Questões do ENEM: Linguagens e Orações subordinadas adverbiais: Causal, Comparativa, Consecutiva, Concessiva, Condicional...

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61 questões encontradas. Mostrando a página 3 de 4.

  • 2BAA02DB-FD

    Português

    Orações subordinadas adverbiais: Causal, Comparativa, Consecutiva, Concessiva, Condicional...
    Universidade Federal do Ceará · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    ALVES, Rubem. As cores do crepúsculo. A estética do envelhecer. São Paulo: Papirus, 2014, p. 18-25. 

    A questão baseia-se no texto 1 da Língua Portuguesa I.


    Assinale a alternativa cujo período contém uma oração adverbial temporal
    Escolha uma alternativa para a questão 2baa02db-fd
  • 1A5B7B5A-30

    Português

    Orações subordinadas adverbiais: Causal, Comparativa, Consecutiva, Concessiva, Condicional...
    UNESP · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Para responder a questão, leia a crônica “Anúncio de João Alves”, de Carlos Drummond de Andrade (1902-1987), publicada originalmente em 1954.

         Figura o anúncio em um jornal que o amigo me mandou, e está assim redigido:

         À procura de uma besta. – A partir de 6 de outubro do ano cadente, sumiu-me uma besta vermelho-escura com os seguintes característicos: calçada e ferrada de todos os membros locomotores, um pequeno quisto na base da orelha direita e crina dividida em duas seções em consequência de um golpe, cuja extensão pode alcançar de quatro a seis centímetros, produzido por jumento.

       Essa besta, muito domiciliada nas cercanias deste comércio, é muito mansa e boa de sela, e tudo me induz ao cálculo de que foi roubada, assim que hão sido falhas todas as indagações.

      Quem, pois, apreendê-la em qualquer parte e a fizer entregue aqui ou pelo menos notícia exata ministrar, será razoavelmente remunerado. Itambé do Mato Dentro, 19 de novembro de 1899. (a) João Alves Júnior.

      Cinquenta e cinco anos depois, prezado João Alves Júnior, tua besta vermelho-escura, mesmo que tenha aparecido, já é pó no pó. E tu mesmo, se não estou enganado, repousas suavemente no pequeno cemitério de Itambé. Mas teu anúncio continua um modelo no gênero, se não para ser imitado, ao menos como objeto de admiração literária.

       Reparo antes de tudo na limpeza de tua linguagem. Não escreveste apressada e toscamente, como seria de esperar de tua condição rural. Pressa, não a tiveste, pois o animal desapareceu a 6 de outubro, e só a 19 de novembro recorreste à Cidade de Itabira. Antes, procedeste a indagações. Falharam. Formulaste depois um raciocínio: houve roubo. Só então pegaste da pena, e traçaste um belo e nítido retrato da besta.

       Não disseste que todos os seus cascos estavam ferrados; preferiste dizê-lo “de todos os seus membros locomotores”. Nem esqueceste esse pequeno quisto na orelha e essa divisão da crina em duas seções, que teu zelo naturalista e histórico atribuiu com segurança a um jumento.

       Por ser “muito domiciliada nas cercanias deste comércio”, isto é, do povoado e sua feirinha semanal, inferiste que não teria fugido, mas antes foi roubada. Contudo, não o afirmas em tom peremptório: “tudo me induz a esse cálculo”. Revelas aí a prudência mineira, que não avança (ou não avançava) aquilo que não seja a evidência mesma. É cálculo, raciocínio, operação mental e desapaixonada como qualquer outra, e não denúncia formal.

       Finalmente – deixando de lado outras excelências de tua prosa útil – a declaração final: quem a apreender ou pelo menos “notícia exata ministrar”, será “razoavelmente remunerado”. Não prometes recompensa tentadora; não fazes praça de generosidade ou largueza; acenas com o razoável, com a justa medida das coisas, que deve prevalecer mesmo no caso de bestas perdidas e entregues.

