Prova
Prova de 2018: Faculdade Cásper Líbero — questões com gabarito
48 questões da prova de 2018 de Faculdade Cásper Líbero, em Português, Literatura, História, Atualidades e mais matérias. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.
- 48 questões
- 7 matérias
- MatemáticaNo dia 20/08/2018, entrou em vigor uma reforma econômica na Venezuela com o objetivo de combater a inflação, que alcançou 1.000.000% nos sete primeiros meses de 2018. A principal medida adotada foi a divisão da unidade monetária por 100.000, o que, simplificadamente, resultou no corte de cinco zeros na unidade monetária local (Bolívar), com a mudança do nome para Bolívar Soberano. De acordo com matéria divulgada no jornal Folha de S.Paulo, em 20/08/2018, um frango de 2,4kg custava o equivalente a 14,6 milhões de bolívares (14.600.000,00). Com a nova unidade monetária, o preço do frango ficaria em:
- Ciências Humanas
História
- História do Brasil
- Prova de 2018
- Faculdade Cásper Líbero
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: B55E0339-E6
Itamar Franco foi o 33° presidente do Brasil, tendo governado o país de 1992 a 1994, ocupando o posto de seu antecessor, Fernando CoSlor de Mello, A respeito da sua chegada ao poder e do seu governo, é correto afirmar: - Ciências Humanas
História
- Era Vargas – 1930-1954
- Prova de 2018
- Faculdade Cásper Líbero
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: B55519EF-E6
"O homem de Estado, quando as circunstâncias impõem uma decisão excepcionai de amplas repercussões e profundos efeitos na vida do país, acima das deliberações ordinárias da atividade governamental, não pode fugir ao dever de tomá-la, assumindo, perante a sua consciência e a consciência dos seus concidadãos, as responsabilidades inerentes à alia função que lhe foi delegada pela confiança nacional"
Getúlio Vargas, Proclamação ao Povo Brasileiro (1937)
Getúlio Vargas foi líder da Revolução de 1930 e governou o país até 1945. Dentre as características socioeconômicas do governo instituído a partir de 1937, administração conhecida como Estado Novo, pode-se ressaltar que:
- Ciências Humanas
História
- História do Brasil
- Prova de 2018
- Faculdade Cásper Líbero
- Dificuldade: Fácil
- Com imagem
- Código da questão: B551B1F1-E6
A charge de Alfredo Storni, reproduzida ao lado, foi publicada originalmente em 1927. A imagem traz as impressões do autor acerca da representação política e sua precariedade na Primeira República Brasileira (1889-1930). Tomando a conjuntura da Primeira República no Brasil e a charge de Storni, é correto dizer que o voto:

- Ciências Humanas
História
- História Geral
- Prova de 2018
- Faculdade Cásper Líbero
- Dificuldade: Fácil
- Com imagem
- Código da questão: B54E6CD7-E6
O gráfico ao lado, produzido na série "GDP growth in China 1952-2011", descreve a evolução do Produto Interno Bruto (PIB) nominal da China, de 1952-2000. O PIB é um indicador de riqueza de um país. Sobre o gráfico, é correto afirmar que:

- América Latina na Atualidade
- Prova de 2018
- Faculdade Cásper Líbero
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: B546F2B6-E6
A Argentina atravessa nos últimos meses uma crise social profunda. Manifestações tomaram as ruas em setembro exigindo a saída do presidente, Maurício Macri. Essa situação no país latino-americano está associada:- Guerras, Conflitos e Terrorismo
- Prova de 2018
- Faculdade Cásper Líbero
- Dificuldade: Fácil
- Com imagem
- Código da questão: B5434428-E6
"No dia dois de setembro de 2015, na praia Aíi Hoca; em Bodrum/ na Turquia, a fotojomalista Niiüfer Dem ir fotografou o pequeno corpo afogado do menino Ayian Kurd!. Com dois anos de idade, Ayian morreu junto com seu irmão, Galip, com cinco anos, sua mae, Rehan, com 27 anos e outras duas pessoas que, num barco inflável, tentavam alcançar a ilha grega de Kos. [...] A fortuna das [...] imagens de Demir lastre ia-se nao no seu conteúdo, mas na forma como esse conteúdo foi apresentado. Para compreendermos o funcionamento das imagens em nossa sociedade é preciso, pois, tratar primeiramente daquilo que só as imagens possuem e que nao podería ser substituído por palavras, porque são suas características específicas - as qualidades estéticas.''
