Questões do ENEM: Linguagens e Funções morfossintáticas da palavra QUE

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Resultados

110 questões encontradas. Mostrando a página 5 de 6.

  • 03F171D7-64

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
    UNEAL · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    O “se”, sublinhado nos versos abaixo, de Fernando Pessoa, inicia, em cada período, oração

    “Não sei se a vida é pouco ou demais para mim.
    Não sei se sinto de mais ou de menos, não sei
    Se me falta crepúsculo espiritual, ponto de apoio na inteligência”

    Escolha uma alternativa para a questão 03f171d7-64
  • 6E5C0EFC-E0

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    FATEC · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    O labirinto dos manuais

    Há alguns meses, troquei meu celular. Um modelo lindo, pequeno, prático. Segundo a vendedora, era capaz de tudo e mais um pouco. Fotografava, fazia vídeos, recebia e-mails e até servia para telefonar. Abri o manual, entusiasmado. “Agora eu aprendo”, decidi, folheando as 49 páginas. Já na primeira, tentei executar as funções. Duas horas depois, eu estava prestes a roer o aparelho. O manual tentava prever todas as possibilidades. Virou um labirinto de instruções! Na semana seguinte, tentei baixar o som da campainha. Só aumentava. Buscava o vibracall, não achava. Era só alguém me chamar e todo mundo em torno saía correndo, pensando que era o alarme de incêndio! Quem me salvou foi um motorista de táxi.

    - Manual só confunde - disse didaticamente. - Dá uma de curioso. Insisti e finalmente descobri que estava no vibracall há meses! O único problema é que agora não consigo botar a campainha de volta!

    Atualmente, estou de computador novo. Fiz o que toda pessoa minuciosa faria. Comprei um livro. Na capa, a promessa: “Rápido e fácil” - um guia prático, simples e colorido! Resolvi: “Vou seguir cada instrução, página por página. Do que adianta ter um supercomputador se não sei usá-lo?”. Quando cheguei à página 20, minha cabeça latejava. O livro tem 342! Cada vez que olho, dá vontade de chorar! Não seria melhor gastar o tempo relendo Guerra e Paz*?

    Tudo foi criado para simplificar. Mas até o micro-ondas ficou difícil. A não ser que eu queira fazer pipoca, que possui sua tecla própria. Mas não posso me alimentar só de pipoca! Ainda se emagrecesse... E o fax com secretária eletrônica? O anterior era simples. Eu apertava um botão e apagava as mensagens. O atual exige que eu toque em um, depois em outro para confirmar, e de novo no primeiro! Outro dia, a luzinha estava piscando. Tentei ouvir a mensagem. A secretária disparou todas as mensagens, desde o início do ano!

    Eu sei que para a garotada que está aí tudo parece muito simples. Mas o mundo é para todos, não é? Talvez alguém dê aulas para entender manuais! Ou o jeito seria aprender só aquilo de que tenho realmente necessidade, e não usar todas as funções. É o que a maioria das pessoas acaba fazendo! Analise as afirmações sobre trechos do texto e assinale a correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 6e5c0efc-e0
  • F03E98FF-19

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
    FATEC · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 038.jpg



    No trecho do primeiro parágrafo – ... estima-se que haja 32 mil ticunas vivendo no Alto Solimões... –, a partícula SE é classificada como partícula apassivadora.


    Assinale a alternativa em que essa partícula é empregada com a mesma função.

    Escolha uma alternativa para a questão f03e98ff-19
  • 9A41C01F-0E

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
    URCA · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 032.jpg



    Observe o fragmento abaixo:


    “...concluir-­se-­ia   rapidamente   que   devia   tratar-­se  de   alguém   vindo   de   Paris   ou   New   York.  Vangloriavam-­se, do rio que cortava Matozinho.” (linhas 08 a 10).
    O uso do pronome  se  encontra  justificativa nas regras gramaticais do português padrão.  Dadas as  alternativas, a que não se justifica por essas regras é:

    Escolha uma alternativa para a questão 9a41c01f-0e
  • 5AF01CEB-F8

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
    Universidade Federal do Ceará · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que a palavra que é uma conjunção integrante introduzindo uma oração subordinada substantiva objetiva direta.
    Escolha uma alternativa para a questão 5af01ceb-f8
  • BA6370EB-E7

