Questões do ENEM: Linguagens e Universidade Federal do Tocantins (UFT)

Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

222 questões encontradas. Mostrando a página 3 de 12.

  • 3F6A2684-FC

    Português

    Figuras de Linguagem
    UFT · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o fragmento do Poema sujo, de Ferreira Gullar, para responder a QUESTÃO. 


    (...)                         Sobre os jardins da cidade

                                  urino pus. Me extravio

    Na Rua da Estrela, escorrego

    No Beco do Precipício.

    Me lavo no Ribeirão.

    Mijo na Fonte do Bispo.

    Na Rua do Sol me cego,

    na Rua da Paz me revolto

    na do Comércio me nego

    mas na das Hortas floresço;

    na dos Prazeres soluço

    na da Palma me conheço

    na do Alecrim me perfumo

    na da Saúde adoeço

    na do Desterro me encontro

    na da Alegria me perco

    Na Rua do Carmo berro

    na Rua Direita erro

    e na da Aurora adormeço (...)


    Fonte: GULLAR, Ferreira. Poema sujo. Rio de Janeiro, José Olympio, 2004, p. 52-53.



    Sobre o fragmento, é INCORRETO afirmar que o eu-lírico:

    Escolha uma alternativa para a questão 3f6a2684-fc
  • 3F66E07E-FC

    Português

    Interpretação de Textos
    UFT · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto I
    Empatia, o sentimento que pode mudar a sociedade

          Sem empatia, sobra intolerância, bullying, violência. Sem gastar um segundo imaginando como o outro se sente, de onde vem, em qual contexto foi criado, ao que foi exposto, sem se lembrar que cada um tem sua história e sem tentar entender como é estar na pele do outro, surgem os crimes de ódio, as discussões acaloradas nas redes sociais, o fim de amizades de uma vida toda. É preciso ter empatia para aprender que não existe verdade absoluta, que tudo depende do ponto de vista.
          Segundo uma pesquisa da Universidade Estadual de Michigan, nos Estados Unidos, o Brasil não é dos países mais empáticos do mundo. Sim, somos conhecidos pela alegria e pela hospitalidade, mas quando falamos em se colocar no lugar do outro e tentar entender o que ele sente, ainda estamos muito longe do ideal. [...] Mas o problema do egocentrismo e da falta de amor ao próximo não é exclusivo dos brasileiros. É uma preocupação mundial.

    Afinal, o que é empatia?
          A empatia é, em termos simples, a habilidade de se colocar no lugar do outro. Por exemplo, se você, leitor, escuta uma história sobre uma criança que teve muitos problemas de saúde, que vem de uma família muito pobre, e se comove, é possível ter dois tipos de emoção: o dó, que é a simpatia; ou se colocar no lugar daquela criança, imaginar o que ela passou e tentar entender o que ela sentia, enxergar o panorama a partir dos olhos dela. “É ser sensível a ponto de compreender emoções e sentimentos de outras pessoas”, explica Rodrigo Scaranari, presidente da Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional. E é uma característica que pode, sim, ser aprendida ou, pelo menos, treinada. Para Rodrigo, o exercício passa pelo autoconhecimento: para compreender a emoção do outro, é preciso conhecer e entender o que se passa dentro da própria cabeça. [...]
          Mas por que nos colocamos no lugar do outro? Para o psicólogo, psicanalista e professor João Ângelo Fantini, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), a empatia seria “uma forma de restabelecer um contato com um objeto de amor perdido, uma parte incompreendida do sujeito”. Enxergamos no outro uma humanidade compartilhada, sentimentos que também temos e que são aplicados em situações completamente diferentes. Por reconhecermos nós mesmos no próximo, temos empatia. [...]

    Um caminho desde a infância

          Para reverter o cenário de crianças que crescem cada vez mais centradas em si mesmas e nos próprios problemas como reflexo da sociedade atual, a ONG (Organização Não Governamental) americana Roots of Empathy (Raízes da Empatia) atua em escolas tentando ensinar os pequenos a se colocar no lugar do outro. Uma vez por mês, durante nove meses, uma sala de aula recebe um bebê e sua família, além de um instrutor, para que as crianças acompanhem o crescimento da confiança e dos laços emocionais de outras pessoas. Frequentemente, eles começam a enxergar nos colegas emoções que aprenderam com os instrutores.
           Os resultados desse experimento são crianças menos agressivas, que combatem o bullying por entender como o outro se sente, e que têm inteligência emocional mais apurada, entendendo as próprias emoções. O programa é internacional, mas o ensino da empatia pode ser feito de diversas outras maneiras.
           A servidora pública Clara Fagundes, 32 anos, por exemplo, considera importante estimular a filha, Helena, 3 anos, a conviver harmonicamente com os outros e com o meio ambiente. Fez questão de escolher para a pequena uma escola que seguisse os mesmos valores apreciados por ela. “Minha mãe já era muito adepta ao diálogo comigo nos anos 1980, mas, hoje em dia, há tantas outras questões que não são discutidas, como a do desperdício”, cita Clara.
            A festa de aniversário de Helena foi na escola. Não produziram lixo, não foram usados enfeites descartáveis. As crianças ajudaram na organização e em toda a decoração: até as mais velhas, que não a conheciam, ajudaram. Além disso, em vez de receber um presente de cada colega, a aniversariante ganhou apenas um presente coletivo, feito pelos próprios colegas: uma casinha de papelão. Sem egoísmo, todos brincaram com o presente e, no fim, Helena levou à sua casa.
    [...]
    Fonte: SCARANARI, Rodrigo. Disponível em:
    <http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/ciencia-esaude/2017/01/04/internas_cienciaesaude,682928/empatia-o-sentimento-quepode-mudar-a-sociedade.shtml> Acesso em: 06 fev. 2019 (adaptado).

    Imagem da questão de Português, da prova de 2019
    Sobre a relação existente entre os textos I e II, assinale a alternativa INCORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 3f66e07e-fc
  • 3F63238B-FC

    Português

    Análise sintática
    UFT · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2019


    Sobre o texto II, assinale a alternativa INCORRETA.

