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Prova

Prova de 2015: Faculdade Cásper Líbero — questões com gabarito

28 questões da prova de 2015 de Faculdade Cásper Líbero, em Matemática, História, Atualidades, Conhecimentos Gerais e mais matérias. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 28 questões

Resultados: 28 questões

Página 1 de 2

  • Matemática

    Matemática

    A tabela abaixo mostra as médias mensais da chuva registrada no sistema Cantareira de outubro de 2013 a setembro de 2014, período que marcou o início da crise hídrica em São Paulo.


    Imagem da questão de Matemática, Faculdade Cásper Líbero 2015, Análise de Tabelas e Gráficos
    Fonte: Relatório da situação atual e previsão hidrológica para o sistema Cantareira – Cemaden


    Para o período registrado, a média e a mediana dos dados observados é de respectivamente:
    Escolha uma alternativa para a questão 8de55f50-ef
  • Ciências Humanas

    História

    Desde o início do século XX e durante toda a República Velha, a atividade policial no Rio de Janeiro estava voltada para o controle arbitrário das populações pobres. Seu foco, entretanto, não era ainda propriamente a repressão à criminalidade: atendia a demandas de ordem moral, como as numerosas prisões por “vadiagem”.

    Fonte: MISSE, Michel e outros. Licença para Matar. http://www.revistadehistoria.com.br/secao/artigos-revista/licenca-para- -matar Publicado 01-10-2015. Acessado 08-10-2015.


    O texto mostra como a relação da polícia com as populações pobres no Rio de Janeiro é historicamente polêmica. A situação descrita no texto é representativa da
    Escolha uma alternativa para a questão 8d99f30d-ef
  • Ciências Humanas

    História

    Denominada guerra para acabar com todas as guerras, a Primeira Guerra Mundial não resolveu nenhum dos problemas que a causaram. A Segunda Grande Guerra foi o maior e mais violento conflito armado que opôs, de 1939 a 1945, os países Aliados, de feição ideológica democrática, à coligação do Eixo, de cunho totalitário. As principais causas do conflito estão relacionadas aos acordos feitos depois da Primeira Guerra Mundial, com a política de apaziguamento, que foi dirigida pelo Reino Unido e pela França, depois da Primeira Guerra Mundial, e com o expansionismo da Alemanha e Japão.

    Fonte: http://pt.worldwar-two.net/introducao/ Adaptado. Acesso 23-09-2015


    A respeito da Segunda Guerra Mundial, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 8d7dacbb-ef
  • Há pouco mais de um ano, uma pequena revolução se desenha na capital do carro no Brasil. Com a promessa de construir 400 quilômetros de ciclovias em São Paulo até 2016 – onde a frota de carros se aproxima dos 8 milhões –, o prefeito da cidade resolveu não perder tempo. De 2014 até agora, a capital paulista já recebeu mais de 200 quilômetros de faixas exclusivas para ciclistas.


    A seguir, você encontra dados que retratam a estrutura cicloviária em diferentes cidades do Brasil, incluindo São Paulo. Os dados foram obtidos junto a prefeituras e à União dos Ciclistas do Brasil (UCB) e organizados pelo site Mobilize Brasil, em abril de 2015:


    Imagem da questão de Atualidades, Faculdade Cásper Líbero 2015, Questões Sociais
    Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/especiais-zh/zh-ciclovias/ Adaptado. Publicado em 26-05-2015. Acesso em 11-09-2015.


    Considerando a mobilidade nas cidades brasileiras retratadas no gráfico e suas características geográficas, é possível afirmar que as cidades
    Escolha uma alternativa para a questão 8d3ba8bd-ef
  • Ciências Humanas

    História

    O Pasquim não nasceu para fazer jornalismo político e procurou, através de um jornalismo de humor, criticar o comportamento da classe média brasileira, a partir da moral e dos bons costumes, defendidos pelos Militares. Sendo assim, O Pasquim começou a despertar a atenção dos Militares e dos órgãos responsáveis pela Censura.

    Fonte: VAUCHER, Thiago Araújo. O Pasquim: Alternativa e Corajoso. file:///C:/Users/Eliane/Downloads/4378-14796-1-PB.pdf Acesso 08-10-2015.


