Questões do ENEM: Linguagens e nível difícil

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4.735 questões encontradas. Mostrando a página 12 de 237.

  • D247DD51-8C

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNICAMP · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos
    “There Will Come Soft Rains” (Sara Teasdale)

    There will come soft rains and the smell of the ground,
    And swallows circling with their shimmering sound;
    And frogs in the pools singing at night,
    And wild plum trees in tremulous white;
    Robins will wear their feathery fire,
    Whistling their whims on a low fence-wire;
    And not one will know of the war, not one
    Will care at last when it is done.
    Not one would mind, neither bird nor tree,
    If mankind perished utterly;
    And Spring herself, when she woke at dawn
    Would scarcely know that we were gone.

    (Disponível em https://poets.org/poem/there-will-come-soft-rains. Acessado em 24/08/2020.)

    O poema destaca
    Escolha uma alternativa para a questão d247dd51-8c
  • D23CAF9D-8C

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNICAMP · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A curious item was found among Beethoven’s effects, locked away in a drawer, at the time of his death: three letters, written but apparently never sent (they may have been sent but returned to him), to the “Immortal Beloved.” The content, which varies from high-flown poetic sentiments to banal complaints about his health and discomfort, makes it clear that this is no literary exercise but was intended for a real person. The month and day of the week are given, but not the year. The periods 1801–02, 1806–07, and 1811–12 have been proposed, but the last is the most probable. The most cogent arguments regarding the identity of the person addressed, those by Maynard Solomon, point to Antonie Brentano, a native Viennese, who was the wife of a Frankfurt merchant and sister-in-law to Beethoven familiar Bettina Brentano.

    (Adaptado de https://www.britannica.com/biography/Ludwig-van-Beethoven. Acessado em 29/07/20.)

    A partir do conteúdo do texto, pode-se afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão d23caf9d-8c
  • D239AFAC-8C

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNICAMP · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Os tweets abaixo remetem ao contexto do trabalho domiciliar durante o período de isolamento social.

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2021

    (Disponível em https://twitter.com/ajdewerd/status/1237495536036581379. Acessado em 30/07/2020.)

    A resposta de Andrea ao tweet de Julieanne
    Escolha uma alternativa para a questão d239afac-8c
  • D22E9508-8C

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto 1

    “Algumas vozes nacionais estão tentando atualmente encaminhar a discussão em torno da identidade ‘mestiça’, capaz de reunir todos os brasileiros (brancos, negros e mestiços). Vejo nesta proposta uma nova sutileza ideológica para recuperar a ideia da unidade nacional não alcançada pelo fracassado branqueamento físico. Essa proposta de uma nova identidade mestiça, única, vai na contramão dos movimentos negros e de outras chamadas minorias, que lutam pela construção de uma sociedade plural e de identidades múltiplas.”

    (Kabengele Munanga, Rediscutindo a mestiçagem no Brasil: Identidade Nacional versus Identidade Negra. Petrópolis: Vozes, 1999, p. 16.)


    Texto 2

    “Os meus olhos coloridos/ Me fazem refletir/ Eu estou sempre na minha/ E não posso mais fugir/ Meu cabelo enrolado/ Todos querem imitar/ Eles estão baratinados/ Também querem enrolar/ Você ri da minha roupa/ Você ri do meu cabelo/ Você ri da minha pele/ Você ri do meu sorriso/ A verdade é que você,/ (Todo brasileiro tem!)/ Tem sangue crioulo/ Tem cabelo duro/ Sarará crioulo.”

    (Macau, “Olhos Coloridos”, 1981, gravada por Sandra de Sá. Álbum: “Sandra de Sá”. RCA.)


