Questões do ENEM: Linguagens e nível difícil

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Resultados

4.735 questões encontradas. Mostrando a página 131 de 237.

  • 4F2B88AD-E5

    Português

    Coesão e coerência
    FMP · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 4


        Os últimos dias foram dedicados pela mídia à tarefa de esconjurar o 31 de março. É verdade que foram cometidos crimes que repugnam as consciências bem formadas. Mas é errado limitar a informação ao registro desses fatos.

        Aquele movimento primeiro frustrou o plano dos comunistas para o Brasil e, depois, derrotou guerrilheiros e terroristas que queriam implantar tal regime no país. Esquecer o que estes pretendiam, não ler o que escreviam, ignorar o que diziam, apagar da história as vítimas que fizeram e os crimes bárbaros que cometeram, para exibi-los como heróis e mártires da “resistência democrática” é impostura. É servir o oportunismo em bandeja.
        
        Passado meio século, seus atuais afetos no plano nacional e internacional ainda revelam muito bem o que fariam se pudessem.

    (Extraído do artigo “Um velho dilema”, de Percival Puggina, publicado no jornal Zero Hora de 6.4.2014, p.12.)
    Atente para as afirmativas relativas ao texto 4:


    I – A palavra “esconjurar”, na primeira frase, é usada com o sentido figurado de “exorcizar”.

    II – A palavra “impostura”, na penúltima frase do segundo parágrafo, tem o sentido que se aproxima de “mentira ardilosa”.

    III – Não modificaria o sentido na sua essência caso se trocasse, na última frase, a palavra “afetos” por “simpatizantes”.


    Está(ão) correta(s):
    Escolha uma alternativa para a questão 4f2b88ad-e5
  • 4F21589E-E5

    Português

    Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos
    FMP · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 3


        Este é talvez um dos fatos mais assustadores e tristes do nosso momento: falta de segurança generalizada, o medo, pois aqui se mata e se morre como quem come um pãozinho. Bala perdida, traficante, bandido graúdo ou pequeno, e o menor de idade, que é o mais complicado: pelas nossas leis absurdas, sendo menor ele não é de verdade punido. É levado para um estabelecimento hipoteticamente educativo e socializador, de onde deveria sair regenerado, com profissão, com vergonha na cara, sair gente. Não sai. Não, salvo raríssimas ........., e todo mundo sabe disso.

        Todo mundo sabe que é urgente e essencial reduzir para menos de 18 anos a idade em que se pode prender, julgar, condenar um assassino ........., reincidente, cruel e confesso. Mas aí vem quem defenda, quem tenha pena, ah! os direitos humanos, ah! são crianças. São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais, tantas vezes, e vão para a reeducação ou a ......... certamente achando graça: logo, logo estarão de volta. Basta ver os casos em que, checando-se a ficha do “menino”, ele é reincidente contumaz.


    (Extraído de “A banalização da vida”, de Lya Luft, revista Veja de 26.3.2014, p.24.)
    Atente para as afirmativas a seguir:


    I – As palavras “graúdo” e “aí” são acentuadas em função da mesma regra.

    II – Flexionada para o plural, a palavra “cruel” é acentuada.

    III – O til utilizado sobre o “a” da palavra “pãozinho” tem a função de indicar nasalidade na pronúncia da vogal.


    Está(ão) correta(s):
    Escolha uma alternativa para a questão 4f21589e-e5
  • 4F161644-E5

    Português

    Interpretação de Textos
    FMP · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 3


        Este é talvez um dos fatos mais assustadores e tristes do nosso momento: falta de segurança generalizada, o medo, pois aqui se mata e se morre como quem come um pãozinho. Bala perdida, traficante, bandido graúdo ou pequeno, e o menor de idade, que é o mais complicado: pelas nossas leis absurdas, sendo menor ele não é de verdade punido. É levado para um estabelecimento hipoteticamente educativo e socializador, de onde deveria sair regenerado, com profissão, com vergonha na cara, sair gente. Não sai. Não, salvo raríssimas ........., e todo mundo sabe disso.

