Questões do ENEM: Linguagens e nível médio

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8.516 questões encontradas. Mostrando a página 214 de 426.

  • EA2AA1A9-D7

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho do romance O cortiço, de Aluísio Azevedo, para responder à questão.

        Junto dela pôs-se a trabalhar a Leocádia, mulher de um ferreiro chamado Bruno, portuguesa pequena e socada, de carnes duras, com uma fama terrível de leviana entre suas vizinhas.
        Seguia-se a Paula, uma cabocla velha, meio idiota, a quem respeitavam todos pelas virtudes de que só ela dispunha para benzer erisipelas e cortar febres por meio de rezas e feitiçarias. Era extremamente feia, grossa, triste, com olhos desvairados, dentes cortados à navalha, formando ponta, como dentes de cão, cabelos lisos, escorridos e ainda retintos apesar da idade. Chamavam-lhe “Bruxa”.
         Depois seguiam-se a Marciana e mais a sua filha Florinda. A primeira, mulata antiga, muito séria e asseada em exagero: a sua casa estava sempre úmida das consecutivas lavagens. Em lhe apanhando o mau humor punha-se logo a espanar, a varrer febrilmente, e, quando a raiva era grande, corria a buscar um balde de água e descarregava-o com fúria pelo chão da sala. A filha tinha quinze anos, a pele de um moreno quente, beiços sensuais, bonitos dentes, olhos luxuriosos de macaca. Toda ela estava a pedir homem, mas sustentava ainda a sua virgindade e não cedia, nem à mão de Deus Padre, aos rogos de João Romão, que a desejava apanhar a troco de pequenas concessões na medida e no peso das compras que Florinda fazia diariamente à venda.

    (O cortiço, 2007.)
    É correto afirmar que o narrador do texto assemelha-se a
    Escolha uma alternativa para a questão ea2aa1a9-d7
  • EA26D4CC-D7

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho do romance O cortiço, de Aluísio Azevedo, para responder à questão.

        Junto dela pôs-se a trabalhar a Leocádia, mulher de um ferreiro chamado Bruno, portuguesa pequena e socada, de carnes duras, com uma fama terrível de leviana entre suas vizinhas.
        Seguia-se a Paula, uma cabocla velha, meio idiota, a quem respeitavam todos pelas virtudes de que só ela dispunha para benzer erisipelas e cortar febres por meio de rezas e feitiçarias. Era extremamente feia, grossa, triste, com olhos desvairados, dentes cortados à navalha, formando ponta, como dentes de cão, cabelos lisos, escorridos e ainda retintos apesar da idade. Chamavam-lhe “Bruxa”.
         Depois seguiam-se a Marciana e mais a sua filha Florinda. A primeira, mulata antiga, muito séria e asseada em exagero: a sua casa estava sempre úmida das consecutivas lavagens. Em lhe apanhando o mau humor punha-se logo a espanar, a varrer febrilmente, e, quando a raiva era grande, corria a buscar um balde de água e descarregava-o com fúria pelo chão da sala. A filha tinha quinze anos, a pele de um moreno quente, beiços sensuais, bonitos dentes, olhos luxuriosos de macaca. Toda ela estava a pedir homem, mas sustentava ainda a sua virgindade e não cedia, nem à mão de Deus Padre, aos rogos de João Romão, que a desejava apanhar a troco de pequenas concessões na medida e no peso das compras que Florinda fazia diariamente à venda.

    (O cortiço, 2007.)
    Uma relação correta entre o trecho apresentado e o movimento literário em que O cortiço está inserido é:
    Escolha uma alternativa para a questão ea26d4cc-d7
  • EA1CEC79-D7

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema de Ricardo Reis, heterônimo de Fernando Pessoa, para responder à questão.

    As rosas amo dos jardins de Adônis,
    Essas volucres¹ amo, Lídia, rosas,
    Que em o dia em que nascem,
    Em esse dia morrem.
    A luz para elas é eterna, porque
    Nascem nascido já o sol, e acabam
    Antes que Apolo deixe
    O seu curso visível.
    Assim façamos nossa vida um dia,
    Inscientes, Lídia, voluntariamente
    Que há noite antes e após
    O pouco que duramos.

    (O guardador de rebanhos e outros poemas, 1997.)

    ¹volucre: que tem vida curta. 
    A imagem da “rosa”
    Escolha uma alternativa para a questão ea1cec79-d7
  • 3068A38A-D5

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Read the text below and answer the following question based on it.

    Global sleeping patterns revealed by app data.
    It showed the Dutch have nearly an hour more in bed every night than people in Singapore or Japan.
    The study, published in Science Advances, also found women routinely get more sleep than men, with middle-aged men getting the least of all.
    The researchers say the findings could be used to deal with the "global sleep crisis".
    The study found people in Japan and Singapore had an average of seven hours and 24 minutes sleep while the people in the Netherlands had eight hours and 12 minutes.
    People in the UK averaged just under eight hours - a smidgen less than the French.
    The later a country stays up into the night, the less sleep it gets. But what time a country wakes up seems to have little effect on sleep duration.
    Prof Daniel Forger, one of the researchers, said there was a conflict between our desire to stay up late and our bodies urging us to get up in the morning.
    The study also showed women had about 30 minutes more per night in bed than men, particularly between the ages of 30 and 60.
    And that people who spend the most time in natural sunlight tended to go to bed earlier. A strong effect of age on sleep was also detected. A wide range of sleep and wake-up times was found in young people but "that really narrows in old age," said Prof Forger.
    "It highlights that although our body clocks are programming us to do certain things, we can't as we're ruled by social circumstances.
    "We won't know the long-term consequences of this for many years."

    Adaptado de:<http://www.bbc.com/news/health-36226874> Acessado em 7 de maio de 2016.
    In the sentence: “The researchers say the findings could be used to deal with the "global sleep crisis". the modal verb could expresses:
    Escolha uma alternativa para a questão 3068a38a-d5
  • 3052A7A0-D5

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Read the text below and answer the following question based on it.

    Lack of autonomy and respect threatens 'doctorness,' physicians say.
    Doctors say that “doctorness”—the traditional way that physicians practice medicine—is threatened, a new study reported. These threats include the increasing complexity of the health care landscape, combined with today’s technology-enabled consumer, according to the “Truth About Doctors” study conducted by marketing services firm McCann.
    The study found that the pressures of today’s world have not only stolen time and autonomy from doctors, but have simultaneously demanded they do more on someone else’s agenda.
    “The autonomous, entrepreneurial role the doctor has played in the past has changed dramatically. In the last five years, doctors have gone from being the lynchpin in the health care system to a devalued cog in a larger wheel,” said co-author of the study Hilary Gentile.
    The research involved interviews with 450 doctors across the United States.
    Study co-author Laura Simpson added, “Modern-day doctors have become trapped in a paradoxical standard where they’re expected to forge a warm relationship with patients, yet operate with the cold precision of a machine. In our real-time, know-it-all culture, their authority and respect are eroding right under their feet.”
    In addition to the physician interviews, this research revealed that nearly one-third of Americans between the ages of 18 and 34 think they could be doctors with little or no training.
    “People think that because they can go on WebMD, they understand what we understand,” said one physician quoted in the report. “We have studied and seen so much, but people just don't value or respect that anymore.”
    “Of doctors who said that, on average, technology such as WebMD and wearable devices are bad for patients, the number one risk they cited of this technology is that patients misdiagnose themselves (74%),” Ms. Simpson said. “Fiftyseven percent also said that patients don’t take the doctor’s advice because they think they know better.”

    Disponível em: http://www.mdlinx.com/medical-student/article/395# Acessado em 5 de maio de 2016. 
    The research has revealed that
    Escolha uma alternativa para a questão 3052a7a0-d5
  • 30464645-D5

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Vinícius de Moraes (1913-1980) teve uma trajetória literária muito peculiar. Começou escrevendo uma poesia neossimbolista e religiosa, depois se voltou para a intimidade dos afetos e para o erotismo e, por fim, enveredou pela valorização do trabalho humano. Paralelo à sua produção poética, Vinícius compôs música e peças teatrais. Dentre as suas peças, qual foi adaptada para o cinema pelo cineasta Marcel Camus em 1959?
    Escolha uma alternativa para a questão 30464645-d5
  • 30309F0E-D5

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Acreditar num determinado tipo de cultura como único e definitivo e, sobretudo, impô-lo a outros grupos humanos, é a pretensão que leva às piores tiranias. Considerar outros agrupamentos sociais inferiores apenas porque não usam nossos dados culturais tem permitido os piores crimes, até genocídios. Nossa civilização, fundada na transmissão da experiência através de símbolos escritos, não é superior a inúmeras outras cuja cultura se transmite apenas de maneira oral. Convém não esquecer que quem inventou o alfabeto foi um analfabeto.

    (Millôr Fernandes. O livro vermelho dos pensamentos. São Paulo: Editora SENAC, 2000, p. 19.)

    Considerando o que se define como 'cultura', o Texto defende um ponto de vista, a partir do qual é correto admitir o seguinte:
    Escolha uma alternativa para a questão 30309f0e-d5
  • 3011DF96-D5

    Português

    Coesão e coerência
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO

    Mais ativos, mais espertos.
    O cérebro de quem pratica atividade física regularmente funciona melhor. Os atletas e os profissionais de educação física dizem isso há muito tempo. Pela primeira vez, porém, os cientistas conseguiram reunir um conjunto de evidências para sustentar a afirmação que antes parecia ser apenas um recurso para manter os leitores estimulados. Com ajuda de imagens de ressonância magnética, os pesquisadores conseguiram determinar o que acontece no cérebro de quem malha. Concluíram que fazer exercício uma hora por dia, pelo menos três vezes por semana, estimula a produção de neurônios e favorece a aprendizagem. Em outras palavras, quem se exercita fica mais esperto.
    Cientistas da Universidade de Colúmbia e do Instituto de Pesquisa Salk, nos Estados Unidos, submeteram um grupo de voluntários a essa rotina de malhação durante três meses. Concluíram que a prática dobrou o fluxo de sangue no cérebro e provocou o nascimento de novas células no hipocampo, a área relacionada com a memória e com a capacidade de aprendizagem.
    Para investigar esse fenômeno, os pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas decidiram analisar a cabeça dos judocas profissionais. O cérebro deles foi comparado com o de indivíduos sedentários pelo educador físico Wantuir Jacini, sob a orientação do neurologista Li Li Min. Imagens de ressonância magnética revelaram que os atletas possuíam maior quantidade de massa cinzenta em áreas ligadas ao desenvolvimento motor e à concentração.

    (Revista Época. 5/11/2007, p. 128).
    Analise os comentários que são feitos em relação aos ‘efeitos de sentido’ pretendidos pelo autor em algumas passagens do Texto.

    1) “Os atletas e os profissionais de educação física dizem isso há muito tempo” (a compreensão do que é dito nesse fragmento requer que se volte a partes anteriores do texto).
    2) “os cientistas conseguiram reunir um conjunto de evidências”, (ou seja, foram coligidas provas ou comprovações que ratificassem as hipóteses levantadas).
    3) “Em outras palavras, quem se exercita fica mais esperto.” (a expressão sublinhada introduz uma paráfrase: o mesmo dito sob outra forma).
    4) “os pesquisadores conseguiram determinar o que acontece no cérebro de quem malha” (quer dizer: conseguiram supor, presumir, conjecturar).

    Estão corretas:
    Escolha uma alternativa para a questão 3011df96-d5
  • 300DE4D8-D5

    Português

    Sintaxe
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO

    Mais ativos, mais espertos.
    O cérebro de quem pratica atividade física regularmente funciona melhor. Os atletas e os profissionais de educação física dizem isso há muito tempo. Pela primeira vez, porém, os cientistas conseguiram reunir um conjunto de evidências para sustentar a afirmação que antes parecia ser apenas um recurso para manter os leitores estimulados. Com ajuda de imagens de ressonância magnética, os pesquisadores conseguiram determinar o que acontece no cérebro de quem malha. Concluíram que fazer exercício uma hora por dia, pelo menos três vezes por semana, estimula a produção de neurônios e favorece a aprendizagem. Em outras palavras, quem se exercita fica mais esperto.
    Cientistas da Universidade de Colúmbia e do Instituto de Pesquisa Salk, nos Estados Unidos, submeteram um grupo de voluntários a essa rotina de malhação durante três meses. Concluíram que a prática dobrou o fluxo de sangue no cérebro e provocou o nascimento de novas células no hipocampo, a área relacionada com a memória e com a capacidade de aprendizagem.
    Para investigar esse fenômeno, os pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas decidiram analisar a cabeça dos judocas profissionais. O cérebro deles foi comparado com o de indivíduos sedentários pelo educador físico Wantuir Jacini, sob a orientação do neurologista Li Li Min. Imagens de ressonância magnética revelaram que os atletas possuíam maior quantidade de massa cinzenta em áreas ligadas ao desenvolvimento motor e à concentração.

