Questões do ENEM: Linguagens e Morfologia - Pronomes

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357 questões encontradas. Mostrando a página 17 de 18.

  • 9E0B8858-B6

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado do Amapá · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO I

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    Analise as proposições que compõe a questão e, posteriormente, assinale a alternativa que contém a opção correta. 

    I- O o que aparece em ...o que fazia a serpente... (L.10) tem o valor de um pronome demonstrativo.

    II- Por anteceder a um verbo, o vocábulo a apresenta equivalência morfológica nas três situações seguintes: a evitem (L.18), a competirem (L.26), a cobiçar (L.31).

    III- Em ...pinta aquele incômodo persistente...(L.30/31), o vocábulo em destaque é marca predominante da linguagem informal.

    IV- Em Essa simples história retrata com clareza um sentimento conhecido por todos nós: a inveja. (L.13/14), os termos em negrito designam uma expressão que faz menção à palavra história. 
    Escolha uma alternativa para a questão 9e0b8858-b6
  • 7B7FD2C8-B6

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto 2 a seguir para responder a questão.

    TEXTO 2

    Polivalência: do mito... para a realidade

       A modernidade, ao flexibilizar a divisão de tarefas no interior dos processos produtivos, estaria cumprindo com o papel de substituir o desqualificado e descomprometido “apertador de parafusos” por um funcionário que pensa e molda seu próprio emprego, à medida em que é chamado a experimentar novos métodos de trabalho capazes de garantir ao mesmo tempo a sua realização pessoal e o crescimento da empresa. Desta forma, graças à polivalência, o ser humano estaria deixando de ser um mero apêndice das máquinas para reencontrar no trabalho o caminho de sua própria humanização.  
         Mas será que é isso mesmo? Com a polivalência, o capital estaria mesmo abrindo mão da crescente submissão do homem à máquina que, aliás, é um dos elementos que lhe garantem a progressiva exploração da força de trabalho? A polivalência que tem sua origem na flexibilização e na automação dos processos produtivos estaria gerando uma maior qualificação do trabalhador coletivo? 
        O novo trabalhador, a ser moldado de acordo com as necessidades dos sistemas informatizados, teria que ser jovem, polivalente, sem tradição de luta, com estudos que lhe fornecessem conhecimentos gerais mais amplos (o segundo grau, por exemplo) ou, no limite, as noções técnicas básicas que podem ser assimiladas através dos cursos de SENAI. 
          Ou seja, o perfil da grande maioria dos trabalhadores, que do final da década de 80 até os nossos dias começam a compor o quadro de funcionários das grandes empresas, tem como traços fundamentais a ausência de uma militância política e de uma qualificação efetiva, ao lado de uma bagagem de conhecimentos que serve apenas para proporcionar-lhes uma leitura rápida e segura das informações que aparecem nos sistemas de controle dos equipamentos automatizados e para garantir uma rápida operacionalização das ordens recebidas.
          Se tivermos que descrever em poucas palavras o perfil de um trabalhador polivalente, diríamos que ele não passa de um “pau pra toda obra” que, diante do aumento do desemprego e da ameaça constante que isso traz à manutenção de suas condições de vida, percebe uma sensação de alívio ao aderir, ora ativa ora passivamente, aos objetivos e aos limites impostos pela lógica das mudanças no interior do sistema capitalista. Lógica que tem na polivalência e na flexibilização dos processos de trabalho dois importantes instrumentos para ocultar a continuidade histórica da necessidade da classe dominante ir adequando a organização do trabalho às exigências da acumulação do capital e para apagar nas classes trabalhadoras a memória coletiva de sua tradição de lutas e, com ela, a necessidade de construir uma nova ordem social.
    (GENNARI, Emílio. Automação, Terceirização e Programas de Qualidade Total: os fatos e a lógica das mudanças nos processos de trabalho. São Paulo: CPV, 1997. Adaptado)  
    Com relação ao sentido e às estruturas linguísticas do texto, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 7b7fd2c8-b6
  • 4E1DB368-B6

    Português

    Coesão e coerência
    UECE · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    Marque a opção em que o elemento aquele remete para a memória do leitor, além de apontar para informações que vêm posteriormente no texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 4e1db368-b6
  • 3329C76B-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1
    Felicidade clandestina

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010
    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    (Clarice Lispector. Clarice na cabeceira. p. 185-188. Adaptação.)

