Questões do ENEM: Linguagens e Variação Linguística
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156 questões encontradas. Mostrando a página 7 de 8.
C2DB2F30-FD Assinale a frase que está de acordo com a norma padrão escrita da língua portuguesa.F40747F5-E9 Português
Interpretação de TextosUniversidade Luterana do Brasil · 2011FácilEntre para guardar nos favoritosA questão está baseada na charge abaixo, publicada na Folha de São Paulo no dia 28 de maio de 2009.
No primeiro quadrinho, a utilização das palavras “Droga!” e “tá notando” apontam para uma variação linguística. Que tipo de registro linguístico está sendo empregado?
B7CB8115-E0 Português
Análise sintáticaUEPB · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
Do texto, pode-se considerar:I - Ambiguidade, tendo em vista o uso de duplo sentido das palavras “carola” e “corola”.II - Que no verso cinco as palavras “corola” e “flor” são consideradas cognatas.III - Paralelismo sintático, no verso oito, em razão da reiteração das estruturas lexicais em ritmo cadenciado.IV - Que nos versos onze e doze, não se leva em conta o fenômeno da variação linguística e suas implicações no uso da língua.Analise as proposições e marque a alternativa que apresenta a(s) correta(s).B7C4F5EC-E0 Português
Interpretação de TextosUEPB · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritosTexto 06:
Na charge acima:( ) A palavra “bicha”, muito comum no uso da linguagem coloquial, foi usada no sentido de nomear um objeto estranho para a personagem.( ) Há referência à leitura imprecisa do “código de barras”, provocando um efeito de humor.( ) A expressão “HMMM...” é um recurso de linguagem utilizado para repetir um mesmo som consonantal.( ) Apresenta-se uma interação verbal conflituosa em consequência da ausência de envolvimento com as múltiplas práticas de leituras.Analise as proposições e coloque V para as verdadeiras e F para as falsas. Marque a alternativa correta.33B444D6-DC Português
Interpretação de TextosUFRN · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
Considerando o tema apresentado no texto 4, os autores,33AD336A-DC Português
Interpretação de TextosUFRN · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
Com relação ao uso diferenciado da língua,A2EDB37E-AF Português
Interpretação de TextosUNEMAT · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
Em relação à sequência de quadrinhos, é correto afirmar.
1DC973F4-4C Português
Interpretação de TextosENEM · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosDiz-se, em termos gerais, que é preciso "falar a mesma língua": o português, por exemplo, que é a língua que utilizamos. Mas trata-se de uma língua portuguesa ou de várias línguas portuguesas? O português da Bahia é o mesmo português do Rio Grande do Sul? Não está cada um deles sujeito a influências diferentes — linguísticas, climáticas, ambientais? O português do médico é igual ao do seu cliente? O ambiente social e o cultural não determinam a língua? Estas questões levam à constatação de que existem níveis de linguagem. O vocabulário, a sintaxe e mesmo a pronúncia variam segundo esses níveis.
VANOYE, F. Usos da linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1981 (fragmento).
Na fala e na escrita, são observadas variações de uso, motivadas pela classe social do indivíduo, por sua região, por seu grau de escolaridade, pelo gênero, pela intencionalidade do ato comunicativo, ou seja, pelas situações linguísticas e sociais em que a linguagem é empregada. A variedade linguística adequada à situação específica de uso social está expressa
1DBA8D75-4C Português
Interpretação de TextosENEM · 2011Muito fácilEntre para guardar nos favoritosFoi sempre um gaúcho quebralhão, e despilchado sempre, por ser muito de mãos abertas. Se numa mesa de primeira ganhava uma ponchada de balastracas, reunia a gurizada da casa, fazia pi! pi! pi! como pra galinhas e semeava as moedas, rindo-se do formigueiro que a miuçada formava, catando as pratas no terreiro. Gostava de sentar um laçaço num cachorro, mas desses laçaços de apanhar da palheta à virilha, e puxado a valer, tanto que o bicho que o tomava, de tanto sentir dor, e lombeando-se, depois de disparar um pouco é que gritava, num caim! caim! caim! de desespero.
LOPES NETO, J. S. Contrabandista. In: SALES, H. (org). Antologia de contos brasileiros. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001 (adaptado).
