Questões do ENEM: Linguagens e nível fácil

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4.021 questões encontradas. Mostrando a página 159 de 202.

  • 2745158F-F9

    Português

    Emprego do hífen
    Universidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que as duas palavras estão grafadas conforme o Novo Acordo Ortográfico de 29 de setembro de 2008.
    Escolha uma alternativa para a questão 2745158f-f9
  • 2701B627-F9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2013, Interpretação de TextosALVES, Rubem. O retorno e eterno: crônicas. Campinas, SP: Papirus, 1992, p. 43-44. 


    Com base no texto 01, responda à questão.

    O termo “absorta” (linha 08) tem, no texto, sentido contrário ao da alternativa:
    Escolha uma alternativa para a questão 2701b627-f9
  • FEC7DE49-F7

    Português

    Sintaxe
    Universidade do Estado da Bahia · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2013, SintaxeFigura 2 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2013, Sintaxe

    É a nossa base cultural, a permear a literatura, a música, o cinema e o teatro, que contém os elementos para desenvolver essas capacidades.” (l. 32-34)


    Os vocábulos em negrito formam uma expressão que denota

    Escolha uma alternativa para a questão fec7de49-f7
  • FEC41426-F7

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2013, Interpretação de TextosFigura 2 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2013, Interpretação de Textos

    Ao dizer que “a educação universitária pode ser o espaço do explorador.” (l. 13-14), o filósofo prioriza
    Escolha uma alternativa para a questão fec41426-f7
  • C6F5FE5E-F6

    Português

    Orações subordinadas adjetivas: Restritivas, Explicativas
    Universidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos


    Pá, pá, pá



    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2013, Orações subordinadas adjetivas: Restritivas, Explicativas


    VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias da vida privada: 101 crônicas escolhidas. 15. ed. Porto Alegre: L&PM, 1995, p. 199-201. 



    Com base no texto, responda à questão

    No texto 2, se o narrador continuasse sua fala a partir do enunciado “São palavras que...” (linhas 27-28), a oração seguinte seria classificada como: 
    Escolha uma alternativa para a questão c6f5fe5e-f6
  • C6EB90AC-F6

    Português

    Sintaxe
    Universidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2013, Sintaxe

    Disponível em: http://cienciaemente.blogspot.com.br/2012/07/vale-pena-aprender-umasegunda-lingua.html. Acesso em 28 nov. 2012. Adaptado


    Com base no texto, responda à questão

    Assinale a alternativa em que a relação de sentido estabelecida pela locução “Ou seja” (texto 1, linha 08) está corretamente indicada. 
    Escolha uma alternativa para a questão c6eb90ac-f6
  • C6E8A176-F6

    Português

    Análise sintática
    Universidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que a relação de sentido entre as orações do enunciado “Mesmo com as dificuldades verificáveis no cotidiano, certamente vale a pena aprender um novo idioma, mesmo depois da adolescência” está corretamente indicada.
    Escolha uma alternativa para a questão c6e8a176-f6
  • C6D88CDA-F6

    Português

    Análise sintática
    Universidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
    No enunciado “Volta e meia, quando falava com brasileiros, ouvia o ‘pois é’” (texto 2, linhas 03-04), a expressão destacada é classificada como adjunto adverbial de:
    Escolha uma alternativa para a questão c6d88cda-f6
  • C6D2D0D8-F6

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
    Universidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que o vocábulo “mesmo” apresenta o sentido igual ao que se observa no enunciado “Eu insisto em ser feliz, mesmo que minhas condições me testem”. 
    Escolha uma alternativa para a questão c6d2d0d8-f6
  • C6C9804C-F6

    Português

    Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos
    Universidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
    A palavra “lugares”:
    Escolha uma alternativa para a questão c6c9804c-f6
  • C6C1A0FA-F6

    Português

    Encontros consonantais: Dígrafos
    Universidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que todas as palavras apresentam dígrafo consonantal.
    Escolha uma alternativa para a questão c6c1a0fa-f6
  • C694EE37-F6

    Português

    Figuras de Linguagem
    Universidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2013, Figuras de Linguagem

    Disponível em: http://cienciaemente.blogspot.com.br/2012/07/vale-pena-aprender-umasegunda-lingua.html. Acesso em 28 nov. 2012. Adaptado


    Com base no texto, responda à questão

    Assinale a alternativa em que há equivalência entre o termo em destaque, conforme seu sentido no texto, e seu uso na frase ao lado.
    Escolha uma alternativa para a questão c694ee37-f6
  • C6806957-F6

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2013, Interpretação de Textos

    Disponível em: http://cienciaemente.blogspot.com.br/2012/07/vale-pena-aprender-umasegunda-lingua.html. Acesso em 28 nov. 2012. Adaptado


    Com base no texto, responda à questão

    Assinale a alternativa que apresenta afirmação depreendida da leitura do texto quanto a por que vale a pena aprender um novo idioma.
    Escolha uma alternativa para a questão c6806957-f6
  • CFD9EC39-ED

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão:


    Muitas regras, poucos direitos

    Há um princípio político que nos leva a acreditar que as lutas políticas caminham necessariamente para a institucionalização de direitos adquiridos. Assim, lutamos para ter direitos reconhecidos pelo ordenamento jurídico. Como resultado desse princípio, cada vez mais a vida social fica institucionalizada e regulada por cláusulas que visam dar voz ao direito dos grupos, até então, profundamente vulneráveis.
    Esse princípio funcionou para a ampliação de direitos em relação às minorias étnicas, religiosas e sexuais. Ou seja, nestes casos, eram demandas direcionadas ao Estado como ator capaz de garantir a universalização real das condições de liberdade exigidas por seus cidadãos. É inegável que tal processo foi e ainda é importante, mas ele poderia ser radicalizado. No entanto, tal radicalização não passa por um aprofundamento dos mecanismos de institucionalização. Ela passa, ao contrário, por uma profunda desinstitucionalização.
    Quando alguém levanta tal ideia, alguns acabam por ver nela uma forma insidiosa de liberalismo. Ou seja, tudo se passa como se estivéssemos diante de uma aplicação do velho mantra: quanto menos Estado melhor. Nesse sentido, desinstitucionalizar significaria deixar a sociedade livre para criar formas de vida, fechando os olhos para experiências de opressão e de vulnerabilidade. Dessa forma, liberais radicais defendem, por exemplo, o direito de uma mulher alugar seu útero, procedimento conhecido como “barriga de aluguel”. Eles afirmam que o Estado não deveria intervir no conteúdo do que sujeitos decidem colocar em relações de contrato, especialmente se ele passa pelo corpo próprio.
    Um contraargumento lembraria que a experiência concreta de alugar o útero é feita, normalmente, por mulheres em extrema pobreza e que praticamente ninguém passa por tal experiência se não estiver em grande vulnerabilidade econômica. Desinstitucionalizar tal “possibilidade de escolha” seria permitir e legitimar a pior de todas as espoliações econômicas.
    O argumento é válido. Por isso, poderíamos pensar uma versão de políticas de desinstitucionalização distinta de sua versão liberal. Ela passa pelo retraimento das legislações sobre costumes, família e autodeterminação, e pelo fortalecimento da sensibilidade jurídica contra processos de espoliação. Em outras ocasiões, sugeri dois exemplos. Um ligado à desinstitucionalização do casamento.
    Processo no interior do qual o Estado deixa de legislar sobre a forma do matrimônio, guardando-se para legislar única e exclusivamente sobre as relações econômicas entre casais ou outras formas de “agrupamentos afetivos”. Esta seria uma maneira de radicalizar o princípio de abertura do casamento a modelos não ligados à família heterossexual burguesa. Em vez de ampliar a lei para casos que ela não contemplava (como os homossexuais), deveríamos simplesmente eliminar a lei, conservando apenas os dispositivos ligados a problemas econômicos (pensão, obrigações financeiras) e guarda de filhos.
    Outro exemplo concerne às legislações sobre porte de signos religiosos, como burcas e véus. Em vez de entrar no guarda-roupa de seus cidadãos e decidir o que eles não devem vestir, o Estado deveria simplesmente garantir a liberdade de ninguém, a partir de certa idade, portar o que não quer (o que leva em conta até mesmo uniformes escolares impostos a adolescentes). Ou seja, no lugar de institucionalizar hábitos, como as vestimentas, por meio do discurso de que há roupas mais opressivas que outras, o Estado simplesmente sai, por exemplo, das discussões surreais sobre o significado de uma burca e contenta-se em garantir um quadro formal de liberdade.
    Esses processos de desinstitucionalização permitem às sociedades caminharem paulatinamente para um estado de indiferença em relação a questões culturais e de costumes. Pois questões culturais sempre serão espaços de afirmação da multiplicidade de identidades. Mas a política deve, no horizonte, se descolar dessa afirmação. Por mais que isso possa parecer contraintuitivo, a verdadeira política está sempre para além da afirmação das identidades. O que pode soar estranho para alguns, mas parece-me uma proposição necessária. (Vladimir Safatle, Carta Capital n. 768, ano XIX, 2/10/2013, p. 39).  
    Assinale a opção em cuja frase a forma destacada tenha o mesmo sentido de “espoliar”, conforme empregado em “Desinstitucionalizar tal possibilidade de escolha seria permitir e legitimar a pior de todas as espoliações econômicas”:
    Escolha uma alternativa para a questão cfd9ec39-ed
  • CFCEEC1A-ED

    Português

    Gêneros Textuais
    Faculdade Cásper Líbero · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão:


    Muitas regras, poucos direitos

    Há um princípio político que nos leva a acreditar que as lutas políticas caminham necessariamente para a institucionalização de direitos adquiridos. Assim, lutamos para ter direitos reconhecidos pelo ordenamento jurídico. Como resultado desse princípio, cada vez mais a vida social fica institucionalizada e regulada por cláusulas que visam dar voz ao direito dos grupos, até então, profundamente vulneráveis.
    Esse princípio funcionou para a ampliação de direitos em relação às minorias étnicas, religiosas e sexuais. Ou seja, nestes casos, eram demandas direcionadas ao Estado como ator capaz de garantir a universalização real das condições de liberdade exigidas por seus cidadãos. É inegável que tal processo foi e ainda é importante, mas ele poderia ser radicalizado. No entanto, tal radicalização não passa por um aprofundamento dos mecanismos de institucionalização. Ela passa, ao contrário, por uma profunda desinstitucionalização.
    Quando alguém levanta tal ideia, alguns acabam por ver nela uma forma insidiosa de liberalismo. Ou seja, tudo se passa como se estivéssemos diante de uma aplicação do velho mantra: quanto menos Estado melhor. Nesse sentido, desinstitucionalizar significaria deixar a sociedade livre para criar formas de vida, fechando os olhos para experiências de opressão e de vulnerabilidade. Dessa forma, liberais radicais defendem, por exemplo, o direito de uma mulher alugar seu útero, procedimento conhecido como “barriga de aluguel”. Eles afirmam que o Estado não deveria intervir no conteúdo do que sujeitos decidem colocar em relações de contrato, especialmente se ele passa pelo corpo próprio.
    Um contraargumento lembraria que a experiência concreta de alugar o útero é feita, normalmente, por mulheres em extrema pobreza e que praticamente ninguém passa por tal experiência se não estiver em grande vulnerabilidade econômica. Desinstitucionalizar tal “possibilidade de escolha” seria permitir e legitimar a pior de todas as espoliações econômicas.
    O argumento é válido. Por isso, poderíamos pensar uma versão de políticas de desinstitucionalização distinta de sua versão liberal. Ela passa pelo retraimento das legislações sobre costumes, família e autodeterminação, e pelo fortalecimento da sensibilidade jurídica contra processos de espoliação. Em outras ocasiões, sugeri dois exemplos. Um ligado à desinstitucionalização do casamento.
    Processo no interior do qual o Estado deixa de legislar sobre a forma do matrimônio, guardando-se para legislar única e exclusivamente sobre as relações econômicas entre casais ou outras formas de “agrupamentos afetivos”. Esta seria uma maneira de radicalizar o princípio de abertura do casamento a modelos não ligados à família heterossexual burguesa. Em vez de ampliar a lei para casos que ela não contemplava (como os homossexuais), deveríamos simplesmente eliminar a lei, conservando apenas os dispositivos ligados a problemas econômicos (pensão, obrigações financeiras) e guarda de filhos.
    Outro exemplo concerne às legislações sobre porte de signos religiosos, como burcas e véus. Em vez de entrar no guarda-roupa de seus cidadãos e decidir o que eles não devem vestir, o Estado deveria simplesmente garantir a liberdade de ninguém, a partir de certa idade, portar o que não quer (o que leva em conta até mesmo uniformes escolares impostos a adolescentes). Ou seja, no lugar de institucionalizar hábitos, como as vestimentas, por meio do discurso de que há roupas mais opressivas que outras, o Estado simplesmente sai, por exemplo, das discussões surreais sobre o significado de uma burca e contenta-se em garantir um quadro formal de liberdade.
    Esses processos de desinstitucionalização permitem às sociedades caminharem paulatinamente para um estado de indiferença em relação a questões culturais e de costumes. Pois questões culturais sempre serão espaços de afirmação da multiplicidade de identidades. Mas a política deve, no horizonte, se descolar dessa afirmação. Por mais que isso possa parecer contraintuitivo, a verdadeira política está sempre para além da afirmação das identidades. O que pode soar estranho para alguns, mas parece-me uma proposição necessária. (Vladimir Safatle, Carta Capital n. 768, ano XIX, 2/10/2013, p. 39).  
    Quanto ao gênero do texto, trata-se de:
    Escolha uma alternativa para a questão cfceec1a-ed
  • 25673BBB-E9

    Português

    Interpretação de Textos
    UFTM · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o poema de Mário Quintana para responder à questão.


          Quem ama inventa

    Quem ama inventa as coisas a que ama...

    Talvez chegaste quando eu te sonhava.

    Então de súbito acendeu-se a chama!

    Era a brasa dormida que acordava...

    E era um revoo sobre a ruinaria,

    No ar atônito bimbalhavam sinos,

    Tangidos por uns anjos peregrinos

    Cujo dom é fazer ressurreições...

    Um ritmo divino? Oh! Simplesmente

    O palpitar de nossos corações

    Batendo juntos e festivamente,

    Ou sozinhos, num ritmo tristonho...

    Ó! meu pobre, meu grande amor distante,

    Nem sabes tu o bem que faz à gente

    Haver sonhado... e ter vivido o sonho!


    (Quintana de bolso, 2006.)

    No contexto, as expressões a brasa e um revoo podem ser interpretadas, respectivamente, como
    Escolha uma alternativa para a questão 25673bbb-e9
  • 2553C80A-E9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFTM · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
    Up Close With Sebastião Salgado, Brazil’s Legendary Photographer-Activist

    By Fernanda Ezabella (Folha de S.Paulo/Worldcrunch)

    Imagem da questão de Inglês, UFTM 2013, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (Alto Xingu Indians in Central Brazil.
    Sebastião Salgado/Amazonas Images)


        Sebastião Salgado’s blue eyes have seen a bit of everything in this world – and this might not even be an exaggeration. For the past eight years in particular, the 69-year-old Brazilian photographer has travelled to more than 30 isolated regions of the world, collecting images of dozens of remote tribes, endangered animals and unusual landscapes.
        The Genesis project is a singular photographic journey that began in 2004 and ended in 2012, at a cost of one million Euros a year. The result will be shown in magazines, books, a documentary by Wim Wenders and a series of exhibitions around the world, each displaying some 250 black-and-white photos.
        The first exhibition will open in London on April 11, with former Brazilian President Lula – Salgado’s long-time friend – as special guest. “We want to create a little movement around these photos to provoke a debate on what we need to preserve,” he says. Salgado defends environmental causes through his organization, Instituto Terra. Even after travelling to so many exotic places, Salgado, now living in Paris, still takes vacations in Brazil. Here are excerpts from a conversation Salgado had with Folha, with new details about his travels, photographic techniques and new environmental projects.


    •  Coldest trip
    I visited the Nenets, in the Yamal peninsula, in northern Siberia, Russia. They are a nomadic tribe who raise reindeer in extreme Arctic conditions. When I went there it was spring and weather ranged between -35ºC and -45ºC. I didn’t wash myself for 45 days. They don’t take baths because there is no water. The only way to get water is to break off a piece of ice and warm it in a pot.

    •  Frozen equipment
    I used a Canon, an EOS1 Mark III, a very powerful machine. The problem was the batteries. In the Siberian temperatures, they quickly lost power. On average, I take 2,500 shots per battery, but this time I could only take 300-400 photos before the battery stopped working. I would put it inside my clothes, my assistant would give me another one, I would take 300 more pictures and, when that battery ran out energy, I would take out the other one and it would work again.

    •  Going digital for the first time
    I started Genesis with film and changed to digital. The airport X-Ray scanners degrade the quality of film, and so I decided to change to digital and was quite surprised. Quality was better than the one I had with negatives in medium format. I turned off the screen on the back of the camera, and used my camera as I have always done. When I came back to Paris, I printed contact sheets and edited the photos using a magnifying glass, because I don’t know how to do it in the computer.

    •  Stone Ages
    I met tribes that are still living in the Stone Ages, with working tools such as stone hammers. There were clans of about 10 people living in treetops. They had already seen white people before. They looked towards the direction I had come from and the chief asked me whether I was part of the white people clan that usually came from that direction. Because, for them, the world is all made of clans.

    •  Brazilian arrows
    I met the Zo’e tribe, in Brazil, who were first discovered 15 years ago and live in a state of total purity. You see the guy working with an arrow. He warms it, put some weight on it, a straight feather if he wants a quicker arrow, a rounder one to have it slower. It is the same science as for rockets. And he’s got the same problem as in Cape Canaveral, to recover his rockets. If his ballistic calculations are wrong, he loses his arrow. He takes only 10 arrows with him when he goes hunting, no more than that.

    •  Activist or photographer?
    Photography is my life. When I am taking photos, I am in a deep trance. When I have my camera and am travelling with the Nenets, it’s my life, morning to night. I have taken incredible photos, but my life is also the environment and Instituto Terra.

    (www.worldcrunch.com. Adaptado.)
    Segundo o texto, a tribo Zo’e
    Escolha uma alternativa para a questão 2553c80a-e9
  • 25509CBA-E9

    Inglês

    Tradução | Translation
    UFTM · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
    Up Close With Sebastião Salgado, Brazil’s Legendary Photographer-Activist

    By Fernanda Ezabella (Folha de S.Paulo/Worldcrunch)

    Imagem da questão de Inglês, UFTM 2013, Tradução | Translation

    (Alto Xingu Indians in Central Brazil.
    Sebastião Salgado/Amazonas Images)


        Sebastião Salgado’s blue eyes have seen a bit of everything in this world – and this might not even be an exaggeration. For the past eight years in particular, the 69-year-old Brazilian photographer has travelled to more than 30 isolated regions of the world, collecting images of dozens of remote tribes, endangered animals and unusual landscapes.
        The Genesis project is a singular photographic journey that began in 2004 and ended in 2012, at a cost of one million Euros a year. The result will be shown in magazines, books, a documentary by Wim Wenders and a series of exhibitions around the world, each displaying some 250 black-and-white photos.
        The first exhibition will open in London on April 11, with former Brazilian President Lula – Salgado’s long-time friend – as special guest. “We want to create a little movement around these photos to provoke a debate on what we need to preserve,” he says. Salgado defends environmental causes through his organization, Instituto Terra. Even after travelling to so many exotic places, Salgado, now living in Paris, still takes vacations in Brazil. Here are excerpts from a conversation Salgado had with Folha, with new details about his travels, photographic techniques and new environmental projects.


    •  Coldest trip
    I visited the Nenets, in the Yamal peninsula, in northern Siberia, Russia. They are a nomadic tribe who raise reindeer in extreme Arctic conditions. When I went there it was spring and weather ranged between -35ºC and -45ºC. I didn’t wash myself for 45 days. They don’t take baths because there is no water. The only way to get water is to break off a piece of ice and warm it in a pot.

    •  Frozen equipment
    I used a Canon, an EOS1 Mark III, a very powerful machine. The problem was the batteries. In the Siberian temperatures, they quickly lost power. On average, I take 2,500 shots per battery, but this time I could only take 300-400 photos before the battery stopped working. I would put it inside my clothes, my assistant would give me another one, I would take 300 more pictures and, when that battery ran out energy, I would take out the other one and it would work again.

    •  Going digital for the first time
    I started Genesis with film and changed to digital. The airport X-Ray scanners degrade the quality of film, and so I decided to change to digital and was quite surprised. Quality was better than the one I had with negatives in medium format. I turned off the screen on the back of the camera, and used my camera as I have always done. When I came back to Paris, I printed contact sheets and edited the photos using a magnifying glass, because I don’t know how to do it in the computer.

    •  Stone Ages
    I met tribes that are still living in the Stone Ages, with working tools such as stone hammers. There were clans of about 10 people living in treetops. They had already seen white people before. They looked towards the direction I had come from and the chief asked me whether I was part of the white people clan that usually came from that direction. Because, for them, the world is all made of clans.

    •  Brazilian arrows
    I met the Zo’e tribe, in Brazil, who were first discovered 15 years ago and live in a state of total purity. You see the guy working with an arrow. He warms it, put some weight on it, a straight feather if he wants a quicker arrow, a rounder one to have it slower. It is the same science as for rockets. And he’s got the same problem as in Cape Canaveral, to recover his rockets. If his ballistic calculations are wrong, he loses his arrow. He takes only 10 arrows with him when he goes hunting, no more than that.

    •  Activist or photographer?
    Photography is my life. When I am taking photos, I am in a deep trance. When I have my camera and am travelling with the Nenets, it’s my life, morning to night. I have taken incredible photos, but my life is also the environment and Instituto Terra.

    (www.worldcrunch.com. Adaptado.)
    No trecho do sétimo parágrafo – the chief asked me whether I was part of the white people clan that usually came from that direction –, a palavra whether equivale, em português, a
    Escolha uma alternativa para a questão 25509cba-e9
  • 25492C16-E9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFTM · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
    Up Close With Sebastião Salgado, Brazil’s Legendary Photographer-Activist

    By Fernanda Ezabella (Folha de S.Paulo/Worldcrunch)

    Imagem da questão de Inglês, UFTM 2013, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (Alto Xingu Indians in Central Brazil.
    Sebastião Salgado/Amazonas Images)


        Sebastião Salgado’s blue eyes have seen a bit of everything in this world – and this might not even be an exaggeration. For the past eight years in particular, the 69-year-old Brazilian photographer has travelled to more than 30 isolated regions of the world, collecting images of dozens of remote tribes, endangered animals and unusual landscapes.
        The Genesis project is a singular photographic journey that began in 2004 and ended in 2012, at a cost of one million Euros a year. The result will be shown in magazines, books, a documentary by Wim Wenders and a series of exhibitions around the world, each displaying some 250 black-and-white photos.
        The first exhibition will open in London on April 11, with former Brazilian President Lula – Salgado’s long-time friend – as special guest. “We want to create a little movement around these photos to provoke a debate on what we need to preserve,” he says. Salgado defends environmental causes through his organization, Instituto Terra. Even after travelling to so many exotic places, Salgado, now living in Paris, still takes vacations in Brazil. Here are excerpts from a conversation Salgado had with Folha, with new details about his travels, photographic techniques and new environmental projects.


    •  Coldest trip
    I visited the Nenets, in the Yamal peninsula, in northern Siberia, Russia. They are a nomadic tribe who raise reindeer in extreme Arctic conditions. When I went there it was spring and weather ranged between -35ºC and -45ºC. I didn’t wash myself for 45 days. They don’t take baths because there is no water. The only way to get water is to break off a piece of ice and warm it in a pot.

    •  Frozen equipment
    I used a Canon, an EOS1 Mark III, a very powerful machine. The problem was the batteries. In the Siberian temperatures, they quickly lost power. On average, I take 2,500 shots per battery, but this time I could only take 300-400 photos before the battery stopped working. I would put it inside my clothes, my assistant would give me another one, I would take 300 more pictures and, when that battery ran out energy, I would take out the other one and it would work again.

    •  Going digital for the first time
    I started Genesis with film and changed to digital. The airport X-Ray scanners degrade the quality of film, and so I decided to change to digital and was quite surprised. Quality was better than the one I had with negatives in medium format. I turned off the screen on the back of the camera, and used my camera as I have always done. When I came back to Paris, I printed contact sheets and edited the photos using a magnifying glass, because I don’t know how to do it in the computer.

    •  Stone Ages
    I met tribes that are still living in the Stone Ages, with working tools such as stone hammers. There were clans of about 10 people living in treetops. They had already seen white people before. They looked towards the direction I had come from and the chief asked me whether I was part of the white people clan that usually came from that direction. Because, for them, the world is all made of clans.

    •  Brazilian arrows
    I met the Zo’e tribe, in Brazil, who were first discovered 15 years ago and live in a state of total purity. You see the guy working with an arrow. He warms it, put some weight on it, a straight feather if he wants a quicker arrow, a rounder one to have it slower. It is the same science as for rockets. And he’s got the same problem as in Cape Canaveral, to recover his rockets. If his ballistic calculations are wrong, he loses his arrow. He takes only 10 arrows with him when he goes hunting, no more than that.

    •  Activist or photographer?
    Photography is my life. When I am taking photos, I am in a deep trance. When I have my camera and am travelling with the Nenets, it’s my life, morning to night. I have taken incredible photos, but my life is also the environment and Instituto Terra.

    (www.worldcrunch.com. Adaptado.)
    No trecho do quinto parágrafo – I would put it inside my clothes, my assistant would give me another one –, a palavra one referese, no texto, a
    Escolha uma alternativa para a questão 25492c16-e9