Questões do ENEM: Linguagens e nível médio
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8.516 questões encontradas. Mostrando a página 122 de 426.
4D364F14-D8 The cartoon (Text 2) expresses the man’s desire to be taken as fast as possible to a street called “13 de Maio de 1888”. Based on the information conveyed by the cartoon, prejudice against black people underlies some elements, such as4D30F154-D8 Português
Interpretação de TextosInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano - Goiás · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO 1
JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo. São Paulo: Ática, 2004. p. 27.TEXTO 2
FERNANDES, Millôr. 100 + 100: desenhos e frases. São Paulo: Instituto Moreira Sales, 2014. n.p.TEXTO 3
Disponível em: <http://culturaesquizofrenica.blogspot.com/2012/02/historias-cruzadas-help.html>. Acesso em: 17 out. 2018.
Os elementos que compõem o cartaz de The Help (Texto 3), tais como as caracterizações das personagens e os lugares que elas ocupam no cenário, sugerem que o enredo do filme4D2B5EA2-D8 Português
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JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo. São Paulo: Ática, 2004. p. 27.TEXTO 2
FERNANDES, Millôr. 100 + 100: desenhos e frases. São Paulo: Instituto Moreira Sales, 2014. n.p.TEXTO 3
Disponível em: <http://culturaesquizofrenica.blogspot.com/2012/02/historias-cruzadas-help.html>. Acesso em: 17 out. 2018.
Os Textos 1 e 2 apresentam alguns pontos em comum, entre os quais se destaca a abordagem de uma mesma temática. A respeito dessa temática, esses textos4D24CFD7-D8 Português
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JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo. São Paulo: Ática, 2004. p. 27.TEXTO 2
FERNANDES, Millôr. 100 + 100: desenhos e frases. São Paulo: Instituto Moreira Sales, 2014. n.p.TEXTO 3
Disponível em: <http://culturaesquizofrenica.blogspot.com/2012/02/historias-cruzadas-help.html>. Acesso em: 17 out. 2018.
Fayga Ostrower, em seu livro “Universos da Arte”, assim define os elementos visuais: “Ao contrário de palavras, os elementos visuais não têm significados preestabelecidos, nada representam, nada descrevem, nada assinalam, não são símbolos de nada, não definem nada – nada, antes de entrarem num contexto formal. Precisamente por não determinarem nada antes, poderão determinar tanto depois” (OSTROWER, 2013, p.99). Sobre a charge de Millôr Fernandes (Texto 2) e os elementos visuais que a constituem,4D2009E7-D8 Português
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JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo. São Paulo: Ática, 2004. p. 27.TEXTO 2
FERNANDES, Millôr. 100 + 100: desenhos e frases. São Paulo: Instituto Moreira Sales, 2014. n.p.TEXTO 3
Disponível em: <http://culturaesquizofrenica.blogspot.com/2012/02/historias-cruzadas-help.html>. Acesso em: 17 out. 2018.
A imagem pode ser um meio para a representação de ideias, desejos, conhecimentos, protestos e da expressão poética. O sentido, em si, não está necessariamente na imagem, mas nas relações que se criam através dela. Nessa perspectiva, a charge de Millôr Fernandes (Texto 2)4D1CE903-D8 Português
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JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo. São Paulo: Ática, 2004. p. 27.TEXTO 2
FERNANDES, Millôr. 100 + 100: desenhos e frases. São Paulo: Instituto Moreira Sales, 2014. n.p.TEXTO 3
Disponível em: <http://culturaesquizofrenica.blogspot.com/2012/02/historias-cruzadas-help.html>. Acesso em: 17 out. 2018.
Uma das particularidades de maior evidência na prosa de Carolina Maria de Jesus (Texto 1) é o seu estilo de escrita, no qual se destaca4D1884C5-D8 Português
Interpretação de TextosInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano - Goiás · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO 1
JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo. São Paulo: Ática, 2004. p. 27.TEXTO 2
FERNANDES, Millôr. 100 + 100: desenhos e frases. São Paulo: Instituto Moreira Sales, 2014. n.p.TEXTO 3
Disponível em: <http://culturaesquizofrenica.blogspot.com/2012/02/historias-cruzadas-help.html>. Acesso em: 17 out. 2018.
Escrito no formato de uma página de diário, o texto de Carolina Maria de Jesus (Texto 1), no que diz respeito às suas características, tem como finalidade principal33631BB6-D8 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionEnsino Einstein · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosRead the ad.

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335F9B7E-D8 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionEnsino Einstein · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
The text concludes by stating that tech innovations in South Korea
33591B3E-D8 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionEnsino Einstein · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
The pilot program mentioned in the second paragraph uses UAVs primarily to
33562951-D8 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionEnsino Einstein · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
The text deals with a main public interest issue in South Korea related to
3352CBFA-D8 Português
Figuras de LinguagemEnsino Einstein · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
Silepse é a concordância que se faz não com a forma gramatical das palavras, mas com o sentido, com a ideia que elas expressam. A silepse é, pois, uma concordância mental.
(Celso Cunha. Gramática essencial, 2013.)
Verifica-se a ocorrência de silepse
334A10EA-D8 Português
Interpretação de TextosEnsino Einstein · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos– Meu coração está apertado de ver tantas marcas no teu rosto, meu filho; essa é a colheita de quem abandona a casa por uma vida pródiga.
– A prodigalidade também existia em nossa casa.
– Como, meu filho?
– A prodigalidade sempre existiu em nossa mesa.
– Nossa mesa é comedida, é austera, não existe desperdício nela, salvo nos dias de festa.
– Mas comemos sempre com apetite.
– O apetite é permitido, não agrava nossa dignidade, desde que seja moderado.
– Mas comemos até que ele desapareça; é assim que cada um em casa sempre se levantou da mesa.
– É para satisfazer nosso apetite que a natureza é generosa, pondo seus frutos ao nosso alcance, desde que trabalhemos por merecê-los. Não fosse o apetite, não teríamos forças para buscar o alimento que torna possível a sobrevivência. O apetite é sagrado, meu filho.
– Eu não disse o contrário, acontece que muitos trabalham, gemem o tempo todo, esgotam suas forças, fazem tudo que é possível, mas não conseguem apaziguar a fome.
– Você diz coisas estranhas, meu filho.
(Lavoura arcaica, 2001.)
Depreende-se das falas do pai um elogio, sobretudo,3346FA1D-D8 Português
Interpretação de TextosEnsino Einstein · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos– Meu coração está apertado de ver tantas marcas no teu rosto, meu filho; essa é a colheita de quem abandona a casa por uma vida pródiga.
– A prodigalidade também existia em nossa casa.
– Como, meu filho?
– A prodigalidade sempre existiu em nossa mesa.
– Nossa mesa é comedida, é austera, não existe desperdício nela, salvo nos dias de festa.
– Mas comemos sempre com apetite.
– O apetite é permitido, não agrava nossa dignidade, desde que seja moderado.
– Mas comemos até que ele desapareça; é assim que cada um em casa sempre se levantou da mesa.
– É para satisfazer nosso apetite que a natureza é generosa, pondo seus frutos ao nosso alcance, desde que trabalhemos por merecê-los. Não fosse o apetite, não teríamos forças para buscar o alimento que torna possível a sobrevivência. O apetite é sagrado, meu filho.
– Eu não disse o contrário, acontece que muitos trabalham, gemem o tempo todo, esgotam suas forças, fazem tudo que é possível, mas não conseguem apaziguar a fome.
– Você diz coisas estranhas, meu filho.
(Lavoura arcaica, 2001.)