    Escolha uma alternativa para a questão 3f63238b-fc
  • 3F5F3D19-FC

    Português

    Coesão e coerência
    UFT · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto I
    Empatia, o sentimento que pode mudar a sociedade

          Sem empatia, sobra intolerância, bullying, violência. Sem gastar um segundo imaginando como o outro se sente, de onde vem, em qual contexto foi criado, ao que foi exposto, sem se lembrar que cada um tem sua história e sem tentar entender como é estar na pele do outro, surgem os crimes de ódio, as discussões acaloradas nas redes sociais, o fim de amizades de uma vida toda. É preciso ter empatia para aprender que não existe verdade absoluta, que tudo depende do ponto de vista.
          Segundo uma pesquisa da Universidade Estadual de Michigan, nos Estados Unidos, o Brasil não é dos países mais empáticos do mundo. Sim, somos conhecidos pela alegria e pela hospitalidade, mas quando falamos em se colocar no lugar do outro e tentar entender o que ele sente, ainda estamos muito longe do ideal. [...] Mas o problema do egocentrismo e da falta de amor ao próximo não é exclusivo dos brasileiros. É uma preocupação mundial.

    Afinal, o que é empatia?
          A empatia é, em termos simples, a habilidade de se colocar no lugar do outro. Por exemplo, se você, leitor, escuta uma história sobre uma criança que teve muitos problemas de saúde, que vem de uma família muito pobre, e se comove, é possível ter dois tipos de emoção: o dó, que é a simpatia; ou se colocar no lugar daquela criança, imaginar o que ela passou e tentar entender o que ela sentia, enxergar o panorama a partir dos olhos dela. “É ser sensível a ponto de compreender emoções e sentimentos de outras pessoas”, explica Rodrigo Scaranari, presidente da Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional. E é uma característica que pode, sim, ser aprendida ou, pelo menos, treinada. Para Rodrigo, o exercício passa pelo autoconhecimento: para compreender a emoção do outro, é preciso conhecer e entender o que se passa dentro da própria cabeça. [...]
          Mas por que nos colocamos no lugar do outro? Para o psicólogo, psicanalista e professor João Ângelo Fantini, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), a empatia seria “uma forma de restabelecer um contato com um objeto de amor perdido, uma parte incompreendida do sujeito”. Enxergamos no outro uma humanidade compartilhada, sentimentos que também temos e que são aplicados em situações completamente diferentes. Por reconhecermos nós mesmos no próximo, temos empatia. [...]

    Um caminho desde a infância

          Para reverter o cenário de crianças que crescem cada vez mais centradas em si mesmas e nos próprios problemas como reflexo da sociedade atual, a ONG (Organização Não Governamental) americana Roots of Empathy (Raízes da Empatia) atua em escolas tentando ensinar os pequenos a se colocar no lugar do outro. Uma vez por mês, durante nove meses, uma sala de aula recebe um bebê e sua família, além de um instrutor, para que as crianças acompanhem o crescimento da confiança e dos laços emocionais de outras pessoas. Frequentemente, eles começam a enxergar nos colegas emoções que aprenderam com os instrutores.
           Os resultados desse experimento são crianças menos agressivas, que combatem o bullying por entender como o outro se sente, e que têm inteligência emocional mais apurada, entendendo as próprias emoções. O programa é internacional, mas o ensino da empatia pode ser feito de diversas outras maneiras.
           A servidora pública Clara Fagundes, 32 anos, por exemplo, considera importante estimular a filha, Helena, 3 anos, a conviver harmonicamente com os outros e com o meio ambiente. Fez questão de escolher para a pequena uma escola que seguisse os mesmos valores apreciados por ela. “Minha mãe já era muito adepta ao diálogo comigo nos anos 1980, mas, hoje em dia, há tantas outras questões que não são discutidas, como a do desperdício”, cita Clara.
            A festa de aniversário de Helena foi na escola. Não produziram lixo, não foram usados enfeites descartáveis. As crianças ajudaram na organização e em toda a decoração: até as mais velhas, que não a conheciam, ajudaram. Além disso, em vez de receber um presente de cada colega, a aniversariante ganhou apenas um presente coletivo, feito pelos próprios colegas: uma casinha de papelão. Sem egoísmo, todos brincaram com o presente e, no fim, Helena levou à sua casa.
    [...]
    Fonte: SCARANARI, Rodrigo. Disponível em:
    <http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/ciencia-esaude/2017/01/04/internas_cienciaesaude,682928/empatia-o-sentimento-quepode-mudar-a-sociedade.shtml> Acesso em: 06 fev. 2019 (adaptado).
    Sobre os aspectos gramaticais e seus respectivos contextos, analise as afirmativas.


    I. Em: “[...] o problema do egocentrismo e da falta de amor ao próximo não é exclusivo dos brasileiros. É uma preocupação mundial.” (2º parágrafo), o verbo destacado deveria estar grafado no plural, a fim de manter a concordância verbal.

    II. Em: “E é uma característica que pode, sim, ser aprendida ou, pelo menos, treinada.” (3º parágrafo), empregam-se as vírgulas para isolar um elemento adverbial, neste caso, “sim”.

    III. Em: “Fez questão de escolher para a pequena uma escola que seguisse os mesmos valores apreciados por ela.” (7º parágrafo), o sujeito da oração é oculto, pois está marcado na oração anterior: “A servidora pública Clara Fagundes”.

    IV. Em: “As crianças ajudaram na organização e em toda a decoração: até as mais velhas, que não a conheciam, ajudaram.” (8º parágrafo), o termo destacado faz referência à “decoração”.


    Assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 3f5f3d19-fc
  • 3F5A4886-FC

    Português

    Acentuação Gráfica: acento diferencial
    UFT · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto I
    Empatia, o sentimento que pode mudar a sociedade

          Sem empatia, sobra intolerância, bullying, violência. Sem gastar um segundo imaginando como o outro se sente, de onde vem, em qual contexto foi criado, ao que foi exposto, sem se lembrar que cada um tem sua história e sem tentar entender como é estar na pele do outro, surgem os crimes de ódio, as discussões acaloradas nas redes sociais, o fim de amizades de uma vida toda. É preciso ter empatia para aprender que não existe verdade absoluta, que tudo depende do ponto de vista.
          Segundo uma pesquisa da Universidade Estadual de Michigan, nos Estados Unidos, o Brasil não é dos países mais empáticos do mundo. Sim, somos conhecidos pela alegria e pela hospitalidade, mas quando falamos em se colocar no lugar do outro e tentar entender o que ele sente, ainda estamos muito longe do ideal. [...] Mas o problema do egocentrismo e da falta de amor ao próximo não é exclusivo dos brasileiros. É uma preocupação mundial.

