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Questões do ENEM: Linguagens e nível fácil

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Resultados

4.021 questões encontradas. Mostrando a página 75 de 202.

  • E4A1ABD8-D9

    Português

    Sintaxe
    UEA · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho de A hora da estrela, de Clarice Lispector, para responder à questão

        De dia usava saia e blusa, de noite dormia de combinação. Uma colega de quarto não sabia como avisar-lhe que seu cheiro era murrinhento. E como não sabia, ficou por isso mesmo, pois tinha medo de ofendê-la. Nada nela era iridescente1 , embora a pele do rosto entre as manchas tivesse um leve brilho de opala. Mas não importava. Ninguém olhava para ela na rua, ela era café frio.
        E assim se passava o tempo para a moça esta. Assoava o nariz na barra da combinação. Não tinha aquela coisa delicada que se chama encanto. Só eu a vejo encantadora. Só eu, seu autor, a amo. Sofro por ela. E só eu é que posso dizer assim: “que é que você me pede chorando que eu não lhe dê cantando”? Essa moça não sabia que ela era o que era, assim como um cachorro não sabe que é cachorro. Daí não se sentir infeliz. A única coisa que queria era viver. Não sabia para quê, não se indagava. Quem sabe, achava que havia uma gloriazinha em viver. Ela pensava que a pessoa é obrigada a ser feliz. Então era. Antes de nascer ela era uma ideia? Antes de nascer ela era morta? E depois de nascer ela ia morrer? Mas que fina talhada de melancia.

    (A hora da estrela, 1998.)

    1 iridescente: colorido como o arco-íris.
    O termo sublinhado introduz uma oração com sentido de concessão em:
    Escolha uma alternativa para a questão e4a1abd8-d9
  • E495ABC0-D9

    Português

    Interpretação de Textos
    UEA · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho de A hora da estrela, de Clarice Lispector, para responder à questão

        De dia usava saia e blusa, de noite dormia de combinação. Uma colega de quarto não sabia como avisar-lhe que seu cheiro era murrinhento. E como não sabia, ficou por isso mesmo, pois tinha medo de ofendê-la. Nada nela era iridescente1 , embora a pele do rosto entre as manchas tivesse um leve brilho de opala. Mas não importava. Ninguém olhava para ela na rua, ela era café frio.
        E assim se passava o tempo para a moça esta. Assoava o nariz na barra da combinação. Não tinha aquela coisa delicada que se chama encanto. Só eu a vejo encantadora. Só eu, seu autor, a amo. Sofro por ela. E só eu é que posso dizer assim: “que é que você me pede chorando que eu não lhe dê cantando”? Essa moça não sabia que ela era o que era, assim como um cachorro não sabe que é cachorro. Daí não se sentir infeliz. A única coisa que queria era viver. Não sabia para quê, não se indagava. Quem sabe, achava que havia uma gloriazinha em viver. Ela pensava que a pessoa é obrigada a ser feliz. Então era. Antes de nascer ela era uma ideia? Antes de nascer ela era morta? E depois de nascer ela ia morrer? Mas que fina talhada de melancia.

    (A hora da estrela, 1998.)

    1 iridescente: colorido como o arco-íris.
    No fim do primeiro parágrafo, a expressão “café frio” é equivalente a
    Escolha uma alternativa para a questão e495abc0-d9
  • E49150B2-D9

    Português

    Interpretação de Textos
    UEA · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Considere a tirinha de André Dahmer para responder à
    questão

    Imagem da questão de Português, UEA 2019, Interpretação de Textos
    A palavra “só”, no primeiro quadrinho, foi utilizada no mesmo sentido da palavra sublinhada em
    Escolha uma alternativa para a questão e49150b2-d9
  • E48DDCC2-D9

    Português

    Interpretação de Textos
    UEA · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Considere a tirinha de André Dahmer para responder à
    questão

    Imagem da questão de Português, UEA 2019, Interpretação de Textos
    A tirinha expressa de maneira ácida a ideia de que
    Escolha uma alternativa para a questão e48ddcc2-d9
  • 45B75BB6-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    UEA · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o poema de Paulo Henriques Britto para responder à questão.