    (Revista Época. 5/11/2007, p. 128).
    Analisando o título do Texto, a relação semântica que se poderia estabelecer entre os termos binários de sua composição seria como consta na alternativa:
    Escolha uma alternativa para a questão 300de4d8-d5
  • 30089050-D5

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO

    Mais ativos, mais espertos.
    O cérebro de quem pratica atividade física regularmente funciona melhor. Os atletas e os profissionais de educação física dizem isso há muito tempo. Pela primeira vez, porém, os cientistas conseguiram reunir um conjunto de evidências para sustentar a afirmação que antes parecia ser apenas um recurso para manter os leitores estimulados. Com ajuda de imagens de ressonância magnética, os pesquisadores conseguiram determinar o que acontece no cérebro de quem malha. Concluíram que fazer exercício uma hora por dia, pelo menos três vezes por semana, estimula a produção de neurônios e favorece a aprendizagem. Em outras palavras, quem se exercita fica mais esperto.
    Cientistas da Universidade de Colúmbia e do Instituto de Pesquisa Salk, nos Estados Unidos, submeteram um grupo de voluntários a essa rotina de malhação durante três meses. Concluíram que a prática dobrou o fluxo de sangue no cérebro e provocou o nascimento de novas células no hipocampo, a área relacionada com a memória e com a capacidade de aprendizagem.
    Para investigar esse fenômeno, os pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas decidiram analisar a cabeça dos judocas profissionais. O cérebro deles foi comparado com o de indivíduos sedentários pelo educador físico Wantuir Jacini, sob a orientação do neurologista Li Li Min. Imagens de ressonância magnética revelaram que os atletas possuíam maior quantidade de massa cinzenta em áreas ligadas ao desenvolvimento motor e à concentração.

    (Revista Época. 5/11/2007, p. 128).
    O Texto requer que o interpretemos como um exemplar do discurso:
    Escolha uma alternativa para a questão 30089050-d5
  • 21707015-D5

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Read the text below and answer the following question based on it.

    Treating the UK’s loneliness epidemic
    Over a million people in the UK aged over 65 now experience chronic loneliness. This figure will only rise as our population ages. And research shows that severe loneliness affects people across their life course, including children and young people.

    Chronic loneliness is as bad for our health as smoking 15 cigarettes a day and as damaging as obesity and physical inactivity. It is linked with depression, dementia and high blood pressure alongside a number of other conditions. Loneliness impacts on our struggling health and social care system, with evidence showing that those living with loneliness are far more likely to visit their local doctor or A&E. New research shows the health cost alone of loneliness is equivalent to some £12,000 per person over 15 years.

    National and local policymakers are now waking up. Health and wellbeing boards across England are making loneliness a priority and the Welsh and Scottish governments have recently announced commitments to develop national cross-governmental strategies to address loneliness and social isolation.

    We are calling on the UK government to follow suit and commit to the development of a UK-wide strategy for tackling loneliness and social isolation to help end this growing crisis. 

    Adaptado de: <https://www.theguardian.com/society/2016/oct/04/treating-ukloneliness-epidemic> Acessado em 4 de outubro de 2016.
    The UK authorities
    Escolha uma alternativa para a questão 21707015-d5
  • 216D9042-D5

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Read the text below and answer the following question based on it.

    Treating the UK’s loneliness epidemic
    Over a million people in the UK aged over 65 now experience chronic loneliness. This figure will only rise as our population ages. And research shows that severe loneliness affects people across their life course, including children and young people.

