Questões do ENEM: Linguagens e nível fácil
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4.021 questões encontradas. Mostrando a página 159 de 202.
2745158F-F9 Assinale a alternativa em que as duas palavras estão grafadas conforme o Novo Acordo Ortográfico de 29 de setembro de 2008.
2701B627-F9 Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
ALVES, Rubem. O retorno e eterno: crônicas. Campinas, SP: Papirus, 1992, p. 43-44. Com base no texto 01, responda à questão.
O termo “absorta” (linha 08) tem, no texto, sentido contrário ao da alternativa:FEC7DE49-F7 Português
SintaxeUniversidade do Estado da Bahia · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos

“É a nossa base cultural, a permear a literatura, a música, o cinema e o teatro, que contém os elementos para desenvolver essas capacidades.” (l. 32-34)
Os vocábulos em negrito formam uma expressão que denota
FEC41426-F7 Português
Interpretação de TextosUniversidade do Estado da Bahia · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
Ao dizer que “a educação universitária pode ser o espaço do explorador.” (l. 13-14), o filósofo priorizaC6F5FE5E-F6 Português
Orações subordinadas adjetivas: Restritivas, ExplicativasUniversidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritosPá, pá, pá

VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias da vida privada: 101 crônicas escolhidas. 15. ed. Porto Alegre: L&PM, 1995, p. 199-201.
Com base no texto, responda à questão
No texto 2, se o narrador continuasse sua fala a partir do enunciado “São palavras que...” (linhas 27-28), a oração seguinte seria classificada como:
C6EB90AC-F6 Português
SintaxeUniversidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
Disponível em: http://cienciaemente.blogspot.com.br/2012/07/vale-pena-aprender-umasegunda-lingua.html. Acesso em 28 nov. 2012. Adaptado.
Com base no texto, responda à questão
Assinale a alternativa em que a relação de sentido estabelecida pela locução “Ou seja” (texto 1, linha 08) está corretamente indicada.
C6E8A176-F6 Português
Análise sintáticaUniversidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa em que a relação de sentido entre as orações do enunciado “Mesmo com as dificuldades verificáveis no cotidiano, certamente vale a pena aprender um novo idioma, mesmo depois da adolescência” está corretamente indicada.
C6D88CDA-F6 Português
Análise sintáticaUniversidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritosNo enunciado “Volta e meia, quando falava com brasileiros, ouvia o ‘pois é’” (texto 2, linhas 03-04), a expressão destacada é classificada como adjunto adverbial de:
C6D2D0D8-F6 Português
Funções morfossintáticas da palavra QUEUniversidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa em que o vocábulo “mesmo” apresenta o sentido igual ao que se observa no enunciado “Eu insisto em ser feliz, mesmo que minhas condições me testem”.
C6C9804C-F6 Português
Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e HiatosUniversidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritosA palavra “lugares”:C6C1A0FA-F6 Português
Encontros consonantais: DígrafosUniversidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa em que todas as palavras apresentam dígrafo consonantal.C6BEAFD0-F6 Português
Fonemas e LetrasUniversidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa cuja palavra apresenta número de letras distinto do número de fonemas, à maneira de “estrangeira”.
C694EE37-F6 Português
Figuras de LinguagemUniversidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
Disponível em: http://cienciaemente.blogspot.com.br/2012/07/vale-pena-aprender-umasegunda-lingua.html. Acesso em 28 nov. 2012. Adaptado.
Com base no texto, responda à questão
Assinale a alternativa em que há equivalência entre o termo em destaque, conforme seu sentido no texto, e seu uso na frase ao lado.C6806957-F6 Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
Disponível em: http://cienciaemente.blogspot.com.br/2012/07/vale-pena-aprender-umasegunda-lingua.html. Acesso em 28 nov. 2012. Adaptado.
Com base no texto, responda à questão
Assinale a alternativa que apresenta afirmação depreendida da leitura do texto quanto a por que vale a pena aprender um novo idioma.
CFD9EC39-ED Português
Interpretação de TextosFaculdade Cásper Líbero · 2013FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto a seguir e responda à questão:Muitas regras, poucos direitosHá um princípio político que nos leva a acreditar que as lutas políticas caminham necessariamente para a institucionalização de direitos adquiridos. Assim, lutamos para ter direitos reconhecidos pelo ordenamento jurídico. Como resultado desse princípio, cada vez mais a vida social fica institucionalizada e regulada por cláusulas que visam dar voz ao direito dos grupos, até então, profundamente vulneráveis.Esse princípio funcionou para a ampliação de direitos em relação às minorias étnicas, religiosas e sexuais. Ou seja, nestes casos, eram demandas direcionadas ao Estado como ator capaz de garantir a universalização real das condições de liberdade exigidas por seus cidadãos. É inegável que tal processo foi e ainda é importante, mas ele poderia ser radicalizado. No entanto, tal radicalização não passa por um aprofundamento dos mecanismos de institucionalização. Ela passa, ao contrário, por uma profunda desinstitucionalização.Quando alguém levanta tal ideia, alguns acabam por ver nela uma forma insidiosa de liberalismo. Ou seja, tudo se passa como se estivéssemos diante de uma aplicação do velho mantra: quanto menos Estado melhor. Nesse sentido, desinstitucionalizar significaria deixar a sociedade livre para criar formas de vida, fechando os olhos para experiências de opressão e de vulnerabilidade. Dessa forma, liberais radicais defendem, por exemplo, o direito de uma mulher alugar seu útero, procedimento conhecido como “barriga de aluguel”. Eles afirmam que o Estado não deveria intervir no conteúdo do que sujeitos decidem colocar em relações de contrato, especialmente se ele passa pelo corpo próprio.Um contraargumento lembraria que a experiência concreta de alugar o útero é feita, normalmente, por mulheres em extrema pobreza e que praticamente ninguém passa por tal experiência se não estiver em grande vulnerabilidade econômica. Desinstitucionalizar tal “possibilidade de escolha” seria permitir e legitimar a pior de todas as espoliações econômicas.O argumento é válido. Por isso, poderíamos pensar uma versão de políticas de desinstitucionalização distinta de sua versão liberal. Ela passa pelo retraimento das legislações sobre costumes, família e autodeterminação, e pelo fortalecimento da sensibilidade jurídica contra processos de espoliação. Em outras ocasiões, sugeri dois exemplos. Um ligado à desinstitucionalização do casamento.Processo no interior do qual o Estado deixa de legislar sobre a forma do matrimônio, guardando-se para legislar única e exclusivamente sobre as relações econômicas entre casais ou outras formas de “agrupamentos afetivos”. Esta seria uma maneira de radicalizar o princípio de abertura do casamento a modelos não ligados à família heterossexual burguesa. Em vez de ampliar a lei para casos que ela não contemplava (como os homossexuais), deveríamos simplesmente eliminar a lei, conservando apenas os dispositivos ligados a problemas econômicos (pensão, obrigações financeiras) e guarda de filhos.Outro exemplo concerne às legislações sobre porte de signos religiosos, como burcas e véus. Em vez de entrar no guarda-roupa de seus cidadãos e decidir o que eles não devem vestir, o Estado deveria simplesmente garantir a liberdade de ninguém, a partir de certa idade, portar o que não quer (o que leva em conta até mesmo uniformes escolares impostos a adolescentes). Ou seja, no lugar de institucionalizar hábitos, como as vestimentas, por meio do discurso de que há roupas mais opressivas que outras, o Estado simplesmente sai, por exemplo, das discussões surreais sobre o significado de uma burca e contenta-se em garantir um quadro formal de liberdade.Esses processos de desinstitucionalização permitem às sociedades caminharem paulatinamente para um estado de indiferença em relação a questões culturais e de costumes. Pois questões culturais sempre serão espaços de afirmação da multiplicidade de identidades. Mas a política deve, no horizonte, se descolar dessa afirmação. Por mais que isso possa parecer contraintuitivo, a verdadeira política está sempre para além da afirmação das identidades. O que pode soar estranho para alguns, mas parece-me uma proposição necessária. (Vladimir Safatle, Carta Capital n. 768, ano XIX, 2/10/2013, p. 39).Assinale a opção em cuja frase a forma destacada tenha o mesmo sentido de “espoliar”, conforme empregado em “Desinstitucionalizar tal possibilidade de escolha seria permitir e legitimar a pior de todas as espoliações econômicas”:CFCEEC1A-ED Português
Gêneros TextuaisFaculdade Cásper Líbero · 2013FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto a seguir e responda à questão:Muitas regras, poucos direitosHá um princípio político que nos leva a acreditar que as lutas políticas caminham necessariamente para a institucionalização de direitos adquiridos. Assim, lutamos para ter direitos reconhecidos pelo ordenamento jurídico. Como resultado desse princípio, cada vez mais a vida social fica institucionalizada e regulada por cláusulas que visam dar voz ao direito dos grupos, até então, profundamente vulneráveis.Esse princípio funcionou para a ampliação de direitos em relação às minorias étnicas, religiosas e sexuais. Ou seja, nestes casos, eram demandas direcionadas ao Estado como ator capaz de garantir a universalização real das condições de liberdade exigidas por seus cidadãos. É inegável que tal processo foi e ainda é importante, mas ele poderia ser radicalizado. No entanto, tal radicalização não passa por um aprofundamento dos mecanismos de institucionalização. Ela passa, ao contrário, por uma profunda desinstitucionalização.Quando alguém levanta tal ideia, alguns acabam por ver nela uma forma insidiosa de liberalismo. Ou seja, tudo se passa como se estivéssemos diante de uma aplicação do velho mantra: quanto menos Estado melhor. Nesse sentido, desinstitucionalizar significaria deixar a sociedade livre para criar formas de vida, fechando os olhos para experiências de opressão e de vulnerabilidade. Dessa forma, liberais radicais defendem, por exemplo, o direito de uma mulher alugar seu útero, procedimento conhecido como “barriga de aluguel”. Eles afirmam que o Estado não deveria intervir no conteúdo do que sujeitos decidem colocar em relações de contrato, especialmente se ele passa pelo corpo próprio.Um contraargumento lembraria que a experiência concreta de alugar o útero é feita, normalmente, por mulheres em extrema pobreza e que praticamente ninguém passa por tal experiência se não estiver em grande vulnerabilidade econômica. Desinstitucionalizar tal “possibilidade de escolha” seria permitir e legitimar a pior de todas as espoliações econômicas.O argumento é válido. Por isso, poderíamos pensar uma versão de políticas de desinstitucionalização distinta de sua versão liberal. Ela passa pelo retraimento das legislações sobre costumes, família e autodeterminação, e pelo fortalecimento da sensibilidade jurídica contra processos de espoliação. Em outras ocasiões, sugeri dois exemplos. Um ligado à desinstitucionalização do casamento.Processo no interior do qual o Estado deixa de legislar sobre a forma do matrimônio, guardando-se para legislar única e exclusivamente sobre as relações econômicas entre casais ou outras formas de “agrupamentos afetivos”. Esta seria uma maneira de radicalizar o princípio de abertura do casamento a modelos não ligados à família heterossexual burguesa. Em vez de ampliar a lei para casos que ela não contemplava (como os homossexuais), deveríamos simplesmente eliminar a lei, conservando apenas os dispositivos ligados a problemas econômicos (pensão, obrigações financeiras) e guarda de filhos.Outro exemplo concerne às legislações sobre porte de signos religiosos, como burcas e véus. Em vez de entrar no guarda-roupa de seus cidadãos e decidir o que eles não devem vestir, o Estado deveria simplesmente garantir a liberdade de ninguém, a partir de certa idade, portar o que não quer (o que leva em conta até mesmo uniformes escolares impostos a adolescentes). Ou seja, no lugar de institucionalizar hábitos, como as vestimentas, por meio do discurso de que há roupas mais opressivas que outras, o Estado simplesmente sai, por exemplo, das discussões surreais sobre o significado de uma burca e contenta-se em garantir um quadro formal de liberdade.Esses processos de desinstitucionalização permitem às sociedades caminharem paulatinamente para um estado de indiferença em relação a questões culturais e de costumes. Pois questões culturais sempre serão espaços de afirmação da multiplicidade de identidades. Mas a política deve, no horizonte, se descolar dessa afirmação. Por mais que isso possa parecer contraintuitivo, a verdadeira política está sempre para além da afirmação das identidades. O que pode soar estranho para alguns, mas parece-me uma proposição necessária. (Vladimir Safatle, Carta Capital n. 768, ano XIX, 2/10/2013, p. 39).Quanto ao gênero do texto, trata-se de:25673BBB-E9 Português
Interpretação de TextosUFTM · 2013FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o poema de Mário Quintana para responder à questão.