No trecho do romance, o filho333E0FEA-D8 Português
Interpretação de TextosEnsino Einstein · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosAquele acreditava na lei. Funcionário do IAPC [Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Comerciários], sabia de cor a Lei Orgânica da Previdência. Chegava mesmo a ser consultado pelos colegas sempre que surgia alguma dúvida quanto à aplicação desse ou daquele princípio. Eis que um dia nasce-lhe um filho e ele, cônscio de seus direitos, requer da Previdência o auxílio-natalidade. Prepara o requerimento, junta uma cópia da certidão de nascimento da criança e dá entrada no processo. Estava dentro da lei, mas já na entrada a coisa enguiçou.
– Não podemos receber o requerimento sem o atestado do médico que assistiu a parturiente.
– A lei não exige isso – replicou ele.
– Mas o chefe exige. Tem havido abusos.
Estava montado o angu. O rapaz foi até o chefe, que se negou a receber o requerimento.
– Vou aos jornais – disse-me o crédulo. – Eles têm de receber o requerimento, como manda a lei.
Tentei aconselhá-lo: a justiça é cega e tarda, juntasse o tal atestado médico, era mais simples.
– Não junto. A lei não me obriga a isso. Vou aos jornais.
Foi aos jornais. Aliás, foi a um só, que deu a notícia num canto de página, minúscula. Ninguém leu, mas ele fez a notícia chegar até o chefe que, enfurecido, resolveu processá-lo: a lei proíbe que os funcionários levem para os jornais assuntos internos da repartição.
– Agora a lei está contra você, não?
– Não. A lei está comigo.
Estava ou não estava, o certo é que o processo foi até a Procuradoria e saiu dali com o seguinte despacho: suspenda- -se o indisciplinado.
Era de ver-se a cara de meu amigo em face dessa decisão. Estava pálido e abatido, comentando a sua perplexidade. Mas não desistiu:
– Vou recorrer.
Deve ter recorrido. Ainda o vi várias vezes contando aos colegas o andamento do processo, meses depois. Parece que já nem se lembra do auxílio-natalidade – a origem de tudo – e brigará até o fim da vida, alheio a um aforismo que, por ser brasileiro, inventei: “Quem acredita na lei, esta lhe cai em cima.”
(O melhor da crônica brasileira, 2013.)
Verifica-se o emprego de expressão que destoa da variedade linguística predominante no texto em:333B269A-D8 Português
Interpretação de TextosEnsino Einstein · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosAquele acreditava na lei. Funcionário do IAPC [Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Comerciários], sabia de cor a Lei Orgânica da Previdência. Chegava mesmo a ser consultado pelos colegas sempre que surgia alguma dúvida quanto à aplicação desse ou daquele princípio. Eis que um dia nasce-lhe um filho e ele, cônscio de seus direitos, requer da Previdência o auxílio-natalidade. Prepara o requerimento, junta uma cópia da certidão de nascimento da criança e dá entrada no processo. Estava dentro da lei, mas já na entrada a coisa enguiçou.
– Não podemos receber o requerimento sem o atestado do médico que assistiu a parturiente.
– A lei não exige isso – replicou ele.
– Mas o chefe exige. Tem havido abusos.
Estava montado o angu. O rapaz foi até o chefe, que se negou a receber o requerimento.
– Vou aos jornais – disse-me o crédulo. – Eles têm de receber o requerimento, como manda a lei.
Tentei aconselhá-lo: a justiça é cega e tarda, juntasse o tal atestado médico, era mais simples.
– Não junto. A lei não me obriga a isso. Vou aos jornais.
Foi aos jornais. Aliás, foi a um só, que deu a notícia num canto de página, minúscula. Ninguém leu, mas ele fez a notícia chegar até o chefe que, enfurecido, resolveu processá-lo: a lei proíbe que os funcionários levem para os jornais assuntos internos da repartição.
– Agora a lei está contra você, não?
– Não. A lei está comigo.
Estava ou não estava, o certo é que o processo foi até a Procuradoria e saiu dali com o seguinte despacho: suspenda- -se o indisciplinado.
