Questões do ENEM: Linguagens e Sintaxe
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1.390 questões encontradas. Mostrando a página 51 de 70.
276CE8F6-F9 A oração destacada no período: Não sei se devo acreditar ou duvidar é uma subordinada adverbial:
2766C188-F9 Português
Análise sintáticaUniversidade Federal do Ceará · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa em que o termo destacado tem a mesma função sintática da palavra grifada em: Reconheci a caligrafia que me disse: estou farto de ti.
27604327-F9 Português
SintaxeUniversidade Federal do Ceará · 2013MédioEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa em que o termo destacado sintaticamente é um predicativo do sujeito.275A1BA8-F9 Português
SintaxeUniversidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa cujo termo destacado é um vocativo.270755C2-F9 Português
SintaxeUniversidade Federal do Ceará · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
ALVES, Rubem. O retorno e eterno: crônicas. Campinas, SP: Papirus, 1992, p. 43-44. Com base no texto 01, responda à questão.
Assinale a alternativa que preenche o espaço pontilhado da frase As cartas são feitas de palavras .........................., o propósito explicito de uma carta é dar noticias, respeitando o sentido da frase do texto nas linhas 16 e 17.
FEC7DE49-F7 Português
SintaxeUniversidade do Estado da Bahia · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos

“É a nossa base cultural, a permear a literatura, a música, o cinema e o teatro, que contém os elementos para desenvolver essas capacidades.” (l. 32-34)
Os vocábulos em negrito formam uma expressão que denota
C6FC0DEF-F6 Português
Análise sintáticaUniversidade Federal do Ceará · 2013MédioEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa em que o paralelismo sintático está corretamente estabelecido, como em “Qual a diferença entre os aprendizados da criança e do adulto quanto à língua?”.
C6F91BB8-F6 Português
Análise sintáticaUniversidade Federal do Ceará · 2013MédioEntre para guardar nos favoritosSobre o enunciado “chegou-se a nós, providencialmente, outro brasileiro”, é correto afirmar que:C6F5FE5E-F6 Português
Orações subordinadas adjetivas: Restritivas, ExplicativasUniversidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritosPá, pá, pá

VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias da vida privada: 101 crônicas escolhidas. 15. ed. Porto Alegre: L&PM, 1995, p. 199-201.
Com base no texto, responda à questão
No texto 2, se o narrador continuasse sua fala a partir do enunciado “São palavras que...” (linhas 27-28), a oração seguinte seria classificada como:
C6F28943-F6 Português
Análise sintáticaUniversidade Federal do Ceará · 2013MédioEntre para guardar nos favoritosO enunciado “Quando não sabia o que dizer, ou sabia mas tinha preguiça, o brasileiro dizia ‘pois é’” apresenta:C6EF7287-F6 Português
Coesão e coerênciaUniversidade Federal do Ceará · 2013Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
Disponível em: http://cienciaemente.blogspot.com.br/2012/07/vale-pena-aprender-umasegunda-lingua.html. Acesso em 28 nov. 2012. Adaptado.
Com base no texto, responda à questão
Assinale a alternativa que apresenta expressão equivalente a “Por que” (texto 1, linha 05).
C6EB90AC-F6 Português
SintaxeUniversidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
Disponível em: http://cienciaemente.blogspot.com.br/2012/07/vale-pena-aprender-umasegunda-lingua.html. Acesso em 28 nov. 2012. Adaptado.
Com base no texto, responda à questão
Assinale a alternativa em que a relação de sentido estabelecida pela locução “Ou seja” (texto 1, linha 08) está corretamente indicada.
C6E8A176-F6 Português
Análise sintáticaUniversidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa em que a relação de sentido entre as orações do enunciado “Mesmo com as dificuldades verificáveis no cotidiano, certamente vale a pena aprender um novo idioma, mesmo depois da adolescência” está corretamente indicada.
C6E5205A-F6 Português
Coesão e coerênciaUniversidade Federal do Ceará · 2013Muito fácilEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa cuja reescrita mantém a mesma relação de sentido presente em “Queria aprender o português depressa, por isto prestava muita atenção em tudo que os outros diziam”.
C6E23A7F-F6 Português
Coesão e coerênciaUniversidade Federal do Ceará · 2013Muito fácilEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa cuja reescrita do enunciado “Mesmo sendo um desafio, aprender uma segunda língua apresenta muitas vantagens” o mantém com o mesmo sentido do texto.
C6DF1EFA-F6 Português
Análise sintáticaUniversidade Federal do Ceará · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
Disponível em: http://cienciaemente.blogspot.com.br/2012/07/vale-pena-aprender-umasegunda-lingua.html. Acesso em 28 nov. 2012. Adaptado.
Com base no texto, responda à questão
Assinale a alternativa em que a expressão (transcrita do texto 1) exerce a mesma função sintática que a destacada em “Os adultos se sobressaem em comparação às crianças em muitas tarefas, mas certamente aprender uma língua não é uma delas”
C6DB9EAC-F6 Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal do Ceará · 2013MédioEntre para guardar nos favoritosPá, pá, pá

VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias da vida privada: 101 crônicas escolhidas. 15. ed. Porto Alegre: L&PM, 1995, p. 199-201.
Com base no texto, responda à questão
Releia o enunciado a seguir (transcrito do texto 2) e a reescrita sugerida:I. “A americana estava há pouco tempo no Brasil. Queria aprender o português depressa, por isto prestava muita atenção em tudo que os outros diziam” (linhas 01-02).II. “A americana estava há pouco tempo no Brasil. Queria aprender o português depressa, por isto prestava muita atenção em tudo que diziam”.Sobre o sujeito de “diziam”, o enunciado II, em relação ao enunciado I:C6D88CDA-F6 Português
Análise sintáticaUniversidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritosNo enunciado “Volta e meia, quando falava com brasileiros, ouvia o ‘pois é’” (texto 2, linhas 03-04), a expressão destacada é classificada como adjunto adverbial de:
CFD65C0A-ED Português
Análise sintáticaFaculdade Cásper Líbero · 2013MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto a seguir e responda à questão:Muitas regras, poucos direitosHá um princípio político que nos leva a acreditar que as lutas políticas caminham necessariamente para a institucionalização de direitos adquiridos. Assim, lutamos para ter direitos reconhecidos pelo ordenamento jurídico. Como resultado desse princípio, cada vez mais a vida social fica institucionalizada e regulada por cláusulas que visam dar voz ao direito dos grupos, até então, profundamente vulneráveis.Esse princípio funcionou para a ampliação de direitos em relação às minorias étnicas, religiosas e sexuais. Ou seja, nestes casos, eram demandas direcionadas ao Estado como ator capaz de garantir a universalização real das condições de liberdade exigidas por seus cidadãos. É inegável que tal processo foi e ainda é importante, mas ele poderia ser radicalizado. No entanto, tal radicalização não passa por um aprofundamento dos mecanismos de institucionalização. Ela passa, ao contrário, por uma profunda desinstitucionalização.Quando alguém levanta tal ideia, alguns acabam por ver nela uma forma insidiosa de liberalismo. Ou seja, tudo se passa como se estivéssemos diante de uma aplicação do velho mantra: quanto menos Estado melhor. Nesse sentido, desinstitucionalizar significaria deixar a sociedade livre para criar formas de vida, fechando os olhos para experiências de opressão e de vulnerabilidade. Dessa forma, liberais radicais defendem, por exemplo, o direito de uma mulher alugar seu útero, procedimento conhecido como “barriga de aluguel”. Eles afirmam que o Estado não deveria intervir no conteúdo do que sujeitos decidem colocar em relações de contrato, especialmente se ele passa pelo corpo próprio.Um contraargumento lembraria que a experiência concreta de alugar o útero é feita, normalmente, por mulheres em extrema pobreza e que praticamente ninguém passa por tal experiência se não estiver em grande vulnerabilidade econômica. Desinstitucionalizar tal “possibilidade de escolha” seria permitir e legitimar a pior de todas as espoliações econômicas.O argumento é válido. Por isso, poderíamos pensar uma versão de políticas de desinstitucionalização distinta de sua versão liberal. Ela passa pelo retraimento das legislações sobre costumes, família e autodeterminação, e pelo fortalecimento da sensibilidade jurídica contra processos de espoliação. Em outras ocasiões, sugeri dois exemplos. Um ligado à desinstitucionalização do casamento.Processo no interior do qual o Estado deixa de legislar sobre a forma do matrimônio, guardando-se para legislar única e exclusivamente sobre as relações econômicas entre casais ou outras formas de “agrupamentos afetivos”. Esta seria uma maneira de radicalizar o princípio de abertura do casamento a modelos não ligados à família heterossexual burguesa. Em vez de ampliar a lei para casos que ela não contemplava (como os homossexuais), deveríamos simplesmente eliminar a lei, conservando apenas os dispositivos ligados a problemas econômicos (pensão, obrigações financeiras) e guarda de filhos.Outro exemplo concerne às legislações sobre porte de signos religiosos, como burcas e véus. Em vez de entrar no guarda-roupa de seus cidadãos e decidir o que eles não devem vestir, o Estado deveria simplesmente garantir a liberdade de ninguém, a partir de certa idade, portar o que não quer (o que leva em conta até mesmo uniformes escolares impostos a adolescentes). Ou seja, no lugar de institucionalizar hábitos, como as vestimentas, por meio do discurso de que há roupas mais opressivas que outras, o Estado simplesmente sai, por exemplo, das discussões surreais sobre o significado de uma burca e contenta-se em garantir um quadro formal de liberdade.Esses processos de desinstitucionalização permitem às sociedades caminharem paulatinamente para um estado de indiferença em relação a questões culturais e de costumes. Pois questões culturais sempre serão espaços de afirmação da multiplicidade de identidades. Mas a política deve, no horizonte, se descolar dessa afirmação. Por mais que isso possa parecer contraintuitivo, a verdadeira política está sempre para além da afirmação das identidades. O que pode soar estranho para alguns, mas parece-me uma proposição necessária. (Vladimir Safatle, Carta Capital n. 768, ano XIX, 2/10/2013, p. 39).Em “Por mais que isso possa parecer contraintuitivo, a verdadeira política está sempre para além da afirmação das identidades”, a expressão “por mais que” tem valor de:9836DC2E-E0 Português
Concordância verbal, Concordância nominalCentro universitário FAG · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritosAssinale, dentro das proposições seguintes, aquela que contraria a norma culta da língua relativa à sintaxe de concordância: