Questões do ENEM: Orações subordinadas adjetivas: Restritivas, Explicativas

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Resultados

31 questões encontradas. Mostrando a página 1 de 2.

  • 1FADF7AC-89

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
    UFU-MG · 2026MédioEntre para guardar nos favoritos
        A Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher (11ª edição) mostra ser três vezes mais comum mulheres fora da força de trabalho sofrerem violência doméstica (12%) do que as brasileiras empregadas (4%). O estudo traz ainda que 66% das mulheres que já sofreram agressões recebem até 2 salários mínimos.

        “Quando cruzamos esses dados socioeconômicos com os indicadores de violência, vemos com mais nitidez como a desigualdade molda o risco e a permanência das mulheres em ciclos de agressão. Isso mostra que a autonomia econômica não é apenas uma condição desejável, mas uma política estratégica de enfrentamento”, ressalta a diretora executiva da Associação Gênero e Número, Vitória Régia da Silva.

         Segundo a líder de Políticas Públicas pelo Fim da Violência Contra Mulheres e Meninas no Instituto Natura, a pesquisa deixa clara a necessidade de implementação de políticas públicas que promovam a independência financeira e qualificação profissional das mulheres.

         “O que precisamos é de políticas integrais, que articulem segurança pública, saúde, assistência, educação e renda, e que ofereçam respostas reais que dialoguem com demandas e vulnerabilidades diversas. Não podemos continuar transferindo para as mulheres a tarefa de superar, sozinhas, estruturas que são coletivas”, disse.


    Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-11/mulher-fora-do-trabalho-tem-3-vezes-mais-chancesde-sofrer-violencia. Acesso em: 28 nov. 2025.


    Assinale a alternativa em que o termo em negrito introduz uma informação que, de acordo com a gramática normativa, restringe e limita o sentido do termo antecedente a que se refere.  
    Escolha uma alternativa para a questão 1fadf7ac-89
  • 1F7B7F0B-76

    Português

    Morfologia - Pronomes
    UEA · 2025DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto de Dan Ariely, traduzido por Ivo Korytowski, para responder à questão.


    O chamado da arte


        Em abril de 2011, o programa de rádio This American Life apresentou uma matéria sobre Dan Weiss, um jovem universitário que trabalhava no Centro John F. Kennedy de Artes Cênicas, em Washington. Sua função era cuidar do estoque das lojas de suvenires do centro, onde uma equipe de 300 voluntários bem-intencionados — em sua maioria, aposentados que adoravam teatro e música — vendia as mercadorias aos visitantes.

        As lojas de suvenires eram administradas como barracas de limonada. Não havia caixas registradoras, apenas caixas de papel onde os voluntários depositavam o dinheiro e de onde pegavam o troco. As lojinhas eram um ótimo negócio, com mais de 400 mil dólares em vendas de mercadorias anualmente. Mas tinham um grande problema: daquela quantia, uns 150 mil dólares desapareciam a cada ano.

        Quando foi promovido a gerente, Dan assumiu a tarefa de capturar o ladrão. Começou a suspeitar de outro jovem funcionário cujo trabalho era levar o dinheiro ao banco. Contratou um detetive para montar uma operação e, numa noite de fevereiro, armaram a cilada. Dan colocou notas marcadas na caixa de papel e partiu. Depois, ele e o detetive se esconderam atrás de umas árvores ali por perto, aguardando pelo suspeito. Quando acabou o expediente e o membro suspeito da equipe foi embora, eles o abordaram e acharam algumas das notas marcadas no seu bolso. Caso encerrado, certo?

        Não exatamente, como se constatou depois. O jovem empregado furtou apenas 60 dólares naquela noite, e, mesmo após sua demissão, o dinheiro e as mercadorias continuaram desaparecendo. O próximo passo de Dan foi criar um sistema de estoque com listas de preços e registros de vendas. Ele orientou os aposentados a anotarem o que era vendido e o que recebiam, e os furtos cessaram. O problema não era um único ladrão, mas a multidão de voluntários idosos, bem-intencionados, amantes das artes que se apropriavam dos produtos e do dinheiro que estavam ali de bobeira.

        A moral dessa história não é nada edificante. Nas palavras de Dan: “Nós vamos nos apropriar de coisas que não nos pertencem se tivermos uma chance. (...) Muitas pessoas precisam de alguma forma de controle para fazerem a coisa certa.”


    (A (honesta) verdade sobre a desonestidade, 2021. Adaptado.)