    Considerando o alerta de Munanga em relação a algumas “vozes nacionais”, a canção de Macau

    Escolha uma alternativa para a questão d22e9508-8c
  • D227F2BC-8C

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos

    A Amazônia em chamas, a censura voltando, a economia estagnada, e a pessoa quer falar de quê? Dos cafonas. Do império da cafonice que nos domina. O cafona fala alto e se orgulha de ser grosseiro e sem compostura. Acha que pode tudo. Não há ética que caiba a ele. Enganar é ok. Agredir é ok. Gentileza, educação, delicadeza, para um convicto e ruidoso cafona, é tudo coisa de maricas. O cafona fura filas, canta pneus e passa sermões. Despreza a ciência, porque ninguém pode ser mais sabido que ele. O cafona quer ser autoridade, para poder dar carteiradas. Quer bajular o poderoso e debochar do necessitado. Quer andar armado. Quer tirar vantagem em tudo. Unidos, os cafonas fazem passeatas de apoio e protestos a favor. Atacam como hienas e se escondem como ratos. Existe algo mais brega do que um rico roubando? Algo mais chique do que um pobre honesto? É sobre isso que a pessoa quer falar, apesar de tudo que está acontecendo. Porque só o bom gosto pode salvar este país.

    (Adaptado de Fernanda Young, Bando de cafonas. Publicado em https: //oglobo.globo.com/cultura/em-sua-ultima-coluna-fernanda-young-sent enciacafonice-detesta-arte-23903168. Acessado em 27/05/2020.)   

    A Amazônia em chamas, a censura voltando, a economia estagnada, e a pessoa quer falar de quê? Dos cafonas. Do império da cafonice que nos domina. O cafona fala alto e se orgulha de ser grosseiro e sem compostura. Acha que pode tudo. Não há ética que caiba a ele. Enganar é ok. Agredir é ok. Gentileza, educação, delicadeza, para um convicto e ruidoso cafona, é tudo coisa de maricas. O cafona fura filas, canta pneus e passa sermões. Despreza a ciência, porque ninguém pode ser mais sabido que ele. O cafona quer ser autoridade, para poder dar carteiradas. Quer bajular o poderoso e debochar do necessitado. Quer andar armado. Quer tirar vantagem em tudo. Unidos, os cafonas fazem passeatas de apoio e protestos a favor. Atacam como hienas e se escondem como ratos. Existe algo mais brega do que um rico roubando? Algo mais chique do que um pobre honesto? É sobre isso que a pessoa quer falar, apesar de tudo que está acontecendo. Porque só o bom gosto pode salvar este país.

    (Adaptado de Fernanda Young, Bando de cafonas. Publicado em https: //oglobo.globo.com/cultura/em-sua-ultima-coluna-fernanda-young-sent enciacafonice-detesta-arte-23903168. Acessado em 27/05/2020.)

    *cafona: quem tem ou revela mau gosto (roupa cafona); que revela gosto ou atitude vulgares. (Adaptado de aulete.com.br.)

    Essa releitura do significado de “cafona” salienta
    Escolha uma alternativa para a questão d227f2bc-8c
  • 678B60A0-7C

    Português

    Interpretação de Textos
    ENEM · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO I


       A dupla Claudinho e Buchecha foi formada por dois amigos de infância que eram vizinhos na comunidade do Salgueiro. Os cantores iniciaram sua carreira artística no início dos anos 1990, cantando em bailes funk de São Gonçalo (RJ), e fizeram muito sucesso com a música Fico assim sem você, em 2002. Buchecha trabalhou por um bom tempo como office boy e Claudinho atuou como peão de obras e vendedor ambulante.


    Disponível em: http://dicionariompb.com.br. Acesso em: 19 abr. 2018 (adaptado).


    TEXTO II


       Ouvi a canção Fico assim sem você no rádio e me apaixonei instantaneamente. Quando isso acontece comigo, não posso fazer nada a não ser trazer a música pra perto de mim e então começar a cantar e tocar sem parar, até que ela se torne minha. A canção caiu como uma luva no repertório do disco e eu contava as horas pra poder gravá-la.


    CALCANHOTTO, A. Fico assim sem você. Disponível em: www.adrianapartimpim.com.br. Acesso em: 19 abr. 2018 (adaptado).

    A letra da canção Fico assim sem você, que circulava em meios populares, veiculada pela grande mídia, começou a integrar o repertório de crianças cujas famílias tinham o hábito de ouvir o que é conhecido como MPB. O novo público que passou a conhecer e apreciar essa música revela a
    Escolha uma alternativa para a questão 678b60a0-7c
  • 67885C8C-7C

    Português

    Interpretação de Textos
    ENEM · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF) aprovou o aumento da suspensão de dois para quatro anos em casos de atletas flagrados por doping. Em sincronia com o próximo Código Mundial Antidoping, da Agência Mundial de Doping (WADA), a nova punição entrará em vigor no dia 1º de janeiro de 2015. Até lá, a penalidade continua sendo de dois anos.

    Disponível em: http://globoesporte.com. Acesso em: 15 ago. 2013.

    Com base na decisão da Associação Internacional das Federações de Atletismo, considera-se que as penalidades previstas para esse esporte indicam um(a)

    Escolha uma alternativa para a questão 67885c8c-7c
  • 676AA7CD-7C

    Português

    Interpretação de Textos
    ENEM · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos
       Hoje, críticas e frustrações dos clientes encontram um canal imediato nas redes, que funcionam como amplificadoras de rápido alcance. O monitoramento constante de tudo que é publicado sobre determinada marca é vital para reagir rapidamente em situações que podem ser prejudiciais à imagem corporativa.
      Uma possibilidade é recorrer a agências que oferecem serviços especializados de estratégias de comunicação. Como esses serviços custam caro, é comum as pequenas e médias empresas apostarem em times internos para realizar o monitoramento.
      Os especialistas alertam: não transforme as redes sociais em um serviço de atendimento ao consumidor. Sempre que possível, tire a conversa do espaço público. Se uma reclamação surgir em sua página, responda rapidamente, lamentando o ocorrido. Em seguida, peça e-mail e telefone de contato e resolva a questão diretamente com o consumidor. Esse tipo de atividade faz com que essa mesma pessoa volte à internet, mas agora para falar bem da empresa.

    DATT, F.; RIBEIRO, M. Como manter uma boa reputação on-line?
    Pequenas Empresas Grandes Negócios, n. 280, maio 2012.
    As novas tecnologias têm alterado a dinâmica entre empresas e consumidores. Essa nova ordem do mercado tem efeitos benéficos para a sociedade, como a
    Escolha uma alternativa para a questão 676aa7cd-7c
  • 67593C12-7C

    Português

    Interpretação de Textos
    ENEM · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Álvaro, me adiciona


       “Nunca conheci quem tivesse levado porrada. Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.” Espanta que Álvaro de Campos tenha dito isso antes do advento das redes sociais. O heterônimo parece estar falando da minha timeline: “Arre, estou farto de semideuses! Onde é que há gente no mundo?”.

       Humblebrag é uma palavra que faz falta em português. Composta pela junção das palavras humble (humilde) e brag (gabar-se), seria algo como a gabação modesta. Em vez de simplesmente gabar-se: “Ganhei um prêmio de melhor ator no Festival de Gramado”, você diz: “O Festival de Gramado está muito decadente. Para vocês terem uma ideia, me deram um prêmio de melhor ator.”

       Atenção: se todo post é vaidoso, toda coluna também. Percebam o uso de palavras em inglês, a citação a Fernando Pessoa. Tudo o que eu mais quero é que vocês me achem o máximo. “Então sou só eu que sou vil e errôneo nessa terra?”. Não, Álvaro. Me adiciona.


    DUVIVIER, G. Caviar é uma ova. São Paulo: Cia. das Letras, 2016 (adaptado).