    Considere o emprego do pronome “este”, na seguinte passagem do texto: “Voltou-se para a filha e com enorme surpresa exclamou: mas este livro nunca saiu daqui de casa e você nem quis ler!” (linhas 69-72).

    I - O pronome “este”, que compõe a expressão referencial “este livro”, indica que o objeto, como ensina a gramática normativa, está, no texto, próximo do sujeito que fala.
    II - O pronome “este”, na expressão referencial “este livro”, indica um referente que, de forma repentina, se torna claro para o falante.
    III - O emprego do pronome “este”, na expressão em destaque, tem a função textual de pôr em relevo o referente.

    Está correto o que se diz
    Escolha uma alternativa para a questão 3329c76b-b5
  • C3D46406-B5

    Português

    Coesão e coerência
    UESPI · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 1 

    O que é escrita?

    Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).


    Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.


    Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).


    Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.


    Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.


    Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.


    (Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)

    Observe o seguinte fragmento: “Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos”. Nesse fragmento, o pronome sublinhado:


    1) é adequado a um texto de nível formal.

    2) funciona como um elemento de coesão.

    3) retoma toda a afirmação anterior.

    4) poderia também estar no plural.


    Estão corretas: 

    Escolha uma alternativa para a questão c3d46406-b5
  • 91DCFA3D-B3

    Português

    Morfologia - Pronomes
    FUVEST · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão

    Belo Horizonte, 28 de julho de 1942.

        Meu caro Mário,
        Estou te escrevendo rapidamente, se bem que haja muitíssima coisa que eu quero te falar (a respeito da Conferência, que acabei de ler agora). Vem-me uma vontade imensa de desabafar com você tudo o que ela me fez sentir. Mas é longo, não tenho o direito de tomar seu tempo e te chatear.

    Fernando Sabino. 
    Neste trecho de uma carta de Fernando Sabino a Mário de Andrade, o emprego de linguagem informal é bem evidente em
    Escolha uma alternativa para a questão 91dcfa3d-b3
  • F5C2A9B9-B0

    Português

    Morfologia - Pronomes
    UEL · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto III e responda a questão. 

    Texto III

        Bom-Crioulo não pensou em dormir, cheio, como estava, de ódio e desespero. Ecoavam-lhe ainda no ouvido, como um dobre fúnebre, aquelas palavras de uma veracidade brutal, e de uma rudez pungente: “Dizem até que está amigado!”

        Amigado, o Aleixo! Amigado, ele que era todo seu, que lhe pertencia como o seu próprio coração: ele, que nunca lhe falara em mulheres, que dantes era tão ingênuo, tão dedicado, tão bom!... Amigar-se, viver com uma mulher, sentir o contacto de outro corpo que não o seu, deixar-se beijar, morder, nas ânsias do gozo, por outra pessoa que não ele, Bom-Crioulo!...

