Questões do ENEM: Ciências Humanas e Período Colonial: produção de riqueza e escravismo
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489 questões encontradas. Mostrando a página 1 de 25.
C1B8764D-6F Sobre as revoltas nativistas ocorridas no Brasil durante o Período Colonial, é correto afirmar queC1AD3FA7-47 História
História do BrasilUniversidade Virtual de São Paulo · 2026FácilEntre para guardar nos favoritosVergueiro ofereceu aos imigrantes alemães um acordo. Eles receberiam seus próprios lotes de pés de café adultos e, apesar de receberem certa supervisão, seriam mais ou menos responsáveis pelo cuidado e pela apanha. Segundo o contrato assinado por eles em Hamburgo antes de embarcar, levariam os frutos até os terreiros e contribuiriam proporcionalmente ao beneficiamento. Receberiam cotas em pagamento, correspondentes à metade dos rendimentos da venda da safra, após dedução dos custos de transporte, impostos e comissão.(Warren Dean. Rio Claro: um sistema brasileiro de grande lavoura, 1820-1920, 1977. Adaptado.)Tendo em vista que Vergueiro também custeou as passagens desses trabalhadores com a garantia de ser ressarcido por eles, o excerto descreve8E5EE3D8-75 História
Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2025Entre para guardar nos favoritos“O Brasil é o café e o café é o negro”. Essa frase, comum nos círculos dominantes da primeira metade do século XIX, só em parte é verdadeira. O Brasil não era só café, como não fora só açúcar. Além disso, a produção cafeeira iria prosseguir no futuro, sem o concurso do trabalho escravo. Mas não há dúvida de que nesse período boa parte da expansão do tráfico de escravizados se deveu às necessidades da lavoura cafeeira.(Boris Fausto. História do Brasil, 2012. Adaptado.)A primeira frase, citada no início do excerto,52E754B8-75 História
História do BrasilFaculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2025Entre para guardar nos favoritosPara responder à questão, analise os dados estatísticos sobre o comércio internacional e intercontinental de escravizados.
(www.slavevoyages.org. Adaptado.)Comparando-se os números dos escravizados entrados na América do Norte Continental com os do Brasil, de 1751 a 1825, constata-se que52E4A940-75 História
Colonialismo espanhol: Ocupação e exploração do território americanoFaculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2025Entre para guardar nos favoritosPara responder à questão, analise os dados estatísticos sobre o comércio internacional e intercontinental de escravizados.
(www.slavevoyages.org. Adaptado.)Para o período de 1501 a 1600, os dados registramE58046E0-74 História
História do BrasilUEA · 2025Entre para guardar nos favoritosA experiência da escravidão africana também marcou a trajetória da parte Norte da colônia portuguesa na América. Em decorrência disso, hoje a presença negra na Amazônia é inegável, com enorme impacto na vida da região, marcando sua história, suas formas de comer, vestir, amar, dançar, cantar, rezar, trabalhar, juntamente com todas aquelas heranças intangíveis que as pessoas levam na pele, nos olhos e na alma.(Patrícia Melo Sampaio. “Floresta negra: A experiência e os impactos da escravidão africana na Região Amazônica”. www.geledes.org.br. Adaptado.)O excerto demonstra queD15935C9-74 História
História do BrasilUEA · 2025Entre para guardar nos favoritosAs invasões holandesas no Brasil colônia ocorreram no século XVII. Em 1630, os holandeses conquistaram a capitania de Pernambuco, grande produtora mundial de açúcar. Aí ficaram até 1654, quando foram expulsos por um movimento de resistência que uniu luso-brasileiros, negros e indígenas locais. Para o Brasil, uma das consequências da expulsão dos holandeses foiFD6B70E2-74 História
História do BrasilFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2025Entre para guardar nos favoritosAnalise a imagem da litografia de Jean-Baptiste Debret, realizada em 1835 e intitulada “Mercado da Rua do Valongo”.