    Português

    Análise sintática
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2011
    A frase “A história do homem que superou todas as dificuldades e se tornou um ícone da língua portuguesa.”, inserida no contexto do anúncio publicitário, permite, como verdadeira, a seguinte análise:
    Escolha uma alternativa para a questão ba6370eb-e7
  • 6FD97C06-D8

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
    Universidade Estadual do Pará · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A solidão essencial

    O amor que nos resolve a vida é uma promessa enganosa

    Acho que foi um professor de cursinho quem contou em classe o mito dos andróginos. Parte homem e parte mulher, esses seres eram tão completos e tão felizes que despertaram a inveja de Zeus. Irado, o patriarca do Olimpo disparou raios que separaram em duas cada uma das criaturas perfeitas. Desde então, elas vagam pelo mundo em busca de sua metade. São solitárias e incompletas. Somos nós.

    Não sei o que os gregos queriam dizer ao criar essa lenda, mas a maneira como nós a interpretamos, modernamente, é muito clara: existe alguém lá fora que nasceu para nós. Enquanto não acharmos essa metade (o amor verdadeiro), jamais seremos felizes.

    Muitos de nós acreditamos nisso o tempo todo. Outros acreditam apenas de vez em quando. Raro é encontrar alguém totalmente imune a essa espécie de esperança (ou seria armadilha?) romântica.

    Mas eu às vezes me pergunto se essa é uma ideia construtiva. É saudável imaginar que a nossa felicidade não depende de nós, mas, sim, de outra pessoa qualquer? Mesmo sem tomar o mito dos andróginos ao pé da letra, milhões de pessoas adiam o futuro diariamente à espera de que a vida lhes traga um grande amor, aquele que vai colocar tudo nos eixos.

    Eu pergunto de novo: essa é uma ideia saudável?

    Há um livro do qual eu gosto muito que trata dessa questão – a ideia do amor romântico – como nenhum outro. Chama-se “Sem fraude nem favor, estudos sobre o amor romântico” e foi escrito pelo psiquiatra e psicanalista pernambucano Jurandir Freire Costa, uma das pessoas que melhor fala dos sentimentos e das emoções no mundo real (que é o contrário do mundo idealizado no qual a gente, sem perceber, passa a maior parte da nossa vida).

    Nesse livro, Jurandir afirma que o amor romântico – ao contrário de tudo que nos dizem – não é natural e universal, não é incontrolável e nem é condição essencial à felicidade humana. Isso seriam apenas coisas em que se acredita.

    Não vou reproduzir os argumentos minuciosos e nem a prosa erudita do escritor, mas essencialmente ele afirma que o amor exaltado, sublime e raro que nós endeusamos é uma invenção social (como a música) e uma crença (como a religião) que pode perfeitamente ser questionada e modificada. Não existe um jeito eterno e imutável de amar, diz ele. O amor e a forma de encará-lo sempre variaram ao longo da história. Se nosso jeito atual de amar nos parece opressivo, antiquado ou insatisfatório, que tal tentar outra forma de amar?

    É estranho pensar no amor dessa maneira, não? Estamos acostumados a vê-lo como algo imutável, quase sagrado, que as pessoas têm ou não têm, conseguem ou não conseguem. Mas claramente não é assim. Ao redor de nós existem pessoas que tratam o amor de forma muito diferente entre si. Fulano é muito romântico, quase tonto, enquanto fulana é de um pragmatismo inquietante: sabe exatamente o que deseja e vai atrás. Essas são diferenças reais, que mostram que o bicho amor não é exatamente o mesmo para todo o mundo.

    Quando se compara o nosso modo de agir e pensar com o das outras culturas, as diferenças ficam ainda mais óbvias.

    Nos últimos dias, eu tenho pensado muito em um aspecto particular da nossa ideologia do amor, aquele que diz que é impossível ser feliz sozinho. Não é só a música de Tom Jobim que afirma isso. Tudo que nos circunda brada a mesma mensagem. Ela está nos filmes, nas novelas, nas conversas. Ausência de parceiro é sinônimo de infelicidade, fracasso ou esquisitice. Ou tudo isso junto. Talvez seja verdade que a maioria das pessoas sem parceiros tendem a serem menos felizes, mas o contrário certamente é falso: estar com alguém, ter alguém, não é garantia de felicidade. A gente sabe disso, a gente vive isso, mas, socialmente, a gente não divide essa informação. Para todos os efeitos públicos, vale o seguinte combinado: se a pessoa está casada, ou tem um namorado bacana, sua vida está “resolvida”. Mas isso é falso, não? 