    Afinal, o que é empatia?
          A empatia é, em termos simples, a habilidade de se colocar no lugar do outro. Por exemplo, se você, leitor, escuta uma história sobre uma criança que teve muitos problemas de saúde, que vem de uma família muito pobre, e se comove, é possível ter dois tipos de emoção: o dó, que é a simpatia; ou se colocar no lugar daquela criança, imaginar o que ela passou e tentar entender o que ela sentia, enxergar o panorama a partir dos olhos dela. “É ser sensível a ponto de compreender emoções e sentimentos de outras pessoas”, explica Rodrigo Scaranari, presidente da Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional. E é uma característica que pode, sim, ser aprendida ou, pelo menos, treinada. Para Rodrigo, o exercício passa pelo autoconhecimento: para compreender a emoção do outro, é preciso conhecer e entender o que se passa dentro da própria cabeça. [...]
          Mas por que nos colocamos no lugar do outro? Para o psicólogo, psicanalista e professor João Ângelo Fantini, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), a empatia seria “uma forma de restabelecer um contato com um objeto de amor perdido, uma parte incompreendida do sujeito”. Enxergamos no outro uma humanidade compartilhada, sentimentos que também temos e que são aplicados em situações completamente diferentes. Por reconhecermos nós mesmos no próximo, temos empatia. [...]

    Um caminho desde a infância

          Para reverter o cenário de crianças que crescem cada vez mais centradas em si mesmas e nos próprios problemas como reflexo da sociedade atual, a ONG (Organização Não Governamental) americana Roots of Empathy (Raízes da Empatia) atua em escolas tentando ensinar os pequenos a se colocar no lugar do outro. Uma vez por mês, durante nove meses, uma sala de aula recebe um bebê e sua família, além de um instrutor, para que as crianças acompanhem o crescimento da confiança e dos laços emocionais de outras pessoas. Frequentemente, eles começam a enxergar nos colegas emoções que aprenderam com os instrutores.
           Os resultados desse experimento são crianças menos agressivas, que combatem o bullying por entender como o outro se sente, e que têm inteligência emocional mais apurada, entendendo as próprias emoções. O programa é internacional, mas o ensino da empatia pode ser feito de diversas outras maneiras.
           A servidora pública Clara Fagundes, 32 anos, por exemplo, considera importante estimular a filha, Helena, 3 anos, a conviver harmonicamente com os outros e com o meio ambiente. Fez questão de escolher para a pequena uma escola que seguisse os mesmos valores apreciados por ela. “Minha mãe já era muito adepta ao diálogo comigo nos anos 1980, mas, hoje em dia, há tantas outras questões que não são discutidas, como a do desperdício”, cita Clara.
            A festa de aniversário de Helena foi na escola. Não produziram lixo, não foram usados enfeites descartáveis. As crianças ajudaram na organização e em toda a decoração: até as mais velhas, que não a conheciam, ajudaram. Além disso, em vez de receber um presente de cada colega, a aniversariante ganhou apenas um presente coletivo, feito pelos próprios colegas: uma casinha de papelão. Sem egoísmo, todos brincaram com o presente e, no fim, Helena levou à sua casa.
    [...]
    Fonte: SCARANARI, Rodrigo. Disponível em:
    <http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/ciencia-esaude/2017/01/04/internas_cienciaesaude,682928/empatia-o-sentimento-quepode-mudar-a-sociedade.shtml> Acesso em: 06 fev. 2019 (adaptado).
    Em: “Os resultados desse experimento são crianças menos agressivas, que combatem o bullying por entender como o outro se sente, e que têm inteligência emocional mais apurada, entendendo as próprias emoções.” (6º parágrafo), o verbo em destaque pode ser substituído, sem prejuízo gramatical e semântico, por:
    Escolha uma alternativa para a questão 3f5a4886-fc
  • 3F5735A2-FC

    Português

    Interpretação de Textos
    UFT · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto I
    Empatia, o sentimento que pode mudar a sociedade

          Sem empatia, sobra intolerância, bullying, violência. Sem gastar um segundo imaginando como o outro se sente, de onde vem, em qual contexto foi criado, ao que foi exposto, sem se lembrar que cada um tem sua história e sem tentar entender como é estar na pele do outro, surgem os crimes de ódio, as discussões acaloradas nas redes sociais, o fim de amizades de uma vida toda. É preciso ter empatia para aprender que não existe verdade absoluta, que tudo depende do ponto de vista.
          Segundo uma pesquisa da Universidade Estadual de Michigan, nos Estados Unidos, o Brasil não é dos países mais empáticos do mundo. Sim, somos conhecidos pela alegria e pela hospitalidade, mas quando falamos em se colocar no lugar do outro e tentar entender o que ele sente, ainda estamos muito longe do ideal. [...] Mas o problema do egocentrismo e da falta de amor ao próximo não é exclusivo dos brasileiros. É uma preocupação mundial.

    Afinal, o que é empatia?
          A empatia é, em termos simples, a habilidade de se colocar no lugar do outro. Por exemplo, se você, leitor, escuta uma história sobre uma criança que teve muitos problemas de saúde, que vem de uma família muito pobre, e se comove, é possível ter dois tipos de emoção: o dó, que é a simpatia; ou se colocar no lugar daquela criança, imaginar o que ela passou e tentar entender o que ela sentia, enxergar o panorama a partir dos olhos dela. “É ser sensível a ponto de compreender emoções e sentimentos de outras pessoas”, explica Rodrigo Scaranari, presidente da Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional. E é uma característica que pode, sim, ser aprendida ou, pelo menos, treinada. Para Rodrigo, o exercício passa pelo autoconhecimento: para compreender a emoção do outro, é preciso conhecer e entender o que se passa dentro da própria cabeça. [...]
          Mas por que nos colocamos no lugar do outro? Para o psicólogo, psicanalista e professor João Ângelo Fantini, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), a empatia seria “uma forma de restabelecer um contato com um objeto de amor perdido, uma parte incompreendida do sujeito”. Enxergamos no outro uma humanidade compartilhada, sentimentos que também temos e que são aplicados em situações completamente diferentes. Por reconhecermos nós mesmos no próximo, temos empatia. [...]

