Questões do ENEM: Linguagens e Universidade Federal do Paraná (UFPR)

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Resultados

138 questões encontradas. Mostrando a página 2 de 7.

  • 8CB39BC0-0E

    Português

    Interpretação de Textos
    UFPR · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos
    Entenda os juros

    Juros são o valor do dinheiro no tempo. Ou seja, funcionam como se fossem o aluguel do dinheiro. Os bancos e outras instituições financeiras fazem a intermediação entre quem tem dinheiro (poupador ou investidor) e quem precisa de dinheiro (tomador ou devedor). Se você é um poupador/investidor, o dinheiro que você aplicou na instituição financeira será emprestado ao tomador/devedor, que pagará o valor, mais juros ao banco. O banco, por sua vez, fica com parcela do valor pago como remuneração e devolve a você a quantia com juros no momento futuro, conforme combinado.

    O tomador vai devolver ao banco um valor superior ao que tomou emprestado e o poupador vai receber um montante maior do que o investido.


    Taxa de juros
    É o preço do “aluguel” do dinheiro por um período de tempo; percentual calculado pela divisão dos juros contratados pelo capital emprestado/poupado.
    Se os juros cobrados pelo empréstimo de R$1.000 durante um ano forem R$80, significa que o tomador pagou uma taxa de juros de 8% a.a. (ao ano). O cálculo é feito da seguinte forma: juros/capital, ou seja 80/1.000 = 8/100 por ano = 8% a.a.
    Por outro lado, considere o cenário em que um investimento de R$ 1.000 renda à taxa de juros de 5% a.a. (ao ano). Assim, o investidor receberá R$5 por cada R$100 investidos (5/100) durante um ano, o que, ao final do período, totalizará o montante de R$1.050.


    Disponível em: https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/entendajuro.
    Considere as seguintes afirmativas:

    1. As instituições financeiras atuam no meio do processo entre o investidor e o devedor.
    2. O devedor é o participante que sai lucrando no processo de empréstimo de dinheiro dos bancos.
    3. A taxa de juros define o valor da administração bancária na gestão de investimentos financeiros.
    4. O valor dos juros pago pelo devedor é igual ao valor lucrado pelo investidor.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 8cb39bc0-0e
  • 8CAE7ED1-0E

    Português

    Interpretação de Textos
    UFPR · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Tragédia no RS apaga pessoas negras e escancara racismo ambiental


    No início dos anos 2000, viajei a Mato Grosso do Sul para participar de um evento universitário. Lembro que na época eu causei espanto em alguns participantes ao dizer que eu era de Porto Alegre. A surpresa vinha acompanhada de um questionamento: “Não sabia que tinha negros no Rio Grande Sul”. Ao longo dos anos experimentei essa reação diversas vezes, em contextos e lugares diferentes.

    Essa percepção faz parte de um senso comum bastante arraigado no Brasil, e é fruto de um projeto de embranquecimento e apagamento das comunidades negras no estado. Um projeto bem-sucedido que há séculos invisibiliza não só a presença de pessoas negras, como também sua contribuição crucial na construção do estado.

    O imaginário popular é este: o Rio Grande do Sul é branco, constituído por uma grande colônia alemã, de ares europeus, lugar em que os moradores nem falam português. Um estereótipo que é reforçado pelas imagens dos municípios como Gramado e Canela, com seus chalés, fábricas de chocolates, vinhos e cafés coloniais.

    Obviamente que existe uma inegável contribuição da colonização europeia na formação do estado, no entanto, o que se coloca aqui é a supervalorização dessa cultura e o apagamento de outras.

    Segundo dados do próprio governo do estado, o Rio Grande do Sul tem uma população negra de 21%. Os levantamentos também mostram que os negros são os mais pobres, ganham salários mais baixos e têm menos acesso à educação e à saúde quando comparados aos brancos. Além disso, a representatividade na política é pequena: apenas na última eleição foi eleita a primeira bancada negra de Porto Alegre.

    As enchentes no Rio Grande do Sul revelam a existência de uma segregação racial no estado. A tragédia atingiu de maneira significativa a região metropolitana de Porto Alegre, por exemplo, um lugar onde reside grande parte da população negra e periférica.

    Portanto, são comunidades inteiras pertencentes a uma classe operária, que ocupam áreas de risco e que estão propensas a serem as primeiras vítimas das catástrofes climáticas.