        Todo mundo sabe que é urgente e essencial reduzir para menos de 18 anos a idade em que se pode prender, julgar, condenar um assassino ........., reincidente, cruel e confesso. Mas aí vem quem defenda, quem tenha pena, ah! os direitos humanos, ah! são crianças. São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais, tantas vezes, e vão para a reeducação ou a ......... certamente achando graça: logo, logo estarão de volta. Basta ver os casos em que, checando-se a ficha do “menino”, ele é reincidente contumaz.


    (Extraído de “A banalização da vida”, de Lya Luft, revista Veja de 26.3.2014, p.24.)
    Assinale a afirmativa que não corresponde ao texto 3:
    Escolha uma alternativa para a questão 4f161644-e5
  • 4F022A0D-E5

    Português

    Pontuação
    FMP · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 1

        No filme Precisamos Falar sobre o Kevin, os pais ignoram por anos os sinais de sérios distúrbios psicológicos que o filho apresenta. Até o dia em que o monstrinho em gestação se encorpa ...... ponto de destroçar vidas inocentes e a própria família. O silêncio é cúmplice da desgraça. Os gastos sociais do governo são o nosso Kevin.

         Em um país com tanta pobreza, deixar o governo gastar ...... vontade parece ser a coisa certa a fazer – e, no campo das boas intenções, é mesmo. Como condenar um modelo de bem-estar social quando tantas crianças ainda passam fome? Como criticar maiores gastos com saúde e educação em um país com população tão carente?

         O problema é que as leis econômicas não distinguem ...... boas das más intenções. O resultado é que criamos um monstrengo estatal, inchado, corrupto e incompetente, incapaz de resolver ...... questões sociais apesar de já arrecadar quase 40% do PIB em impostos.


    (Extraído do artigo “Precisamos Falar sobre Kevin”, de Rodrigo Constantino, publicado na revista Veja de 19.3.2014, p.29.)
    Considere as afirmativas a seguir relativamente à pontuação do texto 1:


    I – Caracterizaria erro utilizar vírgula após “questões sociais”, na última frase do último parágrafo.

    II – A primeira vírgula do texto se justifica por deslocamento de adjunto adverbial.

    III – Seria correto usar vírgula após “vontade”, na primeira frase do segundo parágrafo.


    Está(ão) correta(s):
    Escolha uma alternativa para a questão 4f022a0d-e5
  • 4EFEF731-E5

    Português

    Adjetivos
    FMP · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 1

        No filme Precisamos Falar sobre o Kevin, os pais ignoram por anos os sinais de sérios distúrbios psicológicos que o filho apresenta. Até o dia em que o monstrinho em gestação se encorpa ...... ponto de destroçar vidas inocentes e a própria família. O silêncio é cúmplice da desgraça. Os gastos sociais do governo são o nosso Kevin.

         Em um país com tanta pobreza, deixar o governo gastar ...... vontade parece ser a coisa certa a fazer – e, no campo das boas intenções, é mesmo. Como condenar um modelo de bem-estar social quando tantas crianças ainda passam fome? Como criticar maiores gastos com saúde e educação em um país com população tão carente?

         O problema é que as leis econômicas não distinguem ...... boas das más intenções. O resultado é que criamos um monstrengo estatal, inchado, corrupto e incompetente, incapaz de resolver ...... questões sociais apesar de já arrecadar quase 40% do PIB em impostos.


    (Extraído do artigo “Precisamos Falar sobre Kevin”, de Rodrigo Constantino, publicado na revista Veja de 19.3.2014, p.29.)
    Considere as afirmativas a seguir relativamente ao texto 1:


    I – Na primeira frase do último parágrafo, utilizam-se três adjetivos.

    II – O termo “Em um país com tanta pobreza”, no primeiro período do segundo parágrafo, tem função de adjunto adverbial.