    Um caminho desde a infância

          Para reverter o cenário de crianças que crescem cada vez mais centradas em si mesmas e nos próprios problemas como reflexo da sociedade atual, a ONG (Organização Não Governamental) americana Roots of Empathy (Raízes da Empatia) atua em escolas tentando ensinar os pequenos a se colocar no lugar do outro. Uma vez por mês, durante nove meses, uma sala de aula recebe um bebê e sua família, além de um instrutor, para que as crianças acompanhem o crescimento da confiança e dos laços emocionais de outras pessoas. Frequentemente, eles começam a enxergar nos colegas emoções que aprenderam com os instrutores.
           Os resultados desse experimento são crianças menos agressivas, que combatem o bullying por entender como o outro se sente, e que têm inteligência emocional mais apurada, entendendo as próprias emoções. O programa é internacional, mas o ensino da empatia pode ser feito de diversas outras maneiras.
           A servidora pública Clara Fagundes, 32 anos, por exemplo, considera importante estimular a filha, Helena, 3 anos, a conviver harmonicamente com os outros e com o meio ambiente. Fez questão de escolher para a pequena uma escola que seguisse os mesmos valores apreciados por ela. “Minha mãe já era muito adepta ao diálogo comigo nos anos 1980, mas, hoje em dia, há tantas outras questões que não são discutidas, como a do desperdício”, cita Clara.
            A festa de aniversário de Helena foi na escola. Não produziram lixo, não foram usados enfeites descartáveis. As crianças ajudaram na organização e em toda a decoração: até as mais velhas, que não a conheciam, ajudaram. Além disso, em vez de receber um presente de cada colega, a aniversariante ganhou apenas um presente coletivo, feito pelos próprios colegas: uma casinha de papelão. Sem egoísmo, todos brincaram com o presente e, no fim, Helena levou à sua casa.
    [...]
    Fonte: SCARANARI, Rodrigo. Disponível em:
    <http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/ciencia-esaude/2017/01/04/internas_cienciaesaude,682928/empatia-o-sentimento-quepode-mudar-a-sociedade.shtml> Acesso em: 06 fev. 2019 (adaptado).
    Sobre as situações e os projetos apresentados no texto I para se trabalhar a empatia, assinale a alternativa INCORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 3f5735a2-fc
  • 3F54250F-FC

    Português

    Interpretação de Textos
    UFT · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto I
    Empatia, o sentimento que pode mudar a sociedade

          Sem empatia, sobra intolerância, bullying, violência. Sem gastar um segundo imaginando como o outro se sente, de onde vem, em qual contexto foi criado, ao que foi exposto, sem se lembrar que cada um tem sua história e sem tentar entender como é estar na pele do outro, surgem os crimes de ódio, as discussões acaloradas nas redes sociais, o fim de amizades de uma vida toda. É preciso ter empatia para aprender que não existe verdade absoluta, que tudo depende do ponto de vista.
          Segundo uma pesquisa da Universidade Estadual de Michigan, nos Estados Unidos, o Brasil não é dos países mais empáticos do mundo. Sim, somos conhecidos pela alegria e pela hospitalidade, mas quando falamos em se colocar no lugar do outro e tentar entender o que ele sente, ainda estamos muito longe do ideal. [...] Mas o problema do egocentrismo e da falta de amor ao próximo não é exclusivo dos brasileiros. É uma preocupação mundial.

    Afinal, o que é empatia?
          A empatia é, em termos simples, a habilidade de se colocar no lugar do outro. Por exemplo, se você, leitor, escuta uma história sobre uma criança que teve muitos problemas de saúde, que vem de uma família muito pobre, e se comove, é possível ter dois tipos de emoção: o dó, que é a simpatia; ou se colocar no lugar daquela criança, imaginar o que ela passou e tentar entender o que ela sentia, enxergar o panorama a partir dos olhos dela. “É ser sensível a ponto de compreender emoções e sentimentos de outras pessoas”, explica Rodrigo Scaranari, presidente da Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional. E é uma característica que pode, sim, ser aprendida ou, pelo menos, treinada. Para Rodrigo, o exercício passa pelo autoconhecimento: para compreender a emoção do outro, é preciso conhecer e entender o que se passa dentro da própria cabeça. [...]
          Mas por que nos colocamos no lugar do outro? Para o psicólogo, psicanalista e professor João Ângelo Fantini, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), a empatia seria “uma forma de restabelecer um contato com um objeto de amor perdido, uma parte incompreendida do sujeito”. Enxergamos no outro uma humanidade compartilhada, sentimentos que também temos e que são aplicados em situações completamente diferentes. Por reconhecermos nós mesmos no próximo, temos empatia. [...]