Fonte: LIMA, Solange Ferraz de; CARVALHO, Vânia Carneiro de. Circuitos e potencial icônico da fotografia: o caso Ayian Kurdi, Estudos Ibero-Americanos, n. 44 (1), 2018.

As imagens de Aylan Kurdi, por suas "qualidades estéticas", tornaram-se símbolo de um fenômeno social contemporâneo e influenciaram a opinião pública global sobre esse fenômeno. Indique-o:
- Ciências Humanas
História
- Guerra Fria e seus desdobramentos
- Prova de 2018
- Faculdade Cásper Líbero
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: B53BB6E8-E6
No dia 9 de novembro de 1989, veio abaixo o Muro de Berlim. A barreira física separava a Berlim Oriental e seu governo socialista da Berlim Ocidental, cujo sistema era capitalista» A queda do muro terminou com quase 30 anos de afastamento entre os dois núcleos populacionais da cidade alemã e simbolizou o colapso do bloco de países controlados pela União Soviética, além da própria União Soviética.Nos anos de 1980, é correto afirmar que a U.R.S.S. sofreu: - Ciências Humanas
História
- Guerra Fria e seus desdobramentos
- Prova de 2018
- Faculdade Cásper Líbero
- Dificuldade: Fácil
- Com imagem
- Código da questão: B53822D1-E6
A foto mostra o astronauta Edwin Aldrin na superfície da lua, em 1969. A missão Apoio 11, da qual Edwin Ãldrin fazia parte, consolidou os esforços americanos na chamada ''corrida espadar e concretizou a imagem de superioridade do programa espacial dos Estados Unidos frente ao soviético. Podemos afirmar que a "corrida espacial" foi motivada pela:

- Ciências Humanas
História
- História Geral
- Prova de 2018
- Faculdade Cásper Líbero
- Dificuldade: Fácil
- Com imagem
- Código da questão: B534205F-E6

A fotografia indicada acima foi feita em Beijing, China, em 1989, pelo fotógrafo Jeff Widener.
A imagem pode ser identificada, corretamente, como:
- Ciências Humanas
História
- História Geral
- Prova de 2018
- Faculdade Cásper Líbero
- Dificuldade: Fácil
- Com imagem
- Código da questão: B530DA4B-E6

Fonte: BELMONTE. Caricatura dos Tempos. São Paulo: 1982, p. 82.
A charge de Belmonte, originalmente publicada em 1942, mostra Adolf Hitler, um soldado nazista e um judeu capturado e acusado de derrotar as tropas alemãs. Por meio da representação de uma circunstância absurda, o que Belmonte trata de evidenciar?
- Ciências Humanas
História
"Sem a propagação do domínio britânico pelo mundo, é difícil acreditar que as estruturas do capitalismo liberal tivessem se estabelecido com tanto sucesso em tantas economias diferentes do mundo"
Fonte: FERGUSON, NialL Império. São Paulo: Planeta, 2016, p. 376.
Durante o século XIX, o imperialismo europeu rompeu os Simítes dos estados nacionais, ampliando o largo processo de globalização da economia. Assinale a alternativa que melhor define os motivos da expansão das potências imperiais europeias,
- Linguagens
Literatura
- Escolas Literárias
- Prova de 2018
- Faculdade Cásper Líbero
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: B51382CF-E6
Assinale a opção que identifica correta mente duas características do narrador de Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis: - Linguagens
Literatura
- Escolas Literárias
- Prova de 2018
- Faculdade Cásper Líbero
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: B50E6FB8-E6
A relação entre Brás Cubas, Vírgília e Lobo Neves em Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, é vivida em chave de: - Linguagens
Literatura
- Escolas Literárias
- Prova de 2018
- Faculdade Cásper Líbero
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: B509D2C2-E6
Uma das marcas distintivas das Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, é: - Linguagens
Literatura
- Escolas Literárias
- Prova de 2018
- Faculdade Cásper Líbero
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: B505EA6E-E6
Sobre Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, é correto afirmar que o romance: - Linguagens
Português
- Crase
- Prova de 2018
- Faculdade Cásper Líbero
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: B4F3B400-E6
Radicais Livres
Precursores da Internet se transformam em militantes anti-digital
Quando a internet comercial ainda engatinhava, um grupo de pensadores - cientistas, filósofos, sociólogos, profissionais liberais - se dedicou a imaginar e construir o ciberespaço, a então nova fronteira da humanidade. Ele tomaria forma com a hiperconectividade dos indivíduos em rede, que poderiam, se quisessem, adotar múltiplas identidades naquele ambiente artificial. Só que hoje, pouco mais de 30 anos depois, os protagonistas desse círculo estão fazendo um apelo desesperado para que a sociedade se desconecte, sob pena de extinguir o que nos resta de humano.
