Questões do ENEM: Linguagens e Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)

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163 questões encontradas. Mostrando a página 5 de 9.

  • 3CE1F216-D9

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Responda à questão com base no texto abaixo. 

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    CARRASCO, Walcyr. In: Revista Época, 25 ago. 2015. (adaptado)

    Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as afirmações abaixo, a respeito dos tempos verbais utilizados no texto.

    ( ) Os verbos “Estou” (l. 01) e “trocam” (l. 02) estão conjugados no mesmo tempo e modo.

    ( ) Os verbos “andando” (l. 02), “jantando” (l. 09) e “rindo” (l. 13) enquadram-se na forma nominal conhecida como particípio.

    ( ) Os verbos “Ouve-se” (l. 09) e “Tornou-se” (l. 10) estão conjugados no modo subjuntivo.

    ( ) Todos os verbos do primeiro parágrafo estão conjugados no pretérito perfeito do indicativo, porque fazem referência a rotinas e hábitos do passado.


    A alternativa que preenche corretamente os parênteses, de cima para baixo, é
    Escolha uma alternativa para a questão 3ce1f216-d9
  • C6EE1482-D8

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    IFF · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Em um hipotético diálogo, um matuto diz a seguinte frase: Nóis apricêia muito os concêio que tu qué dá pra nóis.

    Para grafarmos este trecho em conformidade com a norma-padrão da linguagem, teríamos: 
    Escolha uma alternativa para a questão c6ee1482-d8
  • AC8AC4BE-D8

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    IFF · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que a forma verbal substitui corretamente o “gerundismo” cometido pelo personagem do segundo quadrinho na tirinha a seguir:

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    Disponível em: tocadocuty.wordpress.com. Acesso em: 31 out. 2016.
    Escolha uma alternativa para a questão ac8ac4be-d8
  • DD2C183A-D8

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    IFF · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir para responder à questão.

    Uma campanha alegre

    O País perdeu a inteligência e a consciência moral. Os costumes estão dissolvidos e os caracteres corrompidos. A prática da vida tem por única direção a conveniência. Não há princípio que não seja desmentido, nem instituição que não seja escarnecida. Ninguém se respeita. Não existe nenhuma solidariedade entre os cidadãos. Já se não crê na honestidade dos homens públicos. A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia. O povo está na miséria. Os serviços públicos vão abandonados a uma rotina dormente. O desprezo pelas ideias aumenta em cada dia. Vivemos todos ao acaso. Perfeita, absoluta indiferença de cima a baixo! Todo o viver espiritual, intelectual, parado. O tédio invadiu as almas. A mocidade arrasta-se, envelhecida, das mesas das secretarias para as mesas dos cafés. A ruína econômica cresce, cresce, cresce... O comércio definha. A indústria enfraquece. O salário diminui. A renda diminui. O Estado é considerado na sua ação fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo. Neste salve-se quem puder, a burguesia proprietária de casas explora aluguel. A agiotagem explora o juro. (…) A intriga política alastra-se por sobre a sonolência enfastiada do País. Apenas a devoção perturba o silêncio da opinião, com padre-nossos maquinais.
    Não é uma existência, é uma expiação. 

    Disponível em: QUEIROZ, E. Obras de Eça de Queiroz. Vol. III. Porto: Lello & Irmão, [s.d.], p. 959-960. 
    As frases abaixo, retiradas do texto Uma campanha alegre, foram adaptadas para o uso da segunda pessoa do singular do tempo verbal. Aponte a alternativa que completa corretamente as frases, de tal modo que a flexão dos verbos indicados entre parênteses esteja de acordo com as normas gramaticais, no tempo presente do indicativo e na segunda pessoa do singular.

    I – Tu ___________ a inteligência e a consciência moral. (perder)
    II – Já não _____________ na honestidade dos homens públicos. (crer)
    III – _____________________ progressivamente na imbecilidade e na inércia. (abater)
    IV – _________ por única direção a conveniência. (ter)
    V – Tu ___________ ao acaso. (viver)

    Escolha uma alternativa para a questão dd2c183a-d8
  • 396CB29E-C2

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    PUC - Campinas · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    considere o que está reproduzido abaixo, A, B, C e D da obra Clarice Fotobiografia



    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    O desejo de criar uma Fotobiografia de Clarice Lispector, como a que aqui se propõe, é projeto antigo.


