Questões do ENEM: Linguagens e Figuras de Linguagem

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Resultados

399 questões encontradas. Mostrando a página 19 de 20.

  • 9DD457AA-6D

    Português

    Figuras de Linguagem
    UEG · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 013.jpg

    Compostas em contextos históricos distintos, em 1939 (“Aquarela do Brasil”) e em 1978 (“Querelas do Brasil”), as músicas fazem uma interpretação diferenciada da realidade brasileira. Nesse sentido, a música “Querelas do Brasil” constitui uma paródia que
    Escolha uma alternativa para a questão 9dd457aa-6d
  • E78DFB71-DF

    Português

    Figuras de Linguagem
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO:


    Imagem da questão de Português, da prova de 2010


    LISPECTOR, Clarice. Uma Aprendizagem ou O livro dos Prazeres. 19. ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1993. p. 62-63.



    Nas linhas 10 e 11, a personagem expressa-se por meio de uma linguagem
    Escolha uma alternativa para a questão e78dfb71-df
  • 3649EAD3-B7

    Português

    Figuras de Linguagem
    UEPB · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto 02 e responda à questão.

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    Luiz Costa Pereira Junior. In: Revista Língua Portuguesa. São Paulo: Segmento. Ano I, nº 12, 2006, p. 4.

    Marque a única alternativa cuja alusão à temática, identificável no contexto, não é metafórica.
    Escolha uma alternativa para a questão 3649ead3-b7
  • 7F425484-B7

    Português

    Figuras de Linguagem
    UECE · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO

    CIDADE SEM LUZ 

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    (Olavo Drummond. O vendedor de estrelas. Contos.) 

    Leia com atenção o que se diz sobre o primeiro parágrafo do texto (linhas 1-21) e escreva (V) ou (F), conforme sejam verdadeiras ou falsas as afirmações.

    ( ) As duas primeiras linhas expressam uma opinião do narrador dita como se fosse uma verdade universal.
    ( ) O enunciado Quando a noite chega, desce o manto do mistério (linhas 5-6) traz uma metáfora de caráter sensorial – desce o manto –, que intensifica um elemento de caráter conceitual – mistério.
    ( ) A passagem que vai da linha 14 (a partir de era) à linha 18 (até baldios) é essencialmente descritiva, com predominância das sensações visuais.
    ( ) O último enunciado do parágrafo, da linha 19 (a partir de com) à linha 21, passa a idéia de que a boa vida é a vida natural.
    ( ) No parágrafo, tem-se um plano descritivo que se desenvolve, inicialmente, do geral para o particular – perspectiva do narrador; depois, do particular para o geral – perspectiva da personagem.

    A sequência correta, de cima para baixo, é
    Escolha uma alternativa para a questão 7f425484-b7
  • C3EFACCF-B5

    Português

    Figuras de Linguagem
    UESPI · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 2 

    A revolução digital

    Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.

    Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.

    Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.

    O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.

    Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.

    A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.

    Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.

    Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.

    Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.

    Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.

    O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.

    Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.

    Caderno Brasil, p. 2). 

    O Texto 2 se inicia com uma:

    1) metáfora: o casamento entre o texto e o papel.

    2) antítese: a distinção entre fala e escrita.

    3) relação de hiperonímia entre o papel e a era digital.


    Está(ão) correta(s):

    Escolha uma alternativa para a questão c3efaccf-b5
  • 46F29240-B4

    Português

    Figuras de Linguagem
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    I.
    Ó poente que te vais em sombras mortas,
    Para voltar depois,
    Suavidade que desconfortas,
    Como somos iguais os dois!

    Envolto em nuvens cor de sangue, choras
    Todos os dias o dia findo...
    E como rosas, depois, auroras
    No teu seio vão-se abrindo.

    E de novo te desabrochas,
    Cheio de vida, para depois
    Bruxulear num clarão de tochas
    Seguindo o enterro de nós dois...

    E no outro dia as mesmas rosas
    No teu seio vão-se abrindo...
    E voltam lágrimas chorosas
    Depois, chorando o dia findo.

    GUIMARAENS, Alphonsus de. Cantos de amor, soluços de preces. Rio de Janeiro: Cia José de Aguilar; Brasília: Instituto Nacional do Livro, 1972. p. 140.


    II.

    Poente. Calcando vidro úmido da tarde,
    lentos, caminho dos currais, os bois
    historiam campesino silêncio de fazenda.
    No olhar de melancolia e trabalho vespertino
    passeia desnudo entre folhas cegas
    um sacrifício comum de agrícola fadiga,
    paisagem desesperada nutrindo-se
    de sombras, de canção despedaçada
    entre cedros e riacho.

    MATTOS, Florisvaldo. Poente aos bois. A caligrafia do soluço & poesia anterior. Salvador: Fundação Casa Jorge Amado; COPENE, 1996. p. 80
    Na primeira e na terceira estrofe do texto I, as imagens poéticas traduzem um pensamento construído através de
    Escolha uma alternativa para a questão 46f29240-b4
  • 91F9623F-B3

    Português

    Figuras de Linguagem
    FUVEST · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão

    [José Dias] Teve um pequeno legado no testamento, uma apólice e quatro palavras de louvor. Copiou as palavras, encaixilhou-as e pendurou-as no quarto, por cima da cama. “Esta é a melhor apólice”, dizia ele muita vez. Com o tempo, adquiriu certa autoridade na família, certa audiência, ao menos; não abusava, e sabia opinar obedecendo. Ao cabo, era amigo, não direi ótimo, mas nem tudo é ótimo neste mundo. E não lhe suponhas alma subalterna; as cortesias que fizesse vinham antes do cálculo que da índole. A roupa durava-lhe muito; ao contrário das pessoas que enxovalham depressa o vestido novo, ele trazia o velho escovado e liso, cerzido, abotoado, de uma elegância pobre e modesta. Era lido, posto que de atropelo, o bastante para divertir ao serão e à sobremesa, ou explicar algum fenômeno, falar dos efeitos do calor e do frio, dos polos e de Robespierre. Contava muita vez uma viagem que fizera à Europa, e confessava que a não sermos nós, já teria voltado para lá; tinha amigos em Lisboa, mas a nossa família, dizia ele, abaixo de Deus, era tudo.

    Machado de Assis, Dom Casmurro.  
    Considerado o contexto, qual das expressões sublinhadas foi empregada em sentido metafórico?
    Escolha uma alternativa para a questão 91f9623f-b3
  • 91E879F2-B3

    Português

    Coesão e coerência
    FUVEST · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão


    Imagem da questão de Português, da prova de 2010 

    Mário Quintana, As cem melhores crônicas brasileiras.  


    *Glossário:

    estremunhado: mal acordado.

    chiru: que ou aquele que tem pele morena, traços acaboclados

    (regionalismo: Sul do Brasil).  



    Considerando que “silepse é a concordância que se faz não com a forma gramatical das palavras, mas com seu sentido, com a ideia que elas representam”, indique o fragmento em que essa figura de linguagem se manifesta.
    Escolha uma alternativa para a questão 91e879f2-b3
  • 5160B83C-B1

    Português

    Figuras de Linguagem
    UEMG · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia a tira, abaixo, e a seguir responda à questão apresentada.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2010


    Para conferir um ‘toque’ de humor ao texto, acima, o autor explorou

    Escolha uma alternativa para a questão 5160b83c-b1
  • CEC6A9CA-B0

    Português

    Figuras de Linguagem
    FATEC · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto e responda a questão.

    A verdadeira muralha da China
       Nos últimos anos, poucos eventos sacudiram tanto a China quanto a internet. Seu número de internautas já é maior do que os 230 milhões de usuários americanos, segundo a North America Internet Stats. Trata-se de um público de jovens, com menos de 30 anos, que declaram ter na internet sua melhor fonte de informação. Todos eles, porém, encontram dificuldades para superar um gigantesco problema: a censura.
        Um poderoso firewall oficial é a verdadeira muralha da China moderna. A segregação digital, porém, começa a ser sacudida por caminhos inesperados. Diante da possível interrupção de serviços do Google no país, a conceituada revista Nature realizou sondagem na comunidade científica chinesa e colheu resultados de primeira grandeza: a censura e o eventual fechamento do Google farão muito mal à ciência do país. Segundo os dados divulgados pela agência Reuters (24.02.2010), mais de 70% dos cientistas chineses utilizam o Google como ferramenta de busca de dados, informações, artigos científicos e literatura acadêmica em geral. Dos cientistas entrevistados, 84% afirmaram que suas pesquisas perderiam substantivamente em qualidade se fossem privados do uso do Google; 78% afirmaram que sua colaboração internacional seria profundamente afetada. O problema de fundo, que preocupa as autoridades chinesas, é que a existência do Google levou a uma alteração de hábitos de pesquisa, interferindo no modo de explorar, testar e difundir informações necessárias para a geração de conhecimento. Longe de um gesto de censura de curto alcance (se é que isso é possível), a interrupção do Google provocaria reações de longa duração, com impacto sensível na eficiência da pesquisa científica. Para um país disposto a disputar a hegemonia mundial, em que a pesquisa científica e tecnológica é a menina dos olhos das autoridades, as novidades vindas da comunidade científica não poderiam ser piores.
        Os milhares de funcionários chineses que zelam pelo sistema de censura fariam mais pela eficiência do país se ficassem menos preocupados em perseguir URIs, URLs, FTPs e HTTPs. Para o nervosismo da “nomenklatura” (e satisfação de todos os que desejam um mundo em que o conhecimento possa fluir livremente, a começar pelos cientistas e pesquisadores chineses), uma sucessão infindável de geeks, hackers, nerds, dorks e dweebs, com seus correlatos em chinês, descobre a cada dia uma nova maneira de burlar os sistemas de censura.

     (ARBIX, Glauco. Valor Econômico. 24.02.2010, p.A17. Adaptado)
    No trecho: “Longe de um gesto de censura de curto alcance (se é que isso é possível), a interrupção do Google provocaria reações de longa duração, com impacto sensível na eficiência da pesquisa científica.” (2º parágrafo), as expressões destacadas constituem, em relação à outra, um efeito estilístico que ocorre graças ao emprego da seguinte figura de linguagem:
    Escolha uma alternativa para a questão cec6a9ca-b0
  • 89DB09B1-AF

    Português

    Figuras de Linguagem
    PUC - Campinas · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Para responder à questão, considere o excerto abaixo.


    Senhor Grileiro de Terra,

    É chegada a vossa vez,

    A voz que ouvis e que berra

    É a voz do camponês

    Clamando do seu calvário

    Contra a vossa mesquinhez.

    O café vos deu o ouro,

    Com que encheis vosso tesouro,

    A cana vos deu a prata

    Que reluz em vosso armário,

    O cacau vos deu o cobre

    Que atirais no chão do pobre,

    O algodão vos deu o chumbo

    Com que matais o operário:

    É chegada a vossa vez,

    Senhor latifundiário!


    (Vinícius de Moraes. Poemas esparsos. S. Paulo: Companhia das Letras, 2008. p. 58) 

    Entre os recursos estilísticos utilizados pelo poeta nesses versos, está
    Escolha uma alternativa para a questão 89db09b1-af
  • 04394A61-8D

    Português

    Figuras de Linguagem
    UNESP · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão  toma por base o seguinte fragmento do diálogo Fedro, de Platão (427-347 a.C.).
                                                   
                                                                            Fedro

    SÓCRATES: – Vamos então refletir sobre o que há pouco estávamos discutindo; examinaremos o que seja recitar ou escrever bem um discurso, e o que seja recitar ou escrever mal.

    FEDRO: – Isso mesmo.

    SÓCRATES: – Pois bem: não é necessário que o orador esteja bem instruído e realmente informado sobre a verdade do assunto de que vai tratar?

    FEDRO: – A esse respeito, Sócrates, ouvi o seguinte: para quem quer tornar-se orador consumado não é indispensável conhecer o que de fato é justo, mas sim o que parece justo para a maioria dos ouvintes, que são os que decidem; nem precisa saber tampouco o que é bom ou belo, mas apenas o que parece tal – pois é pela aparência que se consegue persuadir, e não pela verdade.

    SÓCRATES: – Não se deve desdenhar, caro Fedro, da palavra hábil, mas antes refletir no que ela significa. O que acabas de dizer merece toda a nossa atenção.

    FEDRO: – Tens razão.

    SÓCRATES: – Examinemos, pois, essa afirmação.

    FEDRO: – Sim.

    SÓCRATES: – Imagina que eu procuro persuadir-te a comprar um cavalo para defender-te dos inimigos, mas nenhum de nós sabe o que seja um cavalo; eu, porém, descobri por acaso uma coisa: “Para Fedro, o cavalo é o animal doméstico que tem as orelhas mais compridas”...

    FEDRO: – Isso seria ridículo, querido Sócrates.

    SÓCRATES: – Um momento. Ridículo seria se eu tratasse seriamente de persuadir-te a que escrevesses um panegírico do burro, chamando-o de cavalo e dizendo que é muitíssimo prático comprar esse animal para o uso doméstico, bem como para expedições militares; que ele serve para montaria de batalha, para transportar bagagens e para vários outros misteres.

    FEDRO: – Isso seria ainda ridículo.

    SÓCRATES: – Um amigo que se mostra ridículo não é preferível ao que se revela como perigoso e nocivo?

    FEDRO: – Não há dúvida.

    SÓCRATES: – Quando um orador, ignorando a natureza do bem e do mal, encontra os seus concidadãos na mesma ignorância e os persuade, não a tomar a sombra de um burro por um cavalo, mas o mal pelo bem; quando, conhecedor dos preconceitos da multidão, ele a impele para o mau caminho, – nesses casos, a teu ver, que frutos a retórica poderá recolher daquilo que ela semeou?

    FEDRO: – Não pode ser muito bom fruto.