    Namorei uma vez uma moça cujo pai, um sujeito espetacular, casado com uma mulher encantadora, estava há meses numa terrível depressão. Eu olhava para o sujeito e não entendia. Ele tinha mulher, filhos, casa, profissão, amigos e... tinha desmoronado. Os motivos íntimos da derrocada talvez nem ele soubesse, mas a lição para mim foi clara: nossas questões interiores não se resolvem com a parceria amorosa, nem mesmo com a família.

    Não adianta nos cercamos de um cenário de propaganda de margarina (mulher, filhos, cachorro, condomínio) porque, ao final, nossa felicidade depende de nós, das forças interiores que nós somos capazes de mobilizar. As pessoas que amamos nos ajudam, mas elas não substituem nosso amor próprio, nossa motivação e a nossa estabilidade. Precisamos das pessoas, mas precisamos ainda mais de nós mesmos.

    É por isso que a promessa de felicidade amorosa às vezes me incomoda. Ela é falsa. Ela é uma forma de propaganda enganosa. Ele conduz as pessoas numa procura inútil por alguém que as faça sentir inteiras e completas, quando, na verdade, essa sensação de inteireza talvez seja inalcançável.

    Se a gente olhar de novo para o mito do andrógino, talvez haja nele outra sabedoria a ser extraída: a de que nós, homens e mulheres, somos criaturas intrinsecamente solitárias. Vivemos em grupo, precisamos do grupo e buscamos conforto na intimidade do outro, no amor. Mas talvez seja da nossa natureza jamais nos sentirmos inteiros e completos.

    Talvez haja em nós uma inquietação inextinguível e uma angústia que advêm da nossa própria consciência e que nos torna humanos. O amor seria então um alento, um consolo, uma fogueira que nos protege do frio. Mas o frio está lá. E a melhor medida da felicidade talvez seja a forma como lidamos com ele. Como indivíduos, não como casais.

    (Ivan Martins. Época on line, 06/01/2010.)
    A alternativa, em cujo vocábulo o que se equivale morfossintaticamente ao utilizado em "Acho que foi um professor de cursinho ...” (1º parágrafo), é:
    Escolha uma alternativa para a questão 6fd97c06-d8
  • EA89AA51-B5

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
    UESPI · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 2  
    A literatura nos ajuda a construir nossa identidade
    (1) Ainda que nasça e morra só, o indivíduo tem a sua existência marcada pela coletividade de que faz parte e que funciona segundo “leis” e “regras” preestabelecidas. Um dos primeiros desafios a serem enfrentados pelo ser humano é compreender que leis e regras são essas, decidir quais delas deve seguir e quais precisam ser questionadas de modo a permitir que sua jornada individual tenha identidade própria.
    (2) Nos textos literários, de certo modo, entramos em contato com a nossa história, o que nos dá a chance de compreender melhor nosso tempo, nossa trajetória. O interessante, porém, é que essa “história” coletiva é recriada por meio das histórias individuais, das inúmeras personagens presentes nos textos que lemos, ou pelos poemas que nos tocam de alguma maneira. Como leitores, interagimos com o que lemos. Somos tocados pelas experiências de leituras que, muitas vezes, evocam nossas vivências pessoais e nos ajudam a refletir sobre nossa identidade e também a construí-la.
    (3) Como toda manifestação artística, a literatura acompanha a trajetória humana e, por meio de palavras, constrói mundos familiares – em que pessoas semelhantes a nós vivem problemas idênticos – e mundos fantásticos, povoados por seres imaginários, cuja existência é garantida somente por meio das palavras que lhes dão vida. Também exprime, pela criação poética, reflexões e emoções que parecem ser tão nossas quanto de quem as registrou.
    (4) Por meio da convivência com poemas e histórias que traçam tantos e diversos destinos, a literatura acaba por nos oferecer possibilidades de resposta a indagações comuns a todos os seres humanos.
    (5) Além disso, em diferentes momentos da história humana, a literatura teve um papel fundamental: o de denunciar a realidade, sobretudo quando setores da sociedade tentam ocultá-la. Foi o que ocorreu, por exemplo, durante o período do regime militar no Brasil. Naquele momento, inúmeros escritores arriscaram a própria vida para denunciar, em suas obras, a violência que tornava a existência uma aventura arriscada. A leitura dessas obras, mesmo que vivamos em uma sociedade democrática e livre, nos ensina a valorizar nossos direitos individuais, nos ajuda a desenvolver uma melhor consciência política e social. Em resumo, a literatura permite também que olhemos para a nossa história e, conhecendo algumas de suas passagens, busquemos construir um futuro melhor.
    (Maria Luiza M. Abaurre; Marcela Pontara. Literatura Brasileira – tempos leitores e leituras. Ensino Médio. São Paulo: Moderna, 2005, pp., 10-11. Adaptado.)
    No fragmento: “Como toda manifestação artística, a literatura acompanha a trajetória humana”, a palavra sublinhada tem o mesmo sentido que na alternativa:
    Escolha uma alternativa para a questão ea89aa51-b5
  • 499219D6-B4