    III – O termo “leis econômicas”, no primeiro período do último parágrafo, tem função de objeto direto.


    Está(ao) correta(s):
    Escolha uma alternativa para a questão 4efef731-e5
  • C7E92132-E3

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro universitário FAG · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho abaixo.

    A fix for handbag addicts


    A Miami-based web site has come up with a clever – and cost effective – solution for women who are addicted to designer handbags. It’s called www.bagborroworsteal.com, a business that charges members a monthly fee to borrow handbags from Prada, Gucci, Yves Saint Laurent, among others, for as long as they like.
    The members are divided into three categories – Trendsetters ($19,95 a month), Princess ($49,95 a month), and Diva ($99,95 a month) – each offering different access to different bags. (Speak up n°210).


    Assinale a opção que não está de acordo com o texto: 
    Escolha uma alternativa para a questão c7e92132-e3
  • C7D9B7C4-E3

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro universitário FAG · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Cycling


    What's the furthest you have ever cycled?



    Perhaps you cycle to school or to work, or maybe at most a short cycling trip with friends? How would you feel about spending months on the road travelling solo from the UK to China, by bike?

    For British cyclist Pete Jones, camping rough and cycling long distances through inhospitable terrain are second nature. Mr Jones is currently undertaking a mammoth trip across the Eurasian continent from Britain to China. Pete Jones is no stranger to China. But he says many people there are puzzled by his passion for cycling, asking why he would choose to cycle when he can afford a car. Indeed, while there are an estimated 400 million bicycles in China, where it has long been the preferred form of transport, rapid economic growth has fuelled an explosive expansion in car ownership.

    Edward Genochio, another British cyclist who completed a 41,000km trip to China and back, said one of his aims was to "promote cycling as a safe, sustainable and environmentally benign means of getting about". In the UK, the last few years have seen a rise in the number of people choosing two wheels over four, with some estimates saying the number of people cycling to work has almost doubled in the last five years. Politicians also see cycling as a way to boost their eco-credentials, with people such as London mayor Boris Johnson often riding to work under his own steam. But we may have to wait some time before we see him emulating Pete Jones in attempting to cycle all the way to China!

    Fonte: www.bbc.co.uk/worldservice/... 

    According to the information from the text, it is correct to say that:


    I- for Pete Jones, camping rough and cycling long distances through inhospitable terrain are the most common activity for British people.
    II- despite cycling has long been the preferred form of transport in China, car ownership has increased a lot because of country’s economic growth.
    III- it’s very important to wear a helmet while cycling.
    IV- in the UK, some estimates say the number of people cycling to work has almost doubled in the last twenty five years.
    V- London mayor often cycles to work.
    Escolha uma alternativa para a questão c7d9b7c4-e3
  • C7C12DEA-E3

    Português

    Advérbios
    Centro universitário FAG · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia a Frase abaixo:


    “O meu governo está diuturnamente, e até noturnamente, atento a todas as pressões inflacionárias, venham de onde vier.”
    DILMA ROUSSEFF, presidente da República, prometendo atacar a inflação e nocauteando a língua portuguesa. (Veja, de 04 de maio de 2011).


    Levando em consideração a frase citada e a observação referente, julgue os itens a seguir.


    I. Em e nocauteando a língua portuguesa, há uma alusão a forte equívoco de ordem léxico-semântica na construção da mensagem citada.
    II. O indevido emprego da palavra onde no plano sintático da norma padrão, assim como as transgressões de regência verbal, fazem um ataque decisivo à língua portuguesa.
    III. Há um adequado paralelismo semântico, sem falhas de significados básicos na frase citada pela revista, no emprego das palavras terminadas em -mente, portanto essa construção está fora do nocaute.
    IV. A frase destacada pela revista não está plenamente respaldada pela recomendação gramatical: “usando-se em uma frase mais de um advérbio terminado em -mente só o último deve receber esse sufixo; intentando-se ênfase, porém, cada advérbio poderá vir com esse sufixo desde que sejam considerados a seleção e ajuste dos itens lexicais, de modo adequado”, portanto a língua portuguesa, na mensagem citada, recebeu uma pancada.