    Um caminho desde a infância

          Para reverter o cenário de crianças que crescem cada vez mais centradas em si mesmas e nos próprios problemas como reflexo da sociedade atual, a ONG (Organização Não Governamental) americana Roots of Empathy (Raízes da Empatia) atua em escolas tentando ensinar os pequenos a se colocar no lugar do outro. Uma vez por mês, durante nove meses, uma sala de aula recebe um bebê e sua família, além de um instrutor, para que as crianças acompanhem o crescimento da confiança e dos laços emocionais de outras pessoas. Frequentemente, eles começam a enxergar nos colegas emoções que aprenderam com os instrutores.
           Os resultados desse experimento são crianças menos agressivas, que combatem o bullying por entender como o outro se sente, e que têm inteligência emocional mais apurada, entendendo as próprias emoções. O programa é internacional, mas o ensino da empatia pode ser feito de diversas outras maneiras.
           A servidora pública Clara Fagundes, 32 anos, por exemplo, considera importante estimular a filha, Helena, 3 anos, a conviver harmonicamente com os outros e com o meio ambiente. Fez questão de escolher para a pequena uma escola que seguisse os mesmos valores apreciados por ela. “Minha mãe já era muito adepta ao diálogo comigo nos anos 1980, mas, hoje em dia, há tantas outras questões que não são discutidas, como a do desperdício”, cita Clara.
            A festa de aniversário de Helena foi na escola. Não produziram lixo, não foram usados enfeites descartáveis. As crianças ajudaram na organização e em toda a decoração: até as mais velhas, que não a conheciam, ajudaram. Além disso, em vez de receber um presente de cada colega, a aniversariante ganhou apenas um presente coletivo, feito pelos próprios colegas: uma casinha de papelão. Sem egoísmo, todos brincaram com o presente e, no fim, Helena levou à sua casa.
    [...]
    Fonte: SCARANARI, Rodrigo. Disponível em:
    <http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/ciencia-esaude/2017/01/04/internas_cienciaesaude,682928/empatia-o-sentimento-quepode-mudar-a-sociedade.shtml> Acesso em: 06 fev. 2019 (adaptado).
    Ainda sobre a interpretação do texto I, assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 3f54250f-fc
  • 3F504EA4-FC

    Português

    Interpretação de Textos
    UFT · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto I
    Empatia, o sentimento que pode mudar a sociedade

          Sem empatia, sobra intolerância, bullying, violência. Sem gastar um segundo imaginando como o outro se sente, de onde vem, em qual contexto foi criado, ao que foi exposto, sem se lembrar que cada um tem sua história e sem tentar entender como é estar na pele do outro, surgem os crimes de ódio, as discussões acaloradas nas redes sociais, o fim de amizades de uma vida toda. É preciso ter empatia para aprender que não existe verdade absoluta, que tudo depende do ponto de vista.
          Segundo uma pesquisa da Universidade Estadual de Michigan, nos Estados Unidos, o Brasil não é dos países mais empáticos do mundo. Sim, somos conhecidos pela alegria e pela hospitalidade, mas quando falamos em se colocar no lugar do outro e tentar entender o que ele sente, ainda estamos muito longe do ideal. [...] Mas o problema do egocentrismo e da falta de amor ao próximo não é exclusivo dos brasileiros. É uma preocupação mundial.

    Afinal, o que é empatia?
          A empatia é, em termos simples, a habilidade de se colocar no lugar do outro. Por exemplo, se você, leitor, escuta uma história sobre uma criança que teve muitos problemas de saúde, que vem de uma família muito pobre, e se comove, é possível ter dois tipos de emoção: o dó, que é a simpatia; ou se colocar no lugar daquela criança, imaginar o que ela passou e tentar entender o que ela sentia, enxergar o panorama a partir dos olhos dela. “É ser sensível a ponto de compreender emoções e sentimentos de outras pessoas”, explica Rodrigo Scaranari, presidente da Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional. E é uma característica que pode, sim, ser aprendida ou, pelo menos, treinada. Para Rodrigo, o exercício passa pelo autoconhecimento: para compreender a emoção do outro, é preciso conhecer e entender o que se passa dentro da própria cabeça. [...]
          Mas por que nos colocamos no lugar do outro? Para o psicólogo, psicanalista e professor João Ângelo Fantini, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), a empatia seria “uma forma de restabelecer um contato com um objeto de amor perdido, uma parte incompreendida do sujeito”. Enxergamos no outro uma humanidade compartilhada, sentimentos que também temos e que são aplicados em situações completamente diferentes. Por reconhecermos nós mesmos no próximo, temos empatia. [...]

    Um caminho desde a infância

          Para reverter o cenário de crianças que crescem cada vez mais centradas em si mesmas e nos próprios problemas como reflexo da sociedade atual, a ONG (Organização Não Governamental) americana Roots of Empathy (Raízes da Empatia) atua em escolas tentando ensinar os pequenos a se colocar no lugar do outro. Uma vez por mês, durante nove meses, uma sala de aula recebe um bebê e sua família, além de um instrutor, para que as crianças acompanhem o crescimento da confiança e dos laços emocionais de outras pessoas. Frequentemente, eles começam a enxergar nos colegas emoções que aprenderam com os instrutores.
           Os resultados desse experimento são crianças menos agressivas, que combatem o bullying por entender como o outro se sente, e que têm inteligência emocional mais apurada, entendendo as próprias emoções. O programa é internacional, mas o ensino da empatia pode ser feito de diversas outras maneiras.
           A servidora pública Clara Fagundes, 32 anos, por exemplo, considera importante estimular a filha, Helena, 3 anos, a conviver harmonicamente com os outros e com o meio ambiente. Fez questão de escolher para a pequena uma escola que seguisse os mesmos valores apreciados por ela. “Minha mãe já era muito adepta ao diálogo comigo nos anos 1980, mas, hoje em dia, há tantas outras questões que não são discutidas, como a do desperdício”, cita Clara.
            A festa de aniversário de Helena foi na escola. Não produziram lixo, não foram usados enfeites descartáveis. As crianças ajudaram na organização e em toda a decoração: até as mais velhas, que não a conheciam, ajudaram. Além disso, em vez de receber um presente de cada colega, a aniversariante ganhou apenas um presente coletivo, feito pelos próprios colegas: uma casinha de papelão. Sem egoísmo, todos brincaram com o presente e, no fim, Helena levou à sua casa.
    [...]
    Fonte: SCARANARI, Rodrigo. Disponível em:
    <http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/ciencia-esaude/2017/01/04/internas_cienciaesaude,682928/empatia-o-sentimento-quepode-mudar-a-sociedade.shtml> Acesso em: 06 fev. 2019 (adaptado).
    Sobre empatia (texto I), analise as afirmativas.


    I. Empatia é a habilidade do indivíduo de compreender o sentimento ou a emoção de outra pessoa, colocando-se no lugar dela.

    II. Empatia é um sentimento inato que pode ser aprendido e transmitido de geração a geração, independentemente de estímulos externos.