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
    IF-TM · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO I 


    Imagem da questão de Português, da prova de 2011

    Disponível em: < http://plantiodavida.blogspot.com/2010/12/paradigma-planetario.html> Acesso em: 1 out. 2011.


    TEXTO II – Paradigma planetário
                A globalização comporta um fenômeno mais profundo que o econômico-financeiro. Implica a inauguração de uma nova fase da história da Terra e da humanidade. O filósofo das ciências Thomas Kuhn e o físico quântico Fritjof Capra, para entendê-lo, introduziram no debate a questão da mudança de paradigma. Sim, estamos mudando de paradigma civilizacional. Com isso, queremos dizer: está nascendo outro tipo de percepção da realidade, com novos valores, novos sonhos, nova forma de organizar os conhecimentos, novo tipo de relação social, nova forma de dialogar com a natureza, novo modo de experimentar a Última Realidade e nova maneira de entender o ser humano no conjunto dos seres.
               Esse paradigma nascente nos obriga a operar progressivas travessias: importa passar da parte para o todo, do simples para o complexo, do local para o global, do nacional para o planetário, do planetário para o cósmico e do cósmico para o mistério e do mistério para Deus. A Terra não é simplesmente a adição do físico, do vital, do mental e do espiritual. Ela encerra todas essas dimensões articuladas entre si, formando um sistema complexo. Isso nos permite perceber que todos somos interdependentes. O destino comum foi globalizado. Agora ou cuidamos da humanidade e do planeta Terra ou não teremos mais futuro algum. Até hoje podíamos consumir sem nos preocupar com a exaustão dos recursos naturais; podíamos usar da água como quiséssemos, sem consciência de sua extrema escassez; podíamos ter filhos quantos desejássemos, sem temer a superpopulação; podíamos fazer guerras sem medo de uma catástrofe completa para a biosfera e para o futuro da espécie humana. Não nos é mais permitido pensar e viver como antes. Temos de mudar como condição de nossa sobrevivência na biosfera.             
            Para a consolidação desse novo paradigma é importante superar o fundamentalismo da cultura ocidental, hoje mundializada, que pretende deter a única visão das coisas, válida para todos. A realidade, no entanto, desborda de todas as representações, pois está cheia de infindas virtualidades que podem se realizar sob outras formas, não ocidentais.
               O efeito final será uma Terra multicivilizacional, colorida por todo tipo de culturas, de modos de produção, de símbolos e de caminhos espirituais, todos eles acolhidos como legítima expressão do humano, com direito de cidadania na grande confederação das tribos e dos povos da Terra.
              As palavras iluminadas do ex-presidente da República Checa Vaclav Havel nos desafiam: “A tarefa política central nos próximos anos será a criação de um novo modelo de coexistência entre as diversas culturas, povos, etnias e religiões, formando uma só civilização interconectada”.
    Adaptado de Leonardo Boff – Disponível em:< http://jbonline.terra.com.br/> Acesso em: 8 out. 2011.

    Na frase Até hoje podíamos consumir sem nos preocupar com a exaustão dos recursos naturais”, a palavra grifada expressa uma ideia de:
    Escolha uma alternativa para a questão 499219d6-b4
  • 9139F95F-80

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
    UDESC · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2011
    Por meio das falas e rubricas apresentadas na peça O pagador de promessas, Dias Gomes procurou evidenciar alguns problemas socioculturais da vida brasileira.
    Analise o diálogo abaixo e escolha os operadores que o completam de acordo com as recomendações da língua escrita. 
    Sacristão: Também ________ a senhora vem logo na missa das seis? ________ não vem mais tarde? Beata: ________quero. ________ não é da sua conta. (Aponta para a cruz.) ________ é isso? Sacristão: Isso o ________ ? [...] Sacristão: (Apura a vista.) Ah, sim... agora percebo... É uma cruz de madeira... e parece . ________ há um homem dormindo junto dela. Beata: Vista prodigiosa a sua! Claro .............. é uma cruz de madeira e que há um homem junto dela . O ________ eu quero saber é a razão disso. Sacristão: Não sei. Como quer que eu saiba? ________ a senhora não pergunta a ele? GOMES, Dias. O pagador de promessas. 50ª ed. Rio de Janeiro: Bertranda Brasil, 2009, p. 52-53. 