        Agora é que tinha um desejo enorme, uma sofreguidão louca de vê-lo, rendido, a seus pés, como um animalzinho; agora é que lhe renasciam ímpetos vorazes de novilho solto, incongruências de macho em cio, nostalgias de libertino fogoso... As palavras de Herculano (aquela história do grumete com uma rapariga) tinham-lhe despertado o sangue, fora como uma espécie de urtiga brava arranhando-lhe a pele, excitando-o, enfurecendo-o de desejo. Agora sim, fazia questão! E não era somente questão de possuir o grumete, de gozá-lo como outrora, lá cima, no quartinho da Rua da Misericórdia: - era questão de gozá-lo, maltratando-o, vendo-o sofrer, ouvindo-o gemer... Não, não era somente o gozo comum, a sensação ordinária, o que ele queria depois das palavras de Herculano: era o prazer brutal, doloroso, fora de todas as leis, de todas as normas... E havia de tê-lo, custasse o que custasse!
       Decididamente ia realizar o seu plano de fuga essa noite, ia desertar pelo mundo à procura de Aleixo.
       Inquieto, sobreexcitado, nervoso, pôs-se a meditar. O grumete aparecia-lhe com uma feição nova, transfigurado pelos excessos do amor, degenerado, sem aquele arzinho bisonho que todos lhe admiravam, o rosto áspero, crivado de espinhas, magro, sem cor, sem sangue nos lábios... Pudera! Um homem não resiste, quanto mais uma criança! Aleixo devia de estar muito acabado; via-o nos braços da amante, da tal rapariga - ele novo, ela mocinha, na flor dos vinte anos -, via-o rolar em espasmos luxuriosos, grudado à mulher, sobre uma cama fresca e alva - rolar e cair extenuado, crucificado, morto de fraqueza... Depois a rapariga debruçava-se sobre ele, juntava boca à boca num grande beijo de reconhecimento. E no dia seguinte, na noite seguinte, a mesma cousa. 

    (CAMINHA, Adolfo. Bom-Crioulo. São Paulo: Ediouro, s/d. p. 73-74.)
    Observe as formas “excitando-o” e “maltratando-o”, presentes no 3º parágrafo. Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão f5c2a9b9-b0
  • 8916B79F-AF

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    PUC - Campinas · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, considere o texto abaixo. Constitui o início do conto “AA”, de Rubem Fonseca.

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010
    A alternativa que apresenta afirmação correta é:
    Escolha uma alternativa para a questão 8916b79f-af
  • 04929C6C-8D

    Português

    Colocação Pronominal
    UNESP · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão  toma por base um fragmento do livro Comunicação e folclore, de Luiz Beltrão (1918-1986).

                                                              O Bumba-Meu-Boi

    Entre os autos populares conhecidos e praticados no Brasil – pastoril, fandango, chegança, reisado, congada, etc. – aquele em que melhor o povo exprime a sua crítica, aquele que tem maior conteúdo jornalístico, é, realmente, o bumba-meu-boi, ou simplesmente boi.
    Para Renato Almeida, é o “bailado mais notável do Brasil, o folguedo brasileiro de maior significação estética e social”. Luís da Câmara Cascudo, por seu turno, observou a sua superioridade porque “enquanto os outros autos cristalizaram, imóveis, no elenco de outrora, o bumba-meu-boi é sempre atual, incluindo soluções modernas, figuras de agora, vocabulário, sensação, percepção contemporânea. Na época da escravidão mostrava os vaqueiros escravos vencendo pela inteligência, astúcia e cinismo. Chibateava a cupidez, a materialidade, o sensualismo de doutores, padres, delegados, fazendo-os cantar versinhos que eram confissões estertóricas. O capitão-do-mato, preador de escravos, assombro dos moleques, faz-sono dos negrinhos, vai ‘caçar’ os negros que fugiram, depois da morte do Boi, e em vez de trazê-los é trazido amarrado, humilhado, tremendo de medo. O valentão mestiço, capoeira, apanha pancada e é mais mofino que todos os mofinos. Imaginem a alegria negra, vendo e ouvindo essa sublimação aberta, franca, na porta da casa-grande de engenho ou no terreiro da fazenda, nos pátios das vilas, diante do adro da igreja! A figura dos padres, os padres do interior, vinha arrastada com a violência de um ajuste de contas. O doutor, o curioso, metido a entender de tudo, o delegado autoritário, valente com a patrulha e covarde sem ela, toda a galeria perpassa, expondo suas mazelas, vícios, manias, cacoetes, olhada por uma assistência onde estavam muitas vítimas dos personagens reais, ali subalternizados pela virulência do desabafo”.
    Como algumas outras manifestações folclóricas, o bumbameu-boi utiliza uma forma antiga, tradicional; entretanto, fá-la revestir-se de novos aspectos, atualiza o entrecho, recompõe a trama. Daí “o interesse do tipo solidário que desperta nas camadas populares”, como o assinala Édison Carneiro. Interesse que só pode manter-se porque o que no auto se apresenta não reflete apenas situações do passado, “mas porque têm importância para o futuro”. Com efeito, tendo por tema central a morte e a ressurreição do boi, “cerca-se de episódios acessórios, não essenciais, muito desligados da ação principal, que variam de região para região... em cada lugar, novos personagens são enxertados, aparentemente sem outro objetivo senão o de prolongar e variar a brincadeira”. Contudo, dentre esses personagens, os que representam as classes superiores são caricaturados, cobrindo-se de ridículo, o que torna “o folguedo, em si mesmo, uma reivindicação”.

