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Prova

Prova de 2015: Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário — questões com gabarito

59 questões da prova de 2015 de Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário, em Português, Literatura, Inglês. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 59 questões

Resultados: 59 questões

Página 1 de 3

  • Linguagens

    Português

        TEXTO 1


    Português, a língua mais difícil do mundo? 

    Conta outra! . Alguns mitos resistentes rondam como mosquitos chatos a língua portuguesa falada no Brasil. Diante deles, argumentações fundadas em fatos e um mínimo de racionalidade são tão inúteis quanto tapas desferidos às cegas no escuro do quarto em pernilongos zumbidores. Os tapas acertam o vazio, os zumbidos continuam lá.

    A lenda de que se fala no estado do Maranhão o português mais “correto” do Brasil é uma dessas balelas aceitas por aí como verdades reveladas – e nem os tristíssimos índices educacionais maranhenses podem fazer nada contra isso. Tapas no vazio.

    Outra bobagem de grande prestígio é aquela que sustenta ser o português “a língua mais difícil do mundo”. Baseada, talvez, na dor de cabeça real que acomete estrangeiros confrontados com a arquitetura barroca de nossos verbos, a afirmação é categórica o bastante para dispensar a necessidade de uma prova.

    O sujeito erra o gênero da palavra alface e pronto, lá vem a desculpa universal: “Ah, também, como é difícil a porcaria dessa língua! Ah, se tivéssemos sido colonizados pelos holandeses!” Não, claro que isso não quer dizer que o queixoso saiba falar holandês. É justamente na imensa parcela monoglota da população que a crença na dificuldade insuperável da língua portuguesa encontra solo mais fértil.

    Não é uma conclusão a que se chegue depois de estudar judiciosamente latim, alemão, húngaro, russo e japonês. Ninguém precisa ter encarado um idioma em que se use declinação – vespeiro do qual a gramática portuguesa nos poupou – para sair deplorando em altos brados o desafio invencível da crase. Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas do português diz muito sobre a falência educacional brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto de desenvolvimento social que vá além da promoção de um maior acesso da população a shopping centers.

    Temo, porém, que suas raízes sejam mais profundas. Percebe-se aí uma mistura tóxica de autocomplacência, autodepreciação, ufanismo, fuga da realidade e desculpa esfarrapada que pode ser ainda mais difícil de derrotar do que nosso vicejante semianalfabetismo.

    http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/cronica/portugues-a-lingua-mais-dificil-do-mundo-conta-outra/ 
    O Texto 1, em suas ideias centrais, pretende argumentar a favor:
    Escolha uma alternativa para a questão 030609f4-de
  • Linguagens

    Português

        TEXTO 1


    Português, a língua mais difícil do mundo? 

    Conta outra! . Alguns mitos resistentes rondam como mosquitos chatos a língua portuguesa falada no Brasil. Diante deles, argumentações fundadas em fatos e um mínimo de racionalidade são tão inúteis quanto tapas desferidos às cegas no escuro do quarto em pernilongos zumbidores. Os tapas acertam o vazio, os zumbidos continuam lá.

    A lenda de que se fala no estado do Maranhão o português mais “correto” do Brasil é uma dessas balelas aceitas por aí como verdades reveladas – e nem os tristíssimos índices educacionais maranhenses podem fazer nada contra isso. Tapas no vazio.

    Outra bobagem de grande prestígio é aquela que sustenta ser o português “a língua mais difícil do mundo”. Baseada, talvez, na dor de cabeça real que acomete estrangeiros confrontados com a arquitetura barroca de nossos verbos, a afirmação é categórica o bastante para dispensar a necessidade de uma prova.

    O sujeito erra o gênero da palavra alface e pronto, lá vem a desculpa universal: “Ah, também, como é difícil a porcaria dessa língua! Ah, se tivéssemos sido colonizados pelos holandeses!” Não, claro que isso não quer dizer que o queixoso saiba falar holandês. É justamente na imensa parcela monoglota da população que a crença na dificuldade insuperável da língua portuguesa encontra solo mais fértil.

    Não é uma conclusão a que se chegue depois de estudar judiciosamente latim, alemão, húngaro, russo e japonês. Ninguém precisa ter encarado um idioma em que se use declinação – vespeiro do qual a gramática portuguesa nos poupou – para sair deplorando em altos brados o desafio invencível da crase. Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas do português diz muito sobre a falência educacional brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto de desenvolvimento social que vá além da promoção de um maior acesso da população a shopping centers.

