Questões do ENEM: Ciências Humanas

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12.213 questões encontradas. Mostrando a página 16 de 611.

  • 8B4EB7C5-AB

    História

    Descolonização Afro-asiática : novos Estados, nova arena internacional
    UCB · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
        Para compreender o processo de desagregação dos impérios coloniais africanos, que duraram até as décadas de 1960/70, bem como a própria rapidez com que o fenômeno se deu, é necessário considerar dois aspectos fundamentais: primeiramente, as transformações ocorridas nas metrópoles durante o século XX, e que, de certa forma, levaram a uma situação de impossibilidade de manter o colonialismo.(...) .


    A descolonização da África. Por Marina Gusmão de Mendonça, publicado em Sankofa. Revista de História da África e de Estudos da Diáspora Africana. Ano XII, n.º XXII, maio/2019.


    O outro aspecto fundamental a ser considerado como determinante para o processo mencionado é 
    Escolha uma alternativa para a questão 8b4eb7c5-ab
  • 8B4C4BD8-AB

    Geografia

    População
    UCB · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
        A população brasileira era de 213,4 milhões de habitantes até 1.º de julho de 2025, segundo estimativa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 28 de agosto último.


    Internet: <https://www.gov.br/secom> (com adaptações).


    A respeito do assunto em epígrafe e temas correlatos, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 8b4c4bd8-ab
  • 8B49B9FE-AB

    História

    História Geral
    UCB · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
          A paisagem rural e urbana nunca mais foi a mesma: na segunda metade do século XIX, toda a paisagem natural inglesa tinha sido alterada pela ação industrial do homem. (...) Em virtude do desemprego causado pelos cercamentos, uma massa de camponeses sem atividade deu origem a uma imensa quantidade de homens “livres” (...).


    Osvaldo Coggiola. Internet: <https://www.fflch.usp.br/170112>. 


    No contexto da Revolução Industrial na Inglaterra, a expressão ‘cercamentos’ tem relação com 
    Escolha uma alternativa para a questão 8b49b9fe-ab
  • 8B4777DF-AB

    Geografia

    Regionalização Brasileira
    UCB · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
        No Brasil, as propostas de regionalização visando o levantamento de informações do território para fins de planejamento tiveram início na década de 1940, com o IBGE. (...). Outra proposta de regionalização que visa corrigir distorções e simplificações das anteriores é aquela elaborada por Milton Santos e Maria Laura Silveira, em 2001.



    Imagem da questão de Geografia, da prova de 2025


    Internet: <https://repositorio.ipea.gov.br>.


    Tendo o texto como referência inicial e analisando o mapa acima, que mostra a proposta de Santos e Silveira, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 8b4777df-ab
  • 8B42BFAA-AB

    História

    História Geral
    UCB · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    Nas democracias atuais percebe-se a influência de modelos políticos da Antiguidade, que deixaram parâmetros para a influência do povo na definição das políticas públicas. Esses modelos apresentavam, por óbvio, variações a respeito do poder e da influência popular na gestão da coisa pública. Um dos sistemas políticos da Antiguidade mais assemelhados à democracia liberal contemporânea foi o(a)
    Escolha uma alternativa para a questão 8b42bfaa-ab
  • 43EDA170-68

    Filosofia

    Conceitos Filosóficos
    UEG · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir.

    Suponhamos, pois, que a mente é, como dissemos, um papel branco, desprovida de todos os caracteres, sem quaisquer ideias; como ela será suprida? [...] De onde apreende todos os materiais da razão e do conhecimento? A isso respondo, numa palavra, da experiência. Todo o nosso conhecimento está nela fundado, e dela deriva fundamentalmente o próprio conhecimento. Empregada tanto nos objetos sensíveis externos como nas operações internas de nossas mentes, que são por nós percebidas e refletidas, nossa observação supre nossos entendimentos com todos os materiais do pensamento.

    LOCKE, Jonh. Ensaio acerca do entendimento humano. São Paulo: Abril Cultural, 1978. p. 159.


    O trecho apresentado fundamenta a seguinte corrente filosófica:
    Escolha uma alternativa para a questão 43eda170-68
  • 43EB08EF-68

    Sociologia

    Estratificação e desigualdade social
    UEG · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia a matéria a seguir para responder à questão.