    Na frase acima, 

    Escolha uma alternativa para a questão 396cb29e-c2
  • 0F2183EF-B1

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    INSPER · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

        Não é novidade para quem já acompanhou o desenvolvimento de um bebê: a fala surge com sons aleatórios e aparentemente sem sentido que, aos poucos, se associam a algum propósito. Nos seres humanos, o amadurecimento da capacidade de se comunicar nos primeiros meses de vida depende da interação do bebê com os pais – algo único entre os primatas. Agora, uma equipe da Universidade de Princeton, com a participação do médico e neurocientista brasileiro Daniel Takahashi, demonstrou que os filhotes de sagui-de-tufo-branco (Callithrix jacchus), originários do Brasil, também aprimoram sua capacidade de se comunicar ao interagir com os pais (Science, 14 de agosto). No estudo, os pesquisadores analisaram as emissões vocais de 10 filhotes de sagui-de-tufo-branco do primeiro dia de vida até os 2 meses de idade, quando se comunicavam com os adultos. Monitoraram um som específico, chamado de “fi”, parecido com um assobio e usado em várias circunstâncias da comunicação de indivíduos dessa espécie. Os “fi”, nesse caso, eram sons emitidos pelos filhotes em situações nas quais um bebê humano choraria. Os cientistas queriam ver se a capacidade de comunicação dos filhotes evoluía do choro genérico às vocalizações mais específicas, semelhante ao observado em seres humanos. Nos testes, os filhotes eram colocados em áreas longe dos pais. Assim, podiam ouvir uns aos outros, mas não ver. Os pesquisadores verificaram que o tipo de vocalização dos saguis se alterava de forma considerável no período inicial após o parto. Mas o desenvolvimento era mais rápido quando interagiam mais com os pais.
    (Pesquisa Fapesp, setembro de 2015)
    No trecho – Os “fi”, nesse caso, eram sons emitidos pelos filhotes em situações nas quais um bebê humano choraria. –, a forma verbal em destaque expressa
    Escolha uma alternativa para a questão 0f2183ef-b1
  • 6F7A2935-06

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    UNIFESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho inicial de um artigo do livro Bilhões e bilhões do astrônomo e divulgador científico Carl Sagan (1934-1996) para responder à questão.

    O tabuleiro de xadrez persa
        
      Segundo o modo como ouvi pela primeira vez a história, aconteceu na Pérsia antiga. Mas podia ter sido na Índia ou até na China. De qualquer forma, aconteceu há muito tempo. O grão-vizir, o principal conselheiro do rei, tinha inventado um novo jogo. Era jogado com peças móveis sobre um tabuleiro quadrado que consistia em 64 quadrados vermelhos e pretos. A peça mais importante era o rei. A segunda peça mais importante era o grão-vizir – exatamente o que se esperaria de um jogo inventado por um grão-vizir. O objetivo era capturar o rei inimigo e, por isso, o jogo era chamado, em persa, shahmat – shah para rei, mat para morto. Morte ao rei. Em russo, é ainda chamado shakhmat. Expressão que talvez transmita um remanescente sentimento revolucionário. Até em inglês, há um eco desse nome – o lance final é chamado checkmate (xeque-mate). O jogo, claro, é o xadrez. Ao longo do tempo, as peças, seus movimentos, as regras do jogo, tudo evoluiu. Por exemplo, já não existe um grão-vizir – que se metamorfoseou numa rainha, com poderes muito mais terríveis.
        A razão de um rei se deliciar com a invenção de um jogo chamado “Morte ao rei” é um mistério. Mas reza a história que ele ficou tão encantado que mandou o grão-vizir determinar sua própria recompensa por ter criado uma invenção tão magnífica. O grão-vizir tinha a resposta na ponta da língua: era um homem modesto, disse ao xá. Desejava apenas uma recompensa simples. Apontando as oito colunas e as oito filas de quadrados no tabuleiro que tinha inventado, pediu que lhe fosse dado um único grão de trigo no primeiro quadrado, o dobro dessa quantia no segundo, o dobro dessa quantia no terceiro e assim por diante, até que cada quadrado tivesse o seu complemento de trigo. Não, protestou o rei, era uma recompensa demasiado modesta para uma invenção tão importante. Ofereceu joias, dançarinas, palácios. Mas o grão-vizir, com os olhos apropriadamente baixos, recusou todas as ofertas. Só desejava pequenos montes de trigo. Assim, admirando-se secretamente da humildade e comedimento de seu conselheiro, o rei consentiu.
        No entanto, quando o mestre do Celeiro Real começou a contar os grãos, o rei se viu diante de uma surpresa desagradável. O número de grãos começa bem pequeno: 1, 2, 4, 8, 16, 32, 64, 128, 256, 512, 1024... mas quando se chega ao 64o quadrado, o número se torna colossal, esmagador. Na realidade, o número é quase 18,5 quintilhões*. Talvez o grão-vizir estivesse fazendo uma dieta rica em fibras.
        Quanto pesam 18,5 quintilhões de grãos de trigo? Se cada grão tivesse o tamanho de um milímetro, todos os grãos juntos pesariam cerca de 75 bilhões de toneladas métricas, o que é muito mais do que poderia ser armazenado nos celeiros do xá. Na verdade, esse número equivale a cerca de 150 anos da produção de trigo mundial no presente. O relato do que aconteceu a seguir não chegou até nós. Se o rei, inadimplente, culpando-se pela falta de atenção nos seus estudos de aritmética, entregou o reino ao vizir, ou se o último experimentou as aflições de um novo jogo chamado vizirmat, não temos o privilégio de saber.

    *1 quintilhão = 1 000 000 000 000 000 000 = 1018. Para se contar esse número a partir de 0 (um número por segundo, dia e noite), seriam necessários 32 bilhões de anos (mais tempo do que a idade do universo).

    (Carl Sagan. Bilhões e bilhões, 2008. Adaptado.)
    O trecho “era um homem modesto, disse ao xá” (2º parágrafo) foi construído em discurso indireto. Ao se adaptar tal trecho para o discurso direto, o verbo “era” assume a seguinte forma:
    Escolha uma alternativa para a questão 6f7a2935-06
  • 428DC1BD-F7

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    UNEMAT · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    Meninos Carvoeiros


    Os meninos carvoeiros

    Passam a caminho da cidade.

    - Eh, carvoeiro!

    E vão tocando os animais com um relho enorme.


    Os burros são magrinhos e velhos.

    Cada um leva seis sacos de carvão de lenha.

    A aniagem é toda remendada.

    Os carvões caem.


    (Pela boca da noite vem uma velhinha que os recolhe, dobrando-se com um gemido.)


    - Eh, carvoeiro! Só mesmo estas crianças raquíticas

    Vão bem com estes burrinhos descadeirados.

    A madrugada ingênua parece feita para eles ...

    Pequenina, ingênua miséria!

    Adoráveis ​​carvoeirinhos que trabalhais como se brincásseis!


    - Eh, carvoeiro!


    Quando voltam, mordendo num pão encarvoado.

    Encarapitados nas alimárias,

    Apostando corrida,

    Dançando, bamboleando nas cangalhas como espantalhos desamparados!


    (BANDEIRA, Manuel. Antologia Poética. 10ª ed. Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1978)


    O poema aborda um grave problema social, que é o trabalho infantil. A gravidade do tema está coerente com um dos versos cuja conjugação verbal destoa da aparente descontração dos meninos. Assinale-o.

    Escolha uma alternativa para a questão 428dc1bd-f7
  • A89C2CF0-FC

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    Universidade Federal do Ceará · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    No primeiro parágrafo do texto 2 (linhas 01-08), o tempo verbal utilizado quando se expressa um comentário é o:
    Escolha uma alternativa para a questão a89c2cf0-fc
  • A898CB6E-FC

    Português

    Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
    Universidade Federal do Ceará · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que o verbo sublinhado está conjugado no mesmo tempo verbal que o verbo do enunciado “Estive em Washington em abril” (texto 1, linha 01).
    Escolha uma alternativa para a questão a898cb6e-fc
  • 8C9804E3-EF

    Português

    Coesão e coerência
    Faculdade Cásper Líbero · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Meio ambiente: ações tardias e termômetros em alta
    Reinaldo Canto


    Não será por falta de declarações, compromissos e reconhecimentos que o processo de enfrentamento das mudanças climáticas não irá alcançar bons resultados durante a realização da COP 21 (Conferência das Partes sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas) em dezembro próximo, em Paris. Mas o que são bons resultados? Basicamente eles se referem a compromissos e não necessariamente a alterações no clima realmente perceptíveis.
    Os mais otimistas poderão dizer que as últimas notícias vindas de grandes emissores como Estados Unidos, China e Brasil; de importantes resoluções adotadas em encontros internacionais como a Cúpula do Desenvolvimento Sustentável e até mesmo por declarações de influentes religiosos como o Papa Francisco e lideranças muçulmanas sobre a importância de se cuidar do planeta, parecem mesmo representar um avanço importante no combate ao aquecimento global e às mudanças climáticas.
    Já os mais pessimistas ou, melhor dizendo, os mais realistas, aplaudem esses posicionamentos, mas, além de considerá-los ainda tímidos diante dos desafios, também perguntam sem obter respostas: o que está sendo proposto será mesmo suficiente? E, o que ainda é mais angustiante pensar: ainda dará tempo de reverter todo esse processo?
    Foram boas e alvissareiras as notícias anunciadas durante a Cúpula do Clima realizada no final de setembro em Nova York e que serviu de palco para diversos países apresentarem seus compromissos nacionais a serem ratificados durante a Conferência Climática de Paris (a COP 21). Grandes empresas também buscaram se destacar e se uniram aos líderes mundiais para selar compromissos de descarbonização de suas atividades e investimentos em energias limpas.
    A presidenta Dilma Rousseff também apresentou em Nova York o nosso INDC, sigla em inglês para o compromisso nacional determinado. A meta brasileira é diminuir 37% das emissões até 2025, chegando a 43% de redução em 2030. O incremento no uso de energias limpas, o reflorestamento de 12 milhões de hectares e o fim do desmatamento ilegal até 2030 estão entre as propostas para o alcance das metas estabelecidas pelo governo brasileiro.
    Mesmo considerando positiva e apoiando em parte o anúncio oficial do país, organizações e movimentos da sociedade civil se pronunciaram quanto à falta de detalhamento e ousadia do Brasil. Fizeram coro com diferentes abordagens, a Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura; o coletivo Engajamundo e o Observatório do Clima, entre outros.
    Unânime mesmo foi a reprovação da meta de conter definitivamente o desmatamento apenas em 2030. A secretária executiva do Diálogo Florestal, integrante da Coalizão Brasil, Miriam Prochnow, afirmou que “a Coalizão entende que temos a obrigação, inclusive constitucional, de atacar isso imediatamente, com mais força".
    Na mesma linha, “declarar que o Brasil vai ‘buscar’ políticas para eliminar o desmatamento ilegal é ridículo. O que o governo está dizendo com isso é que aceita conviver com o crime por sabe-se lá quanto tempo. Isso é uma ofensa ao bom-senso e ao que o Brasil já mostrou que pode fazer no controle do desmatamento”, disse Carlos Rittl, secretário-executivo do Observatório do Clima. “É preciso lembrar que todos os outros países tropicais já se comprometeram a zerar o desmatamento em 2030”, acrescentou.
    Debates, metas e mesmo críticas à parte, a verdade é que a temperatura continua a subir. Em seu último relatório, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), alertou que a temperatura do planeta subirá quase 5 graus Celsius até 2100. Já relatório divulgado pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA, em inglês) constatou que o mês de julho deste ano foi o mais quente já registrado no mundo. O mês registrou temperatura média de 16,61°C nas superfícies dos continentes e dos oceanos, 0,81°C a mais do que a média de temperatura do século XX. O ano passado já havia sido apontado como o ano mais quente da história moderna. Além disso, os 10 anos mais quentes registrados, com exceção de 1998, ocorreram a partir de 2000.
    Uma das consequências desse aumento constante na temperatura está nos mares e oceanos. Recentemente a NASA, órgão aeronáutico e espacial norte-americano, divulgou um estudo com imagens de satélite que revela um aumento de 8 centímetros no nível dos oceanos de 1992 para cá, sendo que em alguns lugares do planeta chegou mesmo a 22 centímetros. Derretimentos de geleiras e expansão da água do mar estão entre as principais razões, efeitos, portanto, do aquecimento global.
    Só na Groenlândia, por exemplo, a perda de gelo anual está em 303 bilhões de toneladas e na Antártida são em média 118 bilhões de toneladas que todos os anos têm contribuído para elevar o nível dos nossos mares. Se tivermos em mente que muitas das maiores e mais habitadas cidades do mundo estão localizadas em litorais, pode-se imaginar que efeito isso terá num tempo não tão longo.
    Entre a constatação do aquecimento planetário e as ações anunciadas para reverter esse processo, o que nos cabe como sociedade é cobrar mais e mais efetividade e urgência. Descarbonizar a economia global, recuperar a cobertura florestal e mudar radicalmente nossa maneira de consumo e descarte não são mais possibilidades ou alternativas, mas necessidades básicas e urgentes para a própria sobrevivência da espécie humana. Vamos, portanto, radicalizar.
    Fonte: http://www.cartacapital.com.br/sustentabilidade/acoes-tardias-termometros-em-alta-e-o-combate-as-mudancas-climaticas-2413.html

    Assinale a opção correta, caso o verbo em negrito seja mudado para “tivéssemos” em: “Se tivermos em mente que muitas das maiores e mais habitadas cidades do mundo estão localizadas em litorais, pode-se imaginar que efeito isso terá num tempo não tão longo”:
    Escolha uma alternativa para a questão 8c9804e3-ef
  • BB2F9111-E2

    Português

    Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
    Universidade Católica de Pelotas · 2015Muito difícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2015

    Imagem da questão de Português, da prova de 2015

    Em “... e tínhamos ido ao lançamento do livro de um amigo no Leblon...” (linhas 42 - 43), o tempo verbal é
    Escolha uma alternativa para a questão bb2f9111-e2
  • FCC4C369-DC

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    Universidade Estadual do Maranhão · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o Texto IV para responder à questão:


    Imagem da questão de Português, da prova de 2015

    Atentando para o emprego dos tempos verbais, quanto à produção de sentidos no texto literário, o presente do indicativo em “Então mete-se um homem na cadeia porque ele não sabe falar direito?” sugere que as ações expressas estão caracterizadas como
    Escolha uma alternativa para a questão fcc4c369-dc
  • 96917C06-7F

    Português

    Advérbios
    ENEM · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
       Em junho de 1913, embarquei para a Europa a fim de me tratar num sanatório suíço. Escolhi o de Clavadel, perto de Davos-Platz, porque a respeito dele me falara João Luso, que ali passara um inverno com a senhora. Mais tarde vim a saber que antes de existir no lugar um sanatório, lá estivera por algum tempo Antônio Nobre. “Ao cair das folhas", um de seus mais belos sonetos, talvez o meu predileto, está datado de “Clavadel, outubro, 1895". Fiquei na Suíça até outubro de 1914.

    BANDEIRA, M. Poesia com pleta e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1985.

    No relato de memórias do autor, entre os recursos usados para organizar a sequência dos eventos narrados, destaca-se a


    Escolha uma alternativa para a questão 96917c06-7f
  • DCA07C58-FA

    Português

    Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
    Universidade Federal do Ceará · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1996, p. 130-132. 

    A forma simples do verbo destacado na frase: O imperador já havia imaginado uma muralha sólida e larga, é
    Escolha uma alternativa para a questão dca07c58-fa
  • DF8BE727-E3

    Português

    Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
    Universidade Católica de Pelotas · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014
    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    Em “Embora tudo isso me tivesse deixado na maior consternação...” (linhas 64-65), o tempo verbal é
    Escolha uma alternativa para a questão df8be727-e3
  • 6D945605-D9

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    Faculdade Santa Marcelina · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Considere a charge de Caco Galhardo para responder à questão.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    (Folha de S.Paulo, 26.01.2014.)

    No trecho – Se você não se incomodar, vou checar meus e-mails –, a forma verbal em destaque foi empregada no futuro do subjuntivo.

    Considerando o contexto, o futuro do subjuntivo também está corretamente empregado em:
    Escolha uma alternativa para a questão 6d945605-d9
  • AC7A62F6-D6

    Português

    Coesão e coerência
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto de Machado de Assis para responder à questão


        Uma noite destas, vindo da cidade para o Engenho Novo, encontrei num trem da Central um rapaz aqui do bairro, que eu conheço de vista e de chapéu. Cumprimentou-me, sentou- -se ao pé de mim, falou da lua e dos ministros, e acabou recitando-me versos. A viagem era curta, e os versos pode ser que não fossem inteiramente maus. Sucedeu, porém, que, como eu estava cansado, fechei os olhos três ou quatro vezes; tanto bastou para que ele interrompesse a leitura e metesse os versos no bolso.

        – Continue, disse eu acordando.
        − Já acabei, murmurou ele.
        − São muito bonitos.

    Vi-lhe fazer um gesto para tirá-los outra vez do bolso, mas não passou do gesto; estava amuado. No dia seguinte entrou a dizer de mim nomes feios, e acabou alcunhando- -me Dom Casmurro. Os vizinhos, que não gostam dos meus hábitos reclusos e calados, deram curso à alcunha, que afinal pegou. Nem por isso me zanguei.
        [...]
        Não consultes dicionários. Casmurro não está aqui no sentido que eles lhe dão, mas no que lhe pôs o vulgo de homem calado e metido consigo. Dom veio por ironia, para atribuir-me fumos de fidalgo. Tudo por estar cochilando! Também não achei melhor título para a minha narração; se não tiver outro daqui até o fim do livro, vai este mesmo. O meu poeta do trem ficará sabendo que não lhe guardo rancor. E com pequeno esforço, sendo o título seu, poderá cuidar que a obra é sua. Há livros que apenas terão isso dos seus autores; alguns nem tanto.


    (Dom Casmurro, 2008.)


    “os versos pode ser que não fossem inteiramente maus.”

    Com essa frase, o narrador expressa uma dúvida. Nas alternativas, a frase gramaticalmente correta, que mantém em linhas gerais o significado original, é:
    Escolha uma alternativa para a questão ac7a62f6-d6
  • E21069F0-B8

    Português

    Colocação Pronominal
    UECE · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014


    (Guilherme de Almeida. In Acaso.)

    Atente aos dois versos finais do poema e ao que se diz sobre eles.

    I. O verbo ir, no pretérito perfeito (foram), foi usado no interior do verso 13 (linha 89) e no início do verso 14 (linha 90), constituindo uma figura de linguagem que tem função textual: reforçar o sentido do verbo ir, sugerindo que os ideais do eu poético se foram de vez, sem possibilidade de retorno.

    II. O verbo ir (foram) vem acompanhado do pronome se, primeiro, em posição proclítica, depois, em posição enclítica. Esse pronome não tem função sintática, mas função textual. O pronome repetido é mais um recurso que reforça o desengano do sujeito lírico.

    III. Os dois diminutivos do texto – pequenino e barquinhos – indicam apenas dimensão. De fato, os braços de uma criança são realmente pequenos.

    Está correto o que se diz somente em
    Escolha uma alternativa para a questão e21069f0-b8
  • E20DD3CB-B8

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    UECE · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014


    (Guilherme de Almeida. In Acaso.)

    Geralmente o binarismo do plano do conteúdo é revelado no plano da expressão. Assinale a opção em que o binarismo do conteúdo do poema NÃO se reflete no nível da forma.
    Escolha uma alternativa para a questão e20dd3cb-b8