O cenário retratado pelos digerati é quase devastador. A alcunha vem de literati, "homens letrados" em latim, termo adaptado, com uma certa verve, para a era digital. E a narrativa comum é a virada da internet ao avesso: de um imenso território de liberdade e experimentação criativa, ela teria se transformado num loteamento de espaços fechados, simbolizados pela onipresença das redes sociais. Um espaço em que usuários têm dados espionados, ações monitoradas e vontades manipuladas. Mais: esses agrupamentos que se vendem como locais de convivência abertos e gratuitos, portanto próximos do que imaginaram originalmente os digerati, hoje cobram caro. Quase todos os frequentadores são obrigados a ver o que é anunciado ali.
Cientista, compositor e escritor, Jaron Lanier, de 58 anos, foi o criador do conceito de realidade virtual. Fundador da primeira empresa a comercializar essa solução em escala industrial, o novaiorquino é um dos principais articuladores desse movimento. Lanier tem levado seus dreadlocks longuíssimos aos quatro cantos do mundo em uma campanha de alerta contra o que chama de "os impérios de modificação de comportamento", como classificou em sua palestra no TED Talks, em maio. Ele não tem Twitter, Red d it ou Facebook e acaba de lançar o chamado às armas "Ten arguments for deleting your social media accounts right now" ("Dez argumentos para deletar agora sua conta nas redes sociais", em tradução livre).
O mecanismo dos likes
Lanier alega que nas redes sociais o cidadão perde seu livre-arbítrio e se submete ao mecanismo viciante dos likes: "Eles alimentam esses sentimentos, e você fica preso num loop", diz. A discussão é tão procedente que o criador da World Wide Web, o físico inglês Tim Berners-Lee, 63, afirmou, na edição deste mês da revista Vanity Fair, que está "devastado" com os rumos de sua invenção. Ele decidiu desenvolver um antídoto: trabalha no momento em uma plataforma para redescentralizar a internet, para devolver aos usuários o poder e a autonomia sobre os dados que desejam acessar. "Quem quer assegurar que a internet sirva de fato à humanidade está hoje preocupado com o que vê no mundo digital" - diz.
Especialista em estudos de ciência e tecnologia, Sherry Turkle, 70, vai além. E recomenda o desligamento de celulares e redes sociais. Professora do Massachusetts Institute of Technology, ela acompanhou a mudança de comportamento dos usuários online e estudou desde as múltiplas personas que habitavam os mundos artificiais até a egotrip e a alienação que comprometem o convívio na sociedade real. Turkle é autora do primeiro livro sobre a formação da identidade no ambiente virtual, ''Life on the screen" ("Vida na tela" em tradução livre, de 1995). Em abril, ela publicou um artigo analisando como o crescente repúdio ao Facebook não nos impedirá de seguir ativos na rede social. O motivo? "Ele nos permite ter uma versão melhor de nós mesmos".
Cientista da computação, escritor e ativista do Software Livre, o americano Richard Stallman, 65, discorda da proposta de desconexão total. Com uma forte ressalva. O uso que ele faz é bem peculiar. Stallman não tem celular, não entra em redes sociais e aboliu aplicativos e programas que utilizam software proprietário. Argumenta que eles são desenhados pelas corporações justamente para manipular e controlar dados dos usuários. "As empresas que desenvolvem esses programas têm controle total sobre o que as pessoas fazem. Se quiserem, elas podem espionar usuários, restringilos ou manipulá-los. Estamos indefesos, impotentes perante a vontade das corporações" - afirma.
Todas as mensagens que Stallman envia de seu correio eletrônico chegam com uma declaração de defesa da Constituição dos EUA, num recado a "eventuais agentes federais americanos que estejam lendo". Ele fez a reportagem assumir por escrito que leria 13 artigos sobre software livre e se negou a conversar por Skype ou WhatsApp.
O cientista conta ainda que disse "não, obrigado" ao aprender que todo smartphone, sem exceção, permite às redes telefônicas seguir seus movimentos. E que, segundo ele, quase todo aparelho pode ser convertido num dispositivo de escuta. "Não foi difícil dizer não, já que a alternativa era entregar minha liberdade" - argumenta.