    Nada nas mãos nem na cabeça, nada 
    no estômago além da sensação vazia 
    de haver ultrapassado toda sensação.


    É em estado assim que se descobre a verdade, 
    que se cometem os grandes crimes, os gestos 
    mais sublimes, ou então não se faz nada.


    É como as cobras. As mais silenciosas, 
    de corpo mais esguio, de cor esmaecida, 
    destilam o veneno mais perfeito.


    Assim também os poemas. Os mais contidos 
    e lisos, os que menos coisa dizem, 
    destilam o veneno mais perfeito.


    (Mínima lírica, 2013.)

    Segundo as duas últimas estrofes,
    Escolha uma alternativa para a questão 45b75bb6-d8
  • 457EF269-D8

    Literatura

    Barroco
    UEA · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Os projetos da vila Maser, uma das mais belas da Itália no século XVI, são de Palladio, e os afrescos, de Veronese. A vila realiza, em todo o seu esplendor, a ideia de ordem segundo o grande arquiteto humanista, Palladio, para quem “a beleza resulta da forma e da correspondência entre o todo e as partes, e entre as partes entre si, e entre as partes e o todo, de forma que o edifício deve aparecer como um corpo inteiro e bem definido no qual cada membro convém aos outros e onde todos os membros são necessários às suas funções”.

    (Lucette Valensi. Venise et la Sublime Porte, 1987. Adaptado.)

    Palladio e Veronese são artistas do Renascimento italiano do século XVI. A arquitetura de Palladio confere forma
    Escolha uma alternativa para a questão 457ef269-d8
  • 3E531D5E-D8

    Português

    Flexão de voz (ativa, passiva, reflexiva)
    UEA · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho de Galvez, Imperador do Acre, de Márcio Souza, para responder à questão:

    Juno e Flora e outras divindades mitológicas


        O cabaré não primava pela decoração, mas o ambiente era simples e acolhedor. Era bem conceituado pelos anos de serviços prestados. Uma sala pequena cheia de sofás, algumas mesas redondas de mármore encardido. Meia penumbra. Fomos sentar numa mesa perto da orquestra. A casa começava a esvaziar e estavam apenas os clientes mais renitentes. Duas meninas dançavam um can-can desajeitado e deviam ser paraenses. As duas meninas suavam sem parar. Fomos atendidos por Dona Flora, gorda e oxigenada proprietária que bem poderia ser a deusa Juno. Recebemos as vênias de sempre e Trucco pediu uísque. A música já estava com o andamento de fim de festa e o garçom veio servir nossas bebidas. Trucco perguntou se Lili ainda iria apresentar-se e o garçom respondeu que o número dela era sempre à meia-noite. Havia um ar de familiaridade, e duas polacas vieram sentar em nossa mesa. Afastei a cadeira para elas sentarem e notei que eram bem velhas e machucadas. Decidi dar uma observada no ambiente enquanto Trucco trocava gentilezas com as duas cocottes1 .


    (Galvez, Imperador do Acre, 1977.)

    1cocotte: mulher jovem e atraente.

    A oração “Fomos atendidos por Dona Flora” está na voz passiva. A oração correspondente na voz ativa, que mantém o sentido original, contém a forma verbal
    Escolha uma alternativa para a questão 3e531d5e-d8
  • 3E43A162-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    UEA · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto de Jonathan Culler para responder à questão.

        Era uma vez um tempo em que literatura significava sobretudo poesia. O romance era um recém-chegado, próximo demais da biografia ou da crônica para ser genuinamente literário, uma forma popular que não poderia aspirar às altas vocações da poesia lírica e épica. Mas no século XX o romance eclipsou a poesia, tanto como o que os escritores escrevem quanto como o que os leitores leem e, desde os anos 60, a narrativa passou a dominar também a educação literária. As pessoas ainda estudam poesia — muitas vezes isso é exigido — mas os romances e os contos tornaram-se o núcleo do currículo.
        sso não é apenas um resultado das preferências de um público leitor de massa, que alegremente escolhe histórias mas raramente lê poemas. As teorias literária e cultural têm afirmado cada vez mais a centralidade cultural da narrativa. As histórias, diz o argumento, são a principal maneira pela qual entendemos as coisas, quer ao pensar em nossas vidas como uma progressão que conduz a algum lugar, quer ao dizer a nós mesmos o que está acontecendo no mundo. A explicação científica busca o sentido das coisas colocando-as sob leis — sempre que a e b prevalecerem, ocorrerá c — mas a vida geralmente não é assim. Ela segue não uma lógica científica de causa e efeito mas a lógica da história, em que entender significa conceber como uma coisa leva a outra, como algo poderia ter sucedido: como Maggie acabou vendendo software em Cingapura, como o pai de Jorge veio a lhe dar um carro.

    (Teoria literária: uma introdução, 1999)

    Está empregado em sentido figurado o termo sublinhado em:
    Escolha uma alternativa para a questão 3e43a162-d8
  • 51BEFE87-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano - Goiás · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano - Goiás 2019, Interpretação de Textos

    TEXTO 1
    Maria

        Maria estava parada há mais de meia hora no ponto do ônibus. Estava cansada de esperar. Se a distância fosse menor, teria ido a pé. Era preciso mesmo ir se acostumando com a caminhada. O preço da passagem estava aumentando tanto! Além do cansaço, a sacola estava pesada. No dia anterior, no domingo, havia tido festa na casa da patroa. Ela levava para casa os restos. (...)
        O ônibus não estava cheio, havia lugares. (...) Ao entrar, um homem levantou lá de trás, do último banco, fazendo um sinal para o trocador. Passou em silêncio, pagando a passagem dele e de Maria. Ela reconheceu o homem. Quanto tempo, que saudades! Como era difícil continuar a vida sem ele. (...) Por que não podia ser de uma outra forma? Por que não podiam ser felizes? E o menino, Maria? Como vai o menino? cochichou o homem. Sabe que sinto falta de vocês? (...)
        Ela, ainda sem ouvir direito, adivinhou a fala dele: um abraço, um beijo, um carinho no filho. E, logo após, levantou rápido sacando a arma. Outro lá atrás gritou que era um assalto. Maria estava com muito medo. Não dos assaltantes. Não da morte. Sim da vida. Tinha três filhos. O mais velho, com onze anos, era filho daquele homem que estava ali na frente com uma arma na mão. (...)
        Os assaltantes desceram rápido. Maria olhou saudosa e desesperada para o primeiro. Foi quando uma voz acordou a coragem dos demais. Alguém gritou que aquela puta safada lá da frente conhecia os assaltantes. Maria se assustou. Ela não conhecia assaltante algum. Conhecia o pai de seu primeiro filho. Conhecia o homem que tinha sido dela e que ela ainda amava tanto. Ouviu uma voz: Negra safada, vai ver que estava de coleio com os dois. (...)
        — Calma pessoal! Que loucura é esta? Eu conheço esta mulher de vista. Todos os dias, mais ou menos neste horário, ela toma o ônibus comigo. Está vindo do trabalho, da luta para sustentar os filhos...
         Lincha! Lincha! Lincha! Maria punha sangue pela boca, pelo nariz e pelos ouvidos. (...)
        Tudo foi tão rápido, tão breve, Maria tinha saudades de seu ex-homem. (...) Quando o ônibus esvaziou, quando chegou a polícia, o corpo da mulher estava todo dilacerado, todo pisoteado.
        Maria queria tanto dizer ao filho que o pai havia mandado um abraço, um beijo, um carinho.

