Questões do ENEM: Linguagens e nível fácil

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4.021 questões encontradas. Mostrando a página 189 de 202.

  • 0FB5ED4B-36

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNESP · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos

    Instrução: A  questão  toma  por base o soneto Acrobata da dor, do poeta simbolista brasileiro Cruz e Sousa (1861-1898):


                                                 Acrobata da Dor


                                 Gargalha, ri, num riso de tormenta,

                                 como um palhaço, que desengonçado,

                                 nervoso, ri, num riso absurdo, inflado

                                 de uma ironia e de uma dor violenta.


                                 Da gargalhada atroz, sanguinolenta,

                                 agita os guizos, e convulsionado

                                 Salta, gavroche, salta clown, varado

                                 pelo estertor dessa agonia lenta...


                                 Pedem-te bis e um bis não se despreza!

                                 Vamos! retesa os músculos, retesa,

                                 nessas macabras piruetas d’aço...


                                 E embora caias sobre o chão, fremente,

                                 afogado em teu sangue estuoso e quente,

                                 ri! Coração, tristíssimo palhaço.


                    (João da Cruz e Sousa. Obra completa. Rio de Janeiro: Editora Aguilar, 1961.)

    O Simbolismo se caracterizou, entre outros aspectos, pela exploração dos sons da língua para estabelecer nos poemas uma musicalidade característica, por meio de diferentes processos de repetição de sons ao longo dos versos e em estrofes inteiras. Na primeira estrofe do soneto de Cruz e Sousa nota-se esse procedimento de repetição, especialmente no


    I. primeiro verso.


    II. segundo verso.


    III. terceiro verso.


    IV. quarto verso.

    Escolha uma alternativa para a questão 0fb5ed4b-36
  • 0FA37EB1-36

    Português

    Adjetivos
    UNESP · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos

    Instrução: A  questão  toma  por base o soneto Acrobata da dor, do poeta simbolista brasileiro Cruz e Sousa (1861-1898):


                                                 Acrobata da Dor


                                 Gargalha, ri, num riso de tormenta,

                                 como um palhaço, que desengonçado,

                                 nervoso, ri, num riso absurdo, inflado

                                 de uma ironia e de uma dor violenta.


                                 Da gargalhada atroz, sanguinolenta,

                                 agita os guizos, e convulsionado

                                 Salta, gavroche, salta clown, varado

                                 pelo estertor dessa agonia lenta...


                                 Pedem-te bis e um bis não se despreza!

                                 Vamos! retesa os músculos, retesa,

                                 nessas macabras piruetas d’aço...


                                 E embora caias sobre o chão, fremente,

                                 afogado em teu sangue estuoso e quente,

                                 ri! Coração, tristíssimo palhaço.


                    (João da Cruz e Sousa. Obra completa. Rio de Janeiro: Editora Aguilar, 1961.)

    O soneto Acrobata da dor revela, entre outras, uma das características notáveis do estilo poético de Cruz e Sousa, que é a grande presença de adjetivos, colocados antes ou após os substantivos a que se referem. Observe estes cinco exemplos retirados do texto:


    I. Riso absurdo.


    II. Gargalhada atroz.


    III. Agonia lenta.


    IV. Macabras piruetas.


    V. Tristíssimo palhaço.


    Aponte os dois exemplos em que o adjetivo precede o substantivo:

    Escolha uma alternativa para a questão 0fa37eb1-36
  • 0F9E8D46-36

    Português

    Sintaxe
    UNESP · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos

    Instrução: A  questão  toma  por base uma passagem do livro Palhaços, do docente e pesquisador da UNESP Mario Fernando Bolognesi:


          [...] O circo é a exposição do corpo humano em seus limites biológico e social. O espetáculo fundamenta-se na relação do homem com a natureza, expondo a dominação e a superação humanas. O adestramento de feras é demonstração do controle do homem sobre o mundo natural, confirmando, assim, a sua superioridade sobre as demais espécies animais. Acrobacias, malabarismos, equilibrismos e ilusionismos diversos deixam evidente a capacidade humana de superação de seus próprios limites. Mas, ao apresentar espetacularmente a superação, terminam por confirmar a contingência natural da existência, expressa na sublimidade do corpo altivo, distante do cotidiano.

          Os riscos dos artistas circenses são reais, dentro do contexto espetaculoso de cada função. No espetáculo, os artistas não apresentam “interioridades”; eles são puro corpo exteriorizado, sublime ou grotesco, que se realiza e se extingue na dimensão mesma do seu gesto. Eles não são atores a interpretar um “outro”, uma realidade externa e distante. O espetáculo, assim, se aproxima de um ritual que se repete e que evidencia a possibilidade concreta de fracasso. A emoção da plateia então oscila entre uma possível frustração diante do malogro do acrobata e a sugestão de superação de limites presente a cada número. Um trapezista pode cair, como acontece vez ou outra. Por isso o público não afasta o olhar das evoluções aéreas. Estabelece-se, assim, uma relação ritualística que encontra eco, em última instância, nas estruturas coletivas de sobrevivência e necessidade de transposição dos percalços do cotidiano. Se o artista falha, ele é aplaudido porque ao menos tentou. Ele ousou, e isso já é o bastante para impulsionar a fantasia coletiva da superação.

          Os números cômicos, por sua vez, ao explorar os estereótipos e situações extremas, evidenciam os limites psicológicos e sociais do existir. Eles trabalham, no plano simbólico, com tipos que não deixam de ser máscaras sociais biologicamente determinadas (os palhaços são desajeitados, lerdos, fisicamente deformados, estúpidos etc.). Esses limites se revelam com o riso espontâneo que escancara as estreitas fronteiras do social. Quando os palhaços entram no picadeiro, o olhar espetaculoso se desloca objetivamente para a realidade diária da plateia.

          [...]

       [...] O movimento de superação da natureza e a possibilidade (quando não a capacidade) de subjugar as limitações biológicas e de criticar as máscaras sociais garantem a legitimidade do exercício do sonho. Está aberto, no espetáculo de circo, o terreno da utopia.


                        (Mario Fernando Bolognesi. Palhaços. São Paulo: Editora da Unesp, 2003.)

    Está aberto, no espetáculo de circo, o terreno da utopia.


    Na oração, “o terreno da utopia” exerce a função sintática de:

    Escolha uma alternativa para a questão 0f9e8d46-36
  • 0F964062-36

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos

    Instrução: A  questão  toma  por base uma passagem do livro Palhaços, do docente e pesquisador da UNESP Mario Fernando Bolognesi:


          [...] O circo é a exposição do corpo humano em seus limites biológico e social. O espetáculo fundamenta-se na relação do homem com a natureza, expondo a dominação e a superação humanas. O adestramento de feras é demonstração do controle do homem sobre o mundo natural, confirmando, assim, a sua superioridade sobre as demais espécies animais. Acrobacias, malabarismos, equilibrismos e ilusionismos diversos deixam evidente a capacidade humana de superação de seus próprios limites. Mas, ao apresentar espetacularmente a superação, terminam por confirmar a contingência natural da existência, expressa na sublimidade do corpo altivo, distante do cotidiano.

          Os riscos dos artistas circenses são reais, dentro do contexto espetaculoso de cada função. No espetáculo, os artistas não apresentam “interioridades”; eles são puro corpo exteriorizado, sublime ou grotesco, que se realiza e se extingue na dimensão mesma do seu gesto. Eles não são atores a interpretar um “outro”, uma realidade externa e distante. O espetáculo, assim, se aproxima de um ritual que se repete e que evidencia a possibilidade concreta de fracasso. A emoção da plateia então oscila entre uma possível frustração diante do malogro do acrobata e a sugestão de superação de limites presente a cada número. Um trapezista pode cair, como acontece vez ou outra. Por isso o público não afasta o olhar das evoluções aéreas. Estabelece-se, assim, uma relação ritualística que encontra eco, em última instância, nas estruturas coletivas de sobrevivência e necessidade de transposição dos percalços do cotidiano. Se o artista falha, ele é aplaudido porque ao menos tentou. Ele ousou, e isso já é o bastante para impulsionar a fantasia coletiva da superação.

          Os números cômicos, por sua vez, ao explorar os estereótipos e situações extremas, evidenciam os limites psicológicos e sociais do existir. Eles trabalham, no plano simbólico, com tipos que não deixam de ser máscaras sociais biologicamente determinadas (os palhaços são desajeitados, lerdos, fisicamente deformados, estúpidos etc.). Esses limites se revelam com o riso espontâneo que escancara as estreitas fronteiras do social. Quando os palhaços entram no picadeiro, o olhar espetaculoso se desloca objetivamente para a realidade diária da plateia.

          [...]

       [...] O movimento de superação da natureza e a possibilidade (quando não a capacidade) de subjugar as limitações biológicas e de criticar as máscaras sociais garantem a legitimidade do exercício do sonho. Está aberto, no espetáculo de circo, o terreno da utopia.


                        (Mario Fernando Bolognesi. Palhaços. São Paulo: Editora da Unesp, 2003.)

