Questões do ENEM: Linguagens e nível fácil

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4.021 questões encontradas. Mostrando a página 149 de 202.

  • 4F192D9A-E5

    Português

    Interpretação de Textos
    FMP · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 3


        Este é talvez um dos fatos mais assustadores e tristes do nosso momento: falta de segurança generalizada, o medo, pois aqui se mata e se morre como quem come um pãozinho. Bala perdida, traficante, bandido graúdo ou pequeno, e o menor de idade, que é o mais complicado: pelas nossas leis absurdas, sendo menor ele não é de verdade punido. É levado para um estabelecimento hipoteticamente educativo e socializador, de onde deveria sair regenerado, com profissão, com vergonha na cara, sair gente. Não sai. Não, salvo raríssimas ........., e todo mundo sabe disso.

        Todo mundo sabe que é urgente e essencial reduzir para menos de 18 anos a idade em que se pode prender, julgar, condenar um assassino ........., reincidente, cruel e confesso. Mas aí vem quem defenda, quem tenha pena, ah! os direitos humanos, ah! são crianças. São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais, tantas vezes, e vão para a reeducação ou a ......... certamente achando graça: logo, logo estarão de volta. Basta ver os casos em que, checando-se a ficha do “menino”, ele é reincidente contumaz.


    (Extraído de “A banalização da vida”, de Lya Luft, revista Veja de 26.3.2014, p.24.)
    Atente para as seguintes afirmativas relativas ao texto 3:


    I – A palavra “hipoteticamente”, na terceira frase do primeiro parágrafo, tem o sentido de “supostamente”.

    II – Com o emprego de aspas na palavra “menino”, na última frase, a autora manifesta ironia.

    III – Caso se trocasse “Todo mundo”, por “Todo o mundo”, no início do segundo parágrafo, o significado da frase não se alteraria.


    Está(ão) correta(s):
    Escolha uma alternativa para a questão 4f192d9a-e5
  • 4F05EF76-E5

    Português

    Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos
    FMP · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 2


        São muitos e variados os analistas do mundo virtual. Gente que lida com tecnologia acaba por tentar entender também de comportamentos. Explicam quase tudo o que você deve saber das redes sociais, do perfil de quem está no Facebook e do público que vai consumir a novidade do ...... que vem.

        Mas estão escassos os que vão além do chute e oferecem a compreensão de coisas do mundo real com a mesma capacidade de convencimento dos analistas do mundo virtual. Sei, você vai dizer que é tudo a mesma coisa, porque são as pessoas que fazem o mundo virtual. Pois então ...... os rolezinhos causam tanto estranhamento?

        Os jovens das periferias invadem shoppings para zoar. Circulam pelos corredores, se beijam, cantam, revoam. Inquietam, assustam, constrangem e também, claro, entusiasmam quem ...... o início de um fenômeno social com potencial transformador.


    (Extraído do artigo intitulado “As nossas bolhas”, de Moisés Mendes, publicado no jornal Zero Hora de 19.1.2014, p.14.) 
    Assinale a opção que completa de forma correta as lacunas do texto 2:
    Escolha uma alternativa para a questão 4f05ef76-e5
  • BC437B55-E0

    Inglês

    Adjetivos | Adjectives
    Centro universitário FAG · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Cycling


    What's the furthest you have ever cycled?


    Perhaps you cycle to school or to work, or maybe at most a short cycling trip with friends? How would you feel about spending months on the road travelling solo from the UK to China, by bike?
    For British cyclist Pete Jones, camping rough and cycling long distances through inhospitable terrain are second nature. Mr Jones is currently undertaking a mammoth trip across the Eurasian continent from Britain to China.
    Pete Jones is no stranger to China. But he says many people there are puzzled by his passion for cycling, asking why he would choose to cycle when he can afford a car. Indeed, while there are an estimated 400 million bicycles in China, where it has long been the preferred form of transport, rapid economic growth has fuelled an explosive expansion in car ownership.
    Edward Genochio, another British cyclist who completed a 41,000km trip to China and back, said one of his aims was to "promote cycling as a safe, sustainable and environmentally benign means of getting about".
    In the UK, the last few years have seen a rise in the number of people choosing two wheels over four, with some estimates saying the number of people cycling to work has almost doubled in the last five years.
    Politicians also see cycling as a way to boost their eco-credentials, with people such as London mayor Boris Johnson often riding to work under his own steam. But we may have to wait some time before we see him emulating Pete Jones in attempting to cycle all the way to China!
    Fonte: www.bbc.co.uk/worldservice/... 
    According to the text, the underlined word “rough” is:
    Escolha uma alternativa para a questão bc437b55-e0
  • BC34570B-E0

