Questões do ENEM: Linguagens e nível muito difícil

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363 questões encontradas. Mostrando a página 15 de 19.

  • 7B2A2001-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC-GO · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 05

          Fecho os olhos com insistência e tento resgatar a veracidade daqueles momentos. Tudo insólito, orvalho matutino, insolitíssimo.
         Na infância, corríamos quintal adentro. Subíamos nas grimpas das árvores e lá brincávamos de morar. Ela sempre no andar de baixo; eu, nas alturas. [...] O mundo dali era pequeno e ao mesmo tempo enorme. Eu e o mundo. Um no dentro do outro. Um além do outro. Tão longe e tão junto. [...] Ficava, eu, horas e horas, assim, balançando nas grimpas. Esquecia do tempo. Às vezes, brincávamos de impulsionar forte o galho, no ritmo do balanço até que lançássemos o nosso corpo da copa de uma árvore aos galhos de outras árvores próximas, feito pássaros: voando de galho em galho, de árvore em árvore, transpondo os limites do vazio e do céu.

    (RODRIGUES, Maria Aparecida. A Transfiguração de Lúcia In:. _______ . Cinzas da paixão e outras estórias. Goiânia: Ed. da UCG, 2007. p. 19.)
    Assinale a alternativa que caracteriza corretamente o livro de contos Cinzas da paixão e outras estórias, de Maria Aparecida Rodrigues:
    Escolha uma alternativa para a questão 7b2a2001-b0
  • 7AE92BA8-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    PUC-GO · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Drought is an important element of the plot of Vidas Secas. From the alternatives given below, select the description of drought that best reflects what is going on in the excerpt above.
    Escolha uma alternativa para a questão 7ae92ba8-b0
  • BF6B3A05-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    UFPR · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que a expressão entre parênteses veicula significação equivalente à expressão grifada do enunciado.
    Escolha uma alternativa para a questão bf6b3a05-b0
  • 5D47AB91-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNICENTRO · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2010

    BLACK, Richard. Arctic warmest in two millennia. Disponível em:<www.bbc.co.uk/ worldservice/learningenglish/language/wordsinthenews/2009/09/090904_witn_arctic.shtml>. Acesso em: 10 jun. 2010.

    The only alternative in which the word or expression from the text IS NOT correctly defined is
    Escolha uma alternativa para a questão 5d47ab91-b0
  • 5D393D43-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNICENTRO · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2010

    COLLYNS, Dan. Peruvian mummy found. Disponível em: <www.bbc.co.uk/worldservice/learningenglish/language/wordsinthenews/2009/09/090916_witn_peru_mummy.shtm>. Acesso em: 10 jun. 2010.

    “The woman, named the ‘Lady of Pacopampa’ after the site in the northern highlands” (l. 5-7)


    The expression in bold should be understood as

    Escolha uma alternativa para a questão 5d393d43-b0
  • F5DD58C2-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    UEL · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto V e responda a questão. 

    Texto V

    O “Adeus” de Teresa

    A vez primeira que eu fitei Teresa,

    Como as plantas que arrasta a correnteza,

    A valsa nos levou nos giros seus...

    E amamos juntos... E depois na sala

    “Adeus” eu disse-lhe a tremer co’a fala...

    E ela, corando, murmurou-me: “adeus.”

    Uma noite... entreabriu-se um reposteiro...

    E da alcova saía um cavaleiro

    Inda beijando uma mulher sem véus...

    Era eu... Era a pálida Teresa!

    “Adeus” lhe disse conservando-a presa...

    E ela entre beijos murmurou-me: “adeus!”

    Passaram tempos... séc’los de delírio

    Prazeres divinais... gozos do Empíreo...

    ... Mas um dia volvi aos lares meus.

    Partindo eu disse – “Voltarei!... descansa!...”

    Ela, chorando mais que uma criança,

    Ela em soluços murmurou-me: “adeus!”

    Quando voltei... era o palácio em festa!...

    E a voz d’Ela e de um homem lá na orquestra

    Preenchiam de amor o azul dos céus.

    Entrei!... Ela me olhou branca... surpresa!

    Foi a última vez que eu vi Teresa!...

    E ela arquejando murmurou-me: “adeus!” 

    (CASTRO ALVES, Antonio Frederico. Espumas flutuantes. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2005. p. 51.)

    Acerca do poema, é correto afirmar:

    I. A palavra “adeus” apresenta variações de significado.

    II. Na terceira estrofe, a ausência do eu-lírico é marcada por hipérboles

    III. Há ruptura da idealização da figura feminina.

    IV. O amor espiritual sobrepõe-se ao amor carnal.


    Assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão f5dd58c2-b0
  • F5C2A9B9-B0

    Português

    Morfologia - Pronomes
    UEL · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto III e responda a questão. 

    Texto III

        Bom-Crioulo não pensou em dormir, cheio, como estava, de ódio e desespero. Ecoavam-lhe ainda no ouvido, como um dobre fúnebre, aquelas palavras de uma veracidade brutal, e de uma rudez pungente: “Dizem até que está amigado!”

        Amigado, o Aleixo! Amigado, ele que era todo seu, que lhe pertencia como o seu próprio coração: ele, que nunca lhe falara em mulheres, que dantes era tão ingênuo, tão dedicado, tão bom!... Amigar-se, viver com uma mulher, sentir o contacto de outro corpo que não o seu, deixar-se beijar, morder, nas ânsias do gozo, por outra pessoa que não ele, Bom-Crioulo!...

        Agora é que tinha um desejo enorme, uma sofreguidão louca de vê-lo, rendido, a seus pés, como um animalzinho; agora é que lhe renasciam ímpetos vorazes de novilho solto, incongruências de macho em cio, nostalgias de libertino fogoso... As palavras de Herculano (aquela história do grumete com uma rapariga) tinham-lhe despertado o sangue, fora como uma espécie de urtiga brava arranhando-lhe a pele, excitando-o, enfurecendo-o de desejo. Agora sim, fazia questão! E não era somente questão de possuir o grumete, de gozá-lo como outrora, lá cima, no quartinho da Rua da Misericórdia: - era questão de gozá-lo, maltratando-o, vendo-o sofrer, ouvindo-o gemer... Não, não era somente o gozo comum, a sensação ordinária, o que ele queria depois das palavras de Herculano: era o prazer brutal, doloroso, fora de todas as leis, de todas as normas... E havia de tê-lo, custasse o que custasse!
       Decididamente ia realizar o seu plano de fuga essa noite, ia desertar pelo mundo à procura de Aleixo.
       Inquieto, sobreexcitado, nervoso, pôs-se a meditar. O grumete aparecia-lhe com uma feição nova, transfigurado pelos excessos do amor, degenerado, sem aquele arzinho bisonho que todos lhe admiravam, o rosto áspero, crivado de espinhas, magro, sem cor, sem sangue nos lábios... Pudera! Um homem não resiste, quanto mais uma criança! Aleixo devia de estar muito acabado; via-o nos braços da amante, da tal rapariga - ele novo, ela mocinha, na flor dos vinte anos -, via-o rolar em espasmos luxuriosos, grudado à mulher, sobre uma cama fresca e alva - rolar e cair extenuado, crucificado, morto de fraqueza... Depois a rapariga debruçava-se sobre ele, juntava boca à boca num grande beijo de reconhecimento. E no dia seguinte, na noite seguinte, a mesma cousa. 

    (CAMINHA, Adolfo. Bom-Crioulo. São Paulo: Ediouro, s/d. p. 73-74.)
    Observe as formas “excitando-o” e “maltratando-o”, presentes no 3º parágrafo. Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão f5c2a9b9-b0
  • F5B63E2D-B0

    Literatura

    Escolas Literárias
    UEL · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto III e responda a questão. 

    Texto III

        Bom-Crioulo não pensou em dormir, cheio, como estava, de ódio e desespero. Ecoavam-lhe ainda no ouvido, como um dobre fúnebre, aquelas palavras de uma veracidade brutal, e de uma rudez pungente: “Dizem até que está amigado!”

        Amigado, o Aleixo! Amigado, ele que era todo seu, que lhe pertencia como o seu próprio coração: ele, que nunca lhe falara em mulheres, que dantes era tão ingênuo, tão dedicado, tão bom!... Amigar-se, viver com uma mulher, sentir o contacto de outro corpo que não o seu, deixar-se beijar, morder, nas ânsias do gozo, por outra pessoa que não ele, Bom-Crioulo!...

        Agora é que tinha um desejo enorme, uma sofreguidão louca de vê-lo, rendido, a seus pés, como um animalzinho; agora é que lhe renasciam ímpetos vorazes de novilho solto, incongruências de macho em cio, nostalgias de libertino fogoso... As palavras de Herculano (aquela história do grumete com uma rapariga) tinham-lhe despertado o sangue, fora como uma espécie de urtiga brava arranhando-lhe a pele, excitando-o, enfurecendo-o de desejo. Agora sim, fazia questão! E não era somente questão de possuir o grumete, de gozá-lo como outrora, lá cima, no quartinho da Rua da Misericórdia: - era questão de gozá-lo, maltratando-o, vendo-o sofrer, ouvindo-o gemer... Não, não era somente o gozo comum, a sensação ordinária, o que ele queria depois das palavras de Herculano: era o prazer brutal, doloroso, fora de todas as leis, de todas as normas... E havia de tê-lo, custasse o que custasse!
       Decididamente ia realizar o seu plano de fuga essa noite, ia desertar pelo mundo à procura de Aleixo.
       Inquieto, sobreexcitado, nervoso, pôs-se a meditar. O grumete aparecia-lhe com uma feição nova, transfigurado pelos excessos do amor, degenerado, sem aquele arzinho bisonho que todos lhe admiravam, o rosto áspero, crivado de espinhas, magro, sem cor, sem sangue nos lábios... Pudera! Um homem não resiste, quanto mais uma criança! Aleixo devia de estar muito acabado; via-o nos braços da amante, da tal rapariga - ele novo, ela mocinha, na flor dos vinte anos -, via-o rolar em espasmos luxuriosos, grudado à mulher, sobre uma cama fresca e alva - rolar e cair extenuado, crucificado, morto de fraqueza... Depois a rapariga debruçava-se sobre ele, juntava boca à boca num grande beijo de reconhecimento. E no dia seguinte, na noite seguinte, a mesma cousa. 

    (CAMINHA, Adolfo. Bom-Crioulo. São Paulo: Ediouro, s/d. p. 73-74.)
    Considere as afirmativas a seguir a respeito dos trechos “ímpetos vorazes de novilho solto” e “incongruências de macho em cio”. As expressões

    I. revelam um distanciamento das características românticas no que se refere à disposição amorosa das personagens.

    II. confirmam a permanência de traços românticos em obras naturalistas, como o sentimentalismo exacerbado, a retidão moral dos heróis e a vocação para a aventura.

    III. denotam a identificação do romance com o determinismo naturalista, entendido aqui como a influência da natureza idealizada sobre o ânimo das personagens.

    IV. indicam afinidades com procedimentos naturalistas que correlacionam atitudes e reações de personagens com o comportamento de animais.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão f5b63e2d-b0
  • F5B110D9-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    UEL · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto III e responda a questão. 

    Texto III

        Bom-Crioulo não pensou em dormir, cheio, como estava, de ódio e desespero. Ecoavam-lhe ainda no ouvido, como um dobre fúnebre, aquelas palavras de uma veracidade brutal, e de uma rudez pungente: “Dizem até que está amigado!”

        Amigado, o Aleixo! Amigado, ele que era todo seu, que lhe pertencia como o seu próprio coração: ele, que nunca lhe falara em mulheres, que dantes era tão ingênuo, tão dedicado, tão bom!... Amigar-se, viver com uma mulher, sentir o contacto de outro corpo que não o seu, deixar-se beijar, morder, nas ânsias do gozo, por outra pessoa que não ele, Bom-Crioulo!...

        Agora é que tinha um desejo enorme, uma sofreguidão louca de vê-lo, rendido, a seus pés, como um animalzinho; agora é que lhe renasciam ímpetos vorazes de novilho solto, incongruências de macho em cio, nostalgias de libertino fogoso... As palavras de Herculano (aquela história do grumete com uma rapariga) tinham-lhe despertado o sangue, fora como uma espécie de urtiga brava arranhando-lhe a pele, excitando-o, enfurecendo-o de desejo. Agora sim, fazia questão! E não era somente questão de possuir o grumete, de gozá-lo como outrora, lá cima, no quartinho da Rua da Misericórdia: - era questão de gozá-lo, maltratando-o, vendo-o sofrer, ouvindo-o gemer... Não, não era somente o gozo comum, a sensação ordinária, o que ele queria depois das palavras de Herculano: era o prazer brutal, doloroso, fora de todas as leis, de todas as normas... E havia de tê-lo, custasse o que custasse!
       Decididamente ia realizar o seu plano de fuga essa noite, ia desertar pelo mundo à procura de Aleixo.
       Inquieto, sobreexcitado, nervoso, pôs-se a meditar. O grumete aparecia-lhe com uma feição nova, transfigurado pelos excessos do amor, degenerado, sem aquele arzinho bisonho que todos lhe admiravam, o rosto áspero, crivado de espinhas, magro, sem cor, sem sangue nos lábios... Pudera! Um homem não resiste, quanto mais uma criança! Aleixo devia de estar muito acabado; via-o nos braços da amante, da tal rapariga - ele novo, ela mocinha, na flor dos vinte anos -, via-o rolar em espasmos luxuriosos, grudado à mulher, sobre uma cama fresca e alva - rolar e cair extenuado, crucificado, morto de fraqueza... Depois a rapariga debruçava-se sobre ele, juntava boca à boca num grande beijo de reconhecimento. E no dia seguinte, na noite seguinte, a mesma cousa. 

    (CAMINHA, Adolfo. Bom-Crioulo. São Paulo: Ediouro, s/d. p. 73-74.)
    Quanto à frase: “Um homem não resiste, quanto mais uma criança!”, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão f5b110d9-b0
  • 826AA331-B0

    Português

    Problemas da língua culta
    PUC - Campinas · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo. Constitui o início do conto “AA”, de Rubem Fonseca. 
    Imagem da questão de Português, da prova de 2010
    (64 contos de Rubem Fonseca. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. p. 692) 
    A substituição que preserva o padrão culto escrito é a de
    Escolha uma alternativa para a questão 826aa331-b0
  • 8261A9A1-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - Campinas · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo. Constitui o início do conto “AA”, de Rubem Fonseca. 
    Imagem da questão de Português, da prova de 2010
    (64 contos de Rubem Fonseca. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. p. 692) 
    No fragmento acima,
    Escolha uma alternativa para a questão 8261a9a1-b0
  • B0E6A8D8-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    UNEMAT · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que as palavras completam corretamente as lacunas.

    Era um burrinho__________, miúdo e resignado, vindo de Passa-Tempo, Conceição do Serro, ou não sei onde no sertão. (p. 3)

    É aqui, perto do vau da _________: tem uma fazenda, denegrida e desmantelada; uma cerca de pedra-seca, do tempo de escravos. (p. 118)

    Cassiano escolhera mal o lugar onde se derrear: no ________ era tudo gente miúda, amarelenta ou amaleitada, esmolambada, escabreada, que não conhecia o trem-de-ferro, mui pacata e sem ação. (p. 158)

    Uma barbaridade! Até os meninos faziam feitiço, no ___________. O mestre dava muito coque, e batia de régua, também. (p. 225)

    E começou o caso, na encruzilhada da _______, logo após a cava do Mata-quatro, onde com a palhada do milho e o algodoal de pompons frouxos, se truncam as derradeiras roças da Fazenda dos Caetanos e o mato de terra ruim começa dos dois lados. (p. 283)
    Escolha uma alternativa para a questão b0e6a8d8-b0
  • B0E29F54-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    UNEMAT · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia os fragmentos da obra Contos, de Mário de Andrade.

    1. “E só mais tarde, já lá pelos nove ou dez anos, é que lhe dei nosso único beijo, foi maravilhoso. Se a criançada estava toda junta naquela casa sem jardim da Tia Velha, era fatal brincarmos de família, porque assim Tia Velha evitava correrias e estragos. Brinquedos aliás que nos interessava muito, apesar da idade já avançada para ele, mas é que na casa de Tia Velha tinha muitos quartos, de forma que casávamos rápido, só de boca, sem nenhum daqueles cerimoniais de mentira que dantes nos interessavam tanto, e cada par fugia logo, indo viver no seu quarto [...]. O que os outros faziam, não sei. Eu, isto é, eu com Maria, não fazíamos nada. Eu adorava principalmente era ficar assim sozinho com ela, sabendo várias safadezas já mas sem tentar nenhuma” (Vestida de preto, p. 19).

    2. “Foi decerto por isto que me nasceu, esta sim, espontaneamente, a idéia de fazer uma das minhas chamadas ‘loucuras’. Essa fora aliás, e desde muito cedo, a minha esplêndida conquista contra o ambiente familiar. Desde cedinho, desde os tempos de ginásio, em que arranjava regularmente uma reprovação todos os anos; desde o beijo às escondidas, numa prima, aos dez anos, descoberto por Tia Velha, uma detestável de tia; e principalmente desde as lições que dei ou recebi, não sei, duma criada de parentes: eu consegui no reformatório do lar e na vasta parentagem, a fama conciliatória de ‘louco’” (O peru de natal, p. 71).

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão b0e29f54-b0
  • 4C37E06B-AF

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    UNEMAT · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto I

    MADRE DE OCTILLIZOS EVITA PERDER CASA POR ADEUDOS 


    Imagem da questão de Espanhol, da prova de 2010

    Suleman pretende:
    Escolha uma alternativa para a questão 4c37e06b-af
  • 4C345AA4-AF

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    UNEMAT · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto I

    MADRE DE OCTILLIZOS EVITA PERDER CASA POR ADEUDOS 


    Imagem da questão de Espanhol, da prova de 2010

    De acordo com o texto, assinale a alternativa correta na questão.
    Escolha uma alternativa para a questão 4c345aa4-af
  • E2BC51CB-AF

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNEMAT · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2010

    Fonte:

    http://www.cnn.com/2010/WORLD/asiapcf/10/18/china.m

    iners/index.html?iref=allsearch (Acessado e adaptado

    em 08/10/10) 

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão e2bc51cb-af
  • E2B9049C-AF

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNEMAT · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2010

    Fonte:

    http://www.cnn.com/2010/WORLD/asiapcf/10/18/china.m

    iners/index.html?iref=allsearch (Acessado e adaptado

    em 08/10/10) 

    Analise as assertivas abaixo.


    I. A explosão ocorreu em uma mina de carvão localizada na província de Henan, próxima à cidade de Xinhua.

    II. A palavra pit (ℓ. 8) refere-se à mina que explodiu.

    III. Du Bo é um deputado chinês empenhado na operação para salvar os mineiros.

    IV. A palavra workers (ℓ. 3 e 14) refere-se aos mineiros.

    V. É a segunda vez que ocorrem acidentes com explosão na mesma mina e com vítimas fatais.


    Assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão e2b9049c-af
  • 37B157A8-AF

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    UFU-MG · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Pelota valenciana: un deporte olímpico


    Josué Ferrer


               ¿Y por qué no? La pelota, deporte nacional de los valencianos, ha sido históricamente uno de los deportes más grandes del mundo. A pesar de que la burguesía y la intelectualidad valencianas a menudo le han dado la espalda, este glorioso deporte ha sobrevivido a las adversidades gracias a la práctica que de él se ha hecho en muchísimos pueblos de nuestro país. Desde aquí enarbolo mi voz a favor de que se trabaje para promocionar la pelota valenciana de cara a que pueda tener representación en los Juegos Olímpicos (JJOO) pues es un deporte más importante de lo que creemos. Por eso, hay que desterrar los mitos y prejuicios que provienen de la ignorancia y darnos cuenta de que el deporte de pelota reúne grandes condiciones para ser olímpico y de que de hecho se lo merece muchísimo más que otros.
             1. La pelota es un deporte histórico. Llamarle milenario no es exagerar pues se ha jugado, en unas modalidades u otras, desde tiempos inmemoriales en pueblos tan diversos como el egipcio, el japonés o el maya. En ese aspecto la pelota, solamente por historia, merece su condición olímpica mucho más que deportes recientes como fútbol o bolea playa.
              2. No es un deporte de pueblerinos. A pelota han jugado emperadores (Alejandro Magno…), césares (Vespasiano, Alejandro Severo…), reyes (Luis X, Carlos VIII, Francisco I, Enrique IV…), etc. El hecho de que las elites más poderosas de la Tierra hayan disfrutado jugando a pelota le confiere ese toque aristocrático y prestigioso que todo deporte necesita.
             3. La pelota no es propia de ignorantes. Ignorante es quien piense lo contrario pues no sabe que la pelota ha cautivado a los más altos intelectuales. Escritores como Luis Vives, Pedro Calderón de la Barca o Francesc Almela i Vives, pintores como Francisco de Goya o Josep Bru o escultores como Ignasi Pinazo, entre otros, se han interesado por ella.
            4. La pelota no es un deporte minoritario. De hecho, hasta el siglo XVIII fue el deporte más practicado en toda Europa. Y a pesar de la dura competencia de los deportes de masas, la pelota valenciana se encuentra en auge. Atrae cada vez a más críticos, prensa y público. Además cuenta con una proyección internacional con los campeonatos de Europa y del mundo.
          5. Tiene un enorme potencial de expansión. La pelota valenciana se puede jugar prácticamente en cualquier rincón, como por ejemplo la calle. En ese aspecto, a nivel de deporte de base, los niños de cualquier país del mundo pueden interesarse más por la pelota que por otros deportes que requieren instalaciones especiales como el tenis o el golf.
           6. Es un deporte plural. La pelota es un deporte extraordinariamente plural tanto en las modalidades como en las reglas que en ellas se aplican. Así vemos que en Euskadi los pelotaris juegan frente a un muro mientras en el Reino de Valencia juega un hombre frente a otro. El tenis (que es deporte olímpico) es un invento anglosajón inspirado en la pelota.
             7. La pelota es un deporte competitivo. Actualmente la pelota se practica a un alto nivel en el Reino de Valencia, Bélgica, Holanda, Italia, Francia y Argentina. Otros deportes olímpicos como el hockey sobre hielo tienen mucha menos rivalidad. De hecho, con la desintegración de la Unión Soviética, Canadá es prácticamente la única gran potencia mundial en este juego.
            8. La pelota no es un deporte caro. A lo largo de la historia las autoridades pertinentes han eliminado muchísimos deportes de los Juegos para reducir costes que en algunos casos eran exorbitantes. No es el caso de este juego que cuenta con plantillas reducidas, un material económico y que lejos de necesitar grandes estadios se puede disputar en cualquier lugar.
           9. Da espectáculo. La pelota no tiene por qué ser un deporte aburrido como lo pueda ser el remo para alguna gente. Al contrario. Las reglas son bien sencillas y fáciles de entender, el duelo que se da entre los pelotaris resulta apasionante y titánico, el público se va satisfecho del trinquete y las apuestas dan aún más interés al juego.
            10. Es clásico y prestigioso. La pelota valenciana no es como esos ridículos pseudodeportes que salen de la noche a la mañana y que aunque se les tilde de deportes no pasan de ser estúpidos juegos de entretenimiento. Es una disciplina clásica, como el maratón, y cuenta por historia, tradición y cultura con un prestigio que difícilmente se encuentra en otro juego.
           El deporte de pelota fue diluyéndose y desestructurándose poco a poco por toda Europa a lo largo del tiempo. Sólo se conservó en un altísimo grado de pureza en nuestro país, el Reino de Valencia (la pelota vasca funciona con reglas más modernas que no se enraízan en la tradición histórica más pura), por lo que podemos llamarle pelota valenciana. Por todas estas razones enarbolo mi voz a favor de que a la pelota, en sus diversas modalidades (incluyendo las vascas), sea disciplina olímpica. Somos potencia mundial; la Selección Valenciana, bajo bandera valenciana, se ha proclamado campeona de Europa y del mundo y mitos como Paco Cabanes Genovés o Enric Sarasol han sido considerados los mejores no sólo del país, sino también de Europa y del mundo. Eso sería un oro (casi) seguro para el país.
     A menudo los valencianos no llegamos a apreciar la inmensa riqueza y valor de nuestra historia y cultura. Es por eso que hace falta un compromiso cívico y patriótico de todos los valencianos (políticos, intelectuales, ciudadanos de a pie…) por tal de potenciar y prestigiar, aún más si cabe, un juego que como la pelota valenciana es un deporte milenario. La pelota valenciana no es solamente nuestro deporte nacional y autóctono; es historia, es cultura, es tradición, es orgullo, es casta, es prestigio, es un emblema identitario de nuestro pueblo y lo más importante; es un clarísimo referente internacional que nos sitúa en el mapa de este mundo cada vez más globalizado y que hace que en el extranjero la gente se interese por nuestra cultura y que se convenza de que los valencianos también sabemos hacer las cosas muy bien.


    Disponível em:<http://josueferrer.wordpress.com/2010/01/07/pelota-valenciana-un-deporte-olimpico>.
    A partir das justificativas finais apresentadas pelo autor do texto, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 37b157a8-af
  • 894A717C-AF

    Português

    Coesão e coerência
    PUC - Campinas · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritos

    Para responder à questão, considere o texto abaixo.


         Creio que a posição de José de Alencar, quanto ao processo de colonização, é clara. No último capítulo de Iracema, quando Poti se converte, o narrador se regozija: “Germinou a palavra do Deus verdadeiro na terra selvagem; e o bronze sagrado ressoou nos vales onde rugia o maracá”. A frase diz tudo: não há relativismo religioso em Alencar: Tupã é o deus falso; o deus dos cristãos é o deus verdadeiro. E a civilização cristã é, já pelo fato de ser cristã, superior.

    (Paulo Franchetti, “Apresentação” a Iracema, de José de Alencar. S.Paulo: Ateliê Editorial, 2006. p. 82) 

    Na passagem citada Germinou a palavra do Deus verdadeiro na terra selvagem; e o bronze sagrado ressoou nos vales onde rugia o maracá,

    I. deve-se entender que há uma correspondência entre palavra do Deus e bronze sagrado, ambas as expressões referindo-se à propagação da fé cristã.
    II. os verbos ressoar e rugir estão empregados de modo a sublinhar a distinção entre a religião cristã e as crenças indígenas.
    III. expressa-se, em linguagem figurada, a reação do colonizador diante das aspirações dos colonos nacionalistas.


    Está correto o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão 894a717c-af
  • C6A337BE-AF

    Espanhol

    Sinônimos | Sinónimo
    UFU-MG · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritos

    Pelota valenciana: un deporte olímpico 

    Josué Ferrer

           ¿Y por qué no? La pelota, deporte nacional de los valencianos, ha sido históricamente uno de los deportes más grandes del mundo. A pesar de que la burguesía y la intelectualidad valencianas a menudo le han dado la espalda, este glorioso deporte ha sobrevivido a las adversidades gracias a la práctica que de él se ha hecho en muchísimos pueblos de nuestro país. Desde aquí enarbolo mi voz a favor de que se trabaje para promocionar la pelota valenciana de cara a que pueda tener representación en los Juegos Olímpicos (JJOO) pues es un deporte más importante de lo que creemos. Por eso, hay que desterrar los mitos y prejuicios que provienen de la ignorancia y darnos cuenta de que el deporte de pelota reúne grandes condiciones para ser olímpico y de que de hecho se lo merece muchísimo más que otros.