A imagem revelaFD639D1F-74 História
História do BrasilFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2025Entre para guardar nos favoritosEm 1580, o Brasil, com uma população de cerca de 60 mil habitantes, dos quais 30 mil eram europeus, havia se transformado numa colônia de povoamento, embora de tipo peculiar: uma colônia de agricultura tropical capitalizada a partir da Europa, que supria uma demanda europeia de produtos tropicais [...].
(Stuart B. Schwartz. “O Brasil colonial, 1580-1750: as grandes lavouras e as periferias”. In: Leslie Bethell (org.). História da América Latina: a América Latina Colonial, 1999.)
A exploração de produtos tropicais em grande escala na colônia do Brasil, no século XVII, era ligada
F647B93E-6E História
História do BrasilUFRGS · 2025Entre para guardar nos favoritosLeia o segmento abaixo.Era um sistema quase perfeito: homens brancos (europeus em sua maioria) desenvolveram uma nova mentalidade, na qual a liberdade e a igualdade são entendidas como conceitos que definem a experiência humana. [...] esse mesmo mundo estava organizado numa prática amplamente sistematizada de exploração do trabalho humano em regime de servidão. Aqueles que estavam sujeitos à escravidão eram seres humanos biologicamente inferiores, assim como os não brancos incivilizados, que, se não fossem escravizados, deveriam ser “salvos” pela colonização. O circuito estava fechado. Mas eis que surgiram os revolucionários de São Domingos, que colocaram em xeque todo esse sistema, ousando projetar possibilidades de mundo até então impensáveis. Não é de estranhar que a Revolução do Haiti tenha sido vista com profundo temor. [...]E o Brasil nisso tudo? Bem, o Brasil foi mais uma nação americana que nasceu em meio a esse processo de profundas transformações, construído em um mundo no qual as ideias de nação, progresso, civilidade e a própria humanidade estavam unicamente vinculadas à população branca vinda da Europa.SANTOS, Y. L. Racismo brasileiro: uma história da formação do país. São Paulo: Todavia, 2022. p. 95-96.Considerando a história das relações étnico-raciais no Brasil Colônia e Império, a principal ideia contida no segmento é queF645217E-6E História
História do BrasilUFRGS · 2025Entre para guardar nos favoritosConsidere as afirmações abaixo, sobre a relação da dominação europeia com os povos originários.I - O projeto colonizador promoveu genocídio, por meio de guerras bacteriológicas, aprisionamentos e assassinatos, e ecocídio, por meio de devastação generalizada das florestas.II - O projeto colonizador garantiu a preservação de territórios indígenas, salvaguardando as florestas e estabelecendo acordos de convivência com as lideranças indígenas.III- O projeto colonizador foi responsável pela extinção dos indígenas de todo o território nacional, os quais tornaram a aparecer em decorrência da itinerância que marca o tempo presente.Quais estão corretas?39FBA699-69 História
História do BrasilEnsino Einstein · 2025Entre para guardar nos favoritos[...] historicamente, os quilombos foram comunidades dinâmicas forjadas não fora, mas dentro da sociedade escravista; comunidades que simultaneamente transformaram o mundo no qual todos viviam. As geografias insurgentes [...] foram claramente baseadas na existência de laços e práticas econômicas forjadas dentro da escravidão e motivadas por camaradagem, medo ou oportunismo. Nenhum deles expressou uma explícita ideologia antiescravista, mas suas ações desestabilizaram a escravidão por dentro. Para os quilombolas, abandonar seus senhores e trabalhar como pessoas livres diante dos olhos dos proprietários foi uma forma de rejeitar a escravidão.(Yuko Miki. “Fugir para a escravidão: as geografias insurgentes dos quilombolas brasileiros, 1880-1881”. In: Flávio Gomes e Petrônio Domingues (orgs.). Políticas da raça: experiências e legados da abolição e da pós-emancipação no Brasil, 2014.)O excerto caracteriza a ação dos quilombos no Brasil pré-abolição como93E37C1A-23 História