    Assinale a alternativa que completa corretamente os espaços, de cima para baixo.
    Escolha uma alternativa para a questão 9139f95f-80
  • E76DA069-DF

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO:


    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010


    ODEBRECHT, Emílio. Sobre o bem comum. A Tarde, Salvador, 13 jun. 2010. Economia, p. B5.

    O termo “mesmo”(l. 20) possui valor
    Escolha uma alternativa para a questão e76da069-df
  • 332DD0F9-B5

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
    UECE · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1
    Felicidade clandestina

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010
    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    (Clarice Lispector. Clarice na cabeceira. p. 185-188. Adaptação.)

    Considere o que é dito sobre a partícula quê empregada várias vezes no texto.

    I - É morfologicamente igual nas duas ocorrências seguintes: “Disse-me que eu passasse pela sua casa no dia seguinte e que ela o emprestaria.” (linhas 30-32).
    II - Tem função anafórica e catafórica ao mesmo tempo e serve de complemento verbal na frase a seguir: “Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria.” (linhas 6-9).
    III - É diferente nos dois enunciados que seguem: “Mas que talento tinha para a crueldade.” (linha 11); “o livro ainda não estava em seu poder, que eu voltasse no dia seguinte.” (linhas 44-46).

    Está correto o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão 332dd0f9-b5
  • 042EA826-8D

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
    UNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão  toma por base o seguinte fragmento do diálogo Fedro, de Platão (427-347 a.C.).

                                                                            Fedro

    SÓCRATES: – Vamos então refletir sobre o que há pouco estávamos discutindo; examinaremos o que seja recitar ou escrever bem um discurso, e o que seja recitar ou escrever mal.

    FEDRO: – Isso mesmo.

    SÓCRATES: – Pois bem: não é necessário que o orador esteja bem instruído e realmente informado sobre a verdade do assunto de que vai tratar?

    FEDRO: – A esse respeito, Sócrates, ouvi o seguinte: para quem quer tornar-se orador consumado não é indispensável conhecer o que de fato é justo, mas sim o que parece justo para a maioria dos ouvintes, que são os que decidem; nem precisa saber tampouco o que é bom ou belo, mas apenas o que parece tal – pois é pela aparência que se consegue persuadir, e não pela verdade.

    SÓCRATES: – Não se deve desdenhar, caro Fedro, da palavra hábil, mas antes refletir no que ela significa. O que acabas de dizer merece toda a nossa atenção.

    FEDRO: – Tens razão.

    SÓCRATES: – Examinemos, pois, essa afirmação.

    FEDRO: – Sim.

    SÓCRATES: – Imagina que eu procuro persuadir-te a comprar um cavalo para defender-te dos inimigos, mas nenhum de nós sabe o que seja um cavalo; eu, porém, descobri por acaso uma coisa: “Para Fedro, o cavalo é o animal doméstico que tem as orelhas mais compridas”...

    FEDRO: – Isso seria ridículo, querido Sócrates.

    SÓCRATES: – Um momento. Ridículo seria se eu tratasse seriamente de persuadir-te a que escrevesses um panegírico do burro, chamando-o de cavalo e dizendo que é muitíssimo prático comprar esse animal para o uso doméstico, bem como para expedições militares; que ele serve para montaria de batalha, para transportar bagagens e para vários outros misteres.

    FEDRO: – Isso seria ainda ridículo.

    SÓCRATES: – Um amigo que se mostra ridículo não é preferível ao que se revela como perigoso e nocivo?

    FEDRO: – Não há dúvida.

    SÓCRATES: – Quando um orador, ignorando a natureza do bem e do mal, encontra os seus concidadãos na mesma ignorância e os persuade, não a tomar a sombra de um burro por um cavalo, mas o mal pelo bem; quando, conhecedor dos preconceitos da multidão, ele a impele para o mau caminho,– nesses casos, a teu ver, que frutos a retórica poderá recolher daquilo que ela semeou?

