Questões do ENEM: Linguagens e nível difícil

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4.735 questões encontradas. Mostrando a página 45 de 237.

  • 659C9510-D9

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul 2018, Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)

    NOGUEIRA, Salvador. Os legados do gênio Stephen Hawking, na ciência e na vida. Disponível em:<https://super.abril.com.br/ciencia/os-legados-do-genio-na-ciencia-e-na-vida/>. Acesso em: 22 mar. 2018. (adaptado)

    Considere as seguintes afirmações acerca do emprego de tempos verbais no texto.


    I - Os verbos “seria” (l. 01) “ entrou” (l. 05) estão conjugados no modo indicativo.
    II - Todos os verbos do quarto parágrafo estão conjugados no pretérito imperfeito do indicativo, porque fazem referência a rotinas e hábitos do passado.
    III - Os verbos “Imagine ” (l. 18) “acho” (l. 27) estão conjugados no presente do subjuntivo. Quais estão corretas?

    Quais estão corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão 659c9510-d9
  • 66751393-D8

    Português

    Análise sintática
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Rio Grande do Norte · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho a seguir para responder à questão. 

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Rio Grande do Norte 2018, Análise sintática

    Sintaticamente, o trecho se constitui de
    Escolha uma alternativa para a questão 66751393-d8
  • 66602A40-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Rio Grande do Norte · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 1

    7 MITOS SOBRE REFUGIADOS

    Vários países ocidentais, entre eles o Brasil, estão recebendo fluxos de migrantes e de refugiados, e as reações contrárias aos recém-chegados se multiplicam. Mas a vinda deles pode representar boas notícias para quem os recebe.

    Por: Unescopress

        Hoje o mundo é a casa do maior número de migrantes e refugiados de que se tem registro em qualquer outro momento da história. Tal situação traz desafios complexos para muitos países que tentam gerenciar esse fluxo e acolher com sucesso os novos cidadãos.

    Esses desafios se agravam com a falta de informações precisas e acessíveis na mídia, em que mitos e informações incorretas prevalecem. No pior dos casos, o foco está nos desafios envolvidos ou numa ameaça imaginária de um fluxo repentino de estrangeiros. Faltam quase que por completo na cobertura midiática as múltiplas vantagens para os países que acolhem e as inúmeras histórias de indivíduos, muitas vezes, com alto nível de estudos e ávidos por trabalhar, que buscam uma nova vida e contribuem positivamente para as sociedades que os recebem.

    A Unesco criou um curso para escolas de jornalismo e mídia: “Reporting Migration with a Focus on Refugees” (Reportar a imigração com foco nos refugiados, em tradução livre). O curso é focado na promoção de parcerias que permitam uma visão mais equilibrada da situação. A seguir, estão alguns dos mitos mais comuns e prejudiciais sobre os refugiados.

    1) OS REFUGIADOS SÃO UM PROBLEMA EUROPEU. A Europa acolhe apenas 6% dos refugiados globais, comparados com 39% no Oriente Médio e Norte da África e 29% no resto da África. A grande maioria dos refugiados sírios está em países vizinhos, como Turquia, Líbano, Jordânia e Iraque. Mais de 1 milhão de refugiados chegaram à Europa por mar em 2015, o que representa apenas 0,3% da população total .

    2) OS REFUGIADOS NÃO ESTÃO DESESPERADOS. ESTÃO ESCOLHENDO MIGRAR. Por definição, refugiados são pessoas que fogem cruzando fronteiras para escapar de conflitos violentos ou de perseguição. Eles estão fazendo uso de seu direito legal ao asilo, que consta na Declaração Universal de Direitos Humanos. Todos nós temos esse direito como garantia se algum dia ele se fizer necessário. Os enormes riscos pessoais que os refugiados assumem ao escaparem testemunham a gravidade da situação em que se encontram. Os migrantes são de uma categoria mais ampla, que inclui aqueles que migram por razões econômicas e pessoas buscando escapar de desastres ambientais e da fome.

    3) A MAIORIA DOS REFUGIADOS SÃO HOMENS JOVENS E FISICAMENTE APTOS. Segundo o Alto Comando das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), mais de 75% dos refugiados sírios são mulheres e crianças. Dos refugiados que chegaram à Europa em 2016, mais da metade eram mulheres e crianças.

    4) OS REFUGIADOS ROUBAM OS EMPREGOS DO PAÍS DE ACOLHIMENTO. Os refugiados criam empregos. De acordo com uma pesquisa da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), refugiados expandem o mercado doméstico e criam um emprego para cada vaga que ocupam. Em alguns países, eles respondem por quase um terço do crescimento econômico entre 2007 e 2013.

    5) OS REFUGIADOS E OS MIGRANTES FRAUDAM O SISTEMA SOCIAL. A maioria dos refugiados paga mais aos cofres públicos do que retira deles. Pesquisas feitas em Portugal, Espanha, Reino Unido, Canadá, Alemanha e Grécia mostram que os refugiados são menos ou igualmente dependentes dos fundos públicos em relação aos moradores locais.

    6) OS REFUGIADOS E OS MIGRANTES TRAZEM O TERRORISMO. Dos ataques terroristas no mundo, durante os últimos anos, a vasta maioria foi feita por cidadãos nascidos nos países envolvidos. “Não é o fluxo de refugiados que causa o terrorismo, são o terrorismo, a tirania e a guerra que criam os refugiados”, afirma Antônio Guerra, secretário-geral da ONU. Criar divisões entre as pessoas e estimular o ódio entre grupos é parte da estratégia do terrorismo, em primeiro lugar.

    7) OS PAÍSES DESENVOLVIDOS SÃO SUPERPOPULOSOS E NÃO PODEM ACOLHER MAIS PESSOAS. O crescimento da população nativa na maioria dos países desenvolvidos está em declínio, um problema que pode ter os fluxos migratórios como solução. Refugiados e migrantes podem sustentar os níveis populacionais e trazer uma base de pessoas em idade produtiva para sustentar o número crescente de aposentados dos países que os recebem. 

    Fonte: Revista Planeta, ano 27, edição 542, 2018, p. 54-55.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Rio Grande do Norte 2018, Interpretação de Textos

    TEXTO 2


    Figura 2 de 2 da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Rio Grande do Norte 2018, Interpretação de Textos
    Os mitos que o Texto 1 apresenta
    Escolha uma alternativa para a questão 66602a40-d8
  • 335CADE7-D8

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Ensino Einstein · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, Ensino Einstein 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    According to the third paragraph, PM2.5 is currently a topic of greatest concern in Seoul because
    Escolha uma alternativa para a questão 335cade7-d8
  • 334F89D0-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Ensino Einstein · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Ensino Einstein 2018, Interpretação de Textos

    Na tira,
    Escolha uma alternativa para a questão 334f89d0-d8
  • 8D2EDF21-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão


        A palavra vernáculo caracteriza um modo de aprender as línguas: o aprendizado que se dá, por assimilação espontânea e inconsciente, no ambiente em que as pessoas são criadas. A vernáculo opõe-se tudo aquilo que é transmitido através da escola. Para exemplificar com fatos conhecidos, basta que o leitor brasileiro pense em formas verbais como eu farei e eu fizera, ou em construções como fá-lo-ei, dir-lhe-ia, tu o fizeste ou Ninguém lho negaria. A parte da população brasileira que as conhece chegou a elas pela escola, provavelmente através da leitura de textos literários bastante antigos, pois no Brasil de hoje é quase nula a chance de que essas formas ou construções sejam usadas de maneira espontânea.


    (Rodolfo Ilari e Renato Basso. O português da gente: a língua que estudamos, a língua que falamos)

    Com base no texto, um enunciado que se aproxima do vernáculo é:
    Escolha uma alternativa para a questão 8d2edf21-d8
  • 8D263DCA-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Analise a imagem e o texto da campanha.

    Imagem da questão de Português, INSPER 2018, Interpretação de Textos


    As informações apresentadas permitem concluir corretamente que o objetivo do texto é


    Escolha uma alternativa para a questão 8d263dca-d8
  • 8D1718F3-D8

    Português

    Denotação e Conotação
    INSPER · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder às questão de número

    Drogas e mortes

        As taxas de homicídios dolosos e de mortes de trânsito no Brasil, é notório, situam o país entre os mais violentos do planeta. No ano passado, registraram-se quase 56 mil assassinatos intencionais, ou 27 por 100 mil habitantes. Em 2016, pelo dado mais recente, 38 mil vidas foram ceifadas em ruas e estradas nacionais, cerca de 19 por 100 mil.
        Diante dessa carnificina cotidiana, deve-se exigir das autoridades nada menos que a busca de estratégias mais efetivas para a prevenção desses óbitos. Países desenvolvidos, já há algumas décadas, passaram a adotar com sucesso políticas públicas ancoradas em evidências empíricas. Nem sempre é o que ocorre por aqui, no entanto.
        Tome-se o exemplo da associação entre a ingestão de álcool e o aumento da violência interpessoal (homicídios e agressões) e dos acidentes de trânsito. Embora a relação esteja bem estabelecida na literatura da área, praticamente inexistem no país dados sobre o consumo da substância pelas vítimas.
       Estudo recente conduzido por pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP e noticiado por esta Folha jogou luz sobre tal questão na cidade de São Paulo.
        Os pesquisadores analisaram amostras de sangue de 365 vítimas de crimes violentos. Constatou-se que, em 55% dos casos, havia traços de álcool ou outras drogas.
        Também entre as vítimas de acidentes de trânsito analisadas no trabalho, chama a atenção o alto percentual de casos (43%) que mostraram resquícios de álcool no sangue.
        Embora o país conte há uma década com severa legislação sobre o tema, a taxa indica que o diploma deveria ser mais efetivo em seu propósito. Leis como essa não devem ter a meta de apreender transgressores, mas de criar a percepção de que aqueles que a infringirem serão pegos e punidos.
        O estudo deveria servir de exemplo para que o país invista na geração contínua de dados como esses. Assim será possível identificar as causas dos problemas, avaliar a efetividade das políticas públicas adotadas e orientar a formulação de novas estratégias.

    (Editorial. Folha de S.Paulo, 20.10.2018. Adaptado) 
    Um dos recursos utilizados no editorial para convencimento do público em relação ao tema tratado é o emprego dos dados estatísticos. Outra estratégia é o uso de linguagem figurada que acentua a problemática, como na passagem:
    Escolha uma alternativa para a questão 8d1718f3-d8
  • 8D1182A7-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder às questão de número

    Drogas e mortes

        As taxas de homicídios dolosos e de mortes de trânsito no Brasil, é notório, situam o país entre os mais violentos do planeta. No ano passado, registraram-se quase 56 mil assassinatos intencionais, ou 27 por 100 mil habitantes. Em 2016, pelo dado mais recente, 38 mil vidas foram ceifadas em ruas e estradas nacionais, cerca de 19 por 100 mil.
        Diante dessa carnificina cotidiana, deve-se exigir das autoridades nada menos que a busca de estratégias mais efetivas para a prevenção desses óbitos. Países desenvolvidos, já há algumas décadas, passaram a adotar com sucesso políticas públicas ancoradas em evidências empíricas. Nem sempre é o que ocorre por aqui, no entanto.
        Tome-se o exemplo da associação entre a ingestão de álcool e o aumento da violência interpessoal (homicídios e agressões) e dos acidentes de trânsito. Embora a relação esteja bem estabelecida na literatura da área, praticamente inexistem no país dados sobre o consumo da substância pelas vítimas.
       Estudo recente conduzido por pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP e noticiado por esta Folha jogou luz sobre tal questão na cidade de São Paulo.
        Os pesquisadores analisaram amostras de sangue de 365 vítimas de crimes violentos. Constatou-se que, em 55% dos casos, havia traços de álcool ou outras drogas.
        Também entre as vítimas de acidentes de trânsito analisadas no trabalho, chama a atenção o alto percentual de casos (43%) que mostraram resquícios de álcool no sangue.
        Embora o país conte há uma década com severa legislação sobre o tema, a taxa indica que o diploma deveria ser mais efetivo em seu propósito. Leis como essa não devem ter a meta de apreender transgressores, mas de criar a percepção de que aqueles que a infringirem serão pegos e punidos.
        O estudo deveria servir de exemplo para que o país invista na geração contínua de dados como esses. Assim será possível identificar as causas dos problemas, avaliar a efetividade das políticas públicas adotadas e orientar a formulação de novas estratégias.