    III. Empatia pode ser aprendida ou, ao menos, treinada.

    IV. Empatia pode ser desenvolvida por meio do autoconhecimento, pois o indivíduo precisa reconhecer nele os mesmos sentimentos do próximo.


    Assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 3f504ea4-fc
  • 3F4A56C0-FC

    Português

    Interpretação de Textos
    UFT · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto I
    Empatia, o sentimento que pode mudar a sociedade

          Sem empatia, sobra intolerância, bullying, violência. Sem gastar um segundo imaginando como o outro se sente, de onde vem, em qual contexto foi criado, ao que foi exposto, sem se lembrar que cada um tem sua história e sem tentar entender como é estar na pele do outro, surgem os crimes de ódio, as discussões acaloradas nas redes sociais, o fim de amizades de uma vida toda. É preciso ter empatia para aprender que não existe verdade absoluta, que tudo depende do ponto de vista.
          Segundo uma pesquisa da Universidade Estadual de Michigan, nos Estados Unidos, o Brasil não é dos países mais empáticos do mundo. Sim, somos conhecidos pela alegria e pela hospitalidade, mas quando falamos em se colocar no lugar do outro e tentar entender o que ele sente, ainda estamos muito longe do ideal. [...] Mas o problema do egocentrismo e da falta de amor ao próximo não é exclusivo dos brasileiros. É uma preocupação mundial.

    Afinal, o que é empatia?
          A empatia é, em termos simples, a habilidade de se colocar no lugar do outro. Por exemplo, se você, leitor, escuta uma história sobre uma criança que teve muitos problemas de saúde, que vem de uma família muito pobre, e se comove, é possível ter dois tipos de emoção: o dó, que é a simpatia; ou se colocar no lugar daquela criança, imaginar o que ela passou e tentar entender o que ela sentia, enxergar o panorama a partir dos olhos dela. “É ser sensível a ponto de compreender emoções e sentimentos de outras pessoas”, explica Rodrigo Scaranari, presidente da Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional. E é uma característica que pode, sim, ser aprendida ou, pelo menos, treinada. Para Rodrigo, o exercício passa pelo autoconhecimento: para compreender a emoção do outro, é preciso conhecer e entender o que se passa dentro da própria cabeça. [...]
          Mas por que nos colocamos no lugar do outro? Para o psicólogo, psicanalista e professor João Ângelo Fantini, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), a empatia seria “uma forma de restabelecer um contato com um objeto de amor perdido, uma parte incompreendida do sujeito”. Enxergamos no outro uma humanidade compartilhada, sentimentos que também temos e que são aplicados em situações completamente diferentes. Por reconhecermos nós mesmos no próximo, temos empatia. [...]

    Um caminho desde a infância

          Para reverter o cenário de crianças que crescem cada vez mais centradas em si mesmas e nos próprios problemas como reflexo da sociedade atual, a ONG (Organização Não Governamental) americana Roots of Empathy (Raízes da Empatia) atua em escolas tentando ensinar os pequenos a se colocar no lugar do outro. Uma vez por mês, durante nove meses, uma sala de aula recebe um bebê e sua família, além de um instrutor, para que as crianças acompanhem o crescimento da confiança e dos laços emocionais de outras pessoas. Frequentemente, eles começam a enxergar nos colegas emoções que aprenderam com os instrutores.
           Os resultados desse experimento são crianças menos agressivas, que combatem o bullying por entender como o outro se sente, e que têm inteligência emocional mais apurada, entendendo as próprias emoções. O programa é internacional, mas o ensino da empatia pode ser feito de diversas outras maneiras.
           A servidora pública Clara Fagundes, 32 anos, por exemplo, considera importante estimular a filha, Helena, 3 anos, a conviver harmonicamente com os outros e com o meio ambiente. Fez questão de escolher para a pequena uma escola que seguisse os mesmos valores apreciados por ela. “Minha mãe já era muito adepta ao diálogo comigo nos anos 1980, mas, hoje em dia, há tantas outras questões que não são discutidas, como a do desperdício”, cita Clara.
            A festa de aniversário de Helena foi na escola. Não produziram lixo, não foram usados enfeites descartáveis. As crianças ajudaram na organização e em toda a decoração: até as mais velhas, que não a conheciam, ajudaram. Além disso, em vez de receber um presente de cada colega, a aniversariante ganhou apenas um presente coletivo, feito pelos próprios colegas: uma casinha de papelão. Sem egoísmo, todos brincaram com o presente e, no fim, Helena levou à sua casa.
    [...]
    Fonte: SCARANARI, Rodrigo. Disponível em:
    <http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/ciencia-esaude/2017/01/04/internas_cienciaesaude,682928/empatia-o-sentimento-quepode-mudar-a-sociedade.shtml> Acesso em: 06 fev. 2019 (adaptado).
    Sobre a interpretação do texto I, assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 3f4a56c0-fc
  • 6CAD5CAF-FD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFT · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018


    According to the advertisement it is CORRECT to affirm:

    Escolha uma alternativa para a questão 6cad5caf-fd
  • 6CAA72FD-FD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFT · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    BRAZIL: JUDGE SHUTS BORDER TO VENEZUELAN
    MIGRANTS FLEEING HUNGER AND HARDSHIP
        Judge says entry of immigrants suspended until conditions for ‘humanitarian reception’ are created – activists called it ‘absurd’
          A judge in Brazil has blocked Venezuelans from entering the border state of Roraima as local authorities harden their stance against the flood of migrants fleeing hunger and hardship in their home country.
        Judge Helder Barreto said he had suspended the entry of Venezuelan immigrants until the conditions for a “humanitarian reception” are created but activists working with migrants attacked it as “absurd”.
       Sister Telma Lage from the non-profit Migration and Human Rights Institute, which helps vulnerable migrants in Roraima’s capital Boa Vista, said the judge had overstepped his authority.            “[Venezuelans] are entering Brazil and seeking refuge because of the vulnerable situation they find themselves in,” she said. “What we fear is the lack of options for those near to the border.”
        Since 2015, more than 56,000 Venezuelans have sought refuge or residency in Brazil amid continuing political turmoil and economic collapse in their home country. […]
        But the flood of migrants has severely stretched health and education services in the poor state of Roraima.
    Available at: https://www.theguardian.com/world/2018/aug/06/brazil-shuts-border-venezuelanmigrants)
    The reason why Venezuelans are seeking refuge in Brazil is visible in all the following alternatives, EXCEPT:
    Escolha uma alternativa para a questão 6caa72fd-fd
  • 6CA6D55F-FD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFT · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    BRAZIL: JUDGE SHUTS BORDER TO VENEZUELAN
    MIGRANTS FLEEING HUNGER AND HARDSHIP
        Judge says entry of immigrants suspended until conditions for ‘humanitarian reception’ are created – activists called it ‘absurd’
          A judge in Brazil has blocked Venezuelans from entering the border state of Roraima as local authorities harden their stance against the flood of migrants fleeing hunger and hardship in their home country.
        Judge Helder Barreto said he had suspended the entry of Venezuelan immigrants until the conditions for a “humanitarian reception” are created but activists working with migrants attacked it as “absurd”.
       Sister Telma Lage from the non-profit Migration and Human Rights Institute, which helps vulnerable migrants in Roraima’s capital Boa Vista, said the judge had overstepped his authority.            “[Venezuelans] are entering Brazil and seeking refuge because of the vulnerable situation they find themselves in,” she said. “What we fear is the lack of options for those near to the border.”
        Since 2015, more than 56,000 Venezuelans have sought refuge or residency in Brazil amid continuing political turmoil and economic collapse in their home country. […]
        But the flood of migrants has severely stretched health and education services in the poor state of Roraima.
    Available at: https://www.theguardian.com/world/2018/aug/06/brazil-shuts-border-venezuelanmigrants)
    According to Sister Lage:
    Escolha uma alternativa para a questão 6ca6d55f-fd
  • 6C9FCAA3-FD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFT · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    BRAZIL: JUDGE SHUTS BORDER TO VENEZUELAN
    MIGRANTS FLEEING HUNGER AND HARDSHIP
        Judge says entry of immigrants suspended until conditions for ‘humanitarian reception’ are created – activists called it ‘absurd’
          A judge in Brazil has blocked Venezuelans from entering the border state of Roraima as local authorities harden their stance against the flood of migrants fleeing hunger and hardship in their home country.
        Judge Helder Barreto said he had suspended the entry of Venezuelan immigrants until the conditions for a “humanitarian reception” are created but activists working with migrants attacked it as “absurd”.
       Sister Telma Lage from the non-profit Migration and Human Rights Institute, which helps vulnerable migrants in Roraima’s capital Boa Vista, said the judge had overstepped his authority.            “[Venezuelans] are entering Brazil and seeking refuge because of the vulnerable situation they find themselves in,” she said. “What we fear is the lack of options for those near to the border.”
        Since 2015, more than 56,000 Venezuelans have sought refuge or residency in Brazil amid continuing political turmoil and economic collapse in their home country. […]
        But the flood of migrants has severely stretched health and education services in the poor state of Roraima.
    Available at: https://www.theguardian.com/world/2018/aug/06/brazil-shuts-border-venezuelanmigrants)
    According to the text it is CORRECT to affirm:
    Escolha uma alternativa para a questão 6c9fcaa3-fd
  • 6C9BB17D-FD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFT · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2018


    The cartoon infers the idea that:

    Escolha uma alternativa para a questão 6c9bb17d-fd
  • 6C978ADD-FD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFT · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Pluto should be reclassified as a planet, experts say

          The reason Pluto lost its planet status is not valid, according to new research from the University of Central Florida in Orlando. In 2006, the International Astronomical Union (IAU), a global group of astronomy experts, established a definition of a planet that required it to "clear" its orbit, or in other words, be the largest gravitational force in its orbit. […]
         Metzger, who is lead author on the study, reviewed scientific literature from the past 200 years and found only one publication -- from 1802 -- that used the clearing-orbit requirement to classify planets, and it was based on since-disproven reasoning.
         "It's a sloppy definition," Metzger said of the IAU's definition. "They didn't say what they meant by clearing their orbit. If you take that literally, then there are no planets, because no planet clears its orbit." […]
         Metzger said that the definition of a planet should be based on its intrinsic properties, rather than ones that can change, such as the dynamics of a planet's orbit. "Dynamics are not constant, they are constantly changing," Metzger said. "So, they are not the fundamental description of a body, they are just the occupation of a body at a current era."
        Instead, Metzger recommends classifying a planet based on if it is large enough that its gravity allows it to become spherical in shape. "And that's not just an arbitrary definition, Metzger said. "It turns out this is an important milestone in the evolution of a planetary body, because apparently when it happens, it initiates active geology in the body." 

    Source: University of Central Florida. "Pluto should be reclassified as a planet, experts say."
    ScienceDaily, 7 September 2018. Available at:<www.sciencedaily.com/releases/2018/09/180907110422.htm>.
    In the title of the text, the modal verb SHOULD conveys the idea of:
    Escolha uma alternativa para a questão 6c978add-fd
  • 6C94899B-FD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFT · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Pluto should be reclassified as a planet, experts say

          The reason Pluto lost its planet status is not valid, according to new research from the University of Central Florida in Orlando. In 2006, the International Astronomical Union (IAU), a global group of astronomy experts, established a definition of a planet that required it to "clear" its orbit, or in other words, be the largest gravitational force in its orbit. […]
         Metzger, who is lead author on the study, reviewed scientific literature from the past 200 years and found only one publication -- from 1802 -- that used the clearing-orbit requirement to classify planets, and it was based on since-disproven reasoning.
         "It's a sloppy definition," Metzger said of the IAU's definition. "They didn't say what they meant by clearing their orbit. If you take that literally, then there are no planets, because no planet clears its orbit." […]
         Metzger said that the definition of a planet should be based on its intrinsic properties, rather than ones that can change, such as the dynamics of a planet's orbit. "Dynamics are not constant, they are constantly changing," Metzger said. "So, they are not the fundamental description of a body, they are just the occupation of a body at a current era."
        Instead, Metzger recommends classifying a planet based on if it is large enough that its gravity allows it to become spherical in shape. "And that's not just an arbitrary definition, Metzger said. "It turns out this is an important milestone in the evolution of a planetary body, because apparently when it happens, it initiates active geology in the body." 

    Source: University of Central Florida. "Pluto should be reclassified as a planet, experts say."
    ScienceDaily, 7 September 2018. Available at:<www.sciencedaily.com/releases/2018/09/180907110422.htm>.
    According to Metzger, the IAU's definition of a planet was careless because:
    Escolha uma alternativa para a questão 6c94899b-fd
  • 6C904A1D-FD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFT · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Pluto should be reclassified as a planet, experts say

          The reason Pluto lost its planet status is not valid, according to new research from the University of Central Florida in Orlando. In 2006, the International Astronomical Union (IAU), a global group of astronomy experts, established a definition of a planet that required it to "clear" its orbit, or in other words, be the largest gravitational force in its orbit. […]
         Metzger, who is lead author on the study, reviewed scientific literature from the past 200 years and found only one publication -- from 1802 -- that used the clearing-orbit requirement to classify planets, and it was based on since-disproven reasoning.
         "It's a sloppy definition," Metzger said of the IAU's definition. "They didn't say what they meant by clearing their orbit. If you take that literally, then there are no planets, because no planet clears its orbit." […]
         Metzger said that the definition of a planet should be based on its intrinsic properties, rather than ones that can change, such as the dynamics of a planet's orbit. "Dynamics are not constant, they are constantly changing," Metzger said. "So, they are not the fundamental description of a body, they are just the occupation of a body at a current era."
        Instead, Metzger recommends classifying a planet based on if it is large enough that its gravity allows it to become spherical in shape. "And that's not just an arbitrary definition, Metzger said. "It turns out this is an important milestone in the evolution of a planetary body, because apparently when it happens, it initiates active geology in the body." 

    Source: University of Central Florida. "Pluto should be reclassified as a planet, experts say."
    ScienceDaily, 7 September 2018. Available at:<www.sciencedaily.com/releases/2018/09/180907110422.htm>.
    It is CORRECT to affirm that the main idea of the text is:
    Escolha uma alternativa para a questão 6c904a1d-fd
  • 6C8C769C-FD

    Português

    Interpretação de Textos
    UFT · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o excerto de Vista parcial da noite, de Luiz Ruffato, para responder a QUESTÃO.

    O morto
    e agora desprendeu a cera-lustosa que tampava a panela-dodente e já a dor pernilonga os ouvidos ambicionando achegar novamente, ferroa, entojada, arrodeando, infla em fogo a bochecha, calafrios relampeiam o corpo moído, de frio curvase a noite azul, ronca a saparia, estrilam grilos, voejam brasas acesas de vagalumes, esconjuro de coruja, vasculha o vento as fantasmáticas árvores, em silêncio o balofo sargento perscruta, espia, fareja, arrulham as escassas águas do Rio Pomba ao longe, perfilados, ambos, o jipe estacado, acesos os faróis alumiam o mato, esfrega as mãos, atento aos mínimos gestos do superior, poderiam permanecer afundados no bem-bom da delegacia não fosse a ocorrência, duro renegar aqueles olhos estatelados, como se, escancarando-os, almejassem agarrar o sopro que se esvaía, e sequer uma nódoa de sangue, a lâmina da faca-de-picar-fumo penetrara com tamanha força na linha do coração que se emaranhara em músculos, tendões, ossos, obstruindo o sangramento, isso explicou o sargento, versado, e sondando vagos indícios buscam acossar o assassino (...)

    Fonte: RUFFATO, Luiz. Vista parcial da noite. Rio de Janeiro: Record, 2011, p. 131. 

    Considerando a leitura do fragmento de O morto, é CORRETO afirmar que: 
    Escolha uma alternativa para a questão 6c8c769c-fd
  • 6C86988C-FD

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFT · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o fragmento de O visitante, de Hilda Hilst, para responder a QUESTÃO.


    O visitante (1968)

    ANA (tecendo ou próximo do tear, como se estivesse acabado de tecer alguma coisa): muitas vezes tenho saudade das tuas pequenas roupas. Eram tão macias! (sorrindo) Tinha uma touca que, por engano meu, quase te cobria os olhos.

    MARIA (seca): É bem do que eu preciso ainda hoje: antolhos.

    ANA (meiga): E uma camisola tão comprida... branca. Nos punhos e no decote, coloquei umas fitas. E te arrastavas, choravas se, de repente, na noite, não me vias.

    MARIA: Agora vejo-te sempre. Cada noite. Cada dia. (pausa)

    ANA: Eras mansa. Me amavas. Ainda me amas agora?

    MARIA: Ah, que pergunta! As coisas se transformam. Nós também.

    ANA: A casa ainda é a mesma. E a mesa e...

    MARIA (interrompendo): A casa, a mesa... todas essas coisas vivem mais do que nós. Ficam aí paradas. E assim mesmo envelhecem. Tu pensas que são as mesmas coisas e não são. (...)


    Fonte: HILST, Hilda. Volume I. São Paulo: Nankin Editorial, 2000, p. 101.


    Considerando a leitura do trecho de O visitante, assinale a alternativa CORRETA quanto ao gênero literário.
    Escolha uma alternativa para a questão 6c86988c-fd
  • 6C82A7A0-FD

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFT · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o fragmento do poema Cantoria, de Cora Coralina, para responder a QUESTÃO.

    Cantoria
    Meti o peito em Goiás
    e canto como ninguém.
    Canto as pedras,
    canto as águas,
    as lavadeiras, também.

    Cantei um velho quintal
    com murada de pedra.
    Cantei um portão alto
    com escada caída.

    Cantei a casinha velha
    de velha pobrezinha.
    Cantei colcha furada
    estendida no lajedo;
    muito sentida,
    pedi remendos pra ela. (...)

    Fonte: CORALINA, Cora. Meu livro de Cordel. São Paulo: Global, 2013, p. 9. 

    A partir da leitura do excerto de Cantoria, é INCORRETO afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 6c82a7a0-fd