Quem ama inventa
Quem ama inventa as coisas a que ama...
Talvez chegaste quando eu te sonhava.
Então de súbito acendeu-se a chama!
Era a brasa dormida que acordava...
E era um revoo sobre a ruinaria,
No ar atônito bimbalhavam sinos,
Tangidos por uns anjos peregrinos
Cujo dom é fazer ressurreições...
Um ritmo divino? Oh! Simplesmente
O palpitar de nossos corações
Batendo juntos e festivamente,
Ou sozinhos, num ritmo tristonho...
Ó! meu pobre, meu grande amor distante,
Nem sabes tu o bem que faz à gente
Haver sonhado... e ter vivido o sonho!
(Quintana de bolso, 2006.)
No contexto, as expressões a brasa e um revoo podem ser interpretadas, respectivamente, como2553C80A-E9 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUFTM · 2013FácilEntre para guardar nos favoritosUp Close With Sebastião Salgado, Brazil’s Legendary Photographer-ActivistBy Fernanda Ezabella (Folha de S.Paulo/Worldcrunch)
(Alto Xingu Indians in Central Brazil.Sebastião Salgado/Amazonas Images)Sebastião Salgado’s blue eyes have seen a bit of everything in this world – and this might not even be an exaggeration. For the past eight years in particular, the 69-year-old Brazilian photographer has travelled to more than 30 isolated regions of the world, collecting images of dozens of remote tribes, endangered animals and unusual landscapes.The Genesis project is a singular photographic journey that began in 2004 and ended in 2012, at a cost of one million Euros a year. The result will be shown in magazines, books, a documentary by Wim Wenders and a series of exhibitions around the world, each displaying some 250 black-and-white photos.The first exhibition will open in London on April 11, with former Brazilian President Lula – Salgado’s long-time friend – as special guest. “We want to create a little movement around these photos to provoke a debate on what we need to preserve,” he says. Salgado defends environmental causes through his organization, Instituto Terra. Even after travelling to so many exotic places, Salgado, now living in Paris, still takes vacations in Brazil. Here are excerpts from a conversation Salgado had with Folha, with new details about his travels, photographic techniques and new environmental projects.• Coldest tripI visited the Nenets, in the Yamal peninsula, in northern Siberia, Russia. They are a nomadic tribe who raise reindeer in extreme Arctic conditions. When I went there it was spring and weather ranged between -35ºC and -45ºC. I didn’t wash myself for 45 days. They don’t take baths because there is no water. The only way to get water is to break off a piece of ice and warm it in a pot.• Frozen equipmentI used a Canon, an EOS1 Mark III, a very powerful machine. The problem was the batteries. In the Siberian temperatures, they quickly lost power. On average, I take 2,500 shots per battery, but this time I could only take 300-400 photos before the battery stopped working. I would put it inside my clothes, my assistant would give me another one, I would take 300 more pictures and, when that battery ran out energy, I would take out the other one and it would work again.• Going digital for the first timeI started Genesis with film and changed to digital. The airport X-Ray scanners degrade the quality of film, and so I decided to change to digital and was quite surprised. Quality was better than the one I had with negatives in medium format. I turned off the screen on the back of the camera, and used my camera as I have always done. When I came back to Paris, I printed contact sheets and edited the photos using a magnifying glass, because I don’t know how to do it in the computer.• Stone AgesI met tribes that are still living in the Stone Ages, with working tools such as stone hammers. There were clans of about 10 people living in treetops. They had already seen white people before. They looked towards the direction I had come from and the chief asked me whether I was part of the white people clan that usually came from that direction. Because, for them, the world is all made of clans.• Brazilian arrowsI met the Zo’e tribe, in Brazil, who were first discovered 15 years ago and live in a state of total purity. You see the guy working with an arrow. He warms it, put some weight on it, a straight feather if he wants a quicker arrow, a rounder one to have it slower. It is the same science as for rockets. And he’s got the same problem as in Cape Canaveral, to recover his rockets. If his ballistic calculations are wrong, he loses his arrow. He takes only 10 arrows with him when he goes hunting, no more than that.• Activist or photographer?Photography is my life. When I am taking photos, I am in a deep trance. When I have my camera and am travelling with the Nenets, it’s my life, morning to night. I have taken incredible photos, but my life is also the environment and Instituto Terra.(www.worldcrunch.com. Adaptado.)
