Questões do ENEM: Linguagens e Teoria Literária
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95 questões encontradas. Mostrando a página 4 de 5.
6496981E-FD Leia o fragmento para responder a QUESTÃO .A felicidade, sensação tão volátil, instável, irredutível de homem a homem é cousa diferente, e não consente média a abranger centenas, milhares e milhões de seres humanos. Imaginas tu que Madame Belasman, de Petrópolis, tem um grande joanete, um defeito hediondo, com o qual sobremaneira sofre; e o operário Felismino, da mortona, orgulha-se em possuir um filho com talento. Madame Belasman vive acabrunhada com a exuberância de seu joanete. [...] entretanto, Felismino, quando bate rebites, sorri e antegoza o estrondo que uma parcela do seu sangue vai causar na sociedade. [...] Quem é mais feliz – pergunto – madame Belasman ou o senhor Felismino? E, à vista disso, poderás dizer que todas as damas de Petrópolis são felizes e os operários de fundição são desgraçados? Há média possível para a felicidade das classes? Nós, os modernos, nos vamos esquecendo que essas histórias de classe, de povos, de raças, são tipos de gabinetes, fabricados para as necessidades de certos edifícios lógicos, mas que fora deles desaparecem completamente: – Não são? Não existem.Fonte: BARRETO, Lima. Vida e Morte de M.J. Gonzaga de Sá. Cotia, SP: Ateliê Editorial, 2017, p 100-101. (fragmento).Sobre o fragmento da obra Vida e Morte de M. J. Gonzaga de Sá, de Lima Barreto, assinale a alternativa CORRETA.6493C6E1-FD Literatura
Teoria LiteráriaUFT · 2019FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o fragmento para responder a QUESTÃO .3 DE MAIO... Fui na feira da Rua Carlos de Campos, catar qualquer coisa. Ganhei bastante verdura. Mas ficou sem efeito, porque eu não tenho gordura. Os meninos estão nervosos por não ter o que comer.6 DE MAIO [...] ...O que eu aviso aos pretendentes a politica, é que o povo não tolera a fome. É preciso conhecer a fome para saber descrevê-la.9 DE MAIO... Eu cato papel, mas não gosto. Então eu penso: Faz de conta que eu estou sonhando.10 DE MAIO... [...] O tenente interessou-se pela educação dos meus filhos. Disse-me que a favela é um ambiente propenso, que as pessoas tem mais possibilidades de delinquir do que tornar-se util a patria e ao país. Pensei: Se ele sabe disto, porque não faz um relatorio e envia para os politicos? O senhor Janio Quadros, o Kubstchek e o Dr. Adhemar de Barros? Agora falar para mim, que sou uma pobre lixeira. Não posso resolver nem as minhas dificuldades. ... O Brasil precisa ser dirigido por uma pessoa que já passou fome. A fome também é professora. Quem passa fome aprende a pensar no proximo, e nas crianças.16 DE MAIO Eu amanheci nervosa. Porque eu queria ficar em casa, mas eu não tinha nada para comer.... Eu não ia comer porque o pão era pouco. Será que é só eu que levo esta vida? O que posso esperar do futuro? Um leito em Campos do Jordão. Eu quando estou com fome quero matar o Janio, quero enforcar o Adhemar e queimar o Juscelino. As dificuldades corta o afeto do povo pelos politicos.Fonte: JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo: diário de uma favelada. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1983, p. 25-29. (fragmento).Assinale a alternativa CORRETA. No fragmento de Quarto de despejo, Carolina Maria de Jesus apresenta um olhar6491123C-FD Literatura
Teoria LiteráriaUFT · 2019FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o fragmento para responder a QUESTÃO .Corpo meu corpo corpoque tem um nariz assim uma bocadois olhose um certo jeito de sorrirde falarque minha mãe identifica como sendo de seu filhoque meu filho identificacomo sendo de seu paicorpo que se para de funcionar provocaum grave acontecimento na família:sem ele não há José Ribamar Ferreiranão há Ferreira Gullare muitas pequenas coisas acontecidas no planetaestarão esquecidas para semprecorpo-facho corpo-fátuo corpo-fato[...]meu corpo nascido numa porta-e-janela da Rua dos Prazeresao lado de uma padariasob o signo de Virgosob as balas do 24º BCna revolução de 30e que desde então segue pulsando como um relógionum tic tac que não se ouve(senão quando se cola o ouvido à altura do meu coração)tic tac tic tacFonte: GULLAR, Ferreira. Poema Sujo. São Paulo: Círculo do Livro, 1980, p. 11-13. (fragmento).Sobre o fragmento do Poema Sujo, de Ferreira Gullar, assinale a alternativa CORRETA.648DB453-FD Literatura
