas no escuro do quarto em pernilongos zumbidores. Os tapas acertam o vazio, os zumbidos continuam lá.

    A lenda de que se fala no estado do Maranhão o português mais “correto” do Brasil é uma dessas balelas aceitas por aí como verdades reveladas – e nem os tristíssimos índices educacionais maranhenses podem fazer nada contra isso. Tapas no vazio.

    Outra bobagem de grande prestígio é aquela que sustenta ser o português “a língua mais difícil do mundo”. Baseada, talvez, na dor de cabeça real que acomete estrangeiros confrontados com a arquitetura barroca de nossos verbos, a afirmação é categórica o bastante para dispensar a necessidade de uma prova.

    O sujeito erra o gênero da palavra alface e pronto, lá vem a desculpa universal: “Ah, também, como é difícil a porcaria dessa língua! Ah, se tivéssemos sido colonizados pelos holandeses!” Não, claro que isso não quer dizer que o queixoso saiba falar holandês. É justamente na imensa parcela monoglota da população que a crença na dificuldade insuperável da língua portuguesa encontra solo mais fértil.

    Não é uma conclusão a que se chegue depois de estudar judiciosamente latim, alemão, húngaro, russo e japonês. Ninguém precisa ter encarado um idioma em que se use declinação – vespeiro do qual a gramática portuguesa nos poupou – para sair deplorando em altos brados o desafio invencível da crase. Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas do português diz muito sobre a falência educacional brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto de desenvolvimento social que vá além da promoção de um maior acesso da população a shopping centers.

    Temo, porém, que suas raízes sejam mais profundas. Percebe-se aí uma mistura tóxica de autocomplacência, autodepreciação, ufanismo, fuga da realidade e desculpa esfarrapada que pode ser ainda mais difícil de derrotar do que nosso vicejante semianalfabetismo.

    http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/cronica/portugues-a-lingua-mais-dificil-do-mundo-conta-outra/ 
    Na verdade, o autor do Texto 1:
    Escolha uma alternativa para a questão 030a2751-de
  • Linguagens

    Português

        TEXTO 1


    Português, a língua mais difícil do mundo? 

    Conta outra! . Alguns mitos resistentes rondam como mosquitos chatos a língua portuguesa falada no Brasil. Diante deles, argumentações fundadas em fatos e um mínimo de racionalidade são tão inúteis quanto tapas desferidos às cegas no escuro do quarto em pernilongos zumbidores. Os tapas acertam o vazio, os zumbidos continuam lá.

    A lenda de que se fala no estado do Maranhão o português mais “correto” do Brasil é uma dessas balelas aceitas por aí como verdades reveladas – e nem os tristíssimos índices educacionais maranhenses podem fazer nada contra isso. Tapas no vazio.

    Outra bobagem de grande prestígio é aquela que sustenta ser o português “a língua mais difícil do mundo”. Baseada, talvez, na dor de cabeça real que acomete estrangeiros confrontados com a arquitetura barroca de nossos verbos, a afirmação é categórica o bastante para dispensar a necessidade de uma prova.

    O sujeito erra o gênero da palavra alface e pronto, lá vem a desculpa universal: “Ah, também, como é difícil a porcaria dessa língua! Ah, se tivéssemos sido colonizados pelos holandeses!” Não, claro que isso não quer dizer que o queixoso saiba falar holandês. É justamente na imensa parcela monoglota da população que a crença na dificuldade insuperável da língua portuguesa encontra solo mais fértil.

    Não é uma conclusão a que se chegue depois de estudar judiciosamente latim, alemão, húngaro, russo e japonês. Ninguém precisa ter encarado um idioma em que se use declinação – vespeiro do qual a gramática portuguesa nos poupou – para sair deplorando em altos brados o desafio invencível da crase. Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas do português diz muito sobre a falência educacional brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto de desenvolvimento social que vá além da promoção de um maior acesso da população a shopping centers.