A língua falada no Brasil apresenta vasta diversidade, que se manifesta de acordo com o lugar, a faixa etária, a classe social, entre outros elementos. No fragmento do texto literário, a variação linguística destaca-se
772B41AB-E2 Português
Interpretação de TextosFATEC · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritosO parnasianismo, entre nós, foi especialmente uma reação de cultura. É mesmo isso que o torna simpático... As academias de arte, algumas delas, até ridículas superfetações1 em nosso meio, como a de Belas Artes da Missão Lebreton, mesmo criadas muito anteriormente, só nesse período começam a produzir verdadeiros frutos nativos, na pintura, na música. Se dava então um progresso cultural verdadeiramente fatal, escolas que tradicionalizavam seu tipo, maior difusão de leitura, maior difusão da imprensa. Essa difusão de cultura atingiu também a poesia. Excetuado um Gonçalves Dias, a nossa poesia romântica é fundamentalmente um lirismo inculto. Todo o nosso romantismo se caracteriza bem brasileiramente por essa poesia analfabeta, canto de passarinho, ou melhor, canto de cantador; em sensível oposição à poética culteranista anterior. Mesmo da escola mineira, que, se não se poderá dizer culteranista, era bastante cultivada, principalmente com Cláudio Manuel e Dirceu. É possível reconhecer que os nossos românticos liam muito os poetas e poetastros estrangeiros do tempo. Isso lhes deu apenas uma chuvarada de citações para epígrafe de seus poemas; por dentro, estes poemas perseveraram edenicamente analfabetos.
A necessidade nova de cultura, se em grande parte produziu apenas, em nossos parnasianos, maior leitura e consequente enriquecimento de temática em sua poesia, teve uma consequência que me parece fundamental. Levou poetas e prosadores em geral a um.... culteranismo novo, o bem falar conforme às regras das gramáticas lusas. Com isso foi abandonada aquela franca tendência pra escrever apenas pondo em estilo gráfico a linguagem falada, com que os românticos estavam caminhando vertiginosamente para a fixação estilística de uma língua nacional. Os parnasianos, e foi talvez o seu maior crime, deformaram a língua nascente, “em prol do estilo". [...]
Essa foi a grande transformação. Uma necessidade de maior extensão de cultivo intelectual para o poeta, atingiu também a poesia. Da língua boa passou-se para a língua certa.
(ANDRADE, Mário de. Parnasianismo. In: ______ O empalhador de passarinhos. 3.ed. São Paulo: Martins; Brasília: INL, 1972, p. 11-2)
superfetações1 : A palavra significa, literalmente, fecundação de um segundo óvulo, no curso de uma gestação. Mário de Andrade a emprega em sentido figurado.
A construção, empregada por Mário de Andrade, que mais se desvia da norma culta do português escrito, para expressar tendência da língua coloquial falada, é:E8C02E16-94 Português
Interpretação de TextosUNESP · 2011FácilEntre para guardar nos favoritosLeia os dois textos.Texto 1O livro de língua portuguesa ‘Por uma Vida Melhor’, adotado pelo Ministério da Educação (MEC), contém alguns erros gramaticais. “Nós pega o peixe” ou “os menino pega o peixe” são dois exemplos de erros. Na avaliação dos autores
do livro, o uso da língua popular, ainda que contendo erros, é válido. Os escritores também ressaltam que, caso deixem a norma culta, os alunos podem sofrer “preconceito linguístico”. A autora Heloisa Ramos justifica o conteúdo da obra. “O importante é chamar a atenção para o fato de que a ideia de correto e incorreto no uso da língua deve ser substituída pela ideia de uso da língua adequado e inadequado, dependendo da situação comunicativa.”(www.opiniaoenoticia.com.br. Adaptado.)Texto 2
Ninguém de bom-senso discorda de que a expressão popular tem validade como forma de comunicação. Só que é preciso que se reconheça que a língua culta reúne infinitamente mais qualidades e valores. Ela é a única que consegue produzir e traduzir os pensamentos que circulam no mundo da filosofia, da literatura, das artes e das ciências. A linguagem popular a que alguns colegas meus se referem, por sua vez, não apresenta vocabulário nem tampouco estatura gramatical que permitam desenvolver ideias de maior complexidade – tão caras a uma sociedade que almeja evoluir. Por isso, é óbvio que não cabe às escolas ensiná-la.
Assinale a alternativa correta acerca da relação entre linguagem popular e norma culta.(Evanildo Bechara. Veja, 01.06.2011. Adaptado.)3C2A7CAE-8D Português
FonologiaUNESP · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosInstrução: A questão toma por base a letra da toada Boiadeiro, de Armando Cavalcante (1914-1964) e Klecius Caldas (1919-2002):
Mas não tem outras mais bonitas no lugar.