    SÓCRATES: – Mas vejamos, meu caro: não nos teremos excedido em nossas censuras contra a arte retórica? Pode suceder que ela responda: “que estais a tagarelar, homens ridículos? Eu não obrigo ninguém – dirá ela – que ignore averdade a aprender a falar. Mas quem ouve o meu conselho tratará de adquirir primeiro esses conhecimentos acerca da verdade para, depois, se dedicar a mim. Mas uma coisa posso afirmar com orgulho: sem as minhas lições a posse da verdade de nada servirá para engendrar a persuasão”.

    FEDRO: – E não teria ela razão dizendo isso?

    SÓCRATES: – Reconheço que sim, se os argumentos usuais provarem que de fato a retórica é uma arte; mas, se não me engano, tenho ouvido algumas pessoas atacá-la e provar que ela não é isso, mas sim um negócio que nada tem que ver com a arte. O lacônio declara: “não existe arte retórica propriamente dita sem o conhecimento da verdade, nem haverá jamais tal coisa”.

    (Platão. Diálogos. Porto Alegre: Editora Globo, 1962.)
    ... que frutos a retórica poderá recolher daquilo que ela semeou?

    Esta passagem apresenta conformação alegórica, em virtude do sentido figurado com que são empregadas as palavras frutos, recolher e semeou. Aponte, entre as alternativas a seguir, aquela que contém, na ordem adequada, palavras que, sem perda relevante do sentido da frase, evitam a conformação alegórica:
    Escolha uma alternativa para a questão 04394a61-8d
  • DCCAC00F-A6

    Português

    Figuras de Linguagem
    UECE · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 001.jpg

    O Texto 1 é um metapoema, isto é, um poema que questiona o próprio fazer poético. Nele predomina, portanto, a função metalinguística. Marque a única opção em que o verso (ou os versos) NÃO apresenta(m) por si só(s) marcas da metalinguagem.
    Escolha uma alternativa para a questão dccac00f-a6
  • BD37D35A-58

    Português

    Figuras de Linguagem
    UFG · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho abaixo, retirado do romance Memórias de um sargento de milícias, de Manuel Antônio de Almeida.

    Imagem 008.jpg

    No contexto desse trecho, a palavra romântico, em relação a babão, constitui
    Escolha uma alternativa para a questão bd37d35a-58
  • 16FD86DA-58

    Português

    Figuras de Linguagem
    UFAC · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão 6:

    Imagem 008.jpg

    Na música Metáfora,de Gilberto Gil, há, entre outras coisas, a definição de metáfora, uma figura de linguagem que também é encontrada na alternativa:
    Escolha uma alternativa para a questão 16fd86da-58
  • 17B35E09-46

    Português

    Figuras de Linguagem
    UNIFESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: As questões de números 25 a 27 tomam por base o fragmento.

      [Sem-Pernas] queria alegria, uma mão que o acarinhasse, alguém que com muito amor o fizesse esquecer o defeito físico e os muitos anos (talvez tivessem sido apenas meses ou semanas, mas para ele seriam sempre longos anos) que vivera sozinho nas ruas da cidade, hostilizado pelos homens que passavam, empurrado pelos guardas, surrado pelos moleques maiores. Nunca tivera família. Vivera na casa de um padeiro a quem chamava “meu padrinho” e que o surrava. Fugiu logo que pôde compreender que a fuga o libertaria. Sofreu fome, um dia levaram-no preso. Ele quer um carinho, u’a mão que passe sobre os seus olhos e faça com que ele possa se esquecer daquela noite na cadeia, quando os soldados bêbados o fizeram correr com sua perna coxa em volta de uma saleta. Em cada canto estava um com uma borracha comprida. As marcas que ficaram nas suas costas desapareceram. Mas de dentro dele nunca desapareceu a dor daquela hora. Corria na saleta como um animal perseguido por outros mais fortes. A perna coxa se recusava a ajudá-lo. E a borracha zunia nas suas costas quando o cansaço o fazia parar. A princípio chorou muito, depois, não sabe como, as lágrimas secaram. Certa hora não resistiu mais, abateu-se no chão. Sangrava. Ainda hoje ouve como os soldados riam e como riu aquele homem de colete cinzento que fumava um charuto.

    (Jorge Amado. Capitães da areia.)

    O emprego da figura de linguagem conhecida como “prosopopeia” (ou “personificação”) põe mais em evidência a principal razão pela qual Sem-Pernas é estigmatizado. O trecho que contém essa figura é
    Escolha uma alternativa para a questão 17b35e09-46
  • 40953A6D-E7

    Português

    Figuras de Linguagem
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2009
    Na última estrofe, a expressão “vendavais do inverno” metaforiza
    Escolha uma alternativa para a questão 40953a6d-e7