    Temo, porém, que suas raízes sejam mais profundas. Percebe-se aí uma mistura tóxica de autocomplacência, autodepreciação, ufanismo, fuga da realidade e desculpa esfarrapada que pode ser ainda mais difícil de derrotar do que nosso vicejante semianalfabetismo.

    http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/cronica/portugues-a-lingua-mais-dificil-do-mundo-conta-outra/ 
    O Texto 1, em suas ideias centrais, pretende argumentar a favor:
    Escolha uma alternativa para a questão 030609f4-de
  • Linguagens

    Inglês

    Read the text/below/and answer following four questions according to it.

    Viagra abuse in teens
    There are several reasons why teenagers may experiment with erectile dysfunction medication. Of course, a common reason why teens may be tempted to take an erectile dysfunction (ED) medication is out of sexual curiosity. Teens may mistakenly think that these medications will increase sexual potency, make them somehow “better” sexually, or make them last longer. Premature ejaculation is common in this age group, and they may be hoping to find a pill to help. However, they do not realize that Viagra will not help them last longer.
    Beyond sexual curiosity, another major reason why some teenagers may think they want Viagra or other erectile dysfunction drugs is that they may have heard a rumor that it can improve their athletic performance. Research has been discussed in The NY Times and NY Daily News about the use of Viagra to relieve constriction of blood vessels in the lungs, improving blood flow, breathing, and athletic endurance.
    Another reason why teens may try Viagra or another erectile medication is to attempt to increase the effect of other drugs or alcohol; despite the fact that this is a very dangerous use of these medications. Sometimes this is also related to sports performance, as someone on steroids may think it will enhance the effect of the steroids, or resolve steroidrelated erectile dysfunction. There have also been reports of teenagers and twentysomethings taking Viagra with alcohol or with Ecstasy (the combination called “Sextasy”), since Ecstasy or alcohol may heighten desire while lessening erectile ability. This dangerous combination could be deadly, and at the very least contributes to a reduction of safer sex practices.
    Teenagers, (or anyone of any age who does not have clinically diagnosed erectile dysfunction and a prescription from a doctor), must stay away from Viagra, Cialis, Levitra, or any other erectile dysfunction medication. They can certainly cause physical side effects like dizziness, headache, chest tightness, vision problems including loss of vision, irregular heartbeat, and more severe issues. Teachers and parents must teach teenagers about drugs — and sex.
    Adaptado de:  <http://sarilocker.com/blog/2009/07/31/viagra-abusein-teens/>
    Acessado em 01 de maio de 2015.
    In the sentence “…as someone on steroids may think it will enhance the effect of the steroids”, enhance is a synonym of
    Escolha uma alternativa para a questão 1a142101-d5
  • Linguagens

    Inglês

    Read the text/below/and answer following four questions according to it.

    Viagra abuse in teens
    There are several reasons why teenagers may experiment with erectile dysfunction medication. Of course, a common reason why teens may be tempted to take an erectile dysfunction (ED) medication is out of sexual curiosity. Teens may mistakenly think that these medications will increase sexual potency, make them somehow “better” sexually, or make them last longer. Premature ejaculation is common in this age group, and they may be hoping to find a pill to help. However, they do not realize that Viagra will not help them last longer.
    Beyond sexual curiosity, another major reason why some teenagers may think they want Viagra or other erectile dysfunction drugs is that they may have heard a rumor that it can improve their athletic performance. Research has been discussed in The NY Times and NY Daily News about the use of Viagra to relieve constriction of blood vessels in the lungs, improving blood flow, breathing, and athletic endurance.
    Another reason why teens may try Viagra or another erectile medication is to attempt to increase the effect of other drugs or alcohol; despite the fact that this is a very dangerous use of these medications. Sometimes this is also related to sports performance, as someone on steroids may think it will enhance the effect of the steroids, or resolve steroidrelated erectile dysfunction. There have also been reports of teenagers and twentysomethings taking Viagra with alcohol or with Ecstasy (the combination called “Sextasy”), since Ecstasy or alcohol may heighten desire while lessening erectile ability. This dangerous combination could be deadly, and at the very least contributes to a reduction of safer sex practices.
    Teenagers, (or anyone of any age who does not have clinically diagnosed erectile dysfunction and a prescription from a doctor), must stay away from Viagra, Cialis, Levitra, or any other erectile dysfunction medication. They can certainly cause physical side effects like dizziness, headache, chest tightness, vision problems including loss of vision, irregular heartbeat, and more severe issues. Teachers and parents must teach teenagers about drugs — and sex.
    Adaptado de:  <http://sarilocker.com/blog/2009/07/31/viagra-abusein-teens/>
    Acessado em 01 de maio de 2015.
    Anyone without a clinically diagnosed erectile dysfunction
    Escolha uma alternativa para a questão 1a0c896a-d5
  • Linguagens

    Inglês

    Read the text below and answer following four questions according to it.