    Temo, porém, que suas raízes sejam mais profundas. Percebe-se aí uma mistura tóxica de autocomplacência, autodepreciação, ufanismo, fuga da realidade e desculpa esfarrapada que pode ser ainda mais difícil de derrotar do que nosso vicejante semianalfabetismo.

    http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/cronica/portugues-a-lingua-mais-dificil-do-mundo-conta-outra/ 
    Na verdade, o autor do Texto 1:
    Escolha uma alternativa para a questão 030a2751-de
  • Linguagens

    Português

        TEXTO 1


    Português, a língua mais difícil do mundo? 

    Conta outra! . Alguns mitos resistentes rondam como mosquitos chatos a língua portuguesa falada no Brasil. Diante deles, argumentações fundadas em fatos e um mínimo de racionalidade são tão inúteis quanto tapas desferidos às cegas no escuro do quarto em pernilongos zumbidores. Os tapas acertam o vazio, os zumbidos continuam lá.

    A lenda de que se fala no estado do Maranhão o português mais “correto” do Brasil é uma dessas balelas aceitas por aí como verdades reveladas – e nem os tristíssimos índices educacionais maranhenses podem fazer nada contra isso. Tapas no vazio.

    Outra bobagem de grande prestígio é aquela que sustenta ser o português “a língua mais difícil do mundo”. Baseada, talvez, na dor de cabeça real que acomete estrangeiros confrontados com a arquitetura barroca de nossos verbos, a afirmação é categórica o bastante para dispensar a necessidade de uma prova.

    O sujeito erra o gênero da palavra alface e pronto, lá vem a desculpa universal: “Ah, também, como é difícil a porcaria dessa língua! Ah, se tivéssemos sido colonizados pelos holandeses!” Não, claro que isso não quer dizer que o queixoso saiba falar holandês. É justamente na imensa parcela monoglota da população que a crença na dificuldade insuperável da língua portuguesa encontra solo mais fértil.

    Não é uma conclusão a que se chegue depois de estudar judiciosamente latim, alemão, húngaro, russo e japonês. Ninguém precisa ter encarado um idioma em que se use declinação – vespeiro do qual a gramática portuguesa nos poupou – para sair deplorando em altos brados o desafio invencível da crase. Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas do português diz muito sobre a falência educacional brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto de desenvolvimento social que vá além da promoção de um maior acesso da população a shopping centers.

    Temo, porém, que suas raízes sejam mais profundas. Percebe-se aí uma mistura tóxica de autocomplacência, autodepreciação, ufanismo, fuga da realidade e desculpa esfarrapada que pode ser ainda mais difícil de derrotar do que nosso vicejante semianalfabetismo.

    http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/cronica/portugues-a-lingua-mais-dificil-do-mundo-conta-outra/ 
    Observe o seguinte trecho: “Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas do português diz muito sobre a falência educacional brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto de desenvolvimento social que vá além da promoção de um maior acesso da população a shopping centers”. Nesse trecho, o foco da observação principal cai sobre:
    Escolha uma alternativa para a questão 030dbf14-de
  • Linguagens

    Português

        TEXTO 1


    Português, a língua mais difícil do mundo? 

    Conta outra! . Alguns mitos resistentes rondam como mosquitos chatos a língua portuguesa falada no Brasil. Diante deles, argumentações fundadas em fatos e um mínimo de racionalidade são tão inúteis quanto tapas desferidos às cegas no escuro do quarto em pernilongos zumbidores. Os tapas acertam o vazio, os zumbidos continuam lá.

    A lenda de que se fala no estado do Maranhão o português mais “correto” do Brasil é uma dessas balelas aceitas por aí como verdades reveladas – e nem os tristíssimos índices educacionais maranhenses podem fazer nada contra isso. Tapas no vazio.

    Outra bobagem de grande prestígio é aquela que sustenta ser o português “a língua mais difícil do mundo”. Baseada, talvez, na dor de cabeça real que acomete estrangeiros confrontados com a arquitetura barroca de nossos verbos, a afirmação é categórica o bastante para dispensar a necessidade de uma prova.