    Sílvio Romero recolheu os versos de um bumba-meu-boi, através dos quais se constata a intenção caricaturesca nos personagens do folguedo. Como o Padre, que recita:
                                     
                                      Não sou padre, não sou nada
                                      “Quem me ver estar dançando
                                      Não julgue que estou louco;
                                      Secular sou como os outros”.

    Ou como o Capitão-do-Mato que, dando com o negro Fidélis, vai prendê-lo:
                                     
                                     “CAPITÃO – Eu te atiro, negro
                                                          Eu te amarro, ladrão,
                                                          Eu te acabo, cão.”

    Mas, ao contrário, quem vai sobre o Capitão e o amarra é o Fidélis:

                                         “CORO – Capitão de campo
                                                         Veja que o mundo virou
                                                         Foi ao mato pegar negro
                                                         Mas o negro lhe amarrou.

                                      CAPITÃO – Sou valente afamado
                                                         Como eu não pode haver;
                                                         Qualquer susto que me fazem
                                                         Logo me ponho a correr”.

    (Luiz Beltrão. Comunicação e folclore. São Paulo: Edições Melhoramentos, 1971.)
    Quem me ver estar dançando. – Mas o negro lhe amarrou.

    Nos dois versos acima, do exemplo de estrofes de um bumba-meu-boi recolhidas por Sívio Romero, as formas ver e lhe caracterizam um uso popular. Se se tratasse de um discurso obediente à construção formal em Língua Portuguesa, tais formas seriam substituídas, respectivamente, por:
    Escolha uma alternativa para a questão 04929c6c-8d
  • ADCBB2F8-6D

    Português

    Morfologia - Pronomes
    UFT · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder às questões 04 e 05.

    Imagem 004.jpg
    Imagem 003.jpg

    Considere as seguintes afirmações acerca do uso dos pronomes na variedade padrão e em outras variedades do português brasileiro:

    I. Em =Se quiser, eu posso lhe levar em casa‘, o pronome lhe, principalmente na língua falada, não se refere a ele ou ela, mas sim a você. A mesma lógica pode ser aplicada ao uso que o escrevente fez ao escrever 'amo-lhe‘.

    II. O uso dos pronomes na sentença 'Eu te vi ontem na rua, te chamei, mas você não escutou‘ está de acordo com o que gramática normativa prescreve.

    III. De acordo com a variedade padrão, os pronomes oblíquos átonos de terceira pessoa lhe e lhes funcionam como complementos verbais e são próprios do objeto indireto.

    IV. Nas variedades não-padrão, é comum encontrarem-se usos que diferem da variedade padrão. Um exemplo disso é o uso dos pronomes pessoais ele e ela na posição de complemento verbal, como em 'Eu conheci ele ontem‘.

    Das afirmações acima
    Escolha uma alternativa para a questão adcbb2f8-6d
  • EE11210B-46

    Português

    Morfologia - Pronomes
    UNIFESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto.

      Dimitria cursava a oitava série no colégio e desapareceu durante as férias de julho de 2008. Segundo a polícia, a garota avisou que iria viajar em companhia do caseiro, mas nunca mais foi vista. (...) De acordo com a polícia, [o caseiro] Silva disse que matou a menina porque era apaixonado
    por ela, mas ela não o correspondia.
    (Folha de S.Paulo, 16.08.2010.)