       Já é muito tarde para sairmos à procura de tua besta, meu caro João Alves do Itambé; entretanto essa criação volta a existir, porque soubeste descrevê-la com decoro e propriedade, num dia remoto, e o jornal a guardou e alguém hoje a descobre, e muitos outros são informados da ocorrência. Se lesses os anúncios de objetos e animais perdidos, na imprensa de hoje, ficarias triste. Já não há essa precisão de termos e essa graça no dizer, nem essa moderação nem essa atitude crítica. Não há, sobretudo, esse amor à tarefa bem-feita, que se pode manifestar até mesmo num anúncio de besta sumida.

    (Fala, amendoeira, 2012.)

    “Cinquenta e cinco anos depois, prezado João Alves Júnior, tua besta vermelho-escura, mesmo que tenha aparecido, já é pó no pó.” (2º parágrafo)
    Em relação ao período do qual faz parte, a oração destacada exprime ideia de
    Escolha uma alternativa para a questão 1a5b7b5a-30
  • CE14EE1D-29

    Português

    Orações subordinadas adverbiais: Causal, Comparativa, Consecutiva, Concessiva, Condicional...
    UNESP · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia a fábula “O morcego e as doninhas” do escritor grego Esopo (620 a.C.?-564 a.C.?) para responder à questão.

          Um morcego caiu no chão e foi capturado por uma doninha1 . Como seria morto, rogou à doninha que poupasse sua vida.

          – Não posso soltá-lo – respondeu a doninha –, pois sou, por natureza, inimiga de todos os pássaros.

          – Não sou um pássaro – alegou o morcego. – Sou um rato.

          E assim ele conseguiu escapar.

          Mais tarde, ao cair de novo e ser capturado por outra doninha, ele suplicou a esta que não o devorasse. Como a doninha lhe disse que odiava todos os ratos, ele afirmou que não era um rato, mas um morcego. E de novo conseguiu escapar. Foi assim que, por duas vezes, lhe bastou mudar de nome para ter a vida salva.

    (Fábulas, 2013.)

    1 doninha: pequeno mamífero carnívoro, de corpo longo e esguio e de patas curtas (também conhecido como furão).

    Como seria morto, rogou à doninha que poupasse sua vida.” (1° parágrafo)

    Em relação à oração que a sucede, a oração destacada tem sentido de

    Escolha uma alternativa para a questão ce14ee1d-29
  • 352CFE62-FC

    Português

    Análise sintática
    Universidade Federal do Ceará · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    A oração destacada em: O que me interessa aqui é uma oração __________ cujo termo introdutório tem como função sintática __________.
    Escolha uma alternativa para a questão 352cfe62-fc
  • 349CA96A-B2

    Português

    Orações subordinadas adverbiais: Causal, Comparativa, Consecutiva, Concessiva, Condicional...
    FATEC · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    Construção civil: número de acidentes de trabalho diminui mesmo com aumento de obras

    Roberta Lopes


          A coordenadora de Relações Institucionais do Serviço Social da Indústria da Construção do Rio de Janeiro (Seconci-Rio), Ana Cláudia Gomes, disse hoje que o número de acidentes de trabalho na construção civil permanece estável nos últimos anos, embora o número de construções tenha aumentado. Isso significa que, proporcionalmente, o número de acidentes na construção civil tem caído.

          “Se olharmos as estatísticas de acidentes, elas não consideram que, se antes tínhamos 10 mil obras, hoje temos 100 mil. Se o número de acidentes se manteve, tivemos uma queda proporcional ao número de trabalhadores expostos aos riscos. Não comemoramos essa queda, porque nós continuamos a perseguir o ideal do acidente zero”, afirmou. (...)

    <http://tinyurl.com/n6o7zo8>Acesso em: 17.04.2015. Adaptado.

    As orações subordinadas destacadas nesse fragmento classificam-se, respectivamente, em
    Escolha uma alternativa para a questão 349ca96a-b2
  • DB7D3A2E-B6

    Português

    Análise sintática
    UFAL · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    FACULTATIVO
    Estatuto dos Funcionários, artigo 240: “O dia 28 de outubro será consagrado ao Servidor Público” (com maiúscula).
    Então é feriado, raciocina o escriturário, que, justamente, tem um “programa” na pauta para essas emergências. Não, responde-lhe o governo, que tem o programa de trabalhar; é consagrado, mas não é feriado. ANDRADE, C.D. Obra completa. São Paulo, SP.: Editora Nova Aguilar, 2002.

    As orações em destaque no texto exercem a mesma função sintática, sendo classificadas como orações subordinadas
    Escolha uma alternativa para a questão db7d3a2e-b6
  • FB52D8CA-3B

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    USP · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

                          Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    Considerada no contexto, a palavra sublinhada no trecho “mal seus olhos descobriram entre os utensílios a enxada” (L. 17-18) expressa ideia de
    Escolha uma alternativa para a questão fb52d8ca-3b
  • A1096777-D6

    Português

    Orações coordenadas sindéticas: Aditivas, Adversativas, Alternativas, Conclusivas...
    UNESP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    A questão toma por base uma passagem de um romance de Autran Dourado (1926- 2012).

                                  A gente Honório Cota

                Quando o coronel João Capistrano Honório Cota mandou erguer o sobrado, tinha pouco mais de trinta anos. Mas já era homem sério de velho, reservado, cumpridor. Cuidava muito dos trajes, da sua aparência medida. O jaquetão de casimira inglesa, o colete de linho atravessado pela grossa corrente de ouro do relógio; a calça é que era como a de todos na cidade - de brim, a não ser em certas ocasiões (batizado, morte, casamento - então era parelho mesmo, por igual), mas sempre muito bem passada, o vinco perfeito. Dava gosto ver:
                O passo vagaroso de quem não tem pressa - o mundo podia esperar por ele, o peito magro estufado, os gestos lentos, a voz pausada e grave, descia a rua da Igreja cumprimentando cerimoniosamente, nobremente, os que por ele passavam ou os que chegavam na janela muitas vezes só para vê-lo passar.
                Desde longe a gente adivinhava ele vindo: alto, magro, descarnado, como uma ave pernalta de grande porte. Sendo assim tão descomunal, podia ser desajeitado: não era, dava sempre a impressão de uma grande e ponderada figura. Não jogava as pernas para os lados nem as trazia abertas, esticava-as feito medisse os passos, quebrando os joelhos em reto.
                Quando montado, indo para a sua Fazenda da Pedra Menina, no cavalo branco ajaezado de couro trabalhado e prata, aí então sim era a grande, imponente figura, que enchia as vistas. Parecia um daqueles cavaleiros antigos, fugidos do Amadis de Gaula ou do Palmeirim, quando iam para a guerra armados cavaleiros.

                                                                                                                                  (Ópera dos mortos, 1970.)

    No início do segundo parágrafo, por ter na frase a mesma função sintática que o vocábulo “vagaroso” com relação a “passo”, a oração “de quem não tem pressa” é considerada
    Escolha uma alternativa para a questão a1096777-d6
  • 276CE8F6-F9

    Português

    Orações subordinadas adverbiais: Causal, Comparativa, Consecutiva, Concessiva, Condicional...
    Universidade Federal do Ceará · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A oração destacada no período: Não sei se devo acreditar ou duvidar é uma subordinada adverbial:
    Escolha uma alternativa para a questão 276ce8f6-f9
  • C6F5FE5E-F6

    Português

    Orações subordinadas adjetivas: Restritivas, Explicativas
    Universidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos


    Pá, pá, pá



    Imagem da questão de Português, da prova de 2013


    VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias da vida privada: 101 crônicas escolhidas. 15. ed. Porto Alegre: L&PM, 1995, p. 199-201. 



    Com base no texto, responda à questão

    No texto 2, se o narrador continuasse sua fala a partir do enunciado “São palavras que...” (linhas 27-28), a oração seguinte seria classificada como: 
    Escolha uma alternativa para a questão c6f5fe5e-f6
  • A5C11EEF-E0

    Português

    Orações subordinadas adverbiais: Causal, Comparativa, Consecutiva, Concessiva, Condicional...
    Faculdade Adventista da Bahia · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
    História de um nome


    No capítulo dos nomes difíceis têm acontecido coisas das mais pitorescas. Ou é um camarada chamado Mimoso, que tem físico de mastodonte, ou é um sujeito fraquinho e insignificante chamado Hércules. Os nomes difíceis, principalmente os nomes tirados de adjetivos condizentes com seus portadores, são raríssimos, e é por isso que minha avó a paterna - dizia:

    - Gente honesta, se for homem deve ser José, se for mulher, deve ser Maria!