    “Começou a suspeitar de outro jovem funcionário cujo trabalho era levar o dinheiro ao banco.” (3o parágrafo)


    Suponha que o trecho sublinhado seja substituído por “era destinada a tarefa de levar o dinheiro ao banco”. Para manter a correção gramatical, na nova frase a palavra “cujo” deve ser substituída por:

    Escolha uma alternativa para a questão 1f7b7f0b-76
  • 02CBD5AE-74

    Português

    Morfologia - Pronomes
    UEA · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto de Dan Ariely, traduzido por Ivo Korytowski, para responder à questão.


    O chamado da arte

    Em abril de 2011, o programa de rádio This American Life apresentou uma matéria sobre Dan Weiss, um jovem universitário que trabalhava no Centro John F. Kennedy de Artes Cênicas, em Washington. Sua função era cuidar do estoque das lojas de suvenires do centro, onde uma equipe de 300 voluntários bem-intencionados — em sua maioria, aposentados que adoravam teatro e música — vendia as mercadorias aos visitantes.

    As lojas de suvenires eram administradas como barracas de limonada. Não havia caixas registradoras, apenas caixas de papel onde os voluntários depositavam o dinheiro e de onde pegavam o troco. As lojinhas eram um ótimo negócio, com mais de 400 mil dólares em vendas de mercadorias anualmente. Mas tinham um grande problema: daquela quantia, uns 150 mil dólares desapareciam a cada ano.

    Quando foi promovido a gerente, Dan assumiu a tarefa de capturar o ladrão. Começou a suspeitar de outro jovem funcionário cujo trabalho era levar o dinheiro ao banco. Contratou um detetive para montar uma operação e, numa noite de fevereiro, armaram a cilada. Dan colocou notas marcadas na caixa de papel e partiu. Depois, ele e o detetive se esconderam atrás de umas árvores ali por perto, aguardando pelo suspeito. Quando acabou o expediente e o membro suspeito da equipe foi embora, eles o abordaram e acharam algumas das notas marcadas no seu bolso. Caso encerrado, certo?

    Não exatamente, como se constatou depois. O jovem empregado furtou apenas 60 dólares naquela noite, e, mesmo após sua demissão, o dinheiro e as mercadorias continuaram desaparecendo. O próximo passo de Dan foi criar um sistema de estoque com listas de preços e registros de vendas. Ele orientou os aposentados a anotarem o que era vendido e o que recebiam, e os furtos cessaram. O problema não era um único ladrão, mas a multidão de voluntários idosos, bem-intencionados, amantes das artes que se apropriavam dos produtos e do dinheiro que estavam ali de bobeira.

    A moral dessa história não é nada edificante. Nas palavras de Dan: “Nós vamos nos apropriar de coisas que não nos pertencem se tivermos uma chance. (...) Muitas pessoas precisam de alguma forma de controle para fazerem a coisa certa.”

    (A (honesta) verdade sobre a desonestidade, 2021. Adaptado.)
    “Começou a suspeitar de outro jovem funcionário cujo trabalho era levar o dinheiro ao banco.” (3o parágrafo)


    Suponha que o trecho sublinhado seja substituído por “era destinada a tarefa de levar o dinheiro ao banco”. Para manter a correção gramatical, na nova frase a palavra “cujo” deve ser substituída por:
    Escolha uma alternativa para a questão 02cbd5ae-74
  • D1B3C757-74

    Português

    Morfologia - Pronomes
    UEA · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto de Dan Ariely, traduzido por Ivo Korytowski, para responder à questão.


    O chamado da arte


        Em abril de 2011, o programa de rádio This American Life apresentou uma matéria sobre Dan Weiss, um jovem universitário que trabalhava no Centro John F. Kennedy de Artes Cênicas, em Washington. Sua função era cuidar do estoque das lojas de suvenires do centro, onde uma equipe de 300 voluntários bem-intencionados — em sua maioria, aposentados que adoravam teatro e música — vendia as mercadorias aos visitantes.

        As lojas de suvenires eram administradas como barracas de limonada. Não havia caixas registradoras, apenas caixas de papel onde os voluntários depositavam o dinheiro e de onde pegavam o troco. As lojinhas eram um ótimo negócio, com mais de 400 mil dólares em vendas de mercadorias anualmente. Mas tinham um grande problema: daquela quantia, uns 150 mil dólares desapareciam a cada ano.

