Questões do ENEM: Linguagens e Figuras de Linguagem

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399 questões encontradas. Mostrando a página 15 de 20.

  • 6B5FDBC8-B9

    Português

    Figuras de Linguagem
    UECE · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    No texto há um tom de ironia que se revela em muitos trechos. Abaixo, você verá alguns excertos. Assinale a opção que traz uma expressão NÃO IRÔNICA.

    Escolha uma alternativa para a questão 6b5fdbc8-b9
  • E22136EA-B8

    Português

    Figuras de Linguagem
    UECE · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Jorge de Lima (*1893, em União-AL †1953, no Rio de Janeiro), poeta, mas também médico e pintor, compôs seus primeiros poemas sob a égide passadista. Em 1925, no entanto, adere ao Modernismo, publicando um folheto intitulado O mundo do menino impossível, onde reúne alguns de seus poemas livres. O ano de 1928 foi o de Essa negra Fulô, talvez sua obra mais lida. O ano de 1935 é marcado por sua conversão ao Catolicismo. Passa, a partir de então, a construir uma obra marcada por uma temática cristã de sentido bíblico e apocalíptico. Em 1952, lança Invenção de Orfeu, um longo poema hermético dividido em 10 partes ou cantos, como Os Lusíadas, de Camões, por meio do qual o poeta, segundo suas palavras, queria modernizar a epopeia clássica. São ainda palavras de Jorge de Lima: “A ideia central desse poema [Invenção de Orfeu] é a epopeia do poeta olhado como herói diante das vicissitudes do mundo através do tempo e do espaço. O que atravessa o poema de ponta a ponta é o drama da Queda. Sem a Queda não haveria história, não haveria Epopeia. O poeta é o seu herói”. O texto 3 que vem a seguir foi extraído desse grande poema intitulado Invenção de Orfeu.

    (Observação: Orfeu, personagem da mitologia grega, é considerado o músico por excelência, o músico e o poeta. Tocava lira e cítara, da qual teria sido o inventor.)

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    (LIMA, Jorge de. In: Invenção de Orfeu. Rio de
    Janeiro: Edições de Ouro, 1967. p. 57-58.)
    Assinale a opção que traz um comentário INCORRETO sobre o texto 3.
    Escolha uma alternativa para a questão e22136ea-b8
  • E21069F0-B8

    Português

    Colocação Pronominal
    UECE · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014


    (Guilherme de Almeida. In Acaso.)

    Atente aos dois versos finais do poema e ao que se diz sobre eles.

    I. O verbo ir, no pretérito perfeito (foram), foi usado no interior do verso 13 (linha 89) e no início do verso 14 (linha 90), constituindo uma figura de linguagem que tem função textual: reforçar o sentido do verbo ir, sugerindo que os ideais do eu poético se foram de vez, sem possibilidade de retorno.

    II. O verbo ir (foram) vem acompanhado do pronome se, primeiro, em posição proclítica, depois, em posição enclítica. Esse pronome não tem função sintática, mas função textual. O pronome repetido é mais um recurso que reforça o desengano do sujeito lírico.

    III. Os dois diminutivos do texto – pequenino e barquinhos – indicam apenas dimensão. De fato, os braços de uma criança são realmente pequenos.

    Está correto o que se diz somente em
    Escolha uma alternativa para a questão e21069f0-b8
  • E20902C9-B8

    Português

    Figuras de Linguagem
    UECE · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014


    (Guilherme de Almeida. In Acaso.)

    Em relação às ideias do poema, escreva V para o que for verdadeiro e F para o que for falso.

    ( ) Nas duas primeiras estrofes do poema, a voz que se ouve é a do menino. Nas duas últimas, a voz do adulto.

    ( ) Na primeira estrofe, o vocábulo “chuva” deve ser lido como uma metáfora para pranto.

    ( ) Nos dois primeiros versos, o poeta trabalhou as percepções tátil, visual, olfativa e auditiva.

    ( ) No sintagma “vento fino”, há uma combinação inusitada entre o substantivo “vento” e o adjetivo “fino”. Essa combinação substitui o clichê “vento frio”. As duas expressões se misturam em nossa mente, levando-nos a sentir com mais intensidade o que diz o texto.

    Está correta, de cima para baixo, a sequência seguinte:
    Escolha uma alternativa para a questão e20902c9-b8
  • BFC8243E-B8

    Português

    Figuras de Linguagem
    UECE · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    O texto 2 (subdividido em seções) faz uma reflexão sobre a maneira como se comporta, em determinado momento, a sociedade brasileira, que, mais cedo ou mais tarde, teria que integrar negros e mulatos.

    Texto 2

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    Na primeira parte do texto, o autor fala em paradoxo (linha 54), palavra que pode ser entendida como uma contradição entre opiniões divergentes de uma mesma pessoa; entre opinião e comportamento ou entre os termos de uma proposição. Assinale a opção que expressa corretamente, no texto, os elementos que formam o paradoxo.
    Escolha uma alternativa para a questão bfc8243e-b8
  • BFC2769D-B8

    Português

    Figuras de Linguagem
    UECE · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    Sobre o trecho seguinte: “Há um tipo de vaia que explode como uma força da natureza. Sim. Uma vaia que venta, chove, troveja e relampeja” (linhas 14-16), é INCORRETO afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão bfc2769d-b8
  • 6F72ECA2-B6

    Português

    Figuras de Linguagem
    Faculdade Cultura Inglesa · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o final do conto A causa secreta, de Machado de Assis, para responder à questão.
        Fortunato saiu, foi deitar-se no sofá da saleta contígua, e adormeceu logo. Vinte minutos depois acordou, quis dormir outra vez, cochilou alguns minutos, até que se levantou e voltou à sala. Caminhava nas pontas dos pés para não acordar a parenta, que dormia perto. Chegando à porta, estacou assombrado.
        Garcia tinha-se chegado ao cadáver, levantara o lenço e contemplara por alguns instantes as feições defuntas. Depois, como se a morte espiritualizasse tudo, inclinou-se e beijou-a na testa. Foi nesse momento que Fortunato chegou à porta. Estacou assombrado; não podia ser o beijo da amizade, podia ser o epílogo de um livro adúltero. Não tinha ciúmes, note-se; a natureza compô-lo de maneira que lhe não deu ciúmes nem inveja, mas dera-lhe vaidade, que não é menos cativa ao ressentimento. Olhou assombrado, mordendo os beiços.
        Entretanto, Garcia inclinou-se ainda para beijar outra vez o cadáver; mas então não pôde mais. O beijo rebentou em soluços, e os olhos não puderam conter as lágrimas, que vieram em borbotões, lágrimas de amor calado, e irremediável desespero. Fortunato, à porta, onde ficara, saboreou tranquilo essa explosão de dor moral que foi longa, muito longa, deliciosamente longa.
    (Contos escolhidos, 1994.)
    A última frase do texto – […] saboreou tranquilo essa explosão de dor moral que foi longa, muito longa, deliciosamente longa. – revela, por meio de
    Escolha uma alternativa para a questão 6f72eca2-b6
  • DB84D2BB-B6

    Português

    Figuras de Linguagem
    UFAL · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Na dieta das proteínas puras autorizei todos os peixes dos mais magros aos mais gordurosos. Com o tempo, aceitam-se os animais de carne gordurosa, pois os peixes azuis dos mares frios, como o salmão, a sardinha, o carapau e o atum, são alimentos de muito prestígio, com imenso poder de proteção ao coração e aos vasos, cujo teor em gordura não excede o de um lombo de boi.

    DUKAN, Pierre. Eu não consigo emagrecer. Rio de Janeiro: Best Seller, 2012, p. 133.


    Ao apresentar os peixes na dieta de proteínas, o autor utilizou

    Escolha uma alternativa para a questão db84d2bb-b6
  • 5EFB1518-B2

    Português

    Figuras de Linguagem
    FATEC · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder a questão.

    O futebol repete a vida

    Tostão

    (Colunista da Folha)


         Há muitas analogias entre o esporte e a vida. Por isso, as empresas, principalmente as americanas, adoram convidar pessoas do futebol para darem palestras aos seus funcionários e executivos. Por ter sido campeão do mundo e ser agora um cronista, recebo muitos convites. Recuso todos.

         As empresas confundem as razões e as emoções do esporte com as experiências pessoais. Querem criar um manual e um perfil dos vencedores. Não existe. As experiências não se transmitem. Cada um faz do seu jeito.

         Um jogo de futebol é um espetáculo, uma metáfora da vida. Estão presentes a alegria e a tristeza, a glória e o ocaso, a razão e a paixão, a ganância e a solidariedade, o invisível e o previsível, o evidente e o contraditório, o real e o simbólico, a ternura e a agressividade e outras ambivalências que fazem parte da alma humana.

         Nos esportes coletivos e na vida, todos querem brilhar mais do que os outros. Muitos aprendem que só vão se destacar e melhorar de vida se participarem de um grupo ou de uma sociedade organizada, forte e solidária. Por outro lado, são os talentos individuais que iluminam o coletivo. Parece contraditório. A vida é contraditória.

        O esporte é uma boa analogia entre razão e paixão. Um grande jogo precisa ter técnica e emoção. Para formarmos um grande time, é necessário talento, criatividade, disciplina tática e garra. Os grandes atletas são sábios e guerreiros. Quanto mais difícil a partida, mais Pelé vibrava em campo.

       O futebol está tão próximo da brincadeira e da descontração quanto da disciplina e da seriedade. Garrincha foi barrado antes da Copa de 58 porque era considerado uma criança irresponsável. Ele mostrou que o futebol pode ser uma brincadeira séria.

        Em qualquer atividade, a base da criatividade está na brincadeira com seriedade. Craques brincam com a bola; poetas e artistas brincam com as palavras, as imagens e os sons. O ideal seria brincar com a vida, com responsabilidade e sem sentimento de culpa.

      Em um jogo de futebol é muito estreita a linha divisória entre a ética, a responsabilidade e a ambição e a busca pela vitória de todas as maneiras. Na emoção de uma partida, no desejo intenso de ser um campeão, muitas vezes se perdem esses limites. Aí, o atleta dribla a ética. Alguns se arrependem. Assim é também na vida.

    (http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk0405200342.htm Acesso em:12.02.14. Adaptado)

    É correto afirmar que, no terceiro parágrafo do texto, há a predominância da figura de linguagem denominada
    Escolha uma alternativa para a questão 5efb1518-b2
  • 6CA86CC1-B1

    Português

    Figuras de Linguagem
    UNIFESP · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho do conto “O mandarim”, de Eça de Queirós, para responder a questão.


        Então começou a minha vida de milionário. Deixei bem depressa a casa de Madame Marques – que, desde que me sabia rico, me tratava todos os dias a arroz- -doce, e ela mesma me servia, com o seu vestido de seda dos domingos. Comprei, habitei o palacete amarelo, ao Loreto: as magnificências da minha instalação são bem conhecidas pelas gravuras indiscretas da Ilustração Francesa. Tornou-se famoso na Europa o meu leito, de um gosto exuberante e bárbaro, com a barra recoberta de lâminas de ouro lavrado e cortinados de um raro brocado negro onde ondeiam, bordados a pérolas, versos eróticos de Catulo; uma lâmpada, suspensa no interior, derrama ali a claridade láctea e amorosa de um luar de Verão.

        [...]

       Entretanto Lisboa rojava-se aos meus pés. O pátio do palacete estava constantemente invadido por uma turba: olhando-a enfastiado das janelas da galeria, eu via lá branquejar os peitilhos da Aristocracia, negrejar a sotaina do Clero, e luzir o suor da Plebe: todos vinham suplicar, de lábio abjeto, a honra do meu sorriso e uma participação no meu ouro. Às vezes consentia em receber algum velho de título histórico: – ele adiantava-se pela sala, quase roçando o tapete com os cabelos brancos, tartamudeando adulações; e imediatamente, espalmando sobre o peito a mão de fortes veias onde corria um sangue de três séculos, oferecia-me uma filha bem-amada para esposa ou para concubina.

        Todos os cidadãos me traziam presentes como a um ídolo sobre o altar – uns odes votivas, outros o meu monograma bordado a cabelo, alguns chinelas ou boquilhas, cada um a sua consciência. Se o meu olhar amortecido fixava, por acaso, na rua, uma mulher – era logo ao outro dia uma carta em que a criatura, esposa ou prostituta, me ofertava a sua nudez, o seu amor, e todas as complacências da lascívia.

        Os jornalistas esporeavam a imaginação para achar adjetivos dignos da minha grandeza; fui o sublime Sr. Teodoro, cheguei a ser o celeste Sr. Teodoro; então, desvairada, a Gazeta das Locais chamou-me o extraceleste Sr. Teodoro! Diante de mim nenhuma cabeça ficou jamais coberta – ou usasse a coroa ou o coco. Todos os dias me era oferecida uma presidência de Ministério ou uma direção de confraria. Recusei sempre, com nojo.

    (Eça de Queirós. O mandarim, s/d.)

    “Os jornalistas esporeavam a imaginação para achar adjetivos dignos da minha grandeza; fui o sublime Sr. Teodoro, cheguei a ser o celeste Sr. Teodoro; então, desvairada, a Gazeta das Locais chamou-me o extraceleste Sr. Teodoro!”


    Nesta passagem do último parágrafo, identifica-se uma

    Escolha uma alternativa para a questão 6ca86cc1-b1
  • 228249C7-84

    Português

    Figuras de Linguagem
    UFAL · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

    as meninas da gare


    Eram três ou quatro moças bem moças e bem gentis

    Com cabelos mui pretos pelas espáduas

    E suas vergonhas tão altas e tão saradinhas

    Que de nós as muito bem olharmos

    Não tínhamos nenhuma vergonha

    ANDRADE, Oswald de. Poesias completas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1971. p. 80


    O poema acima, de autoria de Oswald de Andrade, faz uso de um conhecido recurso linguístico como modo de dialogar com outro texto famoso da história literária do Brasil. Aponte qual das alternativas abaixo apresenta o recurso e o texto corretos.

    Escolha uma alternativa para a questão 228249c7-84
  • C65208D6-96

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    CEDERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2

                                        Canção de garoa

                                                                                  Mário Quintana

                                  Em cima do meu telhado
                                  Pirulin lulin lulin,
                                  Um anjo, todo molhado,
                                  Soluça no seu flautim.

                                  O relógio vai bater:
                                  As molas rangem sem fim.
                                  O retrato na parede
                                  Fica olhando para mim.

                                  E chove sem saber por quê...
                                  E tudo foi sempre assim!
                                  Parece que vou sofrer:
                                  Pirulin lulin lulin...

        QUINTANA, Mário. Nariz de vidro. 4.ed. Editora Moderna, 1984. p. 23.
    A conjunção “e" foi usada duas vezes na terceira estrofe, para reforçar a ideia de
    Escolha uma alternativa para a questão c65208d6-96
  • C64D85C5-96

    Português

    Figuras de Linguagem
    CEDERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2

                                        Canção de garoa

                                                                                  Mário Quintana

                                  Em cima do meu telhado
                                  Pirulin lulin lulin,
                                  Um anjo, todo molhado,
                                  Soluça no seu flautim.

                                  O relógio vai bater:
                                  As molas rangem sem fim.
                                  O retrato na parede
                                  Fica olhando para mim.

                                  E chove sem saber por quê...
                                  E tudo foi sempre assim!
                                  Parece que vou sofrer:
                                  Pirulin lulin lulin...

        QUINTANA, Mário. Nariz de vidro. 4.ed. Editora Moderna, 1984. p. 23.
    No poema, a onomatopeia utilizada procurar imitar o som
    Escolha uma alternativa para a questão c64d85c5-96
  • 10BA32E4-4A

    Português

    Figuras de Linguagem
    UERJ · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    Uma metáfora pode ser construída pela combinação entre elementos abstratos e concretos. No texto, um exemplo de metáfora que se constrói por esse tipo de combinação é:
    Escolha uma alternativa para a questão 10ba32e4-4a
  • 10AE29E2-4A

    Português

    Figuras de Linguagem
    UERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    A hipérbole é uma figura empregada na crônica de Vinícius de Morais para caracterizar o estado de ânimo do personagem.

    Essa figura está exemplificada em:

    Escolha uma alternativa para a questão 10ae29e2-4a
  • EF0B4E0A-08

    Português

    Figuras de Linguagem
    UniCEUB · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Observe os versos retirados de canções da MPB e os associe às figuras de linguagem correspondentes.