    É verdade que Vovó não tinha nada contra os joões, paulos, mários, odetes e - vá lá - fidélis. A sua implicância era, sobretudo, com nomes inventados, comemorativos de um acontecimento qualquer, como era o caso, muito citado por ela, de uma tal Dona Holofotina, batizada no dia em que inauguraram a luz elétrica na rua em que a família morava.

    Acrescente-se também que Vovó não mantinha relações com pessoas de nomes tirados metade da mãe e metade do pai. Jamais perdoou a um velho amigo seu - o "Seu" Wagner - porque se casara com uma senhora chamada Emília, muito respeitável, aliás, mas que tivera o mau-gosto de convencer o marido de batizar o primeiro filho com o nome leguminoso de Wagem - "wag" de Wagner e "em" de Emília. É verdade que a vagem comum, crua ou ensopada, será sempre com "v", enquanto o filho de "Seu" Wagner herdara o "w" do pai.

    Mas isso não tinha nenhuma importância: a consoante não era um detalhe bastante forte para impedir o risinho gozador de todos aqueles que eram apresentados ao menino Wagem. Mas deixemos de lado as birras de minha avó - velhinha que Deus tenha, em Sua santa glória - e passemos ao estranho caso da família Veiga, que morava pertinho de nossa casa, em tempos idos.

    "Seu" Veiga, amante de boa leitura e cuja cachaça era colecionar livros, embora colecionasse também filhos, talvez com a mesma paixão, levou sua mania ao extremo de batizar os rebentos com nomes que tivessem relação com livros. Assim, o mais velho chamou-se Prefácio da Veiga; o segundo, Prólogo; o terceiro, Índice e, sucessivamente, foram nascendo o Tomo, o Capítulo e, por fim, Epílogo da Veiga, caçula do casal.

    Lembro-me bem dos filhos de "Seu" Veiga, todos excelentes rapazes, principalmente o Capítulo, sujeito prendado na confecção de balões e papagaios. Até hoje (é verdade que não me tenho dedicado muito na busca) não encontrei ninguém que fizesse um papagaio tão bem quanto Capítulo. Nem balões. Tomo era um bom extrema-direita e Prefácio pegou o vício do pai - vivia comprando livros. Era, aliás, o filho querido de "Seu" Veiga, pai extremoso, que não admitia piadas. Não tinha o menor senso de humor. Certa vez ficou mesmo de relações estremecidas com meu pai, por causa de uma brincadeira. "Seu" Veiga ia passando pela nossa porta, levando a família para o banho de mar. Iam todos armados de barracas de praia, toalhas etc. Papai estava na janela e, ao saudá-lo, fez a graça:

    - Vai levar a biblioteca para o banho? "Seu" Veiga ficou queimado durante muito tempo. 

    Dona Odete - por alcunha "A Estante" - mãe dos meninos, sofria o desgosto de ter tantos filhos homens e não ter uma menina "para me fazer companhia" - como costumava dizer. Acreditava, inclusive, que aquilo era castigo de Deus, por causa da ideia do marido de botar aqueles nomes nos garotos. Por isso, fez uma promessa: se ainda tivesse uma menina, havia de chamá-la Maria. 

    As esperanças já estavam quase perdidas. Epílogozinho já tinha oito anos, quando a vontade de Dona Odete tornou-se uma bela realidade, pesando cinco quilos e mamando uma enormidade. Os vizinhos comentaram que "Seu" Veiga não gostou, ainda que se conformasse, com a vinda de mais um herdeiro, só porque já lhe faltavam palavras relacionadas a livros para denominar a criança.

