Questões do ENEM: Linguagens e nível médio

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8.516 questões encontradas. Mostrando a página 296 de 426.

  • CFD24ED3-ED

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão:


    Muitas regras, poucos direitos

    Há um princípio político que nos leva a acreditar que as lutas políticas caminham necessariamente para a institucionalização de direitos adquiridos. Assim, lutamos para ter direitos reconhecidos pelo ordenamento jurídico. Como resultado desse princípio, cada vez mais a vida social fica institucionalizada e regulada por cláusulas que visam dar voz ao direito dos grupos, até então, profundamente vulneráveis.
    Esse princípio funcionou para a ampliação de direitos em relação às minorias étnicas, religiosas e sexuais. Ou seja, nestes casos, eram demandas direcionadas ao Estado como ator capaz de garantir a universalização real das condições de liberdade exigidas por seus cidadãos. É inegável que tal processo foi e ainda é importante, mas ele poderia ser radicalizado. No entanto, tal radicalização não passa por um aprofundamento dos mecanismos de institucionalização. Ela passa, ao contrário, por uma profunda desinstitucionalização.
    Quando alguém levanta tal ideia, alguns acabam por ver nela uma forma insidiosa de liberalismo. Ou seja, tudo se passa como se estivéssemos diante de uma aplicação do velho mantra: quanto menos Estado melhor. Nesse sentido, desinstitucionalizar significaria deixar a sociedade livre para criar formas de vida, fechando os olhos para experiências de opressão e de vulnerabilidade. Dessa forma, liberais radicais defendem, por exemplo, o direito de uma mulher alugar seu útero, procedimento conhecido como “barriga de aluguel”. Eles afirmam que o Estado não deveria intervir no conteúdo do que sujeitos decidem colocar em relações de contrato, especialmente se ele passa pelo corpo próprio.
    Um contraargumento lembraria que a experiência concreta de alugar o útero é feita, normalmente, por mulheres em extrema pobreza e que praticamente ninguém passa por tal experiência se não estiver em grande vulnerabilidade econômica. Desinstitucionalizar tal “possibilidade de escolha” seria permitir e legitimar a pior de todas as espoliações econômicas.
    O argumento é válido. Por isso, poderíamos pensar uma versão de políticas de desinstitucionalização distinta de sua versão liberal. Ela passa pelo retraimento das legislações sobre costumes, família e autodeterminação, e pelo fortalecimento da sensibilidade jurídica contra processos de espoliação. Em outras ocasiões, sugeri dois exemplos. Um ligado à desinstitucionalização do casamento.
    Processo no interior do qual o Estado deixa de legislar sobre a forma do matrimônio, guardando-se para legislar única e exclusivamente sobre as relações econômicas entre casais ou outras formas de “agrupamentos afetivos”. Esta seria uma maneira de radicalizar o princípio de abertura do casamento a modelos não ligados à família heterossexual burguesa. Em vez de ampliar a lei para casos que ela não contemplava (como os homossexuais), deveríamos simplesmente eliminar a lei, conservando apenas os dispositivos ligados a problemas econômicos (pensão, obrigações financeiras) e guarda de filhos.
    Outro exemplo concerne às legislações sobre porte de signos religiosos, como burcas e véus. Em vez de entrar no guarda-roupa de seus cidadãos e decidir o que eles não devem vestir, o Estado deveria simplesmente garantir a liberdade de ninguém, a partir de certa idade, portar o que não quer (o que leva em conta até mesmo uniformes escolares impostos a adolescentes). Ou seja, no lugar de institucionalizar hábitos, como as vestimentas, por meio do discurso de que há roupas mais opressivas que outras, o Estado simplesmente sai, por exemplo, das discussões surreais sobre o significado de uma burca e contenta-se em garantir um quadro formal de liberdade.
    Esses processos de desinstitucionalização permitem às sociedades caminharem paulatinamente para um estado de indiferença em relação a questões culturais e de costumes. Pois questões culturais sempre serão espaços de afirmação da multiplicidade de identidades. Mas a política deve, no horizonte, se descolar dessa afirmação. Por mais que isso possa parecer contraintuitivo, a verdadeira política está sempre para além da afirmação das identidades. O que pode soar estranho para alguns, mas parece-me uma proposição necessária. (Vladimir Safatle, Carta Capital n. 768, ano XIX, 2/10/2013, p. 39).  
    Assinale a opção que apresenta corretamente o significado da palavra “insidiosa”, conforme ela é empregada na frase: “Quando alguém levanta tal ideia, alguns acabam por ver nela uma forma insidiosa de liberalismo.”:
    Escolha uma alternativa para a questão cfd24ed3-ed
  • CFC4A157-ED

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    A imagem a seguir, de autoria do pintor italiano Raphael, integra o período denominado de Alto Renascimento e possibilita identificar características estéticas desse período artístico, como
    Fonte: https://images.nga.gov/en/set/show_content_page.html?category=16&set=11 Acessado em 14-09-2013

    Imagem da questão de Português, Faculdade Cásper Líbero 2013, Interpretação de Textos


    Escolha uma alternativa para a questão cfc4a157-ed
  • CFC07C8A-ED

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    “Há 30 anos, surgia o tabloide que iria influenciar o imaginário político-cultural das décadas de 1970 e 1980 — O Pasquim. Chegou às bancas em 26 de junho de 1969. A frase que constava do cabeçalho equivalia a uma declaração de princípios: ‘Aos amigos, tudo; aos inimigos, a Justiça.’ O Pasquim impôs-se pela imaginação incontrolável e pela quebra de formalidades. Com alvos claros: a ditadura, a classe média moralista, a grande imprensa, os coniventes de plantão“.
    Fonte: MORAES, Denis. Humor de combate. Henfil e os 30 anos do Pasquim. Adaptado.
    http://www.uff.br/ciberlegenda/ojs/index.php/revista/ article/view/244/136 Acessado em 25-09-2013


    A publicação de O Pasquim foi um marco editorial brasileiro, em uma época de progressiva redução da liberdade de expressão. Sobre o impacto provocado por sua publicação, conclui-se que O Pasquim
    Escolha uma alternativa para a questão cfc07c8a-ed
  • CFBD6261-ED

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    “O Brasil Império foi marcado por forte influência europeia, em boa parte causada pela vinda de ingleses, franceses e alemães. A publicidade produzida na época refletia, sobretudo, a presença francesa. Eram comuns os anúncios – e até mesmo jornais inteiros, como a Gazeta Francesa e o Le Messager – escritos em francês. Por outro lado, os anúncios do início do século XIX refletiam, de certo modo, a busca de sofisticação e requinte, inspirando-se em países como a França. No entanto, eram bem ‘pouco sofisticadas’ as mensagens veiculadas pelos anúncios de venda e compra de negros (...)”
    Fonte: Sequência Didática Anúncio Publicitário, de autoria de Artigo de Opinião. PEIXOTO BARBOSA, Jacqueline e outros. Material didático para o Projeto Ensino Médio em Rede – SEE/SP. Adaptado.


    O texto (a respeito da propaganda no Brasil do século XIX) permite compreender que a sociedade da época
    Escolha uma alternativa para a questão cfbd6261-ed
  • CFB8DA5E-ED

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    “A recusa de grandes empresas globais do setor de petróleo e gás de participar do primeiro leilão do pré-sal segue uma lógica de mercado, na qual o modelo oferecido pelo governo brasileiro atende mais aos interesses de grandes petroleiras estatais. Pelo modelo de partilha adotado no País, todo campo do pré-sal deve ter a Petrobras como operadora. Além disso, a estatal fica com 30% de cada consórcio explorador.”
    Fonte: NEDER, Vinicius. Estadão. Publicado em 19-09-2013. http://br.noticias.yahoo.com/partilha-tupiniquim-afasta-grandes-pr%C3%A9-sal-diz-pires-190400492--finance.html Acessado 21-09-2013


    O modelo adotado pelo governo brasileiro para a exploração do pré-sal
    Escolha uma alternativa para a questão cfb8da5e-ed
  • CFB3D97F-ED

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Mia Couto, escritor moçambicano, em entrevista ao Jornal Folha de SPaulo declarou: “O Brasil tem uma ideia muito mistificada da África. A gente imagina que, por ser negro, um brasileiro teria mais intimidade com a África, mas isso é uma bobagem. Essa visão reducionista e simplificada também é uma coisa que os próprios africanos adotaram. Muitos deles traduziram uma África que os próprios europeus criaram. Não houve a África do bom selvagem, em que todos viviam em harmonia até a chegada dos colonizadores. Houve uma mão de dentro até na escravatura, cumplicidades entre africanos e europeus”.
    Fonte: Folha Ilustrada. Publicado em 27-08-2013. Acessado em 21-09-2013


    Segundo as ideias de Mia Couto,
    Escolha uma alternativa para a questão cfb3d97f-ed
  • CFADC49E-ED

    Português

    Coesão e coerência
    Faculdade Cásper Líbero · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    De um lado, ocorre que, hoje, cada vez mais intensamente, cresce o número de pessoas que, embora procurando trabalhar, não conseguem colocação e não contam com qualquer outra forma de sobrevivência. Assim, ainda que, objetivamente, haja condições para que disponham de mais tempo livre e possam preenchê-lo de forma mais independente, aumenta o número daqueles que, ao invés de tempo livre, vivem um tempo sem ocupação, sentem-se pressionados pela condição de nãotrabalho e, portanto, impedidos de crescerem enquanto indivíduos.”
    Fonte: Oliva-Augusto, Maria Helena. Tempo, indivíduo e vida social. Cienc. Cult. Out/dez 2002, vol 54, nº2, p.30-33.


    As ideias do texto se mostram coerentes com a
    Escolha uma alternativa para a questão cfadc49e-ed
  • CF9B5515-ED

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    A Política da Boa Vizinhança foi uma estratégia norte-americana desenvolvida entre as duas grandes guerras mundiais. Essa política tinha por objetivo ampliar a influência dos EUA na América Latina, por meio de estratégias de imperialismo cultural. Considerando esse contexto e a análise da charge concluiu-se que


    Imagem da questão de Português, Faculdade Cásper Líbero 2013, Interpretação de Textos
    Fonte: http://www.cartoonmovement.com/ cartoon/351?fq=theme.culture_n_identity Acessado em 14-09-2013
    Escolha uma alternativa para a questão cf9b5515-ed
  • CF75A72D-ED

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Cásper Líbero · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre as características do Romantismo, escola literária à qual pertence o romance Til, de José de Alencar, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão cf75a72d-ed
  • CF6A337A-ED

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Cásper Líbero · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a opção que apresenta uma informação incoerente com os fatos narrados em Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis:
    Escolha uma alternativa para a questão cf6a337a-ed
  • 257702E1-E9

    Português

    Interpretação de Textos
    UFTM · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
        Claudius tirou do bolso um papel amarelado e amarrotado: atirou-o na mesa. Johann leu:


    Não me odeies, mulher, se no passado
    Nódoa sombria desbotou-me a vida:
    No vício ardente requeimando os lábios
    E de tudo descri com fronte erguida.


    A máscara de Don Juan queimou-me o rosto
    Na fria palidez do libertino:
    Desbotou-me esse olhar – e os lábios frios
    Ousam de maldizer do meu destino.
    Sim! longas noites no fervor do jogo
    Esperdicei febril e macilento:
    E votei o porvir ao Deus do acaso
    E o amor profaneino esquecimento!


    Murchei no escárnio as coroas do poeta
    Na ironia da glória e dos amores:
    Aos vapores do vinho, à noite insano
    Debrucei-me do jogo nos fervores!


    A flor da mocidade profanei-a
    Entre as águas lodosas do passado
    No crânio a febre, a palidez nas faces
    Só cria no sepulcro sossegado!


    (Álvares de Azevedo. Noite na Taverna, 2001.)
    Os versos – Aos vapores do vinho, à noite insano / Debrucei-me do jogo nos fervores! – redigidos em ordem direta, assumem a seguinte estrutura:
    Escolha uma alternativa para a questão 257702e1-e9
  • 25709C46-E9

    Português

    Interpretação de Textos
    UFTM · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
        Claudius tirou do bolso um papel amarelado e amarrotado: atirou-o na mesa. Johann leu:


    Não me odeies, mulher, se no passado
    Nódoa sombria desbotou-me a vida:
    No vício ardente requeimando os lábios
    E de tudo descri com fronte erguida.