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro universitário FAG · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
        No conto “O grande assalto” (Macho não ganha flor) de Dalton Trevisan, aparece a figura do pequeno criminoso típico dos grandes centros urbanos modernos gerado por vários problemas sociais. Assinale entre os trechos retirados do conto, abaixo, um que apresenta uma possível causa para a formação desse criminoso.
    Escolha uma alternativa para a questão bc34570b-e0
  • AE54A6DB-E0

    Literatura

    Arcadismo
    Centro universitário FAG · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa que não se refere ao Arcadismo:
    Escolha uma alternativa para a questão ae54a6db-e0
  • AE4B5EFC-E0

    Português

    Formação das Palavras: Composição, Derivação, Hibridismo, Onomatopeia e Abreviação
    Centro universitário FAG · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto abaixo, para responder a questão.


    O apanhador de desperdícios


    Uso a palavra para compor meus silêncios.
    Não gosto de palavras fatigadas de informar.
    Dou mais respeito às que vivem de barriga no chão tipo água pedra sapo.
    Entendo bem o sotaque das águas.
    Dou respeito às coisas desimportantes e aos seres desimportantes.
    Prezo insetos mais que aviões.
    Prezo a velocidade das tartarugas mais que a dos mísseis.
    Tenho em mim esse atraso de nascença.
    Eu fui aparelhado para gostar de passarinhos.
    Tenho abundância de ser feliz por isso.
    Meu quintal é maior do que o mundo.
    Sou um apanhador de desperdícios:
    Amo os restos como as boas moscas.
    Queria que a minha voz tivesse um formato de canto.
    Porque eu não sou da invencionática.Só uso a palavra para compor meus silêncios.

    Manuel de Barros. Memórias Inventadas: a infância. São Paulo: Planeta do Brasil, 2003.
    Neologismo é o emprego de uma palavra nova, criada ou inventada, que poderá ser incorporada aos dicionários. Marque a alternativa que contenha um neologismo usado pelo autor no texto.
    Escolha uma alternativa para a questão ae4b5efc-e0
  • 296D9570-DE

    Português

    Sintaxe
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão:


    Complexo de d. Sebastião

    Neymar expia a culpa pela derrota, mas as mudanças em

    nosso futebol não podem mais esperar, diz autor

    Entrevista de Ivan Marsiglia com José Miguel Wisnik



    ESTADÃO - A palavra mais usada nas avaliações da derrota da seleção brasileira para a alemã, por 7 a 1, na Copa de 2014, foi “apagão”. Concorda com ela?


    WISNIK - Prefiro “implosão”. “Apagão” sugere uma falha de energia, um acidente de percurso, um lapso momentâneo. A comissão técnica, que se especializou na negação da evidência e da amplitude dos fatos, apega-se a essa versão. Implosão, em vez disso, significa que uma estrutura cedeu a pressões que ela não pôde mais suportar. Acho que é claramente esse o caso. Ou, pelo menos, é esse o claro enigma.


    ESTADÃO - Outra palavra muito repetida foi 'vexame', e de tal proporção que teria redimido a histórica derrota na final de 1950 para o Uruguai.

    WISNIK - “Vexame” dá uma inflexão moral a essa catástrofe futebolística, e quem dirá que não se trata de uma tremenda humilhação esportiva? Mas martelar a palavra soa como uma atualização do gozo regressivo da eleição do bode expiatório. Não vejo mais essa necessidade de achar nos jogadores o novo Barbosa e o novo Bigode, [jogadores culpabilizados pela derrota da seleção na Copa de 1950] felizmente. O que não passou, no entanto, é a permanente espera mágica pela vitória por goleada, independente da existência do adversário, combinada com a precária análise dos dados de realidade. Esse desequilíbrio pesa sobre os jogadores. O grau da expectativa futebolístico-messiânica é altíssimo, e não é de se espantar que o time brasileiro entre em colapso em certas situações cruciais. Aliás, isso já aconceu pelo menos três vezes: lá no Maracanazo [Copa de 1950], agora no Mineiraço, e na final de 1998 na França, depois da convulsão de Ronaldo. Não me consta que outras seleções nacionais passem pela mesma síndrome. Uma vez é um acidente. Duas, uma coincidência. Mas três é uma estrutura.


    ESTADÃO - E de onde vem essa estrutura?