        Quando foi promovido a gerente, Dan assumiu a tarefa de capturar o ladrão. Começou a suspeitar de outro jovem funcionário cujo trabalho era levar o dinheiro ao banco. Contratou um detetive para montar uma operação e, numa noite de fevereiro, armaram a cilada. Dan colocou notas marcadas na caixa de papel e partiu. Depois, ele e o detetive se esconderam atrás de umas árvores ali por perto, aguardando pelo suspeito. Quando acabou o expediente e o membro suspeito da equipe foi embora, eles o abordaram e acharam algumas das notas marcadas no seu bolso. Caso encerrado, certo?

        Não exatamente, como se constatou depois. O jovem empregado furtou apenas 60 dólares naquela noite, e, mesmo após sua demissão, o dinheiro e as mercadorias continuaram desaparecendo. O próximo passo de Dan foi criar um sistema de estoque com listas de preços e registros de vendas. Ele orientou os aposentados a anotarem o que era vendido e o que recebiam, e os furtos cessaram. O problema não era um único ladrão, mas a multidão de voluntários idosos, bem-intencionados, amantes das artes que se apropriavam dos produtos e do dinheiro que estavam ali de bobeira.

        A moral dessa história não é nada edificante. Nas palavras de Dan: “Nós vamos nos apropriar de coisas que não nos pertencem se tivermos uma chance. (...) Muitas pessoas precisam de alguma forma de controle para fazerem a coisa certa.”


    (A (honesta) verdade sobre a desonestidade, 2021. Adaptado.)

    “Começou a suspeitar de outro jovem funcionário cujo trabalho era levar o dinheiro ao banco.” (3o parágrafo)



    Suponha que o trecho sublinhado seja substituído por “era destinada a tarefa de levar o dinheiro ao banco”. Para manter a correção gramatical, na nova frase a palavra “cujo” deve ser substituída por:

    Escolha uma alternativa para a questão d1b3c757-74
  • EE22BDDA-7B

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
    UFRGS · 2023Entre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2023

    Imagem da questão de Português, da prova de 2023

    Imagem da questão de Português, da prova de 2023

    Imagem da questão de Português, da prova de 2023


    Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas das linhas 03, 05 e 75, nesta ordem. 
    Escolha uma alternativa para a questão ee22bdda-7b
  • 0258AD2F-03

    Português

    Orações subordinadas adjetivas: Restritivas, Explicativas
    UECE · 2023FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2023

    Captura_de tela 2025-03-19 133117.png (396×329)

    Captura_de tela 2025-03-19 133136.png (398×587)

    Captura_de tela 2025-03-19 133145.png (404×223)


    BRUNO, Elias. Fomo, Fobo e Jomo: conheça as síndromes que podem surgir com o uso excessivo dos aparelhos eletrônicos. Disponível em https://www.segs.com.br/demais/352747-fomofobo-e-jomo-conheca-as-sindromes-que-podem-surgir-com-o-usoexcessivo-dos-aparelhos-eletronicos

    No texto 1, a relação estabelecida no período “Diferente de Fomo e Fobo, o termo Jomo não representa uma síndrome, mas um estilo de vida em contraposição às síndromes citadas” (linhas 51-53) é de
    Escolha uma alternativa para a questão 0258ad2f-03
  • 3E902BE5-75

    Português

    Análise sintática
    UECE · 2021FácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto 1

    Imagem da questão de Português, da prova de 2021

    Disponível em https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/julian-fuks/2021/08/21/

    o-medo-do-silencio-e-o-vicio-da-informacao-desenfreada.htm.

    Acesso em 01 de setembro de 2021. 

    Atente para as orações destacadas nos seguintes trechos:


    Se a notícia é forte, se a conversa é enfática, caminho pela rua dividindo o olhar entre a tela e a calçada” (linhas 10-12);

    “Guardo consciência de que tudo isso não está me preenchendo de nada” (linhas 47-48);

    “Hoje a dor desse homem se converteu num tédio que já não suportamos” (linhas 78-80);

    “Quando o pensamento se emancipa do vício, o passado é vasto” (linhas 102-103).