    Imagem da questão de História, Faculdade Cásper Líbero 2015, História do Brasil
    Imagem: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=272658292796469&set=a.124625930933040.20000.100001569022 672&type=3&l=a3c7ff9f95&theater. Acesso em 08-20-2015. BLOCO C - PESO 2


    Nascido no âmbito da Ditadura Militar Brasileira, O Pasquim teve como propósito fazer humor, mas foi assumindo, ao longo da sua história, um importante papel político. Segundo o conteúdo do texto e da imagem, um dos fatos que contribuíram para a expansão do jornal foi
    Escolha uma alternativa para a questão 8d9257a7-ef
  • A terceirização é um fenômeno intimamente ligado à teoria da flexibilização do Direito do Trabalho, na medida em rompe com a bilateralidade nas relações de trabalho (empresa e trabalhador), surgindo um terceiro elemento (empresa tomadora, empresa de prestação de serviços e trabalhador) para participar dessa relação...

    Fonte: CAMPOS, José Ribeiro. ASPECTOS DA TERCEIRIZAÇÃO E O DIREITO DO TRABALHO. www.metodista.br/revistas/revistas- -ims/index.php/RFD/article/viewFile/496/494 Acesso 8-10-2015 Adaptado Acesso 11-10-2015


    A terceirização do trabalho, descrita no texto, é tema polêmico que envolve as relações de trabalho no sistema capitalista atual, pois
    Escolha uma alternativa para a questão 8d8b20cd-ef
  • O Ateliê Arte nas Cotas faz parte do programa de recuperação socioambiental da Serra do Mar, que promove através da CDHU intercâmbio entre práticas e conhecimentos artísticos com a população dos bairros cota, de Cubatão. Seus objetivos são gerar vivências e debates sobre as artes; ressignificar o uso dos espaços públicos; contribuir para a melhoria da qualidade de vida nas comunidades e instigar o olhar crítico à produção artística, através da noção de pertencimento comunitário para a população em geral.

    Fonte: http://atelieartenascotas.flavors.me/#facebook Acesso

    A relação entre arte e questão ambiental, que norteia o Ateliê Arte nas Cotas, explicita que, nesse caso específico, a arte
    Escolha uma alternativa para a questão 8d840261-ef
  • O Dia que Durou 21 anos é um filme que começa com a renúncia de Jânio Quadros em 1961. Mostra como havia interesses em impedir a posse do então vice, João Goulart, posse defendida por Leonel Brizola e sua rede da legalidade. Jango aceita a imposição do parlamentarismo, mas logo o país retorna ao presidencialismo e, com um discurso considerado radical, assusta os setores mais conservadores do país e dos EUA.

    Fonte: CANDIOTO, Fábio Z. http://www.vortexcultural.com.br/cinema/critica-o-dia-que-durou-21-anos/ Adaptado. Acesso 22/09/2015


    A abordagem do diretor da obra cinematográfica está relacionada ao contexto político descrito no texto e analisa
    Escolha uma alternativa para a questão 8d65ebb3-ef
  • Linguagens

    Literatura

    Leia os dois textos que seguem.

    TEXTO I

    Nas últimas décadas do século XIX, as pessoas consideradas loucas eram equiparadas aos indivíduos classificados como desordeiros, unindo-se ao grupo dos incômodos e perigosos, que deveriam ser postos longe da dita boa sociedade. A loucura adquiria ares de moléstia social.

    Fonte: SOUSA, Fábio Henrique Gonçalves. A loucura no século XIX: questão de saúde ou moléstia social? http://www.outrostempos.uema.br/curso/anaisampuh/anaisfabio.htm Acesso 17-09-2015.


    TEXTO II

    Na obra, O Alienista, Machado de Assis narra a história do Dr. Simão Bacamarte. Leia a paráfrase a seguir:

    Após conquistar respeito em sua carreira de médico na Europa e no Brasil, o Dr. Simão Bacamarte retorna à sua terra-natal, Itaguaí, para se dedicar ainda mais a sua profissão. Certo dia, o Dr. Bacamarte resolve se dedicar aos estudos da psiquiatria e constrói na cidade um manicômio chamado Casa Verde, para abrigar todos os loucos da cidade e região.