    FEDRO: – Não pode ser muito bom fruto.

    SÓCRATES: – Mas vejamos, meu caro: não nos teremos excedido em nossas censuras contra a arte retórica? Pode suceder que ela responda: “que estais a tagarelar, homens ridículos? Eu não obrigo ninguém – dirá ela – que ignore a verdade a aprender a falar. Mas quem ouve o meu conselho tratará de adquirir primeiro esses conhecimentos acerca da verdade para, depois, se dedicar a mim. Mas uma coisa posso afirmar com orgulho: sem as minhas lições a posse da verdade de nada servirá para engendrar a persuasão”.

    FEDRO: – E não teria ela razão dizendo isso?

    SÓCRATES: – Reconheço que sim, se os argumentos usuais provarem que de fato a retórica é uma arte; mas, se não me engano, tenho ouvido algumas pessoas atacá-la e provar que ela não é isso, mas sim um negócio que nada tem que ver com a arte. O lacônio declara: “não existe arte retórica propriamente dita sem o conhecimento da verdade, nem haverá jamais tal coisa”.

    (Platão. Diálogos. Porto Alegre: Editora Globo, 1962.).

    ... para quem quer tornar-se orador consumado não é indispensável conhecer o que de fato é justo, mas sim o que parece justo para a maioria dos ouvintes, que são os que decidem; nem precisa saber tampouco o que é bom ou belo, mas apenas o que parece tal ...

    Neste trecho da tradução da segunda fala de Fedro, observa-se uma frase com estruturas oracionais recorrentes, e por isso plena de termos repetidos, sendo notável, a este respeito, a retomada do demonstrativo o e do pronome relativo que em que de fato é justo, o que parece justo, os que decidem, o que é bom ou belo, o que parece tal.
    Em todos esses contextos, o relativo que exerce a mesma função sintática nas orações de que faz parte. Indique-a.
    Escolha uma alternativa para a questão 042ea826-8d
  • F1A4A6DE-46

    Português

    Coesão e coerência
    UNIFESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: Leia o texto para responder às questões de números 05 a 07

           Nos últimos três anos foram assassinadas mais de 140 mil pessoas no Brasil. Uma média de 47 mil pessoas por ano. Uma parcela expressiva destas mortes, que varia de região para região, é atribuída à ação da polícia, que se respalda na impunidade para continuar cometendo seus crimes. São 25 assassinatos ao ano por cada 100 mil pessoas, índice considerado de violência epidêmica, segundo organismos internacionais.

           Se os assassinatos com armas de fogo são uma face da violência vivida na nossa sociedade, ela não é a única. Logo atrás, em termos de letalidade, estão os acidentes fatais de trânsito, com cerca de 33 mil mortos em 2002 e 35 mil mortes por ano em 2004 e 2005. Isto, sem falar nos acidentados não fatais socorridos pelo Sistema Único de Saúde, que multiplicam muitas vezes os números aqui apresentados e representam um custo que o IPEA estima em R$ 5,3 bilhões para o ano de 2002.

           A lista da violência alonga-se incrivelmente. Sobre as mulheres, os negros, os índios, os gays, sobre os mendigos na rua, sobre os movimentos sociais etc. Uma discussão num botequim de periferia pode  terminar em morte. A privação do emprego, do salário digno, da educação, da saúde, do transporte público, da moradia, da segurança alimentar, tudo isso pode ser compreendido, considerando que incide sobre direitos assegurados por nossa Constituição, como tantas outras formas de violência.

      (Silvio Caccia Bava. Le Monde Diplomatique Brasil, agosto 2010. Adaptado.)


    No período Uma parcela expressiva destas mortes, que varia de região para região, é atribuída à ação da polícia, que se respalda na impunidade para continuar cometendo seus crimes, as palavras sublinhadas referem-se, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão f1a4a6de-46
  • 3FDF7CDE-F6

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
    Universidade Federal do Ceará · 2009Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que o termo sublinhado tem a mesma classificação do termo destacado no trecho “...doenças como esquistossomose e leishmaniose também cresceriam” (texto 1, linhas 15-16).
    Escolha uma alternativa para a questão 3fdf7cde-f6
  • 6CAC3A6F-EB

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
    Faculdade Cásper Líbero · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão.


        Na linguagem cotidiana a palavra trabalho tem muitos significados. Embora pareça compreensível, como uma das formas elementares de ação dos homens, o seu conteúdo oscila. Às vezes, carregada de emoção, lembra dor, tortura, suor do rosto, fadiga. Noutras, mais que aflição e fardo, designa a operação humana de transformação da matéria natural em objeto de cultura. É o homem em ação para sobreviver e realizar-se, criando instrumentos, e com esses, todo um novo universo cujas vinculações com a natureza, embora inegáveis, se tornam opacas.
        Em quase todas as línguas da cultura europeia, trabalhar tem mais de uma significação. (...) Em português, apesar de haver labor e trabalho, é possível achar na mesma palavra trabalho ambas as significações: a de realizar uma obra que expresse o indivíduo, que lhe dê reconhecimento social e permaneça além de sua vida; e a de esforço rotineiro e repetitivo, sem liberdade, de resultado consumível e incômodo inevitável.
        No dicionário aparece em primeiro lugar o significado de aplicação das forças e faculdades humanas para alcançar determinado fim; atividade coordenada de caráter físico ou intelectual, necessária a qualquer tarefa, serviço ou empreendimento; exercício dessa atividade como ocupação permanente, ofício, profissão.
        Mas trabalho tem outros significados mais particulares, como o de esforço aplicado à produção de utilidades ou obras de arte, mesmo dissertação ou discurso. Pode significar o conjunto das discussões e deliberações de uma sociedade ou assembleia convocada para tratar de interesse público, coletivo ou particular: “Os trabalhos da assembleia do sindicato tiveram como resultado a greve”. Pode significar o serviço de uma repartição burocrática, e ainda os deveres escolares dos alunos a serem verificados pelos professores. Como pode indicar o processo do nascimento da criança: “a mulher entrou em trabalho de parto”.
        Além de atividade e exercício, trabalho também significa dificuldade e incômodo: “aqui vieram passar trabalho”; “a última enchente deu muito trabalho”. Pois junto a todas as suas significações ativas, trabalho em português, e no plural, quer dizer preocupações, desgostos e aflições. É o conteúdo que predomina em labor, mas ainda está presente em trabalho.
        Isso se compreende melhor ao descobrir que em nossa língua a palavra trabalho se origina do latim tripalium, embora outras hipóteses a associem a trabaculum. Tripalium era um instrumento feito de três paus aguçados, algumas vezes ainda munidos de pontas de ferro, usado pelos agricultores para bater o trigo, as espigas de milho, o linho, para rasgá-los e esfiapá-los. A maioria dos dicionários, contudo, registra tripalium apenas como instrumento de tortura, o que teria sido originalmente, ou se tornado depois. A tripalium se liga o verbo do latim vulgar tripaliare, que significa justamente torturar.
        Ainda que originalmente o tripalium fosse usado no trabalho do agricultor, no trato do cereal, é do uso desse instrumento como meio de tortura que a palavra trabalho significou por muito tempo – e ainda conota – algo como padecimento e cativeiro. Desse conteúdo semântico de sofrer passou-se ao de esforçar-se, laborar e obrar. O primeiro sentido teria perdurado até o início do século XV; essa evolução de sentido teria ocorrido ao mesmo tempo em outras línguas latinas, como trabajo em espanhol, traballo em catalão, travail em francês e travaglio em italiano.
        No dicionário filosófico você poderá encontrar que o homem trabalha quando põe em atividade suas forças espirituais ou corporais, tendo em mira um fim sério que deve ser realizado ou alcançado. Assim, mesmo que não se produza nada imediatamente visível com o esforço do estudo, o trabalho de ordem intelectual corresponde àquela definição tanto quanto o trabalho corporal, embora seja este que leve a um resultado exteriormente perceptível, a um produto concreto ou a uma mudança de estado ou situação.
        Todo trabalho supõe tendência para um fim e esforço. Para alguns trabalhos, esse esforço será preponderantemente físico; para outros, preponderantemente intelectual. Contudo, parece míope e interesseira essa classificação que divide trabalho intelectual e trabalho corporal. A maioria dos esforços intelectuais se faz acompanhar de esforço corporal; uso minhas mãos e os músculos do braço quando datilografo estas páginas, que vou pensando. E o pedreiro usa sua inteligência ao empilhar com equilíbrio os tijolos sobre o cimento ainda não solidificado.
        O trabalho do homem aparece cada vez mais nítido quanto mais clara for a intenção e a direção de seu esforço. Trabalho, nesse sentido, possui o significado ativo de um esforço afirmado e desejado para a realização de objetivos; até mesmo o objetivo realizado, a obra, passa a ser chamado trabalho. Trabalho é o esforço e também seu resultado: a construção como processo e ação, e o edifício pronto. (Suzana Albornoz. Texto adaptado).
    Assinale a alternativa na qual o vocábulo que pertence à mesma classe gramatical que em “(…) uso minhas mãos e os músculos do braço quando datilografo estas páginas, que vou pensando” [9º parágrafo].
    Escolha uma alternativa para a questão 6cac3a6f-eb
  • 7EC8CDE9-E7