    As orações acima destacadas são respectivamente classificadas como

    Escolha uma alternativa para a questão 3e902be5-75
  • E305CB40-FF

    Português

    Análise sintática
    UECE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2019

    Imagem da questão de Português, da prova de 2019

    Imagem da questão de Português, da prova de 2019

    O excerto “Em seguida, preste atenção para não deixar luzes acesas em cômodos que não estão sendo utilizados e desligue o computador durante a noite.” (linhas 91-94) é um período composto. Com relação às orações desse período, assinale a afirmação INCORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão e305cb40-ff
  • DF9BAB27-F4

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2019

    No enunciado “A nossa formação histórica está marcada pela eliminação física do ‘outro’ ou por sua escravização, que também é uma forma violenta de negação de sua alteridade”, a oração adjetiva assume a seguinte função discursiva:
    Escolha uma alternativa para a questão df9bab27-f4
  • C6DC7EDC-FD

    Português

    Orações subordinadas adjetivas: Restritivas, Explicativas
    UNICENTRO · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão:

    Viver em cima do muro é prejudicial à saúde
    Élida Ramirez
        Ocre. Sempre me incomodou essa cor. Sabe aquele marrom amarelado? O tal burro fugido? Exato isso! Quando vejo alguém com roupa ocre, tenho maior aflição. Certa feita, entrei em um consultório médico to-di-nho ocre. Paredes, chão, quadros. Tive uma gastura horrorosa. A sensação é que o ocre existe no dilema de não ser amarelo nem marrom. Invejando o viço das outras colorações definidas e nada fazendo para mudar sua tonalidade. Isso explica meu desconforto. O ocre, para mim, ultrapassa o sentido de cor. Ele dá o tom da existência do viver em cima do muro. E conviver com gente assim é um transtorno.
        É fato que a tal “modernidade líquida”, definida por Bauman, favorece o comportamento. Pensemos. Segundo o sociólogo, a globalização trouxe o encurtamento das distâncias, borrando fronteiras. E, ao reconfigurar esses limites geográficos, mudou a concepção de si do sujeito bem como sua relação com as instituições. Muito rapidamente houve um esfacelamento de estruturas rígidas como a família e o estado. Essa mudança do sólido para líquido detonou o processo de individualização generalizado no mundo ocidental reforçando o conceito de que “Nada é para durar” (Bauman). Então, desse jeito dá para ser mutante pleno nesse viver em cima do muro. Nem amarelo ou marrom. Ocre. Por isso, discursos ocos de pessoas com personalidades fluidas ganham espaço. E vão tomando a forma do ambiente, assim como a água. Uma fusão quase nebulosa que embaça o comprometimento.
        Nota-se ainda certo padrão do viver em cima do muro. Como uma receitinha básica. Vejam só: Misture meias palavras em um discurso politicamente correto. Inclua, com ar de respeito, a posição contrária. Cozinhe em banho-maria. Deixe descansar, para sempre, se puder. Se necessário, volte ao fogo brando. Não mexa mais. Sirva morno. Viu? Simples de fazer. Difícil é digerir.
        É porque, na prática, a legião de ocres causa a maior complicação. Quem vive do meio de campo, sem decidir sua cor publicamente, não tem o inconveniente de arcar com as escolhas. Quase nunca se tornará um desafeto. Fará pouco e, muitas vezes, será visto com um sujeito comedido. Quem não escolhe tem mais liberdade para mudar de ideia. Não fica preso ao dito anteriormente. Exatamente porque não disse nada. Não se comprometeu com nada. Apenas proferiu ideias genéricas e inconclusivas estando liberado para transitar por todos os lados, segundo sua necessidade. Ao estar em tudo não estando em nada, seja para evitar responsabilidades, não se expor à crítica ou fugir de polêmicas, o em cima do muro se esconde, sobrecarrega e expõe aqueles que bancam opiniões.
        Portanto, conviver com quem não toma posição, de forma crônica, atrasa a vida. Ao se esquivar de escolher, o indivíduo condena o outro a fazê-lo em seu lugar. Reconheço que, às vezes, a gente leva tempo para se decidir por algo. Todos temos medos que nos impedem de agir. Mas ouso dizer: nunca tomar partido nas situações é covardia. Parece, inclusive, que o viver em cima do muro é mais confortável que a situação do mau-caráter. É que o sacana, ao menos, se define. Embora atue na surdina, sua ação reflete um posicionamento. Já o indefinido, não. Ele vive na toada do alheio. E, curiosamente, também avacalha o próprio percurso por delegar ao outro a sua existência.
        Recorro outra vez a Bauman para esclarecer: “Escapar da incerteza é um ingrediente fundamental presumido, de todas e quaisquer imagens compósitas da felicidade genuína, adequada e total, sempre parece residir em algum lugar à frente”. Por isso, atenção! Viver em cima do muro é prejudicial à sua própria saúde. Facilita a queda e impede novos caminhos. Um deles, o da alegria de poder ser. Talvez seja isso a que Bauman se refere quando trata da fuga da incerteza para alcançar a felicidade genuína. E, pensando bem, desconheço imagem de alegria predominantemente ocre.
        