    WISNIK - Essas partidas fazem pensar na batalha de Alcácer Quibir, em 1578, durante a qual, segundo relatos, o jovem rei português d. Sebastião foi tomado por estranha catatonia, antes de desaparecer no deserto e ter a sua volta aguardada durante séculos pelos portugueses. [...] Em 1950, a equipe, encolhida na partida final ante a enormidade do sucesso ou do fracasso inéditos, esteve paralisada abaixo do seu tamanho. Em 2014, sucumbiu ante a expectativa maciça, projetada sobre ela, por algo maior do que seu tamanho. Nos dois casos, espelhados sintomaticamente em território brasileiro, há uma resistente dificuldade de dimensionar, isto é, de encarar o real, que se junta à euforização publicitária, à cobertura da Rede Globo, aos oportunismos políticos de todo tipo e ao baixo nível médio da cultura futebolística. Tudo continua muito parecido com o ambiente que cercou a final de 1950, embora sem a mesma inocência trágica.


    ESTADÃO - Você escreveu que 'a glorificação frenética de Neymar, justificada pela excepcionalidade do jogador, disfarça uma ansiedade compensatória de fundo'. Por quê?

    WISNIK - Sem querer me repetir, [a figura de Neymar] ferida encarnava d. Sebastião em batalha, desaparecido do campo, mas preservado misteriosamente da desgraça explícita e ocupando mais ainda o lugar mítico do Desejado.

    (O Estado de S. Paulo, 12/07/2014. Disponível em http://m.estadao.com.br/ O Estado de S. Paulo noticias/ali%C3%A1s,complexo-de-d-sebastiao,1527395,0.htm, acesso em 01/09/2014)

    Releia o trecho: “O grau da expectativa futebolístico-messiânica é altíssimo, e não é de se espantar que o time brasileiro entre em colapso em certas situações cruciais. Aliás, isso já aconteceu pelo menos três vezes: lá no Maracanazo [Copa de 1950], agora no Mineiraço, e na final de 1998 na França [...].” O termo “aliás”, na segunda sentença, estabelece com a antecedente uma relação de
    Escolha uma alternativa para a questão 296d9570-de
  • 2963C237-DE

    Português

    Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão:


    Complexo de d. Sebastião

    Neymar expia a culpa pela derrota, mas as mudanças em

    nosso futebol não podem mais esperar, diz autor

    Entrevista de Ivan Marsiglia com José Miguel Wisnik



    ESTADÃO - A palavra mais usada nas avaliações da derrota da seleção brasileira para a alemã, por 7 a 1, na Copa de 2014, foi “apagão”. Concorda com ela?


    WISNIK - Prefiro “implosão”. “Apagão” sugere uma falha de energia, um acidente de percurso, um lapso momentâneo. A comissão técnica, que se especializou na negação da evidência e da amplitude dos fatos, apega-se a essa versão. Implosão, em vez disso, significa que uma estrutura cedeu a pressões que ela não pôde mais suportar. Acho que é claramente esse o caso. Ou, pelo menos, é esse o claro enigma.


    ESTADÃO - Outra palavra muito repetida foi 'vexame', e de tal proporção que teria redimido a histórica derrota na final de 1950 para o Uruguai.

    WISNIK - “Vexame” dá uma inflexão moral a essa catástrofe futebolística, e quem dirá que não se trata de uma tremenda humilhação esportiva? Mas martelar a palavra soa como uma atualização do gozo regressivo da eleição do bode expiatório. Não vejo mais essa necessidade de achar nos jogadores o novo Barbosa e o novo Bigode, [jogadores culpabilizados pela derrota da seleção na Copa de 1950] felizmente. O que não passou, no entanto, é a permanente espera mágica pela vitória por goleada, independente da existência do adversário, combinada com a precária análise dos dados de realidade. Esse desequilíbrio pesa sobre os jogadores. O grau da expectativa futebolístico-messiânica é altíssimo, e não é de se espantar que o time brasileiro entre em colapso em certas situações cruciais. Aliás, isso já aconceu pelo menos três vezes: lá no Maracanazo [Copa de 1950], agora no Mineiraço, e na final de 1998 na França, depois da convulsão de Ronaldo. Não me consta que outras seleções nacionais passem pela mesma síndrome. Uma vez é um acidente. Duas, uma coincidência. Mas três é uma estrutura.


    ESTADÃO - E de onde vem essa estrutura?

    WISNIK - Essas partidas fazem pensar na batalha de Alcácer Quibir, em 1578, durante a qual, segundo relatos, o jovem rei português d. Sebastião foi tomado por estranha catatonia, antes de desaparecer no deserto e ter a sua volta aguardada durante séculos pelos portugueses. [...] Em 1950, a equipe, encolhida na partida final ante a enormidade do sucesso ou do fracasso inéditos, esteve paralisada abaixo do seu tamanho. Em 2014, sucumbiu ante a expectativa maciça, projetada sobre ela, por algo maior do que seu tamanho. Nos dois casos, espelhados sintomaticamente em território brasileiro, há uma resistente dificuldade de dimensionar, isto é, de encarar o real, que se junta à euforização publicitária, à cobertura da Rede Globo, aos oportunismos políticos de todo tipo e ao baixo nível médio da cultura futebolística. Tudo continua muito parecido com o ambiente que cercou a final de 1950, embora sem a mesma inocência trágica.


    ESTADÃO - Você escreveu que 'a glorificação frenética de Neymar, justificada pela excepcionalidade do jogador, disfarça uma ansiedade compensatória de fundo'. Por quê?

    WISNIK - Sem querer me repetir, [a figura de Neymar] ferida encarnava d. Sebastião em batalha, desaparecido do campo, mas preservado misteriosamente da desgraça explícita e ocupando mais ainda o lugar mítico do Desejado.

    (O Estado de S. Paulo, 12/07/2014. Disponível em http://m.estadao.com.br/ O Estado de S. Paulo noticias/ali%C3%A1s,complexo-de-d-sebastiao,1527395,0.htm, acesso em 01/09/2014)

    Em ’’O grau da expectativa futebolístico-messiânica é altíssimo, e não é de se espantar que o time brasileiro entre em colapso em certas situações cruciais. Aliás, isso já aconteceu pelo menos três vezes: lá no Maracanazo, agora no Mineiraço, e na final de 1998 na França, depois da convulsão de Ronaldo. Não me consta que outras seleções nacionais passem pela mesma síndrome. Uma vez é um acidente. Duas, uma coincidência. Mas três é uma estrutura’’, a função de linguagem predominante seria:
    Escolha uma alternativa para a questão 2963c237-de
  • 13E52941-DE

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FGV · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    LIBERALS AND ISLAMISTS

    By Shadi Hamid 

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Adapted from Time, August 12, 2013. 

    In paragraph 2, “That” in the sentence “That is an old story” most likely refers to
    Escolha uma alternativa para a questão 13e52941-de
  • 13B3092C-DE

    Português

    Figuras de Linguagem
    FGV · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão


    Imagem da questão de Português, FGV 2014, Figuras de Linguagem

    Evanildo Bechara, Na ponta da língua. Adaptado. 

    Sobre os verbos “boiar” e “nadar”, empregados metaforicamente no texto, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 13b3092c-de
  • 5D6942D7-DC

    Português

    Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão

    Imagem da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2014, Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
    John McCrone
    É predominante no texto a função:
    Escolha uma alternativa para a questão 5d6942d7-dc
  • 6DB450DB-D9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Santa Marcelina · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o infográfico para responder à questão.


    Imagem da questão de Inglês, Faculdade Santa Marcelina 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (www.medicalnewstoday.com. Adaptado.)

    No primeiro quadro, Breads & Rolls, a expressão even though pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
    Escolha uma alternativa para a questão 6db450db-d9
  • 6DAB4BBF-D9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Santa Marcelina · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.


    Do fat people stay warmer than thin people?

    Pack on some extra pounds for winter

    By Daniel Engber

    01.02.2014

        At the yearly Rottnest Channel Swim in Western Australia, participants often smear their bodies with animal fat for insulation against the 70-degree water. But their own body fat also helps to keep them warm, like an extra layer of clothing beneath the skin. When scientists studied aspects of the event in 2006, they found that swimmers with a greater body mass index (BMI) appear to be at much lower risk of getting hypothermia.

        The same effect has been demonstrated in hospitals where patients who’ve suffered cardiac arrest are treated with “therapeutic hypothermia” to stave off brain injury and inflammation. Studies have shown that it takes longer to induce hypothermia in obese patients than in their leaner counterparts. The extra fat seems to insulate the body’s core.

        Under certain conditions, though, overweight people might feel colder than people of average weight. That’s because the brain combines two signals — the temperature inside the body and the temperature on the surface of the skin — to determine when it’s time to constrict blood vessels (which limits heat loss through the skin) and trigger shivering (which generates heat). And since subcutaneous fat traps heat, an obese person’s core will tend to remain warm while his or her skin cools down. According to Catherine O’Brien, a research physiologist with the U.S. Army Research Institute of Environmental Medicine, it’s possible that the lower skin temperature would give fatter people the sense of being colder overall.

