Questões do ENEM: Linguagens e nível fácil

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Resultados

4.021 questões encontradas. Mostrando a página 187 de 202.

  • B2A8F13F-B1

    Português

    Sintaxe
    USP · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    No trecho Por isso parecem explicar de forma convincente o que é literatura. Mas só temporariamente. (L. 13 e 14), as expressões grifadas introduzem, respectivamente, ideias de
    Escolha uma alternativa para a questão b2a8f13f-b1
  • B2A66690-B1

    Português

    Pontuação
    USP · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    Ao empregar os parênteses no trecho (antigamente às vezes até duelavam!) (L. 9 e 10), a autora
    Escolha uma alternativa para a questão b2a66690-b1
  • 25BD5623-B0

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNICENTRO · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos

    A questão refere-se ao fragmento de texto a seguir. 


    Agora, por que é que nenhuma dessas caprichosas me faz esquecer a primeira amada do meu coração? Talvez porque nenhuma tinha os olhos de ressaca, nem os de cigana oblíqua e dissimulada. Mas não é este propriamente o resto do livro. O resto é saber se a Capitu da praia da Glória já estava dentro da de Matacavalos, ou se esta foi mudada naquela por efeito de algum caso incidente (...)”Não tenhas ciúmes, dir-me-ia, como no seu cap. IX, ver.1: “Não tenhas ciúmes de tua mulher para que ela não se meta a enganar-te com a malícia que aprender de ti”. Mas eu creio que não, e tu concordarás comigo; se te lembras bem da Capitu menina, hás de reconhecer que uma estava dentro da outra, como a fruta dentro da casca.

    E bem, qualquer que seja a solução, uma coisa fica, e é a suma das sumas, ou o resto dos restos, a saber, que a minha primeira amiga e o meu maior amigo, tão extremosos ambos e tão queridos também, quis o destino que acabassem juntando-se e enganando-me... A terra lhes seja leve! Vamos à História dos Subúrbios” Capítulo CXLVIII E Bem, E O Resto ? Machado de Assis. Dom Casmurro. São Paulo: Abril Cultural, 1981, p. 174. 

    Bentinho chega à conclusão de que Capitu já trazia os traços psicológicos desde sua infância. Assinale a alternativa em que há a comprovação dessa tese de Bentinho.
    Escolha uma alternativa para a questão 25bd5623-b0
  • CEC6A9CA-B0

    Português

    Figuras de Linguagem
    FATEC · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto e responda a questão.

    A verdadeira muralha da China
       Nos últimos anos, poucos eventos sacudiram tanto a China quanto a internet. Seu número de internautas já é maior do que os 230 milhões de usuários americanos, segundo a North America Internet Stats. Trata-se de um público de jovens, com menos de 30 anos, que declaram ter na internet sua melhor fonte de informação. Todos eles, porém, encontram dificuldades para superar um gigantesco problema: a censura.
        Um poderoso firewall oficial é a verdadeira muralha da China moderna. A segregação digital, porém, começa a ser sacudida por caminhos inesperados. Diante da possível interrupção de serviços do Google no país, a conceituada revista Nature realizou sondagem na comunidade científica chinesa e colheu resultados de primeira grandeza: a censura e o eventual fechamento do Google farão muito mal à ciência do país. Segundo os dados divulgados pela agência Reuters (24.02.2010), mais de 70% dos cientistas chineses utilizam o Google como ferramenta de busca de dados, informações, artigos científicos e literatura acadêmica em geral. Dos cientistas entrevistados, 84% afirmaram que suas pesquisas perderiam substantivamente em qualidade se fossem privados do uso do Google; 78% afirmaram que sua colaboração internacional seria profundamente afetada. O problema de fundo, que preocupa as autoridades chinesas, é que a existência do Google levou a uma alteração de hábitos de pesquisa, interferindo no modo de explorar, testar e difundir informações necessárias para a geração de conhecimento. Longe de um gesto de censura de curto alcance (se é que isso é possível), a interrupção do Google provocaria reações de longa duração, com impacto sensível na eficiência da pesquisa científica. Para um país disposto a disputar a hegemonia mundial, em que a pesquisa científica e tecnológica é a menina dos olhos das autoridades, as novidades vindas da comunidade científica não poderiam ser piores.
        Os milhares de funcionários chineses que zelam pelo sistema de censura fariam mais pela eficiência do país se ficassem menos preocupados em perseguir URIs, URLs, FTPs e HTTPs. Para o nervosismo da “nomenklatura” (e satisfação de todos os que desejam um mundo em que o conhecimento possa fluir livremente, a começar pelos cientistas e pesquisadores chineses), uma sucessão infindável de geeks, hackers, nerds, dorks e dweebs, com seus correlatos em chinês, descobre a cada dia uma nova maneira de burlar os sistemas de censura.

     (ARBIX, Glauco. Valor Econômico. 24.02.2010, p.A17. Adaptado)
    No trecho: “Longe de um gesto de censura de curto alcance (se é que isso é possível), a interrupção do Google provocaria reações de longa duração, com impacto sensível na eficiência da pesquisa científica.” (2º parágrafo), as expressões destacadas constituem, em relação à outra, um efeito estilístico que ocorre graças ao emprego da seguinte figura de linguagem:
    Escolha uma alternativa para a questão cec6a9ca-b0
  • 7B71D279-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC-GO · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    A relação entre a imagem e o seu contexto verbal é estreita e variada. A imagem pode, pois, tanto ilustrar um texto verbal ou vice-versa, podendo, ainda, o texto verbal acrescentar informações à referida imagem, na forma de um comentário, por exemplo. O texto 09 é visual e, dessa forma, pode-se afirmar (assinale a alternativa correta):
    Escolha uma alternativa para a questão 7b71d279-b0
  • 7AAC6E08-B0

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC-GO · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 01


    CITONHO Doutor Noêmio, desculpe a indiscrição. Andaram me falando de uma coisa, mas eu não quis de maneira nenhuma acreditar. Me disseram que o senhor é de uma raça que só come folha.
    DR. NOÊMIO Pois pode acreditar. Sou vegetariano e tenho muito orgulho disto.
    CITONHO Mas a gente vê umas neste mundo! Não está vendo que tomate e chuchu não dão sustança a ninguém?! Agora: feijão, farinha e carne, sim, isso é que é comida. Olhe aqui eu. Estou com mais de oitenta anos, só não como carne na Sexta-feira da Paixão – e olhe lá... Resultado: uma saúde de ferro: estou tinindo.
    DR. NOÊMIO Isso é o que o senhor pensa. Seu corpo está envenenado, meu velho, com toxinas até na ponta dos cabelos. Até na sombra.

    [...]

    FREDERICO Eu só rezo pra defunto. Interessa? Liás, cabra safado não serve pra morrer, só serve pra apanhar. E apanhar entre os bicos dos peitos e o caroço do imbigo, que é pra não deixar marcas da surra. Ah!, nós três num deserto: eu, você e um cacete de quixaba! Porque quixaba é o chá melhor que existe no mundo pra pancada. Assim, pra ganhar tempo, a gente dá logo a pisa com quixaba, porque está dando o castigo e o remédio. Mas já gastei muita cera com você. [...]


    (LINS, Osman. Lisbela e o prisioneiro. São Paulo: Planeta, 2003. p. 22 e 25.)



    Considerando a obra citada no texto 01, assinale a alternativa correta:
    Escolha uma alternativa para a questão 7aac6e08-b0
  • C03B2772-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFPR · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
         Germans make wonderful beer. Yet the productivity of the German beer industry is only 43 percent that of the U.S. beer industry. Meanwhile, the German metalworking and steel industries are equal in productivity to their American counterparts. Since the Germans are evidently capable of organizing industries well, why can’t they do so when it comes to beer?
         It turns out that the German beer industry suffers from small-scale production. There are a thousand tiny beer companies in Germany, shielded from competition with one another because each German brewery has virtually a local monopoly, and they are also shielded from competition with imports. The United States has 67 major beer breweries, producing 23 billion liters of beer per year. All of Germany’s 1,000 breweries combined produce only half as much. Thus the average U.S. brewery produces 31 times more beer than the average German brewery. 
         This fact results from local tastes and German government policies. German beer drinkers are fiercely loyal to their local brand, so there are no national brands in Germany analogous to our Budweiser, Miller, or Coors. Instead, most German beer is consumed within 30 miles of the factory where it is brewed. Therefore, the German beer industry cannot profit from economies of scale. In the beer business, as in other businesses, production costs decrease greatly with scale. The bigger the refrigerating unit for making beer, and the longer the assembly line for filling bottles with beer, the lower the cost of manufacturing beer. Those tiny German beer companies are relatively inefficient. There’s no competition; there are just a thousand local monopolies. 
         The local beer loyalties of individual German drinkers are reinforced by German laws that make it hard for foreign beers to compete in the German market. The German government has so-called beer purity laws that specify exactly what can go into beer. Not surprisingly, those government purity specifications are based on what German breweries put into beer, and not what American, French, and Swedish breweries like to put into beer. Because of those laws, not much foreign beer gets exported to Germany, and because of inefficiency and high prices much less of that wonderful German beer than you would otherwise expect gets sold abroad. (Before you object that German Löwenbräu beer is widely available in the United States, please read the label on the next bottle of Löwenbräu that you drink here: it’s not produced in Germany but in North America, under license, in big factories with North American productivities and efficiencies of scale). 
    (Diamond, J. ,2005. Guns, Germs, and Steel. New York: Norton.)  
    How does Germany protect its beer industry, according to the text?
    Escolha uma alternativa para a questão c03b2772-b0
  • C0376C7F-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFPR · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
         Germans make wonderful beer. Yet the productivity of the German beer industry is only 43 percent that of the U.S. beer industry. Meanwhile, the German metalworking and steel industries are equal in productivity to their American counterparts. Since the Germans are evidently capable of organizing industries well, why can’t they do so when it comes to beer?
         It turns out that the German beer industry suffers from small-scale production. There are a thousand tiny beer companies in Germany, shielded from competition with one another because each German brewery has virtually a local monopoly, and they are also shielded from competition with imports. The United States has 67 major beer breweries, producing 23 billion liters of beer per year. All of Germany’s 1,000 breweries combined produce only half as much. Thus the average U.S. brewery produces 31 times more beer than the average German brewery. 
         This fact results from local tastes and German government policies. German beer drinkers are fiercely loyal to their local brand, so there are no national brands in Germany analogous to our Budweiser, Miller, or Coors. Instead, most German beer is consumed within 30 miles of the factory where it is brewed. Therefore, the German beer industry cannot profit from economies of scale. In the beer business, as in other businesses, production costs decrease greatly with scale. The bigger the refrigerating unit for making beer, and the longer the assembly line for filling bottles with beer, the lower the cost of manufacturing beer. Those tiny German beer companies are relatively inefficient. There’s no competition; there are just a thousand local monopolies. 
         The local beer loyalties of individual German drinkers are reinforced by German laws that make it hard for foreign beers to compete in the German market. The German government has so-called beer purity laws that specify exactly what can go into beer. Not surprisingly, those government purity specifications are based on what German breweries put into beer, and not what American, French, and Swedish breweries like to put into beer. Because of those laws, not much foreign beer gets exported to Germany, and because of inefficiency and high prices much less of that wonderful German beer than you would otherwise expect gets sold abroad. (Before you object that German Löwenbräu beer is widely available in the United States, please read the label on the next bottle of Löwenbräu that you drink here: it’s not produced in Germany but in North America, under license, in big factories with North American productivities and efficiencies of scale). 
    (Diamond, J. ,2005. Guns, Germs, and Steel. New York: Norton.)  
    Which of these statements DOES NOT CORRESPOND to information given in the text?
    Escolha uma alternativa para a questão c0376c7f-b0
  • C02B68AF-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFPR · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    Lucy’s Big Brother Reveals New Facets of her Species

         First came Lucy. Then came Lucy’s baby, an infant of her species. Now comes Lucy’s “big brother”: the partial skeleton of a large male of Australopithecus afarensis, unveiled this week in the Proceedings of the National Academy of Sciences. The roughly 40% complete skeleton has been nicknamed Kadanuumuu, which means “big man” in the Afar language of the Afar Depression of Ethiopia, where it was found. “It was huge – a big man, with long legs”, says lead author Yohannes Haile-Selassie, a palaeoanthropologist at the Cleveland Museum of Natural History in Ohio.
         Dated to 3.6 million years ago, the new skeleton is almost half a million years older than Lucy and the second oldest skeleton found of a possible human ancestor. It had long legs and a torso and a pelvis more like those of a modern human than an African ape, showing that fully upright walking was in place at this early date, Haile-Selassie says. Although headless, the skeleton also preserves parts not found before in Lucy’s species. “It is important because it provides the ribs and scapula”, says palaeoanthropologist Carol Ward of the University of Missouri, Columbia.
         In 2005, a sharp-eyed member of Haile-Selassie’s team, Alemayehu Asfaw, spotted a fragment of lower arm bone on the ground at Woranso-Mille, about 48 kilometers north of Lucy’s grave at Hadar. Over the next 4 years, the team unearthed the shoulder blade, collarbone, ribs, and neck vertebra, the first time those bones were found together in an A. afarensis adult. The team also found a pelvis, an arm, and leg bones. Although they never found the skull or teeth, which are typically used to assign species, the skeleton’s age and similarity to Lucy suggest that it belongs to her species, says co-author Owen Lovejoy of Kent State University in Ohio.
         The robust male stood between 1.5 and 1.7 meters tall, about 30% larger than Lucy. Isolated bones of other individuals suggest that some males were even larger, so the new skeleton doesn’t settle a long-standing debate over just how much sexual dimorphism there was in A. afarensis, Lovejoy says. The shoulder blade looks more like that of a gorilla and a modern human than that of a chimpanzee. The curvature of the second rib suggests a wide rib cage at the top and a barrel shape overall, similar to that of modern humans and distinct from the more funnel-shaped rib cage of a chimpanzee, the authors say.
    (Science Magazine, 25 June 2010.)
    Where was the skeleton found?
    Escolha uma alternativa para a questão c02b68af-b0
  • BF4BA3B7-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    UFPR · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    O texto a seguir é referência para a questão.

         O Brasil sempre despertou a curiosidade do mundo. Seja por seu exotismo natural, seja pelas suas dimensões continentais ou pelo caldeirão cultural formado por uma das sociedades mais miscigenadas do planeta. Nos últimos anos, no entanto, o interesse internacional pelas coisas brasileiras andava um tanto quanto arrefecido, principalmente pelo fato de a agenda geopolítica mundial estar voltada para o Oriente Médio. Mas agora, com a ascensão do País a um papel de protagonista, ainda que emergente, no cenário mundial, acadêmicos de todo o mundo, em especial os americanos, começam a voltar seus olhos novamente para o Brasil. Só nos Estados Unidos estima-se que quase mil pesquisadores em diversas universidades estejam dedicados exclusivamente a estudar assuntos tão diversos quanto a poluição da Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, ou a história do Plano Real. Ao mesmo tempo, cerca de dez mil estudantes universitários estão matriculados em cursos para aprender português. “Há um interesse crescente pelo Brasil, por várias razões, desde as econômicas até o fato de termos mais brasileiros vivendo nos Estados Unidos”, diz o professor de História do Brasil da universidade americana de Brown, James Green, integrante da Associação Norte-Americana de Estudos Brasileiros, que conta com cerca de 1,2 mil sócios.
         A história desse interesse acadêmico pelo Brasil não é nova. Desde os anos 50, quando o Brasil iniciou um rápido processo de industrialização, pesquisadores estrangeiros passaram a colocar o País em suas pautas. Esse movimento cresceu nos anos 60 e 70 com a intensificação da Guerra Fria. Nessa época, o governo dos Estados Unidos começou a financiar estudantes interessados em estudar o Brasil, um país com informações sobre seu tecido social tão escassas quanto a Cuba tomada por Fidel e Che Guevara. Mas, desde o fim da década de 90, tanto o Brasil quanto a América Latina deixaram de atrair a atenção internacional, monopolizada pelo déjà vu: a batalha entre Ocidente e Oriente encarnada nas guerras do Iraque e do Afeganistão.
         “O desempenho econômico do Brasil durante a crise e as conquistas sociais do País voltaram a despertar o interesse acadêmico”, diz Joseph Love, diretor do Instituto Lemann, voltado exclusivamente para financiar estudantes brasileiros ou americanos interessados no Brasil. Love, como outros brasilianistas, está percebendo uma mudança importante no perfil dos pesquisadores de agora em relação aos de décadas passadas. “Antes o interesse era quase exclusivamente antropológico. Questões como raça e gênero sempre cativaram os pesquisadores. Agora o que vemos é uma curiosidade crescente por temas relacionados à economia, experiências no sentido de diminuir o abismo social e questões ambientais”, diz ele.
    (ISTOÉ, 03 set 2010.)
    O autor usa no segundo parágrafo a expressão francesa “déjà vu” (já visto), empregada usualmente para indicar que uma situação parece conhecida, devido à semelhança com outra vivida anteriormente. Essa expressão é usada para destacar a semelhança entre:
    Escolha uma alternativa para a questão bf4ba3b7-b0
  • 5B6A7794-B0

    Português

    Advérbios
    UNEMAT · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos

    LÍNGUA FALADA POR APENAS 1.000 PESSOAS É DESCOBERTA NA ÍNDIA

    Pesquisadores pensavam que idioma ´koro` era dialeto da cultura aka.
    Falantes moram no nordeste do país asiático. Do G1, com informações da AP


    Uma língua falada por apenas mil pessoas foi descoberta na Índia, conforme revelou o especialista David Harrison nesta terça-feira (6). Chamado ´Koro`, o idioma é usado no estado de Arunachal Pradesh, no extremo nordeste do país.

    Os pesquisados da Swarthmore College, nos Estados Unidos, afirma que nem mesmo os falantes sabiam que o koro era uma língua totalmente distinta de qualquer outra. Anteriormente, acreditava-se que o idioma era apenas um dialeto aka, típico daquela região, na fronteira com a China e Mianmar. 

    Segundo Harrison, há 6.910 línguas documentadas no mundo, contando o koro. O idioma está ameaçado de cair no esquecimento, já que os jovens tendem a utilizar línguas mais comuns para garantir maior aceitação.

    Composta por tribos que vivem da agricultura e da caça, a cultura aka é encontrada em um local de acesso restrito na Índia. Para chegar lá, os linguistas da instituição norte-americana precisaram passar por uma zona montanhosa.

    A pesquisa da equipe de Harrison começou em 2008. Para o time, o inventário de sons em koro é completamente distinto da família aka. O mesmo vale para a formação das palavras, feitas a partir da combinação dos fonemas da língua recém-descoberta.

    Os estudiosos, que receberam a ajuda do linguista Ganesh Murmu, especialista da Universidade Ranchi, na Índia, colocaram o koro dentro de um grupo de idiomas os quais estão o birmanês e o tibetano. A equipe ainda não sabe dizer como o koro sobreviveu até hoje. Os resultados do trabalho serão publicados na revista Indian Linguistics.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    Sobre o texto, responda à questão.


    Nesses clássicos, o espaço é menos uma “fronteira final” que uma sementeira psicológica em que os escritores plantam os frutos exóticos de maneiras de ser alternativas.


    É correto afirmar que no enunciado acima os advérbios em negrito indicam:

    Escolha uma alternativa para a questão 5b6a7794-b0
  • 824B2EB2-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - Campinas · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    Para responder a esta questão, leia o texto que segue. Ele está impresso no verso do Cartão Azul e constitui o item 1 das Instruções para uso desse cartão, instrumento de controle em áreas especialmente regulamentadas para estacionamento, determinadas como Zona Azul.

    I N S T R U Ç Õ E S

    Atenção à sinalização vertical

    O Cartão Azul permite a permanência de 1 hora na vaga. O período máximo de permanência na mesma vaga é de 2 horas, sendo obrigatória a retirada do veículo ao término deste período, exceto nos locais onde a sinalização vertical estabelecer períodos de permanência diferenciados. Nas placas de regulamentação da Zona Azul estão indicados horários, dias de funcionamento, condições para o estacionamento e período de permanência na vaga.

    Obs. Sinalização vertical − este tipo de sinalização viária utiliza placas onde o meio de comunicação (sinal) está na posição vertical, fixado ao lado da pista ou suspenso sobre ela, transmitindo mensagens de caráter permanente e, eventualmente, variáveis, mediante símbolos e/ou legendas pré-reconhecidas e legalmente instituídas.


    A leitura do texto permite afirmar com correção:

    Escolha uma alternativa para a questão 824b2eb2-b0
  • B0DDBBEF-B0

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNEMAT · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa correta com relação ao romance de Lima Barreto, considerando que, em Triste fim de Policarpo Quaresma, a tragédia do protagonista está relacionada à/ao:
    Escolha uma alternativa para a questão b0ddbbef-b0
  • 548C0D81-AF

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - Campinas · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos

    Instruções: Leia atentamente o texto abaixo para responder a questão.


    Banana, a fruta mais consumida e perigosa do mundo

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010


    (Adaptado de Sergio Augusto, O Estado de S. Paulo, 26/04/2008)

    No penúltimo parágrafo do texto, não está claramente manifesta, mas está implícita, a ideia de que
    Escolha uma alternativa para a questão 548c0d81-af
  • 96B13010-AF

    Português

    Interpretação de Textos
    UFU-MG · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia atentamente o texto abaixo sobre os exploradores espanhóis.

    Nas Ilhas e na faixa continental, que começa a ser explorada a partir de 1498, as iniciativas mais desordenadas são comuns. Não se encontra, evidentemente, naquelas terras virgens de europeus, nem esquadrinhamento eclesiástico, nem organização senhorial, nem costumes ancestrais, ou seja, nenhum ponto de referência, nenhuma estrutura à qual um cristão pudesse estar ligado. Multiplicando as situações-limite, essa mudança radical de ambiente precipita decisões, reações, escolhas, que mesclam inextricavelmente um passado que acaba de ser deixado para trás e o presente das Ilhas, o acúmulo de experiências anteriores e o imprevisível, material com o qual é feita a realidade das novas Índias.

    BERNAND, C. & GRUZINSKI, S. História do Novo Mundo: da descoberta
    à conquista. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo,

    Segundo a perspectiva do texto, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 96b13010-af
  • 77D54C17-AF

    Português

    Análise sintática
    UFU-MG · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2010
    Imagem da questão de Português, da prova de 2010
    Observe os períodos abaixo.

    Ao atingir pelo menos cinco anos de uso contínuo, uma palavra alcança, enfim, um dos “olimpos” dos vocábulos: o dicionário Aurélio. (linhas 10 e 11)

    • O próprio verbo “driblar”, usado no início deste texto, é um exemplo: no Aurélio é descrito como ato de “ultrapassar o adversário, ludibriando-o por meio de movimentos corporais”. (linhas 13 e 14)

    Assinale a alternativa que expressa corretamente a relação estabelecida pelas orações em negrito.
    Escolha uma alternativa para a questão 77d54c17-af
  • 77BA783C-AF

    Português

    Interpretação de Textos
    UFU-MG · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2010
    Imagem da questão de Português, da prova de 2010
    De acordo com o texto, assinale a alternativa INCORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 77ba783c-af
  • CEE7BDC2-AF

    Português

    Pontuação
    UFU-MG · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    Disponível em:<http://www.comciencia.br/comciencia/handler.php?section=8&edicao=59&id= 751&tipo=0> . Acesso em: 12 de set. 2010. (Texto modificado)

    A internet oferece um outdoor com espaço para todos: nessas vitrines mais populares, qualquer um pode ser visto como tem direito. (linhas 9 e 10)


    Assinale a ÚNICA alternativa, que substitui os dois-pontos sem alteração das relações de sentido.

    Escolha uma alternativa para a questão cee7bdc2-af
  • 4D2B4113-7A

    Português

    Gêneros Textuais
    ENEM · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    Assaltantes roubam no ABC 135 mil figurinhas da Copa do Mundo

    Cinco assaltantes roubaram 135 mil figurinhas do álbum da Copa do Mundo 2010 na noite de quarta-feira (21), em Santo André, no ABC. Segundo a assessoria da Treelog, empresa que distribui os cromos, ninguém ficou ferido durante a ação.
    O roubo aconteceu por volta das 23h30. Armados, os criminosos renderam 30 funcionários que estavam no local, durante cerca de 30 minutos, e levaram 135 caixas, cada uma delas contendo mil figurinhas. Cada pacote com cinco cromos custa R$ 0,75.
    Procurada pelo G1, a Panini, editora responsável pelas figurinhas, afirmou que a falta dos cromos em algumas bancas não tem relação com o roubo. Segundo a editora, isso se deve à grande demanda pelas figurinhas.

    Disponível em: http://g1.globo.com. Acesso em: 23 abr. 2010 (adaptado).

    A notícia é um gênero jornalístico. No texto, o que caracteriza a linguagem desse gênero é o uso de
    Escolha uma alternativa para a questão 4d2b4113-7a
  • 4D278A30-7A

    Português

    Interpretação de Textos
    ENEM · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos

    Açúcar


    O branco açúcar que adoçará meu café

    Nesta manhã de Ipanema

    Não foi produzido por mim

    Nem surgiu dentro do açucareiro por milagre.

    [...]

    Em lugares distantes,

    Onde não há hospital,

    Nem escola, homens que não sabem ler e morrem de fome

    Aos 27 anos

    Plantaram e colheram a cana

    Que viraria açúcar.

    Em usinas escuras, homens de vida amarga

    E dura

    Produziram este açúcar

    Branco e puro

    Com que adoço meu café esta manhã

    Em Ipanema.


    GULLAR, F. Toda Poesia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,1980 (fragmento).


    A Literatura Brasileira desempenha papel importante ao suscitar reflexão sobre desigualdades sociais. No fragmento, essa reflexão ocorre porque o eu lírico

    Escolha uma alternativa para a questão 4d278a30-7a