    Texto adaptado e disponível em: https://www.revistabula.com/16514-viver-em-cima-do-muro-e-prejudicial-a-saude/. Acesso em 14 de ago. 2018.
    Assinale a alternativa correta sobre o reconhecimento de orações em períodos do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão c6dc7edc-fd
  • 6C700308-FF

    Português

    Orações subordinadas adjetivas: Restritivas, Explicativas
    URCA · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Cada pessoaque chegavase impressionava com o nacionalismo exagerado, /embora não o compreendesse.

    Há no fragmento acima, três orações, assim distribuídas: 1. Cada pessoa se impressionava com o nacionalismo exagerado; 2. Que chegava; 3. Embora não o compreendesse. A segunda oração é:



    Escolha uma alternativa para a questão 6c700308-ff
  • EBA510D4-DC

    Português

    Orações subordinadas adjetivas: Restritivas, Explicativas
    Faculdade de Medicina de Marília · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho inicial do livro Corações sujos, de Fernando Morais, para responder à questão.


            A voz rouca e arrastada parecia vir de outro mundo. Eram pontualmente nove horas da manhã do dia 1º de janeiro de 1946 quando ela soou nos alto-falantes dos rádios de todo o Japão. A pronúncia das primeiras sílabas foi suficiente para que 100 milhões de pessoas identificassem quem falava. Era a mesma voz que quatro meses antes se dirigira aos japoneses, pela primeira vez em 5 mil anos de história do país, para anunciar que havia chegado o momento de “suportar o insuportável”: a rendição do Japão às forças aliadas na Segunda Guerra Mundial. Mas agora o dono da voz, Sua Majestade o imperador Hiroíto, tinha revelações ainda mais espantosas a fazer a seus súditos. Embora ele falasse em keigo − uma forma arcaica do idioma, reservada aos Filhos dos Céus e repleta de expressões chinesas que nem todos compreendiam bem −, todos entenderam o que Hiroíto dizia: ao contrário do que os japoneses acreditavam desde tempos imemoriais, ele não era uma divindade. O imperador leu uma declaração de poucas linhas, escrita de próprio punho. Aquela era mais uma imposição dos vencedores da guerra. Entre as exigências feitas pelos Aliados para que ele permanecesse no trono, estava a “Declaração da Condição Humana”. Ou seja, a renúncia pública à divindade, que naquele momento Hiroíto cumpria resignado:

           “Os laços que nos unem a vós, nossos súditos, não são o resultado da mitologia ou de lendas. Não se baseiam jamais no falso conceito de que o imperador é deus ou qualquer outra divindade viva.”

          Petrificados, milhões de japoneses tomaram consciência da verdade que ninguém jamais imaginara ouvir: diferentemente do que lhes fora ensinado nas escolas e nos templos xintoístas, Hiroíto reconhecia que era filho de dois seres humanos, o imperador Taisho e a imperatriz Sadako, e não um descendente de Amaterasu Omikami, a deusa do Sol. Foi como se tivessem jogado sal na ferida que a rendição, ocorrida em agosto do ano anterior, havia aberto na alma dos japoneses. O temido Exército Imperial do Japão, que em inacreditáveis 2600 anos de guerras jamais sofrera uma única derrota, tinha sido aniquilado pelos Aliados. O novo xogum, o chefe supremo de todos os japoneses, agora era um gaijin, um estrangeiro, o general americano Douglas MacArthur, a quem eram obrigados a se referir, respeitosamente, como Maca-san, o “senhor Mac”. Como se não bastasse tamanho padecimento, o Japão descobria que o imperador Hiroíto era apenas um mortal, como qualquer um dos demais 100 milhões de cidadãos japoneses.


    (Corações sujos, 2000.)