    A máscara de Don Juan queimou-me o rosto
    Na fria palidez do libertino:
    Desbotou-me esse olhar – e os lábios frios
    Ousam de maldizer do meu destino.
    Sim! longas noites no fervor do jogo
    Esperdicei febril e macilento:
    E votei o porvir ao Deus do acaso
    E o amor profaneino esquecimento!


    Murchei no escárnio as coroas do poeta
    Na ironia da glória e dos amores:
    Aos vapores do vinho, à noite insano
    Debrucei-me do jogo nos fervores!


    A flor da mocidade profanei-a
    Entre as águas lodosas do passado
    No crânio a febre, a palidez nas faces
    Só cria no sepulcro sossegado!


    (Álvares de Azevedo. Noite na Taverna, 2001.)
    Os versos lidos pela personagem Johann tematizam
    Escolha uma alternativa para a questão 25709c46-e9
  • 256D871B-E9

    Português

    Interpretação de Textos
    UFTM · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Ensinar direito
    Sem contar com uma proposta acabada sobre o tema, o Ministério da Educação (MEC) pôs em circulação nas últimas semanas algumas ideias para melhorar a qualidade das faculdades de direito no Brasil.
    O MEC divulgara, em fevereiro, que estudava alterar as regras para abertura de cursos jurídicos, limitando a expansão de vagas e direcionando novas instituições para regiões carentes de advogados – tal como pretende fazer com faculdades de medicina.

    (Folha de S.Paulo, 18.03.2013. Adaptado.)


    Em relação aos dois parágrafos transcritos, o título do texto contém informação
    Escolha uma alternativa para a questão 256d871b-e9
  • 2560D98C-E9

    Português

    Interpretação de Textos
    UFTM · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
        Em nossos dias, o neo-indianismo dos modernos de 1922 (precedido por meio século de etnografia sistemática) iria acentuar aspectos autênticos da vida do índio, encarando-o, não como gentil-homem embrionário, mas como primitivo, cujo interesse residia precisamente no que trouxesse de diferente, contraditório em relação à nossa cultura europeia. O indianismo dos românticos, porém, preocupou-se sobremaneira em equipará-lo qualitativamente ao conquistador, realçando ou inventando aspectos do seu comportamento que pudessem fazê-lo ombrear com este – no cavalheirismo, na generosidade, na poesia.
        A altivez, o culto da vindita, a destreza bélica, a generosidade, encontravam alguma ressonância nos costumes aborígines, como os descreveram cronistas nem sempre capazes de observar fora dos padrões europeus e, sobretudo, como os quiseram deliberadamente ver escritores animados do desejo patriótico de chancelar a independência política do país com o brilho de uma grandeza heroica especificamente brasileira.

    (Antonio Candido. Formação da literatura brasileira, 2000. Adaptado.)
    De acordo com a argumentação de Antonio Candido e ainda mobilizando outros conhecimentos sobre a literatura brasileira, é correto afirmar que o indianismo romântico funcionou como expressão
    Escolha uma alternativa para a questão 2560d98c-e9
  • 255D9A6F-E9

    Português

    Interpretação de Textos
    UFTM · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
        Em nossos dias, o neo-indianismo dos modernos de 1922 (precedido por meio século de etnografia sistemática) iria acentuar aspectos autênticos da vida do índio, encarando-o, não como gentil-homem embrionário, mas como primitivo, cujo interesse residia precisamente no que trouxesse de diferente, contraditório em relação à nossa cultura europeia. O indianismo dos românticos, porém, preocupou-se sobremaneira em equipará-lo qualitativamente ao conquistador, realçando ou inventando aspectos do seu comportamento que pudessem fazê-lo ombrear com este – no cavalheirismo, na generosidade, na poesia.
        A altivez, o culto da vindita, a destreza bélica, a generosidade, encontravam alguma ressonância nos costumes aborígines, como os descreveram cronistas nem sempre capazes de observar fora dos padrões europeus e, sobretudo, como os quiseram deliberadamente ver escritores animados do desejo patriótico de chancelar a independência política do país com o brilho de uma grandeza heroica especificamente brasileira.

    (Antonio Candido. Formação da literatura brasileira, 2000. Adaptado.)
    Em sua análise, o crítico Antonio Candido argumenta que
    Escolha uma alternativa para a questão 255d9a6f-e9
  • 255A744D-E9

    Português

    Interpretação de Textos
    UFTM · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UFTM 2013, Interpretação de Textos

    (Gazeta do Povo, 06.11.2012.)



