Geografia
- Clima
- Prova de 2017
- Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 02F426BD-D5

Prova
149 questões da prova de 2017 de Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário, em Geografia, História, Inglês, Literatura e mais matérias. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

Read the text below and answer the following question based on it.

Disponível em:< https://www.whistleblowersecurity.com/globalcorruption-money-power-and-ethics/>. Acessado em 10 de outubro
de 2017.
TEXTO 1
Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam ‘carneado’ (...) Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava, talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar talhos e salvar essa vida? (...)
Desde que, adulto, comecei a escrever romance, tem-me
animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor
pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a
nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a
realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a
escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos
tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do
horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos
o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos
fósforos repetidamente, como um sinal de que não
desertamos de nosso posto.
(Érico Veríssimo. Solo de clarineta. Tomo I. Globo: Porto Alegre. 1978). Fragmento.
No fragmento seguinte: “Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do horror”, o entendimento coerente é de que há nesse fragmento um sentido de:TEXTO 1
Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam ‘carneado’ (...) Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava, talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar talhos e salvar essa vida? (...)
Desde que, adulto, comecei a escrever romance, tem-me
animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor
pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a
nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a
realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a
escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos
tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do
horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos
o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos
fósforos repetidamente, como um sinal de que não
desertamos de nosso posto.
(Érico Veríssimo. Solo de clarineta. Tomo I. Globo: Porto Alegre. 1978). Fragmento.
Para manter a estratégia escolhida para seu texto, o segundo parágrafo do fragmento em análise pode ser entendido como:TEXTO 1
Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam ‘carneado’ (...) Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava, talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar talhos e salvar essa vida? (...)
Desde que, adulto, comecei a escrever romance, tem-me
animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor
pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a
nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a
realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a
escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos
tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do
horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos
o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos
fósforos repetidamente, como um sinal de que não
desertamos de nosso posto.
(Érico Veríssimo. Solo de clarineta. Tomo I. Globo: Porto Alegre. 1978). Fragmento.
Um aspecto do Texto 1 que o torna, de certa maneira relevante, e que toca a sensibilidade do leitor, é que o autor:
H3O+(aq) + Cl−
(aq)
a água é considerada uma base de Arrhenius.
NH4+(aq) + Cl−
(aq)
a amônia é considerada uma base de BronstedLowry.Em razão dos intensos exercícios físicos, os praticantes de esportes de alta performance podem sofrer de “acidose”, cujos sintomas iniciais podem ser: cefaleia (dor de cabeça), sonolência, tremor nos músculos etc. Ao praticar esporte, o organismo libera grandes quantidades de ácido láctico na corrente sanguínea, e o sangue então se torna ácido (pH < 7). Para evitar os efeitos colaterais da acidose, o organismo deve liberar no sangue uma quantidade de base bicarbonato, suficiente para neutralizar esta acidez através do efeito tampão.
Sabendo que o equilíbrio de transferência de prótons do ácido carbônico é:
H2CO3(aq) + H2O(l)
HCO3 −
(aq) + H3O
+
(aq)
Ka = [HCO3] / [H2CO3] . [H3O+]
e que o pKa do ácido carbônico nas condições
fisiológicas do corpo é 6,1, qual deve ser a proporção
entre as concentrações do íon bicarbonato e do ácido
carbônico [HCO3−]/[H2CO3], para que o pH do sangue
seja mantido em 7,34 (o pH ideal do sangue)?
HbCO(aq) ΔG° = −80 kJ.mol -1
HbO2(aq) ΔG° = −70 kJ.mol -1A Aspirina, o medicamento mais conhecido e consumido no mundo, completou cem anos em 1999. Além de atuar como analgésico, é anti-inflamatório, antipirético e antiplaquetário. Seu princípio ativo é o ácido acetilsalicílico, C9H8O4 sintetizado pela reação do ácido salicílico, C7H6O3, com anidrido acético, C4H6O3 como mostrado pela equação química:
C7H6O3(s) + C4H6O3(l) → C9H8O4(s) + C2H4O2(l)
Calcule a massa de anidrido acético necessária para consumir completamente 2,00 . 102 g ácido salicílico.
Dados: Massas molares em g . mol−1 : H = 1; C = 12; O = 16.