O emprego da forma verbal tem em vez de há no verso mencionado se deve7BC58315-27 Português
Figuras de LinguagemPUC - RS · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
INSTRUÇÃO: Responder à questão 27 com base nas afirmativas abaixo.
No texto 3, o autor
I. adota diferentes recursos de linguagem, como expressões metafóricas.
II. apresenta dados da realidade para sustentar seu ponto de vista.
III. utiliza interrogações de bom efeito retórico, mas não apresenta respostas para elas.
IV. dirige- se a um público leitor especializado em ecossistemas.
Estão corretas apenas as afirmativas353A0DD4-0E Português
Interpretação de TextosUEMG · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosEste é um trecho do conto A terceira margem do rio, de João Guimarães Rosa. Neste trecho, o narrador descreve o momento em que o pai, de posse de sua canoa, se despede da família.
A variação linguística negritada nesse trecho do conto é responsável por9C3DFE1A-80 Português
Análise sintáticaUDESC · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosO mulato Praxedes se encheu daquela safadeza toda e resolveu se levantar e, de mão na cintura, soltou seu verbo: – Sabe o que mais seu dotô? Eu vou mais é m’imbora. Deixa esse diabo morrê de uma vez. Então eu, um trabalhadô às direita, pai de família, cambriuzano de nascimento e de coração, fico dês das 6 damanhã im jejum pra sarvá uma merda dessas e ela ainda me chama de sifilítico? Sifilítico [...]. Me descurpe da má palavra, eu que não entendo nada de alemão, sou capaz de jurar que foi isso aí que o senhor disse dejahoje pra ela. Eu lhe peço, seu dotô, deixa esse diabo morrê de uma veiz. Ela não tá xingando só a mim não. Ela tá xingando é a minha raça inteira. É o brasileiro. E xingou a minha raça, xinga a minha mãe! Quinta coluna dos infernos! Ela que vá pros quinto. O Dr. Büchmann, vermelho como um pimentão, os dentes cerrados, a boca aberta, agarrou o mulato, deu um safanão, jogou-o na cama e disse com todas as suas forças e todos os seus erres: “Fai a merrrdaaa!” E isso com os dentes serrilhando. O Praxedes, de mulato que era, passou a meio desbotado e eu cheguei a pensar que o camarada fosse desmaiar. LAUS, Lausimar. O guarda-roupa alemão. Rio de Janeiro, Pallas S.A., 1975, p. 153.Em relação ao Texto 4, leia e analise as proposições que seguem.
I. Se a expressão “E isso com os dentes serrilhando" (linha 13) for substituída por E isso entre dentes, mantém-se o sentido original da oração.
II. As expressões “m'imbora" (linha 3), “cambriuzano" (linha 4), “damanhã" (linha 5), “im jejum" (linha 5) e “descurpe" (linha 6) são vocábulos que caracterizam somente o linguajar africano – a fala dos escravos.
III. Da expressão “e disse com todas as suas forças e todos os seus erres" (linhas 12 e 13) infere- se que a autora quis ressaltar o sotaque alemão do Dr. Büchmann.
IV. A oração destacada no período “eu cheguei a pensar que o camarada fosse desmaiar" (linha 14) sintaticamente é classificada como uma oração subordinada substantiva subjetiva.
V. O sentido do verbo passar (linha 14) é equivalente a tornar-se, portanto pode ser classificado como verbo de ligação, na oração.
Assinale a alternativa correta.9AA89FFD-80 Português
Interpretação de TextosUDESC · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosO mulato Praxedes se encheu daquela safadeza toda e resolveu se levantar e, de mão na cintura, soltou seu verbo: – Sabe o que mais seu dotô? Eu vou mais é m’imbora. Deixa esse diabo morrê de uma vez. Então eu, um trabalhadô às direita, pai de família, cambriuzano de nascimento e de coração, fico dês das 6 damanhã im jejum pra sarvá uma merda dessas e ela ainda me chama de sifilítico? Sifilítico [...]. Me descurpe da má palavra, eu que não entendo nada de alemão, sou capaz de jurar que foi isso aí que o senhor disse dejahoje pra ela. Eu lhe peço, seu dotô, deixa esse diabo morrê de uma veiz. Ela não tá xingando só a mim não. Ela tá xingando é a minha raça inteira. É o brasileiro. E xingou a minha raça, xinga a minha mãe! Quinta coluna dos infernos! Ela que vá pros quinto. O Dr. Büchmann, vermelho como um pimentão, os dentes cerrados, a boca aberta, agarrou o mulato, deu um safanão, jogou-o na cama e disse com todas as suas forças e todos os seus erres: “Fai a merrrdaaa!” E isso com os dentes serrilhando. O Praxedes, de mulato que era, passou a meio desbotado e eu cheguei a pensar que o camarada fosse desmaiar. LAUS, Lausimar. O guarda-roupa alemão. Rio de Janeiro, Pallas S.A., 1975, p. 153.Considerando o Texto 4, a obra O guarda-roupa alemão e as variações linguísticas, assinale a alternativa incorreta.