    Na charge, para efeito de humor, faz-se um jogo de palavras

    Escolha uma alternativa para a questão 255a744d-e9
  • 254451F0-E9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFTM · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Up Close With Sebastião Salgado, Brazil’s Legendary Photographer-Activist

    By Fernanda Ezabella (Folha de S.Paulo/Worldcrunch)

    Imagem da questão de Inglês, UFTM 2013, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (Alto Xingu Indians in Central Brazil.
    Sebastião Salgado/Amazonas Images)


        Sebastião Salgado’s blue eyes have seen a bit of everything in this world – and this might not even be an exaggeration. For the past eight years in particular, the 69-year-old Brazilian photographer has travelled to more than 30 isolated regions of the world, collecting images of dozens of remote tribes, endangered animals and unusual landscapes.
        The Genesis project is a singular photographic journey that began in 2004 and ended in 2012, at a cost of one million Euros a year. The result will be shown in magazines, books, a documentary by Wim Wenders and a series of exhibitions around the world, each displaying some 250 black-and-white photos.
        The first exhibition will open in London on April 11, with former Brazilian President Lula – Salgado’s long-time friend – as special guest. “We want to create a little movement around these photos to provoke a debate on what we need to preserve,” he says. Salgado defends environmental causes through his organization, Instituto Terra. Even after travelling to so many exotic places, Salgado, now living in Paris, still takes vacations in Brazil. Here are excerpts from a conversation Salgado had with Folha, with new details about his travels, photographic techniques and new environmental projects.


    •  Coldest trip
    I visited the Nenets, in the Yamal peninsula, in northern Siberia, Russia. They are a nomadic tribe who raise reindeer in extreme Arctic conditions. When I went there it was spring and weather ranged between -35ºC and -45ºC. I didn’t wash myself for 45 days. They don’t take baths because there is no water. The only way to get water is to break off a piece of ice and warm it in a pot.

    •  Frozen equipment
    I used a Canon, an EOS1 Mark III, a very powerful machine. The problem was the batteries. In the Siberian temperatures, they quickly lost power. On average, I take 2,500 shots per battery, but this time I could only take 300-400 photos before the battery stopped working. I would put it inside my clothes, my assistant would give me another one, I would take 300 more pictures and, when that battery ran out energy, I would take out the other one and it would work again.

    •  Going digital for the first time
    I started Genesis with film and changed to digital. The airport X-Ray scanners degrade the quality of film, and so I decided to change to digital and was quite surprised. Quality was better than the one I had with negatives in medium format. I turned off the screen on the back of the camera, and used my camera as I have always done. When I came back to Paris, I printed contact sheets and edited the photos using a magnifying glass, because I don’t know how to do it in the computer.

    •  Stone Ages
    I met tribes that are still living in the Stone Ages, with working tools such as stone hammers. There were clans of about 10 people living in treetops. They had already seen white people before. They looked towards the direction I had come from and the chief asked me whether I was part of the white people clan that usually came from that direction. Because, for them, the world is all made of clans.

    •  Brazilian arrows
    I met the Zo’e tribe, in Brazil, who were first discovered 15 years ago and live in a state of total purity. You see the guy working with an arrow. He warms it, put some weight on it, a straight feather if he wants a quicker arrow, a rounder one to have it slower. It is the same science as for rockets. And he’s got the same problem as in Cape Canaveral, to recover his rockets. If his ballistic calculations are wrong, he loses his arrow. He takes only 10 arrows with him when he goes hunting, no more than that.

    •  Activist or photographer?
    Photography is my life. When I am taking photos, I am in a deep trance. When I have my camera and am travelling with the Nenets, it’s my life, morning to night. I have taken incredible photos, but my life is also the environment and Instituto Terra.