História do BrasilFUVEST · 2025MédioEntre para guardar nos favoritosEntre 1810 e 1850 os debates acalorados giraram em torno do fim do tráfico internacional, da sua legislação, da sua repressão, num impressionante vaivém, ou na famosa expressão:¬¬“Para inglês ver”. Até que o comércio internacional de almas fosse extinto em 1850, e na verdade alguns anos depois, muita pressão externa foi necessária. O fim do tráfico não significou a abolição da escravidão, que ainda permaneceria forte por quase quarenta anos.Lilia M. Schwarcz e Flávio Gomes. “Apresentação”. In: Dicionário da escravidão e liberdade. São Paulo: Companhia das Letras, 2018. Adaptado.De acordo com o excerto, é correto afirmar:B0020D7E-00 História
História do BrasilUNESP · 2025MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o excerto para responder à questão.Os africanos não foram somente os pioneiros da meta lurgia de ferro no Brasil. Desde muito acostumados à cata do ouro [...] trouxeram com eles as técnicas da bateia e de es cavação de minas. Alguns eram bons ourives, que criavam, na África, joias de grande beleza, como as dos axantes, e passaram a fazê-las no Brasil. [...]Aos africanos deve-se também que se tenha produzido, sobretudo nas grandes propriedades rurais, e ao arrepio das proibições régias, tecidos para uso dos escravos, em teares extremamente simples, horizontais ou verticais [...].[...] as crianças ouviam os relatos fantásticos de diferentes nações africanas, cujos personagens e enredos se mesclavam entre si e com os ameríndios e europeus, de tal modo que se tornava difícil separar o Curupira dos tupis do moatia dos axantes, pois ambos, do tamanho de anões, tinham os pés virados para trás e eram os senhores dos animais selva gens. Vindos da África, bichos-papões, jogos e brinquedos desembarcaram no Brasil. E lembranças de desfiles de reis, com seus enormes guarda-sóis coloridos, que reproduziram, no Brasil, nos maracatus, congadas e reisados.(Alberto da Costa e Silva. A África e os africanos na história e nos mitos, 2021.)Considerando o excerto, a contribuição econômica dos escravizados africanos para o aumento da acumulação de capitais na metrópole portuguesa também derivou43D2D508-68 História
História do BrasilUEG · 2025MédioEntre para guardar nos favoritosTexto 1A guerra justa foi utilizada na colônia pela primeira vez em 1562, contra os Caeté, que supostamente haviam devorado, em um ritual antropofágico, o primeiro bispo do Brasil, o bispo Sardinha […] Em janeiro de 1751, foi a vez do governador de Goiás, em carta ao rei Dom José, noticiar ao monarca sobre as “hostilidades” que os Kayapó do sul haviam feito aos Araxá “que não só lhe fizeram huma grande mortandade mas depois lhe cativarão todas as mulheres e crianças, as quais levarão para o seo alojamento para as comerem, porque sempre que tem ocasião se sustentão de carne humana”.MORI, Robert. Os aldeamentos indígenas no caminho dos Goiases: guerra e etnogênese no “sertão do gentio kayapó” (sertão da farinha podre) – Séculos XVIII e XIX. Dissertação (mestrado em História). Universidade Federal de Uberlândia; Uberlândia; 2015, p. 38, 82.Texto 2Na década de 1740 "coincidiu" a criação dos primeiros aldeamentos indígenas da província de Goiás com a plena abundância das minas auríferas e florescimento febril dos arraiais. A preocupação da população era extrair o máximo possível de ouro; a do governador era cuidar para que o contrabando fosse coibido. […] Os índios não deveriam perturbar a economia da colônia e para que assim fosse existiam os quartéis-aldeamentos e o sertanista Antônio Pires de Campos, responsáveis pela manutenção da "ordem" criada pelos conquistadores para seu usufruto.RAVAGNANI, Oswaldo Martins. A Agropecuária e os Aldeamentos Indígenas Goianos. Perspectivas, 9/10, São Paulo, 1986/1987, p. 119, 143.A partir da leitura dos textos acima, podemos considerar que2824FC45-32 História