    Pelo que se depreende do posicionamento assumido pelo autor em todo o fragmento, o emprego da palavra utopia, no final,
    Escolha uma alternativa para a questão 0f964062-36
  • F3C247A5-E4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFGD · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
                             FOR CATS, A BIG GULP WITH A TOUCH OF THE TONGUE

                 It has taken four highly qualified engineers and a bunch of integral equations to figure it out, but we now know how cats drink. The answer is: very elegantly, and not at all the way you might suppose. Cats lap water so fast that the human eye cannot follow what is happening, which is why the trick had apparently escaped attention until now. With the use of high-speed photography, the neatness of the feline solution has been captured. The act of drinking may seem like no big deal for anyone who can fully close his mouth to create suction, as people can. But the various species that cannot do so - and that includes most adult carnivores - must resort to some other mechanism. Dog owners are familiar with the unseemly lapping noises that ensue when their thirsty pet meets a bowl of water. The dog is thrusting its tongue into the water, forming a crude cup with it and hauling the liquid back into the muzzle.
                 Cats, both big and little, are so much classier, according to new research by Pedro M. Reis and Roman Stocker of the Massachusetts Institute of Technology, joined by Sunghwan Jung of the Virginia Polytechnic Institute and Jeffrey M. Aristoff of Princeton. Writing in the Thursday issue of Science, the four engineers report that the cat’s lapping method depends on its instinctive ability to calculate the balance between opposing gravitational and inertial forces. What happens is that the cat darts its tongue, curving the upper side downward so that the tip lightly touches the surface of the water.
                 The tongue is then pulled upward at high speed, drawing a column of water behind it. Just at the moment that gravity finally overcomes the rush of the water and starts to pull the column down - snap! The cat’s jaws have closed over the jet of water and swallowed it. The cat laps four times a second - too fast for the human eye to see anything but a blur - and its tongue moves at a speed of one meter per second. Being engineers, the cat-lapping team next tested its findings with a machine that mimicked a cat’s tongue, using a glass disk at the end of a piston to serve as the tip. After calculating things like the Froude number and the aspect ratio, they were able to figure out how fast a cat should lap to get the greatest amount of water into its mouth. The cats, it turns out, were way ahead of them - they lap at just that speed. To the scientific mind, the next obvious question is whether bigger cats should lap at different speeds.


    WADE, Nicholas. For cats, a big gulp with a touch of the tongue. Disponível em: Acesso em: 20 nov. 2010.


    The main goal of the scientific text above is to reveal how:
    Escolha uma alternativa para a questão f3c247a5-e4
  • F2BE62C1-E4

    Inglês

    Tradução | Translation
    UFGD · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
                             FOR CATS, A BIG GULP WITH A TOUCH OF THE TONGUE

                 It has taken four highly qualified engineers and a bunch of integral equations to figure it out, but we now know how cats drink. The answer is: very elegantly, and not at all the way you might suppose. Cats lap water so fast that the human eye cannot follow what is happening, which is why the trick had apparently escaped attention until now. With the use of high-speed photography, the neatness of the feline solution has been captured. The act of drinking may seem like no big deal for anyone who can fully close his mouth to create suction, as people can. But the various species that cannot do so - and that includes most adult carnivores - must resort to some other mechanism. Dog owners are familiar with the unseemly lapping noises that ensue when their thirsty pet meets a bowl of water. The dog is thrusting its tongue into the water, forming a crude cup with it and hauling the liquid back into the muzzle.
                 Cats, both big and little, are so much classier, according to new research by Pedro M. Reis and Roman Stocker of the Massachusetts Institute of Technology, joined by Sunghwan Jung of the Virginia Polytechnic Institute and Jeffrey M. Aristoff of Princeton. Writing in the Thursday issue of Science, the four engineers report that the cat’s lapping method depends on its instinctive ability to calculate the balance between opposing gravitational and inertial forces. What happens is that the cat darts its tongue, curving the upper side downward so that the tip lightly touches the surface of the water.
                 The tongue is then pulled upward at high speed, drawing a column of water behind it. Just at the moment that gravity finally overcomes the rush of the water and starts to pull the column down - snap! The cat’s jaws have closed over the jet of water and swallowed it. The cat laps four times a second - too fast for the human eye to see anything but a blur - and its tongue moves at a speed of one meter per second. Being engineers, the cat-lapping team next tested its findings with a machine that mimicked a cat’s tongue, using a glass disk at the end of a piston to serve as the tip. After calculating things like the Froude number and the aspect ratio, they were able to figure out how fast a cat should lap to get the greatest amount of water into its mouth. The cats, it turns out, were way ahead of them - they lap at just that speed. To the scientific mind, the next obvious question is whether bigger cats should lap at different speeds.


    WADE, Nicholas. For cats, a big gulp with a touch of the tongue. Disponível em: Acesso em: 20 nov. 2010.


    Qual é o significado do substantivo sublinhado na seguinte oração?