    Chronic loneliness is as bad for our health as smoking 15 cigarettes a day and as damaging as obesity and physical inactivity. It is linked with depression, dementia and high blood pressure alongside a number of other conditions. Loneliness impacts on our struggling health and social care system, with evidence showing that those living with loneliness are far more likely to visit their local doctor or A&E. New research shows the health cost alone of loneliness is equivalent to some £12,000 per person over 15 years.

    National and local policymakers are now waking up. Health and wellbeing boards across England are making loneliness a priority and the Welsh and Scottish governments have recently announced commitments to develop national cross-governmental strategies to address loneliness and social isolation.

    We are calling on the UK government to follow suit and commit to the development of a UK-wide strategy for tackling loneliness and social isolation to help end this growing crisis. 

    Adaptado de: <https://www.theguardian.com/society/2016/oct/04/treating-ukloneliness-epidemic> Acessado em 4 de outubro de 2016.
    Chronic loneliness
    Escolha uma alternativa para a questão 216d9042-d5
  • 2164E441-D5

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    São obras representativas da literatura produzida por autores nordestinos:
    Escolha uma alternativa para a questão 2164e441-d5
  • 2161977B-D5

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Não serei o poeta de um mundo caduco.
    Também não catarei o mundo futuro.
    Estou preso à vida e olho meus companheiros.
    Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.
    Entre eles, considero a enorme realidade.
    O presente é tão grande, não nos afastemos.
    Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.

    Não serei o cantor de uma mulher, de uma história,
    Não direi os suspiros ao anoitecer (...),
    não fugirei para as ilhas, nem serei raptado por serafins.
    O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes, a vida presente.

    (Carlos Drummond de Andrade)

    No fragmento do poema transcrito acima, podemos identificar algumas características do Modernismo brasileiro, tais como:
    Escolha uma alternativa para a questão 2161977b-d5
  • 215BF5A1-D5

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 3

    Imagem da questão de Português, Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário 2016, Interpretação de Textos

    (Caulos. Só dói quando eu respiro. L&PM, 1970, p. 27).
    José de Alencar, Gonçalves Dias e Castro Alves são conhecidas figuras de nosso Romantismo. Em suas obras, podemos constatar algumas das ‘marcas características’ do projeto literário romântico’, a saber:
    Escolha uma alternativa para a questão 215bf5a1-d5
  • 21584592-D5

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 3

    Imagem da questão de Português, Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário 2016, Interpretação de Textos

    (Caulos. Só dói quando eu respiro. L&PM, 1970, p. 27).
    Cada vez mais, as ideias são expressas por outras ‘linguagens’, que recorrem a outros significantes para além da palavra, propriamente. A ‘cena retratada’ acima, no global, quer trazer à reflexão:
    Escolha uma alternativa para a questão 21584592-d5
  • 21557D2A-D5

    Português

    Análise sintática
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 2

    A linguagem
    A linguagem é um dos principais instrumentos na formação do mundo cultural porque nos permite transcender a nossa experiência palpável.
    No momento em que damos nome a qualquer objeto da natureza, nós o individualizamos, o diferenciamos do resto que o cerca; ele passa a existir para a nossa consciência. Com esse simples ato de nomear, distanciamo-nos da inteligência concreta animal, limitada ao ‘aqui’ e ao ‘agora’, e entramos no mundo do simbólico. O nome é símbolo, é representação dos objetos que existem no mundo natural e das entidades abstratas, que só têm existência no mundo imaterial ou no mundo dos sentimentos (por exemplo, ações, estados ou qualidades, como saudade, tristeza, beleza, liberdade). O nome tem a capacidade de tornar presente para a nossa consciência o objeto que pode estar até mesmo longe de nós.
    O nome, ou a palavra, retém na nossa memória, enquanto ideia aquilo que já não está ao alcance de nossos sentidos: o cheiro do mar, o perfume do jasmim numa noite de verão, o toque da mão da pessoa amada, o som da voz do pai, o rosto de um amigo querido.
    O simples pronunciar de uma palavra representa, isto é, torna presente à nossa consciência o objeto a que ela se refere. Não precisamos mais da existência física das coisas para nos referirmos a elas: criamos, por meio da linguagem, um mundo (mais ou menos) estável de ideias que nos permite lembrar o que já foi e projetar o que será. Assim, é instaurada a temporalidade no existir humano. Pela linguagem, o ser humano deixa de reagir somente ao presente, ao imediato; passa a poder pensar o passado e o futuro e, com isso, a construir os seus projetos de vida.
    Por transcender a situação concreta, o fluir contínuo da vida, o mundo criado pela linguagem se apresenta mais estável e sofre mudanças mais lentas do que o mundo natural. Pelas palavras, podemos transmitir o conhecimento acumulado por uma pessoa ou sociedade. Podemos passar adiante esta construção da espécie humana que se chama cultura.