    Proletários de plataforma
    Como a indústria de inteligência artificial lucra criando uma nova classe trabalhadora sem direitos no Brasil


    A baiana Lílian largou um emprego CLT no ano passado. Por causa da filha pequena, trabalhar fora de casa era um pesadelo. Foi em um vídeo no TikTok que ficou sabendo da possibilidade de trabalhar online treinando inteligência artificial.
    [...]

    Hoje, trabalha em horários flexíveis, seis dias por semana, para “melhorar a inteligência artificial com dados”, como propagandeia a Appen. No fim do mês, se tudo der certo, tira R$ 1.400, sem nenhum outro benefício. Lílian faz parte de uma classe de trabalhadores muitas vezes definidos como fantasmas, escondidos ou microtrabalhadores. Por meio de plataformas multinacionais como Tellus, OneForma e a própria Appen, grandes empresas de tecnologia contratam mão de obra barata, em larga escala e em diversos países, para executar pequenas tarefas.

    Na outra ponta da cadeia, gigantes como Meta, Google e TikTok lucram com a facilidade de comprar bases de dados já preparadas por trabalhadores que custam infinitamente menos do que os profissionais do mercado de tecnologia. As big tech também se beneficiam de uma cadeia que opera à margem da lei, opaca e blindada por contratos de confidencialidade, em que as pessoas sequer sabem para quem ou para quê estão trabalhando. Além dos salários baixos, esses trabalhadores terceirizados não recebem treinamento e trabalham com prazos apertados. Há inúmeros relatos de calotes, contratos rompidos unilateralmente sem explicação e desassistência das plataformas.
    [...]

    Os sistemas de aprendizado de máquina são um tipo de inteligência artificial, um conjunto de algoritmos que, a partir de determinado input – dados ou informações disponíveis – gera um output, ou seja, o resultado desejado. Isso pode ser feito com uma árvore de decisão, por exemplo. Mas, no caso da IA generativa, o próprio sistema aprende a decidir sozinho, no chamado ‘deep learning’, ou aprendizado profundo. O programador não cria a regra – só mostra o resultado desejado.

    Os dados produzidos por essa legião de trabalhadores são a matéria prima e o refinamento dessa automatização. É a partir deles que os sistemas de computação ditos inteligentes aprendem os padrões que vão imitar depois.

    Sem uma montanha de conteúdo produzido por veículos de comunicação e pessoas reais, o ChatGPT seria incapaz de oferecer respostas qualificadas. Sem pessoas reais interpretando erros de digitação em resultados de busca, o Google não adivinharia o que você realmente quis dizer com aquela palavra que escreveu errado. Sem trabalhadores interpretando fotos para treinar algoritmos de visão computacional, câmeras inteligentes não conseguiriam identificar objetos em uma imagem.

    Para executar o enorme número de tarefas humanas necessárias para o desenvolvimento de sistemas de IA, é preciso contratar também milhões de trabalhadores. O jeito mais barato que a indústria encontrou para fazer isso foi por meio de multinacionais intermediárias.
    [...]

    DIAS, Tatiana; SCHURIG, Sofia. Proletários de plataforma: como a indústria de inteligência artificial lucra criando uma nova classe trabalhadora sem direitos no Brasil. 2024. Disponível em: https://www.intercept.com.br/2024/07/22/inteligencia-artificial-classe-trabalhadora-sem-direitos-no-brasil/. Acesso em: 24 mar. 2025.
    O desenvolvimento das inteligências artificiais (IA) tem suscitado muitos debates a respeito da ética na produção de materiais originais; da sustentabilidade, com a proliferação de enormes centros de dados; da substituição da força de trabalho por máquinas ou programas de computador; além disso, o uso de IA toca na questão do recrudescimento cognitivo. Levando em consideração os problemas sociais advindos das inteligências artificiais, verifica-se que seu desenvolvimento impacta 
    Escolha uma alternativa para a questão 43eb08ef-68
  • 43E88C48-68

    Sociologia

    Mundo do trabalho
    UEG · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia a matéria a seguir para responder à questão.


    Proletários de plataforma
    Como a indústria de inteligência artificial lucra criando uma nova classe trabalhadora sem direitos no Brasil


    A baiana Lílian largou um emprego CLT no ano passado. Por causa da filha pequena, trabalhar fora de casa era um pesadelo. Foi em um vídeo no TikTok que ficou sabendo da possibilidade de trabalhar online treinando inteligência artificial.
    [...]

