Questões do ENEM: Linguagens e nível muito fácil

Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

690 questões encontradas. Mostrando a página 27 de 35.

  • D979D3F5-A6

    Literatura

    Escolas Literárias
    ENEM · 2016Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Antiode

    Poesia, não será esse

    o sentido em que

    ainda te escrevo:

    flor! (Te escrevo:

    flor! Não uma

    flor, nem aquela

    flor-virtude — em

    disfarçados urinóis).

    Flor é a palavra

    flor; verso inscrito

    no verso, como as

    manhãs no tempo.

    Flor é o salto

    da ave para o voo:

    o salto fora do sono

    quando seu tecido

    se rompe; é uma explosão

    posta a funcionar,

    como uma máquina,

    uma jarra de flores.

    MELO NETO, J. C. Psicologia da composição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997 (fragmento)

    A poesia é marcada pela recriação do objeto por meio da linguagem, sem necessariamente explicá-lo. Nesse fragmento de João Cabral de Melo Neto, poeta da geração de 1945, o sujeito lírico propõe a recriação poética de

    Escolha uma alternativa para a questão d979d3f5-a6
  • CE2F9F93-29

    Português

    Figuras de Linguagem
    UNESP · 2016Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho inicial de um poema de Álvaro de Campos, heterônimo do escritor Fernando Pessoa (1888-1935), para responder à questão.

    Esta velha angústia,

    Esta angústia que trago há séculos em mim,

    Transbordou da vasilha,

    Em lágrimas, em grandes imaginações,

    Em sonhos em estilo de pesadelo sem terror,

    Em grandes emoções súbitas sem sentido nenhum.

    Transbordou.

    Mal sei como conduzir-me na vida

    Com este mal-estar a fazer-me pregas na alma!

    Se ao menos endoidecesse deveras!

    Mas não: é este estar entre,

    Este quase,

    Este poder ser que...,

    Isto.

    Um internado num manicômio é, ao menos, alguém,

    Eu sou um internado num manicômio sem manicômio.

    Estou doido a frio,

    Estou lúcido e louco,

    Estou alheio a tudo e igual a todos:

    Estou dormindo desperto com sonhos que são loucura

    Porque não são sonhos.

    Estou assim...

    Pobre velha casa da minha infância perdida!

    Quem te diria que eu me desacolhesse tanto!

    Que é do teu menino? Está maluco.

    Que é de quem dormia sossegado sob o teu teto provinciano?

    Está maluco.

    Quem de quem fui? Está maluco. Hoje é quem eu sou.

                                                                                               (Obra poética, 1965.)

    A hipérbole é uma figura de palavra que consiste no exagero verbal (para efeito expressivo): “já disse mil vezes”, “correram mares de sangue”.

    (Celso Pedro Luft. Abc da língua culta, 2010. Adaptado.)

    Verifica-se a ocorrência de hipérbole no seguinte verso:

    Escolha uma alternativa para a questão ce2f9f93-29
  • CDF29D01-29

    Português

    Figuras de Linguagem
    UNESP · 2016Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Para responder à questão, leia o excerto do “Sermão da primeira dominga do Advento” de Antônio Vieira (1608- 1697), pregado na Capela Real em Lisboa no ano de 1650.

          Sabei cristãos, sabei príncipes, sabei ministros, que se vos há de pedir estreita conta do que fizestes; mas muito mais estreita do que deixastes de fazer. Pelo que fizeram, se hão de condenar muitos, pelo que não fizeram, todos. [...]

          Desçamos a exemplos mais públicos. Por uma omissão perde-se uma maré, por uma maré perde-se uma viagem, por uma viagem perde-se uma armada, por uma armada perde-se um Estado: dai conta a Deus de uma Índia, dai conta a Deus de um Brasil, por uma omissão. Por uma omissão perde-se um aviso, por um aviso perde-se uma ocasião, por uma ocasião perde-se um negócio, por um negócio perde-se um reino: dai conta a Deus de tantas casas, dai conta a Deus de tantas vidas, dai conta a Deus de tantas fazendas1 , dai conta a Deus de tantas honras, por uma omissão. Oh que arriscada salvação! Oh que arriscado ofício é o dos príncipes e o dos ministros! Está o príncipe, está o ministro divertido, sem fazer má obra, sem dizer má palavra, sem ter mau nem bom pensamento: e talvez naquela mesma hora, por culpa de uma omissão, está cometendo maiores danos, maiores estragos, maiores destruições, que todos os malfeitores do mundo em muitos anos. O salteador na charneca com um tiro mata um homem; o príncipe e o ministro com uma omissão matam de um golpe uma monarquia. A omissão é o pecado que com mais facilidade se comete e com mais dificuldade se conhece; e o que facilmente se comete e dificultosamente se conhece, raramente se emenda. A omissão é um pecado que se faz não fazendo. [...]

          Mas por que se perdem tantos? Os menos maus perdem-se pelo que fazem, que estes são os menos maus; os piores perdem-se pelo que deixam de fazer, que estes são os piores: por omissões, por negligências, por descuidos, por desatenções, por divertimentos, por vagares, por dilações, por eternidades. Eis aqui um pecado de que não fazem escrúpulo os ministros, e um pecado por que se perdem muitos. Mas percam-se eles embora, já que assim o querem: o mal é que se perdem a si e perdem a todos; mas de todos hão de dar conta a Deus. Uma das cousas de que se devem acusar e fazer grande escrúpulo os ministros, é dos pecados do tempo. Porque fizeram o mês que vem o que se havia de fazer o passado; porque fizeram amanhã o que se havia de fazer hoje; porque fizeram depois o que se havia de fazer agora; porque fizeram logo o que se havia de fazer já. Tão delicadas como isto hão de ser as consciências dos que governam, em matérias de momentos. O ministro que não faz grande escrúpulo de momentos não anda em bom estado: a fazenda pode-se restituir; a fama, ainda que mal, também se restitui; o tempo não tem restituição alguma.

                                                                                  (Essencial, 2013. Adaptado.)

    1 fazenda: conjunto de bens, de haveres.

    No sermão, o autor recorre a uma construção que contém um aparente paradoxo em:
    Escolha uma alternativa para a questão cdf29d01-29
  • 6FA17907-06

    Português

    Morfologia
    UNIFESP · 2015Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o excerto do “Sermão de Santo Antônio aos peixes” de Antônio Vieira (1608-1697) para responder à questão.

         A primeira cousa que me desedifica, peixes, de vós, é que vos comeis uns aos outros. Grande escândalo é este, mas a circunstância o faz ainda maior. Não só vos comeis uns aos outros, senão que os grandes comem os pequenos. [...] Santo Agostinho, que pregava aos homens, para encarecer a fealdade deste escândalo mostrou-lho nos peixes; e eu, que prego aos peixes, para que vejais quão feio e abominável é, quero que o vejais nos homens. Olhai, peixes, lá do mar para a terra. Não, não: não é isso o que vos digo. Vós virais os olhos para os matos e para o sertão? Para cá, para cá; para a cidade é que haveis de olhar. Cuidais que só os tapuias se comem uns aos outros, muito maior açougue é o de cá, muito mais se comem os brancos. Vedes vós todo aquele bulir, vedes todo aquele andar, vedes aquele concorrer às praças e cruzar as ruas: vedes aquele subir e descer as calçadas, vedes aquele entrar e sair sem quietação nem sossego? Pois tudo aquilo é andarem buscando os homens como hão de comer, e como se hão de comer.
         [...]
      Diz Deus que comem os homens não só o seu povo, senão declaradamente a sua plebe: Plebem meam, porque a plebe e os plebeus, que são os mais pequenos, os que menos podem, e os que menos avultam na república, estes são os comidos. E não só diz que os comem de qualquer modo, senão que os engolem e os devoram: Qui devorant. Porque os grandes que têm o mando das cidades e das províncias, não se contenta a sua fome de comer os pequenos um por um, poucos a poucos, senão que devoram e engolem os povos inteiros: Qui devorant plebem meam. E de que modo se devoram e comem? Ut cibum panis: não como os outros comeres, senão como pão. A diferença que há entre o pão e os outros comeres é que, para a carne, há dias de carne, e para o peixe, dias de peixe, e para as frutas, diferentes meses no ano; porém o pão é comer de todos os dias, que sempre e continuadamente se come: e isto é o que padecem os pequenos. São o pão cotidiano dos grandes: e assim como pão se come com tudo, assim com tudo, e em tudo são comidos os miseráveis pequenos, não tendo, nem fazendo ofício em que os não carreguem, em que os não multem, em que os não defraudem, em que os não comam, traguem e devorem: Qui devorant plebem meam, ut cibum panis. Parece-vos bem isto, peixes?

    (Antônio Vieira. Essencial, 2011.)
    “Santo Agostinho, que pregava aos homens, para encarecer a fealdade deste escândalo mostrou-lho nos peixes; e eu, que prego aos peixes, para que vejais quão feio e abominável é, quero que o vejais nos homens.” (1º parágrafo)

    Nas duas ocorrências, o termo “para” estabelece relação de
    Escolha uma alternativa para a questão 6fa17907-06
  • 6F92632A-06

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2015Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o excerto do “Sermão de Santo Antônio aos peixes” de Antônio Vieira (1608-1697) para responder à questão.

         A primeira cousa que me desedifica, peixes, de vós, é que vos comeis uns aos outros. Grande escândalo é este, mas a circunstância o faz ainda maior. Não só vos comeis uns aos outros, senão que os grandes comem os pequenos. [...] Santo Agostinho, que pregava aos homens, para encarecer a fealdade deste escândalo mostrou-lho nos peixes; e eu, que prego aos peixes, para que vejais quão feio e abominável é, quero que o vejais nos homens. Olhai, peixes, lá do mar para a terra. Não, não: não é isso o que vos digo. Vós virais os olhos para os matos e para o sertão? Para cá, para cá; para a cidade é que haveis de olhar. Cuidais que só os tapuias se comem uns aos outros, muito maior açougue é o de cá, muito mais se comem os brancos. Vedes vós todo aquele bulir, vedes todo aquele andar, vedes aquele concorrer às praças e cruzar as ruas: vedes aquele subir e descer as calçadas, vedes aquele entrar e sair sem quietação nem sossego? Pois tudo aquilo é andarem buscando os homens como hão de comer, e como se hão de comer.
         [...]
      Diz Deus que comem os homens não só o seu povo, senão declaradamente a sua plebe: Plebem meam, porque a plebe e os plebeus, que são os mais pequenos, os que menos podem, e os que menos avultam na república, estes são os comidos. E não só diz que os comem de qualquer modo, senão que os engolem e os devoram: Qui devorant. Porque os grandes que têm o mando das cidades e das províncias, não se contenta a sua fome de comer os pequenos um por um, poucos a poucos, senão que devoram e engolem os povos inteiros: Qui devorant plebem meam. E de que modo se devoram e comem? Ut cibum panis: não como os outros comeres, senão como pão. A diferença que há entre o pão e os outros comeres é que, para a carne, há dias de carne, e para o peixe, dias de peixe, e para as frutas, diferentes meses no ano; porém o pão é comer de todos os dias, que sempre e continuadamente se come: e isto é o que padecem os pequenos. São o pão cotidiano dos grandes: e assim como pão se come com tudo, assim com tudo, e em tudo são comidos os miseráveis pequenos, não tendo, nem fazendo ofício em que os não carreguem, em que os não multem, em que os não defraudem, em que os não comam, traguem e devorem: Qui devorant plebem meam, ut cibum panis. Parece-vos bem isto, peixes?

    (Antônio Vieira. Essencial, 2011.)
    No sermão, Vieira critica
    Escolha uma alternativa para a questão 6f92632a-06
  • 6F8B4668-06

    Português

    Figuras de Linguagem
    UNIFESP · 2015Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o soneto do poeta Luís Vaz de Camões (1525?-1580) para responder à questão.

    Sete anos de pastor Jacob servia
    Labão, pai de Raquel, serrana bela;
    mas não servia ao pai, servia a ela,
    e a ela só por prêmio pretendia.

    Os dias, na esperança de um só dia,
    passava, contentando-se com vê-la;
    porém o pai, usando de cautela,
    em lugar de Raquel lhe dava Lia.

    Vendo o triste pastor que com enganos
    lhe fora assi negada a sua pastora,
    como se a não tivera merecida,

    começa de servir outros sete anos,
    dizendo: “Mais servira, se não fora
    para tão longo amor tão curta a vida”.

    (Luís Vaz de Camões. Sonetos, 2001.)
    Uma das principais figuras exploradas por Camões em sua poesia é a antítese. Neste soneto, tal figura ocorre no verso:
    Escolha uma alternativa para a questão 6f8b4668-06
  • 6F87E85D-06

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2015Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o soneto do poeta Luís Vaz de Camões (1525?-1580) para responder à questão.

    Sete anos de pastor Jacob servia
    Labão, pai de Raquel, serrana bela;
    mas não servia ao pai, servia a ela,
    e a ela só por prêmio pretendia.

    Os dias, na esperança de um só dia,
    passava, contentando-se com vê-la;
    porém o pai, usando de cautela,
    em lugar de Raquel lhe dava Lia.

    Vendo o triste pastor que com enganos
    lhe fora assi negada a sua pastora,
    como se a não tivera merecida,

    começa de servir outros sete anos,
    dizendo: “Mais servira, se não fora
    para tão longo amor tão curta a vida”.

    (Luís Vaz de Camões. Sonetos, 2001.)
    De acordo com a história narrada pelo soneto,
    Escolha uma alternativa para a questão 6f87e85d-06
  • 8C94674F-F8

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2015Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2015
    RICKLEFS, Robert E. A economia da natureza. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. p. 15. (Adaptado).
    A expressão “Além disso” (linha 3) tem, no texto, a função de
    Escolha uma alternativa para a questão 8c94674f-f8
  • A88040E3-FC

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Federal do Ceará · 2015Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa cuja reescrita do enunciado “Posso falar com mais propriedade do carioca, já que nasci em Copacabana” (texto 1, linha 18) mantém a relação de sentido entre as orações.
    Escolha uma alternativa para a questão a88040e3-fc
  • 1CF50555-E0

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2015Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1


    A CHAVE
    Ela abre mais do que uma porta, inaugura um novo tempo


        Certos objetos dão a exata medida de um relacionamento. A chave, por exemplo. Embora caiba no bolso, ela tem importância gigantesca na vida dos casais. O momento em que você oferece a chave da sua casa é aquele em que você renuncia à sua privacidade, por amor. Quando pede a chave de volta - ou troca a fechadura da porta - está retomando aquilo que havia oferecido, por que o amor acabou.
        O primeiro momento é de exaltação e esperança. O segundo é sombrio.
        Quem já passou pela experiência sabe como é gostoso carregar no bolso - ou na bolsa - aquela cópia de cinco reais que vai dar início à nova vida. Carregada de expectativas e temores, a chave será entregue de forma tímida e casual, como se não fosse importante, ou pode vir embalada em vinho e flores, pondo violinos na ocasião. Qualquer que seja a cena, não cabe engano: foi dado um passo gigantesco. Alguém pôs na mão de outro alguém um totem de confiança.
        Não interessa se você dá ou ganha a chave, a sensação é a mesma. Ou quase. Quem a recebe se enche de orgulho. No auge da paixão, e a pessoa que provoca seus melhores sentimentos (a pessoa mais legal do mundo, evidentemente) põe no seu chaveiro a cópia discreta que abre a casa dela. Você só nota mais tarde, quando chega à sua própria casa e vai abrir a porta. Primeiro, estranha a cor e o formato da chave nova, mas logo entende a delicadeza da situação. Percebe, com um sorriso nos lábios, que suas emoções são compartilhadas. Compreende que está sendo convidado a participar de outra vida. Sente, com enorme alívio, que foi aceito, e que uma nova etapa tem início, mais intensa e mais profunda que anterior. Aquela chave abre mais do que uma porta. Abre um novo tempo.
        O momento de entregar a chave sempre foi para mim o momento de máximo otimismo.
        [...]
        Você tem certeza de que a outra pessoa ficará feliz e comovida, mas ao mesmo tempo teme, secretamente, ser recusado. Então vê nos olhos dela a alegria que havia antecipado e desejado. O rosto querido se abre num sorriso sem reservas, que você não ganharia se tivesse lhe dado uma joia ou uma aliança. (Uma não vale nada; para a outra ela não está pronta). Por isto ela esperava, e retribui com um olhar cheio de amor. Esse é um instante que viverá na sua alma para sempre. Nele, tudo parece perfeito. É como estar no início de um sonho em que nada pode dar errado. A gente se sente adulto e moderno, herdeiro dos melhores sonhos da adolescência, parte da espécie feliz dos adultos livres que são amados e correspondidos - os que acharam uma alma gêmea, aqueles que jamais estarão sozinhos.
        Se as chaves de despedida parecem a pior coisa do mundo, não são.
        [...]
        A gente sabe que essas coisas, às vezes, são efêmeras, mas é tão bonito.
        Pode ser que dentro de três meses ou três anos a chave inútil e esquecida seja encontrada no bolso de uma calça ou no fundo de uma bolsa. Ela já não abrirá porta alguma exceto a da memória, que poderá ser boa ou ruim. O mais provável é que o tato e a visão daquela ferramenta sem propósito provoquem um sorriso agridoce, grisalho de nostalgia. Essa chave do adeus não dói, ela constata e encerra.
        Nestes tempos de arrogante independência, em que a solidão virou estandarte exibido como prova de força, a doação de chaves ganhou uma solenidade inesperada. Com ela, homens e mulheres sinalizam a disposição de renunciar a um pedaço da sua sagrada liberdade pessoal. Sugerem ao outro que precisam dele e o desejam próximo. Cedem o seu terreno, correm o risco. É uma forma moderna e eloquente de dizer “eu te amo”. E, assim como a outra, dispensa “eu também”. Oferece a chave quem está pronto, aceita a chave quem a deseja, reciproca, oferecendo a sua, quem sente que é o caso, verdadeiramente. Nada mais triste que uma chave falsa. Ela parece abrir uma esperança, mas abre somente uma ilusão.
    Adaptado de http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/ivan-martins/noticia/2015/04/chave.html
    Em “... um sorriso agridoce, grisalho de nostalgia.”, o termo destacado significa
    Escolha uma alternativa para a questão 1cf50555-e0
  • 19B7CD59-D5

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Desde o seu primeiro livro — Perto do coração selvagem — que Clarice Lispector (1926-1977) chamou a atenção da melhor crítica brasileira para os aspectos inovadores e de vanguarda da sua obra ficcional. Tendo vivido a sua infância no Recife, Clarice consagra algumas crônicas e contos a esse período da sua vida. No entanto, é com um romance publicado em 1977 — A Hora da Estrela — que ela coloca como o centro da estória não apenas uma personagem nordestina, mas também constrói uma das personagens mais marcantes da nossa literatura. Como se chama a personagem principal de A Hora da Estrela?
    Escolha uma alternativa para a questão 19b7cd59-d5
  • EFAE2C80-D1

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Maranhão · 2015Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    (...) A terra não é de um dono só.
    A roça também não é de um dono só.
    Ninguém come as coisas da roça sozinho.
    As coisas da roça a gente sempre divide com os parentes.
    Divide com quem está precisando.
    A caça também não é de um dono só.
    Quando alguém mata um bicho para comer,
    ele não come sozinho. Ele sempre divide.
    Quando mata o peixe, divide,
    Quando faz bebida, divide,
    Sempre divide. (...)
    CIMI, História dos povos indígenas, Petrópolis, RJ: Vozes, 1987.

    O poema canta a aceitação de uma visão de alguém que adquiriu hábitos e formação para dividir bens e produtos com seus semelhantes. É alguém que recebeu uma educação que o identifica com os outros. Dessa forma, pode-se considerar que é pelo hábito e pela educação que um povo constrói
    Escolha uma alternativa para a questão efae2c80-d1
  • B9D58A4D-BA

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    UERJ · 2015Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Espanhol, da prova de 2015

    Quino
    ¡Cuánta bondad!. Buenos Aires: Ediciones de la Flor, 1999.