    (Maria Lúcia de A. Aranha; Maria Helena P. Martins. Filosofando. São Paulo: Editora Moderna, 2003, p.33. Adaptado). 
    Analise o trecho seguinte: “Por transcender a situação concreta, o fluir contínuo da vida, o mundo criado pela linguagem se apresenta mais estável e sofre mudanças mais lentas do que o mundo natural”. Considerando a relação do segmento destacado com o restante do trecho, percebemos que ele expressa um sentido de:
    Escolha uma alternativa para a questão 21557d2a-d5
  • 2152ABC3-D5

    Português

    Flexão verbal de número (singular, plural)
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 2

    A linguagem
    A linguagem é um dos principais instrumentos na formação do mundo cultural porque nos permite transcender a nossa experiência palpável.
    No momento em que damos nome a qualquer objeto da natureza, nós o individualizamos, o diferenciamos do resto que o cerca; ele passa a existir para a nossa consciência. Com esse simples ato de nomear, distanciamo-nos da inteligência concreta animal, limitada ao ‘aqui’ e ao ‘agora’, e entramos no mundo do simbólico. O nome é símbolo, é representação dos objetos que existem no mundo natural e das entidades abstratas, que só têm existência no mundo imaterial ou no mundo dos sentimentos (por exemplo, ações, estados ou qualidades, como saudade, tristeza, beleza, liberdade). O nome tem a capacidade de tornar presente para a nossa consciência o objeto que pode estar até mesmo longe de nós.
    O nome, ou a palavra, retém na nossa memória, enquanto ideia aquilo que já não está ao alcance de nossos sentidos: o cheiro do mar, o perfume do jasmim numa noite de verão, o toque da mão da pessoa amada, o som da voz do pai, o rosto de um amigo querido.
    O simples pronunciar de uma palavra representa, isto é, torna presente à nossa consciência o objeto a que ela se refere. Não precisamos mais da existência física das coisas para nos referirmos a elas: criamos, por meio da linguagem, um mundo (mais ou menos) estável de ideias que nos permite lembrar o que já foi e projetar o que será. Assim, é instaurada a temporalidade no existir humano. Pela linguagem, o ser humano deixa de reagir somente ao presente, ao imediato; passa a poder pensar o passado e o futuro e, com isso, a construir os seus projetos de vida.
    Por transcender a situação concreta, o fluir contínuo da vida, o mundo criado pela linguagem se apresenta mais estável e sofre mudanças mais lentas do que o mundo natural. Pelas palavras, podemos transmitir o conhecimento acumulado por uma pessoa ou sociedade. Podemos passar adiante esta construção da espécie humana que se chama cultura.

    (Maria Lúcia de A. Aranha; Maria Helena P. Martins. Filosofando. São Paulo: Editora Moderna, 2003, p.33. Adaptado). 
    No trecho a seguir, o autor optou por usar um discurso na primeira pessoal do plural. “No momento em que damos nome a qualquer objeto da natureza, nós o individualizamos, o diferenciamos do resto que o cerca; ele passa a existir para a nossa consciência.” Com essa opção, o autor pretendeu:
    Escolha uma alternativa para a questão 2152abc3-d5
  • 214FD3F1-D5