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade do Estado do Amapá · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2009
    Com base no texto e em seus conhecimentos sobre morfossintaxe, analise as proposições abaixo, assinalando a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 7ec8cde9-e7
  • BA5874E6-E5

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
    UFCG · 2009Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO III

    O BARCO DO ABORTO: Médica holandesa que faz campanha a bordo de embarcação agora também navega na internet

    Luiza Vilaméa

    /.../ A médica Rebecca Gomperts tem dois filhos - uma menina de 4 anos e um menino um ano mais novo. Ao contrário do que poderiam imaginar os integrantes de movimentos próvida, a maternidade só aumentou suas convicções como líder de uma rumorosa campanha pela descriminalização do aborto. Há dez anos, ela criou a ONG Women on Waves (WoW), conhecida por atuar em barcos, navegando em águas internacionais, nas imediações de países que proíbem a indução ao aborto. Hoje com 43 anos, decidiu-se pelo projeto depois de trabalhar como médica de bordo de um navio do Greenpeace que navegou pela costa da América do Sul nos anos 1980. Impressionada com relatos de abortos clandestinos feitos na região, lançou-se ao mar com o suporte da legislação da Holanda, que permite a interrupção da gravidez nas primeiras semanas e estabelece como legal em águas internacionais ações permitidas em seu território. Em defesa da causa, ela destaca que em seu país o índice estimado de aborto por ano é de oito para cada mil mulheres entre 15 e 45 anos. "Na América do Sul, onde o procedimento é ilegal, este número sobe para 30", compara. "Abortos inseguros e ilegais são uma das principais causas de mortalidade materna na região." Apesar do interesse de Rebecca pela América do Sul, as ações marítimas da WoW se concentraram até o momento em países europeus com arraigada tradição antiaborto - Irlanda, Polônia, Portugal e Espanha. No site da organização - que tem versões em inglês, holandês, francês, polonês, espanhol e português -, pessoas de todo o mundo podem até obter medicamentos que Rebecca classifica como seguros para interromper uma gravidez nas primeiras semanas. "A legalização é importante, mas o aborto farmacêutico permite que as mulheres retomem a condução da vida em suas próprias mãos, independentemente da disponibilidade ou boa vontade dos médicos", defende Rebecca. Um dos remédios, no entanto, só tem comercialização permitida em 40 países, justamente aqueles que permitem o aborto. Assim como precisa enfrentar a Justiça para continuar a atuar em embarcações, a médica holandesa certamente terá novas batalhas judiciais pela frente, desta vez por causa da distribuição de medicamentos. /.../

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009

    http://www.terra.com.br/istoe/ (Acessado em 05 de setembro de 2004). 
    Assinale os itens cuja oração destacada tem função sintática diferente da oração: “... nas imediações de países que proíbem a indução ao aborto “ (1º parágrafo).

    I - “ ... Greenpeace que navegou pela costa da América do Sul nos anos 1980 (1º parágrafo).
    II - “ ... o suporte da legislação da Holanda, que permite a interrupção da gravidez nas primeiras semanas (1º parágrafo).
    III - ” ... destaca que em seu país o índice estimado de aborto ... “(2º parágrafo).
    IV - "Na América do Sul, onde o procedimento é ilegal, este número... (2º parágrafo ).
    V - “...mas o aborto farmacêutico permite que as mulheres retomem a condução da vida... (3º parágrafo).

    A alternativa correta é:
    Escolha uma alternativa para a questão ba5874e6-e5
  • BE51AE3E-E1

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
    Universidade Católica de Pelotas · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir.


    O MENINO E O INFINITO


    Imagem da questão de Português, da prova de 2009

    Em “... confesso QUE nunca cheguei a me impressionar...” (linhas 12-13), a classe gramatical do termo sublinhado é
    Escolha uma alternativa para a questão be51ae3e-e1