Segundo o texto, a tribo Zo’e25509CBA-E9 Inglês
Tradução | TranslationUFTM · 2013FácilEntre para guardar nos favoritosUp Close With Sebastião Salgado, Brazil’s Legendary Photographer-ActivistBy Fernanda Ezabella (Folha de S.Paulo/Worldcrunch)
(Alto Xingu Indians in Central Brazil.Sebastião Salgado/Amazonas Images)Sebastião Salgado’s blue eyes have seen a bit of everything in this world – and this might not even be an exaggeration. For the past eight years in particular, the 69-year-old Brazilian photographer has travelled to more than 30 isolated regions of the world, collecting images of dozens of remote tribes, endangered animals and unusual landscapes.The Genesis project is a singular photographic journey that began in 2004 and ended in 2012, at a cost of one million Euros a year. The result will be shown in magazines, books, a documentary by Wim Wenders and a series of exhibitions around the world, each displaying some 250 black-and-white photos.The first exhibition will open in London on April 11, with former Brazilian President Lula – Salgado’s long-time friend – as special guest. “We want to create a little movement around these photos to provoke a debate on what we need to preserve,” he says. Salgado defends environmental causes through his organization, Instituto Terra. Even after travelling to so many exotic places, Salgado, now living in Paris, still takes vacations in Brazil. Here are excerpts from a conversation Salgado had with Folha, with new details about his travels, photographic techniques and new environmental projects.• Coldest tripI visited the Nenets, in the Yamal peninsula, in northern Siberia, Russia. They are a nomadic tribe who raise reindeer in extreme Arctic conditions. When I went there it was spring and weather ranged between -35ºC and -45ºC. I didn’t wash myself for 45 days. They don’t take baths because there is no water. The only way to get water is to break off a piece of ice and warm it in a pot.• Frozen equipmentI used a Canon, an EOS1 Mark III, a very powerful machine. The problem was the batteries. In the Siberian temperatures, they quickly lost power. On average, I take 2,500 shots per battery, but this time I could only take 300-400 photos before the battery stopped working. I would put it inside my clothes, my assistant would give me another one, I would take 300 more pictures and, when that battery ran out energy, I would take out the other one and it would work again.• Going digital for the first timeI started Genesis with film and changed to digital. The airport X-Ray scanners degrade the quality of film, and so I decided to change to digital and was quite surprised. Quality was better than the one I had with negatives in medium format. I turned off the screen on the back of the camera, and used my camera as I have always done. When I came back to Paris, I printed contact sheets and edited the photos using a magnifying glass, because I don’t know how to do it in the computer.• Stone AgesI met tribes that are still living in the Stone Ages, with working tools such as stone hammers. There were clans of about 10 people living in treetops. They had already seen white people before. They looked towards the direction I had come from and the chief asked me whether I was part of the white people clan that usually came from that direction. Because, for them, the world is all made of clans.• Brazilian arrowsI met the Zo’e tribe, in Brazil, who were first discovered 15 years ago and live in a state of total purity. You see the guy working with an arrow. He warms it, put some weight on it, a straight feather if he wants a quicker arrow, a rounder one to have it slower. It is the same science as for rockets. And he’s got the same problem as in Cape Canaveral, to recover his rockets. If his ballistic calculations are wrong, he loses his arrow. He takes only 10 arrows with him when he goes hunting, no more than that.• Activist or photographer?Photography is my life. When I am taking photos, I am in a deep trance. When I have my camera and am travelling with the Nenets, it’s my life, morning to night. I have taken incredible photos, but my life is also the environment and Instituto Terra.(www.worldcrunch.com. Adaptado.)