    "The neatness of the feline solution has been captured".
    Escolha uma alternativa para a questão f2be62c1-e4
  • 66423021-2A

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    ENEM · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 003.jpg O texto publicitário utiliza diversas estratégias para enfatizar as características do produto que pretende vender. Assim, no texto, o uso de vários termos de outras línguas, que não a espanhola, tem a intenção de

    Escolha uma alternativa para a questão 66423021-2a
  • 8D010956-FC

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    Considere a seguinte afirmação: Ambas as obras criticam a sociedade, mas apenas a segunda milita pela subversão da hierarquia social nela representada.

    Observada a sequência, essa afirmação aplica-se a
    Escolha uma alternativa para a questão 8d010956-fc
  • 8B3A4775-FC

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 253.jpg Assim como faz o barbeiro, nesse trecho de Memórias de um sargento de milícias, também a personagem José Dias, de Dom Casmurro, irá se passar por médico (homeopata), para obter meios de subsistência.

    Essa correlação indica que

    I. estamos diante de uma linha de continuidade temática entre o romance de Manuel Antônio de Almeida e o romance machadiano da maturidade.

    II. agregados transgrediam com bastante desenvoltura princípios morais básicos, razão pela qual eram proibidos de conviver com a rígida família patriarcal do Império.

    III. os protagonistas desses romances decalcam um mesmo modelo literário: o do pícaro, herói do romance picaresco espanhol.

    Está correto o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão 8b3a4775-fc
  • 4DEA4792-FC

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    Poema ZEN , Pedro Xisto, 1966.

                                                            Imagem 002.jpg


    Diagrama referente ao poema ZEN.


                                                            Imagem 003.jpg


    Observe as figuras acima e assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 4dea4792-fc
  • 094F2F2B-A6

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 005.jpg
    Imagem 006.jpg
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    Imagem 008.jpg

    Identifique a alternativa que ENTRA EM CONTRADIÇÃO com as ideias do trecho que vai da linha 177 à linha 194.
    Escolha uma alternativa para a questão 094f2f2b-a6
  • 00563EDB-A6

    Português

    Pontuação
    UECE · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
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    Relacione as colunas combinando as vírgulas destacadas com as regras que orientam o seu uso.

    Coluna 1

    1. Por força de alguma vida, restou, na esquina, a venda de Seu Aniceto (linhas 80-82).

    2. O bar, as cartas, a cerveja e as mulheres (linhas 38-39).

    3. Muita coisa a contar, seu moço. Histórias muitas (linhas 16-17).

    4. Sobraram de tudo, com mais legendas, o palacete do barão, ruínas, o sobrado do fisco, onde se cobrava o quinto do rei, e a capela, que foi promessa de mulher-dama, convertida (linhas 1-5).

    Coluna 2

    ( )Marca(m) oração adjetiva explicativa.

    ( )Separa(m) adjunto adverbial deslocado e intercalado.

    ( )Marca(m) o vocativo.

    ( )Separa(m) termos coordenados.

    Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
    Escolha uma alternativa para a questão 00563edb-a6
  • F94884C0-A6

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 001.jpg
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    Imagem 004.jpg

    Observe o que se diz sobre o enunciado Restaram ainda as velhas de muita velhice. Elas pitam os cachimbos, comem as próprias bocas e trazem lembranças do passado (linhas 12-15).

    I. O autor faz um jogo entre cognatos para enfatizar a avançada idade das mulheres do povoado.

    II. Com comem as próprias bocas, o autor construiu uma metáfora visual das mulheres.

    III. O verbo trazer (trazem) foi empregado no texto na acepção de carregar, transportar algo para algum lugar.

    Está correto o que se diz apenas em
    Escolha uma alternativa para a questão f94884c0-a6
  • EE002B19-A6

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
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    Imagem 002.jpg
    Imagem 003.jpg
    Imagem 004.jpg

    A expressão por último (linha 85) indica
    Escolha uma alternativa para a questão ee002b19-a6
  • EC21CCBD-A6

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 002.jpg

    Atentando para o que se explorou nas questões 6 e 8 e para o que o enunciador diz no último parágrafo, identifique a alternativa correta a respeito do que o texto sugere sobre Rita.
    Escolha uma alternativa para a questão ec21ccbd-a6
  • DCCAC00F-A6

    Português

    Figuras de Linguagem
    UECE · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 001.jpg

    O Texto 1 é um metapoema, isto é, um poema que questiona o próprio fazer poético. Nele predomina, portanto, a função metalinguística. Marque a única opção em que o verso (ou os versos) NÃO apresenta(m) por si só(s) marcas da metalinguagem.
    Escolha uma alternativa para a questão dccac00f-a6
  • 14CDE42B-73

    Português

    Interpretação de Textos
    UDESC · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 059.jpg

    Assinale a alternativa correta em relação à obra Vidas Secas, de Graciliano Ramos.
    Escolha uma alternativa para a questão 14cde42b-73