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 2

    A linguagem
    A linguagem é um dos principais instrumentos na formação do mundo cultural porque nos permite transcender a nossa experiência palpável.
    No momento em que damos nome a qualquer objeto da natureza, nós o individualizamos, o diferenciamos do resto que o cerca; ele passa a existir para a nossa consciência. Com esse simples ato de nomear, distanciamo-nos da inteligência concreta animal, limitada ao ‘aqui’ e ao ‘agora’, e entramos no mundo do simbólico. O nome é símbolo, é representação dos objetos que existem no mundo natural e das entidades abstratas, que só têm existência no mundo imaterial ou no mundo dos sentimentos (por exemplo, ações, estados ou qualidades, como saudade, tristeza, beleza, liberdade). O nome tem a capacidade de tornar presente para a nossa consciência o objeto que pode estar até mesmo longe de nós.
    O nome, ou a palavra, retém na nossa memória, enquanto ideia aquilo que já não está ao alcance de nossos sentidos: o cheiro do mar, o perfume do jasmim numa noite de verão, o toque da mão da pessoa amada, o som da voz do pai, o rosto de um amigo querido.
    O simples pronunciar de uma palavra representa, isto é, torna presente à nossa consciência o objeto a que ela se refere. Não precisamos mais da existência física das coisas para nos referirmos a elas: criamos, por meio da linguagem, um mundo (mais ou menos) estável de ideias que nos permite lembrar o que já foi e projetar o que será. Assim, é instaurada a temporalidade no existir humano. Pela linguagem, o ser humano deixa de reagir somente ao presente, ao imediato; passa a poder pensar o passado e o futuro e, com isso, a construir os seus projetos de vida.
    Por transcender a situação concreta, o fluir contínuo da vida, o mundo criado pela linguagem se apresenta mais estável e sofre mudanças mais lentas do que o mundo natural. Pelas palavras, podemos transmitir o conhecimento acumulado por uma pessoa ou sociedade. Podemos passar adiante esta construção da espécie humana que se chama cultura.

    (Maria Lúcia de A. Aranha; Maria Helena P. Martins. Filosofando. São Paulo: Editora Moderna, 2003, p.33. Adaptado). 
    Considerando o núcleo da temática desenvolvida no Texto 2, podem ser consideradas ‘expressões chaves’ desse texto as seguintes:
    Escolha uma alternativa para a questão 214fd3f1-d5
  • 2148C722-D5

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 2

    A linguagem
    A linguagem é um dos principais instrumentos na formação do mundo cultural porque nos permite transcender a nossa experiência palpável.
    No momento em que damos nome a qualquer objeto da natureza, nós o individualizamos, o diferenciamos do resto que o cerca; ele passa a existir para a nossa consciência. Com esse simples ato de nomear, distanciamo-nos da inteligência concreta animal, limitada ao ‘aqui’ e ao ‘agora’, e entramos no mundo do simbólico. O nome é símbolo, é representação dos objetos que existem no mundo natural e das entidades abstratas, que só têm existência no mundo imaterial ou no mundo dos sentimentos (por exemplo, ações, estados ou qualidades, como saudade, tristeza, beleza, liberdade). O nome tem a capacidade de tornar presente para a nossa consciência o objeto que pode estar até mesmo longe de nós.
    O nome, ou a palavra, retém na nossa memória, enquanto ideia aquilo que já não está ao alcance de nossos sentidos: o cheiro do mar, o perfume do jasmim numa noite de verão, o toque da mão da pessoa amada, o som da voz do pai, o rosto de um amigo querido.
    O simples pronunciar de uma palavra representa, isto é, torna presente à nossa consciência o objeto a que ela se refere. Não precisamos mais da existência física das coisas para nos referirmos a elas: criamos, por meio da linguagem, um mundo (mais ou menos) estável de ideias que nos permite lembrar o que já foi e projetar o que será. Assim, é instaurada a temporalidade no existir humano. Pela linguagem, o ser humano deixa de reagir somente ao presente, ao imediato; passa a poder pensar o passado e o futuro e, com isso, a construir os seus projetos de vida.
    Por transcender a situação concreta, o fluir contínuo da vida, o mundo criado pela linguagem se apresenta mais estável e sofre mudanças mais lentas do que o mundo natural. Pelas palavras, podemos transmitir o conhecimento acumulado por uma pessoa ou sociedade. Podemos passar adiante esta construção da espécie humana que se chama cultura.

    (Maria Lúcia de A. Aranha; Maria Helena P. Martins. Filosofando. São Paulo: Editora Moderna, 2003, p.33. Adaptado). 
    A reflexão que é proposta no Texto 2:
    Escolha uma alternativa para a questão 2148c722-d5