    Entre los vendedores y el cliente predomina el tratamiento formal, adecuado a ese contexto social.

    El fragmento que no representa un ejemplo de registro formal es:

    Escolha uma alternativa para a questão b9d58a4d-ba
  • 65CCF414-B9

    Português

    Morfologia - Verbos
    UERJ · 2015Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    O FUTURO ERA LINDO

    Imagem da questão de Português, da prova de 2015

    Marion Strecker

    Adaptado de Folha de São Paulo, 29/07/2014.

    O primeiro parágrafo expõe projeções passadas sobre possibilidades de um futuro regido pela internet.

    O recurso linguístico que permite identificar que se trata de projeção e não de fatos do passado é o uso da:

    Escolha uma alternativa para a questão 65ccf414-b9
  • F7989348-4A

    Português

    Interpretação de Textos
    ENEM · 2015Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2015


    Considerando que a internet influencia os modos de comunicação contemporânea, a charge faz uma crítica ao uso vicioso dessa tecnologia, pois

    Escolha uma alternativa para a questão f7989348-4a
  • F75B2EB8-4A

    Português

    Interpretação de Textos
    ENEM · 2015Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Em primeiro lugar gostaria de manifestar os meus agradecimentos pela honra de vir outra vez à Galiza e conversar não só com os antigos colegas, alguns dos quais fazem parte da mesa, mas também com novos colegas, que pertencem à nova geração, em cujas mãos, com toda certeza, está também o destino do Galego na Galiza, e principalmente o destino do Galego incorporado à grande família lusófona.

    E, portanto, é com muito prazer que teço algumas considerações sobre o tema apresentado. Escolhi como tema como os fundadores da Academia Brasileira de Letras viam a língua portuguesa no seu tempo. Como sabem, a nossa Academia, fundada em 1897, está agora completando 110 anos, foi organizada por uma reunião de jornalistas, literatos, poetas que se reuniam na secretaria da Revista Brasileira, dirigida por um crítico literário e por um literato chamado José Veríssimo, natural do Pará, e desse entusiasmo saiu a ideia de se criar a Academia Brasileira, depois anexada ao seu título: Academia Brasileira de Letras.

    Nesse sentido, Machado de Assis, que foi o primeiro presidente desde a sua inauguração até a data de sua morte, em 1908, imaginava que a nossa Academia deveria ser uma academia de Letras, portanto, de literatos.

    BECHARA, E. Disponível em: www.academiagalega.org. Acesso em: 31 jul. 2012.


    No trecho da palestra proferida por Evanildo Bechara, na Academia Galega da Língua Portuguesa, verifica-se o uso de estruturas gramaticais típicas da norma padrão da língua. Esse uso

    Escolha uma alternativa para a questão f75b2eb8-4a
  • F75423E7-4A

    Português

    Interpretação de Textos
    ENEM · 2015Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Como estamos "Era Digital", foi necessário rever os velhos ditados existentes e adaptá-los à nova realidade.

    Veja abaixo...


    1. A pressa é inimiga da conexão.

    2. Amigos, amigos, senhas à parte.

    3. Para bom provedor uma senha basta.

    4. Não adianta chorar sobre arquivo deletado.

    5. Mais vale um arquivo no HD do que dois baixando.

    6. Quem clica seus males multiplica.

    7. Quem semeia e-mails, colhe spams.

    8. Os fins justificam os e-mails.


    Disponível em: www.abusar.org.br. Acesso em: 20 maio 2015 (adaptado).


    No texto, há uma reinterpretação de ditados populares com o uso de termos da informática. Essa reinterpretação

    Escolha uma alternativa para a questão f75423e7-4a
  • F74CC28B-4A

    Português

    Interpretação de Textos
    ENEM · 2015Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2015


    Esse texto trata de uma campanha sobre o trânsito e visa a orientação dos motociclistas quanto ao(à)

    Escolha uma alternativa para a questão f74cc28b-4a