    EVARISTO, Conceição. Maria. In: Olhos D’Água. Rio de Janeiro: Pallas e Fundação Biblioteca Nacional. 2016. p. 39-42. [Adaptado].
    No conto Maria (Texto 1), o fragmento que evidencia a temática acerca da mulher batalhadora é
    Escolha uma alternativa para a questão 51befe87-d8
  • 51B5DC66-D8

    Literatura

    Barroco
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano - Goiás · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Literatura, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano - Goiás 2019, Barroco

    TEXTO 1
    Maria

        Maria estava parada há mais de meia hora no ponto do ônibus. Estava cansada de esperar. Se a distância fosse menor, teria ido a pé. Era preciso mesmo ir se acostumando com a caminhada. O preço da passagem estava aumentando tanto! Além do cansaço, a sacola estava pesada. No dia anterior, no domingo, havia tido festa na casa da patroa. Ela levava para casa os restos. (...)
        O ônibus não estava cheio, havia lugares. (...) Ao entrar, um homem levantou lá de trás, do último banco, fazendo um sinal para o trocador. Passou em silêncio, pagando a passagem dele e de Maria. Ela reconheceu o homem. Quanto tempo, que saudades! Como era difícil continuar a vida sem ele. (...) Por que não podia ser de uma outra forma? Por que não podiam ser felizes? E o menino, Maria? Como vai o menino? cochichou o homem. Sabe que sinto falta de vocês? (...)
        Ela, ainda sem ouvir direito, adivinhou a fala dele: um abraço, um beijo, um carinho no filho. E, logo após, levantou rápido sacando a arma. Outro lá atrás gritou que era um assalto. Maria estava com muito medo. Não dos assaltantes. Não da morte. Sim da vida. Tinha três filhos. O mais velho, com onze anos, era filho daquele homem que estava ali na frente com uma arma na mão. (...)
        Os assaltantes desceram rápido. Maria olhou saudosa e desesperada para o primeiro. Foi quando uma voz acordou a coragem dos demais. Alguém gritou que aquela puta safada lá da frente conhecia os assaltantes. Maria se assustou. Ela não conhecia assaltante algum. Conhecia o pai de seu primeiro filho. Conhecia o homem que tinha sido dela e que ela ainda amava tanto. Ouviu uma voz: Negra safada, vai ver que estava de coleio com os dois. (...)
        — Calma pessoal! Que loucura é esta? Eu conheço esta mulher de vista. Todos os dias, mais ou menos neste horário, ela toma o ônibus comigo. Está vindo do trabalho, da luta para sustentar os filhos...
         Lincha! Lincha! Lincha! Maria punha sangue pela boca, pelo nariz e pelos ouvidos. (...)
        Tudo foi tão rápido, tão breve, Maria tinha saudades de seu ex-homem. (...) Quando o ônibus esvaziou, quando chegou a polícia, o corpo da mulher estava todo dilacerado, todo pisoteado.
        Maria queria tanto dizer ao filho que o pai havia mandado um abraço, um beijo, um carinho.

    EVARISTO, Conceição. Maria. In: Olhos D’Água. Rio de Janeiro: Pallas e Fundação Biblioteca Nacional. 2016. p. 39-42. [Adaptado].
    Ao se apropriar do jogo de luzes e sombras, a fotografia de Sebastião Salgado (Imagem 2) aproxima-se visualmente do
    Escolha uma alternativa para a questão 51b5dc66-d8
  • 51B2D33D-D8

    Literatura

    Escolas Literárias
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano - Goiás · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Literatura, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano - Goiás 2019, Escolas Literárias

    TEXTO 1
    Maria

        Maria estava parada há mais de meia hora no ponto do ônibus. Estava cansada de esperar. Se a distância fosse menor, teria ido a pé. Era preciso mesmo ir se acostumando com a caminhada. O preço da passagem estava aumentando tanto! Além do cansaço, a sacola estava pesada. No dia anterior, no domingo, havia tido festa na casa da patroa. Ela levava para casa os restos. (...)
        O ônibus não estava cheio, havia lugares. (...) Ao entrar, um homem levantou lá de trás, do último banco, fazendo um sinal para o trocador. Passou em silêncio, pagando a passagem dele e de Maria. Ela reconheceu o homem. Quanto tempo, que saudades! Como era difícil continuar a vida sem ele. (...) Por que não podia ser de uma outra forma? Por que não podiam ser felizes? E o menino, Maria? Como vai o menino? cochichou o homem. Sabe que sinto falta de vocês? (...)
        Ela, ainda sem ouvir direito, adivinhou a fala dele: um abraço, um beijo, um carinho no filho. E, logo após, levantou rápido sacando a arma. Outro lá atrás gritou que era um assalto. Maria estava com muito medo. Não dos assaltantes. Não da morte. Sim da vida. Tinha três filhos. O mais velho, com onze anos, era filho daquele homem que estava ali na frente com uma arma na mão. (...)
        Os assaltantes desceram rápido. Maria olhou saudosa e desesperada para o primeiro. Foi quando uma voz acordou a coragem dos demais. Alguém gritou que aquela puta safada lá da frente conhecia os assaltantes. Maria se assustou. Ela não conhecia assaltante algum. Conhecia o pai de seu primeiro filho. Conhecia o homem que tinha sido dela e que ela ainda amava tanto. Ouviu uma voz: Negra safada, vai ver que estava de coleio com os dois. (...)
        — Calma pessoal! Que loucura é esta? Eu conheço esta mulher de vista. Todos os dias, mais ou menos neste horário, ela toma o ônibus comigo. Está vindo do trabalho, da luta para sustentar os filhos...
         Lincha! Lincha! Lincha! Maria punha sangue pela boca, pelo nariz e pelos ouvidos. (...)
        Tudo foi tão rápido, tão breve, Maria tinha saudades de seu ex-homem. (...) Quando o ônibus esvaziou, quando chegou a polícia, o corpo da mulher estava todo dilacerado, todo pisoteado.
        Maria queria tanto dizer ao filho que o pai havia mandado um abraço, um beijo, um carinho.

    EVARISTO, Conceição. Maria. In: Olhos D’Água. Rio de Janeiro: Pallas e Fundação Biblioteca Nacional. 2016. p. 39-42. [Adaptado].
    A partir da década de 1930, o movimento modernista brasileiro reforçou o debate sobre as questões sociais. Nesse contexto, a pintura de Cândido Portinari (Imagem 1) é representativa desse movimento por
    Escolha uma alternativa para a questão 51b2d33d-d8
  • 674BE88A-D8

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade de Medicina de Marília · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, Faculdade de Medicina de Marília 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension

    According to the chart,

    Escolha uma alternativa para a questão 674be88a-d8
  • 67433C5E-D8

    Inglês

    Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctions
    Faculdade de Medicina de Marília · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

                   An increasing body of evidence suggests that the time we spend on our smartphones is interfering with our sleep, self-esteem, relationships, memory, attention spans, creativity, productivity and problem-solving and decision-making skills. But there is another reason for us to rethink our relationships with our devices. By chronically raising levels of cortisol, the body’s main stress hormone, our phones may be threatening our health and shortening our lives.

              If they happened only occasionally, phone-induced cortisol spikes might not matter. But the average American spends four hours a day staring at their smartphone and keeps it within arm’s reach nearly all the time, according to a tracking app called Moment.

             “Your cortisol levels are elevated when your phone is in sight or nearby, or when you hear it or even think you hear it,” says David Greenfield, professor of clinical psychiatry at the University of Connecticut School of Medicine and founder of the Center for Internet and Technology Addiction. “It’s a stress response, and it feels unpleasant, and the body’s natural response is to want to check the phone to make the stress go away.”

              But while doing so might soothe you for a second, it probably will make things worse in the long run. Any time you check your phone, you’re likely to find something else stressful waiting for you, leading to another spike in cortisol and another craving to check your phone to make your anxiety go away. This cycle, when continuously reinforced, leads to chronically elevated cortisol levels. And chronically elevated cortisol levels have been tied to an increased risk of serious health problems, including depression, obesity, metabolic syndrome, Type 2 diabetes, fertility issues, high blood pressure, heart attack, dementia and stroke.



    (Catherine Price. www.nytimes.com, 24.04.2019. Adaptado.)

    No trecho do primeiro parágrafo “But there is another reason for us to rethink our relationships with our devices”, o termo sublinhado introduz uma

    Escolha uma alternativa para a questão 67433c5e-d8
  • 67404CFB-D8

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade de Medicina de Marília · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

                   An increasing body of evidence suggests that the time we spend on our smartphones is interfering with our sleep, self-esteem, relationships, memory, attention spans, creativity, productivity and problem-solving and decision-making skills. But there is another reason for us to rethink our relationships with our devices. By chronically raising levels of cortisol, the body’s main stress hormone, our phones may be threatening our health and shortening our lives.

              If they happened only occasionally, phone-induced cortisol spikes might not matter. But the average American spends four hours a day staring at their smartphone and keeps it within arm’s reach nearly all the time, according to a tracking app called Moment.

             “Your cortisol levels are elevated when your phone is in sight or nearby, or when you hear it or even think you hear it,” says David Greenfield, professor of clinical psychiatry at the University of Connecticut School of Medicine and founder of the Center for Internet and Technology Addiction. “It’s a stress response, and it feels unpleasant, and the body’s natural response is to want to check the phone to make the stress go away.”

              But while doing so might soothe you for a second, it probably will make things worse in the long run. Any time you check your phone, you’re likely to find something else stressful waiting for you, leading to another spike in cortisol and another craving to check your phone to make your anxiety go away. This cycle, when continuously reinforced, leads to chronically elevated cortisol levels. And chronically elevated cortisol levels have been tied to an increased risk of serious health problems, including depression, obesity, metabolic syndrome, Type 2 diabetes, fertility issues, high blood pressure, heart attack, dementia and stroke.



    (Catherine Price. www.nytimes.com, 24.04.2019. Adaptado.)

    According to the text, smartphones may
    Escolha uma alternativa para a questão 67404cfb-d8
  • 66F9DA87-D8

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    Faculdade de Medicina de Marília · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

            O Ceará, apesar de restrições de renda, destaca-se em alfabetização. Um dos motivos do êxito é a parceria com os municípios, os principais encarregados dos primeiros anos de escolarização.

          Além de medidas que incluem formação de professores e material didático estruturado, o governo cearense acionou um incentivo financeiro: as cidades com resultados melhores recebem fatia maior do ICMS, com liberdade para destinação dos recursos.

            O modelo já foi adotado em Pernambuco e está sendo implantado ou avaliado por Alagoas, Amapá, Espírito Santo e São Paulo.

          Replicam-se igualmente as boas iniciativas do ensino médio em Pernambuco, baseado em tempo integral, que permite ao estudante escolher disciplinas optativas, projeto acolhido em São Paulo.

            Auspiciosa, essa rede multilateral e multipartidária pela educação é exemplo de como a sociedade pode se mobilizar em torno de propostas palpáveis.


    (“Unidos pelo Ensino”. Folha de S.Paulo, 27.08.2019. Adaptado.)

    A forma verbal sublinhada expressa ideia de ação em processo no trecho:
    Escolha uma alternativa para a questão 66f9da87-d8
  • 66F3B8D9-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de Marília · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

            O Ceará, apesar de restrições de renda, destaca-se em alfabetização. Um dos motivos do êxito é a parceria com os municípios, os principais encarregados dos primeiros anos de escolarização.