    O sujeito erra o gênero da palavra alface e pronto, lá vem a desculpa universal: “Ah, também, como é difícil a porcaria dessa língua! Ah, se tivéssemos sido colonizados pelos holandeses!” Não, claro que isso não quer dizer que o queixoso saiba falar holandês. É justamente na imensa parcela monoglota da população que a crença na dificuldade insuperável da língua portuguesa encontra solo mais fértil.

    Não é uma conclusão a que se chegue depois de estudar judiciosamente latim, alemão, húngaro, russo e japonês. Ninguém precisa ter encarado um idioma em que se use declinação – vespeiro do qual a gramática portuguesa nos poupou – para sair deplorando em altos brados o desafio invencível da crase. Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas do português diz muito sobre a falência educacional brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto de desenvolvimento social que vá além da promoção de um maior acesso da população a shopping centers.

    Temo, porém, que suas raízes sejam mais profundas. Percebe-se aí uma mistura tóxica de autocomplacência, autodepreciação, ufanismo, fuga da realidade e desculpa esfarrapada que pode ser ainda mais difícil de derrotar do que nosso vicejante semianalfabetismo.

    http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/cronica/portugues-a-lingua-mais-dificil-do-mundo-conta-outra/ 
    Uma análise do vocabulário em uso no Texto 1 revela que foi frequente o recurso a analogias e comparações, como em: a “falência educacional brasileira” é como um “cupim que rói”; “o “semianalfabetismo” brasileiro é como uma planta “vicejante”; medidas improdutivas são como “tapas no vazio”; “autocomplacência, autodepreciação, ufanismo” é uma “mistura tóxica”; um “idioma que usa declinações” é um “vespeiro”. Na verdade, o recurso a essas analogias:

    1) torna as ideias mais próximas das realidades concretas e, assim, mais facilmente perceptíveis.
    2) aproxima o texto dos padrões próprios da oralidade menos formal.
    3) deixa o texto mais interativo, mais interessante e mais capaz de provocar a adesão do leitor.
    4) fere as especificidades de um comentário jornalístico, pois remete para a informalidade.
    5) é estranho, pois as metáforas devem se restringir à poesia e a outras produções literárias.

    Estão corretas:
    Escolha uma alternativa para a questão 03114d92-de
  • Linguagens

    Português

        TEXTO 1


    Português, a língua mais difícil do mundo? 

    Conta outra! . Alguns mitos resistentes rondam como mosquitos chatos a língua portuguesa falada no Brasil. Diante deles, argumentações fundadas em fatos e um mínimo de racionalidade são tão inúteis quanto tapas desferidos às cegas no escuro do quarto em pernilongos zumbidores. Os tapas acertam o vazio, os zumbidos continuam lá.

    A lenda de que se fala no estado do Maranhão o português mais “correto” do Brasil é uma dessas balelas aceitas por aí como verdades reveladas – e nem os tristíssimos índices educacionais maranhenses podem fazer nada contra isso. Tapas no vazio.

    Outra bobagem de grande prestígio é aquela que sustenta ser o português “a língua mais difícil do mundo”. Baseada, talvez, na dor de cabeça real que acomete estrangeiros confrontados com a arquitetura barroca de nossos verbos, a afirmação é categórica o bastante para dispensar a necessidade de uma prova.

    O sujeito erra o gênero da palavra alface e pronto, lá vem a desculpa universal: “Ah, também, como é difícil a porcaria dessa língua! Ah, se tivéssemos sido colonizados pelos holandeses!” Não, claro que isso não quer dizer que o queixoso saiba falar holandês. É justamente na imensa parcela monoglota da população que a crença na dificuldade insuperável da língua portuguesa encontra solo mais fértil.

    Não é uma conclusão a que se chegue depois de estudar judiciosamente latim, alemão, húngaro, russo e japonês. Ninguém precisa ter encarado um idioma em que se use declinação – vespeiro do qual a gramática portuguesa nos poupou – para sair deplorando em altos brados o desafio invencível da crase. Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas do português diz muito sobre a falência educacional brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto de desenvolvimento social que vá além da promoção de um maior acesso da população a shopping centers.