    Conclui-se que está CORRETO apenas o que se afirma em: 
    Escolha uma alternativa para a questão c7c12dea-e3
  • C7B2EE82-E3

    Português

    Análise sintática
    Centro universitário FAG · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia, atentamente, o Texto I para responder à questão.


    TEXTO I

    Mas pensar positivo funciona?

        Funciona. Mas não como a maioria das pessoas gostaria. O pensamento positivo não vai engordar sua conta bancária do dia para a noite. Nem fará carros e diamantes orbitar ao seu redor. Porém, segundo várias pesquisas, uma atitude otimista pode influenciar muito a resistência do organismo às doenças. Uma comprovação disso veio da Universidade Harvard, nos EUA. Há 5 anos, um grupo de médicos da instituição descobriu que pensar positivamente pode fazer bem para os pulmões. Os pesquisadores avaliaram o estado de saúde de 670 homens na faixa dos 60 anos de idade. Também aplicaram testes de personalidade para identificar quem eram os otimistas e os pessimistas.
        Depois de 8 anos, constatou-se que a turma do bom humor tinha um sistema imunológico mais resistente a doenças pulmonares quando comparada ao grupo dos estressados. Até mesmo os fumantes otimistas apresentaram resultados melhores que os adeptos do tabagismo que eram, digamos, baixo-astral. O coração também bate melhor quando estamos com bom humor. Os pesquisadores do Instituto Delfland de Saúde Mental, na Holanda, monitoraram homens com idade entre 64 e 84 anos durante 15 anos. A incidência de enfartes e derrames foi menor entre os que tinham uma atitude positiva. Os otimistas apresentaram ainda 55% menos risco de ter doenças cardíacas. O que essas pesquisas revelam pode soar óbvio: pessoas com disposição para ver o lado positivo da vida tendem a cuidar mais da saúde, a praticar exercícios e se alimentar melhor.
    (Fonte: Revista Superinteressante, 2007). 
    Do período em destaque “constatou-se que a turma do bom humor tinha um sistema imunológico mais resistente a doenças pulmonares” infere-se que:
    Escolha uma alternativa para a questão c7b2ee82-e3
  • C7AE90BC-E3

    Português

    Análise sintática
    Centro universitário FAG · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia, atentamente, o Texto I para responder à questão.


    TEXTO I

    Mas pensar positivo funciona?

        Funciona. Mas não como a maioria das pessoas gostaria. O pensamento positivo não vai engordar sua conta bancária do dia para a noite. Nem fará carros e diamantes orbitar ao seu redor. Porém, segundo várias pesquisas, uma atitude otimista pode influenciar muito a resistência do organismo às doenças. Uma comprovação disso veio da Universidade Harvard, nos EUA. Há 5 anos, um grupo de médicos da instituição descobriu que pensar positivamente pode fazer bem para os pulmões. Os pesquisadores avaliaram o estado de saúde de 670 homens na faixa dos 60 anos de idade. Também aplicaram testes de personalidade para identificar quem eram os otimistas e os pessimistas.
        Depois de 8 anos, constatou-se que a turma do bom humor tinha um sistema imunológico mais resistente a doenças pulmonares quando comparada ao grupo dos estressados. Até mesmo os fumantes otimistas apresentaram resultados melhores que os adeptos do tabagismo que eram, digamos, baixo-astral. O coração também bate melhor quando estamos com bom humor. Os pesquisadores do Instituto Delfland de Saúde Mental, na Holanda, monitoraram homens com idade entre 64 e 84 anos durante 15 anos. A incidência de enfartes e derrames foi menor entre os que tinham uma atitude positiva. Os otimistas apresentaram ainda 55% menos risco de ter doenças cardíacas. O que essas pesquisas revelam pode soar óbvio: pessoas com disposição para ver o lado positivo da vida tendem a cuidar mais da saúde, a praticar exercícios e se alimentar melhor.
    (Fonte: Revista Superinteressante, 2007). 
    A estrutura sintática dos dois primeiros períodos do texto pode ser definida como:
    Escolha uma alternativa para a questão c7ae90bc-e3
  • E01A514D-E3

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Católica de Pelotas · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, Universidade Católica de Pelotas 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, Universidade Católica de Pelotas 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Até o momento, impressoras 3-D são capazes de
    Escolha uma alternativa para a questão e01a514d-e3
  • DF8EC5C4-E3

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Católica de Pelotas · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Para o teste seguinte, analise as afirmativas e assinale a opção correta.

    I. Vinicius de Moraes, em sua obra, entre o muito que fez pela poesia brasileira, estabeleceu uma peculiaríssima ligação entre o mar, a praia e a vida amorosa; reconstruiu o soneto; transformou o versículo solene dos seus primeiros livros em ritmo suspenso entre verso e prosa, de modo a não haver mais verso nem prosa; foi capaz de se apegar às coisas pequenas e humildes para lhes dar uma gravidade que não vem do tom, mas da estrutura latente de paradoxo que enforma sua poesia.
    II.Os romances iniciais de Machado de Assis, embora guardem ainda características do Romantismo, já contêm, em sua quase totalidade, aquelas que o autor desenvolverá plenamente nos romances tipicamente realistas: a análise psicológica das personagens, um humorismo ferrenho, diversas interrupções na ordem linear das narrativas, longos monólogos interiores sobre a visão naturalista da vida social, política e econômica do interior pernambucano e o gosto em explicar o comportamento humano à luz das teorias científicas de sua época.
    III.Com Francisco Lobo da Costa, o trabalho, começado pelos primeiros românticos para arrancar-nos da influência portuguesa, progrediu bastante. O moço fluminense, educado por alemães, acostumou-se a olhar para o grande mundo das letras e da poesia e a ler os grandes mestres gregos e latinos. Como poeta, foi um talento possante e não podia viver muito, era doentio, melancólico, demasiadamente franzino e apenas cantava os aspectos patológicos da capital carioca.
    Escolha uma alternativa para a questão df8ec5c4-e3
  • DF8BE727-E3

    Português

    Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
    Universidade Católica de Pelotas · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade Católica de Pelotas 2014, Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade Católica de Pelotas 2014, Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)

    Em “Embora tudo isso me tivesse deixado na maior consternação...” (linhas 64-65), o tempo verbal é
    Escolha uma alternativa para a questão df8be727-e3
  • DF831DC8-E3

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Católica de Pelotas · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade Católica de Pelotas 2014, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade Católica de Pelotas 2014, Interpretação de Textos

    Leia as alternativas a seguir e assinale a opção correta.

    I . O autor, na narrativa, fala-nos de suas tentativas de reaver o seu retrato, que fora pintado por Portinari.
    II. O autor, no primeiro parágrafo, afirma que irá morrer brevemente.
    III. A filha, na última parte do texto, cede aos pedidos do pai.
    Escolha uma alternativa para a questão df831dc8-e3
  • B7D482F0-E1

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro universitário FAG · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1:


    The right to drive or the right to breathe?

    Politicians have taken some steps to cut deaths from dirty air, but more are needed.


    In 1554, a band of wandering Jesuits, after sweating through southern Brazil’s forested coastal hills, stopped by a river on the high Piratininga plateau and, delighted at its fresh, cool air, founded the city of São Paulo. Were they to return now, for much of the year they would find a grey-brown smog shrouding a metropolis of 18m people and 6m vehicles. The foul air kills thousands of people a year and inflicts chronic illness on countless others. Mexico city has long been notorious for its polluted air. Fuel burns less efficiently at high altitudes, and thermal inversions mean that the surrounding mountains trap a layer of cold air above the city, preventing the dispersal of fumes.
    But the surge in car ownership throughout Latin America since the 1970s means that São Paulo and other Latin American capitals are no longer far behind. Though at lower altitudes, both São Paulo and Santiago suffer from thermal inversions, too.
    http://www.economist.com/node/1021580. Acesso em 30 de Abril de 2014.

    The pollution in São Paulo has worsened because of:
    Escolha uma alternativa para a questão b7d482f0-e1
  • B7CA6C5E-E1

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro universitário FAG · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa, cujo excerto refere-se à obra de Mário de Andrade, “Vestida de Preto”:
    Escolha uma alternativa para a questão b7ca6c5e-e1
  • B7C70616-E1

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro universitário FAG · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Com base no poema Canção Excêntrica de Cecília Meireles, assinale a alternativa correta:
    Escolha uma alternativa para a questão b7c70616-e1
  • B7B6D95F-E1

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia, atentamente, o texto para responder à questão.


    Sem esforço e sem exemplo


        Não creio que a gente ande tão ruim de português por causa das redes sociais, dos torpedos no celular. Essa reclamação tem cheiro de mofo.
        O interessante é que, embora digam que se lê pouco, as editoras vendem mais que nunca, bienais e feiras ficam lotadas, e mesmo assim não conseguimos nos expressar direito, nem oralmente e nem por escrito. Se lemos mais, por que escrevemos e falamos mal?
        Penso que, coisas verificadas há trinta anos em meus tempos de professora universitária, andamos com problemas de raciocínio. Não aprendemos a pensar, observar, argumenta (qualquer esforço maior foi banido de muitas escolas), portanto não sabemos organizar nosso pensamento, muito menos expressá-lo por escrito ou mesmo falando. "Eu sei, mas não sei dizer", "Eu sei, mas não consigo escrever isso” são frases ouvidas há muito tempo, tempo demais.
        A exigência aos alunos baixou de nível assustadoramente, e com isso o ensino entrou em questão vertiginosa. Tudo deve parecer brincadeira. Na infância, ensinam a chamar as professoras de tias, coisa com o que, pouco simpática, sempre impliquei: tias são parentes. Professoras, ou os carinhosos profes, ou pros, são pessoas que estão ali para cuidar, sim, mas também para educar os bem pequenos. Modos à mesa, civilidade, dividir brinquedos, não morder nem bater, socializar-se enfim da maneira menos selvagem possível.    
        Depois, sim, devem educar e ensinar. Sala de aula é para trabalhar; pátio é para brincar. Não precisa ser sacrifício, mas dar uma sensação de coisa séria, produtiva e boa.
        Por alguma razão, lá pela década de 60 inventamos, melhor: importamos a de que ensinar é antipático e aprender, ou estudar é crueldade infligida pelos adultos. Tabuada, nem pensar. Ortografia, longe de nós. Notas abolidas: agora só os vagos conceitos. Reprovação seria o anátema (a condenação). É preciso esforçar-se, e caprichar, para ser reprovado.
        Resultado: alunos saindo do ensino médio para a faculdade sem saber redigir uma página ou parágrafo coerente e em boa ortografia em seu próprio idioma!
        O acesso à universidade, devido a esse baixo nível do ensino médio, reduziu-se a um facilitarismo assustador. Hordas de jovens entram na universidade sem o menor preparo. São os futuros bacharéis que não vão passar no exame da Ordem. Outras providências desse tipo virão depois. Em vez de elevarmos o nível do ensino básico, vamos adotar o método da não reprovação. Em lugar de exigirmos mais no ensino médio, vamos deixar todos à vontade, pois com tantas cotas e outros recursos vão ingressar na universidade de qualquer jeito.
        Além do ensino e do aprendizado, facilitamos incrivelmente as coisas no nível da educação, isto é, comportamento, compostura, postura, respeito, civilidade. Alunos comem, jogam no celular, conversam, riem na sala de aula, na presença do professor que tenta exercer sua dura profissão, como se estivessem no bar. Tente o professor impor autoridade, e possivelmente ele, não o aluno malcriado, será chamado pela diretoria e admoestado. Caso tenha sido mais severo, quem sabe será processado pelos pais.
        Não estou inventando: nesta coluna não escreve a ficcionista, mas a observadora da realidade.
        A continuar esse processo antieducação, e nos altos escalões o desfile de péssimos exemplos, impunidades, negociatas e deboches, além do desastroso resultado do julgamento do mensalão, apesar de firulas jurídicas, teremos problemas bem interessantes nos próximos anos em matéria de dignidade e honradez. Pois tudo isso contamina o sentimento do povo, e pior: desanima os jovens que precisam de liderança positiva.
        Resta buscar ânimo em outras pastagens, para não desistir de ser um cidadão produtivo e decente.
    Lya Luft. Revista Veja, 06 de outubro de 2013.
    Segundo o texto, serão consequências futuras do baixo nível do ensino hoje, EXCETO:
    Escolha uma alternativa para a questão b7b6d95f-e1
  • BC315FBF-E0