    Hoje, trabalha em horários flexíveis, seis dias por semana, para “melhorar a inteligência artificial com dados”, como propagandeia a Appen. No fim do mês, se tudo der certo, tira R$ 1.400, sem nenhum outro benefício. Lílian faz parte de uma classe de trabalhadores muitas vezes definidos como fantasmas, escondidos ou microtrabalhadores. Por meio de plataformas multinacionais como Tellus, OneForma e a própria Appen, grandes empresas de tecnologia contratam mão de obra barata, em larga escala e em diversos países, para executar pequenas tarefas.

    Na outra ponta da cadeia, gigantes como Meta, Google e TikTok lucram com a facilidade de comprar bases de dados já preparadas por trabalhadores que custam infinitamente menos do que os profissionais do mercado de tecnologia. As big tech também se beneficiam de uma cadeia que opera à margem da lei, opaca e blindada por contratos de confidencialidade, em que as pessoas sequer sabem para quem ou para quê estão trabalhando. Além dos salários baixos, esses trabalhadores terceirizados não recebem treinamento e trabalham com prazos apertados. Há inúmeros relatos de calotes, contratos rompidos unilateralmente sem explicação e desassistência das plataformas.
    [...]

    Os sistemas de aprendizado de máquina são um tipo de inteligência artificial, um conjunto de algoritmos que, a partir de determinado input – dados ou informações disponíveis – gera um output, ou seja, o resultado desejado. Isso pode ser feito com uma árvore de decisão, por exemplo. Mas, no caso da IA generativa, o próprio sistema aprende a decidir sozinho, no chamado ‘deep learning’, ou aprendizado profundo. O programador não cria a regra – só mostra o resultado desejado.

    Os dados produzidos por essa legião de trabalhadores são a matéria prima e o refinamento dessa automatização. É a partir deles que os sistemas de computação ditos inteligentes aprendem os padrões que vão imitar depois.

    Sem uma montanha de conteúdo produzido por veículos de comunicação e pessoas reais, o ChatGPT seria incapaz de oferecer respostas qualificadas. Sem pessoas reais interpretando erros de digitação em resultados de busca, o Google não adivinharia o que você realmente quis dizer com aquela palavra que escreveu errado. Sem trabalhadores interpretando fotos para treinar algoritmos de visão computacional, câmeras inteligentes não conseguiriam identificar objetos em uma imagem.

    Para executar o enorme número de tarefas humanas necessárias para o desenvolvimento de sistemas de IA, é preciso contratar também milhões de trabalhadores. O jeito mais barato que a indústria encontrou para fazer isso foi por meio de multinacionais intermediárias.
    [...]

    DIAS, Tatiana; SCHURIG, Sofia. Proletários de plataforma: como a indústria de inteligência artificial lucra criando uma nova classe trabalhadora sem direitos no Brasil. 2024. Disponível em: https://www.intercept.com.br/2024/07/22/inteligencia-artificial-classe-trabalhadora-sem-direitos-no-brasil/. Acesso em: 24 mar. 2025.
    Levando em consideração o fenômeno da reestruturação produtiva e o conceito sociológico de trabalho alienado, o trabalho descrito na matéria expressa
    Escolha uma alternativa para a questão 43e88c48-68
  • 43E60B1F-68

    Filosofia

    A Experiência do Sagrado
    UEG · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir.


    No que diz respeito a todas as coisas que compreendemos, não consultamos a voz de quem ensina, a qual soa por fora, mas a verdade que dentro de nós preside à própria mente, incitados talvez pelas palavras a consultá-la. Quem é consultado ensina verdadeiramente, e este é Cristo, que habita, como foi dito, no homem interior, isto é: a virtude incomensurável de Deus e a sempiterna Sabedoria, que toda alma racional consulta, mas que se revela a cada um quanto é permitido pela sua própria boa ou má vontade.

    AGOSTINHO, Santo. De magistro (Do mestre). 2. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1980. p. 319. (Adaptado).


    Desde o início do século IV, o cristianismo foi se tornando cada vez mais influente em todos os setores da sociedade, inclusive na reflexão filosófica, como ilustra a vasta produção literária de Agostinho de Hipona (Santo Agostinho). 

    Nesse sentido, o trecho apresentado ilustra uma ideia filosófica que ficou conhecida como
    Escolha uma alternativa para a questão 43e60b1f-68
  • 43E3796A-68

    Geografia

    Regionalização Brasileira
    UEG · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
    Observe a figura a seguir.

    A regionalização representada na figura

    Imagem da questão de Geografia, da prova de 2025
    Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Quatro_Brasis#/media/Ficheiro:Os_Quatro_B rasis_-_Preto_e_Branco.png. Acesso em: 25 abr. 2025. 
    Escolha uma alternativa para a questão 43e3796a-68
  • 43DE171B-68

    Geografia

    Impactos e soluções nos meios natural e rural
    UEG · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
    A região Antártica é quase toda ocupada por uma área continental (cerca de 14 milhões de km2). Essa área, por sua vez, encontra-se coberta por uma grossa camada de gelo. Sobre a ocupação e o uso dessa região, verifica-se que 
    Escolha uma alternativa para a questão 43de171b-68
  • 43DB1359-68

    Geografia

    Geografia Econômica
    UEG · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
    Observe a figura a seguir.

    Imagem da questão de Geografia, da prova de 2025
    MAPAS das infraestruturas de todos os modos de transportes. In: BRASIL. Ministério da Infraestrutura. Mapas e Bases dos Modos de Transportes. Brasília, DF, 2021.


    O setor de transportes no Brasil enfrenta desafios que vão desde as questões naturais do país (dimensão territorial, variedade climática entre outros) às questões históricas, políticas e econômicas (colonização, ausência de políticas e dependência de recursos). E, apesar de todas as transformações socioeconômicas e espaciais pelas quais o Brasil passou, ao longo de sua história, o sistema de transporte, em especial o ferroviário, pouco avançou, sobretudo, em comparação com o rodoviário, conforme pode ser observado na figura.

    Com base na análise da figura, a alternativa que explica adequadamente as causas dessa situação é a seguinte:
    Escolha uma alternativa para a questão 43db1359-68
  • 43D88E4D-68

    Sociologia

    Estratificação e desigualdade social
    UEG · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1

    A democracia racial, enquanto “solução” da questão negra, não significou, todavia, um esforço em combater as desigualdades de renda e de oportunidades sociais entre negros e brancos, e só parcialmente, no plano da cultura e da ideologia, representou um freio à discriminação e ao preconceito.

    GUIMARÃES, Antônio Sérgio Alfredo. A questão racial na política brasileira (os últimos quinze anos). Tempo Social; Rev. Sociol. USP, S. Paulo, vol. 13, n. 2, p. 121-142, novembro de 2001, p. 125


    Texto 2

    [...] a discriminação histórica e a concentração de riqueza, presentes na formação da sociedade brasileira, deram origem a marcadas desigualdades entre as pessoas afrodescendentes, indígenas e quilombolas, e aquelas que não pertencem a esses grupos. [...] A Lei Áurea de 1888 decretou a abolição definitiva e imediata da escravatura no Brasil. Entretanto, a lei abolicionista não previa a garantia de direitos fundamentais, como moradia, educação ou trabalho em condições dignas às pessoas recém libertas.

    Imagem da questão de Sociologia, da prova de 2025
    Guia prático: A situação dos direitos humanos no Brasil desde uma perspectiva étnico-racial: pessoas afrodescendentes, indígenas e quilombolas: aprovada pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos em 24 de julho de 2023, p.5, 10 e 12.


    Levando-se em consideração os textos e o gráfico acima, verifica-se que
    Escolha uma alternativa para a questão 43d88e4d-68
  • 43D5AF7F-68

    História

    História do Brasil
    UEG · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1

    Os gentios cuja conversão justificava a própria presença europeia na América eram a mão de obra sem a qual não se podia cultivar a terra, defendê-la de ataques de inimigos, tanto europeus quanto indígenas, enfim, sem a qual o projeto colonial era inviável. [...] Os jesuítas defendiam princípios religiosos e morais e, além disso, mantinham os índios aldeados e sob controle, garantindo a paz na colônia. Os colonos garantiam o rendimento econômico da colônia, absolutamente vital para Portugal, desde que a decadência do comércio com a Índia tornara o Brasil a principal fonte de renda da metrópole. Dividida e pressionada de ambos os lados, concluem tais análises, a Coroa teria produzido uma legislação indigenista contraditória, oscilante e hipócrita.