    (Editorial. Folha de S.Paulo, 20.10.2018. Adaptado) 
    As informações apresentadas permitem concluir corretamente que o objetivo do editorial é
    Escolha uma alternativa para a questão 8d1182a7-d8
  • 8D01B5CA-D8

    Literatura

    Escolas Literárias
    INSPER · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia os textos para responder à questão.


    Texto I

    Marcela amou-me durante quinze meses e onze contos de réis; nada menos. Meu pai, logo que teve aragem dos onze contos, sobressaltou-se deveras; achou que o caso excedia as raias de um capricho juvenil.
    – Dessa vez, disse ele, vais para Europa; vais cursar uma universidade, provavelmente Coimbra; quero-te para homem sério e não para arruador e gatuno. E como eu fizesse um gesto de espanto: — Gatuno, sim senhor; não é outra cousa um filho que me faz isto...

    (Machado de Assis, Memórias Póstumas de Brás Cubas)


    Texto II

    Ela deixou um bilhete, dizendo que ia sair fora
    Levou meu coração, alguns CDs e o meu livro mais da hora
    Mas eu não sei qual a razão, não entendi por que ela foi embora E eu fiquei pensando em como foi e qual vai ser agora


    É que pena, pra mim tava tão bom aqui
    Com a nega mais teimosa e a mais linda que eu já vi
    Dividindo o edredom e o filminho na TV
    Chocolate quente e meus olhar era só pro cê
    Mas cê não quis, eu era mó feliz e nem sabia
    Beijinho de caramelo que recheava meus dia


    (Luccas Carlos, Bilhete 2.0 [fragmento]. Em: https://www.letras.mus.br)

    Na passagem do romance de Machado de Assis, o amor é apresentado como
    Escolha uma alternativa para a questão 8d01b5ca-d8
  • 8CEF6054-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Se na década de 40 amadureceu a tradição literária nacionalista, nos anos que se lhe seguiram, ditos da “segunda geração romântica”, a poesia brasileira percorrerá os meandros do extremo subjetivismo, à Byron e à Musset. Alguns poetas adolescentes, mortos antes de tocarem a plena juventude, darão exemplo de toda uma temática emotiva de amor e morte, dúvida e ironia, entusiasmo e tédio.

    (Alfredo Bosi, História concisa da Literatura Brasileira)

    As considerações de Alfredo Bosi são corretamente exemplificadas com os versos:
    Escolha uma alternativa para a questão 8cef6054-d8
  • 8CDE022C-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão

    Dicas para evitar a disseminação de boatos e notícias falsas 


    1. Saiba quando uma mensagem é encaminhada
    Mensagens com a etiqueta “Encaminhada” ajudam a determinar se seu amigo ou parente escreveu aquela mensagem ou se ela veio originalmente de outra pessoa.
    2. Verifique fotos e mídia com cuidado
    Fotos, áudios e vídeos podem ser editados para enganar você. Procure por fontes de notícias confiáveis para ver se a história está sendo reportada também em outros veículos. Quando uma notícia é reportada em vários canais confiáveis, é mais provável que ela seja verdadeira.
    3. Fique atento a mensagens que parecem estranhas
    Muitas mensagens ou links para sites que contêm boatos ou notícias falsas apresentam erros de português. Procure por esses sinais para verificar se a informação é confiável.
    4. Esteja atento a preconceitos e influências
    Histórias que parecem difíceis de acreditar são, em sua maioria, realmente falsas.
    5. Notícias falsas frequentemente viralizam
    Não encaminhe uma mensagem só porque o remetente está lhe pedindo para fazer isso.
    6. Verifique outras fontes
    Se você ainda não tem certeza de que uma mensagem é verdadeira, faça uma busca online por fatos e verifique em sites de notícias confiáveis para ver de onde a história veio.
    7. Ajude a parar a disseminação
    Não compartilhe uma mensagem só porque alguém lhe pediu. Se algum contato ou grupo está enviando notícias falsas constantemente, denuncie-os.
    Importante: Se você sentir que você ou alguém está em perigo emocional ou físico, por favor, contate as autoridades locais de cumprimento da lei. Essas autoridades são preparadas e equipadas para oferecer assistência nesses casos.


    (https://faq.whatsapp.com/pt. Adaptado)

    As informações apresentadas permitem afirmar que o texto consiste em
    Escolha uma alternativa para a questão 8cde022c-d8
  • 55DBFC09-D7

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    CARA, Alessia. Scars to your beautiful. Disponível em: <https://www.google.com.br/ search?q=Scars+to+your+beautiful+lyrics&rlz>. Acesso em: nov. 2018.
    The only statement that is not true about the girl profiled in this song is that she
    Escolha uma alternativa para a questão 55dbfc09-d7
  • 55D72CED-D7

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
        Rather than a stable set of features, physical beauty is an ever-morphing construct. But female beauty ideals tend nevertheless to have outlines. These have been most visible throughout history in the pictures drawn by those self-elected gods we call artists. History provides us a record, and from it one basic truth stands out: the ideals women are asked to embody, regardless of culture or continent, have been hammered out almost exclusively by men.
         Consider, for instance, the ways that figure shaping has altered over the centuries. Some 150 years ago, women in Europe began wearing bustles beneath their dresses that greatly enlarged the profile of their buttocks. More recently, the notion of sculpting has been applied directly to the body. In the 1960s, it took the form of dieting, which produced the sort of extremely skinny figure we associate with such models as Twiggy. Her thinness connoted vitality, an escape from the matronhood idealized by earlier generations, as well as an innocent, insouciant sexuality that was not dissimilar to a Roman-era depiction of the Three Graces.
         Consumerism, of which diet fads are certainly a part, has significantly expanded the range of off-the-shelf options for bodily enhancement. In the 1980s and ’90s, women frequently turned to surgery – breast or buttocks augmentation, nose jobs – and other non-surgical interventions such as Botox and tanning.
         It’s worth noting that if art holds a mirror up to culture, it has with rare exception failed to reflect a manifestation of female beauty of the last decade: the high-performance, muscled athlete. Popular magazines like ESPN The Magazine’s “Body Issue” have made gestures in this direction, by putting women like Serena Williams on the cover. But, in large part, art seems not to have taken account of the fact that the athlete has become a figure of everyday life, not just a pro.

    KUNITZ, Daniel. Disponível em: <www.artsy.net/article/artsy-editorial-how-art-hasshaped-female-beauty-ideals-history>. Acesso em: nov. 2018. Adaptado.
    Considering the figure of athletic women, the text says that
    Escolha uma alternativa para a questão 55d72ced-d7
  • 55D2E553-D7

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
        Rather than a stable set of features, physical beauty is an ever-morphing construct. But female beauty ideals tend nevertheless to have outlines. These have been most visible throughout history in the pictures drawn by those self-elected gods we call artists. History provides us a record, and from it one basic truth stands out: the ideals women are asked to embody, regardless of culture or continent, have been hammered out almost exclusively by men.
         Consider, for instance, the ways that figure shaping has altered over the centuries. Some 150 years ago, women in Europe began wearing bustles beneath their dresses that greatly enlarged the profile of their buttocks. More recently, the notion of sculpting has been applied directly to the body. In the 1960s, it took the form of dieting, which produced the sort of extremely skinny figure we associate with such models as Twiggy. Her thinness connoted vitality, an escape from the matronhood idealized by earlier generations, as well as an innocent, insouciant sexuality that was not dissimilar to a Roman-era depiction of the Three Graces.
         Consumerism, of which diet fads are certainly a part, has significantly expanded the range of off-the-shelf options for bodily enhancement. In the 1980s and ’90s, women frequently turned to surgery – breast or buttocks augmentation, nose jobs – and other non-surgical interventions such as Botox and tanning.
         It’s worth noting that if art holds a mirror up to culture, it has with rare exception failed to reflect a manifestation of female beauty of the last decade: the high-performance, muscled athlete. Popular magazines like ESPN The Magazine’s “Body Issue” have made gestures in this direction, by putting women like Serena Williams on the cover. But, in large part, art seems not to have taken account of the fact that the athlete has become a figure of everyday life, not just a pro.

    KUNITZ, Daniel. Disponível em: <www.artsy.net/article/artsy-editorial-how-art-hasshaped-female-beauty-ideals-history>. Acesso em: nov. 2018. Adaptado.
    As far as figure shaping has changed over time, the text says that
    Escolha uma alternativa para a questão 55d2e553-d7
  • 55CE6DDF-D7

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
        Rather than a stable set of features, physical beauty is an ever-morphing construct. But female beauty ideals tend nevertheless to have outlines. These have been most visible throughout history in the pictures drawn by those self-elected gods we call artists. History provides us a record, and from it one basic truth stands out: the ideals women are asked to embody, regardless of culture or continent, have been hammered out almost exclusively by men.
         Consider, for instance, the ways that figure shaping has altered over the centuries. Some 150 years ago, women in Europe began wearing bustles beneath their dresses that greatly enlarged the profile of their buttocks. More recently, the notion of sculpting has been applied directly to the body. In the 1960s, it took the form of dieting, which produced the sort of extremely skinny figure we associate with such models as Twiggy. Her thinness connoted vitality, an escape from the matronhood idealized by earlier generations, as well as an innocent, insouciant sexuality that was not dissimilar to a Roman-era depiction of the Three Graces.
         Consumerism, of which diet fads are certainly a part, has significantly expanded the range of off-the-shelf options for bodily enhancement. In the 1980s and ’90s, women frequently turned to surgery – breast or buttocks augmentation, nose jobs – and other non-surgical interventions such as Botox and tanning.
         It’s worth noting that if art holds a mirror up to culture, it has with rare exception failed to reflect a manifestation of female beauty of the last decade: the high-performance, muscled athlete. Popular magazines like ESPN The Magazine’s “Body Issue” have made gestures in this direction, by putting women like Serena Williams on the cover. But, in large part, art seems not to have taken account of the fact that the athlete has become a figure of everyday life, not just a pro.

    KUNITZ, Daniel. Disponível em: <www.artsy.net/article/artsy-editorial-how-art-hasshaped-female-beauty-ideals-history>. Acesso em: nov. 2018. Adaptado.
    According to the text, fill in the blanks with T (True) or F (False). It’s stated in the text

    ( ) Standards of feminine physical beauty have changed markedly over time.

    ( ) Just one type of female beauty has remained unchanged at all times and places.

    ( ) Some feminine physical features have been praised as universally appealing in all cultures.

    ( ) In general, images of women have historically followed a pattern set down by men.

    The correct sequence, from top to bottom, is
    Escolha uma alternativa para a questão 55ce6ddf-d7
  • 55C63CF2-D7

    Português

    Coesão e coerência
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
        O corpo é também um registro de uma civilização, pois nele está marcada a cultura de um povo. Sendo assim, a leitura do corpo é, de certa forma, a leitura de uma cultura. As expressões culturais de uma civilização estão registradas no corpo e são percebidas na linguagem oral, no vestuário, na postura do corpo, na aparência, nas marcas de expressões nos rostos, na maquilagem. O corpo possui uma expressividade capaz de comunicar e transmitir nossos pensamentos e sentimentos. Nossas mãos funcionam como complemento de nossas falas, os olhos e as expressões faciais trabalham num sistema em conjunto com nossa mente.
         Além disso, o corpo demonstra as mudanças sociais. No período do Império, no Brasil, ter um corpo sem manchas ou queimaduras de sol expressava riqueza, pois a pele branca e lisa estava relacionada à cultura europeia, tida como exemplo de conhecimento e sofisticação a serem seguidos. Às pessoas que trabalhavam nos serviços braçais ou que tinham a pele escura restava a exclusão social. Atualmente, há uma inversão estética, pois, ter um corpo bronzeado e queimado de sol está relacionado à beleza, riqueza e sensualidade.
         Como nossos corpos são registros de nossa sociedade, através deles podemos perceber e analisar a quais valores e padrões de beleza a que estão submetidos. Tais padrões são resultados de transformações sociais, políticas e científicas.

    CORRÊA, Ainah Franqueiro. O corpo na “Campanha pela Real Beleza” da Dove. Disponível em: < http://www.intercom.org.br>. Acesso em: nov. 2018.
    As ideias apresentadas no texto estruturam-se em torno de elementos que promovem o encadeamento das ideias e a progressão do tema abordado.

    A esse respeito, está correto o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão 55c63cf2-d7
  • 55B98946-D7

    Português

    Análise sintática
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública 2018, Análise sintática

    Se Narciso se encontra com Narciso
    e um deles finge
    que ao outro admira
    (para sentir-se admirado),
    o outro
    pela mesma razão finge também
    e ambos acreditam na mentira.

    Para Narciso
    o olhar do outro, a voz
    do outro, o corpo
    é sempre o espelho
    em que ele a própria imagem mira.
    E se o outro é
    como ele
    outro Narciso,
    é espelho contra espelho:
    o olhar que mira
    reflete o que o admira
    num jogo multiplicado em que a mentira
    de Narciso a Narciso
    inventa o paraíso.
    E se amam mentindo
    no fingimento que é necessidade
    e assim
    mais verdadeiro que a verdade.

    Mas exige, o amor fingido,
    ser sincero
    o amor que como ele
    é fingimento.
    E fingem mais
    os dois
    com o mesmo esmero
    com mais e mais cuidado
    – e a mentira se torna desespero.
    Assim amam-se agora
    se odiando.

    O espelho
    embaciado,
    já Narciso em Narciso não se mira:
    se torturam
    se ferem
    não se largam
    que o inferno de Narciso
    é ver que o admiravam de mentira.

    GULLAR, Ferreira. Narciso e Narciso. Disponível em: <http://dejafilho.blogspot.com>. Acesso em: nov. 2018.
    Considerando-se os aspectos linguísticos do texto, está correto o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão 55b98946-d7
  • 55A956D7-D7

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
        O século XIX foi a época das maiores conquistas que as mulheres tiveram ao longo de sua história; a luta pelo direito de votar, opinar, igualdade de trabalho, frequentar universidades. A sociedade abriu espaço para elas serem livres, mas, no século XX, vimos que a indústria do consumo, que tanto ajudamos a construir, tem feito as mulheres escravas de um padrão inatingível de beleza.
         A indústria do consumo tem o objetivo de vender seus produtos, sejam eles cigarros, carros, cervejas, roupas, calçados, ou até mesmo comidas, com o corpo da mulher. Hoje o corpo feminino vende tudo, mas essa imagem de corpo perfeito e a espetacularização da moda, têm trazido consequências drásticas à nossa sociedade, com milhares de pessoas insatisfeitas consigo mesmas, uma vez que seu perfil em frente ao espelho só lhes mostra defeitos, pois não enxergam mais sua beleza interior, e sentem um vazio enorme dentro de si, porque querem ser o que não são, querem ser como as modelos das capas de revistas e comerciais.
         Esses efeitos, causados pela indústria do consumo na sociedade, são promotores de crescimento e sucesso industrial, porque pessoas insatisfeitas correm às lojas para comprar objetos a fim de satisfazer seus desejos, acabar com a ansiedade, aumentar sua autoestima. Mas esses prazeres são passageiros, pois, logo após alguns segundos, já querem outro produto, pois o que compraram há pouco tempo já se tornou obsoleto, tudo isso devido à vida líquida que vivemos nesta sociedade moderna, onde nada se firma, não há tempo para as coisas tomarem forma, por causa dos avanços constantes, das modas passageiras e do surgimento, a cada minuto, de uma nova tecnologia.
         A indústria do consumo tem o objetivo de promover, inconscientemente, a insatisfação e não a satisfação, como muitas pessoas pensam e se deixam influenciar. Pessoas satisfeitas, bem humoradas, com autoestima não precisam da paranoia de viver comprando desenfreadamente, ou viver correndo atrás das coisas que estão na moda, a qual muda todo dia, trazendo, assim, um desgaste constante, por viver trocando carro, celular, roupas, calçados. Pessoas bem resolvidas consomem mais ideias do que estética. A cada dia, os seres humanos estão sendo vistos por essa indústria de consumo como mais um número de cartão de crédito, mais um comprador em potencial, e não como alguém que deve ser valorizado por sua inteligência, capacidades e beleza interior. Não importa o que as indústrias da moda, da beleza, do consumo e os meios de comunicações nos impõem, ou os produtos que colocam no mercado, prometendo milagres de beleza, de rejuvenescimento, dizendo que isso fará o indivíduo ser bem aceito na sociedade e ter ascensão social. Não adianta estar se matando para atingir o inatingível, pois cada pessoa tem uma beleza única e deve ser aceita como é. Cuidar-se e ser vaidosa faz parte da natureza de cada mulher, mas não deve chegar ao ponto de se deixar escravizar por isso. O envelhecer é nosso destino, viver feliz e com dignidade deve ser nossa meta.

    SILVA, Henriette Valéria da. O padrão de beleza imposto pela mídia. Disponível em: <http:/observatoriodaimprensa.com.br>. Acesso em: nov. 2018. Adaptado.


    O objetivo principal do texto é
    Escolha uma alternativa para a questão 55a956d7-d7
  • F7CBEBC7-D7

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.


        There is nothing conventional about 17-year-old Michael Fuller’s relationship with music. As someone with high-functioning autism who sees the world through sound, creating melodies from the bustle of the high street or trains on the tracks feels more natural than any social interaction. This hardwired connection to sound has been with him for as long as he can remember.

        By the age of 11, Michael could play Mozart by ear, having taught himself to play the piano through a mobile phone app. The app highlighted notes on a keyboard as classical music played. He describes his unusual musical talent as “downloading” music into his head. His mother, Nadine, remembers that as a child Michael would “suddenly pop up and say: ‘I’ve got a symphony’”. Michael took to the piano and found he could quickly perform complex pieces from memory.

        “I liked what I was hearing, sought more music and began studying through Google and YouTube,” he remembers. “It was very organic. I would listen in great depth and the music would be implanted in my mind. I could then just play it on the piano – all without being taught.”

        Growing up in a family that listened to reggae over classical music, Michael feels “very much aware” of how different his approach is to music – symbolised by the way he taught himself piano as a child. This, his mother says, came as a “surprise to the family and myself – I’d never listened to classical music in my life”.

        It was not long after learning to play the piano that Michael started composing his own works. Describing this process as “making music with my mind”, Michael says composing classical symphonies “helps me to express myself through music – it makes me calm”. Michael wants to nurture his song writing to achieve his ambition of becoming a modern mainstream classical artist. He wants to control the creative process, unlike typical modern-day composers, who he says “write blobs on a page, hand it over to the musicians – then say bye-bye and stay in the background and get no recognition”. Instead, Michael is determined to take centre stage.


    (Alex Taylor. www.bbc.com, 27.03.2018. Adaptado.)

    In the excerpt from the second paragraph “he could quickly perform complex pieces”, the underlined word indicates
    Escolha uma alternativa para a questão f7cbebc7-d7