    Fonte: http://guiadoestudante.abril.com.br/estudar/literatura/alienista-resumo-analise-conto-machado-assis-701990.shtml Adaptado. Acesso 17-09-2015


    Os textos referem-se ao contexto histórico do final do século XIX. A partir desse cenário e da obra de Machado de Assis, é possível afirmar que a sociedade dessa época
    Escolha uma alternativa para a questão 8d5e5462-ef
  • Linguagens

    Literatura

    “Aqui jaz um grande poeta. / Nada deixou escrito. / Este silêncio, acredito, / são suas obras completas”. Autoepitáfio. Paulo Leminski.

    Pouco antes de morrer, em 1989, aos 44 anos, Leminski já se sabia, como poeta, um peixe fora d’água no panorama cultural brasileiro, um sobrevivente de uma época. Morreu cercado de um quase-silêncio, com uma aura de dinossauro porra-louca.

    Fonte: TRIGO, Luciano. Máquina de Escrever, um olhar crítico sobre literatura, cinema e artes plásticas. http://g1.globo.com/ platb/maquinadeescrever/2013/03/30/toda-poesia-mostra-a-forca-e-a-fraqueza-de-paulo-leminski/ Adaptado. Publicado em 30-03-2013. Acesso 17-09-2015.


    O autoepitáfio de Leminski, publicado na obra Toda Poesia, relaciona a sua produção com a (o):
    Escolha uma alternativa para a questão 8d57e8b5-ef
  • Ciências Humanas

    Geografia

    A região metropolitana de São Paulo vive sua maior crise hídrica desde 1930, quando começaram as medições nos sistemas de reservatórios fornecedores de água. A situação é pior no sistema Cantareira, cujo nível bate sucessivos recordes negativos desde o início do ano. Responsável pelo abastecimento de 8,8 milhões de pessoas – quase a metade da população da Grande São Paulo – o Cantareira opera com o volume útil esgotado desde julho. A utilização inédita da reserva técnica, que fica abaixo das comportas das represas, fez o nível do reservatório subir a 18,5%.

    Fonte: http://guiadoestudante.abril.com.br/crise-hidrica/ Acesso 11-09-2015.


    Dentre os fatores que justificam as condições relacionadas ao estresse hídrico em São Paulo, descritos no texto, encontra-se
    Escolha uma alternativa para a questão 8d4b427a-ef
  • Linguagens

    Português

    Assinale a opção que apresenta corretamente o contexto biográfico e histórico em que se passa a narrativa da menina dos rouxinóis, em Viagens na minha terra, de Almeida Garrett:
    Escolha uma alternativa para a questão 8cd2796e-ef
  • Linguagens

    Português

    Assinale a opção que apresenta corretamente o trecho do conto Paulinho Perna Torta, de João Antônio, que apresenta a origem do apelido do protagonista:
    Escolha uma alternativa para a questão 8cb20951-ef
  • Linguagens

    Português

    Sobre O espelho, que faz parte de Papéis avulsos, de Machado de Assis, é correto afirmar que o conto:
    Escolha uma alternativa para a questão 8ca02cc9-ef
  • Linguagens

    Português

    Meio ambiente: ações tardias e termômetros em alta
    Reinaldo Canto


    Não será por falta de declarações, compromissos e reconhecimentos que o processo de enfrentamento das mudanças climáticas não irá alcançar bons resultados durante a realização da COP 21 (Conferência das Partes sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas) em dezembro próximo, em Paris. Mas o que são bons resultados? Basicamente eles se referem a compromissos e não necessariamente a alterações no clima realmente perceptíveis.
    Os mais otimistas poderão dizer que as últimas notícias vindas de grandes emissores como Estados Unidos, China e Brasil; de importantes resoluções adotadas em encontros internacionais como a Cúpula do Desenvolvimento Sustentável e até mesmo por declarações de influentes religiosos como o Papa Francisco e lideranças muçulmanas sobre a importância de se cuidar do planeta, parecem mesmo representar um avanço importante no combate ao aquecimento global e às mudanças climáticas.
    Já os mais pessimistas ou, melhor dizendo, os mais realistas, aplaudem esses posicionamentos, mas, além de considerá-los ainda tímidos diante dos desafios, também perguntam sem obter respostas: o que está sendo proposto será mesmo suficiente? E, o que ainda é mais angustiante pensar: ainda dará tempo de reverter todo esse processo?
    Foram boas e alvissareiras as notícias anunciadas durante a Cúpula do Clima realizada no final de setembro em Nova York e que serviu de palco para diversos países apresentarem seus compromissos nacionais a serem ratificados durante a Conferência Climática de Paris (a COP 21). Grandes empresas também buscaram se destacar e se uniram aos líderes mundiais para selar compromissos de descarbonização de suas atividades e investimentos em energias limpas.
    A presidenta Dilma Rousseff também apresentou em Nova York o nosso INDC, sigla em inglês para o compromisso nacional determinado. A meta brasileira é diminuir 37% das emissões até 2025, chegando a 43% de redução em 2030. O incremento no uso de energias limpas, o reflorestamento de 12 milhões de hectares e o fim do desmatamento ilegal até 2030 estão entre as propostas para o alcance das metas estabelecidas pelo governo brasileiro.
    Mesmo considerando positiva e apoiando em parte o anúncio oficial do país, organizações e movimentos da sociedade civil se pronunciaram quanto à falta de detalhamento e ousadia do Brasil. Fizeram coro com diferentes abordagens, a Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura; o coletivo Engajamundo e o Observatório do Clima, entre outros.
    Unânime mesmo foi a reprovação da meta de conter definitivamente o desmatamento apenas em 2030. A secretária executiva do Diálogo Florestal, integrante da Coalizão Brasil, Miriam Prochnow, afirmou que “a Coalizão entende que temos a obrigação, inclusive constitucional, de atacar isso imediatamente, com mais força".
    Na mesma linha, “declarar que o Brasil vai ‘buscar’ políticas para eliminar o desmatamento ilegal é ridículo. O que o governo está dizendo com isso é que aceita conviver com o crime por sabe-se lá quanto tempo. Isso é uma ofensa ao bom-senso e ao que o Brasil já mostrou que pode fazer no controle do desmatamento”, disse Carlos Rittl, secretário-executivo do Observatório do Clima. “É preciso lembrar que todos os outros países tropicais já se comprometeram a zerar o desmatamento em 2030”, acrescentou.
    Debates, metas e mesmo críticas à parte, a verdade é que a temperatura continua a subir. Em seu último relatório, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), alertou que a temperatura do planeta subirá quase 5 graus Celsius até 2100. Já relatório divulgado pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA, em inglês) constatou que o mês de julho deste ano foi o mais quente já registrado no mundo. O mês registrou temperatura média de 16,61°C nas superfícies dos continentes e dos oceanos, 0,81°C a mais do que a média de temperatura do século XX. O ano passado já havia sido apontado como o ano mais quente da história moderna. Além disso, os 10 anos mais quentes registrados, com exceção de 1998, ocorreram a partir de 2000.
    Uma das consequências desse aumento constante na temperatura está nos mares e oceanos. Recentemente a NASA, órgão aeronáutico e espacial norte-americano, divulgou um estudo com imagens de satélite que revela um aumento de 8 centímetros no nível dos oceanos de 1992 para cá, sendo que em alguns lugares do planeta chegou mesmo a 22 centímetros. Derretimentos de geleiras e expansão da água do mar estão entre as principais razões, efeitos, portanto, do aquecimento global.
    Só na Groenlândia, por exemplo, a perda de gelo anual está em 303 bilhões de toneladas e na Antártida são em média 118 bilhões de toneladas que todos os anos têm contribuído para elevar o nível dos nossos mares. Se tivermos em mente que muitas das maiores e mais habitadas cidades do mundo estão localizadas em litorais, pode-se imaginar que efeito isso terá num tempo não tão longo.
    Entre a constatação do aquecimento planetário e as ações anunciadas para reverter esse processo, o que nos cabe como sociedade é cobrar mais e mais efetividade e urgência. Descarbonizar a economia global, recuperar a cobertura florestal e mudar radicalmente nossa maneira de consumo e descarte não são mais possibilidades ou alternativas, mas necessidades básicas e urgentes para a própria sobrevivência da espécie humana. Vamos, portanto, radicalizar.
    Fonte: http://www.cartacapital.com.br/sustentabilidade/acoes-tardias-termometros-em-alta-e-o-combate-as-mudancas-climaticas-2413.html

    Assinale a opção correta, caso o verbo em negrito seja mudado para “tivéssemos” em: “Se tivermos em mente que muitas das maiores e mais habitadas cidades do mundo estão localizadas em litorais, pode-se imaginar que efeito isso terá num tempo não tão longo”:
    Escolha uma alternativa para a questão 8c9804e3-ef
  • Linguagens

    Português

    Meio ambiente: ações tardias e termômetros em alta
    Reinaldo Canto


    Não será por falta de declarações, compromissos e reconhecimentos que o processo de enfrentamento das mudanças climáticas não irá alcançar bons resultados durante a realização da COP 21 (Conferência das Partes sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas) em dezembro próximo, em Paris. Mas o que são bons resultados? Basicamente eles se referem a compromissos e não necessariamente a alterações no clima realmente perceptíveis.
    Os mais otimistas poderão dizer que as últimas notícias vindas de grandes emissores como Estados Unidos, China e Brasil; de importantes resoluções adotadas em encontros internacionais como a Cúpula do Desenvolvimento Sustentável e até mesmo por declarações de influentes religiosos como o Papa Francisco e lideranças muçulmanas sobre a importância de se cuidar do planeta, parecem mesmo representar um avanço importante no combate ao aquecimento global e às mudanças climáticas.
    Já os mais pessimistas ou, melhor dizendo, os mais realistas, aplaudem esses posicionamentos, mas, além de considerá-los ainda tímidos diante dos desafios, também perguntam sem obter respostas: o que está sendo proposto será mesmo suficiente? E, o que ainda é mais angustiante pensar: ainda dará tempo de reverter todo esse processo?
    Foram boas e alvissareiras as notícias anunciadas durante a Cúpula do Clima realizada no final de setembro em Nova York e que serviu de palco para diversos países apresentarem seus compromissos nacionais a serem ratificados durante a Conferência Climática de Paris (a COP 21). Grandes empresas também buscaram se destacar e se uniram aos líderes mundiais para selar compromissos de descarbonização de suas atividades e investimentos em energias limpas.
    A presidenta Dilma Rousseff também apresentou em Nova York o nosso INDC, sigla em inglês para o compromisso nacional determinado. A meta brasileira é diminuir 37% das emissões até 2025, chegando a 43% de redução em 2030. O incremento no uso de energias limpas, o reflorestamento de 12 milhões de hectares e o fim do desmatamento ilegal até 2030 estão entre as propostas para o alcance das metas estabelecidas pelo governo brasileiro.
    Mesmo considerando positiva e apoiando em parte o anúncio oficial do país, organizações e movimentos da sociedade civil se pronunciaram quanto à falta de detalhamento e ousadia do Brasil. Fizeram coro com diferentes abordagens, a Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura; o coletivo Engajamundo e o Observatório do Clima, entre outros.
    Unânime mesmo foi a reprovação da meta de conter definitivamente o desmatamento apenas em 2030. A secretária executiva do Diálogo Florestal, integrante da Coalizão Brasil, Miriam Prochnow, afirmou que “a Coalizão entende que temos a obrigação, inclusive constitucional, de atacar isso imediatamente, com mais força".
    Na mesma linha, “declarar que o Brasil vai ‘buscar’ políticas para eliminar o desmatamento ilegal é ridículo. O que o governo está dizendo com isso é que aceita conviver com o crime por sabe-se lá quanto tempo. Isso é uma ofensa ao bom-senso e ao que o Brasil já mostrou que pode fazer no controle do desmatamento”, disse Carlos Rittl, secretário-executivo do Observatório do Clima. “É preciso lembrar que todos os outros países tropicais já se comprometeram a zerar o desmatamento em 2030”, acrescentou.
    Debates, metas e mesmo críticas à parte, a verdade é que a temperatura continua a subir. Em seu último relatório, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), alertou que a temperatura do planeta subirá quase 5 graus Celsius até 2100. Já relatório divulgado pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA, em inglês) constatou que o mês de julho deste ano foi o mais quente já registrado no mundo. O mês registrou temperatura média de 16,61°C nas superfícies dos continentes e dos oceanos, 0,81°C a mais do que a média de temperatura do século XX. O ano passado já havia sido apontado como o ano mais quente da história moderna. Além disso, os 10 anos mais quentes registrados, com exceção de 1998, ocorreram a partir de 2000.
    Uma das consequências desse aumento constante na temperatura está nos mares e oceanos. Recentemente a NASA, órgão aeronáutico e espacial norte-americano, divulgou um estudo com imagens de satélite que revela um aumento de 8 centímetros no nível dos oceanos de 1992 para cá, sendo que em alguns lugares do planeta chegou mesmo a 22 centímetros. Derretimentos de geleiras e expansão da água do mar estão entre as principais razões, efeitos, portanto, do aquecimento global.
    Só na Groenlândia, por exemplo, a perda de gelo anual está em 303 bilhões de toneladas e na Antártida são em média 118 bilhões de toneladas que todos os anos têm contribuído para elevar o nível dos nossos mares. Se tivermos em mente que muitas das maiores e mais habitadas cidades do mundo estão localizadas em litorais, pode-se imaginar que efeito isso terá num tempo não tão longo.
    Entre a constatação do aquecimento planetário e as ações anunciadas para reverter esse processo, o que nos cabe como sociedade é cobrar mais e mais efetividade e urgência. Descarbonizar a economia global, recuperar a cobertura florestal e mudar radicalmente nossa maneira de consumo e descarte não são mais possibilidades ou alternativas, mas necessidades básicas e urgentes para a própria sobrevivência da espécie humana. Vamos, portanto, radicalizar.
    Fonte: http://www.cartacapital.com.br/sustentabilidade/acoes-tardias-termometros-em-alta-e-o-combate-as-mudancas-climaticas-2413.html