    Português

    Pontuação
    Centro universitário FAG · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO III


    Os problemas de escrita nas empresas que podem tornar a comunicação profissional um inferno


        A comunicação é um ato diário e constante, que faz a diferença entre o sucesso e o fracasso de relações profissionais, pessoais e familiares. No entanto, muitas pessoas preferem transferir o problema ao leitor ou interlocutor, afirmando que ele não é capaz de entender a sua mensagem. Nunca param para analisar que a limitação pode estar na maneira como se expressam.
        Para eliminar essa barreira comportamental rumo ao sucesso na comunicação, temos de deixar de lado a postura egoísta que registramos na infância. Ainda bebês, mesmo com muita dificuldade, limitações e erros, nossos pais e familiares conseguem nos entender, passando a falsa imagem de que é fácil sermos entendidos e não há necessidade de nos esforçarmos.
        No mundo corporativo, há anos já não existe mais a figura da secretária de departamento responsável pela elaboração e revisão de comunicados, apresentações e relatórios. Na era do conhecimento e da internet, em que qualquer funcionário escreve e-mails para toda a empresa, fornecedores e clientes, e não raro escreve em nome da empresa, a exigência da comunicação eficiente em português tornou-se fundamental.
        O e-mail se consolidou como uma ferramenta de comunicação corporativa, mas também é um documento que, na maioria das empresas, ficará arquivado por muito tempo, um registro de erros. Por isso, é preciso que as pessoas dediquem uma especial atenção a essa modalidade de interação.
    (Lígia Velozo Crispino)  
    Em qual das opções abaixo, a retirada da(s) vírgula(s) não acarretaria alteração semântica:
    Escolha uma alternativa para a questão bc315fbf-e0
  • AE5D515C-E0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro universitário FAG · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1


    Most people would agree that learning a second language in a natural acquisition contexto or “on the street” is not the same as learning it in the classroom. Many believe that learning “on the street” is more effective.The traditional instruction environment is one where the language is being taught to a group of second or foreign language learners. In this case, the focus is on the language itself, rather than on information which is carried by the language. The teacher´s goal is to see to it that the students learn the vocabulary and grammatical rules of the target language. The goal of learners in such courses is often to pass an examination rather than to use the language for daily communicative interaction. Communicative instruction environments also involve learners whose goal is learning the language itself, but the style of instruction places an emphasis on interaction, conversation, and language use, rather than on learning about the language. The topics which are discussed in the communicative instruction environment are often topics of general interest to the learner. In these classes, the focus is not selected on the basis of teaching a specific feature of the language, but on teaching learners to use the language in a variety of contexts. Students´ success in these courses is measured in terms of their ability to “get things done” in the second language, rather than on their accuracy in using certain grammatical features.
    (How Languages Are Learned, Oxford University Press, 1998)
    In the text, the expression target language means:
    Escolha uma alternativa para a questão ae5d515c-e0