    1 - Amigo é feito casa que se faz aos poucos
         e com paciência pra durar pra sempre

                                        (Amigo é casa/Capiba e Hermínio Bello De Carvalho)

    2 - Eu tenho as mãos atadas sem ação
          E um coração maior que eu para doar

                                        (Mãos atadas/Simone Saback)

    3 - Eu tô te explicando pra te confundir
         Tô te confundindo pra te esclarecer
         Tô iluminado pra poder cegar
         Tô ficando cego pra poder guiar

                                        (Tô/Tom Zé e Elton Medeiros)

    4 - Telhados de Paris
          Em casas velhas, mudas
          Em blocos que o engano fez aqui

                                        (Telhados de Paris/Marcelo Jeneci e Zélia Duncan)

    5 - Tu sabes bem quantas portas tem meu coração
          E dos punhais cravados pela ingratidão
                                        (Doce de Coco/Hermínio Bello de Carvalho e Jacob do Bandolim)

    ( a ) metáfora
    ( b ) personificação
    ( c ) antítese
    ( d ) comparação
    ( e ) hipérbole
    Escolha uma alternativa para a questão ef0b4e0a-08
  • 6B14BA80-06

    Português

    Figuras de Linguagem
    UniCEUB · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Observe os cincos versos a seguir, retirados de canções da MPB. Assinale a alternativa que apresenta as figuras de linguagem correspondentes, na sequência correta.

    1 - Tudo que você já fez
          É tanta coisa que eu não sei
          Não sei se eu saberia
          Chegar até o final do dia sem você

                                                    (Tudo sobre você /Zélia Duncan)

    2 - Lisa, que me alisa
          Seu suor, o sal que sai do sol
          Da superfície!
                                                          (Alma/Arnaldo Antunes)

    3 - Não somos o
          Que queríamos ser
          Somos um breve pulsar
          Em um silêncio
          Com a idade do céuantigo
                                                                (A idade do céu/Moska)

    4 - Amor que sempre foi meu forte
          Não tenho tido muita sorte
          Estou sozinho e sem saída
          Sem dinheiro e sem comida e feliz da vida
                                                                (Felicidade/Luiz Tatit)


    5 - Sob a janela do quarto
          A cama dorme vazia
          Encaro nosso retrato
          Sorrindo sobre o criado
          No meio da noite fria
                                                    (Noite torta/Itamar Assumpção)

    ( ) aliteração
    ( ) personificação
    ( ) paradoxo
    ( ) metáfora
    ( ) hipérbole
    Escolha uma alternativa para a questão 6b14ba80-06
  • AF99B233-FE

    Português

    Figuras de Linguagem
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
          Algum tempo hesitei se devia abrir estas memórias pelo princípio ou pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o meu nascimento ou a minha morte. Suposto o uso vulgar seja começar pelo nascimento, duas considerações me levaram a adotar diferente método: a primeira é que eu não sou propriamente um autor defunto, mas um defunto autor, para quem a campa foi outro berço; a segunda é que o escrito ficaria assim mais galante e mais novo. Moisés, que também contou a sua morte, não a pôs no introito, mas no cabo: diferença radical entre este livro e o Pentateuco.
          Dito isto, expirei às duas horas da tarde de uma sexta-feira do mês de agosto de 1869, na minha bela chácara de Catumbi. Tinha uns sessenta e quatro anos, rijos e prósperos, era solteiro, possuía cerca de trezentos contos e fui acompanhado ao cemitério por onze amigos.


                                                                  Machado de Assis, Memórias póstumas de Brás Cubas.

    Para a composição do texto, o autor recorre ao emprego reiterado do recurso da antítese, como se pode verificar nos pares de palavras “princípio" e “fim", e “nascimento" e “morte". Examine os seguintes pares de palavras, considerando a relação de sentido que eles têm no contexto.

    I "campa" e “berço";
    II “galante" e "novo";
    III “introito" e “cabo";
    IV “rijos" e “prósperos".

    É correto afirmar que constituem antíteses apenas os pares
    Escolha uma alternativa para a questão af99b233-fe
  • ABD2DF99-FE

    Português

    Figuras de Linguagem
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Argumento (Paulinho da Viola)

    Tá legal
    Eu aceito o argumento
    Mas não me altere o samba tanto assim
    Olha que a rapaziada está sentindo a falta
    De um cavaco, de um pandeiro
    Ou de um tamborim.

    Sem preconceito
    Ou mania de passado
    Sem querer ficar do lado
    De quem não quer navegar
    Faça como um velho marinheiro
    Que durante o nevoeiro
    Leva o barco devagar.


    Ao empregar, na letra da canção, o verbo “navegar" em sentido metafórico e desdobrar esse sentido nos versos seguintes, o compositor recorre ao seguinte recurso expressivo:
    Escolha uma alternativa para a questão abd2df99-fe