    Assinale a opção que apresenta corretamente o significado da palavra “alvissareiras” em “Foram boas e alvissareiras as notícias anunciadas durante a Cúpula do Clima realizada no final de setembro em Nova York...”
    Escolha uma alternativa para a questão 8c87593d-ef
  • Matemática

    Matemática

    Nos últimos anos, o mundo tem buscado, por meio de pesquisas em diversos setores, uma maior efetividade em todos os processos do nosso cotidiano.


    O gráfico abaixo mostra a porcentagem de consumo de energia dos equipamentos mais utilizados no dia a dia de uma residência.


    De acordo com o gráfico, uma residência que consome 400kWh de energia por mês está consumindo:

    Imagem da questão de Matemática, Faculdade Cásper Líbero 2015, Análise de Tabelas e Gráficos
    Escolha uma alternativa para a questão 8dea7ff8-ef
  • Linguagens

    Inglês

    Read the film review below and answer the questions that follow.


    INSIDE JOB – REVIEW - 4/5 STARS

    How did the financial crash of 2008 happen? This documentary, narrated by Matt Damon, does a good job of explaining a complex story of credit and discredit.


    (…)
    This film is as gripping as any thriller. Aided by some fascinating interviews, Ferguson lays out an awful story. In the 1980s, the markets and financial services were deregulated, and the driving force for this liberalisation was Alan Greenspan, formidable chairman of the US federal reserve board from 1987 to 2006. Banks and loan companies were freer to gamble with their depositors' money; they were themselves freer to borrow more; they were free to offer investors dizzyingly complex financial instruments, with income streams from different debts bundled up, including high-interest home loans offered to high-risk borrowers – the so-called "sub-prime" market that offered mouthwateringly high returns.

    (…)
    Perhaps the most sensational aspect of this film is Ferguson's contention that the crash corrupted the discipline of economics itself. Distinguished economists from America's Ivy League universities were drafted in by banks to compose reports sycophantically supporting reckless deregulation. They were massively paid for these consultancies. The banks bought the prestige of the academics, and their universities' prestige, too. Ferguson speaks to many of these economists, who clearly thought they were going to be interviewed as wry, dispassionate observers. It is really something to see the expression of shock, outrage and fear on their faces as they realise they're in the dock. One splutters with vexation; another gives vent to a ripe Freudian slip. Asked by Ferguson if he has any regrets about his behaviour, he says: "I have no comments … uh, no regrets."