    Só meses depois, na hora do batizado, o pai foi informado da antiga promessa. Ficou furioso com a mulher, esbravejou, bufou, mas - bom católico - acabou concordando em parte. E assim, em vez de receber somente o nome suave de Maria, a garotinha foi registrada, no livro da paróquia, após a cerimônia batismal, como Errata Maria da Veiga.
    Estava cumprida a promessa de Dona Odete, estava de pé a mania de "Seu" Veiga.
    (disponível em http://www.releituras.com/spontepreta_nome.asp acesso em 30/08/2012). 
    No período ―Os vizinhos comentaram que "Seu" Veiga não gostou, ainda que se conformasse, com a vinda de mais um herdeiro, só porque já lhe faltavam palavras relacionadas a livros para denominar a criança‖, a oração em destaque pode ser classificada como:
    Escolha uma alternativa para a questão a5c11eef-e0
  • 469AFEA2-26

    Português

    Orações subordinadas adverbiais: Causal, Comparativa, Consecutiva, Concessiva, Condicional...
    IF-SP · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
                                 Imagem 070.jpg

    Assinale a alternativa em que o trecho destacado apresenta uma oração subordinada adverbial de finalidade.
    Escolha uma alternativa para a questão 469afea2-26
  • 06B54C9E-64

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    UNEAL · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    O texto a seguir é referência para as questões.

                           O Brasil nunca sofrerá um grande terremoto?

                Não dá para descartar uma megatragédia desse tipo, mas
    a possibilidade é muito pequena. Pelo menos enquanto a gente
    estiver vivo. “Já devem ter ocorridos grandes terremotos no
    Brasil há centenas de milhões de anos. Mas, nos dados
    sismológicos coletados desde o século 18, não há registro de
    tremor forte em nosso território”, afirma o geólogo João Carlos
    Dourado, especialista em sismologia da UNESP de Rio Claro (SP).
    A certeza de que o Brasil era uma terra abençoada por Deus e
    imune de terremotos, porém, foi abalada no início de
    dezembro, quando um tremor de 4,9 graus na escala Richter no
    vilarejo de Caraíbas (MG) causou a primeira morte no país. De
    fato, o Brasil tem pelo menos 48 falhas pequenas sob sua crosta
    – uma delas teria causado o chacoalhão fatal.
                Mas a imagem de um país remendado não é para assustar.
    Primeiro, porque o Brasil fica no meio de uma placa tectônica, a
    Sul-Americana, longe das instáveis regiões de contato entre
    placas. Segundo, porque as fraturas daqui geram no máximo
    terremotos médios como o de Caraíbas. Mesmo que um abalo
    atinja uma cidade grande, provavelmente os efeitos não serão
    devastadores. “As casas do vilarejo desabaram por serem
    construções muito simples, sem suporte estrutural. Em áreas
    urbanas, as estruturas são reforçadas e mais resistentes a
    tremores dessa intensidade”, diz João Carlos.

    RATIER, Rodrigo. Superinteressante,
    São Paulo, n. 248, p. 42, jan. 2008 (Fragmento
    ).
    No trecho “Segundo, porque as fraturas daqui geram no máximo terremotos médios como o de Caraíbas. Mesmo que um abalo atinja uma cidade grande, provavelmente os efeitos não serão devastadores”, foram destacadas conjunções.
    Considerando-se o valor semântico representado por elas, bem como a classificação das orações que encabeçam, em qual opção abaixo há um erro de análise?

    Escolha uma alternativa para a questão 06b54c9e-64
  • F0ACAB88-F8

    Português

    Orações subordinadas adverbiais: Causal, Comparativa, Consecutiva, Concessiva, Condicional...
    Universidade Federal do Ceará · 2012Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    A oração destacada no período: Elas se tornam incapazes de reclamar se lhes pisam na cabeça é uma subordinada adverbial:
    Escolha uma alternativa para a questão f0acab88-f8
  • 5E96826B-E1

    Português

    Orações subordinadas adverbiais: Causal, Comparativa, Consecutiva, Concessiva, Condicional...
    Universidade Católica de Pelotas · 2012Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir.