    How stress affects your health

    Stress: We've all felt it. Sometimes stress can be a positive force, motivating you to perform well at your piano recital or job interview. But often — like when you're stuck in traffic — it's a negative force. If you experience stress over a prolonged period of time, it could become chronic — unless you take action.

    Even short-lived, minor stress can have an impact. You might get a stomach-ache before you have to give a presentation, for example. More major acute stress, whether caused by a fight with your spouse or an event like an earthquake or terrorist attack, can have an even bigger impact.

    Multiple studies have shown that these sudden emotional stresses — especially anger — can trigger heart attacks, arrhythmias and even sudden death.

    When stress starts interfering with your ability to live a normal life for an extended period, it becomes even more dangerous. The longer the stress lasts, the worse it is for both your mind and body. You might feel fatigued, unable to concentrate or irritable for no good reason, for example. But chronic stress causes wear and tear on your body, too.

    Stress can make existing problems worse. In one study, for example, about half the participants saw improvements in chronic headaches after learning how to stop the stressproducing habit of “catastrophizing,” or constantly thinking negative thoughts about their pain. Chronic stress may also cause disease, either because of changes in your body or the overeating, smoking and other bad habits people use to cope with stress. Other forms of chronic stress, such as depression and low levels of social support, have also been implicated in increased cardiovascular risk. And once you're sick, stress can also make it harder to recover. One analysis of past studies, for instance, suggests that cardiac patients with so-called “Type D” personalities — characterized by chronic distress — face higher risks of bad outcomes.

    Adaptado de: <http://www.apa.org/helpcenter/stress.aspx>

    Acessado em 01 de maio de 2015.

    It is true to say that
    Escolha uma alternativa para a questão 1a089030-d5
  • Linguagens

    Inglês

    Read the text below and answer following four questions according to it.


    How stress affects your health

    Stress: We've all felt it. Sometimes stress can be a positive force, motivating you to perform well at your piano recital or job interview. But often — like when you're stuck in traffic — it's a negative force. If you experience stress over a prolonged period of time, it could become chronic — unless you take action.

    Even short-lived, minor stress can have an impact. You might get a stomach-ache before you have to give a presentation, for example. More major acute stress, whether caused by a fight with your spouse or an event like an earthquake or terrorist attack, can have an even bigger impact.

    Multiple studies have shown that these sudden emotional stresses — especially anger — can trigger heart attacks, arrhythmias and even sudden death.

    When stress starts interfering with your ability to live a normal life for an extended period, it becomes even more dangerous. The longer the stress lasts, the worse it is for both your mind and body. You might feel fatigued, unable to concentrate or irritable for no good reason, for example. But chronic stress causes wear and tear on your body, too.

    Stress can make existing problems worse. In one study, for example, about half the participants saw improvements in chronic headaches after learning how to stop the stressproducing habit of “catastrophizing,” or constantly thinking negative thoughts about their pain. Chronic stress may also cause disease, either because of changes in your body or the overeating, smoking and other bad habits people use to cope with stress. Other forms of chronic stress, such as depression and low levels of social support, have also been implicated in increased cardiovascular risk. And once you're sick, stress can also make it harder to recover. One analysis of past studies, for instance, suggests that cardiac patients with so-called “Type D” personalities — characterized by chronic distress — face higher risks of bad outcomes.

    Adaptado de: <http://www.apa.org/helpcenter/stress.aspx>

    Acessado em 01 de maio de 2015.

    It seems that seeing things from a negative perspective
    Escolha uma alternativa para a questão 1a0460a6-d5