    “O temido Exército Imperial do Japão, que em inacreditáveis 2600 anos de guerras jamais sofrera uma única derrota, tinha sido aniquilado pelos Aliados.” (3o parágrafo)

    A oração destacada é uma oração subordinada

    Escolha uma alternativa para a questão eba510d4-dc
  • 3635B088-6E

    Português

    Advérbios
    INSPER · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

                                                      Texto 1


                              Os teus olhos espalham luz divina,

                              a quem a luz do sol em vão se atreve;

                              papoila ou rosa delicada e fina

                              te cobre as faces, que são cor da neve.

                              Os teus cabelos são uns fios d’ouro;

                               teu lindo corpo bálsamo vapora.

                               Ah! não, não fez o céu, gentil pastora,

                               para a glória de amor igual tesouro!

                               Graças, Marília bela,

                                graças à minha estrela!

                                                       (Tomás Antônio Gonzaga, Obras Completas)


                                                    Texto 2


          Jerônimo levantou-se, quase que maquinalmente, e, seguido por Piedade, aproximou-se da grande roda que se formara em torno dos dois mulatos. Aí, de queixo grudado às costas das mãos contra uma cerca de jardim, permaneceu, sem tugir nem mugir, entregue de corpo e alma àquela cantiga sedutora e voluptuosa que o enleava e tolhia, como à robusta gameleira brava o cipó flexível, carinhoso e traiçoeiro.

          E viu a Rita Baiana, que fora trocar o vestido por uma saia, surgir de ombros e braços nus, para dançar. A lua destoldara-se nesse momento, envolvendo-a na sua cama de prata, a cujo refulgir os meneios da mestiça melhor se acentuavam, cheios de uma graça irresistível, simples, primitiva, feita toda de pecado, toda de paraíso, com muito de serpente e muito de mulher.

                                                                       (Aluísio Azevedo, O Cortiço, 1991)

    Observe as passagens do texto:


    – papoila ou rosa delicada e fina / te cobre as faces, que são cor da neve. (Texto 1);

    Ah! não, não fez o céu, gentil pastora, / para a glória de amor igual tesouro! (Texto 1);

    – ... aproximou-se da grande roda que se formara em torno dos dois mulatos. (Texto 2);

    , de queixo grudado às costas das mãos contra uma cerca de jardim... (Texto 2).


    Na organização textual, as informações em destaque expressam, correta e respectivamente, sentido de:

    Escolha uma alternativa para a questão 3635b088-6e
  • 2BC17702-FD

    Português

    Orações subordinadas adjetivas: Restritivas, Explicativas
    Universidade Federal do Ceará · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    MEIRELES, Cecília. Obra poética. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1983, p. 8.


    A questão baseia-se no texto 2 da Língua Portuguesa I. 
    Assinale a alternativa que classifica corretamente a oração presente no verso 08.
    Escolha uma alternativa para a questão 2bc17702-fd
  • B9134884-E2

    Português

    Orações subordinadas adjetivas: Restritivas, Explicativas
    Universidade Católica de Pelotas · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir.



    A oração sublinhada em “A moça viu logo que a primeira providência era dar alimento e agasalho ao guri.” (linhas 36 e 37) é
    Escolha uma alternativa para a questão b9134884-e2
  • 352CFE62-FC

    Português

    Análise sintática
    Universidade Federal do Ceará · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    A oração destacada em: O que me interessa aqui é uma oração __________ cujo termo introdutório tem como função sintática __________.
    Escolha uma alternativa para a questão 352cfe62-fc
  • 1D0226E6-E0

    Português

    Coesão e coerência
    Centro universitário FAG · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2