    (www.worldcrunch.com. Adaptado.)
    The Yamal peninsula
    Escolha uma alternativa para a questão 254451f0-e9
  • 25413AE2-E9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFTM · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Up Close With Sebastião Salgado, Brazil’s Legendary Photographer-Activist

    By Fernanda Ezabella (Folha de S.Paulo/Worldcrunch)

    Imagem da questão de Inglês, UFTM 2013, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (Alto Xingu Indians in Central Brazil.
    Sebastião Salgado/Amazonas Images)


        Sebastião Salgado’s blue eyes have seen a bit of everything in this world – and this might not even be an exaggeration. For the past eight years in particular, the 69-year-old Brazilian photographer has travelled to more than 30 isolated regions of the world, collecting images of dozens of remote tribes, endangered animals and unusual landscapes.
        The Genesis project is a singular photographic journey that began in 2004 and ended in 2012, at a cost of one million Euros a year. The result will be shown in magazines, books, a documentary by Wim Wenders and a series of exhibitions around the world, each displaying some 250 black-and-white photos.
        The first exhibition will open in London on April 11, with former Brazilian President Lula – Salgado’s long-time friend – as special guest. “We want to create a little movement around these photos to provoke a debate on what we need to preserve,” he says. Salgado defends environmental causes through his organization, Instituto Terra. Even after travelling to so many exotic places, Salgado, now living in Paris, still takes vacations in Brazil. Here are excerpts from a conversation Salgado had with Folha, with new details about his travels, photographic techniques and new environmental projects.


    •  Coldest trip
    I visited the Nenets, in the Yamal peninsula, in northern Siberia, Russia. They are a nomadic tribe who raise reindeer in extreme Arctic conditions. When I went there it was spring and weather ranged between -35ºC and -45ºC. I didn’t wash myself for 45 days. They don’t take baths because there is no water. The only way to get water is to break off a piece of ice and warm it in a pot.

    •  Frozen equipment
    I used a Canon, an EOS1 Mark III, a very powerful machine. The problem was the batteries. In the Siberian temperatures, they quickly lost power. On average, I take 2,500 shots per battery, but this time I could only take 300-400 photos before the battery stopped working. I would put it inside my clothes, my assistant would give me another one, I would take 300 more pictures and, when that battery ran out energy, I would take out the other one and it would work again.

    •  Going digital for the first time
    I started Genesis with film and changed to digital. The airport X-Ray scanners degrade the quality of film, and so I decided to change to digital and was quite surprised. Quality was better than the one I had with negatives in medium format. I turned off the screen on the back of the camera, and used my camera as I have always done. When I came back to Paris, I printed contact sheets and edited the photos using a magnifying glass, because I don’t know how to do it in the computer.

    •  Stone Ages
    I met tribes that are still living in the Stone Ages, with working tools such as stone hammers. There were clans of about 10 people living in treetops. They had already seen white people before. They looked towards the direction I had come from and the chief asked me whether I was part of the white people clan that usually came from that direction. Because, for them, the world is all made of clans.

    •  Brazilian arrows
    I met the Zo’e tribe, in Brazil, who were first discovered 15 years ago and live in a state of total purity. You see the guy working with an arrow. He warms it, put some weight on it, a straight feather if he wants a quicker arrow, a rounder one to have it slower. It is the same science as for rockets. And he’s got the same problem as in Cape Canaveral, to recover his rockets. If his ballistic calculations are wrong, he loses his arrow. He takes only 10 arrows with him when he goes hunting, no more than that.

    •  Activist or photographer?
    Photography is my life. When I am taking photos, I am in a deep trance. When I have my camera and am travelling with the Nenets, it’s my life, morning to night. I have taken incredible photos, but my life is also the environment and Instituto Terra.

    (www.worldcrunch.com. Adaptado.)
    One of the problems Salgado had when photographing Genesis was
    Escolha uma alternativa para a questão 25413ae2-e9
  • 30B58A06-E2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Católica de Pelotas · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto e responda as perguntas


    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, Universidade Católica de Pelotas 2013, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, Universidade Católica de Pelotas 2013, Interpretação de texto | Reading comprehension

    O texto indica que, ao fazer o upload de centenas de fotos de férias, o Google Plus
    Escolha uma alternativa para a questão 30b58a06-e2
  • 30AE6C62-E2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Católica de Pelotas · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto e responda as perguntas


    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, Universidade Católica de Pelotas 2013, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, Universidade Católica de Pelotas 2013, Interpretação de texto | Reading comprehension

    O título do texto “Google’s Social Network Gets Smarter” transmite a ideia de a rede social do Google estar tornando-se
    Escolha uma alternativa para a questão 30ae6c62-e2