    Imagem da questão de Português, da prova de 2012

    A oração “... se fosse limpo de coração;” (linhas 20- 21 ) pode ser classificada sintaticamente como
    Escolha uma alternativa para a questão 5e96826b-e1
  • 711CD1A9-F8

    Português

    Orações subordinadas adjetivas: Restritivas, Explicativas
    Universidade Federal do Ceará · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    No período: Era uma vez um povo que morava numa montanha, onde havia quedas d’água, as duas orações sublinhadas classificam-se, respectivamente, como:
    Escolha uma alternativa para a questão 711cd1a9-f8
  • 3D34D068-12

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 036.jpg



    Considere as seguintes afirmações sobre os quatro períodos que compõem o texto:


    I. Tendo em vista as relações de sentido constituídas no texto, o primeiro período estabelece uma causa cuja consequência aparece no segundo período.


    II. O uso de orações subordinadas, tal como ocorre no terceiro período, é muito comum em textos dissertativos.


    III. Por formarem um parágrafo tipicamente dissertativo, os quatro períodos se organizam em uma sequência constituída de introdução, desenvolvimento e conclusão.


    IV. O procedimento argumentativo do texto é dedutivo, isto é, vai do geral para o particular.


    Está correto apenas o que se afirma em

    Escolha uma alternativa para a questão 3d34d068-12
  • 799FC385-E1

    Português

    Interpretação de Textos
    FATEC · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos

                                Modo de aferventar a couve-flor

    É indispensável, qualquer que seja o fim a que se destine a couve-flor, prepará-la, antes, da seguinte forma: depois de tirar suas folhas, lave-a, deixando por algum tempo num molho de água e vinagre, para largar qualquer bichinho que possa ter. Lave a couve-flor outra vez, antes de ir para a caçarola, a fim de sair bem o gosto do vinagre. Ela pode ser aferventada inteira ou em pedaços. Se for em pedaços, faz-se da seguinte maneira: corta-se a couve-flor em diversos ramos e põe-se numa caçarola com água salgada a ferver em quantidade tal que os pedaços fiquem completamente cobertos de água para não escurecerem.

    Se for em pedaços, faz-se da seguinte maneira: corta-se a couve-flor em diversos ramos e põe-se numa caçarola com água salgada a ferver em quantidade tal que os pedaços fiquem completamente cobertos de água para não escurecerem.

    A primeira oração do trecho – Se for em pedaços, faz-se da seguinte maneira... – sinaliza a presença de

    Escolha uma alternativa para a questão 799fc385-e1
  • 799BBE36-E1

    Português

    Orações subordinadas adverbiais: Causal, Comparativa, Consecutiva, Concessiva, Condicional...
    FATEC · 2010Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

                                Modo de aferventar a couve-flor

    É indispensável, qualquer que seja o fim a que se destine a couve-flor, prepará-la, antes, da seguinte forma: depois de tirar suas folhas, lave-a, deixando por algum tempo num molho de água e vinagre, para largar qualquer bichinho que possa ter. Lave a couve-flor outra vez, antes de ir para a caçarola, a fim de sair bem o gosto do vinagre. Ela pode ser aferventada inteira ou em pedaços. Se for em pedaços, faz-se da seguinte maneira: corta-se a couve-flor em diversos ramos e põe-se numa caçarola com água salgada a ferver em quantidade tal que os pedaços fiquem completamente cobertos de água para não escurecerem.

    Se for em pedaços, faz-se da seguinte maneira: corta-se a couve-flor em diversos ramos e põe-se numa caçarola com água salgada a ferver em quantidade tal que os pedaços fiquem completamente cobertos de água para não escurecerem.

    A oração – ...para não escurecerem... – indica uma

    Escolha uma alternativa para a questão 799bbe36-e1
  • E16DD92B-F6

    Português

    Orações subordinadas adjetivas: Restritivas, Explicativas
    Universidade Federal do Ceará · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos
    As orações do trecho: ... para gerar tudo aquilo de que necessita classificam-se respectivamente como:
    Escolha uma alternativa para a questão e16dd92b-f6