    This is what Ferguson means by "inside job". There is a revolving door between the banks and the higher reaches of government, and to some extent the groves of academe. Bank CEOs become government officials, creating laws convenient for their once and future employers.

    Perhaps only the pen of Tom Wolfe could do justice to these harassed, bald, middle-aged masters of the universe, as they appear in Ferguson's film. The director shows how their body-language is always the same: somehow more guilty-looking when they are in the White House rose garden in their career pomp, being introduced to the press, than when they are facing openly hostile Senate hearings. They look uneasy, shifty, in weirdly ill-fitting suits, as if they are oppressed by the scrutiny, and worn out, possibly, by the strain of suppressing their own scruples. Their financial capacity far outstrips their capacity for enjoying themselves. They look very unhappy. Occasionally, British figures including Mervyn King and Alistair Darling are to be glimpsed in these photos, reminding us that we Brits have been ardent deregulators, as well.

    (…)
    I was reminded of Michael Lewis's Liar's Poker, his very funny book about the financial mentality of the 80s boom. He noted that if a regular person won the lottery, he might roll around on the floor, kicking his legs up with glee, but when bankers won their arbitrary lottery, they instead became solemn, pompous, overwhelmed with their own importance and stateliness. Their recklessness and excess coexisted with an almost priestly sense of worth. Even more than rich lawyers, rich bankers felt that their money proved their superior cleverness and also moral worthiness as the generators of prosperity. Yet that prosperity didn't trickle down very far.
    Source: http://www.theguardian.com/film/2011/feb/17/inside-job-review Access October 10, 2015.
    On the sentence ‘There is a revolving door between the banks and the higher reaches of government.’, the expression underlined and in italic means:
    Escolha uma alternativa para a questão 8db5e0ab-ef
  • Na sequência de 18 meses de negociações secretas, mediadas pelo Papa Francisco e o Canadá, os líderes dos EUA e Cuba anunciaram, em dezembro de 2014, que planejavam reabrir embaixadas nas capitais um do outro e normalizar as relações. Com as relações diplomáticas restauradas, os Estados Unidos e Cuba têm pela frente a mais difícil tarefa, que é a normalização das relações globais.

    Fontes: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/07/obama-anuncia-volta-de-relacoes-com-cuba-e-abertura-de-embaixada.html Adaptado. Publicado em 1-7-2015.


    Sobre esse tema, observe a charge a seguir:

    Imagem da questão de Atualidades, Faculdade Cásper Líbero 2015, América Latina na Atualidade
    Fonte: Imagem: http://www.cartoonmovement.com/cartoon/22340 Acesso 23-09-2015


    A mudança política, informada pela matéria, foi tema para o chargista produzir sua versão sobre o assunto. Na interpretação do artista, Cuba
    Escolha uma alternativa para a questão 8d76b4d1-ef
  • Ciências Humanas

    Geografia

    A intenção dos tropicalistas não era superar a Bossa Nova, da qual Veloso, Gil, Tom Zé e Gal foram discípulos assumidos, especialmente do canto suave e da inovadora batida de violão de João Gilberto, conterrâneo dos quatro. No início, esses artistas sentiam-se sufocados pelo elitismo e pelos preconceitos de cunho nacionalista que dominavam o ambiente da chamada MPB. Concluíram que, para arejar a cena musical do país, a saída seria aproximar de novo a música brasileira dos jovens, que se mostravam cada vez mais interessados no pop e no rock dos Beatles, ou mesmo no iê-iê-iê que Roberto Carlos e outros ídolos brazucas exibiam no programa de TV Jovem Guarda.

    Fonte: http://cliquemusic.uol.com.br/generos/ver/tropicalismo Adaptado. Acesso 17-09-2015.

    O Movimento Tropicalista, descrito no texto, teve como contexto social e político:
    Escolha uma alternativa para a questão 8d516772-ef