           1. La pelota es un deporte histórico. Llamarle milenario no es exagerar pues se ha jugado, en unas modalidades u otras, desde tiempos inmemoriales en pueblos tan diversos como el egipcio, el japonés o el maya. En ese aspecto la pelota, solamente por historia, merece su condición olímpica mucho más que deportes recientes como fútbol o bolea playa.
           2. No es un deporte de pueblerinos. A pelota han jugado emperadores (Alejandro Magno…), césares (Vespasiano, Alejandro Severo…), reyes (Luis X, Carlos VIII, Francisco I, Enrique IV…), etc. El hecho de que las elites más poderosas de la Tierra hayan disfrutado jugando a pelota le confiere ese toque aristocrático y prestigioso que todo deporte necesita.
              3. La pelota no es propia de ignorantes. Ignorante es quien piense lo contrario pues no sabe que la pelota ha cautivado a los más altos intelectuales. Escritores como Luis Vives, Pedro Calderón de la Barca o Francesc Almela i Vives, pintores como Francisco de Goya o Josep Bru o escultores como Ignasi Pinazo, entre otros, se han interesado por ella.
          4. La pelota no es un deporte minoritario. De hecho, hasta el siglo XVIII fue el deporte más practicado en toda Europa. Y a pesar de la dura competencia de los deportes de masas, la pelota valenciana se encuentra en auge. Atrae cada vez a más críticos, prensa y público. Además cuenta con una proyección internacional con los campeonatos de Europa y del mundo.
          5. Tiene un enorme potencial de expansión. La pelota valenciana se puede jugar prácticamente en cualquier rincón, como por ejemplo la calle. En ese aspecto, a nivel de deporte de base, los niños de cualquier país del mundo pueden interesarse más por la pelota que por otros deportes que requieren instalaciones especiales como el tenis o el golf.
          6. Es un deporte plural. La pelota es un deporte extraordinariamente plural tanto en las modalidades como en las reglas que en ellas se aplican. Así vemos que en Euskadi los pelotaris juegan frente a un muro mientras en el Reino de Valencia juega un hombre frente a otro. El tenis (que es deporte olímpico) es un invento anglosajón inspirado en la pelota.
           7. La pelota es un deporte competitivo. Actualmente la pelota se practica a un alto nivel en el Reino de Valencia, Bélgica, Holanda, Italia, Francia y Argentina. Otros deportes olímpicos como el hockey sobre hielo tienen mucha menos rivalidad. De hecho, con la desintegración de la Unión Soviética, Canadá es prácticamente la única gran potencia mundial en este juego.
          8. La pelota no es un deporte caro. A lo largo de la historia las autoridades pertinentes han eliminado muchísimos deportes de los Juegos para reducir costes que en algunos casos eran exorbitantes. No es el caso de este juego que cuenta con plantillas reducidas, un material económico y que lejos de necesitar grandes estadios se puede disputar en cualquier lugar.
          9. Da espectáculo. La pelota no tiene por qué ser un deporte aburrido como lo pueda ser el remo para alguna gente. Al contrario. Las reglas son bien sencillas y fáciles de entender, el duelo que se da entre los pelotaris resulta apasionante y titánico, el público se va satisfecho del trinquete y las apuestas dan aún más interés al juego.
         10. Es clásico y prestigioso. La pelota valenciana no es como esos ridículos pseudodeportes que salen de la noche a la mañana y que aunque se les tilde de deportes no pasan de ser estúpidos juegos de entretenimiento. Es una disciplina clásica, como el maratón, y cuenta por historia, tradición y cultura con un prestigio que difícilmente se encuentra en otro juego.
              El deporte de pelota fue diluyéndose y desestructurándose poco a poco por toda Europa a lo largo del tiempo. Sólo se conservó en un altísimo grado de pureza en nuestro país, el Reino de Valencia (la pelota vasca funciona con reglas más modernas que no se enraízan en la tradición histórica más pura), por lo que podemos llamarle pelota valenciana. Por todas estas razones enarbolo mi voz a favor de que a la pelota, en sus diversas modalidades (incluyendo las vascas), sea disciplina olímpica. Somos potencia mundial; la Selección Valenciana, bajo bandera valenciana, se ha proclamado campeona de Europa y del mundo y mitos como Paco Cabanes Genovés Enric Sarasol han sido considerados los mejores no sólo del país, sino también de Europa y del mundo. Eso sería un oro (casi) seguro para el país.
    A menudo los valencianos no llegamos a apreciar la inmensa riqueza y valor de nuestra historia y cultura. Es por eso que hace falta un compromiso cívico y patriótico de todos los valencianos (políticos, intelectuales, ciudadanos de a pie…) por tal de potenciar y prestigiar, aún más si cabe, un juego que como la pelota valenciana es un deporte milenario. La pelota valenciana no es solamente nuestro deporte nacional y autóctono; es historia, es cultura, es tradición, es orgullo, es casta, es prestigio, es un emblema identitario de nuestro pueblo y lo más importante; es un clarísimo referente internacional que nos sitúa en el mapa de este mundo cada vez más globalizado y que hace que en el extranjero la gente se interese por nuestra cultura y que se convenza de que los valencianos también sabemos hacer las cosas muy bien.

    Disponível em:<http://josueferrer.wordpress.com/2010/01/07/pelota-valenciana-un-deporte-olimpico>.


    Leia a seguinte passagem extraída do texto e assinale a opção que NÃO apresenta um equivalente para o fragmento em destaque:


    “Aunque SE LES TILDE DE deportes no pasan de ser estúpidos juegos de entretenimiento.” (párrafo 11)

    Escolha uma alternativa para a questão c6a337be-af