    Temo, porém, que suas raízes sejam mais profundas. Percebe-se aí uma mistura tóxica de autocomplacência, autodepreciação, ufanismo, fuga da realidade e desculpa esfarrapada que pode ser ainda mais difícil de derrotar do que nosso vicejante semianalfabetismo.

    http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/cronica/portugues-a-lingua-mais-dificil-do-mundo-conta-outra/ 
    Ainda em consideração ao sentido de algumas palavras do Texto 1, assinale a alternativa em que o sentido de palavras ou expressões grifadas está indicado corretamente.
    Escolha uma alternativa para a questão 0314dd85-de
  • Linguagens

    Português

    Considerando as normas do português contemporâneo, quanto à concordância e a regência verbal, a alternativa que se conforma à norma-padrão é:
    Escolha uma alternativa para a questão 0319598b-de
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 2

    Imagem da questão de Português, Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário 2015, Interpretação de Textos
    A compreensão do Texto 2 exige que:
    Escolha uma alternativa para a questão 031cf1bf-de
  • Linguagens

    Literatura

    Uma significativa produção do Romantismo brasileiro — seja na prosa, seja na poesia — se inscreve na chamada vertente indianista. De Gonçalves Dias, passando por José de Alencar, Visconde de Taunay e Machado de Assis, o indianismo esteve presente em várias obras dos oitocentos. Dentre outras fontes, o indianismo vai beber os seus fundamentos literários em qual princípio filosófico?
    Escolha uma alternativa para a questão 03211a54-de
  • Linguagens

    Literatura

    Autor de nove romances, Machado de Assis é considerado não apenas o ponto mais alto da prosa literária dos oitocentos brasileiro, mas também o autor de personagens que estão entre os mais conhecidos e marcantes da nossa literatura. Dentre os nomes abaixo, quais personagens foram frutos da criação de Machado de Assis?
    Escolha uma alternativa para a questão 03252276-de
  • Linguagens

    Literatura

    Lima Barreto e a sua obra estão inseridos na chamada literatura pré-modernistas. Crítico da sociedade do seu tempo e dos descaminhos que o projeto republicano foi tomando no Brasil, Lima Barreto também abordou em sua obra outros temas como:

    1) o racismo e a herança da escravidão.
    2) a herança armorial na cultura brasileira.
    3) o nacionalismo xenofóbico.
    4) a defesa da nobreza agrária.
    5) a vida intelectual carioca.

    Estão corretas:
    Escolha uma alternativa para a questão 03281d7d-de
  • Linguagens

    Literatura

    Carlos Drummond de Andrade tratou em sua obra de vários temas do homem contemporâneo, a exemplo da solidão, do amor perdido, da saudade das coisas vividas, dos conflitos bélicos. Dentre os versos abaixo, qual é da sua autoria?
    Escolha uma alternativa para a questão 032b3426-de
  • Linguagens

    Literatura

    O escritor paraibano José Lins do Rego narrou em sua obra romanesca a decadência dos engenhos de açúcar do Nordeste, em obras que ficaram conhecidas como o “Ciclo da cana-de-açúcar”. Este “Ciclo” foi concluído com Fogo Morto, romance de 1943, que encerra três narrativas interdependentes sobre personagens que estavam presentes nas demais obras do “Ciclo”. Quais eram esses personagens?
    Escolha uma alternativa para a questão 032e6ea3-de
  • Linguagens

    Literatura

    Jorge de Lima foi, ao lado do poeta mineiro Murilo Mendes, o mais importante poeta católico brasileiro da sua geração. Ao lado de obras como A Túnica inconsútil, Tempo e Eternidade e Quatro poemas negros, Jorge de Lima escreveu também um dos mais importantes poemas épicos da língua portuguesa. Como foi intitulado este poema épico?
    Escolha uma alternativa para a questão 033177a3-de
  • Linguagens

    Literatura

    A obra de Graciliano Ramos encerra vários temas, espaços geográficos e gêneros textuais, a exemplo da memória, do diário, do conto, da crítica literária, do romance e das estórias infanto-juvenis. Dentre as estórias infanto-juvenis, qual foi escrita por Graciliano?
    Escolha uma alternativa para a questão 03352065-de
  • Linguagens

    Inglês

        Read the text below and answer following four questions according to it.


    Doctors without Borders / Médecins Sans Frontières (MSF) 

    Every year, Doctors Without Borders/Médecins Sans Frontières (MSF) provides emergency medical care to millions of people caught in crises in some 70 countries around the world. MSF provides assistance when catastrophic events—such as armed conflict, epidemics, malnutrition, or natural disasters—overwhelm local health systems. MSF also assists people who face discrimination or neglect from their local health systems or when populations are otherwise excluded from health care.