    No texto, há um erro gramatical. O tipo de erro e a versão que o corrige estão, respectivamente, em

    Escolha uma alternativa para a questão ee11210b-46
  • E1371D3F-F6

    Português

    Morfologia - Pronomes
    Universidade Federal do Ceará · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que o termo sublinhado é um pronome pessoal.
    Escolha uma alternativa para a questão e1371d3f-f6
  • 3FCA1008-F6

    Português

    Morfologia - Pronomes
    Universidade Federal do Ceará · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que o termo sublinhado é um pronome substantivo.
    Escolha uma alternativa para a questão 3fca1008-f6
  • 4081A78A-E7

    Português

    Análise sintática
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2009
    Imagem da questão de Português, da prova de 2009
    No fragmento “Tudo é relevante; e nenhuma coisa é automaticamente mais relevante que outra.” (l. 40-42),
    Escolha uma alternativa para a questão 4081a78a-e7
  • ED6D1150-DF

    Português

    Coesão e coerência
    UFRN · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009

    “[...] vi formar-se ali um bolo de gente [...]” (linha 5)

    O segmento textual em destaque está reescrito corretamente, mantendo-se a informação original, na opção:

    Escolha uma alternativa para a questão ed6d1150-df
  • B8E71412-DB

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado do Amapá · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2009
    I- O o que aparece em ...o que fazia a serpente... (L.10) tem o valor de um pronome demonstrativo.

    II- Por anteceder a um verbo, o vocábulo a apresenta equivalência morfológica nas três situações seguintes: a evitem (L.18), a competirem (L.26), a cobiçar (L.31).

    III- Em ...pinta aquele incômodo persistente...(L.30/31), o vocábulo em destaque é marca predominante da linguagem informal.

    IV- Em Essa simples história retrata com clareza um sentimento conhecido por todos nós: a inveja. (L.13/14), os termos em negrito designam uma expressão que faz menção à palavra história.
    Escolha uma alternativa para a questão b8e71412-db
  • 442EA241-C3

    Português

    Coesão e coerência
    UFCG · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    As três estrofes, a seguir, constituem um excerto do poema Crianças Negras, de Cruz e Sousa:

    As pequeninas, tristes criaturas ei-las, caminham por desertos vagos, sob o aguilhão de todas as torturas, na sede atroz de todos os afagos.

    Vai, coração! Na imensa cordilheira da Dor, florindo como um loiro fruto, partindo toda a horrível gargalheira da chorosa falange cor do luto.

    As crianças negras, vermes da matéria, colhidas do suplício à estranha rede, arranca-as do presídio da miséria e com teu sangue mata-lhes a sede!


    Sobre o uso de pronomes e seu funcionamento sintático, nessas estrofes, é CORRETO afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 442ea241-c3
  • 41CA4346-C3

    Português

    Interpretação de Textos
    UFCG · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Com base no fragmento em destaque, do conto “Ele e suas ideias”, de Lima Barreto, julgue como verdadeiras (V) ou falsas (F) as assertivas sobre a temática, a pontuação e o sentido das formas gramaticais.

    Para levar os dias a destilar ideias, ele tinha que passar as noites a pensar. Creio que dormia pouco: todo ele se encontrava em função de ter ideias. E era pródigo, e era generoso, e era desperdiçado: pensava, tinha ideias e dava aos outros.” (p. 63)

    ( ) A manifestação do eu-lírico objetiva explicar a origem das ideias do personagem.

    ( ) As duas ocorrências do uso dos dois pontos demarcam funções semelhantes: ambas servem para explicar o termo que os antecede.

    ( ) A ação rotineira da personagem é marcada por uma continuidade indefinida, justificada pela alternância do infinitivo e do pretérito imperfeito, presentes no texto.

    ( ) Os termos “pouco” e “todo” funcionam como pronomes e sugerem oposição de ações entre narrador e personagem.
    Escolha uma alternativa para a questão 41ca4346-c3
  • 3402FC11-F6

    Português

    Morfologia - Pronomes
    Universidade Federal do Ceará · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa que reúne a função sintática e a classe gramatical do termo destacado na frase o indivíduo solitário busca o que necessita.
    Escolha uma alternativa para a questão 3402fc11-f6