Teoria LiteráriaUFT · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o fragmento para responder a QUESTÃO .Contam os velhos do povo Karajá que um misterioso acontecimento estava deixando a aldeia alarmada. Isso acontecia porque os guerreiros estavam sumindo durante a caçada e ninguém conseguia explicar por que isso estava acontecendo. Havia um clima de medo.Um rapaz, no entanto, resolveu rastrear pela trilha dos parentes sumidos. Entrou na mata cautelosamente e logo adiante avistou um bando de urubus. Isso era um sinal de que havia carniça por perto. Redobrou sua atenção e arrastou-se até chegar perto de uma grande árvore em cuja raiz encontrou objetos e ossadas dos parentes desaparecidos. Seu susto foi maior quando avistou dois monstruosos indivíduos saindo de uma caverna. Comentavam um para o outro:– Estou com uma fome tão grande. Tô com vontade de comer gente!– Vamos botar uma espera? Sinto que hoje vamos pegar alguém!O jovem, ouvindo aquela conversa, sentiu-se amedrontado, achando que ele poderia ser o alimento daquela gente estranha.[...] Quando chegou à aldeia, estava muito angustiado. Começou a gritar para chamar a atenção de todos. _ Inã biroxikre nhaçã rekã!... (Bugios grandalhões estão devorando gente!).[...] Onde vais com tanta pressa, valente guerreiro?– Vou caçar nhaçã rekã! – respondeu o jovem de forma arrogante.– Se me tomares como esposa, eu te ensinarei como caçar aquelas perigosas feras feiticeiras! – propôs a mulher-sapo.A partir da leitura do fragmento de texto de Daniel Munduruku, é INCORRETO afirmar que:Fonte: MUNDURUKU, Daniel. A Caveira-Rolante, a Mulher-Lesma e outrashistórias. Ilustrações Maurício Negro. São Paulo: Global, 2010, p. 40-41.(fragmento).648B0B70-FD Literatura
Teoria LiteráriaUFT · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o fragmento para responder a QUESTÃO .SÃO LOURENÇO:Mas existe a confissão,
remédio senhor da cura.Os índios que enfermos sãocom ela se curarão,e a comunhão os segura.Quando o pecado lhes pesa,vão-se os índios confessar.Dizem: "Quero melhorar..."O padre sobre eles rezapara o seu Deus aplacar.[...]AIMBIRÊ: [criado do diabo]:Afastado,"quando à morte fôr chegado,diz o índio, expulsareitodo o crime que ocultei".GUAIXARÁ [diabo chefe]:Ouve, oh! sim; pois com cuidadoseus maus atos desfiei.SÃO LOURENÇO:Com todo vosso ódio, seique procurais condená-los.Deles não me afastarei,mas a Deus suplicareipara sempre auxiliá-los.Eles em mim confiaram,construindo essa capela;velhos vícios extirparam,por patrono me tomaramque em firmá-los se desvela.Fonte: ANCHIETA, José de. Teatro de Anchieta. In: O auto de São Lourenço.Edições Loyola: São Paulo, 1977, p. 158. (fragmento). (adaptado).A partir da leitura do fragmento de O auto de São Lourenço, de José de Anchieta, é CORRETO afirmar que64871EE1-FD Literatura
Teoria LiteráriaUFT · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosLeia os poemas para responder a QUESTÃO.Texto IBulandeiraO braçorompe a rodaa rodavira o raloo ralona raiz da fomefarinha.Texto IITapioca na gamelaEita que esse destino de furupaguarnece a brasa e o tiçãoo forno de assar o boloalvura que ama a tapioca na gamelaamassando a vida com as mãospois a festa é certaquando certo o pão.Fonte: PEDREIRA, Célio. As tocantinas. Palmas–TO: Universidade Federal doTocantins/EDUFT, 2014, p. 36 e 20.A partir da leitura dos dois poemas do escritor tocantinense Célio Pedreira é CORRETO afirmar que eles:64835FEF-FD Literatura
Teoria LiteráriaUFT · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosLeia os fragmentos para responder a QUESTÃO .Texto IO Juiz Valério alegrava-se com a aproximação da comissão. Acreditava em justiça, em lei, achava que o governo fosse dotado de uma clarividência que o comum dos homens não possuía, de uma reta intenção de punir o mal e premiar o bem. Daquele recanto tão afastado, Governo era assim algo de sobre-humano e inatacável. Antes porém que a Comissão chegasse ao [Vila do] Duro, aportaram ali notícias do que era ela. Era como o vento que precede a chuva braba. Quem vinha chefiando a comissão era um juiz togado, com assento em Porto Nacional, formado pela Faculdade do Recife, com militança no Foro de Salvador e Belém do Pará, homem de estudo, homem de preparo, homem sabido e corrido.Fonte: ÉLIS, Bernardo. O tronco. Rio de Janeiro: José Olympio, 2008, p.15. (fragmento). (adaptado).Texto IISucedeu então vir o grande sujeito entrando no lugar, capiau de muito longínquo: tirado à arreata o cavalo raposo, que mancara, apontava de noroeste, pisando o arenoso. Seus bigodes ou a rustiquez – roupa parda, botinões de couro de anta, chapéu toda a aba – causavam riso e susto. Tomou fôlego, feito burro entesa orelhas, no avistar um fiapo de povo mas a rua, imponente invenção humana. Tinha vergonha de frente e de perfil, todo o mundo viu, devia também de alentar internas desordens no espírito.Fonte: ROSA, João Guimarães. Tutaméia (Terceiras estórias). Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001, p. 58. (fragmento).Os fragmentos das obras de Bernardo Élis e de João Guimarães Rosa narram, respectivamente, a notícia da chegada de um viajante e a chegada de outro viajante. É CORRETO afirmar que os narradores:457EF269-D8 Literatura
BarrocoUEA · 2019FácilEntre para guardar nos favoritosOs projetos da vila Maser, uma das mais belas da Itália no século XVI, são de Palladio, e os afrescos, de Veronese. A vila realiza, em todo o seu esplendor, a ideia de ordem segundo o grande arquiteto humanista, Palladio, para quem “a beleza resulta da forma e da correspondência entre o todo e as partes, e entre as partes entre si, e entre as partes e o todo, de forma que o edifício deve aparecer como um corpo inteiro e bem definido no qual cada membro convém aos outros e onde todos os membros são necessários às suas funções”.(Lucette Valensi. Venise et la Sublime Porte, 1987. Adaptado.)Palladio e Veronese são artistas do Renascimento italiano do século XVI. A arquitetura de Palladio confere forma55708ED2-C4 Literatura
Escolas LiteráriasUNIOESTE · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosPara responder a esta questão, leia os excertos abaixo:“Onde se viu ir ao cinema, de luto pesado! A dor já estava sendo cultivada pelas aparências, e eu, que sempre gostara apenas regularmente de meu pai, mais por instinto de filho que por espontaneidade de amor, me via a ponto de aborrecer o bom do morto”.“Voltei, abri a porta e ele ao me ver disse ‘não faça isso, doutor, só tenho o senhor no mundo’. Não acabou de falar ou se falou eu não ouvi, com o barulho do tiro”.“— Será que ele está vendo a gente de algum lugar? — perguntou o rapazinho. Olhou para o alto — o teto ainda de luz acesa —, como se a alma do morto estivesse por ali, observando-os; não viu nada, mas sentia como se a alma estivesse por ali”.“Ai, por que não fugi? Pegou a vassoura atrás da porta e me encheu de pancada. Me desviei, a criança ali nos braços, o cabo deu no canto da mesa e se quebrou”.Os fragmentos acima correspondem, respectivamente, aos seguintes contos:556A11D6-C4 Literatura
Escolas LiteráriasUNIOESTE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosSobre o conto “Felicidade clandestina”, de Clarice Lispector, é CORRETO afirmar que:55671A7A-C4 Literatura
Teoria LiteráriaUNIOESTE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosNo que tange o romance Fogo morto, de José Lins do Rego, é CORRETO afirmar que:5564342A-C4 Literatura
Escolas LiteráriasUNIOESTE · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia atentamente o excerto do soneto “O acendedor de lampiões”, de Jorge de Lima, e assinale a opção CORRETA.“Triste ironia atroz que o senso humano irrita: –ele que doira a noite e ilumina a cidade,talvez não tenha luz na choupana em que habita.Tanta gente também nos outros insinuacrenças, religiões, amor, felicidade,como este acendedor de lampiões da rua!”5560F0DB-C4 Literatura
Teoria LiteráriaUNIOESTE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosNo que concerne ao conto “Pai contra mãe”, de Machado de Assis, é CORRETO afirmar.555E29BA-C4 Literatura
Escolas LiteráriasUNIOESTE · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia atentamente o fragmento abaixo, retirado do soneto “O incêndio de Roma”, de Olavo Bilac, e assinale a alternativa CORRETA.“Nero, com o manto grego ondeando ao ombro, assomaentre os libertos, e ébrio, engrinaldada a fronte,lira em punho, celebra a destruição de Roma”.B52A30E4-E6 Literatura
Escolas LiteráriasFaculdade Cásper Líbero · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosAo invocar "Ggum, o Prometeu africano'', a dedicatória de Mayombe, de Pepetela:6A6101E9-A5 Literatura
Escolas LiteráriasUFU-MG · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosLevando-se em consideração as obras selecionadas e seus personagens, é correto afirmar queEF362C7D-D1 Literatura
Gêneros LiteráriosUniversidade Estadual do Maranhão · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosPara responder a questão, leia os poemas de Carlos Drummond de Andrade e de Olavo Bilac.