    Coragem


    “A pior coisa do mundo é a pessoa não ter coragem na vida”. Pincei essa frase do relato de uma moça chamada Florescelia, nascida no Ceará e que passou (e vem passando) poucas e boas: a morte da mãe quando tinha dois anos, uma madrasta cruel, uma gravidez prematura, a perda do único homem que amou, uma vida sem porto fixo, sem emprego fixo, mas com sonhos diversos, que lhe servem de sustentação.
        Ela segue em frente porque tem o combustível que necessitamos para trilhar o longo caminho desde o nascimento até a morte. Coragem.
        Quando eu era pequena, achava que coragem era o sentimento que designava o ímpeto de fazer coisas perigosas, e por perigoso eu entendia, por exemplo, andar de tobogã, aquela rampa alta e ondulada em que a gente descia sentada sobre um saco de algodão ou coisa parecida.
        Por volta dos nove anos, decidi descer o tobogã, mas na hora H, amarelei. Faltou coragem. Assim como faltou também no dia em que meus pais resolveram ir até a Ilha dos Lobos, em Torres, num barco de pescador. No momento de subir no barco, desisti. Foram meu pai, minha mãe, meu irmão, e eu retornei sozinha, caminhando pela praia, até a casa da vó.
        Muita coragem me faltou na infância: até para colar durante as provas eu ficava nervosa.
        Mentir para pai e mãe, nem pensar. Ir de bicicleta até ruas muito distantes de casa, não me atrevia. Travada desse jeito, desconfiava que meu futuro seria bem diferente do das minhas amigas.
        Até que cresci e segui medrosa para andar de helicóptero, escalar vulcões, descer corredeiras d’água. No entanto, aos poucos fui descobrindo que mais importante do que ter coragem para aventuras de fim de semana, era ter coragem para aventuras mais definitivas, como a de mudar o rumo da minha vida se preciso fosse. Enfrentar helicópteros, vulcões, corredeiras e tobogãs exige apenas que tenhamos um bom relacionamento com a adrenalina.
        Coragem, mesmo, é preciso para terminar um relacionamento, trocar de profissão, abandonar um país que não atende nossos anseios, dizer não para propostas lucrativas porém vampirescas, optar por um caminho diferente do da boiada, confiar mais na intuição do que em estatísticas, arriscar-se a decepções para conhecer o que existe do outro lado da vida convencional. E, principalmente, coragem para enfrentar a própria solidão e descobrir o quanto ela fortalece o ser humano.
        Não subi no barco quando criança – e não gosto de barcos até hoje. Vi minha família sair em expedição pelo mar e voltei sozinha pela praia, uma criança ainda, caminhando em meio ao povo, acreditando que era medrosa. Mas o que parecia medo era a coragem me dando as boas vindas, me acompanhando naquele recuo solitário, quando aprendi que toda escolha requer ousadia.
    MEDEIROS, Marta. A graça das coisas. Porto Alegre - RS: L&PM, 2014, p. 90-91.
    Avalie as assertivas abaixo quanto aos elementos de coesão.


    I. Em “um caminho diferente do da boiada” (linhas 22 e 23), o pronome presente na contração “do” retoma a palavra “caminho”.
    II. A retomada não ocorre por meio de processo de pronominalização em “como a de mudar o rumo da minha vida se preciso fosse” (linha 19).
    III. Na linha 4, o pronome “lhe” refere-se a “homem que amou” (linha 3), termo que lhe dá sentido e que esse pronome substitui na oração adjetiva.
    IV. Em “abandonar um país que não atende nossos anseios” (linhas 21 e 22), o pronome “que” tem a função de recuperar um elemento já introduzido no texto.


    Está correto somente o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão 1d0226e6-e0
  • 91E437E3-B1

    Português

    Orações subordinadas adjetivas: Restritivas, Explicativas
    FATEC · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    É boa a notícia para os fãs da natação, vôlei de praia, futebol, hipismo, ginástica rítmica e tiro com arco que buscam ingressos para os Jogos Olímpicos Rio 2016. Entradas para catorze sessões esportivas dessas modalidades, que tinham se esgotado na primeira fase de sorteio de ingressos, estão à venda.

    <http://tinyurl.com/qapfdjt>Acesso em: 12.09.2015. Adaptado.


    A oração subordinada destacada nesse fragmento é

    Escolha uma alternativa para a questão 91e437e3-b1
  • DC8CE1D6-FA

    Português

    Orações subordinadas adjetivas: Restritivas, Explicativas
    Universidade Federal do Ceará · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1996, p. 130-132. 

    O período: “Defende o ninho, onde imagino que a fêmea já tenha posto os ovos”, é composto por uma oração principal e
    Escolha uma alternativa para a questão dc8ce1d6-fa
  • DB7D3A2E-B6

    Português

    Análise sintática
    UFAL · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    FACULTATIVO
    Estatuto dos Funcionários, artigo 240: “O dia 28 de outubro será consagrado ao Servidor Público” (com maiúscula).
    Então é feriado, raciocina o escriturário, que, justamente, tem um “programa” na pauta para essas emergências. Não, responde-lhe o governo, que tem o programa de trabalhar; é consagrado, mas não é feriado. ANDRADE, C.D. Obra completa. São Paulo, SP.: Editora Nova Aguilar, 2002.

    As orações em destaque no texto exercem a mesma função sintática, sendo classificadas como orações subordinadas
    Escolha uma alternativa para a questão db7d3a2e-b6