História do BrasilUFU-MG · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritosA Guerra dos Palmares foi um dos episódios de resistência escrava mais notáveis na história da escravidão do Novo Mundo.MARQUESE, R. de B. A dinâmica da escravidão no Brasil: resistência, tráfico negreiro e alforrias, séculos XVII a XIX. Novos Estudos CEBRAP, (74), março 2006. p. 107.Sobre o processo de resistência dos escravizados no Brasil, podemos afirmar queC1F29F92-8D História
História do BrasilUSP · 2024Entre para guardar nos favoritos“Se a derrama for lançada,há levante, com certeza.Corre-se por essas ruas?Corta-se alguma cabeça?Do cimo de alguma escada,profere-se alguma arenga?Que bandeira se desdobra?Com que figura ou legenda?Coisas da Maçonaria,do Paganismo ou da Igreja?A Santíssima Trindade?Um gênio a quebrar algemas?Atrás de portas fechadas,à luz de velas acesas,entre sigilo e espionagem,acontece a Inconfidência.”Os versos de Cecília Meireles, no Romanceiro da Inconfidência, remetemC13F6E32-8D História
Colonialismo espanhol: Ocupação e exploração do território americanoUSP · 2024Entre para guardar nos favoritosAs formas de colonização ibérica e inglesa na América foram, durante muito tempo, consideradas processos isolados, estruturados em dois modelos opostos: as colônias de exploração e as de povoamento, respectivamente. No entanto, elas constituíram um emaranhado de experiências compartilhadas pelos impérios atlânticos. Os aspectos comuns a essas formas de colonização foram a1AD98EF0-71 História
História do BrasilFaculdade Evangélica Mackenzie do Paraná · 2024Entre para guardar nos favoritosLeia o trecho do Alvará Real a seguir, que determinava a punição de negros aquilombados (1741).Eu, El Rei, faço saber aos que este Alvará em forma de Lei virem: que sendo-me presente os insultos, que no Brasil cometem os escravos fugidos a que vulgarmente chamam de quilombolas, passando a fazer excesso de se juntar em quilombos e sendo preciso acudir com os remédios que evitem esta desordem, hei por bem que a todos os negros, que forem achados em quilombos, estando neles voluntariamente, se lhes ponha com fogo, uma marca em um ombro com a letra F, – que para este efeito haverá nas Câmaras, e se quando se for executar esta pena for achado já com a mesma marca, se lhe cortará uma orelha; tudo por simples mandado do Juiz de Fora ou do Ouvidor da Comarca, sem processo algum e só pela notoriedade do fato, logo que do quilombo for trazido antes de entrar para a CadeiaAdaptado de GOMES, F. (Org.). Mocambos de Palmares: histórias e fontes (séculos XVI-XIX). Rio de Janeiro: 7letras, 2010, p. 251-5.Com base no documento, a respeito da repressão aos quilombos na América Portuguesa, assinale a afirmativa correta.B7E701FF-68 História
História do BrasilUEG · 2024DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto a seguir.
Como havia ordem de Vossa Majestade para esta Provedoria assistir as aldeias com o que lhe fosse necessário, aproveitaram, os ditos jesuítas, na administração que delas tinha [...] para fazerem um exorbitante roubo à Real Fazenda, e enviando réis de fingidas despesas.
CARTA do governador João Manuel à Corte. 29 de maio de 1760. In: PALACIN, L. Subversão e corrupção. Goiânia: Ed. da UFG, 1983. p. 14.
Na carta do governador da capitania de Goiás João Manuel à corte, percebe-se a intenção de apresentar a ordem jesuíta como sendo desonesta. O motivo político que explica essa atitude do governador foi