Texto
Procura da Poesia
[...]
Penetra surdamente no reino das palavras.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
Estão paralisados, mas não há desespero,
há calma e frescura na superfície intata.
Ei-los sós e mudos, em estado de dicionário.
Convive com teus poemas, antes de escrevê-los.
[...]
Não forces o poema a desprender-se do limbo.
Não colhas no chão o poema que se perdeu.
Não adules o poema. Aceita-o
Como ele aceitará sua forma definitiva e concentrada
no espaço.
Chega mais perto e contempla as palavras.
Cada uma
tem mil faces secretas sob a face neutra
e te pergunta, sem interesse pela resposta,
pobre ou terrível, que lhe deres:
Trouxeste a chave?
Repara:
ermas de melodia e conceito,
elas se refugiaram na noite, as palavras.
Ainda úmidas e impregnadas de sono,
rolam num rio difícil e se transformam em desprezo.
ANDRADE, Carlos Drummond de. A Rosa do Povo. 1 ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.
Texto
Profissão de fé
[...]
Invejo o ourives
Quando escrevo:
Imito o amor
Com que ele, em ouro, o alto-relevo
Faz de uma flor.
Imito-o. E, pois, nem de Carrara
A pedra firo:
O alvo cristal, a pedra rara,
O ônix prefiro.
Por isso, corre, por servir-me,
Sobre o papel
A pena, como em prata firme
Corre o cinzel.
[...]
Torce , aprimora, alteia, lima
A frase; e, enfim,
no verso de ouro engasta a rima
como um rubim.
Quero que a estrofe cristalina,
Dobrada ao jeito
Do ourives, saia da oficina
Sem um defeito.
[...]
Porque o escrever – tanta perícia,
Tanta requer,
Que oficio tal... nem há notícia
De outro qualquer.
BILAC, Olavo. Poesia. Rio de Janeiro: Agir, 2005.
Comparando os Textos sobre aspectos temáticos e organização enunciativa, observa-se que811C2277-31 Literatura
Teoria LiteráriaPUC - Campinas · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosAtenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
Personagem frequente dos carros alegóricos, d. Pedro surgia, nos anos 1880, ora como Pedro Banana ou como Pedro Caju, numa alusão à sua falta de participação nos últimos anos do Império. Mas é só com a queda da monarquia que se passa a eleger um rei do Carnaval. Com efeito, o rei Momo é uma invenção recente, datada de 1933. No século XIX ele não era rei, mas um deus grego: zombeteiro, pândego e amante da galhofa. Nos anos 30 vira Rei Momo e logo depois cidadão. Novos tempos, novos termos.
(SCHWARCZ, Lilian Mortiz. As barbas do Imperador: Dom Pedro II , um monarca nos trópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 281)
Na Grécia Antiga, o deus que correspondia às características apontadas no texto era Dionísio, em homenagem a quem eram4C963363-2B Literatura
Escolas LiteráriasUniversidade do Contestado - Santa Catarina · 2012Muito difícilEntre para guardar nos favoritosSobre a literatura brasileira e as obras relacionadas para esta prova, a alternativa correta é:A33C3F05-EA Literatura
Gêneros LiteráriosUNIR · 2010Entre para guardar nos favoritosINSTRUÇÃO: A partir da leitura de Galvez, imperador do Acre, de Márcio de Souza, responda:Em relação à construção do romance, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.( ) A narrativa é organizada em quatro capítulos nomeados de acordo com o espaço em que se passa a história.( ) Tópicos curtos apresentam as peripécias de Galvez no Brasil, intercaladas por relatos de suas aventuras anteriores e descrições do contexto histórico.( ) O tom cômico da obra é abandonado nas passagens que trazem eventos de morte, doença, ou loucura.( ) Revela uma vertente metatextual: volta-se para sua feitura e comenta a literatura, de modo geral.( ) O narrador é interrompido por uma segunda voz que coloca em questão a veracidade de alguns fatos.( ) As personagens femininas são sedutoras, mas submissas, sua atuação não contribui para o desenrolar da ação.Assinale a sequência correta.