        But O’Brien points out that many other factors beyond subcutaneous fat help determine the rate at which we chill. Smaller people, who have more surface area compared to the total volume of their bodies, lose heat more quickly. (It’s often said that women feel colder than men; average body size may play a part.) A more muscular physique may also offer some protection against hypothermia, partly because muscle tissue generates lots of heat. “We have a joke around here that the person who’s best-suited for cold is fit and fat,” says O’Brien.

    (www.popsci.com)

    No trecho do segundo parágrafo – The same effect has been demonstrated in hospitals where patients who’ve suffered cardiac arrest are treated with “therapeutic hypothermia” to stave off brain injury and inflammation. –, a expressão em destaque pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
    Escolha uma alternativa para a questão 6dab4bbf-d9
  • 6DA56A5D-D9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Santa Marcelina · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.


    Do fat people stay warmer than thin people?

    Pack on some extra pounds for winter

    By Daniel Engber

    01.02.2014

        At the yearly Rottnest Channel Swim in Western Australia, participants often smear their bodies with animal fat for insulation against the 70-degree water. But their own body fat also helps to keep them warm, like an extra layer of clothing beneath the skin. When scientists studied aspects of the event in 2006, they found that swimmers with a greater body mass index (BMI) appear to be at much lower risk of getting hypothermia.

        The same effect has been demonstrated in hospitals where patients who’ve suffered cardiac arrest are treated with “therapeutic hypothermia” to stave off brain injury and inflammation. Studies have shown that it takes longer to induce hypothermia in obese patients than in their leaner counterparts. The extra fat seems to insulate the body’s core.

        Under certain conditions, though, overweight people might feel colder than people of average weight. That’s because the brain combines two signals — the temperature inside the body and the temperature on the surface of the skin — to determine when it’s time to constrict blood vessels (which limits heat loss through the skin) and trigger shivering (which generates heat). And since subcutaneous fat traps heat, an obese person’s core will tend to remain warm while his or her skin cools down. According to Catherine O’Brien, a research physiologist with the U.S. Army Research Institute of Environmental Medicine, it’s possible that the lower skin temperature would give fatter people the sense of being colder overall.

        But O’Brien points out that many other factors beyond subcutaneous fat help determine the rate at which we chill. Smaller people, who have more surface area compared to the total volume of their bodies, lose heat more quickly. (It’s often said that women feel colder than men; average body size may play a part.) A more muscular physique may also offer some protection against hypothermia, partly because muscle tissue generates lots of heat. “We have a joke around here that the person who’s best-suited for cold is fit and fat,” says O’Brien.

    (www.popsci.com)

    Sobre o texto, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 6da56a5d-d9
  • 6DA231AD-D9

    Português

    Morfologia
    Faculdade Santa Marcelina · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia um trecho do conto Uma vela para Dario, do escritor curitibano Dalton Trevisan, para responder à questão.


        Dario vinha apressado, guarda-chuva no braço esquerdo e, assim que dobrou a esquina, diminuiu o passo até parar, encostando-se à parede de uma casa. Por ela escorregando, sentou-se na calçada, ainda úmida de chuva, e descansou na pedra o cachimbo.
        Dois ou três passantes rodearam-no e indagaram se não se sentia bem. Dario abriu a boca, moveu os lábios, não se ouviu resposta. O senhor gordo, de branco, sugeriu que devia sofrer de ataque.
        Ele reclinou-se mais um pouco, estendido agora na calçada, e o cachimbo tinha apagado. O rapaz de bigode pediu aos outros que se afastassem e o deixassem respirar. Abriu-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe retiraram os sapatos, Dario roncou feio e bolhas de espuma surgiram no canto da boca.
        Cada pessoa que chegava erguia-se na ponta dos pés, embora não o pudesse ver. O senhor gordo repetia que Dario sentara-se na calçada, soprando ainda a fumaça do cachimbo e encostando o guarda-chuva na parede. Mas não se via guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado.
        A velhinha de cabeça grisalha gritou que ele estava morrendo. Um grupo o arrastou para o táxi da esquina. Já no carro a metade do corpo, protestou o motorista: quem pagaria a corrida? Concordaram chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede – não tinha os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata.
        Alguém informou da farmácia na outra rua. Não carregaram Dario além da esquina; a farmácia no fim do quarteirão e, além do mais, muito pesado. Foi largado na porta de uma peixaria.
        Ocupado o café próximo pelas pessoas que vieram apreciar o incidente e, agora, comendo e bebendo, gozavam as delícias da noite. Dario ficou torto como o deixaram, no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso.
        Um terceiro sugeriu que lhe examinassem os papéis, retirados – com vários objetos – de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca. Ficaram sabendo do nome, idade, sinal de nascença. O endereço na carteira era de outra cidade.
        Registrou-se correria de mais de duzentos curiosos que, a essa hora, ocupavam toda a rua e as calçadas: era a polícia. O carro negro investiu a multidão. Várias pessoas tropeçaram no corpo de Dario. O guarda aproximou-se do cadáver e não pôde identificá-lo – os bolsos vazios.