    O texto traz uma crítica ao uso que as pessoas fazem da linguagem nas redes sociais. Qual passagem exemplifica linguisticamente essa crítica?
    Escolha uma alternativa para a questão 67593c12-7c
  • 675421EE-7C

    Português

    Interpretação de Textos
    ENEM · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A expansão urbana altera a configuração de muitos espaços, a ponto de prejudicar atividades neles desenvolvidas, seja pela especulação imobiliária, ou pelo projeto urbanístico da administração pública. Essa pressão é sentida em algumas escolas, principalmente para a prática de esportes, que demanda uma área ampla e diferenciada. O problema leva gestores e docentes a procurarem alternativas para se adaptar a essa realidade urbana. Para o urbanista Fernando Pinho, “se a cidade é de todos e para todos, por que não se apropriar dela? A escola deve ser mais porosa à cidade, à vida do lado de fora [...]. Temos que trazer a cidade para a sala de aula e tornar a cidade uma sala de aula”.

    PERET, E. A cidade como sala de aula. Retratos:
    a revista do IBGE, n. 4, 2017 (adaptado).

    As mudanças urbanísticas têm impactado o espaço escolar. Nesse contexto, a prática de esporte
    Escolha uma alternativa para a questão 675421ee-7c
  • 674C69C1-7C

    Português

    Gêneros Textuais
    ENEM · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Roberto Segre. Arquiteto do mundo.


    Nascido em Milão, em 1934, o arquiteto Roberto Segre emigrou para a Argentina aos cinco anos, fugindo do fascismo italiano. Ainda jovem, aos 29 anos, mudou-se para Cuba, onde permaneceu dando aulas de história da arquitetura e urbanismo na Universidade de Havana até 1994. Segre se mudaria definitivamente para o Brasil, em 1994, a convite da UFRJ. Em 2007, recebeu o título de doutor honoris causa pelo Instituto Superior Politécnico de Havana. Roberto Segre morreu, na manhã de anteontem, aos 78 anos, atropelado por um motociclista, quando caminhava na Praia de Icaraí, em Niterói, onde morava. Ele chegou a ser hospitalizado, mas não resistiu aos ferimentos. O corpo será velado amanhã, das 9 h às 17 h, no Palácio Universitário da UFRJ, Avenida Pasteur, 250, na Praia Vermelha, Urca.


    Disponível em: www.iabrj.org.br. Acesso em: 9 dez. 2017 (adaptado).


    Na organização desse texto, observam-se traços comumente característicos de biografias, entretanto, trata-se de um(a)

    Escolha uma alternativa para a questão 674c69c1-7c
  • DF443ED4-7B

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos

    I


    - Traíste-me, Sem Medo. Tu traíste-me.

    ( ...)

    Sabes o que tu és afinal, Sem Medo? És um ciumento. Chego a pensar se não és homossexual. Tu querias-me só, como tu. Um solitário do Mayombe. (...) Desprezo-te. (...) Nunca me verás atrás de uma garrafa vazia. (...) Cada sucesso que eu tiver, será a paga da tua bofetada, pois não serei um falhado como tu.

    Pepetela, Mayombe. Adaptado.


    II

    - Peço-te perdão, Sem Medo. Não te compreendí, fui um imbecil. E quis igualar o inigualável.

    Pepetela, Mayombe.


    Esses excertos de Mayombe referem-se a conversas entre as personagens Comissário e Sem Medo em momentos distintos do romance. Em I e II, as falas do Comissário revelam, respectivamente,

    Escolha uma alternativa para a questão df443ed4-7b
  • DF3AA985-7B

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    USP · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Romance LIII ou Das Palavras Aéreas


    Ai, palavras, ai, palavras,

    que estranha potência, a vossa!

    Ai, palavras, ai, palavras,

    sois de vento, ides no vento,

    no vento que não retorna,

    e, em tão rápida existência,

    tudo se forma e transforma!


    Sois de vento, ides no vento,

    e quedais, com sorte nova! (...)


    Ai, palavras, ai, palavras,

    que estranha potência, a vossa!

    Perdão podieis ter sido!

    - sois madeira que se corta,

    - sois vinte degraus de escada,

    - sois um pedaço de corda...

    - sois povo pelas janelas,

    cortejo, bandeiras, tropa...


    Ai, palavras, ai, palavras,

    que estranha potência, a vossa!

    Éreis um sopro na aragem...

    - sois um homem que se enforca!

    Cecília Meireles, Romanceiro da Inconfidência

    Ao substituir a pessoa verbal utilizada para se referir ao substantivo "palavras" pela 3ª pessoa do plural, os verbos dos versos "sois de vento, ides no vento," (v. 4) / "Perdão podieis ter sido!" (v. 12) / "Éreis um sopro na aragem..." (v. 20) seriam conjugados conforme apresentado na alternativa:
    Escolha uma alternativa para a questão df3aa985-7b
  • DF30EEA6-7B

    Português

    Análise sintática
    USP · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2021

    Em "Seu carisma seduziu a editora DC Comics, que impôs o acréscimo de um quadrinho." (L. 12-13), o vocábulo "que" possui a mesma função sintática desempenhada no texto por
    Escolha uma alternativa para a questão df30eea6-7b
  • DF2B06C2-7B

    Português

    Análise sintática
    USP · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2021

    No fragmento "ao tropeçar, cravava sua própria adaga no peito." (L. 8-9), a oração em negrito abrange, simultaneamente, as noções de
    Escolha uma alternativa para a questão df2b06c2-7b
  • D7B21665-72

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNIFESP · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos
        Remember the good old days, when you could have a heated-yet-enjoyable debate with your friends about things that didn’t matter that much — times when you could be a true fan of the Manchester United soccer team when you didn’t come from the city of Manchester?

        How things have changed.

        Now disagreements feel deadly serious. Like when your colleague pronounces that wearing a face mask in public is a threat to his liberty. Or when you see that one of your friends has just tweeted that, actually, all lives matter. Before you know it, you’re feeling angry and forming harsh new judgments about your colleagues and friends. Let’s take a collective pause and breathe: there are some ways we can all try to have more civil disagreements in this febrile age of culture wars.

    1. ‘Coupling’ and ‘decoupling’

        The first is to consider how inclined people are to ‘couple’ or ‘decouple’ topics involving wider political and social factors. Swedish data analyst John Nerst has used the terms to describe the contrasting ways in which people approach contentious issues. Those of us more inclined to ‘couple’ see them as inextricably related to a broader matrix of factors, whereas those more predisposed to ‘decouple’ prefer to consider an issue in isolation. To take a crude example, a decoupler might consider in isolation the question of whether a vaccine provides a degree of immunity to a virus; a coupler, by contrast, would immediately see the issue as inextricably entangled in a mesh of factors, such as pharmaceutical industry power and parental choice.

    2.____________________

        Most of us are deeply committed to our beliefs, especially concerning moral and social issues, such that when we’re presented with facts that contradict our beliefs, we often choose to dismiss those facts, rather than update our beliefs.

        A study at Arizona State University, U.S., analysed more than 100,000 comments on a forum where users post their views on an issue and invite others to persuade them to change their mind. The researchers found that regardless of the kind of topic, people were more likely to change their mind when confronted with more evidence-based arguments. “Our work may suggest that while attitude change is hard-won, providing facts, statistics and citations for one’s arguments can convince people to change their minds,” they concluded.

    3. Just be nicer?

        Finally, it’s easier said than done, but let’s all try to be more respectful of and attentive to each other’s positions. We should do this not just for virtuous reasons, but because the more we create that kind of a climate, the more open-minded and intellectually flexible we will all be inclined to be. And then hopefully, collectively, we can start having more constructive disagreements — even in our present very difficult times.

    (Christian Jarrett. www.bbc.com, 14.10.2020. Adaptado.)

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2021

    A afirmação da figura que melhor dialoga com o conteúdo do último parágrafo do texto de Christian Jarrett é:
    Escolha uma alternativa para a questão d7b21665-72
  • D7A3BE58-72

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNIFESP · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos
        Remember the good old days, when you could have a heated-yet-enjoyable debate with your friends about things that didn’t matter that much — times when you could be a true fan of the Manchester United soccer team when you didn’t come from the city of Manchester?

        How things have changed.

        Now disagreements feel deadly serious. Like when your colleague pronounces that wearing a face mask in public is a threat to his liberty. Or when you see that one of your friends has just tweeted that, actually, all lives matter. Before you know it, you’re feeling angry and forming harsh new judgments about your colleagues and friends. Let’s take a collective pause and breathe: there are some ways we can all try to have more civil disagreements in this febrile age of culture wars.

    1. ‘Coupling’ and ‘decoupling’

        The first is to consider how inclined people are to ‘couple’ or ‘decouple’ topics involving wider political and social factors. Swedish data analyst John Nerst has used the terms to describe the contrasting ways in which people approach contentious issues. Those of us more inclined to ‘couple’ see them as inextricably related to a broader matrix of factors, whereas those more predisposed to ‘decouple’ prefer to consider an issue in isolation. To take a crude example, a decoupler might consider in isolation the question of whether a vaccine provides a degree of immunity to a virus; a coupler, by contrast, would immediately see the issue as inextricably entangled in a mesh of factors, such as pharmaceutical industry power and parental choice.

    2.____________________

        Most of us are deeply committed to our beliefs, especially concerning moral and social issues, such that when we’re presented with facts that contradict our beliefs, we often choose to dismiss those facts, rather than update our beliefs.

        A study at Arizona State University, U.S., analysed more than 100,000 comments on a forum where users post their views on an issue and invite others to persuade them to change their mind. The researchers found that regardless of the kind of topic, people were more likely to change their mind when confronted with more evidence-based arguments. “Our work may suggest that while attitude change is hard-won, providing facts, statistics and citations for one’s arguments can convince people to change their minds,” they concluded.

    3. Just be nicer?

        Finally, it’s easier said than done, but let’s all try to be more respectful of and attentive to each other’s positions. We should do this not just for virtuous reasons, but because the more we create that kind of a climate, the more open-minded and intellectually flexible we will all be inclined to be. And then hopefully, collectively, we can start having more constructive disagreements — even in our present very difficult times.

    (Christian Jarrett. www.bbc.com, 14.10.2020. Adaptado.)
    The subtitle that most closely represents the content of the fifth and sixth paragraphs is:
    Escolha uma alternativa para a questão d7a3be58-72
  • D7994FC4-72

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNIFESP · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos
        Remember the good old days, when you could have a heated-yet-enjoyable debate with your friends about things that didn’t matter that much — times when you could be a true fan of the Manchester United soccer team when you didn’t come from the city of Manchester?

        How things have changed.

        Now disagreements feel deadly serious. Like when your colleague pronounces that wearing a face mask in public is a threat to his liberty. Or when you see that one of your friends has just tweeted that, actually, all lives matter. Before you know it, you’re feeling angry and forming harsh new judgments about your colleagues and friends. Let’s take a collective pause and breathe: there are some ways we can all try to have more civil disagreements in this febrile age of culture wars.

    1. ‘Coupling’ and ‘decoupling’

        The first is to consider how inclined people are to ‘couple’ or ‘decouple’ topics involving wider political and social factors. Swedish data analyst John Nerst has used the terms to describe the contrasting ways in which people approach contentious issues. Those of us more inclined to ‘couple’ see them as inextricably related to a broader matrix of factors, whereas those more predisposed to ‘decouple’ prefer to consider an issue in isolation. To take a crude example, a decoupler might consider in isolation the question of whether a vaccine provides a degree of immunity to a virus; a coupler, by contrast, would immediately see the issue as inextricably entangled in a mesh of factors, such as pharmaceutical industry power and parental choice.

    2.____________________

        Most of us are deeply committed to our beliefs, especially concerning moral and social issues, such that when we’re presented with facts that contradict our beliefs, we often choose to dismiss those facts, rather than update our beliefs.