Procurados por O Globo, Facebook e Twitter não se pronunciaram. O Google informou em nota que anunciou em maio novos recursos com o objetivo de ajudar os usuários a recorrer à tecnologia "de forma mais criteriosa, para desconectar quando necessário e criar hábitos saudáveis em suas famílias".
Sérgio Branco, diretor e fundador do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro, voltado para a promoção de práticas de regulação na área, concorda que as pessoas ainda não se conscientizaram do perigo, especialmente, porque, ele diz, "vive-se a ilusão de que tudo é gratuito". "Jamais será um ato puramente inocente fornecer dados em troca de conteúdo, porque não temos controle sobre o que as empresas farão com eles" - alerta o advogado.
Como exemplo, ele cita um caso revelado pelo documentário As vítimas do Facebook, lançado pelos diretores canadenses Geoff D'Eon e Jay Dahl em 2011. Uma mulher diagnosticada com depressão severa recebeu como indicação médica sair de férias. Levou a mãe a um cruzeiro no Caribe e postou fotos no Facebook. Seu plano de saúde, que monitorava os dados, viu a foto e cancelou o serviço. A alegação? Quem está em depressão profunda não viaja para o Caribe de férias e muito menos celebra a alegria no universo digital.
Redes sociais: outras formas de compartilhar
Se o ciberespaço hoje aparenta ser um lugar ameaçador, a solução para voltarmos a habitar um local seguro e livre pode ser resumida em uma única palavra: conscientização. Stallman, em seu libelo em favor das liberdades individuais, duvida que as empresas desistam de seus lucros para racionalizar o que estão fazendo. Ele aponta uma saída simples e objetiva: "Depende de nós. Precisamos nos recusar a usar programas e plataformas abusivas. A maneira de acabar com o poder das empresas sobre os usuários é insistir em que eles usem software livre. Assim, eles próprios controlariam os programas e poderíam alterá-los. Quando seus amigos disserem que não querem mais usar Facebook, WhatsApp, Skype ou qualquer outro sistema de comunicação viciante, por favor, faça um esforço e coopere. Não descarte a amizade, encontre outras formas de dividir com eles informações sobre eventos sociais" - diz Stallman.
Já Jaron Lanier sugere "voltar o relógio" e reinventar a participação nas redes sociais. Não mais aceitar um ambiente de oferta de conteúdo aparentemente gratuito, mas ajudar a financiar espaços de concentração de conhecimento, em que especialistas de fato possam emitir suas opiniões. "Essa mudança eliminaria as notícias falsas e, no caso de aconselhamento médico, por exemplo, pagar-seia por pareceres de um verdadeiro profissional. Sonho com isso, e acho sim que a transformação é possível" - defende ele.
Tristan Harris, 33, ex-designer de Ética do Google, para onde trabalhou até 2016, se tornou uma espécie de mascote para o time dos radicais livres, ao fundar o Centro de Tecnologia Humana. Ele aposta em quatro soluções: as empresas precisam redesenhar suas interfaces para minimizar nosso tempo de tela; os governos têm de pressionar as empresas de tecnologia para adotarem modelos de negócios humanitários; consumidores se defrontam com a tarefa de assumir o controle de suas vidas digitais através de uma conscientização; e os funcionários das empresas de tecnologia devem se capacitar para construir soluções que melhorem a sociedade.
E como isso se dará no Brasil, que vive a realidade de uma cultura digital especialmente disseminada? Segundo o último levantamento da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o país conta com uma base instalada de 235,5 milhões de aparelhos celulares (densidade de 112,6 aparelhos para cada 100 habitantes) e 116 milhões de usuários de Internet.
Contatos perdidos
Para a professora da UFRJ e teórica da comunicação Raquel Paiva, a conscientização só podería ocorrer se (ou quando) o usuário brasileiro perceber que está se relacionando mais com máquinas do que com pessoas. "Somos um povo gregário, que necessita de vinculação, precisa do olhar do outro para se ver. O que temo é que as pessoas demorem muito a perceber que não cuidaram do seu entorno, que perderam a sociabilidade e deterioraram o seu convívio e sua capacidade de comunicação" - diz.
Ao descobrir que as informações pessoais dos usuários do Facebook eram vazadas para terceiros, Paiva fechou, de bate-pronto, a conta que tinha na rede social. "Acabei sendo eu a punida, pois perdi o acesso à maioria dos serviços que utilizava no cotidiano, como a compra de produtos orgânicos e roupas alternativas. Também me vi privada do contato com alguns colegas acadêmicos, uma vez que eles passaram a "existir" apenas no âmbito do Facebook" - conta a professora.
O documentarista canadense Geoff D'Eon, diretor de As vítimas do Facebook, diz simpatizar com a crítica dura dos digerati, mas faz ponderação pertinente: "A desconexão em massa, na prática, não vai acontecer. E não iremos resolver problemas sérios, como a explosão de notícias falsas, cyber-bullying, revenge porn, perda de privacidade e vazamento indiscriminado de informação, apenas com a elite intelectual se retirando das redes sociais. O restante da população seguirá, e as corporações vão continuar ganhando dinheiro. É muito tarde para um caminho de volta. Talvez a saída seja pensar melhor no que postar, ser mais consciente e cauteloso em relação ao que e com quem dividimos nossa vida online".
Rosane Serro, O Globo, 7/7/2018.
Assinale a opção em que o emprego da crase está correto, tal como ocorre em acaba de lançar o chamado às armas": - Matemática
Matemática
- Análise de Tabelas e Gráficos
- Prova de 2018
- Faculdade Cásper Líbero
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: B5ABDFA2-E6
O gráfico a seguir apresenta aspectos da utilização do solo no Brasil entre 1985 e 2017. A partir das informações disponibilizadas, é correto afirmar que:

- Linguagens
Inglês
- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Prova de 2018
- Faculdade Cásper Líbero
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: B59070D3-E6
Tell Us What to Call the Generation After Millennials {Please)
Millennials are getting older. Not that much older, of course. We're a roughly defined generational cohort, but arguably the oldest members of our demographic set are just beginning to reach the age of 40.
Meanwhile, the American generation behind millennials has started to move intothe workplace. And while some have proposed names for this group born in 1995 and after — Generation Z, PostMillennials, The Homeland Generation, iGeneration — all of these names are bad. The first two don't even strive for originality! Come on. Then again, it's hard to know what makes a generational name stick.
"Millennial" was coined in the late 1980s by the consultants Neil Howe and William Strauss, both baby boomers, before the term Generation X was even popularized. (They wanted to call them "13th Gen," but that didn't stick, and neither did "slackers."
But their term "millennial" did not become the dominant name for the huge generation after those two until much later. "In retrospect, it's easy to see that names that people gravitate to say something," Mr. Howe said in a recent interview. "Either the name itself or the way in which it was adapted."
But Malcolm Harris, the millennial author of "Kids These Days: Human Capital and the Making of Millennials," argues that those most interested in naming generations are those trying to sell things to that cohort.
"Generations are really only understood in retrospect," Mr. Harris said. "Some people have a financial interest in naming them as soon as possible, people trying to sell stuff. That's the first perspective we get on any cohort, and I don't think it's necessarily a very good one."
One stumbling block is a lack of agreement about the birth years for each generation. People on the fringes can feel as if they've got almost nothing in common with the rest of the group. A few years' difference can determine if you could have been drafted for Vietnam, watched the first MTV videos, or were born into a world of instant messaging.
In 2015, the Census Bureau said that there were 83.1 million American millennials (born between 1982 and 2000), exceeding the 75.4 million baby boomers (between 1946 and 1964), and the 65 million that Pew Research said belong in Generation X (between 1965 and 1980). But the generation after millennials is still so ill-defined (probably because of the whole name issue) that an accurate count has not yet been established.
And a good name? Nope.
Fonte: New York Times. Publicado em 23/01/2018. Disponível em: https://www.nytimes. com/2018/01/23/style/generation-names.html
O que propõe a frase “But the generation after milíenniais is still so ill-defined (probably because of the whole name issue) that an accurate count has not yet been established”? - Movimentos Sociais, Discriminação e Desigualdade: raça, classe e gênero
- Prova de 2018
- Faculdade Cásper Líbero
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: B5735A48-E6
Entre as escolas de samba do carnaval carioca de 2018, as campeãs se destacaram, também, por apresentar conteúdos de crítica social O samba-enredo Meu Deus, meu Deus, está extinta a escravidão?, da vice-campeã, Paraíso do Tuiuti, fazia referência ao fato de o Brasil ter sido o último país das Américas a abolir a escravidão e, 130 anos depois, o País estava na iminência de aprovar uma legislação que reduz benefícios e facilita a contratação de empregados terceirizados e temporários. Ao relacionar o lento processo de abolição da escravatura com a reforma da lei trabalhista, é correto afirmar que a Escola criticou a maneira como o País, historicamente, lida com:
