Questões do ENEM: Linguagens e Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto

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Resultados

5.815 questões encontradas. Mostrando a página 169 de 291.

  • 29EAAB0A-E0

    Português

    Figuras de Linguagem
    Centro universitário FAG · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2


    ACORDA, MENINO!


        O que diz o menino que dorme na praia? Talvez fale dos perigos do mar, da displicência dos pais. Ou de um assassinato a ser esclarecido.
        Mas é só um menino. Não deveria nos dar esta sensação de naufrágio da humanidade. Há dias, não adianta acusar governos, etnias, religiões, porque a falta de ar não cessa.
        É lágrima que não pinga, não seca nem escorre. É mais que um cadáver, é um assombro, uma dor insepulta de que tentamos nos livrar.
        E ainda suspeitamos de nós mesmos.
        Em nome dos deuses fazemos coisas que até o diabo duvida. Duvida e se defende, dizendo que não chegaria a tanto, embora comemore o resultado.
        Queríamos não ter visto nem sabido — maldito fotógrafo, maldita web e maldita imagem que, mesmo escorraçada da memória, dorme no tapete da sala e à noite repousa no nosso travesseiro, naquela pose mesmo que o mar beijava.
        Fica-nos a sensação de que Alá deu de ombros, Jeová lavou as mãos e, embriagados na bacanal do Olimpo, os outros também ignoraram o presente de grego numa praia do Mediterrâneo.
        Enquanto isso, no Hades, dançando e atualizando Castro Alves com outras infâmias no mar, ri-se Satanás.
    http://www.cronicadodia.com.br/2015/09/acorda-menino-albir-jose-inacio-da-silva.html
    Assinale a alternativa que apresenta as informações em seu sentido literal, ou seja, que não apresenta figura de linguagem, sentido figurado, em suas expressões.
    Escolha uma alternativa para a questão 29eaab0a-e0
  • 0985E9E0-E0

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1


    ACORDA, MENINO!


        O que diz o menino que dorme na praia? Talvez fale dos perigos do mar, da displicência dos pais. Ou de um assassinato a ser esclarecido.
        Mas é só um menino. Não deveria nos dar esta sensação de naufrágio da humanidade. Há dias, não adianta acusar governos, etnias, religiões, porque a falta de ar não cessa.
        É lágrima que não pinga, não seca nem escorre. É mais que um cadáver, é um assombro, uma dor insepulta de que tentamos nos livrar.
        E ainda suspeitamos de nós mesmos.
        Em nome dos deuses fazemos coisas que até o diabo duvida. Duvida e se defende, dizendo que não chegaria a tanto, embora comemore o resultado.
        Queríamos não ter visto nem sabido — maldito fotógrafo, maldita web e maldita imagem que, mesmo escorraçada da memória, dorme no tapete da sala e à noite repousa no nosso travesseiro, naquela pose mesmo que o mar beijava.
        Fica-nos a sensação de que Alá deu de ombros, Jeová lavou as mãos e, embriagados na bacanal do Olimpo, os outros também ignoraram o presente de grego numa praia do Mediterrâneo.
        Enquanto isso, no Hades, dançando e atualizando Castro Alves com outras infâmias no mar, ri-se Satanás.
    http://www.cronicadodia.com.br/2015/09/acorda-menino-albir-jose-inacio-da-silva.html
    Assinale a alternativa correta quanto às informações apresentadas ou inferidas do texto 1.
    Escolha uma alternativa para a questão 0985e9e0-e0
  • 29EA4027-E0

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 3


    O permanente e o provisório


        O casamento é permanente, o namoro é provisório. O amor é permanente, a paixão é provisória. Uma profissão é permanente, um emprego é provisório. Um endereço é permanente, uma estada é provisória. A arte é permanente, a tendência é provisória. De acordo? Nem eu.
        Um casamento que dura 20 anos é provisório. Não somos repetições de nós mesmos, a cada instante somos surpreendidos por novos pensamentos que nos chegam através da leitura, do cinema, da meditação. O que eu fui ontem e anteontem, já é memória. Escada vencida degrau por degrau, mas o que eu sou neste momento é o que conta, minhas decisões valem para agora, hoje é o meu dia, nenhum outro.
        Amor permanente... como a gente se agarra nessa ilusão. Pois se nem o amor por nós mesmos resiste tanto tempo sem umas reavaliações. [...]O amor se infiltra dentro de nós, mas seguem todos em movimento: você, o amor da sua vida e o que vocês sentem. Tudo pulsando independentemente, e passíveis de se desgarrar um do outro.
        Um endereço não é pra sempre, uma profissão pode ser jogada pela janela, [...] a arte passa por ciclos, e se tudo isso é soberano e tem valor supremo, é porque hoje acreditamos nisso, hoje somos superiores ao passado e ao futuro, agora é que nossa crença se estabiliza, a necessidade se manifesta, a vontade se impõe – até que o tempo vire.
    MEDEIROS, Martha. Coisas da vida. Porto Alegre: L&PM, 2005. p. 39-40. (Fragmento).
    Analise as afirmações:


    I. “Um endereço não é para sempre”, “Uma profissão pode ser jogada pela janela” e “A arte passa por ciclos” são expressões utilizadas no último parágrafo para questionar o caráter permanente de certas coisas.
    II. Considerando o último parágrafo do texto, podemos afirmar que a conclusão da autora é de que nada pode ser considerado permanente.
    III. No trecho “[...] mas o que sou neste momento é o que conta, minhas decisões valem para agora, hoje é o meu dia, nenhum outro”, os termos destacados excluem a ideia de transitoriedade que a autora associa ao casamento.


    Assinale a alternativa correta:
    Escolha uma alternativa para a questão 29ea4027-e0
  • 29E5F3BB-E0

    Português

    Adjetivos
    Centro universitário FAG · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 3


    O permanente e o provisório


        O casamento é permanente, o namoro é provisório. O amor é permanente, a paixão é provisória. Uma profissão é permanente, um emprego é provisório. Um endereço é permanente, uma estada é provisória. A arte é permanente, a tendência é provisória. De acordo? Nem eu.
        Um casamento que dura 20 anos é provisório. Não somos repetições de nós mesmos, a cada instante somos surpreendidos por novos pensamentos que nos chegam através da leitura, do cinema, da meditação. O que eu fui ontem e anteontem, já é memória. Escada vencida degrau por degrau, mas o que eu sou neste momento é o que conta, minhas decisões valem para agora, hoje é o meu dia, nenhum outro.
        Amor permanente... como a gente se agarra nessa ilusão. Pois se nem o amor por nós mesmos resiste tanto tempo sem umas reavaliações. [...]O amor se infiltra dentro de nós, mas seguem todos em movimento: você, o amor da sua vida e o que vocês sentem. Tudo pulsando independentemente, e passíveis de se desgarrar um do outro.
        Um endereço não é pra sempre, uma profissão pode ser jogada pela janela, [...] a arte passa por ciclos, e se tudo isso é soberano e tem valor supremo, é porque hoje acreditamos nisso, hoje somos superiores ao passado e ao futuro, agora é que nossa crença se estabiliza, a necessidade se manifesta, a vontade se impõe – até que o tempo vire.
    MEDEIROS, Martha. Coisas da vida. Porto Alegre: L&PM, 2005. p. 39-40. (Fragmento).
    Analise as afirmações:


    I. O texto 3 é construído com base nos elementos associados aos adjetivos PERMANENTE e PROVISÓRIO.
    II. A relação lexical que se estabelece entre os adjetivos PERMANENTE e PROVISÓRIO é a de sinonímia.
    III. Para a autora, um casamento que dura muito tempo (20 anos), mas chega ao fim, é provisório, e a crença de que o amor é permanente é uma ilusão à qual os seres humanos se agarram.


    Assinale a alternativa correta:
    Escolha uma alternativa para a questão 29e5f3bb-e0
  • 29D8DE6F-E0

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1


        Toda cultura é particular. Não existe, nem pode existir uma cultura universal constituída. No nosso século, os antropólogos vivem ensinando isso a quem quiser aprender.
        Tal como acontece com cada indivíduo, os grupos humanos, grandes ou pequenos, vão adquirindo e renovando, construindo, organizando e reorganizando, cada um a seu modo, os conhecimentos de que necessitam.
        O movimento histórico da cultura consiste numa diversificação permanente. A cultura universal - que seria a cultura da Humanidade - depende dessa diversificação, quer dizer, depende da capacidade de cada cultura afirmar sua própria identidade, desenvolvendo suas características peculiares.
        No entanto, as culturas particulares só conseguem mostrar sua riqueza, sua fecundidade, na relação de umas com as outras. E essa relação sempre comporta riscos.
        Em condições de uma grande desigualdade de poder material, os grupos humanos mais poderosos podem causar graves danos e destruições fatais às culturas dos grupos mais fracos. (...)
        Todos tendemos a considerar nossa cultura particular mais universal do que as outras. (...) Cada um de nós tem suas próprias convicções. (...)
        Tanto indivíduos como grupos têm a possibilidade de se esforçar para incorporar às suas respectivas culturas elementos de culturas alheias. (...)
        Apesar dos perigos da relação com as outras culturas (descaracterização, perda da identidade, morte), a cultura de cada pessoa, ou de cada grupo humano, é frequentemente mobilizada para tentativas de auto-relativização e de autoquestionamento, em função do desafio do diálogo.
    Leandro Konder. O Globo, 02/08/98.
    Em: “Cada um de nós...”, o autor refere-se:
    Escolha uma alternativa para a questão 29d8de6f-e0
  • 29D2F0FA-E0

    Português

    Coesão e coerência
    Centro universitário FAG · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1


        Toda cultura é particular. Não existe, nem pode existir uma cultura universal constituída. No nosso século, os antropólogos vivem ensinando isso a quem quiser aprender.
        Tal como acontece com cada indivíduo, os grupos humanos, grandes ou pequenos, vão adquirindo e renovando, construindo, organizando e reorganizando, cada um a seu modo, os conhecimentos de que necessitam.
        O movimento histórico da cultura consiste numa diversificação permanente. A cultura universal - que seria a cultura da Humanidade - depende dessa diversificação, quer dizer, depende da capacidade de cada cultura afirmar sua própria identidade, desenvolvendo suas características peculiares.
        No entanto, as culturas particulares só conseguem mostrar sua riqueza, sua fecundidade, na relação de umas com as outras. E essa relação sempre comporta riscos.
        Em condições de uma grande desigualdade de poder material, os grupos humanos mais poderosos podem causar graves danos e destruições fatais às culturas dos grupos mais fracos. (...)
        Todos tendemos a considerar nossa cultura particular mais universal do que as outras. (...) Cada um de nós tem suas próprias convicções. (...)
        Tanto indivíduos como grupos têm a possibilidade de se esforçar para incorporar às suas respectivas culturas elementos de culturas alheias. (...)
        Apesar dos perigos da relação com as outras culturas (descaracterização, perda da identidade, morte), a cultura de cada pessoa, ou de cada grupo humano, é frequentemente mobilizada para tentativas de auto-relativização e de autoquestionamento, em função do desafio do diálogo.
    Leandro Konder. O Globo, 02/08/98.
    A expressão “No nosso século...”, utilizada pelo autor do texto 1, refere-se:
    Escolha uma alternativa para a questão 29d2f0fa-e0
  • DACE318B-E0

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1


        Toda cultura é particular. Não existe, nem pode existir uma cultura universal constituída. No nosso século, os antropólogos vivem ensinando isso a quem quiser aprender.
        Tal como acontece com cada indivíduo, os grupos humanos, grandes ou pequenos, vão adquirindo e renovando, construindo, organizando e reorganizando, cada um a seu modo, os conhecimentos de que necessitam.
        O movimento histórico da cultura consiste numa diversificação permanente. A cultura universal - que seria a cultura da Humanidade - depende dessa diversificação, quer dizer, depende da capacidade de cada cultura afirmar sua própria identidade, desenvolvendo suas características peculiares.
        No entanto, as culturas particulares só conseguem mostrar sua riqueza, sua fecundidade, na relação de umas com as outras. E essa relação sempre comporta riscos.
        Em condições de uma grande desigualdade de poder material, os grupos humanos mais poderosos podem causar graves danos e destruições fatais às culturas dos grupos mais fracos. (...)
        Todos tendemos a considerar nossa cultura particular mais universal do que as outras. (...) Cada um de nós tem suas próprias convicções. (...)
        Tanto indivíduos como grupos têm a possibilidade de se esforçar para incorporar às suas respectivas culturas elementos de culturas alheias. (...)
        Apesar dos perigos da relação com as outras culturas (descaracterização, perda da identidade, morte), a cultura de cada pessoa, ou de cada grupo humano, é frequentemente mobilizada para tentativas de auto-relativização e de autoquestionamento, em função do desafio do diálogo.
    Leandro Konder. O Globo, 02/08/98.
    A expressão “No nosso século...”, utilizada pelo autor do texto 1, refere-se:
    Escolha uma alternativa para a questão dace318b-e0
  • DF594BEC-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal de Santa Maria · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos


    No segundo e terceiro quadrinhos, a proposta de Armandinho é esclarecida através de informações verbais e não verbais. Nesses quadrinhos, por meio do desenho, representa(m)-se
    Escolha uma alternativa para a questão df594bec-de
  • DF546950-DE

    Português

    Análise sintática
    Universidade Federal de Santa Maria · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal de Santa Maria 2016, Análise sintática

    Faz parte do conhecimento de mundo dos leitores que melhorias do sistema viário levam muitas vezes a interferências negativas no meio ambiente, como a diminuição de áreas verdes, por exemplo. No primeiro quadrinho, Armandinho apresenta uma proposta original ao expressar uma ideia que não é congruente com esse conhecimento. Essa não congruência é percebida linguisticamente na escolha
    Escolha uma alternativa para a questão df546950-de
  • DF491835-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal de Santa Maria · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal de Santa Maria 2016, Interpretação de Textos


    Fonte: Disponível em: <http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/caderno-rumo/pagina/a-nova-cidadania/>. Acesso em: 02 dez. 2016. (Adaptado)

    De acordo com o apresentado nos dois últimos parágrafos (ℓ.34-55), infere-se que

    I → ao redor de 53% dos brasileiros já estão se conectando à internet por dispositivos com mobilidade.

    II → a internet desempenha um papel importante na ocupação dos espaços urbanos devido ao potencial de meio para a articulação de seus usuários em torno de causas comuns.

    III → existe uma relação entre a rapidez da comunicação por aplicativos digitais e a apropriação do espaço público urbano.

    Está(ão) correta(s)
    Escolha uma alternativa para a questão df491835-de
  • DF46091F-DE

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Federal de Santa Maria · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos


    Fonte: Disponível em: <http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/caderno-rumo/pagina/a-nova-cidadania/>. Acesso em: 02 dez. 2016. (Adaptado)

    Analisando a frase As tecnologias que nos apartam podem também nos mobilizar (ℓ. 51-52) e seu funcionamento no texto, observa-se que
    Escolha uma alternativa para a questão df46091f-de
  • DF41ABDD-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal de Santa Maria · 2016Muito fácilEntre para guardar nos favoritos


    Fonte: Disponível em: <http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/caderno-rumo/pagina/a-nova-cidadania/>. Acesso em: 02 dez. 2016. (Adaptado)

    A frase de abertura do quarto parágrafo (ℓ.34-36) destaca a opinião de Fabrício Tarouco, o qual percebe uma relação de identidade entre uma cidade e um laboratório a céu aberto. Tendo essa informação em mente, selecione a alternativa com uma opção adequada para a reescrita dessa parte do texto.

    Na percepção de Tarouco, as cidades
    Escolha uma alternativa para a questão df41abdd-de
  • DF3B4FA7-DE

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Federal de Santa Maria · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos


    Fonte: Disponível em: <http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/caderno-rumo/pagina/a-nova-cidadania/>. Acesso em: 02 dez. 2016. (Adaptado)

    Analise as afirmativas sobre o emprego dos elementos coesivos destacados a seguir.

    I → No primeiro parágrafo, a contribuição de desde que (ℓ.6) é a de introduzir um segmento mostrando uma finalidade da ocupação organizada de ruas e das redes sociais.

    II → Ao longo do segundo parágrafo, a contribuição de quando é a de introduzir segmentos apresentando situações pelas quais se exercita a cidadania.

    III → No segundo parágrafo, a contribuição de ou (ℓ.20) é a de introduzir um segmento mostrando uma nova forma de participação popular com efeito político.

    Está(ão) correta(s)
    Escolha uma alternativa para a questão df3b4fa7-de
  • DF37588A-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal de Santa Maria · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos


    Fonte: Disponível em: <http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/caderno-rumo/pagina/a-nova-cidadania/>. Acesso em: 02 dez. 2016. (Adaptado)

    De acordo com o teor do discurso citado (ℓ.29-33), a palavra que preenche coerentemente a lacuna do texto é
    Escolha uma alternativa para a questão df37588a-de
  • DF3341EF-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal de Santa Maria · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Para responder à questão, leia o texto a seguir.


    Imagem da questão de Português, Universidade Federal de Santa Maria 2016, Interpretação de Textos


    Ao esclarecer o sentido de COM CICLOVIAS É A MESMA COISA, o adulto explicaria à criança que

    Escolha uma alternativa para a questão df3341ef-de
  • DF2F884A-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal de Santa Maria · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia a introdução de uma matéria jornalística intitulada Pelo Caminhar.



    Fonte: Disponível em: <https://especiais.jconline.ne.10.uol.br/

    pelo-caminhar>. Acesso em: 11 nov. 2016.

    Dentre os processos de formação de palavras, está incluído o mecanismo em que uma palavra de uma classe passa a ser utilizada como sendo de outra classe, sem alterar a sua forma. Desse modo, adjetivos, advérbios e verbos, por exemplo, podem ser empregados como substantivos. No texto, esse mecanismo foi empregado, como fica evidenciado em
    Escolha uma alternativa para a questão df2f884a-de
  • DF2B8F8F-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal de Santa Maria · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia a introdução de uma matéria jornalística intitulada Pelo Caminhar.



    Fonte: Disponível em: <https://especiais.jconline.ne.10.uol.br/

    pelo-caminhar>. Acesso em: 11 nov. 2016.

    De acordo com as ideias apresentadas no texto, a mobilidade a pé
    Escolha uma alternativa para a questão df2b8f8f-de
  • DF24F5F6-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal de Santa Maria · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos


    Fonte: Disponível em: <www.pordentroemrosa.blogspot.com.br/2014/11/

    sorrir-faz-bem-armandinho.html. Acesso em: 19 nov. 2016.

    Nos quadrinhos, é tematizado o espaço destinado na rua a uma travessia segura, deixando-se inferida(s) a(s) ideia(s) de que

    I → a delimitação de uma faixa para circulação dos pedestres no espaço público não é garantia de segurança na travessia.

    II → a existência de duas expressões em língua portuguesa para referência ao mesmo espaço público gera confusão entre os pedestres.

    III → os pedestres pessimistas têm menos chances de uma travessia segura do que os pedestres otimistas.

    Está(ão) correta(s)
    Escolha uma alternativa para a questão df24f5f6-de
  • E4D6A1C8-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o excerto do livro 24/7: capitalismo tardio e os fins do sono de Jonathan Crary para responder à questão. 

       No fim dos anos 1990, um consórcio espacial russo-europeu anunciou que construiria e lançaria satélites que refletiriam a luz do Sol para a Terra. O esquema previa colocar em órbita uma cadeia de satélites, sincronizados com o Sol, a uma altitude de 1700 quilômetros, cada um deles equipado com refletores parabólicos retráteis, da espessura de uma folha de papel. Quando completamente abertos, cada satélite-espelho, com duzentos metros de diâmetro, teria a capacidade de iluminar uma área da Terra de 25 quilômetros quadrados, com uma luminosidade quase cem vezes maior do que a da Lua. Em princípio, o projeto visava fornecer iluminação para a exploração industrial de recursos naturais em regiões remotas com longas noites polares, na Sibéria e no leste da Rússia, permitindo atividade ao ar livre, noite e dia. Mas o consórcio acabou expandindo seus planos para a possibilidade de oferecer iluminação noturna a regiões metropolitanas inteiras. Calculando que se reduziriam os custos de energia da iluminação elétrica, o slogan da empresa era “Luz do dia a noite toda”.
       A oposição ao projeto surgiu de imediato e de diversas frentes. Astrônomos temeram os efeitos nefastos da observação espacial a partir da Terra. Cientistas e ambientalistas apontaram consequências fisiológicas prejudiciais tanto aos animais quanto aos humanos, uma vez que a ausência de alternância regular entre dia e noite interromperia vários padrões metabólicos, inclusive o sono. Associações culturais e humanitárias também protestaram, alegando que o céu noturno é um bem comum ao qual toda a humanidade tem direito, e que desfrutar da escuridão da noite e observar as estrelas é um direito humano básico que nenhuma empresa pode eliminar. De qualquer modo, direito ou privilégio, ele já está sendo violado para mais da metade da população do planeta, em cidades que estão permanentemente envoltas na penumbra da poluição e na intensa iluminação.
       Defensores do projeto, todavia, afirmaram que tal tecnologia diminuiria o uso noturno de eletricidade e que a perda da noite e de sua escuridão seria um preço razoável, considerando-se a redução do consumo global de energia. Seja como for, esse empreendimento, ao fim inviável, ilustra o imaginário contemporâneo, para o qual um estado de iluminação contínua é inseparável da ininterrupta operação de troca e circulação globais. Em seus excessos empresariais, o projeto é uma expressão hiperbólica de uma intolerância institucional a tudo que obscureça ou impeça uma situação de visibilidade instrumentalizada e constante.

    (24/7: capitalismo tardio e os fins do sono, 2014. Adaptado.)
    Em relação ao projeto, a postura do autor é de
    Escolha uma alternativa para a questão e4d6a1c8-de
  • E4BCC7AD-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Caracterizou-o sempre um sincero amor pelas coisas de sua terra, pela sua gente, e se existe obra que possa ser chamada de brasileira, é a dele. Se seus assuntos eram o homem e a terra do Brasil, apanhados no Norte, no Sul, no Centro, a forma por que os explorava era também brasileira, pela sintaxe que empregava e pelos modismos que introduzia. O Brasil do campo e o das cidades está presente em sua obra, assim como o homem da sociedade, o homem da rua e o trabalhador rural. Abarcou os aspectos mais variados da nossa sensibilidade e da nossa formação, constituindo sua obra um painel a que nada falta, inclusive o índio, que nela tem participação considerável.

    (José Paulo Paes e Massaud Moisés (orgs).
    Pequeno dicionário de literatura brasileira, 1980. Adaptado.)

    Tal comentário refere-se ao escritor
    Escolha uma alternativa para a questão e4bcc7ad-de