        A study at Arizona State University, U.S., analysed more than 100,000 comments on a forum where users post their views on an issue and invite others to persuade them to change their mind. The researchers found that regardless of the kind of topic, people were more likely to change their mind when confronted with more evidence-based arguments. “Our work may suggest that while attitude change is hard-won, providing facts, statistics and citations for one’s arguments can convince people to change their minds,” they concluded.

    3. Just be nicer?

        Finally, it’s easier said than done, but let’s all try to be more respectful of and attentive to each other’s positions. We should do this not just for virtuous reasons, but because the more we create that kind of a climate, the more open-minded and intellectually flexible we will all be inclined to be. And then hopefully, collectively, we can start having more constructive disagreements — even in our present very difficult times.

    (Christian Jarrett. www.bbc.com, 14.10.2020. Adaptado.)
    In the fragment from the fourth paragraph “Those of us more inclined to ‘couple’ see them as inextricably related to a broader matrix of factors”, the underlined term refers most specifically to
    Escolha uma alternativa para a questão d7994fc4-72
  • D786F0D6-72

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNIFESP · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos
        Remember the good old days, when you could have a heated-yet-enjoyable debate with your friends about things that didn’t matter that much — times when you could be a true fan of the Manchester United soccer team when you didn’t come from the city of Manchester?

        How things have changed.

        Now disagreements feel deadly serious. Like when your colleague pronounces that wearing a face mask in public is a threat to his liberty. Or when you see that one of your friends has just tweeted that, actually, all lives matter. Before you know it, you’re feeling angry and forming harsh new judgments about your colleagues and friends. Let’s take a collective pause and breathe: there are some ways we can all try to have more civil disagreements in this febrile age of culture wars.

    1. ‘Coupling’ and ‘decoupling’

        The first is to consider how inclined people are to ‘couple’ or ‘decouple’ topics involving wider political and social factors. Swedish data analyst John Nerst has used the terms to describe the contrasting ways in which people approach contentious issues. Those of us more inclined to ‘couple’ see them as inextricably related to a broader matrix of factors, whereas those more predisposed to ‘decouple’ prefer to consider an issue in isolation. To take a crude example, a decoupler might consider in isolation the question of whether a vaccine provides a degree of immunity to a virus; a coupler, by contrast, would immediately see the issue as inextricably entangled in a mesh of factors, such as pharmaceutical industry power and parental choice.

    2.____________________

        Most of us are deeply committed to our beliefs, especially concerning moral and social issues, such that when we’re presented with facts that contradict our beliefs, we often choose to dismiss those facts, rather than update our beliefs.

        A study at Arizona State University, U.S., analysed more than 100,000 comments on a forum where users post their views on an issue and invite others to persuade them to change their mind. The researchers found that regardless of the kind of topic, people were more likely to change their mind when confronted with more evidence-based arguments. “Our work may suggest that while attitude change is hard-won, providing facts, statistics and citations for one’s arguments can convince people to change their minds,” they concluded.

    3. Just be nicer?

        Finally, it’s easier said than done, but let’s all try to be more respectful of and attentive to each other’s positions. We should do this not just for virtuous reasons, but because the more we create that kind of a climate, the more open-minded and intellectually flexible we will all be inclined to be. And then hopefully, collectively, we can start having more constructive disagreements — even in our present very difficult times.

    (Christian Jarrett. www.bbc.com, 14.10.2020. Adaptado.)
    The first and second paragraphs mainly illustrate
    Escolha uma alternativa para a questão d786f0d6-72
  • D7821F8E-72

    Literatura

    Arcadismo
    UNIFESP · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Este movimento surge como momento de negação profunda e revolucionária, porque visava a redefinir não só a atitude poética, mas o próprio lugar do homem no mundo e na sociedade. Concebe de maneira nova o papel do artista e o sentido da obra de arte, pretendendo liquidar a convenção universalista dos herdeiros de Grécia e Roma em benefício de um sentimento novo, embebido de inspirações locais, procurando o único em lugar do perene.

    (Antonio Candido. Formação da literatura brasileira, 2013. Adaptado.)

    O texto refere-se ao movimento
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