Era de ver-se a cara de meu amigo em face dessa decisão. Estava pálido e abatido, comentando a sua perplexidade. Mas não desistiu:
– Vou recorrer.
Deve ter recorrido. Ainda o vi várias vezes contando aos colegas o andamento do processo, meses depois. Parece que já nem se lembra do auxílio-natalidade – a origem de tudo – e brigará até o fim da vida, alheio a um aforismo que, por ser brasileiro, inventei: “Quem acredita na lei, esta lhe cai em cima.”
(O melhor da crônica brasileira, 2013.)
Em relação à Justiça, a posição do narrador é de33373B91-D8 Português
Interpretação de TextosEnsino Einstein · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosExamine a tira do cartunista André Dahmer.
Colabora para o efeito de humor da tira o fato de
8D43CB69-D8 Português
Interpretação de TextosINSPER · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosAnalise a tabela.

É correto afirmar que a mensagem desse texto
8D3EDDBD-D8 Literatura
Escolas LiteráriasINSPER · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosLeia trecho do poema de Olavo Bilac.Língua PortuguesaÚltima flor do Lácio, inculta e bela,És, a um tempo, esplendor e sepultura:Ouro nativo, que na ganga impuraA bruta mina entre os cascalhos vela...Amote assim, desconhecida e obscura,Tuba de alto clangor, lira singela,Que tens o trom e o silvo da procelaE o arrolo da saudade e da ternura!Amo o teu viço agreste e o teu aromaDe virgens selvas e de oceano largo!Amo-te, ó rude e doloroso idioma,Em que da voz materna ouvi: “meu filho!”E em que Camões chorou, no exílio amargo,O gênio sem ventura e o amor sem brilho!(Olavo Bilac, Poesias)No poema, o eu lírico8D3AAF73-D8 Português
Interpretação de TextosINSPER · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder à questão.Em 17 de maio de 2016, o diretor do Instituto do Cérebro do RS (InsCer/RS), Jaderson Costa da Costa, e o professor do curso de Teologia da Escola de Humanidades da PUCRS Erico Hammes debateram as interfaces entre o cérebro e a tecnologia, em mais uma atividade do projeto Fé e Cultura.
O debate começou com Costa da Costa contextualizando as tecnologias durante as décadas e gerações. “Eu sou de uma geração que escrevia cartas”, afirmou, explicando que tinha mais tempo para pensar no que escreveria e em um possível arrependimento. Na primeira vez que enviou um fax, contou que, quando viu a folha passando pela máquina, se arrependeu imediatamente, mas percebeu que não tinha mais volta. Lembrou, também, que não estava preparado para aquela tecnologia, utilizando o exemplo para mostrar de que maneira as inovações mudam o modo como as pessoas vivem e enxergam o mundo. Segundo ele, a vida é orientada pela tecnologia, que busca, entre outras coisas, longevidade, inteligência e bem-estar. Perguntado sobre o impacto da tecnologia no campo da aprendizagem, o diretor do InsCer declarou ser um entusiasta do processo, já que não tem medo da tecnologia. Sobre os efeitos na educação, ele lembra que antigamente a memória era muito mais utilizada. Hoje, o celular tem todos os dados e ninguém mais grava números de telefone, por exemplo. Se isso é bom ou ruim, ele diz que depende do ponto de vista. Pensando de maneira antiga e tradicional, é prejudicial.
“Mas essa geração não foi feita para nós, essa geração foi feita para um futuro que ainda temos dificuldade de entender”, explicou. Por isso, enxerga que, se por um lado a memória foi prejudicada, por outro a nova geração tem a capacidade de juntar fragmentos em uma base de tempo aleatória, que nenhuma outra geração tem. Além disso, o pesquisador defende a ideia de que não existe memória que grave a mesma coisa, cada um grava pedaços e cria diferentes percepções no cérebro.(http://www.pucrs.br. Adaptado)
Ao falar sobre o impacto da tecnologia no campo da aprendizagem, Costa da Costa pondera que a nova geração