36740301-B7 Português
Interpretação de TextosUEPB · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosLeia a peleja de Pinto do Monteiro e Louro do Pajeú sobre “Esse negócio de errar” e responda às quesão.
Texto 07:
Do texto, pode-se considerar:I - Ambiguidade, tendo em vista o uso de duplo sentido das palavras “carola” e “corola”.II - Que no verso cinco as palavras “corola” e “flor” são consideradas cognatas.III - Paralelismo sintático, no verso oito, em razão da reiteração das estruturas lexicais em ritmo cadenciado.IV - Que nos versos onze e doze, não se leva em conta o fenômeno da variação linguística e suas implicações no uso da língua.Analise as proposições e marque a alternativa que apresenta a(s) correta(s).366A85B3-B7 Português
Interpretação de TextosUEPB · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosTexto 06:
Na charge acima:( ) A palavra “bicha”, muito comum no uso da linguagem coloquial, foi usada no sentido de nomear um objeto estranho para a personagem.( ) Há referência à leitura imprecisa do “código de barras”, provocando um efeito de humor.( ) A expressão “HMMM...” é um recurso de linguagem utilizado para repetir um mesmo som consonantal.( ) Apresenta-se uma interação verbal conflituosa em consequência da ausência de envolvimento com as múltiplas práticas de leituras.Analise as proposições e coloque V para as verdadeiras e F para as falsas. Marque a alternativa correta.9E36783B-B6 Português
Interpretação de TextosUniversidade do Estado do Amapá · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho abaixo e assinale a alternativa correta:"De repente, vi minha pessoa num brejal, a cem braças do recinto da onça, nadando em minha infância nado de cachorrinho. E na segurança de umas tábuas e paus-de-mangue, fui ancorar a barba, espingarda a salvo para o que desse e viesse. [...] E andava eu nessas minudências, quando vi sair, do atrás de um panelão de formiga, aquele tiro sem pai. A pintada, que não esperava chumbo, pulou em modos de voar de imediato e caiu nos estrebuchos da agonia. Avivei a atenção para descobrir Barbirato e quem apareceu, no encaracolado da fumaça, foi o molecote pegador de papa-capim e caboclinho que vez por outra pernoitava no Sobradinho. Veio fagueiro, espingarda no ombro, sem medir consequência. Soltei do banhado meu grito de aviso:― Afasta! Afasta!E em dois pulos larguei a água em hora de correr o moleque na ponta da botina, tarefa de que só abri mão ao ver o desmiolado em distância segura, sem risco de vida. Como arremate, parado junto de uns pés de guriri, ainda esbravejei:― Sujeito sem tino! Cuida que onça é gato de borralho.Então, voltando atrás, passei ao ouvido da pintada toda a munição do meu paude-fogo que nem a água do brejo teve força de emperrar. Quebrada a jura por um, quebrada por mil. E, mais alto do que o estrondo do tiro, berrei eu:― Conheceu, papuda!"(José Cândido de Carvalho. O coronel e o lobisomem. José Olympio Editora: 41ª ed., p. 60-61)7C745AFE-B2 Português
Interpretação de TextosFUVEST · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosJá na segurança da calçada, e passando por um trecho em obras que atravanca nossos passos, lanço à queima-roupa:— Você conhece alguma cidade mais feia do que São Paulo?— Agora você me pegou, retruca, rindo. Hã, deixa eu ver... Lembro-me de La Paz, a capital da Bolívia, que me pareceu bem feia. Dizem que Bogotá é muito feiosa também, mas não a conheço. Bem, São Paulo, no geral, é feia, mas as pessoas têm uma disposição para o trabalho aqui, uma vibração empreendedora, que dá uma feição muito particular à cidade. Acordar cedo em São Paulo e ver as pessoas saindo para trabalhar é algo que me toca. Acho emocionante ver a garra dessa gente.R. Moraes e R. Linsker. Estrangeiros em casa: umacaminhada pela selva urbana de São Paulo.National Geographic Brasil. Adaptado.Ao reproduzir um diálogo, o texto incorpora marcas de oralidade, tanto de ordem léxica, caso da palavra “garra”, quanto de ordem gramatical, como, por exemplo,