No trecho do sétimo parágrafo – the chief asked me whether I was part of the white people clan that usually came from that direction –, a palavra whether equivale, em português, a25492C16-E9 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUFTM · 2013FácilEntre para guardar nos favoritosUp Close With Sebastião Salgado, Brazil’s Legendary Photographer-ActivistBy Fernanda Ezabella (Folha de S.Paulo/Worldcrunch)
(Alto Xingu Indians in Central Brazil.Sebastião Salgado/Amazonas Images)Sebastião Salgado’s blue eyes have seen a bit of everything in this world – and this might not even be an exaggeration. For the past eight years in particular, the 69-year-old Brazilian photographer has travelled to more than 30 isolated regions of the world, collecting images of dozens of remote tribes, endangered animals and unusual landscapes.The Genesis project is a singular photographic journey that began in 2004 and ended in 2012, at a cost of one million Euros a year. The result will be shown in magazines, books, a documentary by Wim Wenders and a series of exhibitions around the world, each displaying some 250 black-and-white photos.The first exhibition will open in London on April 11, with former Brazilian President Lula – Salgado’s long-time friend – as special guest. “We want to create a little movement around these photos to provoke a debate on what we need to preserve,” he says. Salgado defends environmental causes through his organization, Instituto Terra. Even after travelling to so many exotic places, Salgado, now living in Paris, still takes vacations in Brazil. Here are excerpts from a conversation Salgado had with Folha, with new details about his travels, photographic techniques and new environmental projects.• Coldest tripI visited the Nenets, in the Yamal peninsula, in northern Siberia, Russia. They are a nomadic tribe who raise reindeer in extreme Arctic conditions. When I went there it was spring and weather ranged between -35ºC and -45ºC. I didn’t wash myself for 45 days. They don’t take baths because there is no water. The only way to get water is to break off a piece of ice and warm it in a pot.• Frozen equipmentI used a Canon, an EOS1 Mark III, a very powerful machine. The problem was the batteries. In the Siberian temperatures, they quickly lost power. On average, I take 2,500 shots per battery, but this time I could only take 300-400 photos before the battery stopped working. I would put it inside my clothes, my assistant would give me another one, I would take 300 more pictures and, when that battery ran out energy, I would take out the other one and it would work again.• Going digital for the first timeI started Genesis with film and changed to digital. The airport X-Ray scanners degrade the quality of film, and so I decided to change to digital and was quite surprised. Quality was better than the one I had with negatives in medium format. I turned off the screen on the back of the camera, and used my camera as I have always done. When I came back to Paris, I printed contact sheets and edited the photos using a magnifying glass, because I don’t know how to do it in the computer.• Stone AgesI met tribes that are still living in the Stone Ages, with working tools such as stone hammers. There were clans of about 10 people living in treetops. They had already seen white people before. They looked towards the direction I had come from and the chief asked me whether I was part of the white people clan that usually came from that direction. Because, for them, the world is all made of clans.• Brazilian arrowsI met the Zo’e tribe, in Brazil, who were first discovered 15 years ago and live in a state of total purity. You see the guy working with an arrow. He warms it, put some weight on it, a straight feather if he wants a quicker arrow, a rounder one to have it slower. It is the same science as for rockets. And he’s got the same problem as in Cape Canaveral, to recover his rockets. If his ballistic calculations are wrong, he loses his arrow. He takes only 10 arrows with him when he goes hunting, no more than that.• Activist or photographer?Photography is my life. When I am taking photos, I am in a deep trance. When I have my camera and am travelling with the Nenets, it’s my life, morning to night. I have taken incredible photos, but my life is also the environment and Instituto Terra.(www.worldcrunch.com. Adaptado.)
No trecho do quinto parágrafo – I would put it inside my clothes, my assistant would give me another one –, a palavra one referese, no texto, a