    MSF is a neutral and impartial humanitarian organization that aims first and foremost to provide high-quality medical care to the people who need it the most. It does not promote the agenda of any country, political party, or religious faith, and, as such, endeavors to communicate its history, background, and capabilities to all parties in a given situation so that it may gain the necessary access to populations in need.

    On any given day, more than 30,000 doctors, nurses, logisticians, water-and-sanitation experts, administrators, and other qualified professionals working with MSF can be found providing medical care around the world.

    At its core, the purpose of humanitarian action is to save the lives and ease the suffering of people caught in acute crises, thereby restoring their ability to rebuild their lives and communities.

    In the countries where MSF works, one or more of the following crises is usually occurring or has occurred: armed conflict, epidemics, malnutrition, natural disasters, or exclusion from health care.

    Adaptado de: http://www.doctorswithoutborders.org/our-work/howwe-work/types-of-projects Acessado em 1 de maio de 2015.
    MSF has an impartial agenda,
    Escolha uma alternativa para a questão 034969de-de
  • Linguagens

    Inglês

        Read the text below and answer following four questions according to it.


    Doctors without Borders / Médecins Sans Frontières (MSF) 

    Every year, Doctors Without Borders/Médecins Sans Frontières (MSF) provides emergency medical care to millions of people caught in crises in some 70 countries around the world. MSF provides assistance when catastrophic events—such as armed conflict, epidemics, malnutrition, or natural disasters—overwhelm local health systems. MSF also assists people who face discrimination or neglect from their local health systems or when populations are otherwise excluded from health care.

    MSF is a neutral and impartial humanitarian organization that aims first and foremost to provide high-quality medical care to the people who need it the most. It does not promote the agenda of any country, political party, or religious faith, and, as such, endeavors to communicate its history, background, and capabilities to all parties in a given situation so that it may gain the necessary access to populations in need.

    On any given day, more than 30,000 doctors, nurses, logisticians, water-and-sanitation experts, administrators, and other qualified professionals working with MSF can be found providing medical care around the world.

    At its core, the purpose of humanitarian action is to save the lives and ease the suffering of people caught in acute crises, thereby restoring their ability to rebuild their lives and communities.

    In the countries where MSF works, one or more of the following crises is usually occurring or has occurred: armed conflict, epidemics, malnutrition, natural disasters, or exclusion from health care.

    Adaptado de: http://www.doctorswithoutborders.org/our-work/howwe-work/types-of-projects Acessado em 1 de maio de 2015.
    The humanitarian action carried out by MSF
    Escolha uma alternativa para a questão 034cdb6f-de
  • Linguagens

    Português

    Desde o seu primeiro livro — Perto do coração selvagem — que Clarice Lispector (1926-1977) chamou a atenção da melhor crítica brasileira para os aspectos inovadores e de vanguarda da sua obra ficcional. Tendo vivido a sua infância no Recife, Clarice consagra algumas crônicas e contos a esse período da sua vida. No entanto, é com um romance publicado em 1977 — A Hora da Estrela — que ela coloca como o centro da estória não apenas uma personagem nordestina, mas também constrói uma das personagens mais marcantes da nossa literatura. Como se chama a personagem principal de A Hora da Estrela?
    Escolha uma alternativa para a questão 19b7cd59-d5
  • Linguagens

    Português

    O escritor alagoano Ledo Ivo (1924-2012) foi múltiplo nas suas atividades intelectuais: jornalista, ensaísta, tradutor, poeta, contista e crítico literário. Mas é como poeta que o seu nome se consagra como um dos maiores da sua geração, que é, no caso, a mesma geração de João Cabral de Mello Neto, Paulo Mendes Campos, Mauro Mota, dentre outros poetas. Como ficou consagrada e conhecida a geração em que se inscreve Ledo Ivo? 
    Escolha uma alternativa para a questão 19bcd1ad-d5
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1

    Imagem da questão de Português, Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário 2015, Interpretação de Textos

    Analise o seguinte trecho: “convém conhecer os termos que, embora muito frequentes na linguagem médica, ensejam controvérsias quanto a seu uso em um padrão formal, mesmo no âmbito médico”. Nesse trecho, pode-se reconhecer:
    Escolha uma alternativa para a questão 19c17975-d5
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1

    Imagem da questão de Português, Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário 2015, Interpretação de Textos

    O que o Texto 1 defende, em sua globalidade:
    Escolha uma alternativa para a questão 19c60d84-d5