    (Herberto Sales (org.). Antologia escolar de contos brasileiros, s/d. Adaptado.)
    Considere as frases a seguir.

    A calçada _______ que Dario se sentou ao passar mal ainda estava úmida da chuva.
    O cachimbo _______ que Dario soprava fumaça ficou sobre o calçamento.
    O motorista de táxi _______ quem as pessoas requisitaram ajuda questionou-as sobre o pagamento da corrida.
    A farmácia _______ que pretendiam conduzir Dario era no fim do quarteirão.

    As preposições que preenchem, respectivamente e de acordo com a norma-padrão, as frases são
    Escolha uma alternativa para a questão 6da231ad-d9
  • 6D9BEAA0-D9

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Santa Marcelina · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia um trecho do conto No Moinho, do escritor português Eça de Queirós, em que Maria da Piedade é a personagem central do enredo.

    Refugiava-se então naquele amor como uma compensação deliciosa. Julgando-o todo puro, todo de alma, deixava-se penetrar dele e da sua lenta influência. Adrião tornara-se, na sua imaginação, como um ser de proporções extraordinárias, tudo o que é forte, e que é belo, e que dá razão à vida. […] Leu todos os seus livros, sobretudo aquela Madalena que também amara, e morrera de um abandono. Estas leituras calmavam-na, davam-lhe como uma vaga satisfação ao desejo. Chorando as dores das heroínas de romance, parecia sentir alívio às suas.
    Lentamente, esta necessidade de encher a imaginação desses lances de amor, de dramas infelizes, apoderou-se dela. Foi durante meses um devorar constante de romances. Ia-se assim criando no seu espírito um mundo artificial e idealizado. A realidade tornava-se-lhe odiosa, sobretudo sob aquele aspecto da sua casa, onde encontrava sempre agarrado às saias um ser enfermo. Vieram as primeiras revoltas. Tornou-se impaciente e áspera. Não suportava ser arrancada aos episódios sentimentais do seu livro, para ir ajudar a voltar o marido e sentir-lhe o hálito mau. Veio-lhe o nojo das garrafadas, dos emplastros, das feridas dos pequenos a lavar. Começou a ler versos. Passava horas só, num mutismo, à janela, tendo sob o seu olhar de virgem loura toda a rebelião duma apaixonada. Acreditava nos amantes que escalam os balcões, entre o canto dos rouxinóis: e queria ser amada assim, possuída num mistério de noite romântica…
    (Eça de Queirós. Contos, s/d.)

    Nesse trecho do conto, evidencia-se a ligação do escritor à estética realista, pois ele
    Escolha uma alternativa para a questão 6d9beaa0-d9
  • 6D97CDF2-D9

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Santa Marcelina · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Observe a pintura Os barqueiros do Volga, do artista ucraniano Ilia Repin.


    Imagem da questão de Literatura, Faculdade Santa Marcelina 2014, Escolas Literárias

    (Andrew Graham-Dixon. Arte: o guia visual definitivo da arte, 2011.)

    Pode-se relacionar corretamente essa pintura ao

    Escolha uma alternativa para a questão 6d97cdf2-d9
  • 6D945605-D9

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    Faculdade Santa Marcelina · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Considere a charge de Caco Galhardo para responder à questão.


    Imagem da questão de Português, Faculdade Santa Marcelina 2014, Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)

    (Folha de S.Paulo, 26.01.2014.)

    No trecho – Se você não se incomodar, vou checar meus e-mails –, a forma verbal em destaque foi empregada no futuro do subjuntivo.

    Considerando o contexto, o futuro do subjuntivo também está corretamente empregado em:
    Escolha uma alternativa para a questão 6d945605-d9