    PERRONE-MOISÉS, Beatriz. Índios livres e índios escravos. Os princípios da legislação indigenista do período colonial (séculos XVI a XVIII). In: CARNEIRO DA CUNHA, Manuela. História do índio no Brasil. 2. ed. São Paulo: FAPESP, 1992, p. 116.


    Texto 2

    A dureza do tratamento, acrescentada à enorme concentração, estimulou nos negros de Minas Gerais constante rebeldia. Sucediam-se os assassinatos de brancos, as fugas e a formação de quilombos. […] Uma vez que a escravização de indígenas concorria com a venda de negros e restringia seu mercado, os traficantes de africanos não deixariam de aprovar a orientação dos jesuítas, mesmo que o fizessem apenas tacitamente. Por sua vez, os jesuítas recomendaram de maneira explícita a introdução de africanos como meio de afastar os colonos da exploração dos índios, além do que a Companhia de Jesus encheu de escravos negros seus próprios estabelecimentos econômicos.

    Gorender, Jacob. Escravismo Colonial. 6. ed. São Paulo: Expressão Popular; Perseu Abramo, 2016, p. 486 e 516.


    Sobre a escravidão indígena e africana no Brasil colonial, considera-se que
    Escolha uma alternativa para a questão 43d5af7f-68
  • 43D2D508-68

    História

    História do Brasil
    UEG · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1

    A guerra justa foi utilizada na colônia pela primeira vez em 1562, contra os Caeté, que supostamente haviam devorado, em um ritual antropofágico, o primeiro bispo do Brasil, o bispo Sardinha […] Em janeiro de 1751, foi a vez do governador de Goiás, em carta ao rei Dom José, noticiar ao monarca sobre as “hostilidades” que os Kayapó do sul haviam feito aos Araxá “que não só lhe fizeram huma grande mortandade mas depois lhe cativarão todas as mulheres e crianças, as quais levarão para o seo alojamento para as comerem, porque sempre que tem ocasião se sustentão de carne humana”.

    MORI, Robert. Os aldeamentos indígenas no caminho dos Goiases: guerra e etnogênese no “sertão do gentio kayapó” (sertão da farinha podre) – Séculos XVIII e XIX. Dissertação (mestrado em História). Universidade Federal de Uberlândia; Uberlândia; 2015, p. 38, 82.


    Texto 2

    Na década de 1740 "coincidiu" a criação dos primeiros aldeamentos indígenas da província de Goiás com a plena abundância das minas auríferas e florescimento febril dos arraiais. A preocupação da população era extrair o máximo possível de ouro; a do governador era cuidar para que o contrabando fosse coibido. […] Os índios não deveriam perturbar a economia da colônia e para que assim fosse existiam os quartéis-aldeamentos e o sertanista Antônio Pires de Campos, responsáveis pela manutenção da "ordem" criada pelos conquistadores para seu usufruto.

    RAVAGNANI, Oswaldo Martins. A Agropecuária e os Aldeamentos Indígenas Goianos. Perspectivas, 9/10, São Paulo, 1986/1987, p. 119, 143.


    A partir da leitura dos textos acima, podemos considerar que
    Escolha uma alternativa para a questão 43d2d508-68
  • 43D04FF6-68

    História

    História Geral
    UEG · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1

    Em 15 de junho de 1215, o Rei João (conhecido como “João Sem Terra”) da Inglaterra, assinou e selou a Magna Charta Libertatum, seu Concordiam inter regem Johannen at barones pro concessione libertatum ecclesiae et regni angliae (Grande Carta das liberdades, ou concórdia entre o rei João e os barões para a outorga das liberdades da Igreja e do rei Inglês), estabelecendo, dentre outras coisas, que “Nenhum homem livre será capturado, aprisionado, exilado, banido ou de qualquer forma destruído, nem procederemos contra ele ou o processaremos, exceto pelo julgamento legítimo de seus pares ou pela lei da terra. […] A ninguém venderemos, a ninguém negaremos ou adiaremos o direito ou a justiça.”

    Disponível em: https://obamawhitehouse.archives.gov/blog/2015/06/15/day-history-magna-carta-foundation-our-democracy. Acesso em: 7 abr. 2025.


    Texto 2

    Já no início da Constituição encontramos a expressão: “Nós, o povo dos Estados Unidos...”. Quem eram “nós”? Certamente não todos os habitantes das colônias. A maior parte dos “americanos” estava excluída da participação política. O processo de independência fora liderado por comerciantes, latifundiários e intelectuais urbanos. Com a Constituição, cada estado, por exemplo, tinha a liberdade de organizar suas próprias eleições.

    KARNAL, Leandro. Estados Unidos: a formação da nação. 4. ed. São Paulo: Contexto, 2007.


    Sobre a chamada “Carta Magna” (1215) do Rei João da Inglaterra e a Constituição norte-americana (1789), verifica-se que
    Escolha uma alternativa para a questão 43d04ff6-68
  • 43CD6229-68

    História

    História Geral
    UEG · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1

    Jesus não era considerado Deus em sentido nenhum e se tornou divino em algum sentido para seus seguidores antes de ser considerado igual a Deus Todo-Poderoso em um sentido absoluto. Todavia, o ponto que saliento é que isto foi, de fato, um processo. A época em que o cristianismo surgiu, com suas afirmações exaltadas sobre Jesus, foi a mesma época em que o culto ao imperador começou a se propagar com força máxima, com suas afirmações exaltadas sobre o imperador. Os cristãos chamavam Jesus de deus na esteira dos romanos que chamavam o imperador de deus.

    EHRMAN, Bart. Como Jesus se tornou Deus. Lisboa: Leya, 2014, p. 37.


    Texto 2

    O patriarca de Constantinopla opôs-se à ascensão de Anastácio e insistiu em que, como preço de sua coroação, fizesse uma profissão de fé confirmando que, em questões de fé e conduta, o imperador se sujeitava à vigilância não apenas da Igreja, mas especificamente do patriarca de Constantinopla. Anastácio ficou numa difícil posição. Era um monofisista convicto; o patriarca de Constantinopla, um seguidor de Calcedônia. […] Em 511, Anastácio depôs o patriarca e substituiu-o por um clérigo mais flexível.

    ANGOLD, Michael. Bizâncio: a ponte da antiguidade para a Idade Média. Rio de Janeiro: Imago, 2002, p. 29.


    Sobre o contexto das origens do cristianismo e partir dos textos acima, considera-se que
    Escolha uma alternativa para a questão 43cd6229-68
  • A04F357E-67

    Geografia

    Impactos e soluções nos meios natural e rural
    UEG · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
    A camada de ozônio resulta da quebra da molécula de O2 pela radiação solar e, consequente, composição do ozônio ou gás O3. Atualmente, a propriedade dessa camada em filtrar as radiações nocivas à biodiversidade do planeta é comprometida por um buraco de aproximadamente 20.000.000 Km2.


    Sobre os aspectos inerentes à camada de ozônio e os diversos impactos decorrentes na saúde humana e ambiental, verificase que
    Escolha uma alternativa para a questão a04f357e-67
  • A04CAF19-67

    Sociologia

    Cultura e identidade nacional
    UEG · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho a seguir:


    Consumismo é consumir mais do que precisamos, consumir para construir uma identidade própria, consumir para mostrar um estado socioeconômico, consumir pelo tédio, consumir para aplacar a ansiedade, consumir procurando uma felicidade que nunca chega. Ao consumo são atribuídas uma série de vantagens que ele na verdade não tem, mas o consumismo continua sendo encorajado, já que é o combustível principal do atual sistema econômico. O shopping, cheio de luzes chamativas e cores, de tentações inescapáveis e de emoções plastificadas, poderia muito bem ser uma imagem icônica de uma sociedade que se dirige despreocupadamente ao abismo.

    FANJUL, Sergio C. Consumir procurando uma felicidade que nunca chega, como compramos para construir nossa identidade. 2021. Disponível em: https://brasil.elpais.com/cultura/2021-10-08/consumir-procurando-uma-felicidade-que-nunca-chega-como-compramos-para-construir-nossa-identidade.html. Acesso em: 13 maio 2025.


    Na contemporaneidade, o consumo deixa de ser um meio para mera manutenção da existência física dos indivíduos e adquire também importância social na construção de identidades. A relação entre consumo, marcas e identidade demonstra que
    Escolha uma alternativa para a questão a04caf19-67