          Além de medidas que incluem formação de professores e material didático estruturado, o governo cearense acionou um incentivo financeiro: as cidades com resultados melhores recebem fatia maior do ICMS, com liberdade para destinação dos recursos.

            O modelo já foi adotado em Pernambuco e está sendo implantado ou avaliado por Alagoas, Amapá, Espírito Santo e São Paulo.

          Replicam-se igualmente as boas iniciativas do ensino médio em Pernambuco, baseado em tempo integral, que permite ao estudante escolher disciplinas optativas, projeto acolhido em São Paulo.

            Auspiciosa, essa rede multilateral e multipartidária pela educação é exemplo de como a sociedade pode se mobilizar em torno de propostas palpáveis.


    (“Unidos pelo Ensino”. Folha de S.Paulo, 27.08.2019. Adaptado.)

    O objetivo do texto é
    Escolha uma alternativa para a questão 66f3b8d9-d8
  • 66EA990D-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de Marília · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Faculdade de Medicina de Marília 2019, Interpretação de Textos

    Na situação apresentada, o sapateiro
    Escolha uma alternativa para a questão 66ea990d-d8
  • 66E436AE-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de Marília · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Faculdade de Medicina de Marília 2019, Interpretação de Textos

    Depreende-se com a leitura da charge que as redes sociais
    Escolha uma alternativa para a questão 66e436ae-d8
  • BE9328FB-D8

    Literatura

    Escolas Literárias
    Ensino Einstein · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    De acordo com esse movimento, a arte deve valer-se dos métodos científicos de observação e experimentação no tratamento dos fatos e dos personagens. Tal movimento substitui o estudo do homem abstrato e metafísico pelo do homem sujeito a leis físico-químicas e determinado pela influência do meio.

    (Afrânio Coutinho. Introdução à literatura no Brasil, 1976. Adaptado.

    O excerto trata do movimento

    Escolha uma alternativa para a questão be9328fb-d8
  • BE8B0FB9-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Ensino Einstein · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho do livro Bilhões e bilhões, de Carl Sagan, para responder à questão.


         Espantosamente, a astrofísica moderna está prestes a determinar percepções fundamentais da origem, natureza e destino de todo o universo. O universo está em expansão. Todas as galáxias estão se afastando velozmente umas das outras no que é chamado de fluxo de Hubble, uma das três principais evidências de uma enorme explosão na época em que o universo teve início — ou, pelo menos, sua presente encarnação. A gravidade da Terra é bastante forte para atrair de volta uma pedra atirada para o céu, mas não um foguete com velocidade de escape. E assim acontece com o universo: se ele contém uma grande quantidade de matéria, a gravidade exercida por toda essa matéria vai diminuir e deter a expansão. Um universo em expansão será convertido num universo em colapso. E se não há bastante matéria, a expansão vai continuar para sempre. O presente inventário de matéria no universo é insuficiente para diminuir a expansão, mas há razões para pensar que talvez exista uma grande quantidade de matéria escura que não trai a sua existência emitindo luz, para a conveniência dos astrônomos. Se o universo em expansão se revelar apenas temporário, sendo finalmente substituído por um universo em contração, isso certamente criará a possibilidade de que o universo passa por um número infinito de expansões e contrações, sendo infinitamente antigo. Um universo infinitamente antigo não tem necessidade de ser criado. Sempre esteve ali. Por outro lado, se não há matéria suficiente para reverter a expansão, isso seria coerente com um universo criado do nada. Essas são questões profundas e difíceis que toda cultura humana tem de algum modo tentado enfrentar. Mas é só na nossa época que temos uma perspectiva real de desvendar algumas das respostas. Não por meio de conjeturas ou histórias — mas por observações reais, verificáveis, passíveis de repetição.


    (Carl Sagan. Bilhões e bilhões, 2008.)

    O autor manifesta-se explicitamente no texto em:
    Escolha uma alternativa para a questão be8b0fb9-d8