    Não se pode falar em reconstrução de um estado sem levar em consideração os efeitos do racismo ambiental. A reconstrução deve se dar num contexto compreendendo que, historicamente, as comunidades periféricas, negras, quilombolas e indígenas não tiveram acesso a serviços básicos como saneamento, água potável, luz, acesso à internet, saúde e educação de qualidade.

    As enchentes escancararam o racismo ambiental, portanto, será preciso dar atenção ainda maior às desigualdades raciais para uma reconstrução justa e humana.


    Disponível em: https://www.geledes.org.br/tragedia-no-rs-apaga-pessoas-negras-e-escancara-racismo-ambiental. Adaptado. 
    Assinale a alternativa que sintetiza a experiência relatada em primeira pessoa, no primeiro parágrafo.
    Escolha uma alternativa para a questão 8cae7ed1-0e
  • 8CAB831D-0E

    Português

    Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
    UFPR · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Tragédia no RS apaga pessoas negras e escancara racismo ambiental


    No início dos anos 2000, viajei a Mato Grosso do Sul para participar de um evento universitário. Lembro que na época eu causei espanto em alguns participantes ao dizer que eu era de Porto Alegre. A surpresa vinha acompanhada de um questionamento: “Não sabia que tinha negros no Rio Grande Sul”. Ao longo dos anos experimentei essa reação diversas vezes, em contextos e lugares diferentes.

    Essa percepção faz parte de um senso comum bastante arraigado no Brasil, e é fruto de um projeto de embranquecimento e apagamento das comunidades negras no estado. Um projeto bem-sucedido que há séculos invisibiliza não só a presença de pessoas negras, como também sua contribuição crucial na construção do estado.

    O imaginário popular é este: o Rio Grande do Sul é branco, constituído por uma grande colônia alemã, de ares europeus, lugar em que os moradores nem falam português. Um estereótipo que é reforçado pelas imagens dos municípios como Gramado e Canela, com seus chalés, fábricas de chocolates, vinhos e cafés coloniais.

    Obviamente que existe uma inegável contribuição da colonização europeia na formação do estado, no entanto, o que se coloca aqui é a supervalorização dessa cultura e o apagamento de outras.

    Segundo dados do próprio governo do estado, o Rio Grande do Sul tem uma população negra de 21%. Os levantamentos também mostram que os negros são os mais pobres, ganham salários mais baixos e têm menos acesso à educação e à saúde quando comparados aos brancos. Além disso, a representatividade na política é pequena: apenas na última eleição foi eleita a primeira bancada negra de Porto Alegre.

    As enchentes no Rio Grande do Sul revelam a existência de uma segregação racial no estado. A tragédia atingiu de maneira significativa a região metropolitana de Porto Alegre, por exemplo, um lugar onde reside grande parte da população negra e periférica.

    Portanto, são comunidades inteiras pertencentes a uma classe operária, que ocupam áreas de risco e que estão propensas a serem as primeiras vítimas das catástrofes climáticas.

    Não se pode falar em reconstrução de um estado sem levar em consideração os efeitos do racismo ambiental. A reconstrução deve se dar num contexto compreendendo que, historicamente, as comunidades periféricas, negras, quilombolas e indígenas não tiveram acesso a serviços básicos como saneamento, água potável, luz, acesso à internet, saúde e educação de qualidade.

    As enchentes escancararam o racismo ambiental, portanto, será preciso dar atenção ainda maior às desigualdades raciais para uma reconstrução justa e humana.


    Disponível em: https://www.geledes.org.br/tragedia-no-rs-apaga-pessoas-negras-e-escancara-racismo-ambiental. Adaptado. 
    Considere as seguintes afirmativas:

    1. As condições sociais da periferia de Porto Alegre foram a principal causa das enchentes.
    2. A população negra do Rio Grande do Sul forma a maior parte da população do estado.
    3. A reconstrução humana e justa do Rio Grande do Sul poderá combater o racismo ambiental.
    4. O autor do texto não sabia que havia negros no Rio Grande do Sul.

    Assinale a alternativa correta. 
    Escolha uma alternativa para a questão 8cab831d-0e
  • 8CA8D5AE-0E

    Português

    Interpretação de Textos
    UFPR · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos
    Tragédia no RS apaga pessoas negras e escancara racismo ambiental


    No início dos anos 2000, viajei a Mato Grosso do Sul para participar de um evento universitário. Lembro que na época eu causei espanto em alguns participantes ao dizer que eu era de Porto Alegre. A surpresa vinha acompanhada de um questionamento: “Não sabia que tinha negros no Rio Grande Sul”. Ao longo dos anos experimentei essa reação diversas vezes, em contextos e lugares diferentes.

    Essa percepção faz parte de um senso comum bastante arraigado no Brasil, e é fruto de um projeto de embranquecimento e apagamento das comunidades negras no estado. Um projeto bem-sucedido que há séculos invisibiliza não só a presença de pessoas negras, como também sua contribuição crucial na construção do estado.

    O imaginário popular é este: o Rio Grande do Sul é branco, constituído por uma grande colônia alemã, de ares europeus, lugar em que os moradores nem falam português. Um estereótipo que é reforçado pelas imagens dos municípios como Gramado e Canela, com seus chalés, fábricas de chocolates, vinhos e cafés coloniais.

    Obviamente que existe uma inegável contribuição da colonização europeia na formação do estado, no entanto, o que se coloca aqui é a supervalorização dessa cultura e o apagamento de outras.

    Segundo dados do próprio governo do estado, o Rio Grande do Sul tem uma população negra de 21%. Os levantamentos também mostram que os negros são os mais pobres, ganham salários mais baixos e têm menos acesso à educação e à saúde quando comparados aos brancos. Além disso, a representatividade na política é pequena: apenas na última eleição foi eleita a primeira bancada negra de Porto Alegre.

    As enchentes no Rio Grande do Sul revelam a existência de uma segregação racial no estado. A tragédia atingiu de maneira significativa a região metropolitana de Porto Alegre, por exemplo, um lugar onde reside grande parte da população negra e periférica.

    Portanto, são comunidades inteiras pertencentes a uma classe operária, que ocupam áreas de risco e que estão propensas a serem as primeiras vítimas das catástrofes climáticas.

    Não se pode falar em reconstrução de um estado sem levar em consideração os efeitos do racismo ambiental. A reconstrução deve se dar num contexto compreendendo que, historicamente, as comunidades periféricas, negras, quilombolas e indígenas não tiveram acesso a serviços básicos como saneamento, água potável, luz, acesso à internet, saúde e educação de qualidade.

    As enchentes escancararam o racismo ambiental, portanto, será preciso dar atenção ainda maior às desigualdades raciais para uma reconstrução justa e humana.


    Disponível em: https://www.geledes.org.br/tragedia-no-rs-apaga-pessoas-negras-e-escancara-racismo-ambiental. Adaptado. 
    Assinale a alternativa que sintetiza a tese central do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 8ca8d5ae-0e
  • 8CA5FAFC-0E

    Português

    Interpretação de Textos
    UFPR · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos
    Tragédia no RS apaga pessoas negras e escancara racismo ambiental


    No início dos anos 2000, viajei a Mato Grosso do Sul para participar de um evento universitário. Lembro que na época eu causei espanto em alguns participantes ao dizer que eu era de Porto Alegre. A surpresa vinha acompanhada de um questionamento: “Não sabia que tinha negros no Rio Grande Sul”. Ao longo dos anos experimentei essa reação diversas vezes, em contextos e lugares diferentes.

    Essa percepção faz parte de um senso comum bastante arraigado no Brasil, e é fruto de um projeto de embranquecimento e apagamento das comunidades negras no estado. Um projeto bem-sucedido que há séculos invisibiliza não só a presença de pessoas negras, como também sua contribuição crucial na construção do estado.

    O imaginário popular é este: o Rio Grande do Sul é branco, constituído por uma grande colônia alemã, de ares europeus, lugar em que os moradores nem falam português. Um estereótipo que é reforçado pelas imagens dos municípios como Gramado e Canela, com seus chalés, fábricas de chocolates, vinhos e cafés coloniais.

    Obviamente que existe uma inegável contribuição da colonização europeia na formação do estado, no entanto, o que se coloca aqui é a supervalorização dessa cultura e o apagamento de outras.

    Segundo dados do próprio governo do estado, o Rio Grande do Sul tem uma população negra de 21%. Os levantamentos também mostram que os negros são os mais pobres, ganham salários mais baixos e têm menos acesso à educação e à saúde quando comparados aos brancos. Além disso, a representatividade na política é pequena: apenas na última eleição foi eleita a primeira bancada negra de Porto Alegre.

    As enchentes no Rio Grande do Sul revelam a existência de uma segregação racial no estado. A tragédia atingiu de maneira significativa a região metropolitana de Porto Alegre, por exemplo, um lugar onde reside grande parte da população negra e periférica.

    Portanto, são comunidades inteiras pertencentes a uma classe operária, que ocupam áreas de risco e que estão propensas a serem as primeiras vítimas das catástrofes climáticas.

    Não se pode falar em reconstrução de um estado sem levar em consideração os efeitos do racismo ambiental. A reconstrução deve se dar num contexto compreendendo que, historicamente, as comunidades periféricas, negras, quilombolas e indígenas não tiveram acesso a serviços básicos como saneamento, água potável, luz, acesso à internet, saúde e educação de qualidade.

    As enchentes escancararam o racismo ambiental, portanto, será preciso dar atenção ainda maior às desigualdades raciais para uma reconstrução justa e humana.


    Disponível em: https://www.geledes.org.br/tragedia-no-rs-apaga-pessoas-negras-e-escancara-racismo-ambiental. Adaptado. 
    Assinale a alternativa que indica expressões do texto com significados convergentes.
    Escolha uma alternativa para a questão 8ca5fafc-0e
  • AA723AB8-A0

    Português

    Interpretação de Textos
    UFPR · 2023FácilEntre para guardar nos favoritos
    “Ora, mídias são meios, e meios, como o próprio nome diz, são simplesmente meios, isto é, suportes materiais, canais físicos, nos quais as linguagens se corporificam e através dos quais transitam. Por isso mesmo, o veículo, meio ou mídia de comunicação é o componente mais superficial, no sentido de ser aquele que primeiro aparece no processo comunicativo. Não obstante sua relevância para o estudo desse processo, veículos são meros canais, tecnologias que estariam esvaziadas de sentido não fossem as mensagens que nelas se configuram”. (SANTAELLA, 2003, p. 25).

    Levando em consideração a explicação da autora sobre o significado das mídias, assinale a alternativa correta. 
    Escolha uma alternativa para a questão aa723ab8-a0
  • 098BFA55-9D

    Inglês

    Vocabulário | Vocabulary
    UFPR · 2023FácilEntre para guardar nos favoritos
    O texto a seguir é referência para a questão.

    Implications of English as an International Language for Language Pedagogy

    The position of the English language in the world has recently underwent an enormous shift. Much literature has been written about what English as an International Language (EIL) actually is (e.g. Alsagoff et al., 2012; Matsuda, 2003; McKay and Brown, 2016; Sharifian, 2009), ranging from a view of EIL as the many varieties of English that are spoken today to the use of English by second language speakers of English. Thus, EIL is viewed both as a type of English and as a way of using English (Cameron & Galloway, 2019). 

    In addition, the global spread of English has altered its status from being a homogeneous and standard language spoken by a few powerful countries into an international language or lingua franca spoken by a wide variety of speakers around the world (Llurda, 2004; Galloway & Rose, 2017). Crystal (1997) stated that “if there is one predictable consequence of globalization of a language, it is that nobody owns it anymore” (p. 2). Various studies (e.g. Llurda, 2017; Marlina, 2018; Schuttz, 2019) have widely argued that English does not belong only to native-speaking communities because the number of people who currently speak English as a second/foreign language exceeds that of native English speakers. Seidlhofer (2003) asserted that “English is being shaped at least as much by its nonnative speakers as by its native speakers” (p. 339).

    Disponível em: https://files.eric.ed.gov/fulltext/EJ1234483.pdf. Acesso em 28 jun. 2023. 
    Dentre as expressões em negrito no texto, assinale a alternativa que apresenta aquela que tem como função somar uma ideia ao que já foi posto.  
    Escolha uma alternativa para a questão 098bfa55-9d
  • 09887419-9D

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFPR · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos
    O texto a seguir é referência para a questão.

    Implications of English as an International Language for Language Pedagogy

    The position of the English language in the world has recently underwent an enormous shift. Much literature has been written about what English as an International Language (EIL) actually is (e.g. Alsagoff et al., 2012; Matsuda, 2003; McKay and Brown, 2016; Sharifian, 2009), ranging from a view of EIL as the many varieties of English that are spoken today to the use of English by second language speakers of English. Thus, EIL is viewed both as a type of English and as a way of using English (Cameron & Galloway, 2019). 

    In addition, the global spread of English has altered its status from being a homogeneous and standard language spoken by a few powerful countries into an international language or lingua franca spoken by a wide variety of speakers around the world (Llurda, 2004; Galloway & Rose, 2017). Crystal (1997) stated that “if there is one predictable consequence of globalization of a language, it is that nobody owns it anymore” (p. 2). Various studies (e.g. Llurda, 2017; Marlina, 2018; Schuttz, 2019) have widely argued that English does not belong only to native-speaking communities because the number of people who currently speak English as a second/foreign language exceeds that of native English speakers. Seidlhofer (2003) asserted that “English is being shaped at least as much by its nonnative speakers as by its native speakers” (p. 339).

    Disponível em: https://files.eric.ed.gov/fulltext/EJ1234483.pdf. Acesso em 28 jun. 2023. 
    Considerando as informações apresentadas, assinale a alternativa correta. 
    Escolha uma alternativa para a questão 09887419-9d
  • 0984F8A7-9D

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFPR · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos
    O texto a seguir é referência para a questão.

    7 Tips to Launch Your Product Using a Teaser Campaign

    As a small business, there can be a lot of pressure to ensure a product launch goes well. Sometimes the fortunes of the business are directly linked to the successful launch of a new product or service. This can put a lot of pressure on a communications team tasked with getting maximum reach and reward ahead of a launch. In the automotive industry, there’s a long and dubious history behind the protracted teaser campaign. A ‘leak’ is almost always written with inverted commas. And leading publications have a rendering specialist on hand to stitch teased images together into the final product, usually with mixed results. Behind the teaser is the need for the brand to maximize conversation and reach through social engagement. The reality is, some industries are more open to a teaser than others. But the industries that are open to a good teaser campaign may surprise you. Cars, motorcycles, video games, books, films are all pretty obvious candidates for a half decent teaser campaign. How many of us have stayed past the credits at the end of a Marvel film just to see the teaser for the next film? (The Deadpool teaser is still one of my favorites.) You may ask, what do all of these teaser campaigns have in common? The answer is, they have dedicated fans that lap up the intimate details and enjoy the tease that only drip-fed information provides. So if your industry has fans who eagerly await every announcement, no matter how small, then chances are a teaser campaign will work well for your brand. From the outside looking in, some of these teaser campaigns look chaotic. But that’s not the case at all.

    Disponível em: https://spinsucks.com/marketing/product-launch-teaser-campaign/ . Acesso em 27 jun. 2023. 
    Choose the information that can be found in the text: 
    Escolha uma alternativa para a questão 0984f8a7-9d
  • 09825E7F-9D

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFPR · 2023DifícilEntre para guardar nos favoritos
    O texto a seguir é referência para a questão.

    7 Tips to Launch Your Product Using a Teaser Campaign

    As a small business, there can be a lot of pressure to ensure a product launch goes well. Sometimes the fortunes of the business are directly linked to the successful launch of a new product or service. This can put a lot of pressure on a communications team tasked with getting maximum reach and reward ahead of a launch. In the automotive industry, there’s a long and dubious history behind the protracted teaser campaign. A ‘leak’ is almost always written with inverted commas. And leading publications have a rendering specialist on hand to stitch teased images together into the final product, usually with mixed results. Behind the teaser is the need for the brand to maximize conversation and reach through social engagement. The reality is, some industries are more open to a teaser than others. But the industries that are open to a good teaser campaign may surprise you. Cars, motorcycles, video games, books, films are all pretty obvious candidates for a half decent teaser campaign. How many of us have stayed past the credits at the end of a Marvel film just to see the teaser for the next film? (The Deadpool teaser is still one of my favorites.) You may ask, what do all of these teaser campaigns have in common? The answer is, they have dedicated fans that lap up the intimate details and enjoy the tease that only drip-fed information provides. So if your industry has fans who eagerly await every announcement, no matter how small, then chances are a teaser campaign will work well for your brand. From the outside looking in, some of these teaser campaigns look chaotic. But that’s not the case at all.

    Disponível em: https://spinsucks.com/marketing/product-launch-teaser-campaign/ . Acesso em 27 jun. 2023. 
    According to the text, we can infer that: 
    Escolha uma alternativa para a questão 09825e7f-9d
  • 5FB79C9B-0A

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFPR · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos
    The Strange Saga of Jack Teixeira Reveals New Security Challenges


    Moments before his arrest by armed FBI agents on Thursday, a helicopter from a local news station caught footage of 21-year-old Jack Teixeira reading a book on the sun-splashed back porch of his house in North Dighton, Mass. In his front yard, meanwhile, FBI agents in camouflage tactical gear were climbing out of an armored vehicle, tightening the straps of their bullet-proof vests and gripping long guns. The dramatic scene playing out in a sleepy, riverside exurb underscored the peculiarity of a case that exposed military documents, complicated relations with U.S. allies, and triggered national embarrassment. Intelligence leaks of this magnitude in the past have been the result of an alienated whistle-blower, double agent or successful spy operation. Now arguably the most damaging disclosure of U.S. government documents in a decade may have stemmed from the hubris of a junior enlisted member in the Massachusetts Air National Guard who shared them in a small online chat group called Thug Shaker Central.


    Available in: https://time.com/6271787/jack-teixeira-arrest-leaks/. 
    One of the reasons the FBI agents arrested Jack Teixeira was that he:
    Escolha uma alternativa para a questão 5fb79c9b-0a
  • 5F83B53E-0A

    Português

    Interpretação de Textos
    UFPR · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2023

    Observe o seguinte excerto do texto:

    O equilíbrio de poder, segundo ELIAS (2005), constitui um elemento integral de todas as relações humanas, as quais são, comumente, multipolares.

    Assinale alternativa em que o trecho destacado é parafraseado adequadamente.
    Escolha uma alternativa para a questão 5f83b53e-0a
  • 5F80EC23-0A

    Português

    Interpretação de Textos
    UFPR · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2023

    Com base no texto, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 5f80ec23-0a
  • 5F7BE4BD-0A

    Português

    Interpretação de Textos
    UFPR · 2023FácilEntre para guardar nos favoritos
    Talvez estejamos muito condicionados a uma ideia de ser humano e a um tipo de existência. Se a gente desestabilizar esse padrão, talvez nossa mente sofra uma espécie de ruptura, como se caíssemos num abismo. Quem disse que a gente não pode cair? Quem disse que a gente já não caiu? Houve um tempo em que o planeta que chamamos Terra juntava os continentes todos numa grande Pangeia. Se olhássemos lá de cima do céu, tiraríamos uma fotografia completamente diferente do globo. Quem sabe se, quando o astronauta Iúri Gagarin disse “a Terra é azul”, ele não fez um retrato ideal daquele momento para essa humanidade que nós pensamos ser. Ele olhou com o nosso olho, viu o que a gente queria ver. Existe muita coisa que se aproxima mais daquilo que pretendemos ver do que se podia constatar se juntássemos as duas imagens: a que você pensa e a que você tem. Se já houve outras configurações da Terra, inclusive sem a gente aqui, por que é que nos apegamos tanto a esse retrato com a gente aqui? O Antropoceno tem um sentido incisivo sobre a nossa existência, a nossa experiência comum, a ideia do que é humano. O nosso apego a uma ideia fixa de paisagem da Terra e de humanidade é a marca mais profunda do Antropoceno.


    KRENAK, Ailton. Ideias para Adiar o Fim do Mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2020. p. 57-58.



    Antropoceno: considerado uma nova época geológica em que, pela primeira vez na história do planeta, as mudanças ambientais são resultado da intervenção humana. 
    Considerando-se as reflexões que apresenta no texto, o posicionamento predominante de Ailton Krenak pode ser caracterizado como: 
    Escolha uma alternativa para a questão 5f7be4bd-0a
  • 5F796C7B-0A

    Português

    Interpretação de Textos
    UFPR · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos
    Talvez estejamos muito condicionados a uma ideia de ser humano e a um tipo de existência. Se a gente desestabilizar esse padrão, talvez nossa mente sofra uma espécie de ruptura, como se caíssemos num abismo. Quem disse que a gente não pode cair? Quem disse que a gente já não caiu? Houve um tempo em que o planeta que chamamos Terra juntava os continentes todos numa grande Pangeia. Se olhássemos lá de cima do céu, tiraríamos uma fotografia completamente diferente do globo. Quem sabe se, quando o astronauta Iúri Gagarin disse “a Terra é azul”, ele não fez um retrato ideal daquele momento para essa humanidade que nós pensamos ser. Ele olhou com o nosso olho, viu o que a gente queria ver. Existe muita coisa que se aproxima mais daquilo que pretendemos ver do que se podia constatar se juntássemos as duas imagens: a que você pensa e a que você tem. Se já houve outras configurações da Terra, inclusive sem a gente aqui, por que é que nos apegamos tanto a esse retrato com a gente aqui? O Antropoceno tem um sentido incisivo sobre a nossa existência, a nossa experiência comum, a ideia do que é humano. O nosso apego a uma ideia fixa de paisagem da Terra e de humanidade é a marca mais profunda do Antropoceno.


    KRENAK, Ailton. Ideias para Adiar o Fim do Mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2020. p. 57-58.



    Antropoceno: considerado uma nova época geológica em que, pela primeira vez na história do planeta, as mudanças ambientais são resultado da intervenção humana. 
    Assinale a alternativa que retoma a tese central do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 5f796c7b-0a
  • 5F76F87F-0A

    Português

    Análise sintática
    UFPR · 2023FácilEntre para guardar nos favoritos
    Talvez estejamos muito condicionados a uma ideia de ser humano e a um tipo de existência. Se a gente desestabilizar esse padrão, talvez nossa mente sofra uma espécie de ruptura, como se caíssemos num abismo. Quem disse que a gente não pode cair? Quem disse que a gente já não caiu? Houve um tempo em que o planeta que chamamos Terra juntava os continentes todos numa grande Pangeia. Se olhássemos lá de cima do céu, tiraríamos uma fotografia completamente diferente do globo. Quem sabe se, quando o astronauta Iúri Gagarin disse “a Terra é azul”, ele não fez um retrato ideal daquele momento para essa humanidade que nós pensamos ser. Ele olhou com o nosso olho, viu o que a gente queria ver. Existe muita coisa que se aproxima mais daquilo que pretendemos ver do que se podia constatar se juntássemos as duas imagens: a que você pensa e a que você tem. Se já houve outras configurações da Terra, inclusive sem a gente aqui, por que é que nos apegamos tanto a esse retrato com a gente aqui? O Antropoceno tem um sentido incisivo sobre a nossa existência, a nossa experiência comum, a ideia do que é humano. O nosso apego a uma ideia fixa de paisagem da Terra e de humanidade é a marca mais profunda do Antropoceno.


    KRENAK, Ailton. Ideias para Adiar o Fim do Mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2020. p. 57-58.



    Antropoceno: considerado uma nova época geológica em que, pela primeira vez na história do planeta, as mudanças ambientais são resultado da intervenção humana. 
    Considerando o período “Se a gente desestabilizar esse padrão, talvez nossa mente sofra uma espécie de ruptura, como se caíssemos num abismo” (sublinhado no texto), assinale a alternativa que indica, respectivamente, as relações lógico-sintáticas aí expressas. 
    Escolha uma alternativa para a questão 5f76f87f-0a
  • 5F7463CB-0A

    Português

    Interpretação de Textos
    UFPR · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos
           [...] O Brasil linguístico que vigorou até meados do século XVIII, no qual as línguas gerais ocupavam um espaço definitivo e se difundiam rumo ao sertão a partir de dois grandes núcleos, Amazônia e entorno de São Paulo, acabou sendo substituído por um espraiamento do português vinculado diretamente ao Nordeste, à lavoura que se servia da mão de obra escrava, aos negros africanos. Nessa situação, fica nítido que eles teriam sido a linha de frente da real lusitanização do território, ao mesmo tempo que iam transformando a língua aprendida numa coisa efetivamente nova, depois levada para outros pontos do país à medida que os ciclos econômicos se sucediam, cada um com seu centro num ponto diferente do território.
    Se é para pensarmos no português brasileiro como algo que se encontra num caldeirão, é preciso reconhecer quanto o conteúdo desse caldeirão teve que ser mexido e remexido para produzir nossa atual paisagem linguística. E é preciso reconhecer também que os primeiros e mais importantes desses movimentos foram determinados pela grande massa de falantes africanos que iam carregando e modificando essa língua durante todo o processo. Refundado e recaracterizado por eles.
    Apesar das adversidades, foi a língua falada por negros e mestiços que dominou o Brasil. Somos um país que fala português como fruto direto dessa presença negra.
    Talvez caiba deixar de lado por um momento a bela ideia da “última flor do Lácio”. O português brasileiro foi um broto africano, flor de Luanda.



    GALINDO, Caetano. Latim em pó. Companhia das Letras, 2023. p. 181-182.


    lusitanização: diz-se das coisas referentes à colonização portuguesa. In: https://www.dicionarioinformal.com.br/última flor do Lácio: a expressão “Última flor do Lácio, inculta e bela” é o primeiro verso de um famoso poema de Olavo Bilac, poeta brasileiro que
    viveu no período de 1865 a 1918, e refere-se à filiação da língua portuguesa ao latim. In: https://www.jussiup.com.br/2019/04/ultima-flor-do-lacioinculta-e-bela.htmlLuanda: capital de Angola, costa oeste da África do Sul
    A respeito das expressões “última flor do Lácio” e “broto africano, flor de Luanda”, é correto afirmar que:  
    Escolha uma alternativa para a questão 5f7463cb-0a
  • 5F71C9CA-0A

    Português

    Interpretação de Textos
    UFPR · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos
           [...] O Brasil linguístico que vigorou até meados do século XVIII, no qual as línguas gerais ocupavam um espaço definitivo e se difundiam rumo ao sertão a partir de dois grandes núcleos, Amazônia e entorno de São Paulo, acabou sendo substituído por um espraiamento do português vinculado diretamente ao Nordeste, à lavoura que se servia da mão de obra escrava, aos negros africanos. Nessa situação, fica nítido que eles teriam sido a linha de frente da real lusitanização do território, ao mesmo tempo que iam transformando a língua aprendida numa coisa efetivamente nova, depois levada para outros pontos do país à medida que os ciclos econômicos se sucediam, cada um com seu centro num ponto diferente do território.
    Se é para pensarmos no português brasileiro como algo que se encontra num caldeirão, é preciso reconhecer quanto o conteúdo desse caldeirão teve que ser mexido e remexido para produzir nossa atual paisagem linguística. E é preciso reconhecer também que os primeiros e mais importantes desses movimentos foram determinados pela grande massa de falantes africanos que iam carregando e modificando essa língua durante todo o processo. Refundado e recaracterizado por eles.
    Apesar das adversidades, foi a língua falada por negros e mestiços que dominou o Brasil. Somos um país que fala português como fruto direto dessa presença negra.
    Talvez caiba deixar de lado por um momento a bela ideia da “última flor do Lácio”. O português brasileiro foi um broto africano, flor de Luanda.



    GALINDO, Caetano. Latim em pó. Companhia das Letras, 2023. p. 181-182.


    lusitanização: diz-se das coisas referentes à colonização portuguesa. In: https://www.dicionarioinformal.com.br/última flor do Lácio: a expressão “Última flor do Lácio, inculta e bela” é o primeiro verso de um famoso poema de Olavo Bilac, poeta brasileiro que
    viveu no período de 1865 a 1918, e refere-se à filiação da língua portuguesa ao latim. In: https://www.jussiup.com.br/2019/04/ultima-flor-do-lacioinculta-e-bela.htmlLuanda: capital de Angola, costa oeste da África do Sul
    Sobre palavras e expressões presentes no texto, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 5f71c9ca-0a
  • 5F6F4B48-0A

    Português

    Interpretação de Textos
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           [...] O Brasil linguístico que vigorou até meados do século XVIII, no qual as línguas gerais ocupavam um espaço definitivo e se difundiam rumo ao sertão a partir de dois grandes núcleos, Amazônia e entorno de São Paulo, acabou sendo substituído por um espraiamento do português vinculado diretamente ao Nordeste, à lavoura que se servia da mão de obra escrava, aos negros africanos. Nessa situação, fica nítido que eles teriam sido a linha de frente da real lusitanização do território, ao mesmo tempo que iam transformando a língua aprendida numa coisa efetivamente nova, depois levada para outros pontos do país à medida que os ciclos econômicos se sucediam, cada um com seu centro num ponto diferente do território.
    Se é para pensarmos no português brasileiro como algo que se encontra num caldeirão, é preciso reconhecer quanto o conteúdo desse caldeirão teve que ser mexido e remexido para produzir nossa atual paisagem linguística. E é preciso reconhecer também que os primeiros e mais importantes desses movimentos foram determinados pela grande massa de falantes africanos que iam carregando e modificando essa língua durante todo o processo. Refundado e recaracterizado por eles.
    Apesar das adversidades, foi a língua falada por negros e mestiços que dominou o Brasil. Somos um país que fala português como fruto direto dessa presença negra.
    Talvez caiba deixar de lado por um momento a bela ideia da “última flor do Lácio”. O português brasileiro foi um broto africano, flor de Luanda.



    GALINDO, Caetano. Latim em pó. Companhia das Letras, 2023. p. 181-182.


    lusitanização: diz-se das coisas referentes à colonização portuguesa. In: https://www.dicionarioinformal.com.br/última flor do Lácio: a expressão “Última flor do Lácio, inculta e bela” é o primeiro verso de um famoso poema de Olavo Bilac, poeta brasileiro que
    viveu no período de 1865 a 1918, e refere-se à filiação da língua portuguesa ao latim. In: https://www.jussiup.com.br/2019/04/ultima-flor-do-lacioinculta-e-bela.htmlLuanda: capital de Angola, costa oeste da África do Sul
    Considerando as informações apresentadas no texto, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 5f6f4b48-0a